Introdução à Rede de Dados e Cabeamento
Introdução à Rede de Dados e Cabeamento
v.15-1.0
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Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado
Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da
Processamento e rede
armazenamento
distribuído
Tendencias
Hiper conectividade
BigData
Acesso em nuvem
Internet das coisas
Solução Residencial
Conectividade de confiabilidade
FTTx
Conexão externa em alta
velocidade
Laserway
Alta velocidade na rede corporativa
A Furukawa possui soluções para redes internas e externas atraves de três sistemas de soluções:
• O canal é o meio físico por onde o sinal é transmitido e cada um deles possui
características de transmissão e suscetibilidade a interferências que necessitam
ser adequadas para que a informação possa ser transportada. O desempenho
do canal é diretamente afetado pelo ruído e como resultado a informação
recebida sempre será afetada por ele.
Classificação da rede
• Extensão geográfica
CAN
PAN
LAN
SAN
WAN
Classificação da rede
• Topologia de conexão
Barramento
Estrela
Anel
Classificação da rede
• Meio físico (Canal)
Roseta
Roseta
CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT
WAN
Equipamentos de comunicação
REPETIDOR
HUB
SWITCH
OLT
ROTEADOR
Diversas tecnologias foram desenvolvidas para implementação das redes locais ao longo das
últimas décadas. Cada uma refere-se a diferentes padrões, que especificam:
•As características do meio físico(cabos) e dos sinais elétricos ou ópticos que nele se propagam;
•Velocidade de comunicação;
•Estrutura de endereçamento;
CORE SWITCH
DISTRIBUTION SWITCH
DISTRIBUTION SWITCH
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Cabeamento estruturado
• Simplificar a instalação e
administração do sistema
Texto 1
Sistema de cabeamento estruturado
Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)
TIA 942
Topologia
Elementos funcionais que compõem um sistema de cabeamento genérico.
2 2 3 3
IC IC DB DB
2 2 2 2 2 2
1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP CP CP CP CP CP CP CP CP
TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
A C E G I-J
DC DB DA CP TO
B D F H TE
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Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Um cabo de par-trançado é formado por 4 pares de condutores de cobre, que podem ser
constituídos por fios rígidos ou flexíveis, e quanto maior o número de torções (binagem)
por centímetro de cada par, melhor a qualidade do cabo e menor a interferência entre os
pares.
Os cabos par trançado são geralmente classificados pela norma ANSI/TIA (American
National Standards Institute / Telecommunications Industry Association) ou pela norma
ISO/IEC (International Organization for Standardization and International Eletrotechnical
Comission), de acordo com as suas características construtivas (blindagem),
capacidade de transmissão e conforme sua resistência a flamabilidade.
Os cabos xTP são vendidos originalmente em caixas de 305 m, ou seja 1000 pés.
Além das características definidas por normas, os cabos devem atender também a
diretiva RoHS.
Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)
U/UTP F/UTP
x / xTP
Blindagem dos Pares
Blindagem Global
A norma ANSI/TIA, classifica os cabos de par trançado, tanto blindado como sem blindagem, por
Categorias, de acordo com a sua capacidade de transmissão. Hoje no mercado encontramos os cabos
Categoria 3, 5e, 6 , 6A e 8, atendendo taxas de transmissão de até 40 Gbps.
Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Impedância;
• Atenuação;
• Paradiafonia (NEXT);
• Return Loss (RL);
Extensão Metálica
Cabo
Patch Panel
Patch Cord
Conector Fêmea
Conector Fêmea
Patch Cord
Introdução a Fibra Óptica
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos,
características e tipos de fibras ópticas comumente utilizados no
mercado.
v.15-1.0
• A Fibra Óptica é um filamento de vidro com alta capacidade de transmitir raios
de luz.
• Cada Fibra que constitui um cabo óptico é formada basicamente por um núcleo
central de vidro, por onde ocorre a transmissão da luz e uma casca que reflete a
luz de volta ao núcleo.
