CAMPUS JOÃO PESSOA
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Professora: Camila Campos Gómez Famá
Professora IFPB – Campus João Pessoa
Mestre em Engenharia Civil – UFRGS
Doutoranda em Engenharia de Produção – UFPE
Engenheira Civil- UFCG
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Sistema de abastecimento de água
O que veremos na aula de hoje?
•ADUÇÃO
•Definição
•Classificação
•Dimensionamento hidráulico e traçado das adutoras por recalque
•Dimensionamento hidráulico e traçado das adutoras por gravidade
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CLASSIFICAÇÃO DAS ADUTORAS
• Quanto à natureza da água transportada
- Adutoras de água bruta
- Adutoras de água tratada
• Quanto à energia para a movimentação da água
- Adutora por gravidade (conduto livre ou forçado)
- Adutora por recalque
- Adutoras mistas
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS POR GRAVIDADE
• Conduto forçado: a água está sob pressão maior
que a atmosférica.
• Conduto livre: a água permanece sob pressão
atmosférica.
• As adutoras por gravidade também podem ter
trechos em conduto forçado e trechos em
conduto livre.
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ADUTORAS POR GRAVIDADE
Conduto Forçado
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS POR GRAVIDADE
Conduto Livre
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS POR GRAVIDADE
Trechos em Conduto Livre e
Forçado
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS POR RECALQUE
Recalque Simples
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS POR RECALQUE
Recalque Duplo
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ADUTORAS MISTAS
Trechos por Recalque e por Gravidade
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
Para o cálculo da vazão de dimensionamento
das adutoras é necessário conhecer os
seguintes fatores intervenientes:
• Horizonte de projeto;
• Vazão de adução;
• Período de funcionamento da adução.
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VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
HORIZONTE DE PROJETO
O horizonte de projeto a ser considerado depende
de fatores, tais como:
• Vida útil da obra;
• Evolução da demanda de água;
• Custo da obra;
• Flexibilidade na ampliação do sistema;
• Custo da energia elétrica.
O sistema de abastecimento de água utiliza um
horizonte de projeto entre 20 a 50 anos.
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VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
VAZÃO DE ADUÇÃO
A vazão de adução é estabelecida em função da
população a ser abastecida, da cota per capita, dos
coeficientes de variação das vazões e do número de
horas de funcionamento.
As vazões de dimensionamento dependem também
da sua posição em relação ao sistema de
abastecimento de água.
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VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
VAZÃO DE ADUÇÃO
Fonte: TSUTIYA
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PERÍODO DE FUNCIONAMENTO DA ADUÇÃO
• As vazões indicadas correspondem a adução
contínua
(24h/dia)
•Deverão ser maiores se o período for reduzido, por exemplo entre
16 e 20 h/dia em uma linha de recalque (adução intermitente)
•Pode haver economia com operação fora de horário de ponta do
sistema elétrico – início da noite (adução intermitente)
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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HIDRÁULICA PARA ADUTORAS
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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HIDRÁULICA PARA ADUTORAS
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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HIDRÁULICA PARA ADUTORAS
Equação da Continuidade:
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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HIDRÁULICA PARA ADUTORAS
Equações para cálculo das perdas de carga
PERDAS DISTRIBUÍDAS
a) Condutos livres
Existem várias equações que podem ser utilizadas para o
cálculo das perdas de carga em condutos livres, tais como:
• Chézy, Manning, Universal, Hazen-Williams, Gangüillet e
Kutter, Bazin, etc.
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ESCOAMENTO EM CONDUTOS LIVRES
Equação de Manning
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ESCOAMENTO EM CONDUTOS FORÇADOS
Equação de Hazen-Willians
Escoamento com água à temperatura ambiente
Tubulações com diâmetro maior ou igual a 50 mm
Escoamento turbulento
V 0,355 C D0,63 J0,54
Q 0,2788 C D2,63J0,54
L Q 1,852
h f 10,646
D 4,87
C = coeficiente que
depende da natureza (material e
C
estado de conservação) das paredes do tubo.
