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Princípios de Comunicação em Sinais

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Carlos Andreotti
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SEL 360 e 616

Princípios de Comunicação
Mônica de Lacerda Rocha
[email protected]
Agenda - 1º semestre 2020
Aula Data Assunto
1 1. Introdução
2 2. Representação de Sinais e Sistemas
3 01/04 3. Representação de Sinais e Sistemas
4 4. Modulação de Amplitude
5 5. Modulação de Amplitude
6 6. Modulação Angular
7 7. Modulação Angular
8 8. Transmissão de Sinais e Densidade Espectral de Potência
9 PROVA 1 (P1)
10 9. Transmissão de Sinais e Densidade Espectral de Potência
11 10. Teoria da Probabilidade e Processos Aleatórios
12 11. Teoria da Probabilidade e Processos Aleatórios
13 12. Ruído em Sistemas de Modulação de Ondas Contínuas (CW)
14 13. Ruído em Sistemas de Modulação de Ondas Contínuas (CW)
15 14. A Transição de Analógico para Digital

16 15. Modulação Digital (ASK, PSK, FSK)


17 16. Multiplexação por Divisão de Frequências Ortogonais (OFDM)
18 PROVA 2 (P2)
Exemplos de Funções Ortogonais

• Série de Fourier de Legendre


 A série de polinômios de Legendre Pn(x),
(n=0,1,2,...) forma uma série de funções
mutuamente ortogonais sobre o intervalo
(-1< t< 1). Estes polinômios podem ser definidos
pela fórmula de Rodrigues
 
n
1 d 2
Pn t  n
n
n
t 1 (n  0,1, 2, ...)
2 n! dt
Po t  1 P1 t  t
3 1 5 3 
P2 t   t 2   P3 t   t 3  t  etc.
2 2 2 2 
Série de Fourier de Legendre
• Podemos verificar a ortogonalidade destes polinômios mostrando que

1 0 m n

1 Pm t  Pn t dt   2 mn
 2 m 1

• Podemos expressar f(t) em termos do polinômio de Legendre sobre um
intervalo (-1<t<1) como

f t  C0 P0 t  C1 P1 t  ...  ... (44)

 onde
1

 f t  P t dt
r
2r  1
1 (45)
Cr  1 1   f t  Pr t dt
2 1
 Pr2 t dt
1
Série de Fourier de Legendre
• Exercício: Considere a função retangular mostrada na
Figura. 1  1 t  0
f t  
 1 0  t  1
 Representar esta função pela série de Fourier de Legendre
f(t)
f t   C0 P0 t   C1 P1 t  ...  ...
1
Os coeficientes C0, C1, C2, ... , Cr,
1 podem ser obtidos pela Eq. 45.
-1 1
t
 f t  P t dt
r
2r  1
1
-1
Cr  1 1   f t  Pr t dt
2 1
 Pr2 t dt
1
Série de Fourier de Legendre
• Solução 1
1
C0   f t  dt  0
2 1
3 
1 0 0
3 3
C1   t f t  dt    t dt   t dt   

2 1 2  1 1  2
5 3 2 1 
1 0 1
5 3 2 1 3 1
C2   f t  t   dt     t   dt     t 2   dt   0
2 1 2 2 2  1 2 2 0 2 2 
C0  C2  C4  C6  ...  0
 Generalizando, para valores pares de r, Cr = 0, portanto

7 5 3 3  3   7
1 0 1
7 5 3 3  5
C3   f t   t  t  dt     t  t  dt     t 3  t  dt  
2 1 2 2  2  1 2 2  0 2 2   8

3 75 3 3 2
f t   t   t  t   ...
2 82 2 
Exemplos de Funções Ortogonais
• Série de Fourier Trigonométrica
 Já vimos que (sen w0t), (sen 2w0t), etc., formam uma série
ortogonal no intervalo (t0, t0+2p/w0). Mas esta série não é completa
!!
• Porque uma função (cos nw0t) é ortogonal a (sen mw0t) sobre o
mesmo intervalo. Logo, para ficar completa, as funções co-seno
têm que ser incluídas
• A composição de funções que consista de uma série de (sen nw0t)
e (cos nw0t), para (n=0, 1, 2, ...) forma uma série ortogonal
completa
Série de Fourier Trigonométrica
• Para n=0, (sen w0t)=0, mas
(cos w0t)=1. Assim, temos uma série ortogonal completa representada
pelas funções

1, cos 0t , cos 20t , ..., cos n0t ...; sen0t , sen 20t , ... , sen n0t , ...
• Portanto, qualquer função f(t) pode ser representada em termos destas
funções sobre um intervalo qualquer (t0, t0+2p/w0) :

f t  a0  a1 cos 0 t  a2 cos 20 t  ...  an cos 2n t  ...


