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Introdução à Rede de Dados e Cabeamento

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Introdução à Rede de Dados e Cabeamento

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Introdução à Rede de Dados

Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos e


características da rede de comunicação de dados

v.15-1.0
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• Vídeo informativo, pode levar você a um link


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• Link para material complementar na internet.


Evolução do modelo de comunicação
Nuvem
Disponibilidade da
informação

Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado

Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da
Processamento e rede
armazenamento
distribuído
Tendencias

 Hiper conectividade
 BigData
 Acesso em nuvem
 Internet das coisas

Os sistemas e seus componentes ,agora tem que ser mais


rápido e mais eficiente.
Evolução do modelo de comunicação
Nuvem
Disponibilidade da informação –
Alta capacidade de
armazenamento e processamento

Solução Residencial
Conectividade de confiabilidade

FTTx
Conexão externa em alta
velocidade

Laserway
Alta velocidade na rede corporativa
A Furukawa possui soluções para redes internas e externas atraves de três sistemas de soluções:

• FBS-Furukawa Broadband System


• FCS-Furukawa Connectivity System
• FIS- Furukawa Industrial System
Sistema genérico de comunicação

• O canal é o meio físico por onde o sinal é transmitido e cada um deles possui
características de transmissão e suscetibilidade a interferências que necessitam
ser adequadas para que a informação possa ser transportada. O desempenho
do canal é diretamente afetado pelo ruído e como resultado a informação
recebida sempre será afetada por ele.
Classificação da rede
• Extensão geográfica

CAN

PAN

LAN

SAN
WAN
Classificação da rede
• Topologia de conexão

Barramento

Estrela

Anel
Classificação da rede
• Meio físico (Canal)

Redes metálicas Rede Wireless


(Cabos metálicos Par Trançado) (sem fio)

Rede em Fibra Óptica


Tecnologias para rede LAN
Rede Ethernet Rede PON

Roseta

Roseta

CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT

WAN
Equipamentos de comunicação

REPETIDOR
HUB
SWITCH
OLT
ROTEADOR
Diversas tecnologias foram desenvolvidas para implementação das redes locais ao longo das
últimas décadas. Cada uma refere-se a diferentes padrões, que especificam:

•A estrutura das ligações dos elementos na rede (topologiadarede);

•As características do meio físico(cabos) e dos sinais elétricos ou ópticos que nele se propagam;

•Formato de codificação da informação;

•Velocidade de comunicação;

•Estrutura de endereçamento;

•Recursos de controle de recuperação de situações deerro;

•Procedimentos de controle defluxos de informação,entre outros .


Equipamentos de comunicação

CORE SWITCH

DISTRIBUTION SWITCH

ACCESS SWITCH ACCESS SWITCH

DISTRIBUTION SWITCH

ACCESS SWITCH ACCESS SWITCH


Equipamentos de comunicação

O filme ilustra, por meio de animação 3D, como a comunicação é feita


entre dois computadores na Internet. O vídeo pode ser encontrado no site
http://www.warriorsofthe.net.

“Warriors of the Net (Portuguese)”.

Este vídeo, feito pela Metalab com o apoio da empresa


Ericsson e publicado no YouTube, explica o conceito
dos equipamentos utilizados em uma rede.
Conceito de Cabeamento
Estruturado
Neste capítulo o treinando conhecerá os principais conceito de
cabeamento estruturado

v.15-1.0
Cabeamento estruturado

O cabeamento estruturado é um sistema


único de cabeamento, capaz de transmitir
dados, voz e imagem.

Ao projetar um sistema de cabeamento


estruturado, a flexibilidade é o ponto mais
importante.

• Simplificar a instalação e
administração do sistema

• Flexibilidade de mudanças de layout

• Convergência de dados e sistemas


multimídias

Texto 1
Sistema de cabeamento estruturado
Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)

Work Area (WA)


Telecommunication Room (TR)

Equipament room (ER)

Entrance Facilities (EF)


Normas de cabeamento estruturado
TIA 568 / TIA 569 / TIA 606

Toda esta infraestrutura foi padronizada


através de normas, para:

• permitir a interoperabilidade entre os TIA 570


diversos fabricantes desta solução;

• orientar o projeto de novas instalação e


adequação das já existentes; TIA 1005

• fornecer subsidio para os fabricantes de


equipamentos.

TIA 942
Topologia
Elementos funcionais que compõem um sistema de cabeamento genérico.

Topologia do sistema de cabeamento Topologia do sistema de cabeamento


estruturado em edifícios comerciais estruturado genérico
MC DC

2 2 3 3

IC IC DB DB

2 2 2 2 2 2

1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP CP CP CP CP CP CP CP CP

TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO

DA Distributor A 1 Cabling Subsystem 1 Cable


MC Main Cross-connect 1 Horizontal Cable
DB Distributor B 2 Cabling Subsystem 2 Cable
IC Intermediate Cross-connect
DC Distributor C
HC Horizontal Cross-connect
EO Equipment Outlet 3 Cabling Subsystem 3 Cable
TO Telecommunications Outlet 2 Backbone Cable
CP Optional Consolidation Point
CP Optional Consolidation Point
Optional Tie Cabling
Optional Tie Cabling

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os cabos e hardwares de conexão.


Elementos do cabeamento estruturado
Subsistema de Cabeamento Genérico

A C E G I-J
DC DB DA CP TO

B D F H TE

Sistema de Cabeamento Subsistema de


Subsistema de Cordão da Área de
de Backbone de Cabeamento de
Cabeamento Horizontal Trabalho
Campus Backbone de Edifício

A. Distribuidor de Campus (DC)


B. Backbone de Campus
C.Distribuidor de Edifício (DB)
D.Backbone de Edifício
E. Distribuidor de Piso (DA)
F. Cabeamento Horizontal
G.Ponto de Consolidação (CP)
H.Cabo do Ponto de Consolidação (Cabo do CP)
I. Tomada de Telecomunicações Multiusuário (MUTOA)
J. Tomada de Telecomunicações (TO)
O Backbone ou cabeamento vertical deve ser instalado na configuração estrela com hierarquia, não
sendo permitido mais de dois níveis hierárquicos de cross-connect no Backbone, para reduzir a
degradação dos sinais e simplificar o gerenciamento dos sistema de cabeamento estruturado instalado.
Introdução ao Cabeamento
Metálico
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos,
características e aplicações dos cabos metálicos.

v.15-1.0
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

• Um cabo de par-trançado é formado por 4 pares de condutores de cobre, que podem ser
constituídos por fios rígidos ou flexíveis, e quanto maior o número de torções (binagem)
por centímetro de cada par, melhor a qualidade do cabo e menor a interferência entre os
pares.

• O diâmetro do condutor de cobre é especificado em AWG (American Wire Gauge), e


representa quantas vezes o fio deve ser processado para atingir a sua bitola (diâmetro)
final.
Cat.5e Cat.6 Cat.6A

AWG Diâmetro (mm)


19 0,91
22 0,64
23 0,57
24 0,51
26 0,41
A técnica de transmissão utilizada em cabos de par trançado é
chamada de transmissão balanceada
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

“Processo de Fabricação do Cabo de


Rede (Par Trançado).”.

Este vídeo, feito pela Discovery Channel e publicado no


YouTube, demonstra como é fabricado o cabo de par
trançado.
Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)

Os cabos par trançado são geralmente classificados pela norma ANSI/TIA (American
National Standards Institute / Telecommunications Industry Association) ou pela norma
ISO/IEC (International Organization for Standardization and International Eletrotechnical
Comission), de acordo com as suas características construtivas (blindagem),
capacidade de transmissão e conforme sua resistência a flamabilidade.

Os cabos xTP são vendidos originalmente em caixas de 305 m, ou seja 1000 pés.

Além das características definidas por normas, os cabos devem atender também a
diretiva RoHS.
Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)

U/UTP F/UTP

x / xTP
Blindagem dos Pares
Blindagem Global

S/UTP U/FTP S/FTP SF/UTP


Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)

A norma ANSI/TIA, classifica os cabos de par trançado, tanto blindado como sem blindagem, por
Categorias, de acordo com a sua capacidade de transmissão. Hoje no mercado encontramos os cabos
Categoria 3, 5e, 6 , 6A e 8, atendendo taxas de transmissão de até 40 Gbps.
Classificação dos cabos par trançado (xTP – Twisted-Pair)

Nos meios de transmissão metálicos xTP, as características elétricas estão diretamente


relacionadas com o desempenho dos cabos de par-trançado e sua Categoria, pois a
transmissão dos sinais de dados irá depender, basicamente, dos parâmetros elétricos dos
cabos. Assim, a qualidade de um cabo é determinada pelos seguintes parâmetros:

• Impedância;
• Atenuação;
• Paradiafonia (NEXT);
• Return Loss (RL);

• Velocidade Nominal de Propragação (NVP);


Componentes do cabeamento metálico

Extensão Metálica

Cabo
Patch Panel
Patch Cord

Conector Fêmea

Conector Fêmea

Patch Cord
Introdução a Fibra Óptica
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos,
características e tipos de fibras ópticas comumente utilizados no
mercado.

v.15-1.0
• A Fibra Óptica é um filamento de vidro com alta capacidade de transmitir raios
de luz.

• Cada Fibra que constitui um cabo óptico é formada basicamente por um núcleo
central de vidro, por onde ocorre a transmissão da luz e uma casca que reflete a
luz de volta ao núcleo.

Len Ray
Núcleo (core)
• Conduz os sinais de luz
• Composição: sílica pura
245 μm 125 μm 8 - 62.5 μm

Casca (cladding)
• Mantém a luz confinada no núcleo
• Composição: sílica e dopante

Revestimento (coating)
• Protege o vidro CORE
• Composição: acrilato CLADDING

COATING
Principais características das fibras ópticas

• Dimensões reduzidas quando comparada aos cabos metálicos;

• Total imunidade à interferências Eletromagnéticas;

• Maior segurança no tráfego de informações;

• Alcança maiores distâncias;

• Possui maior capacidade de transmissão;

• Realidade custo X benefício;

• Aplicada em sistemas de telefonia, redes de comunicação de dados e em


sistemas de altas taxas de transmissão.
Tipos de fibras ópticas
Existem dois tipos de fibras ópticas, Multimodo (MMF) e Monomodo (SMF).

Multimodo (MMF) Monomodo (SMF)


Diâmetro do núcleo: 50µm ou 62,5μm Diâmetro do núcleo: 9 μm

As fontes de luz utilizadas nas fibras MMF são o LED em A fonte de luz utilizada nas fibras SMF é o ILD(LASER).
instalações de 10 e 100Mbps (em Ethernet) e o VCSEL em
instalações de 100Mbps,1 e 10Gbps
“Discovery Channel – Segredo das Coisas
Como se Fabrica Fibra Óptica”.

