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História e Importância das Vacinas

- O Programa Nacional de Imunizações (PNI) coordena as ações de imunização no Brasil desde 1973, como a aquisição e distribuição de vacinas, supervisão dos serviços de saúde, e consolidação de dados de cobertura vacinal. - As vacinas são seguras e eficazes, passando por testes rigorosos antes de serem incluídas no calendário de vacinação. Fatores como a queda na adesão às vacinas colocam em risco o controle de doenças imunopreveníveis. - É importante

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Kelly Gillespie
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História e Importância das Vacinas

- O Programa Nacional de Imunizações (PNI) coordena as ações de imunização no Brasil desde 1973, como a aquisição e distribuição de vacinas, supervisão dos serviços de saúde, e consolidação de dados de cobertura vacinal. - As vacinas são seguras e eficazes, passando por testes rigorosos antes de serem incluídas no calendário de vacinação. Fatores como a queda na adesão às vacinas colocam em risco o controle de doenças imunopreveníveis. - É importante

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Programa Saúde com Agente

Imunização
PRECEPTOR:
Imunização

 A primeira vacina a ser descoberta no mundo foi contra a varíola. Isso aconteceu  no
século XVIII por um naturalista e médico britânico chamado Edward Jenner. 
 Em certo momento, o Dr. Edward Jenner inoculou (inseriu) secreção de uma pessoa
contaminada pelo vírus da varíola em uma pessoa saudável e passou a observar os
resultados
 Posteriormente, ele identificou que a pessoa saudável desenvolvia sintomas mais leves,
tornando-se imune à doença.
 Com essa observação, ele desenvolveu a vacina a partir de outra doença chamada cowpox,
que é um tipo de varíola que acometia as vacas e… como resultado, percebeu que as
pessoas que ordenhavam vacas adquiriam imunidade à varíola humana.  Essa descoberta
foi denominada vacina.
Composição das vacinas

 As vacinas são obtidas a partir de partículas do próprio agente agressor,  seu mecanismo de
ação depende dos seus componentes antigênicos. Elas são compostas por:
estabilizadores

Estabilizadores
Imunização

 As vacinas são seguras e eficazes. Elas passam por diferentes processos em sua produção,
exigindo requisitos e especificidades para garantir o controle de sua qualidade. 
 Elas são submetidas a testes extremos, iniciados em animais, a fim de avaliar a segurança e
o potencial para prevenir a doença e a uma resposta suficiente. 
 Posteriormente, elas são testadas em humanos por meio de três fases. Aprovadas, elas são
inseridas no programa de vacinação dos países.
 A vacinação pode acontecer de forma combinada ou simultânea.
Imunizaçao

 Em alguns casos, as vacinas devem ser adiadas, aplicadas simultaneamente, ou ter


intervalo mínimo de aplicação.
 Não devem ser administradas vacinas compostas por bactérias ou por vírus vivos
atenuados em pessoas submetidas a terapêuticas imunodepressoras
 Alguns fatores internos e externos poderão influenciar a resposta imune do indivíduo às
vacinas.
 É importante que os profissionais de saúde expliquem às pessoas que o Evento Adverso
Pós-Vacinação (EAPV) não possui, necessariamente, relação com a vacina administrada.
Bases epidemiológicas que precedem a
vacinação:
 Cadeia Epidemiológica de doenças: 
 A cadeia epidemiológica de doenças representa um conjunto de elementos formado por:
agente infeccioso; fonte de infecção; porta de saída do agente infeccioso (via de
eliminação); forma de transmissão; porta de entrada do novo hospedeiro; e  hospedeiro
suscetível.  
 Surto: é a situação em que há aumento, acima do esperado, na ocorrência de casos de
evento ou doença em uma área ou entre um grupo específico de pessoas, em determinado
período.  
 Endemia: é a presença contínua de uma enfermidade ou de um agente infeccioso em uma
zona geográfica determinada. É uma doença “típica” de um determinado lugar, por se
concentrar em uma região e não se espalhar para outros locais.
 Epidemia: é quando ocorre o aumento no número de casos de uma doença em várias
regiões de um país. 
 Pandemia: é quando determinado agente infeccioso se dissemina em diversos países ou
continentes, infectando muitas pessoas.
  Taxa de Transmissão: é um parâmetro que avalia a possibilidade de transmissão de um
agente infeccioso por uma pessoa doente para uma pessoa sadia.
  