Len Ray
Núcleo (core)
• Conduz os sinais de luz
• Composição: sílica pura
245 μm 125 μm 8 - 62.5 μm
Casca (cladding)
• Mantém a luz confinada no núcleo
• Composição: sílica e dopante
Revestimento (coating)
• Protege o vidro CORE
• Composição: acrilato CLADDING
COATING
Principais características das fibras ópticas
As fontes de luz utilizadas nas fibras MMF são o LED em A fonte de luz utilizada nas fibras SMF é o ILD(LASER).
instalações de 10 e 100Mbps (em Ethernet) e o VCSEL em
instalações de 100Mbps,1 e 10Gbps
“Discovery Channel – Segredo das Coisas
Como se Fabrica Fibra Óptica”.
Geleado Diretamente
Monomodo Geralmente
(G) Enterrado (DE)
(SMF)
Interno
(Tight)
Autos-
Sustentado
Seco (AS)
(S)
Em Dutos (DD)
Multimodo Geralmente
(MMF)
Externo Totalmente
Espinado
(Loose) Seco
(TS)
ESTRUTURA DO CABO ELEMENTO DE TRAÇÃO
ÓPTICO – TIGHT
Normalmente usado em FIBRAS
ÓPTICAS
rede interna
CAPA CORDÃO DE RASGAMENTO
Capa Externa
Rip-cord
Elemento central
Conectores ópticos
SC-APC
(SMF)
SC-PC
(SMF)
SC-PC
(MMF)
Os 3 inimigos da conexão óptica são:
• Poeira
Conector BOM
• Sujeira
Conector com
gordura das mãos
Classificação de Flamabilidade
para Cabos Metálicos e Ópticos
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Critérios segurança para cabeamento interno
Uma das primeiras normas que tratou sobre este assunto foi o NFPA 70 (NEC -
National Electrical Code), editado pela National Fire Protection Association (NFPA),
nos Estados Unidos. Baseado no NEC a UL (Underwriters Laboratories)
desenvolveu testes de flamabilidade e propagação a chamas.
Critérios segurança para cabeamento interno
Parâmetros Significado
Flamabilidade Trata-se de como a chama se propaga no cabo
Geração de Fumaça Refere-se à quantidade de fumaça gerada
Gazes Tóxicos Produzidos Refere-se ao grau de toxidade da fumaça
Corrosividade da Fumaça Refere-se ao poder de corrosão da fumaça
Critérios segurança para cabeamento interno
• UL - Estados Unidos
• IEC – Internacional
CABOS “LSZH”
São cabos que apresentam baixa emissão de fumaça e Câmara Teste Plenum – NFPA 272
sem a presença de halogênios (por ex. cloro, bromo) em
sua queima.
COG - PVC
Novas Tecnologias
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos,
características e novas tecnologias computacionais
v.15-1.0
Evolução do modelo de comunicação
Nuvem
Disponibilidade da
informação
Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado
Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da
Processamento e rede
armazenamento
distribuído
Evolução do modelo de comunicação
• Alta disponibilidade;
• Modularidade;
• Alta performance;
• Segurança;
• Eficiência operacional.
Redes ópticas passivas (PON)
Laserway
FTTx
FTTx (Fiber to the anywhere)
Roseta ONT
Roseta ONT
ODN
CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT
WAN
Norma TIA-568.0-E
(Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises)
Parâmetros Gerais
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos da
Norma TIA-568, e informações sobre topologia, MUTOA, ponto
de consolidação e cabos reconhecidos pela TIA-568.0-E.
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TIA-568.0-D Generic telecommunications cabling for customer premises
• “Component Standard”
• Normas requisitos
componentes
Topologia do sistema de cabeamento estruturado genérico
MC
DC Main Cross-Conect
3 3
IC
DB DB Intermediate
Cross-Conect
2 2 2
1
HC
DA DA DA Horizontal
1 Cross-Conect
1 1 1 1 1 1 1
1
CP CP CP CP CP
EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
Distributor Room
Interconnection Cross-connection
Active Equipment
Cord
Patch Cord
Connecting Hardware
Patch Cord
Patch Cords/Jumpers
Equipment
Cords
Equipment Outlets
Equipment
Laptop Computer
IXI Equipment Cords
Cabling Distributor A
Subsystem
1 Cable Cabling
Subsystem 2 or 3 Cable
MUTOA
Telephone Distributor Room
Equipment Outlet Space
MUTOA (TIA-568.0-D – 5.9.1)
Cabling Equipment
Laptop Computer Subsystem 1
Cable
IXI
Telephone
Equipment Outlet Space Equipment Cords
Cabling
Subsystem 1
Cabling Distributor A
Cable
Subsystem Cabling
1 Cable Subsystem 2 or 3 Cable
CP
Distributor Room
Laptop Computer
Telephone
Equipment Outlet Space
• Cada ponto de consolidação (CP) atende no Máximo 12 WA.