Este vídeo, feito pela Discovery Channel e publicado no


YouTube, demonstra como é fabricada a fibra óptica.
FIBRAS CABOS

NÚCLEO USO TIPO INSTALAÇÃO

Geleado Diretamente
Monomodo Geralmente
(G) Enterrado (DE)
(SMF)
Interno
(Tight)
Autos-
Sustentado
Seco (AS)
(S)

Em Dutos (DD)
Multimodo Geralmente
(MMF)
Externo Totalmente
Espinado
(Loose) Seco
(TS)
ESTRUTURA DO CABO ELEMENTO DE TRAÇÃO

ÓPTICO – TIGHT
Normalmente usado em FIBRAS
ÓPTICAS
rede interna
CAPA CORDÃO DE RASGAMENTO

Capa Externa
Rip-cord

CABOS ÓPTICOS TIPO Elemento de Tração Waterblocking


Elemento Bloqueador de Água
LOOSE Fio de Amarração
Normalmente usado em Tubo loose

rede externa Elementos bloqueadores


de água

Elemento central
Conectores ópticos

• Os conectores ópticos possuem a função de conectar a fibra


óptica ao componente óptico dos equipamentos de modo
rápido e eficiente.
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os componentes de
mesmas cores.

SC-APC
(SMF)

SC-PC
(SMF)

SC-PC
(MMF)
Os 3 inimigos da conexão óptica são:

• Poeira
Conector BOM

• Sujeira

• Umidade Conector SUJO

Conector com
gordura das mãos
Classificação de Flamabilidade
para Cabos Metálicos e Ópticos

Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos de


características de flamabilidade

v.15-1.0
Critérios segurança para cabeamento interno

Em função da quantidade crescente de cabos internos utilizados em edifícios,


aumentou a preocupação dos fabricantes, instaladores e usuários, quanto as
características de retardância a chama destes cabos durante incêndios.

Uma das primeiras normas que tratou sobre este assunto foi o NFPA 70 (NEC -
National Electrical Code), editado pela National Fire Protection Association (NFPA),
nos Estados Unidos. Baseado no NEC a UL (Underwriters Laboratories)
desenvolveu testes de flamabilidade e propagação a chamas.
Critérios segurança para cabeamento interno

Em relação ao comportamento do cabo frente à chama, temos os seguintes


parâmetros:

Parâmetros Significado
Flamabilidade Trata-se de como a chama se propaga no cabo
Geração de Fumaça Refere-se à quantidade de fumaça gerada
Gazes Tóxicos Produzidos Refere-se ao grau de toxidade da fumaça
Corrosividade da Fumaça Refere-se ao poder de corrosão da fumaça
Critérios segurança para cabeamento interno

Métodos de ensaio de comportamento de cabos frente a queima


ou chama estão definidas principalmente pelas normas:

• UL - Estados Unidos
• IEC – Internacional

CABOS “LEAD FREE”


Cabine IEC 60332-1-2
Atende a política ambiental – RoHS (Restriction of the use
Bandeja queima IEC 60332-3D
of certain hazardous substances) que restringe o uso de
Chumbo; Cádmio; Cromo hexavalente; Mercúrio; PBB
(Polibrominados bifenilos) e PBDE (Éteres difenílicos
polibromados)

CABOS “LSZH”

São cabos que apresentam baixa emissão de fumaça e Câmara Teste Plenum – NFPA 272
sem a presença de halogênios (por ex. cloro, bromo) em
sua queima.

Câmara UL 1685 (UL 1581 Vertical tray)


Classificação de frente à chama para cabos

Metálico Óptico Descrição


Instalações residenciais com pouca
concentração de cabos e sem fluxo de ar
CMX - forçado.
A área descoberta não deve ser superior a 3 m
(instalações residenciais).
Aplicação genérica para instalações horizontais,
em instalações com alta ocupação, em locais
CM COG (OFN)
sem fluxo de ar forçado.
Indicados para instalações verticais em “shafts”
prediais ou instalações que ultrapassem mais de
CMR COR (OFNR)
um andar, em locais sem fluxo de ar forçado
(RISER).
Para aplicação horizontal em locais
(fechados, confinados) com ou sem fluxo de ar
CMP COP (OFNP)
forçado (PLENUM).
Classificação de frente à chama para cabos

Metálico Óptico Descrição

LSZH-1: Indicados para serem instalados em


locais com baixa concentração de cabos e em
LSZH-1 LSZH-1 dutos protegidos.

LSZH-3: Indicados para aplicações em caminhos


e espaços horizontais e verticais com ou sem
LSZH-3 LSZH-3 fluxo de ar forçado ou em locais com condições
de propagação de fogo similares a estas, em
áreas onde se constata grande afluência de
público.

COG - PVC
Novas Tecnologias
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos,
características e novas tecnologias computacionais

v.15-1.0
Evolução do modelo de comunicação
Nuvem
Disponibilidade da
informação

Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado

Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da
Processamento e rede
armazenamento
distribuído
Evolução do modelo de comunicação

Devido ao aumento significativo da geração de informações, aliado à


velocidade de conexão com a nuvem, processamento e armazenamento,
surgem novas tecnologias capazes de atender às novas demandas do
mercado e o uso de recursos em data centers e redes baseadas em
fibras ópticas se tornam cada vez mais comuns.

“A Internet das coisas, explicada pelo


NIC.br”.

Este vídeo, feito pelo Nic.br e publicado no YouTube,


explica o conceito de Internet das coisas.
Data center
É um sistema de alta disponibilidade definido
como um prédio ou parte de um prédio com a
função principal de abrigar uma sala de
equipamentos e suas áreas de suporte.

Em abril de 2005 foi publicada a norma TIA-


942 Telecommunications Infrastruture
Standard for Data Center.

O ambiente de Data Center pode ser


considerado multidisciplinar e o seu projeto
deve abranger as seguintes áreas:

• Controle de acesso; “Microsoft Datacenter Tour


• Prevenção de incêndio; (long version)”.
• Energia e iluminação;
Este vídeo, feito pela Microsoft e
• HVAC (heating, ventilating and air publicado no YouTube, explica as
conditioning); preocupações necessárias ao projetar
• Arquitetura e infraestrutura; um data center.
• Redundância;
• Cabeamento estruturado.
Data center

O Projeto de um data center deve considerar


soluções com:

• Alta disponibilidade;

• Modularidade;

• Alta performance;

• Gerenciamento de camada física;

• Segurança;

• Eficiência operacional.
Redes ópticas passivas (PON)

Com o desenvolvimento das tecnologias de redes ópticas passivas (PON)


surgem soluções inovadoras, tais como, FTTx e Laserway.

Laserway
FTTx
FTTx (Fiber to the anywhere)

As redes ópticas passivas (PON) distribuem os serviços de dados, voz e imagem


por meio de fibras ópticas, utilizando tecnologias GPON e EPON, ambas
padronizadas pelos institutos ITU e IEEE, respectivamente.

Vantagens de uma rede totalmente óptica

• Atende a crescente demanda de banda dos usuários residenciais;


• Suporta Triple Play (Dados, Voz e Vídeo);
• Facilidade de instalação da rede e de ativação de novos clientes;
• Baixa atenuação, permitindo uma distância maior entre o provedor e o
cliente final;
• Maior qualidade e estabilidade na transmissão de informações;
• Meio físico não sofre interferências externas;
• Custos em declínio;
• Baixo custo de manutenção.
Laserway
Rede Ethernet Rede PON

Roseta ONT

Roseta ONT

ODN
CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT

WAN
Norma TIA-568.0-E
(Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises)

Parâmetros Gerais
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos da
Norma TIA-568, e informações sobre topologia, MUTOA, ponto
de consolidação e cabos reconhecidos pela TIA-568.0-E.

v.15-1.0
TIA-568.0-D Generic telecommunications cabling for customer premises

Premises Standards Cabling and Component


Common Standards
Standards

A norma ANSI/TIA-568 define ANSI/TIA-568.0 ANSI/TIA-568.1 ANSI/TIA-568.2


os principais conceitos de (Generic) (Commercial) (Balanced
twisted-pair)
cabeamento estruturado, seus ANSI/TIA-569 ANSI/TIA-570
elementos, topologia, tipos de (Pathways and
spaces)
(Residential) ANSI/TIA-568.3
(Optical Fiber)
cabos e tomadas, distâncias e
testes de certificação. ANSI/TIA-606
(Administration)
ANSI/TIA-942
(Data Centers) ANSI/TIA-568.4
(Broadband
coaxial)
ANSI/TIA-1005
No documento TIA-568.0-D, ANSI/TIA-607
(Bounding and (Industrial)
vamos destacar a topologia da grounding
[earthing])
rede, os conceitos de MUTOA ANSI/TIA-1179
(Healthcare) • “Common Standard” -
(Multi User Telecomunication ANSI/TIA-758 • Normas Genéricas
Outlet Access) e ponto de (Outside plant)
ANSI/TIA-4966
consolidação (CP), bem como ANSI/TIA-862
(Educational) • “Premises Standards”
os cabos reconhecidos para o (Building
• Normas Ambientes
Específicos
cabeamento estruturado. automation
systems)
• Exceções e permissões a
norma genérica

• “Component Standard”
• Normas requisitos
componentes
Topologia do sistema de cabeamento estruturado genérico

MC
DC Main Cross-Conect

3 3

IC
DB DB Intermediate
Cross-Conect

2 2 2

1
HC
DA DA DA Horizontal
1 Cross-Conect
1 1 1 1 1 1 1
1
CP CP CP CP CP

EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO

DA Distributor A 1 Cabling Subsystem 1 Cable


DB Distributor B 2 Cabling Subsystem 2 Cable
DC Distributor C
EO Equipment Outlet 3 Cabling Subsystem 3 Cable
CP Optional Consolidation Point
Optional Tie Cabling

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os cabos e hardwares de conexão.


Interconnection e cross-connection

Os distribuidores (DA, DB e DC) utilizados nas ERs (Equipments Room) e TR (Telecomunication


Room) podem ser instalados no modelo Interconnection ou Cross-Connection.

Distributor Room

Interconnection Cross-connection
Active Equipment

Cord

Patch Cord

Connecting Hardware

Patch Cord

Connecting Hardware Connecting Hardware

Equipment Outlet Equipment Outlet


MUTOA (TIA-568.0-D – 5.9.1)

• Atende no máximo 12 WA;


• Deve ser fixada em Pontos Permanentes.
• O tamanho do patch cord na área de trabalho, para links metálicos, pode ser de até 22
metros dependendo do tamanho do horizontal cabling. Para links ópticos o total do link
(patch cords + Cabeamento Horizontal) pode ser de até 100 metros.

