Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Profa. MSc. Rachel de Faria Abreu
Unidade de Coronariana / Cirurgia Cardíaca - Hospital Procordis
Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Sistema de condução
Sistema Nervoso Central
Sistema Nervoso Autônomo
Adrenalina Acetilcolina
Parassimpático
Simpático
Aumento Diminuição
da FC da FC
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Sistema de condução
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Circulação Pulmonar e Sistêmica
VCS
AD AE Ao
120 / 80
mmHg
0 - 6 0 - 12
VP
04 0 - 23 0 - 121
mmHg
VD VE
Sistema
VCI AP
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Abertura e fechamento das válvulas
Sístole Diástole
Performance ventricular Tensão na
VDF parede
Pré - Carga Pós - Carga
Retorno
venoso
Performance Ventricular
DC = VS x FC
Contratibilidade
FC
P= F x V
Cronotropismo Inotropismo VSF
• Existem 2 situações em que o coração se
adapta para propiciar uma fisiologia
correta:
• Processo patológico: vai se adaptar para nutrir o sistema
que necessita.
• Atividade física: o coração se adapta para dar mais energia
para o músculo.
• O sistema adaptativo do coração é a capacidade do coração
em se adaptar as condições especiais, podendo aumentar o
débito cardíaco (DC) de cinco a seis vezes.
• Se o paciente está fazendo atividade, o coração tem que
aumentar o DC para suprir a necessidade energética dos
músculos.
• Se o organismo se encontra com alguma patologia o
coração tem que aumentar o DC para suprir a necessidade
do sistema atingido.
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Lei do coração
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Teste
ergométrico
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ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET
1 02:00 1,6 0 1,5
2 02:00 3.2 0 2
3 02:00 3,2 3,5 3
4 02:00 3,2 7 4
5 02:00 3,2 10,55 5
6 02:00 3,2 14 6
7 02:00 3,.2 17,5 7
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)
Protocolo de Naughton (Regenga 2002)
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ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET
1 03:00 1,7 10 4,6
2 02:00 3.0 10 7.4
3 02:00 4.0 10 9.6
4 02:00 5.0 10 12.0
5 02:00 5.0 15 13.9
6 02:00 6.0 15 16.3
7 02:00 7.0 15 18.9
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)
Protocolo de Ellestad (Negrão 2005)
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ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET
1 03:00 1,7 10 4,6
2 03:00 2,5 12 7
3 03:00 3,4 14 10,1
4 03:00 4,2 16 12,9
5 03:00 5 18 15,1
6 03:00 5,5 20 16,9
7 03:00 6 22 19,2
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)
Protocolo de Bruce (Negrão 2005)
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O índice que representa a
necessidade metabólica de oxigênio
em condições basais é:
(Pref. Municipal de Niterói 2000)
a) MET
b) FiO2
c) VEF
d) VO2
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O índice que representa a
necessidade metabólica de oxigênio
em condições basais é:
(Pref. Municipal de Niterói 2000)
a) MET
b) FiO2
c) VEF
d) VO2
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O protocolo mais empregado na
determinação do VO2 e que requer o
aumento de aproximadamente 01 MET
por cada minuto de exercício, é o de:
(Pref. Municipal de Niterói – 2000).
a) Balke
b) Bruce
c) Ellestad
d) Wolf-Parkinson
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O protocolo mais empregado na
determinação do VO2 e que requer o
aumento de aproximadamente 01 MET
por cada minuto de exercício, é o de:
(Pref. Municipal de Niterói – 2000).
a) Balke
b) Bruce
c) Ellestad
d) Wolf-Parkinson
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Reabilitação
Cardíaca
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Fase I
Fase II
Fase III
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FASE I. Fase aguda, realizada em recinto
hospitalar.
FASE II. Convalescência pós-hospitalar (2 - 3
meses após o evento).
FASE III. Compreende a fase crônica a partir do 3
mês após o evento e visa manter os efeitos
fisiológicos da RCV, com graus variáveis de
supervisão.
FASE IV. Programa de manutenção sem
supervisão.
Umeda 2006; Pollock & Schmid 2003; Regenga 2000.