• Somente é permitido uma CP por Cabling Subsystem.
• Distância não deve ser inferior a 15 m do distribuidor devido a
problemas de NEXT.
• Deve estar sempre fixado em Pontos Permanentes.
• O CP é opcional na interconexão do subsistema de cabeamento 1.
Ponto de consolidação (TIA-568.0-D – 5.9.2)
Cabo
Patch Cord
Patch Panel
Ponto de Consolidação
Extensão Metálica
Patch Cord
Ponto de consolidação (TIA-568.0-D – 5.9.2) x MUTOA (TIA-568.0-D – 5.9.1)
Patch cord
Patch cord
Cabo Rígido
Patch cord
Patch cord
• A distância do Rack a tomada de • O patch cord da área de trabalho pode
telecomunicações é de até 90 metros ter até 22 metros feito com cabo
sempre com cabo rígido. flexível, conforme tabela anterior.
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Sistema de cabeamento estruturado
Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)
WA WA WA WA
WA WA TE
IXI
HC
TR HC WA
HC
TR
AP
MC IC
ES ER ER WA WA
Telecommunications
Outlet/Connectors
TR (Splice or Innerconnect) WA
TR WA
Legend:
Equipment
ER Equipment Room
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
IXI WA Work Area
Telecommunications Outlet
Backbone Cable
Centralized Cross -Connect ER Horizontal Cable
Terminologia TIA-568 e ISO/IEC-11801
2 2 3 3
IC IC DB DB
2 2 2 2 2 2
1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP CP CP CP CP CP CP CP CP
TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
• Na TR, o patch cord poderá ter o comprimento máximo de 5 m feito com cabo flexível.
Espaço da TR
Área Servida m2 (ft2) Tamanho mínimo m (ft)
1.000 (10.000) 3 x 3,4 (10 x 11)
800 (8.000) 3 x 2,8 (10 x 9)
500 (5.000) 3 x 2,2 (10 x 7)
Backbone Cabling (TIA-568.1-D - 9)
(Cabling Subsystem 2 e 3)
HC
TR
O cabeamento deve ser planejado para acomodar a AP
diversidade de aplicações, ampliações, manutenção e
realocação dos equipamentos. EF
MC
ER
Cabos reconhecidos:
Itens Descrição
• Cabo de par trançado (TIA-568-D.2);
CP Consolidation Point
• Cabo de Fibra Óptica MM (TIA-568-D.3) 2 Fibras; WA Work Area
• Cabo de Fibra Óptica SM (TIA-568-D.3) 2 Fibras; MUTOA Multi User
Telecommunication
• Broadband coaxial cabling (TIA-568-D.4). Outlet Assembly
Horizontal Cabling (TIA-568.1-D - 10)
(Cabling Subsystem 1)
Itens Descrição
TO
CP Consolidation Point
WA CP IXI HC
WA Work Area
MUTOA Multi User
Legend:
Telecommunication
TO Telecommunications Outlet
WA Work Area Outlet Assembly
HC IXI Horizontal Cross-Connect
TO CP Consolidation Point
Horizontal Cable
WA
• No mínimo dois permanents links devem ser providenciados para cada WA.
• O cabo par trançado (xTP) deve possuir a impedância de 100 ohms, conforme ANSI/TIA-
568-D.2.
Work Area (TIA-568.1-D - 11)
• No mínimo 2 tomadas de TO
telecomunicações para um máximo de WA CP IXI HC
10 m².
Legend:
• A somatória dos patch cords (TR + WA) TO Telecommunications Outlet
pode ser no máximo 10 metros, feito WA
IXI
Work Area
Horizontal Cross-Connect
com cabo flexível. TO CP Consolidation Point
WA Horizontal Cable
Parâmetros Mecânicos e de
Transmissão para Cabos UTP 4 Pares
v.15-1.0
Parâmetros mecânicos (TIA-568-C.2 - 5)
Padrão de Cores
Para os cabos UTP de 4 pares, a norma faz referência aos parâmetros mecânicos,
modelo de conexão, código de cores utilizados nos conectores e parâmetros de
transmissão.