b1 sen0t  b2 sen 20t  ...  bn sen n0t  ...
t0  t  t0  2 0 
Série de Fourier Trigonométrica
• Chamando 2p/w0 de T:

f t  a0   an cos 20 t  bn sen n0t t0  t  t0  T  (46)
n 1
t0  T 

 f t cos n t dt
t0
0

an  t0  T  (47a)
 cos n 0 t dt
2

t0
t0  T 

 f t sen n t dt
t0
0
(47b)
bn  t0  T 


t0
sen 2 n 0 t dt
Série de Fourier Trigonométrica
• Fazendo n=0 1
t0  T 
a0 
T  f t  dt
t0
(48a)

t0  T  t0  T 
T
• Como  cos
2
n 0 t dt   sen n 0 t dt 
2

t0 t0
2

t0  T 
2
• Temos an 
T  f t  cos n 
t0
0 t dt (48b)

t0  T 
2
bn 
T  f t  sen n 
t0
0 t dt
(48c)
Série de Fourier Trigonométrica
• Em (48a), a0 é o valor médio de f(t) no intervalo (t0, t0+T),
portanto, a0 é o componente contínuo (d.c.) de f(t) neste
intervalo
• Representação compacta da série:

f t   cn cos n0 t   n  (49)
n 0

 bn 
 n   tan  
1
(50)
 an 
Série de Fourier Trigonométrica
• Exercício: Expandir a função f(t) mostrada na Fig. por uma
série trigonométrica de Fourier, sobre o intervalo (0,1). Fazer
t0=0.

f(t)

0 1
t
Série de Fourier Trigonométrica
• Solução
 [f(t) = At] em (0 < t < 1)
 A partir deste intervalo, T = 1 e w0 = 2p/T = 2p, portanto:

f t  a0  a1 cos 2 t  a2 cos 4 t  ...  an cos 2 n t  ... (51)


b1 sen 2t  b2 sen 4t  ...  bn sen 2 nt  ...
T 1
1 A
 Usando (48a) a (48c): a0   f t  dt 1  A t dt  (52a)
T 0 0
2
1
2 A
an   A t cos 2 n t dt  2 2 cos2 n t   2 n t sen 2 n t 0  0
1
(52b)
10 2 n
1
2 A A
bn   A t sen 2 n t dt  2 2 sen2 n t  2 n t cos 2 n t 0 
1
(52c)
10 2 n n
Série de Fourier Trigonométrica
• Como an=0, para todos os valores de n, os termos em co-seno de (51) são
nulos e a série fica:

A A A A A
f t  sen 2 t  sen 4 t  sen 6 t  ...  sen 2 nt  ...
2  2 3 n (53)
A 
sen 2 nt
  (0  t 1)
2 n 1 n
Exemplos de Funções Ortogonais

• Série de Fourier Exponencial


 Uma série de funções exponenciais {ejnw t}, (n=0,
o

±1, ±2, ±3, …) é ortogonal no intervalo (t0,


to+2p/w0) para qualquer valor de t0.
• Exercício: Demonstrar esta ortogonalidade
Série de Fourier Exponencial
• Solução: Seja a integral I
t 0  2 t 0  2
0 0

 e e  dt   e e dt


jn0 t jm0 t * jn0 t  jm0 t
I
t0 t0
 Se n = m, a integral I é dada por
t 0  2
0
2
I 
t0
dt 
0
 Se n ≠ m:
I
1
j n  m 0

e j n  m 0 t e j 2 n  m   1 
Série de Fourier Exponencial
• Como n e m são inteiros, ej2p(n-m) =1 e portanto a integral é zero (I=0). Assim

t 0  2
0  2
mn
 e e 
* 
jn0 t jm0 t
dt   0 (54)

t0 0 mn
• Fazendo (2p/w0) = T, a série de funções {e
}, (n=0, ±1, ±2, ±3, …) é
jnwot

ortogonal no intervalo (t0, to+2p/w0)


Série de Fourier Exponencial
• Portanto, podemos representar uma função arbitrária f(t) por uma
combinação de funções exponenciais sobre um intervalo (t0, t0+T)

f t  F0  F1 e jo t  F2 e j 2o t  ...  Fn e jno t  ... 


 (55)
 F1 e  j o t
 F22 e 2 j 2 o t
 ...  F n e  jno t
 ...   n
F
n  
e jno t

(t0  t  t0  T ), 0  2 e a somatória é válida para valores inteiros de n


T
t0  T  t0  T 

 f t  e   dt
jn0 t *
 
f t  e  jn0 t dt  t0  T 
Fn 
t0
t0  T  
t0
t0  T  
1
  
f t  e  jn0 t dt
(56)

 e e  dt  e e dt


jn0 t jn0 t * jn0 t  jn0 t T t0

t0 t0
Série de Fourier Exponencial
• Em resumo: Qualquer função f(t) pode ser expressa como uma soma
discreta de funções exponenciais {ejnwot}, (n=0, ±1, ±2, ±3, …) no intervalo
(t0, to+T), onde (w0=2p/T).

