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Indução de Resistência em Plantas 2023

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Como tudo começou

• Crédito Cobrança • Ampliação


da sede
• Ampliação
rede de distribuidores • Conselho ADM
• Contratação de CDs • Balanço auditado • Certificação ISO 9001 : 2015
• Consultoria Tributária • Comitê Tributário • SOLUÇÃO INTEGRADA

2019 2021 2023

2013 2018 2020 2022


NOVA GESTÃO ADM • Marketing Estratégico • Emissão CRA
• Crosara Consultoria • Academia Prime Agro • Acordo de Cotistas
• Programa Aliança • PECC • Implantação CRM
• Gerencias Comerciais • Biológicos
ACESSO
CAPILARIDADE
PORTFÓLIO
ESTRATÉGIA
Portfólio
Soluções integradas

Nutrição Biológicos
vegetal

Estratégia
PECC Serviços
Portifólio Prime Agro
nome do responsável

2023
Soluções Prime Agro

Indução de resistência
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas
Evolução dos indutores

Tetraminoetanol de
Cobre II

Fosetyl

Tetraminoetanol de cobre II
Fosfitos

Etil Fosfonato de Potássio

Fosfito de Potássio
Indução de resistência de plantas
DUÇÃO DE RESISTENCIA
Evolução dos indutores

Fosfito de Potássio Etil Fosfonato de Potássio


DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

Evolução dos indutores  Promotor indutor de resistência;

 capaz de estimular respostas a agentes


 [Cu(C2H7NO)4] (HPO3) bióticos e abióticos;

Fórmula Estrutural  Concentrado em cobre reativo (cobre


tetraminoetanol II);

 Induz enzimas Peroxidase, Polifenol Oxidase,


felinilalanina amônio liase e Glucanase;
TETRA AMINOETANOL
COBRE II  Formulação estável única e pH alcalino.
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

700000.00
Peroxidase Peroxidase e Catalase:
600000.00  Catalisa a oxiredução entre H2O2 (peróxido de
UE / min/ g proteína

500000.00
400000.00
hidrogênio) e vários compostos redutores,
300000.00
200000.00  Participa de processos fisiológicos como a lignificação e
100000.00 formação de componentes da parede celular, proteção
0.00
Testemunha Safe 0,5 Safe 0,8 Safe 1,0 Bion contra ataque de patógenos e estresses abióticos.
Tratamentos
1 2 7 14 21

Catalase
200000.000
180000.000
160000.000
UE .min.mg proteina

140000.000
120000.000
100000.000
80000.000
60000.000
40000.000
20000.000
0.000
Testemunha Safe 0,5 Safe 0,8 Safe 1,0 Bion
Tratamentos
1 2 7 14 21
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

Polifenoloxidase
Polifenoloxidase
18000.00
16000.00 Contém Cu²+ no
sítio ativo
14000.00
12000.00
10000.00
Catalisação de
8000.00 monofenóis e a oxidação
de quinonas, na presença
6000.00 de oxigênio

4000.00
2000.00
O-quinonas
0.00 Instaveis
Testemunha Safe 0,5 Safe 0,8 Safe 1,0 Bion
1 2 7 14 21

Alterações
estruturais em aa
e proteínas
Cobre

Dose: 0,05 l ha
Indução de resistência de plantas

β 1,3 Glucanase
25000

20000

15000

10000

5000
MSc. Fabio do Nascimento Lima

0
Testemunha Safe 0,5 Safe 0,8 Safe 1,0 Bion
Parede do fungo:
1 2 7 14 21
B1 – 3 glucano

Degrada a parede
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

 Promotor indutor de resistência; Características e garantias:

Densidade
Elemento p/p% g/L
g/cm³
 capaz de estimular respostas a agentes
bióticos e abióticos; K2O 20,00 282,00 1,41

Contém ácido Fosforoso


 Etil fosfanato de Potássio;
Outras características
Natureza Física Líquido Solúvel
 Induz enzimas Peroxidase, Polifenol Cor Azul escuro
pH 7,5 a 9,5
Oxidase, felinilalanina amônio liase e
Glucanase;
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

Quais os benefícios de se
 Aplicação com
utilizar Elision? Glifosato

 Aplicação com
Biológicos

 Indução de
resistência
Promotor nutricional
de resistência sistêmica
em plantas!!!
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

Vantagens da Indução
de resistência
Indução de Resistência
por meio de elementos
Planta ativada como nutricionais!
um todo
Promotor nutricional de
resistência sistêmica em
plantas!!!
Efeito Ascendente Efeito descendente
* Atua em todos os tipos de doença
* “RESIDUAL”
* Não se tem relato de resistência
* Dupla sistematicidade – xilema e floema
Linha Ação

Formulação que permite aplicar duas


formas de Enxofre (S)

Uma parte do enxofre presente no


produto torna-se gás no formato de
Sulfeto, por reações químicas que
ocorrem em sua mistura na água,
tornando irritante para insetos de corpo
mole.