Código de Cores do Condutor Isolado para Cabos 4 Pares
Par Código de Cores Abreviatura
Branco-Azul (W-BL)
Par 1
Azul (BL)
Branco-Laranja (W-O)
Par 2
Laranja (O)
Branco-Verde (W-G)
Par 3
Verde (G)
Branco-Marrom (W-BR)
Par 4
Marrom (BR)
Raio de curvatura
• Cabo UTP Raio = 4x o diâmetro
Pinagem padrão
T568A
Construção
• 4 pares trançados de 26 AWG a 22
AWG.
NEXT (Paradiafonia)
FEXT (Telediafonia)
dB
• ACR-N deve ser calculado para todos os pares do
DUT.
ratio, Near-end)
PROPAGATION DELAY*
•Um injetor PoEmidspan é tipicamente um dispositivo de duas portas que injeta energia
em um ponto ao longo do cabeamento UTP. Midspanssão usados para alimentar PDsque
estão conectados a switches que não fornecem PoE. O midspaninjeta energia CC no cabo e
os dados passam via injetor de forma transparente. Na maioria desses dispositivos, o limite
de distância de 100 metros se aplica em toda extensão –desde o switch até o PD.
Cabos Metálicos
Neste capítulo o treinando conhecerá os principais cabos
metálicos da Furukawa.
v.15-1.0
Família de Produtos – Cabos LAN
-MM
Características - Nomenclatura
Blindagem Global
Blindagem dos Pares
U: Unshield (sem proteção)
F: Foil (fita)
S: Braid screen (malha)
-MM
S/UTP U/FTP S/FTP SF/UTP
MultiLan
CAT. 5e
-MM
CAT. 5e CAT. 5e
U/UTP Dupla
F/UTP Capa
25P
CAT. 5e
CAT. 5e
Indoor/
Outdoor Outdoo
UV r
GigaLan
CAT. 6
CAT. 6 CAT. 6
U/UT F/UTP com
fita WB
P
CAT. 6
Dupla
Capa CAT. 6
Indoor Premium
/Outdoor
UV
GigaLan MAX
21 (3/4) 4 3
27 (1) 7 6
35 (1 ¼) 12 10
41 (1 ½) 16 15
53 (2) 22 20
63 (2 ½) 36 30
Mais fácil de 78 (3) 50 40
instalar
6,0 mm 5,6 mm
Mais flexível
GigaLan Augmented
CAT. 6A
Taxa de transmissão
10Gbps Backbone
100m
Limite de desempenho
500 Mhz Data Centers
GigaLan Augmented
PS ANEXT
CAT. 6A 40
EIA/TIA
CAT. 6A
50
U/UTP F/UTP
60
U/UTP
70
Diâmetro
F/UTP
8,6 mm
80
7,5 mm
dB
90
100
Peso
80 kg/km
110 57 kg/km
120 Desempenho AlienXtalk
130
0 100 200
10dB300de margem
400 500 600
Freq MHz
Cabeamento Categoria 7/7A
Custo
elevado Não há norma definida
v.15-1.0
Segurança do trabalho
1. Capacete
Capacete de segurança para proteção contra
impactos de objetos sobre o crânio;
capacete de segurança para proteção contra
choques elétricos;
2. Óculos
Óculos de segurança para proteção dos olhos
contra impactos de partículas volantes;
3. Protetor Auditivo
Protetor Auricular descartável ou não, para
proteção de ruídos;
4. Protetor Respiratório
Máscara descartável para proteção de resíduos
em suspensão no ar.
Segurança do trabalho
5. Luva
Luva de segurança para proteção das mãos contra
agentes cortantes e perfurantes;
Luva de segurança para proteção das mãos contra
choques elétricos;
6. Uniforme
Para proteção de braços / pernas
7. Cinto de Segurança e Dispositivo Trava queda
Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do
usuário contra quedas em operações com movimentação
vertical ou horizontal, utilizado com cinta de segurança
para proteção contra quedas.
