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Inclusão Social

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Inclusão Social

Professor: Carlos Andreres


Fato
• Mais da metade das pessoas com doenças
mentais não recebem ajuda para seus
transtornos. Frequentemente, as pessoas
evitam ou atrasam a procura de tratamento
devido a preocupações sobre serem tratadas
de maneira diferente ou medo de perder seus
empregos e meios de subsistência. Isso
porque o estigma, o preconceito e a
discriminação contra pessoas com doenças
mentais ainda são um problema.
Estigma
• O estigma contra pessoas com doença
mental pode aparecer em coisas sutis ou
óbvias – mas, independentemente da
magnitude, podem causar danos. Pessoas
com doenças mentais são marginalizadas
e discriminadas de várias maneiras, mas
entender como isso se parece e como
abordar e erradicar isso pode ajudar.
O que é inclusão social
• A inclusão social envolve todas as ações
tomadas para integrar grupos
marginalizados, como homossexuais, negros
e pessoas com deficiência, no meio social.

• Por questões históricas, esses grupos


enfrentaram uma exclusão do processo de
socialização, que perdura na sociedade
atual.
Inclusão
• Independentemente do local onde ela é
promovida, ela garante a todas as
pessoas com deficiência uma maior
autonomia e independência para realizar
seus afazeres, pois é a partir da inclusão
social que surgem as políticas de
acessibilidade.
Qual é a importância da inclusão
social?
• A inclusão social é uma questão
fundamental na construção de uma
sociedade, pois trabalha o
estabelecimento de regras que promovem
a igualdade entre todos os grupos,
garantindo seus direitos à educação,
saúde, trabalho e outros recursos
necessários para suprir suas
necessidades.
Promovendo a inclusão
• Promover a inclusão social e estar a par
dos preceitos da acessibilidade vai muito
além da criação de leis, e decretos. É
óbvio que o avanço na legislação tem uma
enorme importância, mas ela sozinha não
consegue mudar muitas coisas. É preciso
que a própria população se conscientize e
promova através de atitudes a inclusão
social.
Constituição do indivíduo
• O indivíduo não faz parte de uma comunidade, mas de
múltiplas; sua identidade se expressa neste conjunto de
pertencimentos. É a partir das comunidades a qual
pertence que o indivíduo reconhece a si mesmo, toma
conhecimento de seus interesses e canaliza seus
afetos. Essas interações podem ser formalizadas no
bairro, na igreja e no trabalho; ou não ser formalizadas,
mas são essas interações que medem a participação e
a inclusão social. A partir da interação com outros é
possível obter uma imagem refletida de nós mesmos,
este autorretrato baseia-se em ter algo a oferecer para
os outros .
Rede de contatos
• Apesar da importância das redes sociais na vida
cotidiana das pessoas, nem sempre aquelas com
transtornos mentais têm acesso a novos contatos,
ou não conseguem manter e formar as redes,
devido ao contexto social em que imperam a
discriminação e o preconceito.
• A forma como os usuários se relacionam com os
outros reflete a maneira da sociedade aceitar e
incluir essa população, e tem efeitos em como as
pessoas com transtornos mentais se percebem
acolhidas e pertencendo a sociedade.
Exclusão
• O isolamento social e a solidão têm uma
alta prevalência entre as pessoas com
transtornos mentais, que frequentemente
se retiram do contato social, não têm
amigos próximos, mas gostariam de ter
bons amigos. Isolamento social e os
transtornos mentais severos parecem
andar de mãos dadas.
Abandono
• Muitos dos usuários sentem-se
abandonados e afastados do contato social
com outras pessoas e também podem se
afastar do convívio social devido às
experiências negativas que sofreram. Assim,
a rede social das pessoas com transtornos
mentais tende a diminuir e se tornar frágil,
algumas vezes limitando-se à família e a
contatos com outras pessoas com o mesmo
problema.
Isolamento
• O isolamento das pessoas com
transtornos mentais não pode ser
considerado como uma característica da
doença, mas ser percebido como uma
consequência da condição social que
estas pessoas vivem, que estão
impregnadas pela estigmatização e
empobrecimento.
Como são enchergados
• As formas como a sociedade interage com
as pessoas com transtornos mentais é
muito importante. A experiência de
discriminação que resulta de repetitivas
rejeições e exclusões torna a pessoa
desconfiada para formar novos
relacionamentos. Neste contexto, muitos
usuários decidem que não vale a pena
tentar formar relações próximas de novo.
Discussão
• O tema do trabalho para a pessoa reconhecida
como "doente mental" esteve presente nas
propostas de tratamento da doença mental desde
o século XIX no Brasil. No tratamento denominado
"manicomial", que predominou no cenário
assistencial até a década de 80 do século XX, a
proposta era de educar, corrigir e mudar a vontade
do sujeito. Nessa acepção de tratamento, o
hospital psiquiátrico foi visto como um meio
terapêutico que deveria sediar experiências de
trabalhos aos doentes.
Inclusão Profissional da Pessoa com
Deficiência Psicossocial
• A inclusão profissional de pessoas com deficiência