 (57)
f t   F n e jno t
(t0  t  t0  T )
n  
t0  T
1 (58)
onde
• De (48) e (58) segue-se: Fn   t t  e  jn0 t
dt
T t0

a0  F0
an  Fn  F n
(59)
bn  j Fn  F n 
Fn  1 2 an  j bn 
Série de Fourier Exponencial
• Exemplo: f(t) pode ser representada por (53) e, também, por 57 e 58.
Alternativamente, podemos usar (59) para obter os coeficientes da série
exponencial a partir dos coeficientes da série trigonométrica. Assim, substituindo
(52) em (59), temos:

f(t)
A jA
F0  e Fn  (60a)

A
2 2 n

A jA 1 j n 2 t
f t    e (60b)
0 1 2 2 n   n
t
Representação de uma Função Periódica por uma
Série de Fourier no intervalo (-∞ < t < ∞)

• Se f(t) for periódica, demonstra-se que a representação da série de


Fourier se aplica no intervalo (-∞ < t < ∞).
• Seja f(t) dada por 
 
f t   Fn e j n 2 t 0

n   (61)
 (61) é válida no intervalo (t0, t0+T). Os dois lados de (61) não precisam ser
iguais fora deste intervalo. Porém, o lado direito de (61) é periódico, com
período w0/2p, porque:
j n 2 0 t j n 20 t T  0
e e para T 
2
 Portanto, se f(t) é periódica com período T, (61) se mantém sobre o intervalo

(-∞ < t < ∞).
f t   F
j n 2 0 t
n e (  t  )
n  
t 0 T
1
onde Fn   f t e  jn0t dt  a escolha de to é irrelevant e !
T t0
Representação de uma Função Periódica por uma Série
de Fourier no intervalo (-∞ < t < ∞)

• Exercício: Representar a função seno retificado em série de Fourier


exponencial no intervalo (-∞ < t < ∞)

0  2
f(t) f t  F n e jno t

n   T 1
1

A Fn  A  sen  t  e  j 2 n t dt 
0

 2A

 4 n 2 1
-1 0 1 2
-2
t
Portanto
 2A 
1
f t   e j 2 n t
(62)
 n   4 n 2
1
O Espectro de Fourier Complexo
• A expansão em série de Fourier de uma função periódica equivale à resolução
da função em termos de seus componentes de várias freqüências. Uma função
periódica com período T tem componentes com freqüência angular de w0, 2w0,
3w0, ..., nw0, etc, onde w0=2p/T.
• Uma função periódica f(t) possui um espectro de freqüências. Se
especificarmos f(t) poderemos encontrar seu espectro.
• Alternativamente, se conhecermos o espectro, podemos encontrar a função
periódica correspondente f(t).
• Uma função periódica pode ser especificada de duas maneiras
 Representação no domínio do tempo, onde f(t) é expressa como uma função do
tempo
 Representação no domínio da freqüência, onde o espectro (i.e. as amplitudes dos
vários componentes de freqüência) é especificado.
• Notar que o espectro existe apenas em w0, 2w0, 3w0, ..., nw0, etc, logo não é uma curva
contínua, existe apenas em valores discretos de w. Muitas vezes, é chamado de espectro
discreto, ou linha espectral.
O Espectro de Fourier Complexo
• Podemos usar as séries trigonométrica ou exponencial para
representar um espectro, mas a exponencial é mais
adequada.
 Neste caso, a função periódica é expressa como a soma de funções
exponenciais de freqüências 0, ±w0, ±2w0, ±3w0, …, etc.
 Significado de freqüências negativas: os sinais ejwt e e-jwt oscilam na
freqüência w. Contudo, podem ser vistos como dois fasores girando
em direções opostas e, quando somados, resultam numa função
temporal real.

j t  j t
e e  2 cos t
O Espectro de Fourier Complexo
• Para uma função periódica com período T, a série
exponencial é dada por
f t  F0  F1 e jo t  F2 e j 2o t  ...  Fn e jno t  ... 
 F1 e  jo t  F22 e 2 j 2o t  ...  F n e  jno t  ...
 Freqüências: 0, w0, -w0, 2w0, -2w0,...,nw0, -nw0,..., etc.
 Amplitudes destas freqüências: F0, F1, F-1, F2, F-2, ..., Fn, F-n, ..., etc.
• As amplitudes Fn são, em geral, complexas, portanto são descritas
por amplitude e fase.
 Podemos precisar de duas linhas espectrais para representação no
domínio da freqüência: espectro de amplitude e espectro de fase, mas
se os componentes espectrais forem reais, usamos apenas o espectro de
amplitudes. Ex. a seguir ...
O Espectro de Fourier Complexo
• Seja a função periódica seno retificada. A série de Fourier exponencial que
a descreve é:
2 A 2 A j 2  t 2 A j 4 t 2 A j 6 t
f t   e  e  e  ...
 3 15 35
2 A  j 2 t 2 A  j 4 t 2 A  j 6 t
 e  e  e  ...
3 15 35
f(t) 2A/p

A
-8p -6p -4p -2p 2p 4p 6p 8p

-2A/35p -2A/35p w
-1 0 1 2 -2A/15p -2A/15p
-2
t -2A/3p -2A/3p
O Espectro de Fourier Complexo

• O espectro de amplitude de qualquer função


periódica é simétrico em torno do eixo
vertical que passa pela origem (isso não é
uma coincidência !!)
• Exercício: Demonstrar esta afirmativa
O Espectro de Fourier Complexo
• Solução:
1 T 2 1 T 2
Fn   f t e  jno t
dt F n   f t e jnot dt
T T 2 T T 2