8. Calçado de Segurança
Para proteção dos pés,
9. Detector de fase
Conhecido como chave teste, verifica se as partes
metálicas próximas ao trabalhador estão energizadas.
Imprescindível nas instalações em postes com rede
elétrica
Norma TIA-606-B-1
(Administration Standard for Telecommunications Infrastructure)
v.15-1.0
TIA-606-B-1
Identificação do
patch panel
PP ADM 2A.1.28-01
Identificação do cabo em
ambas as extremidades
TR ADM.2A.1.28-01
Identificação no espelho
PT ADM.02.01
TR ADM.2A.1.28-01
Identificação da terminação por código de cores
v.15-1.0
Instalação de redes metálicas
Antes de realizar uma instalação, é necessário seguir alguns critérios para evitar contratempos durante a
realização do serviço.
Separamos este tema em cinco etapas, desde quando você recebe o projeto até a montagem da rede.
• Verificar onde se encontram os quadros de energia, tomadas elétricas, a tensão e corrente dessas
tomadas e se podem ser utilizadas;
1
2 3 4 5
6 7 8 10
9
11 12 13
Lançamento de cabos
• Os cabos xTP devem ser lançados obedecendo à carga de tracionamento máxima, que não deverá
ultrapassar o valor de 11,3 kgf, pois tracionamentos excessivos podem causar o alongamento dos
condutores e alterar as características elétricas e construtivas;
Lançamento de cabos
• Os cabos xTP não devem ser estrangulados, torcidos ou prensados, com o risco de
provocar alterações nas características originais;
• Evite lançar cabos xTP no interior de dutos que contenham umidade excessiva e não
permita que os cabos xTP fiquem expostos a intempéries, pois não possuem proteção
para tal;
Lançamento de cabos
• Evitar que sejam lançados próximos a fontes de calor, pois a temperatura máxima de
operação permissível ao cabo é de 60ºC;
• Jamais poderão ser feitas emendas nos cabos xTP, com o risco de provocar um ponto de
oxidação e provocar falhas de comunicação.
Classificação de flamabilidade
Tipo
Fabricante
Lançamento de cabos
• Se instalar os cabos U/UTP na mesma infraestrutura com cabos de energia e/ou aterramento,
deve haver uma separação física de proteção para circuitos de 20 A e 120/240V.
• Quando a infraestrutura não for composta de materiais metálicos, CUIDADO com fontes de
energia eletromagnética.
• Após o lançamento, os cabos xTP devem ser acomodados adequadamente de forma que os
mesmos possam receber acabamentos, isto é, amarrações e conectorizações.
Notas: Cuidados: O raio de curvatura do cabo não deve ser inferior a 4 vezes o diâmetro do
mesmo e evitar que o comprimento dos pares destorcidos ultrapasse 13 mm.
Montagem do plug RJ45 macho
1. Decapar a capa externa do cabo cerca de 20 mm.
Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após
a crimpagem, certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja
presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e
utilizam alicates especiais, não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do plug RJ45 macho
5. Inserir o cabo no conector com a trava voltada para baixo. Certificar que os
condutores estão nas posições corretas e totalmente inseridos no conector nas
respectivas ranhuras.
6. A capa externa do cabo U/UTP deve ser inserida até a entrada dos condutores nas cavidades dos
contatos.
Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a crimpagem, certifique-se os
condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam alicates especiais, não
podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do patch panel
1. Decapar a capa externa do cabo U/UTP aproximadamente 50 mm com o cuidado de não danificar
os condutores. Segurar firmemente o cabo na remoção da capa externa. Evitar que o comprimento
máximo dos pares destrançados ultrapasse o valor de 13 mm.
2. Posicionar os pares de acordo com as instruções indicadas na parte traseira do patch panel.
3. Conectar os condutores individualmente usando a ferramenta 110 Punch Down Tool na posição de
baixo impacto, obedecendo a correspondência entre as cores dos condutores e dos terminais. Os
cabos deverão ser instalados e crimpados partindo do centro do painel e distribuídos em direção às
duas laterais, dividindo os cabos em duas partes.