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Médico / Fisioterapeuta
Fase I Enfermeiro / Psicólogo
Nutricionista
Intra - Muros:
Fase II Reabilitação
Supervisionada
Reabilitação
Fase III
Supervisionada
Reabilitação
Extra - Muros: Fase III
Não Supervisionada
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Tipos de cirurgia
Cirurgia Coronariana
Cirurgia Valvular
Cirurgia dos Grandes Vasos
Cirurgia do Pericárdio
Cirurgia da Arritmias
Cirurgias Congênitas
Cirurgia do Trauma
Cirurgia dos Tumores
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
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Cirurgia de Aorta - Enxertos
1- Parada circulatória;
2- Hipotermia profunda;
3- Maior tempo de CEC;
4- Maior tempo de TOT;
5- Maior uso de hemoderivados.
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
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Marcapassos
1- Uni / Bicameral;
2- Ressincrinizadores;
3 Desfibrilador/Cardioversor.
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• Anestesia: Geral com entubação orotraqueal.
Peridural.
• Vias de Acesso: Esternotomia.
Toracotomia.
• Fechamento: Drenos de Tórax.
Esternorrafia.
Reaproximação dos arcos costais.
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RVM - Enxertos
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IAM e suas complicações
• Insuficiência Mitral Aguda;
• Ruptura da Parede Livre
Ventricular;
• CIV;
• Aneurismas Ventriculares.
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Cirurgia sem CEC (RVM)
1- Manutenção de sístole e
diastole
2- Ausência de hemodiluição
3- Menor tempo extubação
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Cirurgia com CEC (RVM)
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Cirurgia com CEC (RVM)
1- Exclusão do coração e pulmões;
2- Hemodiluição;
3- Heparinização plena;
4- Ativação do sistema de
coagulação
5- Reação inflamatória sistêmica;
6- Maior tempo extubação.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca
Cardiovasculares
1) Arritmias (33%)
2) IAM (1,4 a 23%)
3) Tamponamento cardíaco (1 a 3%)
4) Trombose (0,3 a 9,5%)
5) Mediastinite (0,2)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca
Pulmonares
1) Pneumonias ( 3 a 16%)
2) Derrame Pleural (50%)
3) Insuficiência respiratória (32%)
4) SARA (resposta inflamatória sistêmica) (18%)
5) Atelectasias (73% )
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Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca
Disfunções neurológicas
1) AVE isquêmico (hipotensão, embolizações
gasosas,saída de placas de ateroma)
2) Lesão de nervo frênico
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Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca
Outras possíveis complicações
1) Sangramento aumentado (500 a 1.000ml)
2) Hemorragia digestivas
3) Isquemia mesentérica
4) Insuficiência renal
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
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Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.
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Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.
Pós- operatório: Fase I
1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios ativos de membros inferiores e
superiores, freno labial
Pós- operatório: Fase I
1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios ativos de membros inferiores e
superiores, freno labial
Pós- operatório: Fase I
3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
Pós- operatório: Fase I
3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
Pós- operatório: Fase I
3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
Pós -operatório: Fase I
4º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos, associados
a exercícios de membros inferiores e superiores, incentivadores.
É incluída a descida de um lance de escada (17 degraus) com a
subida pelo elevador.
.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
Pós- operatório: Fase I
4º e 5º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos, associados a
exercícios de membros inferiores e superiores, incentivadores.
Deambulação mais longa
É incluída a descida de um lance de escada (17 degraus) com a
subida pelo elevador.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga
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1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios
reexpansivos, associados a exercícios
ativos de membros inferiores e superiores,
freno labial
3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios diagonais de
membros inferiores e superiores, freno
labial, incentivadores, caminhada de 60
metros.
4º Dia de PO:
É incluída a descida de um lance de
escada (17 degraus) com a subida pelo
elevador.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
Melhor tratamento = PREVENÇÃO
Na reabilitação a fisioterapia intervem de forma precoce para
prevenir e tratar essas complicações,e reduzir o tempo de
permanência do paciente no Hospital
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios
reexpansivos, associados a exercícios
ativos de membros inferiores e superiores,
freno labial
3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios diagonais de
membros inferiores e superiores, freno
labial, incentivadores, caminhada de 60
metros.
4º Dia de PO:
É incluída a descida de um lance de
escada (17 degraus) com a subida pelo
elevador.
Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)
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Na fase I de reabilitação cardíaca
para pacientes com donença
coronariana, a fisioterapia deve:
(Pref. Municipal de Tanguá – 2001)
a) priorizar exercícios de pequenas amplitudes
articulares com sustentação isométricas
b) dar inicio imediato ao recondicionamento
cardio-vascular
c) ser realizada somente através de
cinesioterapia passiva
d) previnir, globalmente, os efeitos do
descondicionamento e da imobilidade
a) priorizar exercícios de pequenas amplitudes
articulares com sustentação isométricas
b) dar inicio imediato ao recondicionamento
cardio-vascular
c) ser realizada somente através de
cinesioterapia passiva
d) previnir, globalmente, os efeitos do
descondicionamento e da imobilidade
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Após realizar cirurgia de
revascularização do miocárdio
com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares
são evidenciadas:
I. Shunt fisiológico aumentado, complacência estática
diminuída, quociente respiratório normal.
