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Modulo de Cardio 2

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Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Profa. MSc. Rachel de Faria Abreu


Unidade de Coronariana / Cirurgia Cardíaca - Hospital Procordis
Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Sistema de condução

Sistema Nervoso Central

Sistema Nervoso Autônomo


Adrenalina Acetilcolina

Parassimpático
Simpático

Aumento Diminuição
da FC da FC
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Sistema de condução
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Circulação Pulmonar e Sistêmica
VCS
AD AE Ao
120 / 80
mmHg
0 - 6 0 - 12
VP

04 0 - 23 0 - 121
mmHg
VD VE
Sistema
VCI AP
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Abertura e fechamento das válvulas


Sístole Diástole
Performance ventricular Tensão na
VDF parede

Pré - Carga Pós - Carga

Retorno
venoso

Performance Ventricular
DC = VS x FC
Contratibilidade
FC
P= F x V

Cronotropismo Inotropismo VSF


• Existem 2 situações em que o coração se
adapta para propiciar uma fisiologia
correta:

• Processo patológico: vai se adaptar para nutrir o sistema


que necessita.
• Atividade física: o coração se adapta para dar mais energia
para o músculo.

• O sistema adaptativo do coração é a capacidade do coração


em se adaptar as condições especiais, podendo aumentar o
débito cardíaco (DC) de cinco a seis vezes.
• Se o paciente está fazendo atividade, o coração tem que
aumentar o DC para suprir a necessidade energética dos
músculos.

• Se o organismo se encontra com alguma patologia o


coração tem que aumentar o DC para suprir a necessidade
do sistema atingido.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Lei do coração
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Teste
ergométrico
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET


1 02:00 1,6 0 1,5
2 02:00 3.2 0 2
3 02:00 3,2 3,5 3
4 02:00 3,2 7 4
5 02:00 3,2 10,55 5
6 02:00 3,2 14 6
7 02:00 3,.2 17,5 7
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)

Protocolo de Naughton (Regenga 2002)


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET


1 03:00 1,7 10 4,6
2 02:00 3.0 10 7.4
3 02:00 4.0 10 9.6
4 02:00 5.0 10 12.0
5 02:00 5.0 15 13.9
6 02:00 6.0 15 16.3
7 02:00 7.0 15 18.9
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)

Protocolo de Ellestad (Negrão 2005)


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

ESTÁGIO TEMPO (min) VELOCIDADE (mph) INCLINAÇÃO (%) MET


1 03:00 1,7 10 4,6
2 03:00 2,5 12 7
3 03:00 3,4 14 10,1
4 03:00 4,2 16 12,9
5 03:00 5 18 15,1
6 03:00 5,5 20 16,9
7 03:00 6 22 19,2
MET = Equivalente metabólico ( 1 MET = 3,5 ml/Kg/min de O2)

Protocolo de Bruce (Negrão 2005)


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O índice que representa a


necessidade metabólica de oxigênio
em condições basais é:
(Pref. Municipal de Niterói 2000)
a) MET
b) FiO2
c) VEF
d) VO2
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O índice que representa a


necessidade metabólica de oxigênio
em condições basais é:
(Pref. Municipal de Niterói 2000)
a) MET
b) FiO2
c) VEF
d) VO2
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O protocolo mais empregado na


determinação do VO2 e que requer o
aumento de aproximadamente 01 MET
por cada minuto de exercício, é o de:
(Pref. Municipal de Niterói – 2000).
a) Balke
b) Bruce
c) Ellestad
d) Wolf-Parkinson
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O protocolo mais empregado na


determinação do VO2 e que requer o
aumento de aproximadamente 01 MET
por cada minuto de exercício, é o de:
(Pref. Municipal de Niterói – 2000).
a) Balke
b) Bruce
c) Ellestad
d) Wolf-Parkinson
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Reabilitação
Cardíaca
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Fase I
Fase II

Fase III
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

FASE I. Fase aguda, realizada em recinto


hospitalar.