Outra parte do enxofre é nutricional,


Densidade elemento importante na manutenção da
Elemento p/p% g/L g/cm³ boa nutrição das plantas.
K2O 20,00 268,00
1,34
Enxofre (S) 20,00 268,00

Outras características O vai regular esta ativação é o pH da


Natureza Física Líquido Solúvel Calda, enquanto mais concentração de
Cor Laranja escuro H+ no meio, maior formação H2S (Sulfeto
pH 13,5 a 14
de Hidrogênio).
ENCHIMENTO DE GRÃOS KS 268,00 g / L K2O – 268,00 g / L S

Função:
- O Potássio, reforça muita das ações enzimáticas, ajuda a fotossíntese e formação
alimentar. Constrói a celulose e ajuda no transporte de açucares e amidos, desta forma sendo
vital para a produção de grãos ricos em amido, além disto é essencial para fotossíntese.

- O Enxofre, por sua vez é um elemento essencial para formação de proteínas, aparece
em todas células vivas e é exigido na síntese de determinados aminoácidos( cisteina e
metionina) e proteínas. É um elemento importante na fotossíntese e para robustez das culturas
de inverno.

Dose (Milho/ Trigo/ Feijão): 0,5 a 1,0 l/ha.

Bônus: Em pH de calda ácido, produto possui ação desalojante.


Linha Ação

Aplicação de duas formas de Enxofre

Sulfito Sulfeto

Controle de Doenças Desalojante


Oídio Insetos
DUÇÃO DE RESISTENCIA Sanitizante

1
Cloreto-Aquil dimetil Benzil Amônio

2
Cloreto-Etil Benzil

3
Cloreto-Aquil dimetil Benzil Amônio + Cloreto-Etil Benzil

4
Cloreto de Dimetil Didecil Amônio (Stop)
+ Ácido Fosforoso
DUÇÃO DE RESISTENCIA

Resultados
de pesquisa
– Indução de
resistência
DUÇÃO DE RESISTENCIA Resultados de
pesquisa – Indução
de resistência
DUÇÃO DE RESISTENCIA Indução de resistência de plantas

Apresentar resultados
de GD da Região
Soluções Prime Agro

Metabolismo vegetal
&
Nutrição
Metabolismo vegetal & Nutrição
 Apresenta os benefícios de um fornecimento gradual de N por até 40
dias;

 Promove a Manutenção de N mesmo na demanda máxima no processo


de absorção;

 Produto a base de nitrogênio orgânico com alta


concentração de frações pépticas (polímeros).

 Ativa enzimas específicas da via de metabolismo do


N, melhorando assim o aproveitamento do mesmo.
Metabolismo vegetal & Nutrição

Ureia

Baixa Média Alta


atividade atividade atividade
hidrolític hidrolític hidrolític Inibidores
a a a
HCC

Para liberações mais imediatas, o produto é terminado


com a adição de N amídico e amoniacal protegido com
inibidores.
Hidrólise Catalítica Volatilização
Controlada (HCC)
Urease Temperatura pH
Permite a liberação
gradual por até 40 dias Aeração
Uréia + H2O CO2 + 2NH3 NH3 + H2O NH4+ + OH-
Metabolismo vegetal & Nutrição
Inibidores da Urease
 Formulação antiga
 Composto de:
• Nitrato de Amônio
• Uréia + NBPT
• Fração Orgânica
• Água
 N-Butil Tiofosfórico Triamida (NBPT)

 Nova formulação
 Composto de:
• Nitrato de Amônio
• Uréia + NBPT + NPPT
• Fração Orgânica
• Água
 N-Butil Tiofosfórico Triamida (NBPT) + N-
Propil Tiofosfórico Triamida (NPPT)
Síntese de proteínas Hidrólise
Proteínas

