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ATIVIDADE I - GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Lucas

O documento discute os conceitos de gestão financeira e orçamentária, abordando tópicos como formas jurídicas de empresas, objetivos da gestão financeira, lucro e risco. O documento também descreve os principais grupos de interesse em uma empresa.

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ATIVIDADE I - GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Lucas

O documento discute os conceitos de gestão financeira e orçamentária, abordando tópicos como formas jurídicas de empresas, objetivos da gestão financeira, lucro e risco. O documento também descreve os principais grupos de interesse em uma empresa.

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CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE TERESINA - CET

FRANCISCO ALVES DE ARAÚJO LTDA FACULDADE DE


TECNOLOGIA DE TERESINA – CET ENSINO À DISTÂNCIA

DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Professora: Me. Maria Siqueira Silva


DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Otimização dos
• Define
recursos financeiros
prioridades e
• Garantia de obrigações direciona
fiscais e legais recursos

• Futuro sólido e • Maximiza lucros


resiliente e potencializa
crescimento
• Alcança metas e
objetivos • Sustentabilidade
• Protege contra • Maestrina da
risco orquestra • Se destaca como
inesperados pilar
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Formas Jurídicas das Empresas:


• Três formas jurídicas básicas:

• A firma individual;

• A sociedade de pessoas;

• Sociedade anônima.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Firma individual
• A firma individual é constituída por um único empresário ou proprietário que responde por seus negócios.

• Vantagens:
■ O proprietário é seu próprio patrão.
■ O proprietário assume todo o lucro, mas também todo o risco do negócio.
■ Tem baixos custos operacionais;
■ Permite economias fiscais, principalmente em relação ao Imposto de Renda (IR).
■ Está sujeita a menos regulamentação.

• Desvantagens
■ Responsabilidade ilimitada em relação aos credores;
■ Limitação de capital;
■ O proprietário deve jogar em todas as posições do negócio. É uma espécie de factótum.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Sociedade de Pessoas
• Também denominadas firmas de sociedade ou sociedade por quotas – São empresas constituídas
de dois ou mais sócios que se associam no mesmo negócio com o objetivo de obter lucro.

• As principais formas de sociedade de pessoas são:

• ■ Sociedade por firma ou nome coletivo.


• ■ Sociedade de capital e indústria.
• ■ Sociedade por cotas de responsabilidade limitada.
• ■ Sociedade em comandita simples.
• ■ Sociedade em comandita por ações.
• ■ Sociedade por conta de participação.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Vantagens:
Economias fiscais: é semelhante à firma individual quanto aos custos organizacionais e à responsabilidade por certos
tributos.
■ Possuem maior capital: pois os recursos financeiros provêm de mais de um indivíduo ou sócio.
■ Mais facilidade de crédito: principalmente quando os bens pessoais dos sócios garantem maior volume de valores
emprestados.
■ Cooperação e habilidades administrativas: decorrentes dos vários sócios envolvidos no negócio que podem participar da
divisão das atividades decisórias e operacionais.
■ A maneira como os lucros ou prejuízos da sociedade é repartidos entre os sócios é descrita no contrato social.

• Desvantagens
■Responsabilidade solidária dos sócios: os sócios respondem conjunta e solidariamente pelo negócio. No caso de
liquidação do negócio e quando a responsabilidade é ilimitada, os bens de um dos sócios – quando os outros sócios não
têm recursos suficientes – podem ser levados a garantir possíveis prejuízos.
■ Vida limitada: do ponto de vista técnico, quando um dos sócios se afasta ou morre, a sociedade é dissolvida.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Sociedade anónima
• A sociedade anônima (SA) é uma sociedade comercial em que o capital social é constituído por ações de um mesmo valor nominal
formado por meio de subscrições.