FASE II. Convalescência pós-hospitalar (2 - 3


meses após o evento).
FASE III. Compreende a fase crônica a partir do 3
mês após o evento e visa manter os efeitos
fisiológicos da RCV, com graus variáveis de
supervisão.
FASE IV. Programa de manutenção sem
supervisão.
Umeda 2006; Pollock & Schmid 2003; Regenga 2000.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Médico / Fisioterapeuta

Fase I Enfermeiro / Psicólogo

Nutricionista

Intra - Muros:
Fase II Reabilitação
Supervisionada

Reabilitação
Fase III
Supervisionada

Reabilitação
Extra - Muros: Fase III
Não Supervisionada
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Tipos de cirurgia

Cirurgia Coronariana
Cirurgia Valvular
Cirurgia dos Grandes Vasos
Cirurgia do Pericárdio
Cirurgia da Arritmias
Cirurgias Congênitas
Cirurgia do Trauma
Cirurgia dos Tumores
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Cirurgia de Aorta - Enxertos

1- Parada circulatória;

2- Hipotermia profunda;

3- Maior tempo de CEC;

4- Maior tempo de TOT;

5- Maior uso de hemoderivados.


Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Marcapassos

1- Uni / Bicameral;

2- Ressincrinizadores;

3 Desfibrilador/Cardioversor.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

• Anestesia: Geral com entubação orotraqueal.


Peridural.

• Vias de Acesso: Esternotomia.


Toracotomia.

• Fechamento: Drenos de Tórax.


Esternorrafia.
Reaproximação dos arcos costais.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

RVM - Enxertos
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

IAM e suas complicações

• Insuficiência Mitral Aguda;

• Ruptura da Parede Livre


Ventricular;

• CIV;

• Aneurismas Ventriculares.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Cirurgia sem CEC (RVM)

1- Manutenção de sístole e
diastole

2- Ausência de hemodiluição

3- Menor tempo extubação


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Cirurgia com CEC (RVM)


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Cirurgia com CEC (RVM)


1- Exclusão do coração e pulmões;

2- Hemodiluição;

3- Heparinização plena;

4- Ativação do sistema de
coagulação

5- Reação inflamatória sistêmica;

6- Maior tempo extubação.


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca
Cardiovasculares

1) Arritmias (33%)
2) IAM (1,4 a 23%)
3) Tamponamento cardíaco (1 a 3%)
4) Trombose (0,3 a 9,5%)
5) Mediastinite (0,2)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca

Pulmonares

1) Pneumonias ( 3 a 16%)
2) Derrame Pleural (50%)
3) Insuficiência respiratória (32%)
4) SARA (resposta inflamatória sistêmica) (18%)
5) Atelectasias (73% )
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca

Disfunções neurológicas

1) AVE isquêmico (hipotensão, embolizações


gasosas,saída de placas de ateroma)
2) Lesão de nervo frênico
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Complicações no pós-operatório de
cirurgia cardíaca

Outras possíveis complicações

1) Sangramento aumentado (500 a 1.000ml)


2) Hemorragia digestivas
3) Isquemia mesentérica
4) Insuficiência renal
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fonte: Hospital de Cardiologia PROCORDIS
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Adaptado do Protocolo da Emory University School of Medicine.


Pós- operatório: Fase I

1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos,


associados a exercícios ativos de membros inferiores e
superiores, freno labial
Pós- operatório: Fase I

1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos,


associados a exercícios ativos de membros inferiores e
superiores, freno labial
Pós- operatório: Fase I

3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Pós- operatório: Fase I

3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Pós- operatório: Fase I

3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos, associados a exercícios
diagonais de membros inferiores e superiores, freno labial,
incentivadores, caminhada de 60 metros.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Pós -operatório: Fase I

4º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos, associados


a exercícios de membros inferiores e superiores, incentivadores.
É incluída a descida de um lance de escada (17 degraus) com a
subida pelo elevador.
.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Pós- operatório: Fase I

4º e 5º Dia de PO: Exercício respiratórios reexpansivos, associados a


exercícios de membros inferiores e superiores, incentivadores.
Deambulação mais longa
É incluída a descida de um lance de escada (17 degraus) com a
subida pelo elevador.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios
reexpansivos, associados a exercícios
ativos de membros inferiores e superiores,
freno labial

3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios diagonais de
membros inferiores e superiores, freno
labial, incentivadores, caminhada de 60
metros.

