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Tomada de Monte Castelo

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TOMADA DE MONTE CASTELO

Asp of FIGUEIREDO
SUMÁRIO
SUMÁRIO
[Link]ÇÃO
2. DESENVOLVIMENTO
✓ Contexto histórico;
✓ Força Expedicionária Brasileira;
✓ Tomada de Monte Castelo;
✓ Vultos Históricos;
3. CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
DESENVOLVIMENT
O
DESENVOLVIMENTO
Contexto
Histórico
CONTEXTO HISTÓRICO
De 1939 a 1945, o mundo enfrentava novamente um conflito de escalas mundiais. Dois
grandes blocos dividiam essa guerra, os aliados formado pelo Reino Unido, França, União
Soviética e Estados Unidos; O eixo formado pela Alemanha, Japão e Itália.
O Brasil vivia o chamado “Estado Novo”, nome este dado a fase do governo de Getúlio
Vargas que perdurou de 1937 a 1945.
Vargas protelou o quanto pôde a formalização de uma
posição no conflito, buscando ganhar vantagens com os
dois lados.

Todavia, uma posição favorável à Alemanha poderia


comprometer economicamente o país, tendo em vista
nossa dependência em relação aos Estados Unidos.

A pressão norte-americana foi grande no sentido de


buscar a aproximação do Brasil aos aliados.
“Política da Boa
Vizinhança”
EUA buscaram se aproximar dos países
latino-americanos

FUNDAMENTAL APÓS Pearl


Harbour (dez 1941)

BUSCA DE ELOS CULTURAIS


ENTRE AS NAÇÕES AMERICANAS

O BRASIL ESTRATEGICAMENTE
IMPORTANTE
Devido a sua proximidade com a
África, importante teatro de
guerra, o Nordeste Brasileiro foi
o principal foco de defesa e
segurança do nosso território.

Os Estados Unidos planejavam


utilizar a localização brasileira
para atacar os nazistas.

A base aérea norte-americana


em Parnamirim foi chamada de
“O trampolim para a vitória”,
tamanha sua relevância.
Saliente Nordestino
Convênio prevendo a criação de bases
norte-americanas no Nordeste do Brasil.

Incentivo norte-americano à indústria brasileira.

Aumento das relações econômicas,


culturais e diplomáticas.

Fornecimento de material bélico norte-americano.


Março de 1941

Navio mercante “Taubaté” é bombardeado pela Luftwaffe

Estremecem as relações Brasil - Eixo


JAN42 – Rompimento de relações com o
Eixo

Em janeiro de 1942, após a 3ª Reunião de Consulta dos Chanceleres das Repúblicas Americanas, Osvaldo Aranha, ministro
das Relações Exteriores do Brasil, anuncia o rompimento das relações entre o Brasil e os países do Eixo.
Nosso Exército possuía organização, instrução e
preparo de origens franceses. Deveriam se enquadrar
agora na doutrina do Exército norte-americano.

A Marinha de Guerra, por sua vez, já estava


enquadrada na doutrina da Marinha NA.
Força
Expedicionária
Brasileira
Organização da FEB
A organização da FEB era composta por uma
Divisão de Infantaria, além de órgãos não
divisionários (OND).

FEB

1ªDIE OND
ID AD BE Tr Esp BS
s
Infantaria Divisionária

Comandada pelo Gen Zenóbio da Costa.


Efetivo de 9.796 homens.
Três regimentos de Infantaria.
Cada regimento composto por três batalhões.

Cada batalhão incluía companhias de comando,


saúde, serviços, canhões anticarro.
Enquadramento da FEB
IV C Ex

FEB
Em dezembro de 1943, Mascarenhas viajou para a Itália,
onde se encontrou com o Gen Mark Clark. Após voltar da
Itália, em janeiro de 1944, iniciou a preparação de seu
pessoal no Brasil.
Em março de 1944, todas as unidades que compunham a
FEB encontravam-se na Vila Militar do Rio de Janeiro. Os
armamentos prometidos pelos EUA não foram entregues e
o treinamento resumiu-se à parte física.

Em abril de 1944, Mascarenhas deu por encerrada a


preparação e concluiu que era o momento de embarcar
para a Itália.
A partir do término das instruções a FEB prosseguiu na
incursão junto as tropas dos aliados, findando sua jornada no
início de 1945, com a tomada de Montese.
TOMADA DE
MONTE
CASTELO
Tomada de
monte castelo

31
No final de setembro, chegam à Nápoles os navios Gen Mann e
Gen Meigs, transportando os 2º e 3º escalões de embarque. Os
mais de 11 mil homens foram conduzidos a Livorno e depois
Pisa.