• Vantagens:
■ Responsabilidade limitada: cada acionista é um sócio com responsabilidade limitada, não podendo perder além do que investiu no
negócio.
■ Dimensão do negócio: o capital pode ser obtido a partir de muitos investidores, pela facilidade com que as ações podem ser
negociadas.
■ Transferência da propriedade: a propriedade é comprovada pelos certificados de ações, que podem ser facilmente transferidos a
outras pessoas. As bolsas de valores facilitam enormemente a venda e a compra de ações.
■ Vida ilimitada: a SA não se dissolve com a morte ou a retirada de um proprietário e pode perdurar infinitamente no tempo.
■ Crescimento: a SA pode expandir-se pelo aumento de capital devido ao rápido acesso aos mercados de capitais.
■ Administração profissional: a direção da empresa passa para administradores profissionais contratados que podem ser promovidos ou
substituídos quando necessário.
• Desvantagens
■ Dupla tributação do IR: o lucro da SA é tributado pelo IR e novamente tributado quando distribuído aos acionistas na forma de
dividendos. A carga tributária é maior do que nas firmas individuais e nas sociedades de pessoas.
■ Regulamentação governamental: como a SA é uma entidade legalmente estabelecida, está submetida a regulamentações federais,
estaduais e municipais, tornando necessários alguns órgãos para prestar serviços burocráticos e atender a todas essas regulamentações.
■ Transparência: como não há sigilo e todos os acionistas devem conhecer o desempenho e a situação financeira da SA por meio de
demonstrações financeiras, a empresa torna-se muito transparente. As decisões e as ações são abertas aos acionistas.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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• A Empresa e seus Recursos


• Empresas industriais;
• Empresas prestadoras de serviços;

Para produzir bens e serviços Recursos melhor o funcionamento, mas os


recursos precisam ser rentáveis.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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• Para administrar cada um dos recursos empresariais, torna-se necessária uma área específica na
empresa, geralmente dirigida por um diretor ou gerente, conforme a Figura 4.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Gestão Financeira

• A GF é a área da Administração que cuida dos recursos financeiros da empresa. Em geral, a GF


enfrenta três tipos básicos de decisões que são tomadas continuamente:

a) Orçamento de capital: envolve o planejamento e a gestão dos investimentos de longo prazo


da empresa.

b) Estrutura de capital: Adequada combinação de capital próprio existente na empresa com


capital de terceiros para suplementar o capital próprio em momentos em que ele se torna
insuficiente para o andamento dos negócios.

c) Gestão do capital de giro: envolve os ativos e passivos circulantes da empresa.


DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Objetivos da Gestão Financeira

O objetivo básico da GF é a maximização do lucro, ou seja, incrementar o valor de mercado de


capital dos proprietários ou acionistas de uma empresa, seja ela uma firma individual, uma
sociedade de pessoas ou por ações.

A GF possui os seguintes objetivos básicos:

• Manutenção de permanente situação de liquidez: por meio da manutenção de um adequado


fluxo de entradas e saídas de caixa sob controle.

• Obtenção de recursos adicionais para suas operações ou planos de expansão: com menores
custos por meio de estudos de viabilidade econômico-financeira.

• Manutenção do equilíbrio entre objetivos de lucro e de liquidez financeira: no sentido de


assegurar que os planos de expansão estejam de acordo com as possibilidades de obtenção de
recursos próprios ou de terceiros.
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• Rentabilidade e liquidez

O objetivo básico da GF é a maximização do lucro, ou seja, incrementar o valor de mercado de


capital dos proprietários ou acionistas de uma empresa, seja ela uma firma individual, uma
sociedade de pessoas ou por ações.

Os dois objetivos principais da GF são: o melhor retorno possível do investimento – que é a


rentabilidade ou lucratividade – e sua rápida conversão em dinheiro – liquidez.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Conceito de Lucro e Risco

Em GF, lucro é o rendimento atribuído ao capital investido diretamente em uma empresa.


Significa a diferença entre a receita e a despesa da empresa em determinado período de tempo,
como um ano ou semestre. O lucro pode ser abordado em duas formas:

a) Lucro bruto: constitui a diferença entre a receita obtida pela venda de mercadorias e o custo de
sua produção (incluindo gastos com MP, despesas gerais, impostos e remuneração da força de
trabalho).

b) Lucro líquido: é o resultado da subtração do lucro bruto da quantia correspondente à


depreciação do capital fixo (como máquinas e equipamentos) e das despesas financeiras (como
pagamento de juros de empréstimos).

O ambiente de negócios pode envolver situações de:


■ Certeza
■ Risco
■ Incerteza
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Utilização ou destinação do lucro líquido da empresa

• De um lado, o lucro pode ser retido pela empresa e se constituir em uma das suas fontes de
recursos ou pode ser distribuído aos proprietários ou acionistas na forma de dividendos. Ou,
então, definir qual proporção dele será retida pela empresa e qual será distribuída entre os
acionistas.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Grupos de interesse na Empresa


• Afinal, para quem a empresa trabalha? Quem é seu principal ou principais beneficiários?
• Toda empresa envolve uma diversidade enorme de grupos de interesses que atuam direta ou
indiretamente nela e esperam obter benefícios dela.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Grupos de interesse na Empresa

• Na verdade, cada grupo de interesses contribui com alguma parcela para o êxito empresarial na
expectativa de obter retornos desse relacionamento. O balanço social constitui a melhor
demonstração de resultados para esse variado público.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Estrutura Organizacional da Gestão Financeira

• Algumas áreas da empresa – principalmente Produção e Comercialização – podem ser


descentralizadas ou espalhadas geograficamente para aproveitar a proximidade dos recursos
naturais e dos mercados consumidores.