Patch Cords/Jumpers

Equipment
Cords
Equipment Outlets
Equipment

Laptop Computer
IXI Equipment Cords

Cabling Distributor A
Subsystem
1 Cable Cabling
Subsystem 2 or 3 Cable
MUTOA
Telephone Distributor Room
Equipment Outlet Space
MUTOA (TIA-568.0-D – 5.9.1)

Comprimento dos patch cords (TIA-568.0-D – 5.10)


Máximo comprimento do Patch Cord em Canal
Os comprimentos dos cabos Metálicos e
Ópticos dependem da aplicação utilizada. Link m Maximum Combined Length of Cords m (ft)
(ft)
D=0 D=0.2 D=0.5
Permanent Link 90 m
90 (296) 12 (39) 10 (33) 8 (26)
Channel 100 m
85 (279) 17 (56) 14 (46) 11 (36)
C= (102-H)/(1+D) 80 (262) 22 (72) 18 (59) 15 (49)

75 (246) 27 (89) 22 (72) 18 (59)


W=C-T≤ 22 m 70 (230) 32 (105) 27 (89) 21 (69)
para cabos com pares de 24AWG U/UTP
65 (213) 37 (121) 31 (102) 25 (82)
ou SF/UTP
60 (197) 42 (138) 35 (115) 28 (92)
W=C-T≤ 17 m
55 (180) 47 (154) 39 (128) 31 (102)
para cabos com pares de 26AWG
SF/UTP 50 (164) 52 (171) 43 (141) 35 (115)
Onde: 45 (148) 57 (187) 47 (154) 38 (125)
C = máximo valor do cabo da WA, cabo de 40 (131) 62 (203) 52 (171) 41 (135)
equipamento e patch cable 35 (115) 67 (220) 56 (184) 45 (148)
H = comprimento total do cabeamento horizontal 30 (98) 72 (236) 60 (197) 48 (157)
(C+H  100 m ) 25 (82) 77 (253) 64 (210) 51 (167)
D = fator relativo à dimensão do patch cord 20 (66) 82 (269) 68 (223) 55 (180)
(0,2 para 24 AWG U/UTP ou SF/UTP e 15 (49) 87 (285) 72 (236) 58 (190)
0,5 para 26 AWG SF/UTP) 10 (33) 92 (302) 77 (253) 61 (200)
W = comprimento máximo do cabo da área de 5 (16) 97 (318) 81 (266) 65 (213)
trabalho 0 (0) 102 (335) 85 (279) 68 (223)
T = tamanho total de patch cords e cordões de
equipamento na TR.
Ponto de consolidação (TIA-568.0-D – 5.9.2)
Equipment Outlets Patch Cords/Jumpers

Cabling Equipment
Laptop Computer Subsystem 1
Cable

IXI
Telephone
Equipment Outlet Space Equipment Cords

Cabling
Subsystem 1
Cabling Distributor A
Cable
Subsystem Cabling
1 Cable Subsystem 2 or 3 Cable
CP
Distributor Room
Laptop Computer

Telephone
Equipment Outlet Space
• Cada ponto de consolidação (CP) atende no Máximo 12 WA.
• Somente é permitido uma CP por Cabling Subsystem.
• Distância não deve ser inferior a 15 m do distribuidor devido a
problemas de NEXT.
• Deve estar sempre fixado em Pontos Permanentes.
• O CP é opcional na interconexão do subsistema de cabeamento 1.
Ponto de consolidação (TIA-568.0-D – 5.9.2)

Cabo
Patch Cord

Patch Panel
Ponto de Consolidação

Extensão Metálica

Patch Cord
Ponto de consolidação (TIA-568.0-D – 5.9.2) x MUTOA (TIA-568.0-D – 5.9.1)

Cabo Rígido Cabo Rígido

Patch cord
Patch cord
Cabo Rígido
Patch cord

Patch cord
• A distância do Rack a tomada de • O patch cord da área de trabalho pode
telecomunicações é de até 90 metros ter até 22 metros feito com cabo
sempre com cabo rígido. flexível, conforme tabela anterior.

• A somatória dos patch cords pode ser no


máximo 10 metros, feito com cabo flexível.
Cabos reconhecidos (TIA-568.0-D)

A norma TIA-568.0-D reconhece cabos par trançado CAT.5e ou superior, cabos


de fibras ópticas do tipo multimodo (MMF) ou monomodo (SMF), bem como,
cabos coaxiais.
CAT.5e CAT.5e CAT.6 CAT.6A MMF SMF Coaxial
25p 4p 4p 4p
Edifícios Comerciais 75 Ω
Cabeamento Horizontal Sim (Série
Não Sim Sim Sim Sim
(TIA-568.1-D) 6 e 11)
Edifícios Comerciais 75 Ω
Backbone Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-568.1-D) 6 e 11)
Data Center
OM3 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Não Sim Sim Sim (734 e 735)
(TIA-942-A) OM4
Data Center
OM3 75 Ω
Backbone Sim Sim Sim Sim Sim (734 e 735)
(TIA-942-A) OM4
Residencial 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-570-C) 6, 11 e 59)
Residencial 75 Ω
Backbone (Série
(TIA-570-C) Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6, 11 e 59)
Norma TIA-568.1-E
(Commercial Building Telecommunications Cabling Standard)

Requisitos para Cabeamento


Estruturado
Neste capítulo o treinando conhecerá os principais requisitos
desta norma para implementação do cabeamento estruturado.

v.15-1.0
Sistema de cabeamento estruturado

Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)

Work Area (WA)


Telecommunication Room (TR)

Equipament room (ER)

Entrance Facilities (EF)


Modelo de conexão

A norma TIA-568.1-E define o modelo de conexão para o cabeamento


estruturado em edifícios comerciais.

WA WA WA WA

WA WA TE

IXI
HC
TR HC WA
HC
TR
AP

MC IC
ES ER ER WA WA

Legend: Cable Legend:


AP Access Provider Campus or Inter-building Backbone
ES Entrance Room or Space Building Backbone
ER Equipment Room Horizontal Cable
MC Main Cross-Connect (Distributor C) Access Provider Cabling
IC Intermediate Cross-Connect (Distributor B)
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
HC Horizontal Cross-Connect (Distributor A)
WA Work Area
Telecommunications Outlet/Connector (Equipment Outlet)
IXI Cross Connect
Modelo de conexão

A norma TIA-568.1-E reconhece o uso de fibras ópticas lançadas diretamente da


TR para a WA, possibilitando a aplicação de soluções Laserway (PON LAN –
Passive Optical Network) e FTTA (Fiber to the Apartment).

(Splice or Innerconnect) Telecommunications


Outlet/Connectors
TE WA

Telecommunications
Outlet/Connectors

TR (Splice or Innerconnect) WA

(Pull-through Cable) Telecommunications


Outlet/Connectors

TR WA

Legend:
Equipment
ER Equipment Room
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
IXI WA Work Area
Telecommunications Outlet
Backbone Cable
Centralized Cross -Connect ER Horizontal Cable
Terminologia TIA-568 e ISO/IEC-11801

Topologia do sistema de cabeamento Topologia do sistema de cabeamento


estruturado em edifícios comerciais estruturado genérico
Norma TIA-568 Norma ISO/IEC-11801-2
MC DC

2 2 3 3

IC IC DB DB

2 2 2 2 2 2

1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP CP CP CP CP CP CP CP CP

TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO

DA Distributor A 1 Cabling Subsystem 1 Cable


MC Main Cross-connect 1 Horizontal Cable
DB Distributor B 2 Cabling Subsystem 2 Cable
IC Intermediate Cross-connect
DC Distributor C
DC Horizontal Cross-connect
EO Equipment Outlet 3 Cabling Subsystem 3 Cable
TO Telecommunications Outlet 2 Backbone Cable
CP Optional Consolidation Point
CP Optional Consolidation Point
Optional Tie Cabling
Optional Tie Cabling

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os cabos e hardwares de conexão.


Entrance Facilities (TIA-568.1-D - 6 )

A Entrance Facility (EF) consiste no encaminhamento, espaços, equipamentos


de proteção e outros que são usados para conectar a infraestrutura de
telecomunicação para acesso ao Provedor de Acesso, Backbone Inter-Building e
a infraestrutura do Campus.
Equipament Room (TIA-568.1-D - 7 )

• Equipament room (ER´s) possui um conceito diferente de TR´s e TE


´s, devido aos equipamentos existente nessa sala.

• A ER pode prover qualquer ou todas as funções de uma TR ou TE.

• O MC (Distributor C) de um prédio comercial está localizado na ER.

• O IC (Intermediate-Cross Connect; Distributor B) e Horizontal Cross-


connects (HCs; Distributor A) também podem estar localizados na ER.

• O Acesso a ER deve ser controlado e não pode servir como caminho de


passagem a outras áreas.
Equipament Room (TIA-568.1-D - 7 )

• O Tamanho da ER deve ser


proporcional a 0,07 m2 para cada 10 m2
work área, sendo que a área mínima é
de 14 m2.

• Na ER, o patch cord poderá ter o


comprimento máximo de 5 m feito com
cabo flexível.

• No mínimo duas tomadas de 127 V x 20


A elétricas devem ficar a disposição.

• As condições de umidade e temperatura


devem seguir o especificado na norma
TIA-569.
Telecomunication Room (TIA-568.1-D - 8)

O Telecommunications Rooms (TR) e o Telecommunications Enclosures (TE) provem um ponto de acesso


entre a área de trabalho (WA) e o Backbone.

A TR ou TE deve seguir os seguintes requisitos:

• Na TR, o patch cord poderá ter o comprimento máximo de 5 m feito com cabo flexível.

• Mínimo de uma sala de telecomunicações por piso, andar ou pavimento.

• Salas adicionais deverão ser utilizadas quando:


a) A área que será atendida > 1000 m2.
b) A distância da área de trabalho a distribuição horizontal é superior a 90 m.