O método de hidrólise
consiste na quebra da
proteína integral em
Cadeia Peptídica polipeptídios, os quais são
metabolizados pelas
plantas gradualmente e
enviados para os locais em
Aminoácidos Cadeia Peptídica Proteínas
sintetizados e livres que serão utilizados.
Aminoácidos
sintetizados e livres
Cadeia Peptídica: são
compostos formados pela união
de dois ou mais aminoácidos
por intermédio de ligações Cadeias pépticas
pépticas
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
VIGORA

 Ácido glutâmico  Assimilação do Nitrogênio e formação da clorofila


 Glicina e prolina  produção enzimas antioxidantes
 Arginina  Age sobre o desenvolvimento radicular e eleva a solubilidade e absorção de nutrientes

N - 7,15%; Mg – 2,14%; S – 8,86; B – 0,05%;


Mn – 4,57%; Mo – 0,05%; Zn – 7,86%
MSc. Fabio do Nascimento Lima

Complexado com aminoácidos Ácido glutâmico, Prolina, Glicina, Arginina ;


• Produto fornecedor de macro e micronutrientes;
• Alta compatibilidade em misturas;
• Previne a deficiência de nutrientes devido a aplicação do glifosato;
• A maior concentração do mercado.
• Auxina 40 ppm de
• Estimular o crescimento celular AIA

• Estimular a diferenciação do xilema e floema Ácido Indol-3-acético (AIA)


• Estimular o crescimento radicular
• Atrasar a senescência
• Inibir a queda de folhas e frutos (vagens) 40 ppm de
AIB
• Induzir o pegamento de frutos (vagens)
• Giberelina
MSc. Fabio do Nascimento Lima

• Estimular o alongamento do caule, estimulando a divisão Ácido Indol-3-Butírico (AIB)


celular.
• Quebras de sementes em algumas plantas que necessitam
de estratificação ou luz para induzir a germinação. 80 ppm de AX
• Estimula a produção da enzima (alfa-amilase) na
germinação de grãos de cereais para a mobilização de
reservas de sementes.
• Induz a masculinidade em flores dióicas (expressão 20 ppm de GA
sexual).
Vital como enraizador
Metabolismo vegetal & Nutrição 40 ppm de
AIA

40 ppm de Ácido Indol-3-acético (AIA)


AIB

80 ppm de AX
Ácido Indol-3-Butírico (AIB)

20 ppm de GA

• Auxina
• Giberelina
• Extrato equilibrado das algas
Ascophyllum nodosum
Durvillaea potatorum
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
Metabolismo vegetal & Nutrição
 Complexado com aminoácidos; Características e garantias:
Elemento p/p% g/L Densidade g/cm³
Nitrogênio (N) 1,00 12,5
 Fornece Magnésio e Enxofre;
Enxofre (S) 4,80 60,0 1,25
Magnésio (Mg) 4,00 50,0
 Ativador enzimático e metabolismo
Outras características
energético da planta;
Natureza Física Líquido Solúvel
Cor Amarelo
 Estímulo de recuperação e diminuição de pH 7,0 a 9,0
injúrias causadas por estresses bióticos e
abióticos;

 Alta compatibilidade com misturas;


Metabolismo vegetal & Nutrição
 Complexado com aminoácidos;

 Fornece Magnésio e Enxofre;

 Ativador enzimático e metabolismo Características e garantias:


Elemento p/p% g/L Densidade g/cm³
energético da planta;
Nitrogênio (N) 1,00 12,5
Enxofre (S) 4,80 60,0 1,25
 Estímulo de recuperação e Magnésio (Mg) 4,00 50,0
diminuição de injúrias causadas por
Outras características
estresses bióticos e abióticos;
Natureza Física Líquido Solúvel
Cor Amarelo
 Alta compatibilidade com misturas; pH 7,0 a 9,0
Metabolismo vegetal & Nutrição
Funções do Mg na planta
Mesmo que exista
clorofila o
suficiente para o
processo
fotossintético,
qualquer
supressão de Mg
na planta, vai
inibir o processo
fotossintético!
Por que?
Pigmentos
clorofilados Mg como elemento
central da molécula da
Clorofila a e b clorofila
Metabolismo vegetal & Nutrição
Funções do Mg na planta
O Mg ativa mais enzimas que qualquer outro elemento dentro da planta (Hermans
et al., 2006)
Mg ativa praticamente todas O Mg é vital para os processo de fotossíntese, respiração, reação
as enzimas fosforilativas de síntese de compostos orgânicos (síntese de proteínas),
absorção iônica, etc...
Malavolta (2006)