II. Freqüência respiratória aumentado, ventilação
minuto normal, ventilação alveolar diminuído,
trabalho respiratório aumentado.
III. Shunt fisiológico aumentado, complacência
estática diminuído, quociente respiratório
aumentado.
IV. Espaço morto fisiológico aumentado, volume
alveolar diminuído, volume corrente diminuído.
V. Ventilação minuto diminuído, freqüência
respiratória normal, ventilação alveolar diminuído.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Após realizar cirurgia de revascularização do
miocárdio com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares são
evidenciadas:
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II e III
c) I, II e IV
d) III, IV e V
e) II e V
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Após realizar cirurgia de revascularização do
miocárdio com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares são
evidenciadas:
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II e III
c) I, II e IV
d) III, IV e V
e) II e V
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
A reabilitação cardíaca pode ser
iniciada logo após o miocárdio estar
adequadamente estabilizado, usando-se
exercícios calistênicos da seguinte faixa de
intensidade:
(Pref. Municipal de Itaguaí – 2003)
a) 1 a 2 METs
b) 4 a 5 METs
c) 3 a 4 METs
d) 2 a 3 METs
e) 5 a 6 METs
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A reabilitação cardíaca pode ser
iniciada logo após o miocárdio estar
adequadamente estabilizado, usando-se
exercícios calistênicos da seguinte faixa de
intensidade:
(Pref. Municipal de Itaguaí – 2003)
a) 1 a 2 METs
b) 4 a 5 METs
c) 3 a 4 METs
d) 2 a 3 METs
e) 5 a 6 METs
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Quanto à reabilitação cardíaca do
paciente infartado, assinale a
alternativa incorreta: (Prefeitura
Municipal de Buique – 2006)
a) Os objetivos da reabilitação cardíaca devem ser traçados
de acordo com a fase em que este se encontra:
b) A realização de teste ergométrico antes do inicio da
reabilitação cardíaca permite a determinação da
capacidade funcional do paciente
c) A reabilitação cardíaca pode ser dividida em duas fases: a
fase I que é a fase aguda, durante o período hospitalar; e
a fase II após a alta hospitalar, decorridos dois a três
meses do evento coronariano
d) A determinação da capacidade funcional útil é importante
para estabelecer a freqüência cardíaca a ser atingida
durante a realização dos exercícios e atividades
e) O programa de exercícios deve ser dividido em três fases:
aquecimento, condicionamento e desaquecimento
a) Os objetivos da reabilitação cardíaca devem ser traçados
de acordo com a fase em que este se encontra:
b) A realização de teste ergométrico antes do inicio da
reabilitação cardíaca permite a determinação da capacidade
funcional do paciente
c) A reabilitação cardíaca pode ser dividida em duas
fases: a fase I que é a fase aguda, durante o período
hospitalar; e a fase II após a alta hospitalar, decorridos
dois a três meses do evento coronariano
d) A determinação da capacidade funcional útil é importante
para estabelecer a freqüência cardíaca a ser atingida
durante a realização dos exercícios e atividades
e) O programa de exercícios deve ser dividido em três fases:
aquecimento, condicionamento e desaquecimento
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Em pós-operatório de cirurgia
cardíaca, durante a manobra de
tosse produtiva, será necessário:
a) Fixar o diafragma
b) Apoiar manualmente o esterno
c) Apoiar abdome superior
d) Comprimir gradil costal
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Em pós-operatório de cirurgia
cardíaca, durante a manobra de
tosse produtiva, será necessário:
a) Fixar o diafragma
b) Apoiar manualmente o esterno
c) Apoiar abdome superior
d) Comprimir gradil costal
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
No período pós-operatório, imediato do
cardiopata, os métodos mais fáceis
para aumentar a capacidade residual
funcional (CRF) e prevenir o colapso
pulmonar são: (Corpo de Bombeiros do
Estado do Rio de Janeiro – 2001)
a) Tapotagem e drenagem postural seletiva.
b) Vibrocompressao e tosse assistida com aumento
do fluxo expiratório (AFE).