Espaço da TR
Área Servida m2 (ft2) Tamanho mínimo m (ft)
1.000 (10.000) 3 x 3,4 (10 x 11)
800 (8.000) 3 x 2,8 (10 x 9)
500 (5.000) 3 x 2,2 (10 x 7)
Backbone Cabling (TIA-568.1-D - 9)
(Cabling Subsystem 2 e 3)

Tem a função de prover as conexões entre a EF WA WA


(Entrance Facilities) com a ER (Equipament Room) e a
ER (Equipament Room) com as TRs
WA
(Telecommunication Room). WA

HC
TR
O cabeamento deve ser planejado para acomodar a AP
diversidade de aplicações, ampliações, manutenção e
realocação dos equipamentos. EF
MC
ER

Cabos reconhecidos:
Itens Descrição
• Cabo de par trançado (TIA-568-D.2);
CP Consolidation Point
• Cabo de Fibra Óptica MM (TIA-568-D.3) 2 Fibras; WA Work Area
• Cabo de Fibra Óptica SM (TIA-568-D.3) 2 Fibras; MUTOA Multi User
Telecommunication
• Broadband coaxial cabling (TIA-568-D.4). Outlet Assembly
Horizontal Cabling (TIA-568.1-D - 10)
(Cabling Subsystem 1)

Itens Descrição
TO
CP Consolidation Point
WA CP IXI HC
WA Work Area
MUTOA Multi User
Legend:
Telecommunication
TO Telecommunications Outlet
WA Work Area Outlet Assembly
HC IXI Horizontal Cross-Connect
TO CP Consolidation Point
Horizontal Cable
WA

• O cabeamento horizontal deve ser construído sempre na topologia estrela com


comprimento máximo de 90 m.

• No mínimo dois permanents links devem ser providenciados para cada WA.

• Os 4 pares do cabo devem ser terminados no conector.

• O cabo par trançado (xTP) deve possuir a impedância de 100 ohms, conforme ANSI/TIA-
568-D.2.
Work Area (TIA-568.1-D - 11)

• Área onde o equipamento terminal de


telecomunicações é usado e contém as
ANSI/TIA-568.1-D
tomadas a que esses equipamentos
serão conectados.

• No mínimo 2 tomadas de TO
telecomunicações para um máximo de WA CP IXI HC

10 m².
Legend:
• A somatória dos patch cords (TR + WA) TO Telecommunications Outlet
pode ser no máximo 10 metros, feito WA
IXI
Work Area
Horizontal Cross-Connect
com cabo flexível. TO CP Consolidation Point
WA Horizontal Cable

• A norma reconhece o uso de MUTOAs


(Multi User Telecomunicatons Outllets
Assembly) e CP (Ponto de
Consolidação) para atender as áreas
de trabalho com flexibilidade.
Norma TIA-568-C.2
(Balanced Twisted-Pair Telecommunications Cabling and Components Standard)

Parâmetros Mecânicos e de
Transmissão para Cabos UTP 4 Pares

v.15-1.0
Parâmetros mecânicos (TIA-568-C.2 - 5)

Padrão de Cores
Para os cabos UTP de 4 pares, a norma faz referência aos parâmetros mecânicos,
modelo de conexão, código de cores utilizados nos conectores e parâmetros de
transmissão.
Código de Cores do Condutor Isolado para Cabos 4 Pares
Par Código de Cores Abreviatura
Branco-Azul (W-BL)
Par 1
Azul (BL)
Branco-Laranja (W-O)
Par 2
Laranja (O)
Branco-Verde (W-G)
Par 3
Verde (G)
Branco-Marrom (W-BR)
Par 4
Marrom (BR)

Padrão de cores Padrão de cores


T568A T568B
Parâmetros mecânicos (TIA-568-C.2 - 5)

Raio de curvatura
• Cabo UTP Raio = 4x o diâmetro

• Cabo S/UTP Raio = 8x o diâmetro

Pinagem padrão
T568A

Construção
• 4 pares trançados de 26 AWG a 22
AWG.

• Padrão de Pinagem T568A ou Pinagem padrão


T568B. T568B
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

Especificação para canal até Categoria 6A

Especificação para canal para Categoria 8


Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)
Os parâmetros de transmissão, com relação aos valores medidos para o
link permanente e o link do canal, são definidos pela norma TIA-568-C.2
de acordo com a Categoria e aplicação do cabo.
RETURN LOSS - RL (Perda de Retorno)

• Uma relação expressa em dB da potência do sinal


de saída para a potência do sinal refletido.

• O RL deve ser medido para todos os pares do


DUT (Device Under Test), de 1 MHz até a
frequência máxima para a Categoria.

INSERT LOSS - IL (Perda de Inserção)

• IL é a perda da potência do sinal resultado da


inserção dos elementos na linha de transmissão.

• O IL deve ser medido para todos os pares do DUT


de 1 MHz até a frequência máxima para a
Categoria.
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

NEXT (Paradiafonia)

• NEXT é a medida da diferença de


intensidade do sinal entre um par
perturbador e um par perturbado, medida
próximo (NEAR) a fonte do par
perturbador.
FEXT

FEXT (Telediafonia)

• FEXT é a medida da diferença de


intensidade do sinal entre um par
PS-ACR-F
perturbador e um par perturbado, medida
distante (FAR) a fonte do par perturbador.

• Não é estabelecido para cabeamentos


horizontais.
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

ACR-N (Attenuation to crosstalk ratio, Near-end)

dB
• ACR-N deve ser calculado para todos os pares do
DUT.

• ACR-N = NEXT – IL (Atenuação)

PS-ACR-N (Power Sum Attenuation to crosstalk MHz

ratio, Near-end)

• PS-ACR-N deve ser calculado para todos os pares


do DUT.

• PS-ACR-N = PSNEXT PIOR VALOR – IL (Atenuação)


Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

PS-NEXT (Power Sum Next)

• Power Sum NEXT é um cálculo, não é uma medição.

• PS NEXT é derivada da soma dos efeitos individuais NEXT


em cada par pelos outros três pares .

• PS NEXT varia significativamente com frequência.

PS-FEXT (Power Sum Far End x-cross Talk)

• Considera-se a somatória de interferências do sinal aplicado


em três pares sobre o quarto par distante, é calculado.

• É importante nas redes que utilizam todos os quatro pares de


fios.
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

ACR-F (Attenuation to crosstalk ratio, Far)

• ACR-F deve ser calculado para todos os pares do DUT.

• É calculado através da formula, ACR-F = FEXT – IL (Atenuação), e


representa o sinal recebido na ponta distante.

PS-ACR-F (Power Sum Attenuation to crosstalk ratio, Far)

• Considera-se a somatória de interferências do sinal aplicado em três pares


sobre o quarto par distante menos a Atenuação, e é calculado através da
formula: PSACR-F = PSFEXT PIOR VALOR – IL (Atenuação).
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2 - 6)

PROPAGATION DELAY*

• É o tempo que o sinal leva para ir de uma


ponta a outra de um cabo.

• O valor é dado em ns (nanossegundos).

PROPAGATION DELAY SKEW*

• É a diferença entre o atraso da


propagação do sinal, do par mais rápido e
o par mais lento em um cabo de par
trançado.

• O valor é dado em ns (nanossegundos)


* ANSI / TIA -1152 exige testadores de
• Valores de menor Delay Skew são campo para fazer a medição em 10 MHz .
melhores.
Parâmetros de transmissão (TIA-568-C.2)

NVP (Velocidade de propagação nominal)

• A NVP é expressa como uma porcentagem da velocidade da luz.


Ela pode ser medida em campo ou fornecida pelo fabricante,
variando de 60% a 80% conforme a norma TIA-568-C.2.

• A NVP deve ser configurada de acordo com as especificações do


fabricante ou medida em campo, antes da certificação dos
parâmetros de rede.
Dispositivos PoE:
•O PSE -Power SourcingEquipmenté o dispositivo que fornece ou injeta energia em uma
rede PoE. Existem dois tipos de PSE: o endspane o midspan. O primeiro está localizado na
extremidade de um link, enquanto um midspanfica no meio do link.

•Um PD -PoweredDevice é um dispositivo que consome energia do PSE. Um exemplo de


um PD é um telefone baseado em voz sobre IP de um desktop. Um switch PoEendspané
um switch Ethernet com capacidades PoEincorporadas de forma que os dados e a energia
sejam enviados via cabo UTP.

•Um injetor PoEmidspan é tipicamente um dispositivo de duas portas que injeta energia
em um ponto ao longo do cabeamento UTP. Midspanssão usados para alimentar PDsque
estão conectados a switches que não fornecem PoE. O midspaninjeta energia CC no cabo e
os dados passam via injetor de forma transparente. Na maioria desses dispositivos, o limite
de distância de 100 metros se aplica em toda extensão –desde o switch até o PD.
Cabos Metálicos
Neste capítulo o treinando conhecerá os principais cabos
metálicos da Furukawa.

v.15-1.0
Família de Produtos – Cabos LAN

-MM
Características - Nomenclatura

X / XTP U/UTP F/UTP

Blindagem Global
Blindagem dos Pares
U: Unshield (sem proteção)
F: Foil (fita)
S: Braid screen (malha)

-MM
S/UTP U/FTP S/FTP SF/UTP
MultiLan

CAT. 5e

-MM

Taxa de transmissão Residências


Limite de desempenho
1Gbps  100m
100 Mhz Pequenos comércios
MultiLan

CAT. 5e CAT. 5e
U/UTP Dupla
F/UTP Capa
25P

CAT. 5e
CAT. 5e
Indoor/
Outdoor Outdoo
UV r
GigaLan

CAT. 6

Taxa de transmissão Bancos


Cabeamento
1Gbps  100m estruturado
Limite de desempenho Empresas de grande porte
250 Mhz
GigaLan

CAT. 6 CAT. 6
U/UT F/UTP com
fita WB
P

CAT. 6
Dupla
Capa CAT. 6
Indoor Premium
/Outdoor
UV
GigaLan MAX

Número máximo de cabos baseado em


uma ocupação permitida (30 %)
GIGALA Diâmetro do
eletroduto
N MAX mm (pol.)
Sem filler Com filler

21 (3/4) 4 3
27 (1) 7 6
35 (1 ¼) 12 10
41 (1 ½) 16 15
53 (2) 22 20
63 (2 ½) 36 30
Mais fácil de 78 (3) 50 40
instalar

6,0 mm 5,6 mm

Mais flexível
GigaLan Augmented

CAT. 6A

Taxa de transmissão
10Gbps  Backbone
100m
Limite de desempenho
500 Mhz Data Centers
GigaLan Augmented

PS ANEXT

CAT. 6A 40

EIA/TIA
CAT. 6A
50
U/UTP F/UTP
60
U/UTP
70
Diâmetro
F/UTP
8,6 mm
80
7,5 mm
dB

90

100
Peso
80 kg/km
110 57 kg/km
120 Desempenho AlienXtalk
130
0 100 200
10dB300de margem
400 500 600
Freq MHz
Cabeamento Categoria 7/7A

Custo
elevado Não há norma definida

Conectores GG45, TERA ou ARJ45


Cabeamento Categoria 8

TIA Category 8 (ANSI/TIA-568-C.2-1)

Limite de desempenho Data Centers Taxa de transmissão


2000 Mhz RJ-45 25/40 Gbps
Canal horizontal máx. 30 metros

Link permanente máx. 24 metros

Patch cord: 2, 3 ou 4 metros


Segurança do Trabalho
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos
de Segurança do Trabalho

v.15-1.0
Segurança do trabalho

Durante as atividades de instalação, a segurança da


equipe de trabalho é de extrema importância e cada
atividade possui riscos característicos que determinam os
equipamentos de proteção a serem utilizados.

