A psicologia no Brasil: Período
Institucional
A psicologia na organização do trabalho
A preocupação com o trabalho
Remonta dos tempos da colônia
Educação dos índios
Atividade preventiva de perversões (ócio, preguiça, vício)
Controle do processo produtivo
Século XIX
Processo de urbanização
Nova camada social
Modelos higiênicos
Século XX
Psicologia já mais estabelecida como ciência
Possibilidade de expansão para outras áreas
Preocupação máxima com a produção
Racionalização do trabalho
Administração científica
Novas técnicas de controle da produção
Modernização da indústria e das tecnologias
Século XX
Anos10:
Fortalecimento da organização dos trabalhadores – sindicatos e associações
Empresários precisam conter esse processo
Criação de novas práticas de controle ciência e racionalidade
Anos 20:
Transformações no trabalho
Influência do Taylorismo e Fordismo
Ciência, técnica e progresso
“Para a produção ser boa não basta boas maquinas, precisa-se de homens psicologicamente
adaptados ao trabalho”
As novas estratégias de controle
Valorização da competência individual
Rompimento dos laços de solidariedade entre os trabalhadores
Controle dos modos de vida
Sem espaços de troca
Sem jogos
Sem bebida
Século XX
Anos 30: Criação da IDORT – Instituo de Organização Racional do Trabalho
Surge da necessidade de se institucionalizar essas novas técnicas
A partir daí se criam outros institutos e associações
Grande demanda para a psicologia – teórica e técnica
Psicologia: ação sobre o “fator humano” do trabalho
Treinamento
Recrutamento e seleção
O movimento dos testes
Fundamental no projeto de modernização do processo produtivo
Usados na educação e no trabalho
Principais técnicas da psicologia
Científico – objetificar o subjetivo
Crescimento na déc. de 20
Pesquisas na área da educação
Liceu de Artes e Ofícios (1924): Primeiro uso de testes como forma de seleção
O movimento dos testes
“máximo de rendimento, com o menor tempo
possível, com o menor dispêndio de
energia e dinheiro.”
Seleção
Orientação Vocacional
Encontrar o “homem certo para o lugar certo”
Melhor aproveitamento da mão de obra
Conclusão
A psicologia entra na esfera do trabalho como auxiliar no desenvolvimento
de novas formas de controle
Potencialização da produção
Aproveitamento do trabalhador
A psicologia entra no campo do trabalho já como ciência autônoma
A partir dos anos 20, mas com mais força nos anos 30
As experiências com testes psicológicos são essenciais
Inserção no trabalho impulsiona a psicologia como profissão