 F e F são complexos conjugados um do outro, ou seja,


n -n
*
F n  Fn portanto Fn  F n
 O que comprova a simetria.
Se Fn for real, F-n também será real e igual e Fn. Se Fn for complexa, então

Fn  Fn e j n (63a)

F n  Fn e  j n (63b)
A fase de Fn é qn; mas a fase de F-n é –qn, portanto, o espectro de fase é
antissimétrico (uma função ímpar) e o espectro de amplitude é simétrico
(função par)
O Espectro de Fourier Complexo

• Exercício: Expandir a função gate (fig.) numa série de Fourier e


fazer o gráfico do espectro de freqüência.

f(t)

-T/2 T/2
t
d T
O Espectro de Fourier Complexo
• Solução
A (  2  t   2)
f t  
0 ( 2  t  T   2)
Por conveniência, escolhemos o os limites de integração   2 a (T   2)
 2
1 T  2 1  2  A  jn0 t
Fn   f t e  jn0 t
dt   Ae  jn0 t
dt  e 
T  2 T  2 jn 0T  2



2 A e jn0  2  e  jn0  2
 2A
senn0  2 
n0T 2j n0T
A  senn0  2  
   (64)
T  n  0  2 
O Espectro de Fourier Complexo
• A função (sen x)/x tem um papel muito importante em teoria das
comunicações e é conhecida como Função Sampling, muitas vezes
abreviada como Sa(x), ou Sinc (x)
A  senn0  2  
San0  2   Sinc n0  2   
T  n 0  2 

senx 
Sax   (65)
x

A função (linha vermelha)


oscila com período 2p,
com uma amplitude
decrescente em qualquer
direção de x e tem zeros
em ±p, ±2p, ±3p, …, etc.
O Espectro de Fourier Complexo

 
• De (64):
A
Fn  Sa n0 
T 2
Mas
2 n0 n
0  e 
T 2 T
Portanto
A  n 
Fn  Sa  (66a)
T  T 
A  n  jn0 t
f (t )  Sa e (66b)
T  T 
O Espectro de Fourier Complexo
• De (66): Fn é real, portanto, precisamos apenas do espectro de amplitude.
Como Sa(x) é uma função par, Fn=F-n.
 A freqüência fundamental é w0=2p/T. O espectro de amplitude é visto na
figura, com valores discretos em w=0, ±2p/t, ±2p/t, ±2p/t,…, etc. e tem
amplitudes Ad/t, (Ad/T)Sa(pd/T), (Ad/T)Sa(2pd/T), …, etc.

Exemplo para: A  n 
A/5 Fn  Sa  
d/T= 1/5 5  5 
d = 1/20
T = 1/4 para   1 e T  1 segundos.
20 4
Freqüência fundamenta l 0  2  8
T
-40p -24p -8p -8p 24p 40p w Logo, o espectro existe em   0,  8 ,  16  , ...
O Espectro de Fourier Complexo
Exemplo para:
d/T= 1/10
d = 1/20
T = 1/2
A/10
Apesar de se
tornar mais
denso, a forma
-40p 40p w
do espectro não
muda mas as
Exemplo para: amplitudes dos
d/T= 1/20
d = 1/20 componentes de
T = 1/2 freqüência
A/20 diminuem com o
aumento de T.
-40p 40p w
Representação de um sinal nos domínios do
tempo e da freqüência

• Para uma função real f(t)

F *   F   

F    f t e  jt dt (77a)


(77b)
F     f t e
jt
dt


• Se f(t) é uma função real de t, então

F(w) é uma
F *   F   
função par de w e
q(w) é uma F   F   e j   (78)

F    F   e  j  
função ímpar de (79)
w.
A Transformada de Fourier
• Ou “Representação de uma função arbitrária sobre o
intervalo completo (-∞, ∞)”
 Um sinal não-periódico geralmente pode ser expresso como uma
soma contínua (integral) de sinais exponenciais, diferentemente dos
sinais periódicos, que podem ser representados por uma soma
discreta de sinais exponenciais.
 Uma forma de fazer isso: expressar f(t) em termos de funções
exponenciais sobre um intervalo finito (-T/2 < t < T/2) e então fazer T
tender para infinito
 Outra forma: Construir uma função periódica de período T,m de
modo que f(t) represente o primeiro ciclo desta forma de onda
periódica. No limite, fazemos o período tender para infinito, e a
função fica com um único ciclo no intervalo (-∞<t<∞) e é
representada por f(t).
A Transformada de Fourier

• Exercício: Representar f(t) (fig.) como uma soma


de funções exponenciais sobre o intervalo (-∞, ∞)
 Solução: Construção de uma nova função periódica
fT(t), com período T, onde a função f(t) se repete a
cada T segundos.

f(t) fT(t)

t 0 t
A Transformada de Fourier
• No limite, fazendo T tender a infinito, os pulsos na função periódica
repetem-se após um intervalo infinito. Ou seja,
lim f t  f t 
T 
T

• A série de Fourier que representa fT(t) no intervalo completo também


representa f(t) no mesmo intervalo completo se T = ∞ nesta série.