Consome 9ATPpara formar


1 triose fosfato.
Metabolismo vegetal & Nutrição
Magnésio na planta

Marcha de absorção Soja


20.00 Marcha de absorção Soja
Fósforo - P2O5 2.00
18.00 Magnésio
Nitrogênio
Kg/tonelada produzida

1.80
16.00
1.60
14.00
1.40
12.00
1.20
10.00
1.00
8.00
0.80
6.00
0.60
4.00
0.40
2.00
0.20
0.00
0.00
0 15 30 45 60 75 90 105 120
0 15 30 45 60 75 90 105 120

ESCALA FENOLÓGICA SOJA

Mg é um facilitador da entrada de P para dentro da


planta, funcionando como um carreador do elemento
Metabolismo vegetal & Nutrição
 Complexado com aminoácidos; Características e garantias:
Elemento p/p% g/L Densidade g/cm³
Nitrogênio (N) 5,00 70,00
 Fornece Macro e micronutrientes; Enxofre (S) 6,20 86,80
Magnésio (Mg) 1,50 21,00
Boro (B) 0,04 0,56 1,40
 Alta compatibilidade com misturas; Manganês (Mn) 3,20 44,80
Molibdênio (Mo) 0,04 0,56
Zinc (Zn) 5,50 77,00
 Maior concentração do mercado;

Outras características
 Previne deficiências de nutrientes Natureza Física Líquido Solúvel
Cor Marrom
devido a aplicação de glifosato. pH 0,5 a 2,5
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
Metabolismo vegetal & Nutrição
Ativação das rotas metabólicas
Presença de nutrientes
Aminoácidos
177
sacas/alq
75 73.18 165
sacas/alq

Produtividade (kg/ha)
70 68.4

65 Incremento
12 sacas/alq
60

55

50
Vigora Testemunha
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
Metabolismo vegetal & Nutrição

Duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico podem ser ligadas por condensação para
formar moléculas maiores, eliminando a água. Deste modo, uma série de ácidos polifosfóricos
podem ser obtida.

Cada molécula de ligação de fosfato tem um nome de acordo com o seu comprimento, embora
polifosfato seja termo geral que abrange todas essas moléculas ligadas.
Estrutura Várias cadeias de diferentes tamanhos – POLIFOSFATO.

A disponibilidade do P presente das cadeias vai depender do tamanho,


enzimas, clima, microrganismos (solo).

Diferenças entre MAP e Energy

MAP Energy
Sólido Líquido
Pronto uso Liberação gradativa
115 g/mol 97,01 g/mol (menores cadeias)
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
Ganhe apoio ao
acamamento e estresses
Imunolocalização de pectina com baixo teor éster metílico bióticos
O Boro desempenha papel importante na formação de pectina e
vasos condutores (xilema e floema) das plantas. Atuar nestes
pontos confere uma maior estruturação da parede celular,
formando barreira física contra agentes bióticos e deixando a
planta com porte mais ereto.
Deficiente em Boro Suficiente em Boro
Corte de seção transversal da raíz por microscopia eletrônica

Deficiente em Boro Suficiente em Boro


Corte de seção transversal da raíz por microscopia de luz
Potencialize raíz e
parte aérea
Mesquita et al. (2016)

Ainda não esclarecido a função metabólica, o Boro desempenha


papel fundamental para potencializar tanto a parte aérea, quanto
radicular. Sua deficiência faz com que a planta acumule menos
- Boro + Boro
matéria seca, prejudicando a produtividade

Riaz et al. (2018)

- Boro + Boro Efeito do Boro sobre acúmulo de M.S. e comprimento de raíz


Metabolismo vegetal
& Nutrição O PRODUTO

Desenvolvemos este produto com polímeros de carbono solúvel


(PCS) especialmente para seu uso em solo e com as seguintes
características:

• Formulação diferenciada na forma de Solução Concentrada


• Parte do Boro prontamente disponível e parte com efeito residual
• pH balanceado próximo à neutralidade
• Aplicação e mistura facilitada
• Desenhado exclusivamente para uso via solo
Resultado e Discussões
 Simulação de pluviometria de 150 mm