Até então, o único regimento de infantaria era o 6º, de Caçapava.


Chegam agora o 1º e o 11º, do Rio de Janeiro e de São João del
Rei, respectivamente.

O Gen Mark Clark considerou que, tendo em vista o bom


desempenho da FEB até o momento, não era necessário fazer a
mesma rotina de instrução e treinamento executada com o 1º
escalão e estes militares recém chegados foram logo enviados à
ação.
Vale do Rio Reno
Próximo à nascente do Rio Reno, na Itália, encontrava-se
a principal zona de defesa alemã nos Apeninos, impedindo o avanço
para o Norte da Itália e, consequentemente, para a Alemanha.

O objetivo do IV C Ex era conquistar o


maciço Belvedere-Monte Castello.
3
LINHA DEFENSIVA ALEMÃ NO
VALE DO RENO
3’ 17”
24 e 25 Nov 44
Primeiras tentativas de tomada de Monte Castello, em esforço de
norte-americanos e brasileiros. Foram malsucedidas

26 Nov 44
O Cmdo IV C Ex determinou que a 1ªDIE conquistasse sozinha o
Monte Castello.

29 Nov 44
As tropas NA caem no Monte Belvedere, à sudoeste de Monte
Castello, o que expôs o flanco brasileiro no ataque.
Investida brasileira sobre Monte Castello, a qual durou todo o dia.
Após 150 baixas, a FEB iniciou a ação de retraimento. Ao final
do dia foram 190 baixas.
4
PRIMEIRAS TENTATIVAS DE TOMAR
MONTE CASTELLO – NOVEMBRO DE 1944
4’ 23”
O Gen Mark Clark manteve a ordem de tomada de Monte
Castello, pois tinha em mente tomar a posição antes do
inverno, que dificultaria e muito as ações ofensivas.

12 Dez 44
Segundo ataque brasileiro a Monte Castello. A artilharia NA
quebrou o sigilo da operação iniciando um bombardeio
prematuro sobre o Monte Belvedere. Isso desorganizou o
ataque brasileiro, havendo dois Btl atravessando a Linha de
Partida em horários diferentes. Em pânico, o I Btl do 11º RI
retraiu desordenadamente. Após 145 baixas, o Gen Zenóbio
encerrou a operação.
5
NOVA TENTATIVA DE TOMAR MONTE
CASTELLO – DEZEMBRO DE 1944
2’ 54”
Causas do fracasso no ataque a Monte Castello:

- Terreno íngreme e escorregadio


- Falta de agressividade dos Carros de Combate
- Ausência de apoio da FAB
- Quebra da Surpresa
- Reconhecimentos incompletos
13 Dez 44
Em reunião com os generais Mark Clark e Crittenberger,
Mascarenhas explica o motivo do insucesso. O comandante
do V Ex encerra as ações ofensivas até o fim do inverno.

15 Dez 44
Gen Lucian Truscott assume o comando do V Ex no lugar do
Gen Mark Clark, que por sua vez assumira o XV Grupo de
Exércitos Aliado no lugar do Gen Alexander.
Defensiva de inverno
“Defensiva Agressiva”
Por ocasião da defensiva de inverno, o número de patrulhas
aumentou, ocasionando em grande ganho de experiência aos
brasileiros.

A frente estabilizada perdurou até fevereiro de 1945, quando


o XV Grupo de Exércitos Aliado, sob comando do Gen Mark
Clark, determinou a retomada da ofensiva objetivando
romper a linha gótica.
19 Fev 45
Início da Operação Encore: expulsar os alemães de Monte
Belvedere, Mazzancana e Monte Castello, possibilitando o
uso da rodovia 64 e o avanço aliado até Bolonha.

A 10ª Div Mth NA conquistou as elevações à Oeste do


Monte Belvedere, permitindo o avanço sobre a posição
inimiga no dia seguinte.

O grande diferencial da Operação Encore foi a utilização de


uma manobra desbordante, atacando o flanco direito dos
alemães. Nas tentativas de novembro e dezembro só havia
sido feito o ataque frontal, de Sul para Norte.
20 Fev 45
Os norte-americanos tomam Monte Belvedere, resistindo aos
contra-ataques dos alemães. Os aviões da FAB executam
importante ataque a Monte Castello, preparando a ação de
ataque do dia seguinte.

Ao final do dia, os norte-americanos tomam também


Mazzancana, gerando as condições ideais para o ataque a
Monte Castello.
21 Fev 45

TOMADA DE
MONTE CASTELLO
6
A TOMADA DE MONTE CASTELLO
2’ 48”
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
“A verdadeira força de um exército reside nos corações e
nas mentes de seus soldados.”
- Napoleão Bonaparte

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