fT t   n
F e jn0 t

n  

2
0 
T
1 T2
Fn   fT t e  jn0 t dt (67)
T T 2
A Transformada de Fourier
• Fn representa a amplitude do componente espectral nw0.
• À medida em que T aumenta, a freqüência fundamental, w0,
diminui e o espectro fica mais denso. Além disso, como
indicado em (67), as amplitudes dos componentes
individuais diminuem. Entretanto, a forma do espectro não
se altera.
 No limite, T= ∞, a amplitude de cada componente fica
infinitesimalmente pequena, embora agora existam infinitas
freqüências. O espectro existe para qualquer valor de w, e não é mais
discreto, mas uma função contínua de w.
A Transformada de Fourier
• No limite, a curva torna-se uma função contínua dada por F(w)ejwt e fT(t)
 f(t) e Eqs. (70) e (71) ficam:


1
f t  F 
 n d
  e jt
(73)
Transformadas de Fourier
Eq. (73): 2 
Transformada Inversa
Eq. (74): 
Transformada Direta
F    f t e  jt dt
(74)


Representação de uma função f(t) não-periódica em termos de funções


exponenciais no intervalo completo. (73) representa f(t) como uma coma contínua
de funções exponenciais com freqüências no intervalo. As amplitudes dos
componentes espectrais são proporcionais a F(w). F(w) representa o espectro de
freqüência de f(t) e é chamado de FUNÇÃO DENSIDADE ESPECTRAL, calculada a
partir de (74).
A Transformada de Fourier
• Outras notações

F   F  f t  f t  F -1 F   (75)


F  f t    f t e  j t dt

(76)

1
F F  
-1
 F   e j t
d
2 
Representação de um sinal nos domínios do
tempo e da freqüência
• A Transformada de Fourier é uma ferramenta que nos ajuda a
representar um sinal em seus componentes exponenciais. A função
F(w) é a transformada direta de f(t) e representa as amplitudes
relativas dos componentes de freqüência.
• A representação no domínio do tempo especifica uma função a cada
instante de tempo, enquanto que a representação no domínio da
freqüência especifica as amplitudes relativas dos componentes
espectrais da função.
• Em geral, F(w) é complexa e requer 2 representações gráficas.

F   F   e j  
Transformadas de Fourier de algumas funções
úteis
• Sinal exponencial unilateral

f t  e  at u t 
 
(80)
F    e  at
u t e  j t
dt   e  a  j t
dt
 0

1 1  j tan 1  
  e a
(81)
a  j a2   2
Aqui
1  
F   e    tan 1  
a2   2 a
Transformadas de Fourier de algumas funções
úteis
• Sinal exponencial unilateral
F  

1/a
1

e  at u t  
2

0 0
w
t 
2
Transformadas de Fourier de algumas funções
úteis
• Sinal exponencial bilateral

F  
2/a
2

a t
e
0 0
t w
Transformadas de Fourier de algumas funções
úteis
• Função Gate
1 t 
Gr t   2
0 t  2

F  
 2

A j 2  j
 A

sen   
2  A Sa  
 A e
 jt
dt  e e 2
(83)
 j  2  2 
2
F(w)

AGT(t)

t
-/2 /2
0 w

-4p/ -2p/ 0 2p/ 4p/


Funções Singulares
• Seja uma voltagem, u, escalar unitária, aplicada sobre um capacitor:
du
i C
dt
i(t)
u(t)

1
u(t) i(t) C i(t) indefinida

t
t

dv/dt é zero para todos os valores de t à exceção de t=0, onde não está definida.
A derivada em t=0 não existe porque a função u(t) é descontínua neste ponto:
este é um problema matemático!!! A solução ideal para uma voltagem unitária em
degrau, como esta, não existe, mas é possível obter uma solução no limite,
assumindo uma fonte não-ideal, e então fazendo “a” tender a zero, no limite.
u(t)
i(t)
1
C/a

a t a t
Funções Singulares
• Seja a voltagem não-ideal, ua(t), No limite, quando a tende a zero, a voltagem torna-se uma
função degrau-unitário. A derivada de u a(t) é um pulso retangular de altura 1/a e largura a.
Quando a varia a forma do pulso varia, mas a área permanece constante. No limite, quando a
tende zero, a altura do pulso tende a infinito e a largura a zero, mas a área permanece inalterada.
Assim, definimos a função impulso unitário, d(t) como a derivada da função degrau unitário.

dua(t)/dt
u(t)
ua(t)
1 1/a3
1
1/a2
a t
a3 a2 a1 t
i(t)
1/a1

C/a

a3 a2 a1 t
a t


d 1   t dt 1 
 (84)
 t  lim ua t  lim u t  u t  a  
a  0 dt a 0 a
 t  0 t  0
Funções Singulares
• Pulso Gaussiano