Devemos cumprir as conformidades das Normas


Regulamentadoras para proteção individual e coletiva.

• NR-06 – Equipamentos de proteção individual;


• NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em
Eletricidade;
• NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em
Espaços Confinados.
• NR-35 – Segurança no Trabalho em Altura

EPI – Equipamento de Proteção Individual


EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
Segurança do trabalho

São EPIs utilizados em instalações de telecomunicações:

1. Capacete
Capacete de segurança para proteção contra
impactos de objetos sobre o crânio;
capacete de segurança para proteção contra
choques elétricos;

2. Óculos
Óculos de segurança para proteção dos olhos
contra impactos de partículas volantes;

3. Protetor Auditivo
Protetor Auricular descartável ou não, para
proteção de ruídos;

4. Protetor Respiratório
Máscara descartável para proteção de resíduos
em suspensão no ar.
Segurança do trabalho

São EPIs utilizados em instalações de telecomunicações:

5. Luva
Luva de segurança para proteção das mãos contra
agentes cortantes e perfurantes;
Luva de segurança para proteção das mãos contra
choques elétricos;

6. Uniforme
Para proteção de braços / pernas
7. Cinto de Segurança e Dispositivo Trava queda
Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do
usuário contra quedas em operações com movimentação
vertical ou horizontal, utilizado com cinta de segurança
para proteção contra quedas.

8. Calçado de Segurança
Para proteção dos pés,
9. Detector de fase
Conhecido como chave teste, verifica se as partes
metálicas próximas ao trabalhador estão energizadas.
Imprescindível nas instalações em postes com rede
elétrica
Norma TIA-606-B-1
(Administration Standard for Telecommunications Infrastructure)

Parâmetros Gerais de Identificação


Neste capítulo o treinando conhecerá o modelo de identificação
reconhecido pela norma TIA-606-B-1 para edifícios comerciais.

v.15-1.0
TIA-606-B-1

A Norma ANSI/TIA-606-B-1 (Administration Standard for Telecommunications


Infrastructure) possibilita a utilização de um esquema de administração
padronizado, independente de aplicação, que poderá ser alterado diversas
vezes ao longo da vida do edifício.

A administração do Sistema pode ser realizada por meio de identificação por


códigos ou cores, de modo manual ou por sistemas computadorizados. Nessa
administração podemos incluir cabos, patch panels, blocos 110, TR, eletrodutos
etc., porém, não compreende a administração de ativos conectados aos
outlets.
Identificação do sistema de cabeamento
Identificação do rack

RACK ADM 2A.1

Identificação do
patch panel

PP ADM 2A.1.28-01
Identificação do cabo em
ambas as extremidades
TR ADM.2A.1.28-01

Identificação no espelho

PT ADM.02.01
TR ADM.2A.1.28-01
Identificação da terminação por código de cores

As etiquetas de terminação, que identificam as duas pontas do mesmo cabo,


precisam ser da mesma cor. A cor identifica o tipo de serviços e conexões
cruzadas são feitas genericamente entre campos de terminação de duas cores
diferentes.

Cor Elemento Identificador


Laranja Ponto de demarcação (terminação do escritório central)

Verde Terminação de conexões de rede no ponto de demarcação (lado cliente)

Terminação de cabos originada de equipamentos comuns (PABX,


Violeta
computadores, LANs e multiplex)

Identifica o primeiro nível do backbone (da conexão cruzada principal para a


Branco
conexão cruzada intermediária ou ao armário de telecomunicações)
Segundo nível da terminação do backbone (da conexão cruzada
Cinza
intermediária ao armário de telecomunicações)

Terminação da mídia da estação de telecomunicações; exigido somente no


TC e sala de equipamentos ao final do cabo e não no outlet de
Azul
telecomunicações

Terminações do cabo do backbone interedifícios ou campus (conexão


Marrom
cruzada principal à conexão cruzada intermediária remota)
Terminação de circuitos auxiliares, alarmes, manutenção, segurança e
Amarelo
outros circuitos menores
Vermelho Terminações telefônicas
As-Built

O “As-Built” apresenta as informações provenientes de vários registros da


infraestrutura, como plantas, memoriais descritivos, relatórios de testes que
representam exatamente a execução da obra. Sendo a fonte inicial das
informações para a administração da infraestrutura do cabeamento.

A primeira versão do “As-Built” vem do projeto da rede, e deve ser atualizado de


acordo com alterações de instalações e mudanças ocorridas durante a vida útil
do projeto.

As ordens de Serviços documentam operações necessárias para a


implementação de mudanças que afetam a infraestrutura. Essas informações
também proveem dados necessários para alterações dos registros apropriados
dentro do sistema de administração.

Sistemas de gerenciamento de camada física, ajudam a ter arquivos atualizados


das mudanças no cabeamento.
Instalação de Redes Metálicas
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos de
Instalações de Redes Metálicas

v.15-1.0
Instalação de redes metálicas

Antes de realizar uma instalação, é necessário seguir alguns critérios para evitar contratempos durante a
realização do serviço.

Separamos este tema em cinco etapas, desde quando você recebe o projeto até a montagem da rede.

De posse do projeto de instalação

• Vistoriar o local para avaliar o projeto e onde colocar os materiais;

• Verificar normas existentes no local de trabalho quanto ao estacionamento e tráfego de veículos,


trajes, crachás e exigências quanto a EPIs e EPCs, local para alimentação, horário de trabalho,
autorizações necessárias, procedimentos de carga e descarga, equipamentos necessários, entre
outros.
Local da Instalação

• Limpar e organizar o Local de trabalho;

• Isolar os equipamentos que serão mantidos;

• Verificar onde se encontram os quadros de energia, tomadas elétricas, a tensão e corrente dessas
tomadas e se podem ser utilizadas;

• Iniciar a montagem da infraestrutura seca, isto é, a montagem de conduites, eletrocalhas, pisos


elevados, etc...
Ferramentas básicas necessárias
1. Alicate de Corte 6. Ferramenta de Crimpagem Rápida 11. Estilete

2. Alicate de Bico 7. Chave de Fenda/Philips 12. Decapador UTP

3. Alicate Universal 8. Chave de Boca 13. Mapeador de cabos

4. Alicate de Crimpar 9. Escada

5. Ferramenta Punch Down 10. Passa Fio

1
2 3 4 5

6 7 8 10
9

11 12 13
Lançamento de cabos

• Os cabos xTP (cabos de par trançado) devem ser lançados ao


mesmo tempo em que são retirados das caixas ou bobinas e
preferencialmente de uma só vez, ou seja, nos trechos onde
deva ser lançado mais de um cabo em um duto, todos os
cabos deverão ser lançados de uma só vez, respeitando-se a
taxa de ocupação dos dutos

• Os cabos xTP devem ser lançados obedecendo-se o raio de


curvatura mínimo do cabo que é de 4 vezes o diâmetro do
cabo.

• Os cabos xTP devem ser lançados obedecendo à carga de tracionamento máxima, que não deverá
ultrapassar o valor de 11,3 kgf, pois tracionamentos excessivos podem causar o alongamento dos
condutores e alterar as características elétricas e construtivas;
Lançamento de cabos

• Os cabos xTP não devem ser estrangulados, torcidos ou prensados, com o risco de
provocar alterações nas características originais;

• No caso de haver grandes sobras de cabos xTP, deverão ser armazenadas


preferencialmente em bobinas, devendo-se evitar o bobinamento manual com os braços,
que pode provocar torções no cabo. Evite reutilizar cabos xTPs de outras instalações.
Lançamento de cabos

• Todos os cabos xTP devem ser identificados, nas duas


extremidades, com materiais resistentes ao lançamento, para
serem reconhecidos e instalados em seus respectivos
pontos;

• Não utilize produtos químicos, como vaselina, sabão, detergentes, etc.,


para facilitar o lançamento dos cabos xTP no interior de dutos, pois esses
produtos podem atacar a capa de proteção dos cabos xTP, reduzindo-lhes
a vida útil;

• Evite lançar cabos xTP no interior de dutos que contenham umidade excessiva e não
permita que os cabos xTP fiquem expostos a intempéries, pois não possuem proteção
para tal;
Lançamento de cabos

• Os cabos xTP não devem ser lançados em


infraestruturas que apresentem arestas vivas ou
rebarbas tais que possam provocar danos

• Na fixação das eletrocalhas, as pontas dos parafusos


devem ser viradas para o lado de fora, pois isso pode
cortar a capa do cabo.
Lançamento de cabos

• Evitar que sejam lançados próximos a fontes de calor, pois a temperatura máxima de
operação permissível ao cabo é de 60ºC;

• Os cabos xTP devem ser decapados somente nos pontos de conectorização.

• Jamais poderão ser feitas emendas nos cabos xTP, com o risco de provocar um ponto de
oxidação e provocar falhas de comunicação.

• Observe o tipo, a classificação de flamabilidade, a Categoria e as informações do cabo na


gravação existente na capa.
Categoria

Classificação de flamabilidade

Tipo
Fabricante
Lançamento de cabos

• Se instalar os cabos U/UTP na mesma infraestrutura com cabos de energia e/ou aterramento,
deve haver uma separação física de proteção para circuitos de 20 A e 120/240V.

• Quando a infraestrutura não for composta de materiais metálicos, CUIDADO com fontes de
energia eletromagnética.

• Após o lançamento, os cabos xTP devem ser acomodados adequadamente de forma que os
mesmos possam receber acabamentos, isto é, amarrações e conectorizações.

• Os cabos xTP devem ser agrupados em forma de “chicotes”,


evitando-se trançamentos, estrangulamentos e nós.
Conectorização

• No momento da conectorização, ou em qualquer outra


situação, os pares não deverão ser destrançados mais que
a medida de 13 mm;

• Sempre que for necessário, os cabos deverão ser


destrançados e/ou decapados o mínimo possível;

• No momento da conectorização, atentar para o padrão de


pinagem (T568A ou T568B) dos conectores, tomadas e
patch panels;

Tomada RJ45 Fêmea


Conectorização

• Nas terminações, isto é, nos racks ou


brackets, evitar que o cabo fique exposto
minimizando os riscos de o mesmo ser
danificado acidentalmente.
Montagem do conector fêmea (M8v)
1. Preparar o Cabo: Decapar a capa externa cerca de 50mm com o cuidado de
não danificar os condutores.