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Coeficiente de Hazen-Williams
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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ESCOAMENTO EM CONDUTOS FORÇADOS
Fórmula Universal
Válida para qualquer tipo de fluido
Válida para qualquer regime de escoamento.
8fL
hf 22 5
Qπ g D
hf = perda de carga contínua (m); f
= fator de atrito;
L = Comprimento da tubulação (m); Q
= vazão escoada (m3s-1);
D = Diâmetro da tubulação (m).
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ESCOAMENTO EM CONDUTOS FORÇADOS
Perdas localizadas
Método dos Comprimentos Virtuais ou Equivalentes
Adicionar à canalização existente, apenas para efeito de cálculo da
perda de carga, comprimentos de tubos (de mesmo D) que causariam
a mesma perda de carga da peça especial
Lv L
Lf
TECNOLOGIA
E TECNOLOGIA
ESCOAMENTO EM CONDUTOS FORÇADOS
Perdas localizadas
CIÊNCIA E
b) Método dos Diâmetros Equivalentes
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
Peças especiais são transformadas em um nº de diâmetros da
DE EDUCAÇÃO,
canalização existente
Lf nD
FEDERAL DE
n = número de diâmetros (Tabelado)
INSTITUTO FEDERAL
Lv L
INSTITUTO
Lf
TRAÇADO DA ADUTORA
Deverá ser levado em consideração os seguintes tópicos
para o traçado da adutora:
•Presença de vias e terrenos públicos, áreas de preservação
ambiental;
• Topografia;
• Tipo de solo: rochas, várzeas etc.;
• Interferências e travessias (de rodovias, ferrovias, rios etc.);
•Material da tubulação, ventosas, descargas, blocos de
ancoragem, proteção contra corrosão etc.;
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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TRAÇADO DA ADUTORA
Recomendações de projeto
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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TRAÇADO DA ADUTORA
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
DIMENSIONAMENTO DE
ADUTORAS
por Gravidade em Conduto Forçado
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Gravidade em Conduto Livre
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Recalque
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Recalque
• O diâmetro é hidraulicamente indeterminado
• Depende de aspectos econômico-financeiros:
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Recalque
Pré-dimensionamento pela “fórmula de Bresse”:
Funcionamento contínuo (24 h/dia)
DR K Q
em que:
DR - Diâmetro da tubulação de recalque
(m); Q - Vazão (m3/s);
K - Coeficiente econômico
(varia de 0,8 a 1,3).
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Recalque
*Fonte: Manual de Hidráulica, Azevedo Netto, 2010.
DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
por Recalque
Recomendações para o estudo do diâmetro econômico
da adutora:
•Pré-dimensionamento do diâmetro (faixa de velocidades) e
avaliação de alternativas considerando a vazão de projeto, o
comprimento da adutora, o desnível geométrico e o material da
tubulação.
• Análise econômica através do critério do valor presente.
•Consideração de todos os custos não comuns: tubulação,
montagem, escavação e reaterro, equipamentos, energia elétrica.