c) Posicionamento adequado e deambulação o mais
precoce possível.
d) Uso de incentivadores inspiratórios e fluter.
e) Caminhada de 10 minutos e exercícios
respiratórios.
a) Tapotagem e drenagem postural seletiva.
b) Vibrocompressao e tosse assistida com aumento
do fluxo expiratório (AFE).
c) Posicionamento adequado e deambulação o
mais precoce possível.
d) Uso de incentivadores inspiratórios e fluter.
e) Caminhada de 10 minutos e exercícios
respiratórios.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
A colocação de um balão intra-
aórtico tem como objetivo:
a) Melhorar a perfusão da coronárias
b) Facilitar a ejeção de sangue
c) Diminuir a pressão dentro da aorta
d) Aumentar o trabalho cardíaco de VE
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A colocação de um balão intra-
aórtico tem como objetivo:
a) Melhorar a perfusão da coronárias
b) Facilitar a ejeção de sangue
c) Diminuir a pressão dentro da aorta
d) Aumentar o trabalho cardíaco de VE
PAS/PAD:MOD
FC: > 120BPM /OU 20BPM
FR: -
SPO2: 86%
BORG : 4-6//11-14 ( MOD –
QUASE INTESO
FASE 2/3 :
FC ALVO DE
TREINAMNETO :??
IT : (FCM(220- IDADE) –
FCR)X FT +FCR :
IT: INTENSIDADE DE
TREINAMENTO
FCM : FC MÁXIMA
FRC : FC DE REPOUSO
FT : FRAÇÃO DE
TREINAMENTO % FC
SUBMAXIMA (60-85% DA
FCM )
FCM (KARVONEN) : 220 –
IDADE
1 E 2° SEMANA ( 60-75% DA
FCM )
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Esquema de uma sessão de RCV em pacientes com IC.
Fonte: Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do
Instituto do Coração (InCor) - HCFMUSP.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Na reabilitação cardíaca fase III, o
programa de exercício utilizado é:
(Fundação Dr. João Barcellos
Martins – 1996).
a) passivo
b) pendular
c) auto-passivo
d) em suspensão
e) automatizado
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Na reabilitação cardíaca fase III, o
programa de exercício utilizado é:
(Fundação Dr. João Barcellos
Martins – 1996).
a) passivo
b) pendular
c) auto-passivo
d) em suspensão
e) automatizado
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
O exercício submáximo, rítmico repetitivo em
grandes grupos musculares, durante o qual a
energia necessária é suprida pelo oxigênio
inspirado é (Pref. Municipal de Duque de
Caxias – 2000)
a) anaeróbico
b) de bombeamento
c) aeróbico
d) de flexibilidade
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O exercício submáximo, rítmico repetitivo em
grandes grupos musculares, durante o qual a
energia necessária é suprida pelo oxigênio
inspirado é (Pref. Municipal de Duque de
Caxias – 2000)
a) anaeróbico
b) de bombeamento
c) aeróbico
d) de flexibilidade
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O tipo de exercício contra-indicado para
pacientes portadores de coronariopatias
em programa de reabilitação cardíaca, é:
(Prefeitura Municipal de Niterói – 2000)
a) isotônico
b) cicloergométrico
c) isométrico
d) calistênico
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O tipo de exercício contra-indicado para
pacientes portadores de coronariopatias
em programa de reabilitação cardíaca, é:
(Prefeitura Municipal de Niterói – 2000)
a) isotônico
b) cicloergométrico
c) isométrico
d) calistênico
Exercício dinâmico FC/P
Exercício estático PAS X
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
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No infarto do miocardio, o recurso
cinesioterápico contra-indicado é a
contração:
a) Isotônica do bíceps braquial
b) Excêntrica do tríceps sural
c) Isométrica de quadríceps
d) Isométrica do diafragma
e) Excêntrica do abdome
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No infarto do miocardio, o recurso
cinesioterápico contra-indicado é a
contração:
a) Isotônica do bíceps braquial
b) Excêntrica do tríceps sural
c) Isométrica de quadríceps
d) Isométrica do diafragma
e) Excêntrica do abdome
Paciente A.L, sexo feminino, 75 anos, 1.70m,
85Kg, apresentando de açúcar no sangue 250mg/dL e
elevação de PA com tratamento por terapia medicamentosa
aposentado e tinha como atividade laboral ser costureira.