2
1  t
 t  lim e 2
 0 

t
Funções Singulares
• Pulso Triangular

 1 t 
lim 1  t 
 t   0    

0 t 

t
Funções Singulares
• Pulso Exponencial

1 t
 t  lim e
 0 2

t
Funções Singulares
• Função de Amostragem (Sampling)

k
 lim Sakt d t  1 (85)


k  
k
 t  lim Sa kt 
k  
(86)
Quando k aumenta, a
amplitude torna-se maior e a
função oscila mais
rapidamente e decai
inversamente com t. No
limite, a função concentra-se
na origem, e a área sob a
curva permanece unitária
Funções Singulares
• Função de Amostragem Quadrática
k
 t  lim Sa 2 kt  (87)
k  
(87) é demonstrada similarmente como no caso da função de amostragem e a
partir do fato de que: 
k
  Sa kx dx 1
2
(88)

Retornando à função impulso d(t), observamos que a área é concentrada na
origem, t=0. Portanto, podemos dizer que:
 0

  t dt    t dt 1 (89)


 0
Onde 0+ e 0- denotam, arbitrariamente, pequenos valores de t aproximando-se
da origem pela direita e pela esquerda, respectivamente.
Funções Singulares
• Função de Amostragem Quadrática
Como d(t)=0 em todo lugar exceto em t=0, vem que
 

 f t  t dt  f 0   t dt  f 0


 
(90a)

Também se segue que:


 f t  t  t0 dt  f t0  (90b)



(90) representa a propriedade de amostragem da função impulso.
Lembrar que a função impulso não é uma função verdadeira, no sentido
matemático usual, onde uma função é definida para qualquer valor de t.
Mas seu uso é comum em Física e Engenharia para representar entidades tais
como massas pontuais, cargas pontuais, fontes pontuais, forças concentradas,
etc.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Função Impulso

F t    t e  jt dt (91)

Da propriedade de amostragem, expressa em (90ª), a integral de (91) é
unitária.
F  t  1 (92)

A função impulso tem uma densidade espectral uniforme sobre todo o intervalo
de freqüência. Em outras palavras, uma função impulso contém todos os
componentes de freqüência com mesma amplitude relativa.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Constante
f t   A
f(t)

    
FA lim A Sa
2pAd(t)
 2  A lim Sa 
2   2 2
 
 
t
0

F(w) FA 2  A    (93a)


A
e
F1 2     (93b)
w
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Função signum: sgn (t)
1 t 0
sgn t   (94a)
 1 t 0
sgn(t)
sgn t  2 u t 1 (94b)

A transformada de Fourier pode ser obtida quando


t
observamos que:
0

-1
 
sgn t  lim e  at u t  e at u  t 
a 0

Portanto

  at  jt 0
   2 j  2
Fsgn t  lim   e e dt   e e
at  jt
dt   lim  2 
(95)
a 0 a   2
a 0
0     j
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Função Degrau Unitário
1
De (94b), segue-se que:
u t  1  sgn t 
2
Portanto: 1
Fu t  F1 Fsgn t 
2
Usando (93b) e (95), vem que:
1
Fu t      (96)
j
u(t) |F(w)|

t 0 w
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Funções Senoidais Perpétua
Aqui, consideramos as funções senw0t e cosw0t no intervalo (-∞, ∞). Estes sinais
não satisfazem a condição de integrabilidade absoluta, mas suas
transformadas de Fourier existem e podem ser obtidas por processo de limite.
Primeiro, assumimos que elas existem no intervalo (–t/2, t/2) e valem zero fora
deste intervalo. No limite, t é feito infinito.

2
Fcos0t  lim  cos t e
0
 j t
dt 
 

2

  - 0     0    (97)


sen
  sen
2   2  
 lim   
 
   -  0       0   
  2   2  
    - 0      0  
 lim Sa   Sa
 2  
 
  2 2   2 
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Funções Senoidais Perpétua
No limite, a função de amostragem torna-se uma função impulso (eq. (86)):

Fcos0t      0     0  (98)


Similarmente:
Fsen 0t  j    0     0  (99)

O espectro de Fourier para estas funções consiste de dois impulsos em +w0 e –w0.
Vamos ver como este espectro se comporta, quando t tende para infinito.
Para um t finito, a função densidade espectral é dada por (97).
F(w) 16

 cos  t  t 
0
0

 t  
0 16
t
 0
w0 A densidade espectral é truncada em 8 ciclos.
-w0 Grande concentração de energia em torno de ±w0.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Funções Senoidais Perpétua
À medida em que o intervalo t aumenta, a densidade espectral concentra-se
mais e mais em torno de +w0 e –w0.
No limite, quando t tende para infinito, ela é zero em toda parte, exceto nas
freqüências ±w0.
A função densidade espectral para coswot e senwot existe apenas em w=w0.
Por outro lado, as funções coswot.u(t) e senwot.u(t) contêm componentes em
outros valores. Demonstra-se que:
 j
Fcos0t u t     0     0  2 (100a)
2 0   2
 0 (100b)
Fsen 0t u t     0     0 
2j 02   2
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Exponencial Perpétua

e j0t  cos0 t  j sen 0 t  no intervalo    t   


F e j t  Fcos0 t  j sen 0 t 
0

De (98) e (99) :
 