2. Observar a posição final do conector na tomada ou espelho, efetuando a


acomodação do cabo.

3. Posicionar - Em um dos lados do conector, posicionar os dois pares dos


condutores nos terminais ordenadamente segundo a correspondência de cores.

4. Inserir os condutores com a ferramenta “110 Punch Down Tool” na posição de


baixo impacto, perpendicular ao conector, apoiando-o contra uma base firme e
com o auxílio do suporte que acompanha o produto. Com o uso da ferramenta
“110 Punch Down Tool” as sobras dos fios são automaticamente cortadas.

5. Repetir os passos 3 e 4 com os outros 2 pares para o lado oposto do conector.

6. Acomodar o cabo convenientemente e encaixar as travas de segurança


manualmente sobre os terminais.

7. Encaixar o conector na tomada ou espelho e identificar o ponto com os ícones


de identificação. Com o conector inclinado, encaixe a trava fixa na parte inferior da
abertura do espelho e empurre até a trava flexível ficar perfeitamente encaixada.

8. Encaixar as tampas de proteção do conector que acompanham o produto.

Notas: Cuidados: O raio de curvatura do cabo não deve ser inferior a 4 vezes o diâmetro do
mesmo e evitar que o comprimento dos pares destorcidos ultrapasse 13 mm.
Montagem do plug RJ45 macho
1. Decapar a capa externa do cabo cerca de 20 mm.

2. Posicionar os pares de condutores lado a lado, com o cuidado de não


misturar os fios entre si, seguindo a orientação T568A ou T568B.

3. Destorcer os pares expostos e posicionar os condutores, conforme as cores


pré-determinadas no item anterior.

4. Cortar as pontas dos condutores expostos de forma que os condutores


fiquem paralelos entre si. Para categoria 5e o destrançamento máximo é de
13mm.

Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após
a crimpagem, certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja
presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e
utilizam alicates especiais, não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do plug RJ45 macho
5. Inserir o cabo no conector com a trava voltada para baixo. Certificar que os
condutores estão nas posições corretas e totalmente inseridos no conector nas
respectivas ranhuras.

6. A capa externa do cabo U/UTP deve ser inserida até a entrada dos condutores nas cavidades dos
contatos.

7. Inserir o conector no alicate de Crimpar, matendo-o devidamente posicionado e crimpar firmemente.

Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a crimpagem, certifique-se os
condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam alicates especiais, não
podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do patch panel

1. Decapar a capa externa do cabo U/UTP aproximadamente 50 mm com o cuidado de não danificar
os condutores. Segurar firmemente o cabo na remoção da capa externa. Evitar que o comprimento
máximo dos pares destrançados ultrapasse o valor de 13 mm.

2. Posicionar os pares de acordo com as instruções indicadas na parte traseira do patch panel.

3. Conectar os condutores individualmente usando a ferramenta 110 Punch Down Tool na posição de
baixo impacto, obedecendo a correspondência entre as cores dos condutores e dos terminais. Os
cabos deverão ser instalados e crimpados partindo do centro do painel e distribuídos em direção às
duas laterais, dividindo os cabos em duas partes.
Montagem do patch panel

5. Agrupar ordenadamente e fixar os cabos entre si por velcro na parte traseira do patch panel.

6. Inserir os protetores no patch panel.

7. Conectar o fio de aterramento, quando existir.


Procedimento Operacional
Mottainai
Esta antiga expressão japonesa indica “pesar por desperdiçar ou usar
incorretamente algo que ainda tem valor”. Mottainai demonstra o respeito
e gratidão pelas coisas.

“O Espírito Mottainai / El Espíritu Mottainai”.


Destinação de cabos

Lixo comum
ou a queima.
Atualmente, o destino
do PVC contido
nos cabos pode ser:

Sucateiros e
ferros-velho
Responsabilidade
compartilhada

É dever de cada um de
nós, como cidadãos,
buscar e implantar as Os processos de tratamento de
melhores práticas para resíduos da Furukawa são
a sustentabilidade do certificados pelos respectivos
planeta. órgãos com responsabilidade
ambiental.
Processo de trituração
Processo de separação do cobre
Programa Green IT O Green IT é uma
solução sustentável
que tem o objetivo de
racionalizar a utilização
de recursos não-
renováveis.
 

-Reduz significativamente a
utilização de recursos não-
renováveis;

- Economiza energia.
Fluxograma do projeto

Cliente solicita o

1 Programa

* A emissão do certificado não é automática. O participante do programa deverá solicitar o certificado se houver interesse.
Passo a passo

1 Cadastro

O cliente solicita sua inscrição no Programa


através de um formulário no site, na página:

http://www.furukawa.com.br/br/
Solicitação de embalagens

2 Bag 1

Capacidade: 20 a 25kg

Dimensões:
40 x 53 x 40cm (LAP)
Solicitação de embalagens

Bag 2

As embalagens são Capacidade:


retornáveis e devem ser 100 a 150kg
preservadas para que seu uso
seja prolongado
Dimensões:
50 x 70 x 50cm (LAP)

(Pallet)
110 X 11 cm X 110cm
Importante

Somente os itens abaixo são considerados


como parte do Programa, para recebimento:

• Cabos eletrônicos
• Cabos de energia
• Cabos telefônicos

Quaisquer outros tipos de materiais não devem ser enviados.


Enviar uma cópia da NF para:
Emissão de Nota Fiscal 3 [email protected]

e coleta confirmando endereço de coleta.

Transportadora
homologada pela
Furukawa.
Resultado obtido

100 kg de material proporciona a


economia de
recursos naturais:

• 50 kg de materiais pesados
• 9,5 toneladas de minério de cobre
• 956 kWh de energia - energia
suficiente para abastecer mais de 7
residências de classe média
durante 1 mês.

FONTE:
www.greenpeace.org.br/toxicos/pdf/relatorio_formiga.doc
http://sbrt.ibict.br/upload/sbrt3705.pdf
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/3513/2/SoraiaZaionczB.
Contatos

Obrigado!
Acesse nossa página para mais
informações do programa ou entre
em contato conosco por e-mail.
Linha GigaLan Augmented
(CAT.6A)
Este material é baseado no catálogo FCS.

v.15-1.0

Slide. 154
Componentes do canal metálico

Extensão Metálica

Cabo
Patch Panel
Patch Cord

Conector Fêmea

Conector Fêmea
Patch Cord

Slide. 155
Patch cord CAT.6A F/UTP

• Disponível nas versões LSZH e CM;

• Certificado Component verified, channel verified;

• Possui certificação ANATEL;

• Possui lingueta de travamento;

• Possui boot traseiro montado em duas partes para maior


robustez.

Slide. 156
Conector fêmea CAT.6A FTP 90/180

• Permite saída do cabo em 180° ou 90° com o


mesmo código;

• Fornecido com tampa frontal (Dust Cover);

• Permite a instalação de um ícone na tampa


frontal;

• Compatível com ferramenta de crimpagem rápida


Premium;

Slide. 157
Conector fêmea CAT.6A UTP

• Design padronizado (conectores UTP);

• Permite saída do cabo em 90 e 180°;

• Fornecido com tampa frontal (Dust Cover);

• Fornecido com tampa traseira;

• Disponível em 05 cores (Branco, Bege, Azul, Vermelho e


preto);

• Compatível com ferramenta de crimpagem rápida


Premium.
Slide. 158
Cabo eletrônico par trançado 4 pares CAT.6A
F/UTP ou U/UTP

• Tipo F/UTP ou U/UTP;

• Certificado ANATEL, component e channel verified para 04


conexões;

• Opções de fornecimento CM, CMR e LSZH;

• Fornecido em bobina de 305 metros;

• Disponível em varias cores.

Cabo U/UTP

Cabo F/UTP

Slide. 159
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP

• Cabo pré-conectorizado formado por 06 cabos montados com


conectores Fêmea ou Macho;

• Disponível na opção CM ou LSZH;

• Montado e testado em fábrica;

• Produto certificado ANATEL;

• Instalação do tipo plug and play;

• Compatível com toda a linha de patch panels descarregados;

• Redução do tempo de montagem de um link em campo.

Slide. 160
Patch panel descarregado
A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os
conectores fêmea CAT.6A UTP e/ou FTP.

Slide. 161
Aplicações da Solução

• Cabeamento Horizontal em redes de alto


desempenho;

• Data Centers;

• Backbones;

Slide. 162
Norma ABNT NBR 14565:2013
(Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers)

Parâmetros Gerais
Neste capítulo apresentamos um comparativo entre as normas TIA
e a norma ABNT.

v.15-1.0
ABNT NBR 14565:2013

A Norma Brasileira de cabeamento estruturado para edifícios comerciais e


data centers, especifica um sistema de cabeamento estruturado para uso
nas dependências de um conjunto de edifícios comerciais em um campus,
e também a infraestrutura de cabeamento estruturado em um Datacenter.

Esta norma foi escrita com base nos conceitos da ISO/IEC 11801.

Neste documento apresentamos um comparativo entre as normas TIA e a


norma ABNT.
Comparativo NBR 14565:2013 x TIA-568 - Topologia

ABNT NBR TIA


Subsistema de Cabeamento Horizontal Cabling Subsystem 1
Subsistema de Cabeamento Backbone Edifício Cabling Subsystem 2
Subsistema de Cabeamento Backbone de Campus Cabling Subsystem 3

CD

Subsistema de
Cabeamento de
Backbone de
Campus
BD BD

Subsistema de
Cabeamento de
Backbone de
Edifício
FD FD FD FD

Subsistema de
CP CP Cabeamento
CP CP Horizontal
TO TO TO TO TO TO TO TO TO TO

Cabos opcionais

Figura 2a – Estrutura Hierárquica do Cabeamento


NBR 14565:2013 x TIA-568 – Área de trabalho

TO
WA
Tomada de telecomunicações
• A primeira tomada, deve ser obrigatoriamente UTP;
• A segunda tomada, pode ser óptica ou metálica.

MUTO (Tomada de telecomunicações multi usuária)


• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;
• A distância deve ser de no mínimo 15 m do FD (Distribuidor de Piso).