Montagem do patch panel
5. Agrupar ordenadamente e fixar os cabos entre si por velcro na parte traseira do patch panel.
Lixo comum
ou a queima.
Atualmente, o destino
do PVC contido
nos cabos pode ser:
Sucateiros e
ferros-velho
Responsabilidade
compartilhada
É dever de cada um de
nós, como cidadãos,
buscar e implantar as Os processos de tratamento de
melhores práticas para resíduos da Furukawa são
a sustentabilidade do certificados pelos respectivos
planeta. órgãos com responsabilidade
ambiental.
Processo de trituração
Processo de separação do cobre
Programa Green IT O Green IT é uma
solução sustentável
que tem o objetivo de
racionalizar a utilização
de recursos não-
renováveis.
-Reduz significativamente a
utilização de recursos não-
renováveis;
- Economiza energia.
Fluxograma do projeto
Cliente solicita o
1 Programa
* A emissão do certificado não é automática. O participante do programa deverá solicitar o certificado se houver interesse.
Passo a passo
1 Cadastro
http://www.furukawa.com.br/br/
Solicitação de embalagens
2 Bag 1
Capacidade: 20 a 25kg
Dimensões:
40 x 53 x 40cm (LAP)
Solicitação de embalagens
Bag 2
(Pallet)
110 X 11 cm X 110cm
Importante
• Cabos eletrônicos
• Cabos de energia
• Cabos telefônicos
Transportadora
homologada pela
Furukawa.
Resultado obtido
• 50 kg de materiais pesados
• 9,5 toneladas de minério de cobre
• 956 kWh de energia - energia
suficiente para abastecer mais de 7
residências de classe média
durante 1 mês.
FONTE:
www.greenpeace.org.br/toxicos/pdf/relatorio_formiga.doc
http://sbrt.ibict.br/upload/sbrt3705.pdf
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/3513/2/SoraiaZaionczB.
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Linha GigaLan Augmented
(CAT.6A)
Este material é baseado no catálogo FCS.
v.15-1.0
Slide. 154
Componentes do canal metálico
Extensão Metálica
Cabo
Patch Panel
Patch Cord
Conector Fêmea
Conector Fêmea
Patch Cord
Slide. 155
Patch cord CAT.6A F/UTP
Slide. 156
Conector fêmea CAT.6A FTP 90/180
Slide. 157
Conector fêmea CAT.6A UTP
Cabo U/UTP
Cabo F/UTP
Slide. 159
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP
Slide. 160
Patch panel descarregado
A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os
conectores fêmea CAT.6A UTP e/ou FTP.
Slide. 161
Aplicações da Solução
• Data Centers;
• Backbones;
Slide. 162
Norma ABNT NBR 14565:2013
(Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers)
Parâmetros Gerais
Neste capítulo apresentamos um comparativo entre as normas TIA
e a norma ABNT.
v.15-1.0
ABNT NBR 14565:2013
Esta norma foi escrita com base nos conceitos da ISO/IEC 11801.
CD
Subsistema de
Cabeamento de
Backbone de
Campus
BD BD
Subsistema de
Cabeamento de
Backbone de
Edifício
FD FD FD FD
Subsistema de
CP CP Cabeamento
CP CP Horizontal
TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO
Cabos opcionais
TO
WA
Tomada de telecomunicações
• A primeira tomada, deve ser obrigatoriamente UTP;
• A segunda tomada, pode ser óptica ou metálica.
Patch cords
• Não ultrapassar 5 m do FD (Distribuidor de Piso);
• Não ultrapassar 20 m para cabos UTP 24 AWG na área de trabalho;
• Não ultrapassar 15 m para cabos UTP 26 AWG na área de trabalho.
Ponto de consolidação:
• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;
• No mínimo a 15 m do FD (Distribuidor de Piso).
NBR 14565:2013 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
ISO/IEC 24702 e
OS2b 0,4 0,4 0,4
IEC 60793-2-50, Tipo B1.3
a
A classificação OS1 aborda as fibras monomodo usualmente referenciadas como
“convencional”, com características descritas nas ITU-T G.652.A / ITU-T G.652.B.
b
A classificação OS2 aborda as fibras monomodo usualmente referenciadas como “baixo pico
d´água”, com características descritas nas ITU-T G.652.C / ITU-T G.652.D.