As principais atribuições da GF podem ser desdobradas em três aspectos:

• Obter recursos financeiros: Mercado de capitais, seja por meio de aumento de capital,
financiamento ou condições de pagamento aos fornecedores, empréstimos bancários etc.

• Utilizar recursos financeiros: para as operações da empresa, nos vários setores e áreas de
atividade, como compras de MP, aquisição de máquinas e equipamentos, pagamento de salários
etc.

• Aplicar recursos financeiros excedentes: em aplicações no mercado de capitais ou no mercado


monetário, aquisição de imóveis ou terrenos etc.
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• Para cumprir essas três atribuições principais, a GF costuma apresentar uma estrutura
organizacional.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Áreas de decisão

• A GF envolve uma infinidade de decisões que são tomadas cotidianamente sobre o que fazer
com os recursos financeiros que porventura sobram.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

• Relatórios de informações financeiras

Por meio do diretor financeiro, gerente financeiro, tesoureiro ou qualquer outra denominação que
tenha o executivo da área – tem por finalidade obter, utilizar e aplicar os recursos financeiros da
empresa, alcançando índices elevados de rentabilidade e de liquidez.
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• GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO

• A atividade mais conhecida da GF é a administração do capital de giro. Na realidade, o dia a dia


do administrador de recursos financeiros é quase totalmente tomado pela administração dos
ativos correntes.

• Capital - Capital é o valor líquido dos ativos de uma empresa e constitui o recurso financeiro
básico da organização, como: o investimento efetuado pelos proprietários ou acionistas para a
criação e a operação da empresa.

• a) Capital próprio - o capital pertencente aos proprietários ou acionistas da empresa.


• b) Capital de terceiros - corresponde às exigibilidades da empresa, como empréstimos,
debêntures e ações preferenciais.

• Risco - grau de incerteza


• Retorno - ganhos ou perdas
Risco econômico/ Risco financeiro
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• Equilíbrio entre risco e retorno

• O retorno (ou rentabilidade) é medido pelas receitas menos os custos incorridos.

• O risco é medido pela probabilidade de a empresa tornar-se insolvente, isto é, tornar-se incapaz
de pagar suas contas, dívidas ou obrigações nos respectivos vencimentos.

O lucro pode ser aumentado de várias maneiras:


• ■ Por meio de um volume maior de receitas (vendas).
• ■ Por meio da redução dos custos (maior eficiência e produtividade).
• ■ Por meio do investimento em ativos mais rentáveis que produzam maiores receitas.

Os custos podem ser reduzidos de quatro maneiras:


a) Pagando-se menos pelos itens ou serviços utilizados.
b) Administrando-se os recursos com maior eficiência para evitar desperdícios.
c) Por meio de um volume maior de receitas (vendas) e investimento em ativos mais rentáveis que
produzam maiores receitas.
d) Aumento da eficiência e da produtividade.
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• Capital de giro

• CP = Fontes de financiamento de Curto Prazo. AC = Ativos Circulante. PC= Passivo Circulantes

• O capital de giro funciona no CP é definido como um período igual ao de um exercício social, que
na maioria dos casos corresponde a um ano.

• A gestão do capital de giro envolve as contas circulantes da empresa, inclusive os AC e os PC.

• Toda empresa precisa de um nível razoável de capital de giro, pois os AC devem ser suficientes
para cobrir os PC com alguma margem de segurança.

• A gestão do capital de giro tem por objetivo administrar cada um dos AC e PC da empresa para
garantir um nível aceitável de capital circulante líquido.
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• Capital de giro

AC: os mais importantes são:


a. Caixa;
b. Títulos negociáveis;
c. Duplicatas a receber;
d. Estoques.