Patch cords
• Não ultrapassar 5 m do FD (Distribuidor de Piso);
• Não ultrapassar 20 m para cabos UTP 24 AWG na área de trabalho;
• Não ultrapassar 15 m para cabos UTP 26 AWG na área de trabalho.

Ponto de consolidação:
• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;
• No mínimo a 15 m do FD (Distribuidor de Piso).
NBR 14565:2013 x TIA-568 – Desempenho de transmissão

Classificação do ABNT NBR TIA


Cabeamento Classe A - Especificada até 100 KHz
Classe B - Especificada até 1 MHz
Classe C Categoria 3 Especificada até 16 MHz
Classe D Categoria 5e Especificada até 100 MHz
Classe E Categoria 6 Especificada até 250 MHz
Classe EA Categoria 6a Especificada até 500 MHz
Classe F Categoria 7 Especificada até 600 MHz

ABNT NBR TIA


Parâmetros Elétricos
EL-FEXT ACR-F
PS-EL-FEXT PS-ACR-F
ACR ACR-N
PS-ACR PS-ACR-N
NBR 14565:2013 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
Classificação de Fibras Ópticas:

Classificação 100 M/bs 1 G/bs 10 G/bs 100 G/bs


OM1 2 km 275 m 32 m -
OM2 2 km 550 m 82 m -
OM3 2 km 800 m 300 m 100 m
OM4 2 km 1.000 m 550 m 150 m

Atenuação Máxima dB/km


Classificação Requisitos – Normas Aplicadas
1310 nm 1383 nm 1550 nm
ISO/IEC 24702 e
OS1a 1,0 Não especificado 1,0
IEC 60793-2-50, Tipo B1.1

ISO/IEC 24702 e
OS2b 0,4 0,4 0,4
IEC 60793-2-50, Tipo B1.3

a
A classificação OS1 aborda as fibras monomodo usualmente referenciadas como
“convencional”, com características descritas nas ITU-T G.652.A / ITU-T G.652.B.

b
A classificação OS2 aborda as fibras monomodo usualmente referenciadas como “baixo pico
d´água”, com características descritas nas ITU-T G.652.C / ITU-T G.652.D.
NBR 14565:2013 x TIA-568 – Código de cores para fibras ópticas

• Conectores Ópticos • Cabos Ópticos

Tipo de Fibra ABNT TIA Fibra Nº ABNT TIA


SM UPC Azul Azul 1 Verde Azul
SM APC Verde Verde 2 Amarelo Laranja
MM (50) Bege ou Preto Preto 3 Branco Verde
MM (62.5) Bege ou Preto Bege 4 Azul Marrom
5 Vermelho Cinza
Cordões Ópticos 6 Violeta Branco
7 Marrom Vermelho
Tipo de Fibra ABNT TIA 8 Rosa Preto
SM Azul 9 Preto Amarelo
Amarela 10 Cinza Violeta
BLI Branca
OM3 & OM4 Acqua Acqua 11 Laranja Rosa
MM (50) Amarela 12 Azul claro Turquesa
Laranja
MM (62.5) Laranja
Especificações NBR 14565:2013 para datacenter
Topologia

Distribuidor ENI ENI ENI


(CD, BD e FD)
Subsistema de
Cabeamento de
Acesso à Rede

MD
Subsistema de
Cabeamento de
Distribuição
Principal

ZD ZD
Subsistema de
Cabeamento de ABNT TIA
Distribuição por
Zonas MD MDA
LDP LDP LDP LDP
ZD ZDA
EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
HD HDA
Cabos opcionais

É importante observar que o cabeamento de acesso à rede também é utilizado para


conectar o ENI ao ZD.
Figura 3 – Estrutura Hierárquica de Cabeamento em Data Center
Especificações NBR 14565:2013 para datacenter

Sala de Computadores
• Pé direito mínimo 3,5 m, entre o piso e a laje, sugerindo-se 3,8 m;
• Portas de acesso, largura mínima 1,20 m e altura livre mínima 2,2 m com
abertura para fora da sala e ser do tipo corta-fogo.

Piso Elevado
• Placas de dimensões típicas de 0,60 m x 0,60 m;
• Altura mínima sugerida 0,40 m;
• Area perfurada mínima recomendada 25% do total da placa.

Racks
• Recomenda a altura de até 2,1 m;
• Não são recomendados racks com altura superior a 2,5 m.

Sistema de ar condicionado:
• Sistema independente, operando 24 horas por dia, sete dias por semana;
• Temperatura de 18° C a 27° C, umidade de no mínimo 30 % e máximo 60 %;
• A máxima variação do ambiente é de 5° C em 1 hora.
Medições em Redes Metálicas
Neste capítulo o treinando conhecerá os conceitos de medições em redes
metálicas baseado no equipamento Fluke DTX1800.
Este conteúdo foi desenvolvido e aprovado pela Fluke Networks para a
certificação MCT Fluke.

Slide. 172
Certificação em redes metálicas

Certificação:

Consiste em colher parâmetros do cabeamento instalado que possibilitem


demonstrar a qualidade geral do mesmo.

Este processo de certificação deve ser realizado antes do sistema em rede


ser ativado.

Equipamentos de teste:

Mapeador de cabos (Cable Mapper): NÃO CERTIFICAM;

Testador de cabos (Scanners): CERTIFICAM;

Analisadores de Rede: NÃO CERTIFICAM.

Slide. 173
Certificação em redes metálicas

Os testadores são classificados em níveis de acordo com os testes e


frequências de teste suportadas.

Nível I e Nível II:


Testes de wiremap, comprimento, atenuação e NEXT até 100MHz

Nível IIe:
Testes nível I e nível II, ACR-F, Return Loss, Propagation
Delay e Skew Delay

Nível III:
Testes nível IIe, até a frequência de 250 MHz

Nível IV:
Testes nível III, até a frequência de 600 MHz

Slide. 174
Certificação em redes metálicas

Antes de iniciar uma certificação com um equipamento Scanner, deve-se:

• Verificar a validade calibração do Scanner;


• Verificar a carga das baterias ( verificar o manual );
• Realize o ajuste de Referência, onde a unidade de leitura e a remota são interligadas
e sincronizam os parâmetros elétricos e eletrônicos para garantir a precisão das
medidas;
• No Setup do equipamento, configurar:
NVP do cabo Norma Utilizada
Tipo do cabo Nomenclatura dos pontos
Categoria do Cabo Cliente
Operador Data
Tipo de Teste(Canal/Link Permanente)
• Para os pontos que não passarem na certificação, informar o encarregado da
instalação os dados necessários para reparar o erro;

• Terminada a bateria de testes, descarregar os relatórios e realizar uma leitura


procurando valores com pouca margem, mesmo nos testes aprovados;

• Preparar a documentação para entrega ao cliente, verificar o formato de entrega no


contrato.
Slide. 175
Permanent link (Link permanente)

Slide. 176
Channel link (Link do canal)

Slide. 177
Testador de cabos (Scanners) – Fluke Networks DTX-1800

•Incluso adaptador de link do


canal e link permanente;

•Até 900 MHz;

•CAT.3, 5e, 6, 6A;

•Classe C, D, E, EA, F, FA;

•10GBASE-T;

•Autoteste CAT.6 em 9s.

Slide. 178
Wiremap (Malha Elétrica)

Efetua o teste de fio a fio


mostrando o mapeamento de
interligações.

Informa também a distância


onde ocorreu o problema.
Malha OK Fio 3 aberto Fios 1 e 2 em curto
Na linha Fluke DTX verifica a
continuidade da blindagem.

Na linha Fluke DSX verifica o


balanceamento dos pares e o
teste mais preciso da
blindagem.
Split Pair Reversed Pair Crossed Pairs

Slide. 179
Resistence (Resistência)

Resistência elétrica é a capacidade de um corpo


qualquer se opor à passagem de corrente elétrica
mesmo quando existe uma diferença de potencial
aplicada. Seu cálculo é dado pela Primeira Lei de
Ohm, e, segundo o Sistema Internacional de
Unidades, é medida em ohms

A Norma TIA não requer o teste de Resistência de


Loop DC para conformidade, é exigido na Norma
ISO.

SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a
Norma TIA
- Não é fornecido um PASS/FAIL
(PASSA/FALHA).
- Somente um “i” , informação somente, ao lado
do parametro.

Slide. 180
Length (Comprimento)

Um cabo UTP/FTP possui pares com tamanhos


superiores ao registrado na capa, dependendo da
binagem dos pares, ou seja trança, os comprimentos
dos pares são sempre maiores do que a capa. As
normas estabelecem que para medida do
comprimento do cabo, deve se considerado o par de
menor comprimento. Os limites de comprimento
Ethernet são 90m para link permanente e 100m para
canal, e a precisão dos instrumentos é de 10 %

A definição incorreta do parametro NVP, influência


na precisão da medida do comprimento. A Norma
ISO não requer o teste de Comprimento exigido na
Norma TIA.

SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a Norma
ISO, não é fornecido um PASS/FAIL
(PASSA/FALHA), somente um “i” , informação
somente, ao lado do parametro.

Slide. 181
Propagation Delay (Retardo de Propagação)

O Propagation Delay é o tempo que o sinal


leva para percorrer o par. Para sistemas tais
como Ethernet, o sinal tem que chegar dentro
de um certo tempo para evitar colisões na
rede.

Se o Propagation Delay falha, o link está


normalmente acima do comprimento.

Neste teste todos os pares são avaliados.

Slide. 182
Delay Skew (Desvio de Retardo)

O Delay Skew é a diferença de velocidade entre o


par mais rápido e o par mais lento. Para sistemas
tais como 1000BASE-T onde o sinal é dividido em
quatro, enviado pelo cabo e reunido de volta no
outro lado, o Delay Skew é importante.

Para que o 1000BASE-T trabalhe de forma


confiável, os sinais necessitam chegar dentro de
um período de tempo, conforme definido nas
normas.

Neste teste todos os pares são avaliados

Se o Delay Skey falha, é porque o link é muito


comprido ou o fabricante do cabo utilizou materiais
diferentes para cada um dos pares do cabo.

Não é comum ver problemas de Delay Skey.

Slide. 183
Insert Loss – IL (Perda de Inserção)

O Insert Loss (atenuação) é a redução da


potência do sinal ao longo do cabo. Seu valor
varia de acordo com com o comprimento e a
frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o


pior valor de Insert Loss, a Frequência na qual
ela ocorreu e o quão distante da margem ele
estava, a menos que falhe.

O Scanner reportará então o par e a frequência


na qual falhou.

Slide. 184
Return Loss – RL (Perda de Retorno)

O Return Loss, também conhecido como


reflectância, é o ruído que o par gera sobre ele
mesmo e piora com o aumento da frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o


ponto mais próximo da linha limite, a frequência na
qual ela ocorreu e quão distante do limite estava
(margem/headroom) a partir de cada final do link.