é um tema amplamente discutido nos últimos anos
no Brasil e quase sempre, está relacionado à
contratação por meio de cotas, atendendo aos
dispositivos da Lei 8.213/91 artigo 93 que
estabelece que:
• “A empresa com 100 (cem) ou mais empregados
está obrigada a preencher de 2% (dois por cento)
a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com
beneficiários reabilitados ou pessoas com
deficiência”.
Questão financeira
• Apesar dos avanços, ainda há muitas
barreiras a serem enfrentadas na inclusão
social das pessoas com transtornos
mentais. Uma delas é a questão
financeira, que muitas vezes coloca
essas pessoas em condição de
vulnerabilidade socioeconômica.
PORTARIA Nº 1.169, DE 07 DE
JULHO DE 2005
• Destina incentivo financeiro para
municípios que desenvolvam projetos
de Inclusão Social pelo Trabalho
destinados a pessoas portadoras de
transtornos mentais e/ou de
transtornos decorrentes do uso de
álcool e outras drogas, e dá outras
providências.
PORTARIA Nº 1.169, DE 07 DE
JULHO DE 2005
• Considerando a Portaria Interministerial nº
353, dos Ministérios da Saúde e do
Trabalho e Emprego, de 7 de março de
2005, que institui o Grupo de Trabalho de
Saúde Mental e Economia Solidária,
resolve:
• Art. 1º Destinar incentivo financeiro para
os municípios que se habilitarem junto ao
Ministério da Saúde para o
desenvolvimento de atividades de
inclusão social pelo trabalho destinadas a
pessoas portadoras de transtornos
mentais e/ou de transtornos decorrentes
do uso de álcool e outras drogas.
• Art. 2º Estabelecer os seguintes critérios para a
habilitação dos municípios:
• I - possuir rede de atenção à saúde mental extra-
hospitalar, de base comunitária e territorial (Centros de
Atenção Psicossocial, Residências Terapêuticas,
Ambulatórios e outros serviços);
• II - ter habilitação prévia no Programa De Volta para
Casa; e
• III - estar incluído no Cadastro de Iniciativas de Inclusão
Social pelo Trabalho -CIST, elaborado e acompanhado
pelo Grupo de Trabalho Saúde Mental e Economia
Solidária.
• Art. 3º Definir como prioritários para o recebimento
do incentivo financeiro os municípios que:
• I - tenham número elevado de leitos de longa
permanência em hospital psiquiátrico;
• II - tenham implantado Serviços Residenciais
Terapêuticos;
• III - tenham aderido ao Programa De Volta pra
Casa, e
• IV - apresentem articulações efetivas entre a área
de saúde mental e a rede de economia solidária.
Acesso a Moradia
• O acesso à moradia também é um
desafio. Pessoas com transtornos
mentais muitas vezes se veem sem
condições de arcar com um aluguel, e
acabam vivendo em situações precárias
de moradia, como em alojamentos,
pensões ou até mesmo nas ruas.
Ação conjunta
• Para a inclusão plena das pessoas com
transtornos mentais na sociedade, é
necessária a implementação de políticas
públicas que promovam a igualdade de
oportunidades e o respeito aos direitos
humanos. Um trabalho conjunto entre
governos, iniciativa privada, sociedade civil e
as próprias pessoas com transtornos mentais,
para que sejam superadas as barreiras que
impedem a inclusão social delas.
Discussão
• Quanto mais nós evidenciarmos os desafios
para a inclusão de pessoas com deficiência na
sociedade, mais esse assunto será lembrado,
e colocado em discussão, e esse é um passo
muito grande. Em nossa sociedade podemos
notar que quanto menos falamos de
determinado assunto, mais ele é esquecido e
pormenorizado, então é por isso que
precisamos sempre estar falando sobre a
inclusão social.
Dificuldade na inclusão
• Outro aspecto importante que devemos evidenciar na
dificuldade da inclusão social é a falta de integração e
respeito por parte das pessoas da sociedade. A luta das
pessoas com deficiência gira muito mais em torno de
buscar sua autonomia e independência do que
literalmente a inclusão social. O capacitismo que é
conhecido como um tipo de preconceito impede que as
pessoas com deficiência vivam sua vida de forma
normal, como todas as outras pessoas, pois os gatilhos
mentais incentivam a pessoa a soltar algumas frases
como “nossa, mesmo com deficiência você vive uma
vida normal”.
Mudanças de hábitos
• É tão somente através das mudanças de
atitudes que podemos viver uma
sociedade justa, igualitária e inclusiva,
pois os protagonistas da sociedade são o
povo, e promover essa conscientização é
a única forma que temos de mudar nosso
cenário atual.
Novas tecnológias
• Com os avanços da tecnologia que nos
permite reduzir barreiras atualmente,
diversas formas de conscientização
podem ser colocadas em prática,
principalmente através de minicursos,
palestras que sejam destinadas à toda a
sociedade, eventos em prol da assistência
às pessoas com deficiência,
Novas tecnológias
• promoção de acessibilidade em cinemas,
estádios, eventos culturais que sejam
promovidos pelo poder público, bem como
diversas outras práticas que ajudam a
deixa o debate sempre em evidência,
demonstrando assim sua importância.
Conclusão
• É importante destacar que a luta
antimanicomial é uma luta em defesa da
vida e da dignidade humana. É uma luta
por uma sociedade mais justa e
igualitária, que respeita e acolhe a
diversidade humana em todas as suas
formas.

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