 Tipo de Solo: Argiloso 5% MO

% de Boro por Fração de Solo

Nutre Outard 39% 18% 13% 9% 10% 11% 0%

Ácido Bórico 30% 16% 13% 7% 12% 11% 11%

Octaborato 26% 14% 10% 11% 14% 14% 10%

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

0-5 5-10 10-15 15-20 20-30 30-40 < 40 cm


Metabolismo vegetal
& Nutrição O PRODUTO

Produto concentrado em boro, com uma formulação líquida estável


que permite melhor absorção e assimilação pelas culturas. Sua
formulação em boro etanolamina, permite corrigir as dificuldades
das culturas em várias etapas fenológicas, através de dosagens
personalizadas de acordo com a necessidade.
Metabolismo vegetal & Nutrição
 Bórax
 Ácido bórico
 Ulexita
 Octaborato de sódio
 Colemanita

es
nt
Fo
 Boro-etalonamina
 Hidroboraxita

Fontes de boro
DUÇÃO DE RESISTENCIA Metabolismo vegetal & Nutrição

Apresentar resultados
de GD da Região
SERVIÇOS

Cada propriedade é única e têm suas Através de um banco de dados e


particularidades. Por isso, nosso corpo técnico pesquisas próprios, torna-se a melhor
atua analisando e diagnosticando a condição ferramenta para interpretação da
nutricional do solo, indicando o melhor análise foliar. Determina através da
manejo que alia sustentabilidade e aumento observação do estádio fenológico das
de produção. Uma boa adubação relacionada plantas, o equilíbrio nutricional da
com as condições atuais do solo e a cultura. Por meio do manejo adequado
manutenção do equilíbrio nutricional é da nutrição é possível otimizar recursos,
primordial para a implementação de uma aumentando a produtividade.
nova cultura.
SERVIÇOS

Grande parte da eficiência dos produtos Objetiva o monitoramento do tripé


agrícolas se dá pela excelência na “Solo-Planta-Ambiente” e intervém de
cobertura e aplicação operacional. Este forma eficiente na expressão da
serviço tem por objetivo avaliar as produtividade da cultura, diminuindo
condições dos equipamentos, os riscos e aumentando a
regulagem e capacitação de operadores. rentabilidade.
Prime APLICA
Produtos para melhorar o condicionamento de
caldas aumentando sua eficácia
Conceito

Melhora características da calda de


pulverização, contribuindo para
melhor atingimento ao alvo desejado

Benefícios

• Focus
• Máximo
• Drippy
A diminuição da deriva está atrelada a utilização de pontas corretas, na pressão
correta e usando um adjuvante de qualidade.
Características dos produtos

 Umectante;
 Umectante;
 Espalhante;
 Espalhante;
 Emulsificante;  Emulsificante;
 Anti-espuma;  Anti-espuma;
 Redutor de pH;  Sequestrante de cátions;
 Sequestrante de cátions;  Anti-deriva;
 Anti-deriva;

 Características fundamentais para uma pulverização mais


eficiente;
Linha Prime APLICA
Þ FOCUS (36,3 g / L N – 205,7 g/L P O ) 2 5

Þ MÁXIMO (85,6 g/L N)

 Formulações criadas através de matérias primas técnicas e de alto padrão de qualidade;

 Desenvolvidos para melhorar as condições das caldas de pulverização, levando a uma


aplicação mais eficiente;

 Diferença entre os dois produtos é o maior poder redução do pH no Focus e menor no


Máximo, demais características semelhantes;
Características e faixa de pH
Drippy
Faixa de pH
Produto Uso Dosagem para 100 L/ha
da calda

Dessecação e em
condições de 30 a 50 ml 2,5 a 3,5
água dura

Pós – emergentes
e em condições
de água sem 30 a 50 ml 5,0 a 6,5
necessidade de
reduzir pH
Dose a depender do pH 0,1 a 0,2% do volume do Limpeza 1 a 2 L . ha
100 a 150 ml/100 L de água
100 a 150 ml/100 L de água equipamento Preventivo 250 a 500 ml . ha
Se a seca for extrema e perdurar,
mas mantendo o potencial produtivo
Manejo de mitigação de da planta aplicar a segunda aplicação

estresse
M
a
h
c
r
d
e
b
o
s
ã
ç
S
j

 Quando aplicar?
2ª Aplicação Após estresse
 Quando aplicar? 1ª Aplicação  Após o retorno das chuvas;
Vislumbre
 Vegetativo V6 a Vn da planta; Vislumbre Dose: 0,4 l/ha
 Após estresse;
 A planta necessita ter potencial produtivo;
Dose: 0,4 l/ha

ESCALA FENOLÓGICA SOJA

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