4º Dia de PO:
É incluída a descida de um lance de
escada (17 degraus) com a subida pelo
elevador.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Melhor tratamento = PREVENÇÃO

Na reabilitação a fisioterapia intervem de forma precoce para


prevenir e tratar essas complicações,e reduzir o tempo de
permanência do paciente no Hospital
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
1º e 2º Dia de PO: Exercício respiratórios
reexpansivos, associados a exercícios
ativos de membros inferiores e superiores,
freno labial

3º Dia de PO:
Exercício respiratórios reexpansivos,
associados a exercícios diagonais de
membros inferiores e superiores, freno
labial, incentivadores, caminhada de 60
metros.

4º Dia de PO:
É incluída a descida de um lance de
escada (17 degraus) com a subida pelo
elevador.

Hospital de Cardiologia PROCORDIS (adaptato Regenga 2000)


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Na fase I de reabilitação cardíaca


para pacientes com donença
coronariana, a fisioterapia deve:
(Pref. Municipal de Tanguá – 2001)
a) priorizar exercícios de pequenas amplitudes
articulares com sustentação isométricas

b) dar inicio imediato ao recondicionamento


cardio-vascular

c) ser realizada somente através de


cinesioterapia passiva

d) previnir, globalmente, os efeitos do


descondicionamento e da imobilidade
a) priorizar exercícios de pequenas amplitudes
articulares com sustentação isométricas

b) dar inicio imediato ao recondicionamento


cardio-vascular

c) ser realizada somente através de


cinesioterapia passiva

d) previnir, globalmente, os efeitos do


descondicionamento e da imobilidade
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Após realizar cirurgia de


revascularização do miocárdio
com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares
são evidenciadas:
I. Shunt fisiológico aumentado, complacência estática
diminuída, quociente respiratório normal.

II. Freqüência respiratória aumentado, ventilação


minuto normal, ventilação alveolar diminuído,
trabalho respiratório aumentado.

III. Shunt fisiológico aumentado, complacência


estática diminuído, quociente respiratório
aumentado.

IV. Espaço morto fisiológico aumentado, volume


alveolar diminuído, volume corrente diminuído.

V. Ventilação minuto diminuído, freqüência


respiratória normal, ventilação alveolar diminuído.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Após realizar cirurgia de revascularização do


miocárdio com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares são
evidenciadas:
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II e III
c) I, II e IV
d) III, IV e V
e) II e V
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Após realizar cirurgia de revascularização do


miocárdio com circulação extra-corpórea, as
seguintes alterações pulmonares são
evidenciadas:
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II e III
c) I, II e IV
d) III, IV e V
e) II e V
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

A reabilitação cardíaca pode ser


iniciada logo após o miocárdio estar
adequadamente estabilizado, usando-se
exercícios calistênicos da seguinte faixa de
intensidade:
(Pref. Municipal de Itaguaí – 2003)
a) 1 a 2 METs
b) 4 a 5 METs
c) 3 a 4 METs
d) 2 a 3 METs
e) 5 a 6 METs
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