PC: os mais importantes são:


e. Duplicatas a pagar;
f. Títulos a pagar;
g. Despesas provisionadas a pagar (como provisões de passivos, salários e ordenados a pagar, juros
a pagar etc., ou seja, despesas já incorridas no regime de competência, mas ainda não pagas).
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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• Ciclo de caixa
• Esse ciclo de operações varia de empresa para empresa, conforme a natureza de suas operações, e
constitui o tempo necessário para que uma aplicação de dinheiro em insumos circule inteiramente,
desde a compra de matérias-primas (MP) e o pagamento do pessoal até o recebimento pela venda do
produto/serviço (P/S) ao cliente.

Produtos Acabados
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Previsão e controle de gastos: Fluxo de Caixa

• Entradas e saídas de recursos financeiros do caixa

• O planejamento financeiro de CP, isto é, o planejamento que cobre o exercício de 12 meses, é


geralmente denominado planejamento de caixa ou orçamento de caixa.

• Excesso de caixa Aplicações de CP

• Déficit de caixa Financiamento de CP


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. Orçamento de caixa

• Retrata o fluxo de caixa - as entradas e saídas


do caixa;

• O orçamento de caixa deveria cobrir o ciclo de


caixa, porém geralmente cobre o exercício de
um ano, podendo ainda ser montado para
qualquer período e subdividido em intervalos
menores, que variam de dias a semanas.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Projeção dos recebimentos

• A previsão de vendas é um item inicial meramente informativo e serve como subsídio


para dimensionar as receitas operacionais da empresa em decorrência das vendas
esperadas dos P/S produzidos.

• Ex.: Suponhamos que, tradicionalmente, as vendas sejam realizadas nas seguintes


proporções: 20% das vendas à vista, 50% com faturamento a 30 dias e 30% com
faturamento a 60 dias, devendo-se projetar com essas expectativas. Seja uma previsão
de vendas em termos monetários:

• ■ Setembro = R$ 100.000,00.
• ■ Outubro = R$ 200.000,00.
• ■ Novembro = R$ 300.000,00.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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Projeção dos pagamentos

• Os pagamentos incluem todos os desembolsos de caixa no decorrer do período


considerado, os mais comuns são:

• ■ Compras à vista.
• ■ Pagamentos de duplicatas.
• ■ Pagamentos de dividendos a acionistas.
• ■ Aluguéis.
• ■ Salários do pessoal e encargos sociais.
• ■ Recolhimento de impostos.
• ■ Aquisição de equipamentos.
• ■ Pagamento de juros.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Ex.: Suponhamos que as compras representem, tradicionalmente, 50% das vendas da


empresa, sendo 10% delas pagas à vista, 50% com faturamento de 30 dias e 40% com
faturamento de 60 dias.
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Fluxo líquido de caixa

• Para a elaboração do orçamento de


caixa é necessário calcular o fluxo
líquido de caixa, subtraindo-se os
pagamentos dos recebimentos em
cada mês.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Objetivo do orçamento de caixa

• O objetivo do orçamento de caixa é operar de maneira a necessitar de um mínimo de


dinheiro em caixa suficiente para garantir as operações normais da empresa.

A gestão do caixa requer alguns princípios básicos:

■ Retardar ao máximo o pagamento de duplicatas a pagar, sem prejudicar o conceito de


crédito da empresa.
■ Aproveitar ao máximo quaisquer descontos financeiros nos pagamentos.
■ Girar os estoques com a maior rapidez possível, mas evitar faltas de estoque que
possam interromper a linha de produção ou perder vendas.
■ Receber as duplicatas a receber no menor tempo possível, sem perder vendas por
cobrar rigidamente. Esse objetivo pode ser alcançado por meio de descontos financeiros
adequados.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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Gestão de contas a receber

• As contas a receber – principalmente as duplicatas a receber – representam a


concessão de créditos em conta-corrente aos clientes.

Existem três aspectos


importantes da gestão de
contas a receber:

• Políticas de crédito;

• Condições de crédito e;

• Políticas de cobrança.
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Políticas de crédito

• Serve para indicar as bases para a concessão de crédito ao cliente e o valor máximo
desse crédito e, dependem de certas variáveis que podem afrouxar ou apertar os
padrões de crédito, tais como:

■ Volume de vendas: depende, muitas vezes, dos padrões de crédito.

■ Período médio de cobrança: há um custo de manutenção de contas a receber em


carteira.