F e j0 t      0     0     0     0  2     0  (101)
A transformada de Fourier é, portanto, um único impulso de altura 2p em w=w0.
Notar que o sinal não é uma função real no tempo, portanto seu espectro existe
apenas em w=w0.
Sabemos que para qualquer função real no tempo, a função densidade espectral
F(w) satisfaz a:
F   F   
*

F    F   
Portanto, para qualquer função real no tempo a amplitude do espectro é uma
função par. Se existe um impulso em w=w0, deve haver um impulso em w=-w0.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Função Periódica
A série de Fourier é um caso limite da transformada de Fourier. A
transformada de Fourier de uma função periódica não existe, porque não
satisfaz a condição de integrabilidade absoluta. Para qualquer função

 f t  dt  
periódica f(t):

Mas a transformada não existe no limite. Podemos assumir (como feito antes)
que uma função periódica existe num intervalo limite (-t/2, t/2) e depois fazemos
t tender a infinito.
Alternativamente, podemos expressar a função periódica por sua série de Fourier.
A transformada de uma função periódica é a soma das transformadas de seus
componentes individuais.
  jn0 t 
 


 2 
f t  F n e jn0 t  0   F f t  F   Fn e   n
 F F e jn0 t

n    T   n    n  

F f t  2  F    n 
n 0 (102)
n  
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Função Periódica

F f t  2  F    n 
n 0
(102)
n  

Equação (102): A função densidade espectral, ou a Transformada de


Fourier, de um sinal periódico consiste de impulsos localizados nas
freqüências harmônicas do sinal e tem e a amplitude de cada impulso é
igual a 2p multiplicado pelo valor do coeficiente correspondente na série
de Fourier.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso

• Exercício: Encontrar a transformada de Fourier da função gate periódica (pulso


retangular com largura t segundos e período T).
A série de Fourier é dada por:

A  n 
f t   n
F e jn0 t
para Fn  Sa 
n   T  T 
De (102), segue-se que a transformada de Fourier desta função é dada
por:
2 A 
 n 
F f t   Sa    n0  (103)
T n    T 
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso
• Exercício: Encontrar a transformada de Fourier de uma seqüência de impulsos
unitários separados de T segundos.
 T t   t   t  T   t  2T  ...   t  nT  ...

 t  T   t  2 T  ...   t  n T   ...    t  nT  (104)
 T t  F n e jn0 t , onde n  

n  
T 2
1
Fn    T t e  jn0 t dt
T T
2

A função  T t  no intervalo  T 2 , T 2 é simplesmen te  t 


T 2
1
Fn    t e  jn0 t dt
T T
2

Aplicando a propriedad e de amostragem da função impulso (90a ), vem :


1
Fn   Fn é constante.
T
Portanto, o trem de impulsos com período T contém componente s de freqüência s
  0,  0 ,  20 , ... ,  n0 , ... etc.
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso

1  jn0 (105)
 T t   e
T n  

 T t   n
F e jn0 t
, onde
n  
T 2
1
Fn    T t e  jn0 t dt
T T
2

A função  T t  no intervalo  T 2 , T 2 é simplesmen te  t 


Para encontrar a transform ada de Fourier de  T t  usamos a eq. (102).
Como, neste caso, Fn  1 , vem :
T

1 2  
F T t  2     n0      n       n  
0 0 0 0    
n   T T 0
n   n  

(106)
Transformadas de Fourier envolvendo funções
impulso

 T t   t   t  T   t  2T  ...   t  nT  ...

  t  T   t  2 T  ...   t  n T   ...    t  nT 
n  
(104)

0 T 2T ... 0 4p 8p ...

TEMPO FREQUÊNCIA
Resumo
Representação de sinais
 Sinais elétricos são em geral descritos no domínio do tempo.
 Em muitas situações a representação no domínio do tempo não
é suficiente para descrevê-lo ou analisá-lo completamente.
 Tempo: amplitude, valor máximo, período, ...
 Frequência: espectro, frequência importantes, largura de banda, ...
 Representação no domínio da frequência:
 Série de Fourier (para sinais periódicos).
 Transformada de Fourier (para sinais não periódicos).
 Espectro Densidade de Potência (para sinais de informação – sinais
aleatórios).

 Transmissão de sinais através de sistemas lineares.


Série de Fourier
• Seja um sinal periódico xp(t) que satisfaz as seguintes condições:
• Número finito de descontinuidades,
• Número finito de máximos e mínimos,
• Absolutamente somável.

Série de Fourier na forma trigonométrica



a0
x p t  
2
  a
n 1
n cos2nf 0 t   bn sen2nf 0 t 

 Em que: f0 = 1/T frequência fundamental do sinal, e os coeficientes an


e bn, n = 0, 1, 2, ..., são dados por:
T/2 T/2
2 2
an  x p t  cos2nf 0t dt bn  x p t sen2nf 0t dt
T T / 2 T T / 2
Série de Fourier na forma compacta

x p t   E0   E
n 1
n cos2nf 0 t   n 

a0 b 
 n  arctan n 
em que:
E0  ; E n  a n2  bn2 ; 
2 a
 n 
 Propriedades:
• Função par:
• apresenta somente os coeficientes a n, os coeficientes bn são nulos.
• Função impar:
• apresenta somente os coeficientes b n, os coeficientes an são nulos.
Exemplo 1: série de Fourier da onda dente de serra