A reabilitação cardíaca pode ser


iniciada logo após o miocárdio estar
adequadamente estabilizado, usando-se
exercícios calistênicos da seguinte faixa de
intensidade:
(Pref. Municipal de Itaguaí – 2003)
a) 1 a 2 METs
b) 4 a 5 METs
c) 3 a 4 METs
d) 2 a 3 METs
e) 5 a 6 METs
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Quanto à reabilitação cardíaca do


paciente infartado, assinale a
alternativa incorreta: (Prefeitura
Municipal de Buique – 2006)
a) Os objetivos da reabilitação cardíaca devem ser traçados
de acordo com a fase em que este se encontra:

b) A realização de teste ergométrico antes do inicio da


reabilitação cardíaca permite a determinação da
capacidade funcional do paciente

c) A reabilitação cardíaca pode ser dividida em duas fases: a


fase I que é a fase aguda, durante o período hospitalar; e
a fase II após a alta hospitalar, decorridos dois a três
meses do evento coronariano

d) A determinação da capacidade funcional útil é importante


para estabelecer a freqüência cardíaca a ser atingida
durante a realização dos exercícios e atividades

e) O programa de exercícios deve ser dividido em três fases:


aquecimento, condicionamento e desaquecimento
a) Os objetivos da reabilitação cardíaca devem ser traçados
de acordo com a fase em que este se encontra:

b) A realização de teste ergométrico antes do inicio da


reabilitação cardíaca permite a determinação da capacidade
funcional do paciente

c) A reabilitação cardíaca pode ser dividida em duas


fases: a fase I que é a fase aguda, durante o período
hospitalar; e a fase II após a alta hospitalar, decorridos
dois a três meses do evento coronariano

d) A determinação da capacidade funcional útil é importante


para estabelecer a freqüência cardíaca a ser atingida
durante a realização dos exercícios e atividades

e) O programa de exercícios deve ser dividido em três fases:


aquecimento, condicionamento e desaquecimento
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Em pós-operatório de cirurgia
cardíaca, durante a manobra de
tosse produtiva, será necessário:

a) Fixar o diafragma
b) Apoiar manualmente o esterno
c) Apoiar abdome superior
d) Comprimir gradil costal
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Em pós-operatório de cirurgia
cardíaca, durante a manobra de
tosse produtiva, será necessário:

a) Fixar o diafragma
b) Apoiar manualmente o esterno
c) Apoiar abdome superior
d) Comprimir gradil costal
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

No período pós-operatório, imediato do


cardiopata, os métodos mais fáceis
para aumentar a capacidade residual
funcional (CRF) e prevenir o colapso
pulmonar são: (Corpo de Bombeiros do
Estado do Rio de Janeiro – 2001)
a) Tapotagem e drenagem postural seletiva.

b) Vibrocompressao e tosse assistida com aumento


do fluxo expiratório (AFE).

c) Posicionamento adequado e deambulação o mais


precoce possível.

d) Uso de incentivadores inspiratórios e fluter.

e) Caminhada de 10 minutos e exercícios


respiratórios.
a) Tapotagem e drenagem postural seletiva.

b) Vibrocompressao e tosse assistida com aumento


do fluxo expiratório (AFE).

c) Posicionamento adequado e deambulação o


mais precoce possível.

d) Uso de incentivadores inspiratórios e fluter.

e) Caminhada de 10 minutos e exercícios


respiratórios.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

A colocação de um balão intra-


aórtico tem como objetivo:
a) Melhorar a perfusão da coronárias
b) Facilitar a ejeção de sangue
c) Diminuir a pressão dentro da aorta
d) Aumentar o trabalho cardíaco de VE
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

A colocação de um balão intra-


aórtico tem como objetivo:
a) Melhorar a perfusão da coronárias
b) Facilitar a ejeção de sangue
c) Diminuir a pressão dentro da aorta
d) Aumentar o trabalho cardíaco de VE
PAS/PAD:MOD
FC: > 120BPM /OU 20BPM
FR: -
SPO2: 86%
BORG : 4-6//11-14 ( MOD –
QUASE INTESO
FASE 2/3 :
FC ALVO DE
TREINAMNETO :??
IT : (FCM(220- IDADE) –
FCR)X FT +FCR :
IT: INTENSIDADE DE
TREINAMENTO
FCM : FC MÁXIMA
FRC : FC DE REPOUSO
FT : FRAÇÃO DE
TREINAMENTO % FC
SUBMAXIMA (60-85% DA
FCM )
FCM (KARVONEN) : 220 –
IDADE
1 E 2° SEMANA ( 60-75% DA
FCM )
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Esquema de uma sessão de RCV em pacientes com IC.