Apresenta incapacidade em fornecer
quantidades adequadas de sangue oxigenada nos tecidos por
deficiência do débito cardíaco, uma função sistólica deprimida
do ventrículo esquerdo, a partir de uma freqüência cardíaca
de 140bpm. Ao teste de esforço atingiu a freqüência de
145bpm.
À avaliação apresentou pressão arterial de
155x100mmHg e uma freqüência cardíaca de repouso de
85bpm. Dê o duplo-produto (PAS 155 X FC 85) deste
paciente. (Pref. Municipal de São Gonçalo – 2003)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
a) 152
b) 14716
c) 121
d) 13175
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a) 152
b) 14716
c) 121
d) 13175
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
O exercício no cardiopata traz
benefícios significativos quando bem
criterizados.
Determine respectivamente:
conseqüência do exercício sobre o VO2máx,
como se calcula o MVO2, conseqüência do
exercício sobre o fluxo coronariano. (Corpo de
Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro –
2001)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
a) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
b) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
c) aumento; PA sistólica x FC; aumento
d) diminuição; PA sistólica x FC; aumento
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a) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
b) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
c) aumento; PA sistólica x FC; aumento
d) diminuição; PA sistólica x FC; aumento
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Para se obter m efeito de
condicionamento físico aeróbico com aumento
do consumo de O2 pela musculatura, o
programa cinésioterápico deve ser: (Prefeitura
Municipal de Itaguaí – 2003)
a) máximo, mantido por 20 minutos
b) submáximo, mantido por 20 minutos
c) máximo, de curta duração
d) submáximo, de certa duração
e) ao nível da fadiga, no menor tempo possível
.. E ainda que difíceis e
pedregosos estes caminhos,
há sempre um renascer,
uma luz, uma beleza!
A. Guimarães
Hipertensão Arterial
• Definida como uma condição clínica na qual
podemos observar valores tencionais altos.
• O quadro clínico inclui alterações
hemodinâmicas, tróficas e metabólicas.
• O sangue acaba por exercer uma pressão muito
grande sobre as paredes das artérias que
encontram-se enrijecidas, levando ao aumento
da PA devido ao turbilhonamento que é formado
no interior deste vaso.
Diagnóstico
• Confeccionar um MAPA
• Analisar os fatores de risco
• Realizar um ecocardiograma
• Busca de lesões em órgãos alvos.
Fatores Reguladores da P.A.
• Débito cardíaco (DC);
• Resistência vascular periférica (RVP);
• Regulação da pressão arterial:
– Regulação feita pelo SNA;
– Regulação feita pelas alças de retro-
alimentação:
Classificação
• Hipertensão arterial primária – É aquela que
não apresenta causa definida, o paciente
apresenta múltiplos fatores que podem
ocasionar a hipertensão arterial.
• Hipertensão Arterial secundária – É Aquela
que se manifesta devido à presença de uma
doença conhecida ou devido ao uso de uma
droga que apresente ação hipertensiva.
• Hipertensão arterial sistólica – Manifesta-se
devido ao aumento do volume de ejeção em
repouso ou aumento na rigidez da parede da
aorta.
Regulação feita pelas alças de
retro-alimentação:
• Sistema Cinina-calecreina renal:
Este sistema afeta a excreção de água e eletrólitos levando ao
aumento da PA.
• Inibidor da ATPase Na+ e K+ dependente:
Este sistema inibe a enzima que atua na bomba de Na+ e K+
fazendo com que o sódio fique retido e aumentando com isso o
volume dos fluidos corporais, o que lava ao aumento da PA.
• Sistema renina-angiotensina aldosterona:
A renina é a enzima responsável por degradar a angiotencina.
A degradação da angiotencina feita pela renina gera uma
substância vasoconstritora, a aldosterona.
Esse sistema faz com que os rins absorvam mais sódio, o que
aumenta o volume intravascular e o DC aumentando com isso a
PA.
Classificação
• Hipertensão arterial primária – É aquela que
não apresenta causa definida, o paciente
apresenta múltiplos fatores que podem
ocasionar a hipertensão arterial.
• Hipertensão Arterial secundária – É Aquela
que se manifesta devido à presença de uma
doença conhecida ou devido ao uso de uma
droga que apresente ação hipertensiva.
• Hipertensão arterial sistólica – Manifesta-se
devido ao aumento do volume de ejeção em
repouso ou aumento na rigidez da parede da
aorta.
.. E ainda que difíceis e
pedregosos estes caminhos,
há sempre um renascer,
uma luz, uma beleza!
A. Guimarães