A  X(t) é uma função ímpar e


t para um período tem-se:
-T/2 T/2
-A x(t) = [2A/T]t

T/2
2 2A
an   t cos2nf 0 t dt  0 , n  0 , 1, 2 ,
T T / 2 T
T/2
2 2A 2A
bn   tsen2nf 0 t dt   cosn 
T T / 2 T n

2A 
 1 1 

xt   sen 2f 0 t  sen 4f 0 t  sen6f 0 t 
 
 2 3 

Série de Fourier na forma exponencial

x p t   
n  
An e j 2 nf0t

 em que:

T/2
1
An  x p t e  j 2 nf 0t
dt
T T / 2

a n2  bn2 b 
An  ;  n  arctan n 

2 a
 n 
Exemplo 2: Série exponencial de Fourier de um
trem de pulsos retangulares

-T/2 T/2
d

d/2
1
An 
T

d / 2
Ae  j 2 nf0t dt

senndf0  j 2nf 0 t

Ad
xt  
T

n   ndf0
e
Espectro de Amplitude e de Fase
Ad senndf0 
An 
T ndf0

d  1 / 20 A senn / 4  A
  An   sin cn / 4
T 1/ 5  4 n / 4 4

Espectro de Amplitude Espectro de Fase

A/4

f
... -2f0 -f0 0 f0 2f0 ... -
Espectro de potência
T/2
 potência média: 1
PM   | x P t  |2 dt
T T / 2
T/2   T/2
1 1
PM 
T
 x P t  
n  
A*n e  j 2 nf0t dt  
n  
A*n
T
 x P t e  j 2 nf0t dt
T / 2 T / 2

 
PM  
n  
An An*  
n  
| An |2 Teorema de Parseval

2 A 02
A 1 A12
A 2 2 A 22
A 23 A 32
A 2 4 A 24
f
-3f0 -2f0 -f0 f0 2f0 3f0
Transformada de Fourier
direta inversa
 
Xf   xt e  j 2 ft dt xt    X  f e j 2 ft df
 
equação de análise equação de síntese

 Condições de existência (Dirichlet)


 Número finito de descontinuidades,
 Número finito de máximos e mínimos,
 Absolutamente somável.

 | xt  | dt  

Exemplo 3: transformada de Fourier de um pulso
retangular com largura 
t
pt   ret    P f    sin c f
 
 
/ 2
/ 2  j 2 ft
e senf
P f   e
 j 2 ft
dt     sin c f
 / 2  j 2f  / 2
f

p(t) = ret(t/)
1

t
-/2 /2 0 f

-2/ -1/ 0 1/ 2/ 3/


Propriedades
1. Linearidade: considere dois sinais x1(t) e x2(t)

x3 t   ax1 t   bx2 t  TF
 X 3  f   aX 1  f   bX 2  f 
2. Deslocamento no tempo

xt   TF
 e  j 2 f X  f 
3. Deslocamento na frequência ( teorema da modulação )

xt e  j 2f 0t TF

 X  f  f0 
xt   mt cos2f C t  X  f   12 M  f  f C 
M(f) X(f)

f f
-W W - fc fc - W fc fc + W
4. Escalonamento

xt  TF
 X  f / 
Compressão no tempo ==> expansão na frequência e vice versa
5. Simetria

se xt   X  f  então X t   x f 


6. Integração e diferenciação

n
d
xt  TF
  j 2f n X ( f )
dt n
t
1 1
 xt dt X  f  X 0  f 
TF

 j 2f 2
7. Área sob x(t)


X 0    xt dt


8. Área sob X(f)


x0    X  f df


9. Convolução

xt * wt   X  f W  f 
TF

10. Multiplicação

xt wt  


TF
X  f *W  f 
11. Teorema de Parseval

 

 | xt  |2 dt   | X  f  |2 df
 

12. Se x( t ) é real:

X  f   X *  f 

Módulo é par e a fase é ímpar


Transformada de Fourier de Funções Periódicas
 Escrevendo a função em série de Fourier tem-se:
 T/2
x p t    An e j 2 f 0t
em que: An 
1
 x p t e  j 2 nf0t dt
n   T T / 2
 Cálculo da Transformada:

  
  
 

X p  f   
n  

An e j 2 nf0t  
 n  

An  e j 2 nf0t 
n  
An  f  nf 0 

 Exemplo 4:
 
1 1
 p t    t  nT 
n  
 An 
T
 pf 
T
  f  nf
n  
0 

t f
0 T 2T ... 0 f0 2f0 ...
Propriedades
1. Sistema causal (fisicamente realizável):
h(t) = 0, t<0
2. Estabilidade:
entrada limitada ==> saída limitada

 | ht  | dt  

3. Convolução

y t   xt * ht  TF
 Y  f   H  f X  f 
 H(f) é chamada de resposta em frequência do sistema.
 O sistema apresenta características de um filtro.
4. Sistemas físicos reais:

| H  f  |  | H  f  | : par e  f    f  : impar


Exercícios

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