Fonte: Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do


Instituto do Coração (InCor) - HCFMUSP.
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Na reabilitação cardíaca fase III, o


programa de exercício utilizado é:
(Fundação Dr. João Barcellos
Martins – 1996).

a) passivo
b) pendular
c) auto-passivo
d) em suspensão
e) automatizado
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

Na reabilitação cardíaca fase III, o


programa de exercício utilizado é:
(Fundação Dr. João Barcellos
Martins – 1996).

a) passivo
b) pendular
c) auto-passivo
d) em suspensão
e) automatizado
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O exercício submáximo, rítmico repetitivo em


grandes grupos musculares, durante o qual a
energia necessária é suprida pelo oxigênio
inspirado é (Pref. Municipal de Duque de
Caxias – 2000)

a) anaeróbico
b) de bombeamento
c) aeróbico
d) de flexibilidade
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O exercício submáximo, rítmico repetitivo em


grandes grupos musculares, durante o qual a
energia necessária é suprida pelo oxigênio
inspirado é (Pref. Municipal de Duque de
Caxias – 2000)

a) anaeróbico
b) de bombeamento
c) aeróbico
d) de flexibilidade
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O tipo de exercício contra-indicado para


pacientes portadores de coronariopatias
em programa de reabilitação cardíaca, é:
(Prefeitura Municipal de Niterói – 2000)

a) isotônico
b) cicloergométrico
c) isométrico
d) calistênico
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O tipo de exercício contra-indicado para


pacientes portadores de coronariopatias
em programa de reabilitação cardíaca, é:
(Prefeitura Municipal de Niterói – 2000)

a) isotônico
b) cicloergométrico
c) isométrico
d) calistênico
Exercício dinâmico FC/P

Exercício estático PAS X


Fisioterapia - Módulo de Cardiologia
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No infarto do miocardio, o recurso


cinesioterápico contra-indicado é a
contração:
a) Isotônica do bíceps braquial
b) Excêntrica do tríceps sural
c) Isométrica de quadríceps
d) Isométrica do diafragma
e) Excêntrica do abdome
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

No infarto do miocardio, o recurso


cinesioterápico contra-indicado é a
contração:
a) Isotônica do bíceps braquial
b) Excêntrica do tríceps sural
c) Isométrica de quadríceps
d) Isométrica do diafragma
e) Excêntrica do abdome
Paciente A.L, sexo feminino, 75 anos, 1.70m,
85Kg, apresentando de açúcar no sangue 250mg/dL e
elevação de PA com tratamento por terapia medicamentosa
aposentado e tinha como atividade laboral ser costureira.

Apresenta incapacidade em fornecer


quantidades adequadas de sangue oxigenada nos tecidos por
deficiência do débito cardíaco, uma função sistólica deprimida
do ventrículo esquerdo, a partir de uma freqüência cardíaca
de 140bpm. Ao teste de esforço atingiu a freqüência de
145bpm.