NBR 14565:2013 x TIA-568 – Código de cores para fibras ópticas
MD
Subsistema de
Cabeamento de
Distribuição
Principal
ZD ZD
Subsistema de
Cabeamento de ABNT TIA
Distribuição por
Zonas MD MDA
LDP LDP LDP LDP
ZD ZDA
EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
HD HDA
Cabos opcionais
Sala de Computadores
• Pé direito mínimo 3,5 m, entre o piso e a laje, sugerindo-se 3,8 m;
• Portas de acesso, largura mínima 1,20 m e altura livre mínima 2,2 m com
abertura para fora da sala e ser do tipo corta-fogo.
Piso Elevado
• Placas de dimensões típicas de 0,60 m x 0,60 m;
• Altura mínima sugerida 0,40 m;
• Area perfurada mínima recomendada 25% do total da placa.
Racks
• Recomenda a altura de até 2,1 m;
• Não são recomendados racks com altura superior a 2,5 m.
Sistema de ar condicionado:
• Sistema independente, operando 24 horas por dia, sete dias por semana;
• Temperatura de 18° C a 27° C, umidade de no mínimo 30 % e máximo 60 %;
• A máxima variação do ambiente é de 5° C em 1 hora.
Medições em Redes Metálicas
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos de medições em redes
metálicas baseado no equipamento Fluke DTX1800.
Este conteúdo foi desenvolvido e aprovado pela Fluke Networks para a
certificação MCT Fluke.
Slide. 172
Certificação em redes metálicas
Certificação:
Equipamentos de teste:
Slide. 173
Certificação em redes metálicas
Nível IIe:
Testes nível I e nível II, ACR-F, Return Loss, Propagation
Delay e Skew Delay
Nível III:
Testes nível IIe, até a frequência de 250 MHz
Nível IV:
Testes nível III, até a frequência de 600 MHz
Slide. 174
Certificação em redes metálicas
Slide. 176
Channel link (Link do canal)
Slide. 177
Testador de cabos (Scanners) – Fluke Networks DTX-1800
•10GBASE-T;
Slide. 178
Wiremap (Malha Elétrica)
Slide. 179
Resistence (Resistência)
SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a
Norma TIA
- Não é fornecido um PASS/FAIL
(PASSA/FALHA).
- Somente um “i” , informação somente, ao lado
do parametro.
Slide. 180
Length (Comprimento)
SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a Norma
ISO, não é fornecido um PASS/FAIL
(PASSA/FALHA), somente um “i” , informação
somente, ao lado do parametro.
Slide. 181
Propagation Delay (Retardo de Propagação)
Slide. 182
Delay Skew (Desvio de Retardo)
Slide. 183
Insert Loss – IL (Perda de Inserção)
Slide. 184
Return Loss – RL (Perda de Retorno)
Slide. 185
Return Loss – RL (Perda de Retorno)
Slide. 186
NEXT – Near End Cross Talk (Paradiafonia)
Slide. 187
FEXT – Far End Cross Talk (Telediafonia)
Slide. 188
PS-NEXT (Power Sum Near End Cross Talk)
Slide. 189
ACR-N (Attenuation Crosstalk Ratio Near End)
Slide. 190
PS-ACR-N (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Near End)
Slide. 191
ACR-F (Attenuation Crosstalk Ratio Far End)
Slide. 192
PS-ACR-F (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Far End)
Slide. 193
Limites de Precisão do Scanner
PASS
Tester´s
accuracy
uncertainty
range
PASS*
FAIL*
LIMIT
PASS*
FAIL FAIL*
Slide. 194
Troubleshooting de NEXT e/ou Return Loss
NEXT Excesso de conexões no link Cuidado com aplicações simultâneas de voz e dados
Slide. 195
Scanner Fluke – Funções Especiais
Slide. 197
Exercício de Medições em
Redes Metálicas
Os exercícios apresentados são referentes a medições em
cabeamento metálico com o equipamento DTX1800.
Este conteúdo foi desenvolvido e aprovado pela Fluke Networks
para a certificação MCT Fluke.
v.15-1.0
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
RETURN
HDTDR LOSS 0,8 % 3%
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio 01