São realizadas 8 medições, 4 em cada direção.

O scanner reportará então a frequência na qual


falhou.

Slide. 185
Return Loss – RL (Perda de Retorno)

Todas as normas de cabeamento requerem que


o certificador de cabos ignorem a medição de
Perda de Retorno quando a perda de Inserção
for menor que 3 dB.

Vamos ver a Perda de Inserção para este Par


3,6 e localizar onde a Perda de Inserção torna-
se 2,9 dB:

• Então onde a linha limite está cinza no


gráfico de Perda de Retorno, a Perda de
Inserção era menor que 3 dB. A medição de
Perda de Retorno é então ignorada a estas
frequências.

• O que acontece se o link é curto e a Perda


de Inserção nunca alcança 3 dB?

Slide. 186
NEXT – Near End Cross Talk (Paradiafonia)

Next é a diferença do sinal injetado com o sinal


recebido no par adjacente próximo a fonte geradora
do sinal. O NEXT aumenta com o aumento da
frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o ponto


mais próximo da linha limite, a frequência na qual
ela ocorreu e quão distante da linha limite ela
estava (margem/headroom) de cada final do link.

São realizadas 12 medições, 6 em cada direção.

Slide. 187
FEXT – Far End Cross Talk (Telediafonia)

O Fext é a diferença do sinal injetado com o sinal recebido,


medido no par adjacente Distante da fonte geradora do sinal.

O FEXT aumenta com o aumento da frequência.

Slide. 188
PS-NEXT (Power Sum Near End Cross Talk)

O PS-NEXT piora com o aumento da frequência.

As normas requerem que o DTX reporte o


ponto mais próximo da linha limite, a
frequência na qual ela ocorreu e quão
distante da linha limite ela estava
(margem/headroom) a partir de cada final
do link.

São realizados 8 cálculos, sendo 4 em cada


direção.

Slide. 189
ACR-N (Attenuation Crosstalk Ratio Near End)

O ACR-N piora com o aumento da frequência.

O ACR-N é calculado (NEXT-IL).

Quando requerido, o DTX reporta o ponto mais


próximo da limite, a frequência na qual ocorreu e
quão distante distante do limite ele estava
(margem/headroom) de cada final do link.

São realizados 12 cálculos, sendo 6 em cada


direção.

Slide. 190
PS-ACR-N (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Near End)

O PS-ACR-N piora com o aumento da frequência.

O PS ACR-N é calculado a partir do ACR-N.

Quando requerido, o DTX reporta o ponto mais


próximo da linha limite, a frequência na qual ela
ocorreu e quão distante do limite ele estava
(margem/headroom) de cada ponta do link. São
realizados 8 cálculos, sendo 4 em cada direção.

Slide. 191
ACR-F (Attenuation Crosstalk Ratio Far End)

O ACR-F piora com o aumento da frequência.

O ACR-F é calculado (FEXT-IL).

O ACR-F é calculado (FEXT-IL). O FEXT é


medido por enviando um sinal do lado remoto e
medindo este no par adjacente no lado oposto.
O DTX reporta o ponto mais próximo da linha
limite, a frequência na qual ela ocorreu e quão
distante da linha ela estava (margem/headroom)
a partir de cada ponta do link.

São realizados 24 cálculos, sendo 12 em cada


direção.

Slide. 192
PS-ACR-F (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Far End)

O PS ACR-F piora com o aumento da frequência.

O ACR-F é calculado (FEXT-IL).

O PS ACR-F é calculado a partir do ACR-F. O


DTX reporta o ponto mais próximop da linha
limite, a frequência na qual ela ocorreu e quão
distante do limte ele estava (margem/headroom)
de cada ponta do link.

São realizados 24 cálculos, sendo 12 em cada


direção.
.

Slide. 193
Limites de Precisão do Scanner

PASS

Tester´s
accuracy
uncertainty
range
PASS*

FAIL*
LIMIT
PASS*
FAIL FAIL*

Resultado Individual de Teste Resumo Geral


Todos os testes PASS PASS
Alguns Testes PASS
Outros PASS* PASS

Um ou mais Testes FAIL* FAIL

Um dos testes FAIL FAIL

ANSI/TIA 1152 e IEC 61935-1

Slide. 194
Troubleshooting de NEXT e/ou Return Loss

Parâmetro Causa Provável Ação Corretiva


NEXT Verifique se as conexões estão de acordo
Conexões
RETURN LOSS e o estado das ferramentas

NEXT Excesso de conexões no link Cuidado com aplicações simultâneas de voz e dados

NEXT Patch Cord Devem ser construídos de fios flexíveis


NEXT
Destrançamento Excessivo Verifique o correto destrançamento máximo dos pares (13 mm)
RETURN LOSS
Qualidade/Categoria dos Verifique a qualidade dos acessórios empregados (patch panel,
NEXT elementos conectores fêmeas e machos) que podem ser de categoria
diferentes
NEXT Certifique-se que os pares lógicos estão trançados na mesma
Binagem (Trançado)
RETURN LOSS trança

Equipamentos Scanners Realizar a “autocalibração” do scanner antes de iniciar os testes


Ruído Externo (alguns Cuidado com fontes de ruído externas (no-breaks, lâmpadas
scanners podem interpretar fluorescentes, copiadoras, elevadores e ambientes eletricamente
NEXT como Next o ruído externo) ruidosos
NEXT
Compressão excessiva _
RETURN LOSS
Impedância diferente de
RETURN LOSS _
100 Ohms ou não uniforme

Slide. 195
Scanner Fluke – Funções Especiais

Analise a falha NEXT


usando a função HDTDX
Análise High-definition
Time Domain Crosstalk
Mostra o perfil da diafonia
(crosstalk) medida ao
longo do comprimento do
link

A análise da falha Return


Loss pode ser feita
utilizando a função
Tecla Dados da falha (“F1”) patenteada Fluke
Networks High Definition
• Intuitiva, explicação completa Time Domain
do defeito Reflectometer (HDTDR)
• Identifica a localidade
• Sugere ação corretiva HDTDR pode ser usada
para localizar ou analisar
o problema Slide. 196
Scanner Fluke – Módulos

Módulos de Canal da Linha Fluke


DTX
• CHA001, CHA002 – Canal
Conector RJ45
• CHA011 – Conector TERA
• CHA012 – Conector GG45
• CHA021 – Ethernet Industrial

Módulo para Teste de Patch Cord


• PCU6 – As normas especificam
uma tomada específica para ser
usada em certificação de patch
cords

Módulos de Link Permanente da


Linha Fluke DTX
• PLA001, PLA002 – Canal
conector RJ45
• PLA011 – Canal Conector TERA

Slide. 197
Exercício de Medições em
Redes Metálicas
Os exercícios apresentados são referentes a medições em
cabeamento metálico com o equipamento DTX1800.
Este conteúdo foi desenvolvido e aprovado pela Fluke Networks
para a certificação MCT Fluke.

v.15-1.0
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios

Valo máximo Valor Máximo


Função Usar se
no CABO no CONECTOR

HDTDX NEXT 5% 17,5 %

RETURN
HDTDR LOSS 0,8 % 3%
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio
Informações para o desenvolvimento dos exercicios
Exercicio 01

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha * – Perda de Inserção
Diagnostico HDTDR
Ação Corretiva Remover Folgas/Sobra do Cabo
Exercicio 02

Padrão de Teste ISO 11801


Passou Não
Porquê Falha * – Perda de Inserção
Diagnostico HDTDR
Ação Corretiva Remover Folgas/Sobra do Cabo
Exercicio 03

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – Perda de Retorno(RL) Marginal-par 1,2 Remota
Diagnostico HDTDR – Mostra cabo ruim na ultima parte do cabo
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercicio 04

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – NEXT Marginal par 3,6-4,5 Remota 36,4 (1,0 dB)
Diagnostico HDTDX – Mostra conector ruim Unidade Remota Valor: -44.5
Ação Corretiva Refazer conector -> substituir conector
Exercicio 05

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Principal 14.4 (-3,1 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra Cabo ruim em toda extensão do cabo
Valor: 2,1 – o limite no cabo é 0,8
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercicio 06

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA*– NEXT Remota 36,8dB (0,0 dB), par 3,6-7,8
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector remoto com -66,6 o limite é 17,5
Ação Corretiva Refazer o conector Remoto -> Substituir
Exercicio 07

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA*– NEXT Principal 35,4dB (0,9 dB), par 4,5-7,8
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector principal com -32,7 limite é 17,5
Ação Corretiva Refazer o conector próximo -> Substituir
Exercicio 08

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA
Diagnostico Função CA ativada, Resistência não aparece
Ação Corretiva Desabilitar Mapa de fiação CA, se não tiver testando Midspan
Exercicio 09

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha – NEXT Principal 33,5dB (2,0 dB), par 1,2-4,5
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector principal com -76,7 limite é 17,5 e
o remoto 33,9
Ação Corretiva Refazer o conector próximo -> testar -> refazer remoto
Exercicio 10

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – RL Remota 20,1dB (0,9 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra o conector remoto com -8,1 e o limite é < 3
Ação Corretiva Refazer o conector remoto, se usar a PLA001, verifica a
ponteira DSP-PM06.
Exercicio 11

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Principal 4,1dB (-8,9 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra o conector remoto com 1,1 e o limite é 0,8
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercicio 12

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha – de 16,4 m a 67,7 m (trecho),
RL Remota 13,3 dB (-7,7 dB), par 3,6
Diagnostico HDTDR – Mostra o trecho final do ruim com -16,4 e o limite é
<3

Ação Corretiva Substitutua o cabo, refaça o caminho ou Secar o conduite


Exercicio 13

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – RL Remota 19,1dB (0,0 dB), par 3,6
Diagnostico HDTDR – A presenta problemas no cabo inteiro, o ultimo
trecho foi mal manuseado
Ação Corretiva Substituir o cabo
Exercicio 14

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Remota 10,3dB (-3,4 dB), par 7,8
Diagnostico HDTDR – não conclusivo
Ação Corretiva Substituir o cabo
Exercício 15

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA* – NEXT valor 26,1 dB (-0,9 dB)
Diagnostico HDTDX – não conclusivo
Ação Corretiva Verificar a categoria dos elementos de rede (conectores 6A)
Exercício 16

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – NEXT valor 31,5 dB (-10.4 dB)
Diagnostico HDTDX – 14,5 % sendo o limite no cabo 5%
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Muito obrigado!

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