■ Perda com devedores incobráveis ou duvidosos: o risco de uma conta tornar-se


incobrável aumenta quando os padrões de crédito são afrouxados e diminui quando os
padrões se tornam mais exigentes e restritivos.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Gestão Financeira de Estoques

A gestão dos estoques


apresenta aspectos
financeiros que exigem um
estreito relacionamento
entre o órgão (ou órgãos)
da empresa que cuida(m)
dos estoques – como
produção, almoxarifado ou
vendas – com o órgão da
GF.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Gestão Financeira de Estoques

Existem três tipos básicos de estoque:

• Estoque de matérias-primas - O estoque de MP é constituído de todos os itens


comprados de fornecedores e que são utilizados para a produção dos produtos ou
serviços produzidos pela empresa, por exemplo, plásticos, chapas de aço, parafusos,
tecidos, produtos químicos, embalagens etc.

• Estoque de produtos em fabricação - Produtos parcialmente acabados que estão em


algum estágio intermediário de produção;

• Estoque de produtos acabados - O estoque de PA é constituído dos itens que foram


produzidos pela empresa, mas ainda não estão vendidos ou não foram entregues aos
clientes.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Gestão de estoques
O estoque é um investimento à medida que se exige que a empresa empregue seu
dinheiro durante certo período em que o estoque não é trabalhado.
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Sistema ABC
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Sistema ABC
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Lote econômico de estoque

O Lote econômico de estoque (LEC) é uma técnica usada para determinar a quantidade
ótima de estoque para cada item.
• Os custos relacionados com a estocagem podem ser divididos em três grupos: custos
da emissão de pedidos, custos de manutenção do estoque e custos totais.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Investimento em estoque
o investimento em estoque ocorre em função do volume de
vendas projetado para o futuro próximo e depende também dos
seguintes aspectos:

• Disponibilidade no mercado e facilidades de obtenção entre os


fornecedores;
• Ciclo de produção da empresa;
• Previsibilidade de venda;
• Durabilidade do material;

• A GF deve determinar se não existem recursos demasiados


investidos em todos os tipos de estoque da empresa.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Análise do Balanço e das Demonstrações Financeira/Relatórios Contábeis

Assim, a GF precisa oferecer


demonstrações financeiras que permitem
dois tipos de análise:

a) Análise interna para uso da própria


empresa;

b) Análise externa para uso de terceiros.


DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Demonstrações Financeiras
A análise de demonstrações financeiras é um conjunto de meios e métricas por meio dos quais se examinam as
condições financeiras e operacionais de uma empresa por dados fornecidos pelas demonstrações financeiras:

■ Primárias: como o Balanço Patrimonial (BP) e a Demonstração dos Resultados do Exercício (DRE).

■ Secundárias: como a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR).


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Tipos de Demonstrações Financeiras

Demonstração das
Origens e Aplicações
dos Recursos - DOAR.
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O BP é uma demonstração financeira que reflete com clareza a situação do patrimônio da


empresa em determinado momento.

De maneira simplista, o ativo representa bens e direitos, ou seja, a parte que pertence à empresa, e
o passivo representa as obrigações da empresa, ou seja, as dívidas da empresa.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Demonstração do Resultado do Exercício – DRE - A DRE é um demonstrativo financeiro


que serve para exprimir com clareza o resultado que a empresa obteve no exercício
social.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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Demonstração do Resultado do Exercício – DRE

A DRE é uma ferramenta fundamental para a gestão financeira da empresa. Ela fornece
informações importantes sobre a performance da empresa, auxiliando na tomada de decisões
estratégicas e na avaliação da saúde financeira da organização. Além de permitir:

• Avaliar a performance da empresa em um determinado período;

• Identificar os pontos fortes e fracos da empresa;

• Tomar decisões estratégicas sobre investimentos, custos e despesas;

• Analisar a rentabilidade da empresa;

• Avaliar a capacidade da empresa de gerar caixa.


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Análise Vertical

Trás uma comparação com o Total: Cada item


do Balanço Patrimonial é comparado ao total
da demonstração, revelando sua importância
relativa.

Visão Detalhada: Permite identificar


desequilíbrios e pontos fortes na estrutura da
empresa.

Ex.: - Aumento no percentual de custos de


produção pode indicar ineficiências. - Redução
no percentual de investimentos pode indicar
menor foco no futuro.
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Análise Horizontal:

Avaliação do Desempenho: Permite identificar se


a empresa está crescendo de forma saudável e
sustentável.

Pega-se o BP e a DRE e faz-se uma verificação do


quanto evoluiu as contas em um período para o
outro. Ex.: Qual o faturamento (evolução) da
empresa do último ano (2023) e do ano anterior
(2022).

- Aumento das vendas indica crescimento da


receita. - Aumento do endividamento pode ser
um sinal de alerta.
DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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