• As obras e custos comuns não necessitam ser considerados
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
Velocidades econômicas
⚫ Sucção: VS < 1,5 m/s (no máximo 2,0 m/s)
⚫ Recalque: VR < 2,5 m/s (no máximo 3,0
m/s)
VS = 1,0 m/s e VR
= 2,0 m/s
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DIMENSIONAMENTO DE ADUTORAS
Tubulação de Sucção
Fonte: NBR 12214/1992
MATERIAIS DAS ADUTORAS
Aspectos que devem ser consideradas na escolha:
• Não interferir nas propriedades físicas e químicas da água
• Alteração da rugosidade com o tempo (ex. incrustação)
• Estanqueidade
• Resistência química e mecânica
• Resistência a pressão da água (estática, dinâmica e
transitórios)
•Economia (custo da tubulação, aspectos
construtivos, instalação, necessidade de corrosão,
manutenção etc.) proteção a
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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PRINCIPAIS MATERIAIS DAS TUBULAÇÕES
Materiais metálicos:
• Aço
• Ferro Fundido Dúctil
Materiais não metálicos:
• Polietileno de Alta Densidade e Polipropileno (PE e PP)
• PVC
• Poliéster Reforçado com Fibra de Vidro (PRFV)
Vantagens: TUBULAÇÃO DE AÇO
•Alta resistência às
pressões internas e
externas
• Estanqueidade (com
junta soldada)
• Vários diâmetros e
tipos de juntas
•Competitivo
principalmente em
maiores diâmetros e
pressões
Desvantagens: TUBULAÇÃO DE AÇO
•Pouca resistência à
corrosão externa
•Precauções para
transporte e
armazenamento
• Cuidados com
a
dilatação térmica
•das paredes
Dimensionamento dos
tubos quanto ao
colapso
TUBULAÇÃO DE AÇO
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
TUBULAÇÃO DE AÇO
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
TUBULAÇÃO DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL
•Diâmetros: 16 opções de
50 a 1200 mm
• Comprimento: 6 a 8 metros
• Classes: K-9, K-7 e 1 MPa
• Revestimento interno
com
argamassa de cimento
• Revestimento externo
com
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TUBULAÇÃO DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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TUBULAÇÃO DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL
Fonte: ASFAMAS (2008)
TUBULAÇÃO DE POLIETILENO
• Diâmetros: 30 opções de 20 a 1600 mm
•Comprimento: limitado pelo transporte, até centena de
metros sem juntas (emissários submarinos)
• Classes: 8 opções de 32 a 250 mca
• Sem revestimento interno ou externo
• Leve e flexível
• Estanqueidade
• Resistência química
• Resistência à abrasão
• Menor rugosidade
• Baixa celeridade (transitórios)
BLOQUEIO DE ADUTORAS
Consiste na paralisação do escoamento, ocasionada pela
existência/entrada de ar confinado nos pontos altos de
adutora
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
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DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DAS
ADUTORAS
• Eliminação e admissão de ar
• Proteção contra corrosão
• Proteção contra os transitórios hidráulicos
VENTOSA EM ADUTORAS
Eliminação e admissão de ar
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
Fonte: http://www.pasquetti.com.br/protecao_de_redes_3.html
BLOCOS DE ANCORAGEM
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
BLOCOS DE ANCORAGEM
Fonte: Lúcia Porto - http://www.panoramio.com
Fonte: http://www.edsonprof.blogspot.com.br
ANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVE
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
LIMPEZA DE ADUTORAS
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
LIMPEZA DE ADUTORAS
Variação do Coef. De Hazen-Willians devido
a limpezas de raspagem
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE
ARGAMASSA DE CIMENTO
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
MEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOS
Medidores de vazão e pressão
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
MEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOS
Medidores de vazão
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
MEDIDORES EM CONDUTOS LIVRES
• Vertedores
• Calhas Parshall
• Medidor Acústico (ADCP)
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
TRAVESSIAS ENTERRADAS EM CURSOS
D’ÁGUA
• Necessitam de outorga
• Estudo Hidrológico
•Não devem interferir no corpo hídrico (gerar
obstáculo no fundo)
•Utilizar preferencialmente tubos de maior resistência
mecânica
• Envelopamento dos tubos em concreto magro (de baixa
resistência)
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
TRAVESSIAS AÉREAS EM CURSOS D’ÁGUA
• Necessitam de outorga
• Estudo Hidrológico
•Não devem interferir no corpo hídrico (construir
acima da cota de cheia, com folga)
• Diversos tipos de estruturas
• Podem ser feitas junto a obras de arte
existentes
(aproveitando uma lateral por ex.) desde que autorizadas
Fonte: ALEM SOBRINHO & CONTRERA (2016)
EXEMPLOS DE TRAVESSIA AÉREA
REFERÊNCIAS
ALEN SOBRINHO, P.; CONTRERA, R.C. Adutoras. Apresentação da
disciplina Saneamento II. São Paulo. Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo. Acesso em: 23/04/2016.
EXERCÍCIOS
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