À avaliação apresentou pressão arterial de


155x100mmHg e uma freqüência cardíaca de repouso de
85bpm. Dê o duplo-produto (PAS 155 X FC 85) deste
paciente. (Pref. Municipal de São Gonçalo – 2003)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

a) 152
b) 14716
c) 121
d) 13175
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

a) 152
b) 14716
c) 121
d) 13175
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

O exercício no cardiopata traz


benefícios significativos quando bem
criterizados.
Determine respectivamente:
conseqüência do exercício sobre o VO2máx,
como se calcula o MVO2, conseqüência do
exercício sobre o fluxo coronariano. (Corpo de
Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro –
2001)
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

a) aumento; PA diastólica x FC; diminuição


b) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
c) aumento; PA sistólica x FC; aumento
d) diminuição; PA sistólica x FC; aumento
Fisioterapia - Módulo de Cardiologia

a) aumento; PA diastólica x FC; diminuição


b) aumento; PA diastólica x FC; diminuição
c) aumento; PA sistólica x FC; aumento
d) diminuição; PA sistólica x FC; aumento
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Para se obter m efeito de


condicionamento físico aeróbico com aumento
do consumo de O2 pela musculatura, o
programa cinésioterápico deve ser: (Prefeitura
Municipal de Itaguaí – 2003)

a) máximo, mantido por 20 minutos


b) submáximo, mantido por 20 minutos
c) máximo, de curta duração
d) submáximo, de certa duração
e) ao nível da fadiga, no menor tempo possível
.. E ainda que difíceis e
pedregosos estes caminhos,
há sempre um renascer,
uma luz, uma beleza!
A. Guimarães
Hipertensão Arterial
• Definida como uma condição clínica na qual
podemos observar valores tencionais altos.
• O quadro clínico inclui alterações
hemodinâmicas, tróficas e metabólicas.
• O sangue acaba por exercer uma pressão muito
grande sobre as paredes das artérias que
encontram-se enrijecidas, levando ao aumento
da PA devido ao turbilhonamento que é formado
no interior deste vaso.
Diagnóstico

• Confeccionar um MAPA
• Analisar os fatores de risco
• Realizar um ecocardiograma
• Busca de lesões em órgãos alvos.
Fatores Reguladores da P.A.

• Débito cardíaco (DC);


• Resistência vascular periférica (RVP);
• Regulação da pressão arterial:
– Regulação feita pelo SNA;
– Regulação feita pelas alças de retro-
alimentação:
Classificação
• Hipertensão arterial primária – É aquela que
não apresenta causa definida, o paciente
apresenta múltiplos fatores que podem
ocasionar a hipertensão arterial.
• Hipertensão Arterial secundária – É Aquela
que se manifesta devido à presença de uma
doença conhecida ou devido ao uso de uma
droga que apresente ação hipertensiva.
• Hipertensão arterial sistólica – Manifesta-se
devido ao aumento do volume de ejeção em
repouso ou aumento na rigidez da parede da
aorta.
Regulação feita pelas alças de
retro-alimentação:
• Sistema Cinina-calecreina renal:
Este sistema afeta a excreção de água e eletrólitos levando ao
aumento da PA.

• Inibidor da ATPase Na+ e K+ dependente:


Este sistema inibe a enzima que atua na bomba de Na+ e K+
fazendo com que o sódio fique retido e aumentando com isso o
volume dos fluidos corporais, o que lava ao aumento da PA.

• Sistema renina-angiotensina aldosterona:


A renina é a enzima responsável por degradar a angiotencina.
A degradação da angiotencina feita pela renina gera uma
substância vasoconstritora, a aldosterona.
Esse sistema faz com que os rins absorvam mais sódio, o que
aumenta o volume intravascular e o DC aumentando com isso a
PA.
Classificação
• Hipertensão arterial primária – É aquela que
não apresenta causa definida, o paciente
apresenta múltiplos fatores que podem
ocasionar a hipertensão arterial.
• Hipertensão Arterial secundária – É Aquela
que se manifesta devido à presença de uma
doença conhecida ou devido ao uso de uma
droga que apresente ação hipertensiva.
• Hipertensão arterial sistólica – Manifesta-se
devido ao aumento do volume de ejeção em
repouso ou aumento na rigidez da parede da
aorta.
.. E ainda que difíceis e
pedregosos estes caminhos,
há sempre um renascer,
uma luz, uma beleza!
A. Guimarães

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