COMO AS VACINAS SURGIRAM; SUA ATUAÇÃO E EFICÁCIA E NOS FATORES QUE
INFLUENCIAM SUA RESPOSTA CONTRA AS DOENÇAS

-A vacinação é organizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Sei que o PNI é
considerado um dos maiores programa de Imunização do mundo.
CRIADO NO ANO DE 1973 PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE, O PROGRAMA
NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) OBJETIVA COORDENAR AS AÇÕES DE
IMUNIZAÇÕES NO PAÍS. DENTRE ELAS ESSAS AÇÕES ESTÃO:
-A normatização, implantação e manutenção das vacinas de caráter obrigatório.
 A aquisição e distribuição dos imunobiológicos de rotina e os especiais indicados para situações e
grupos populacionais específicos.
 A supervisão, o controle e a avaliação das vacinas administradas em rotina e em campanhas nos
serviços de saúde do território nacional.
 A aquisição e distribuição dos imunobiológicos de rotina e os especiais indicados para situações e
grupos populacionais específicos.
 A coordenação do Sistema de Informação, consolidação e divulgação dos dados de cobertura vacinal
nos municípios e nos estados brasileiros.

Um grande feito do SUS é o PNI. Esse programa possibilitou a erradicação de algumas doenças. Entretanto,
nos últimos anos, houve uma queda significativa na adesão das vacinas, predispondo o indivíduo ao
adoecimento, à transmissão e à volta de doenças até há pouco consideradas erradicadas ou controladas.
Vamos pensar e discutir ?

 Com o cenário de queda de cobertura vacinal e retorno/aumento de algumas doenças


evitáveis, como você, agente de saúde, pode atuar para ajudar a reverter essa
situação?

Como?

Onde?
O PNI estabelece metas para a cobertura vacinal. Caso haja uma redução na cobertura, o
controle das doenças imunopreveníveis fica sob riscos, pois podem vir a acontecer surtos,
endemias, epidemias e até uma pandemia. 

Quando ocorre um surto de doença imunoprevenível, seja ou não devido a uma baixa
cobertura vacinal, o que é feito?
O PNI recomenda a vacinação de bloqueio. Ou seja, vacinar toda a comunidade
exposta a determinada doença para impedir o surgimento de novos casos e reduzir a
transmissão do agente causador.
Quando a cobertura vacinal não é alcançada, é necessário investigar as razões e criar
estratégias de busca ativa dos faltosos.
 UMA ESTRATÉGIA QUE POSSIBILITA IDENTIFICAR VACINAS ATRASADAS;
PROMOVER A COBERTURA VACINAL E EVITAR AS OPORTUNIDADES
PERDIDAS SÃO AS CAMPANHAS ANUAIS.
 É preciso que os cartões de vacinação sejam revisados para identificar a necessidade de
vacinação.
 Os momentos das consultas de puericultura.
 As consultas de pré-natal.
 As consultas em geral
 Outras estratégias importantes, além das campanhas,  para verificar o esquema vacinal e
atualizá-lo, quando indicado, são as sessões de educação em saúde, as visitas de rotina à
UBS, as visitas domiciliares.
O Agente Comunitário de  Saúde e o Agente de Combate às Endemias devem ficar sempre
atentos ao esquema individual de vacinação e encaminhar os usuários para a Unidade Básica de
Saúde para que possam receber as doses quando for necessário. 
 Quando uma pessoa não responde de forma satisfatória aos imunobiológicos ofertados no calendário
básico de vacinação do PNI, o que fazer?

Essa pessoa deve ser encaminhada aos Centros de


Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

 Quem são as pessoas que se classificam como condição especial para vacinação e precisam dos serviços
dos CRIEs? Pessoas que apresentam imunodeficiência Recém-nascidos prematuros em condição especial
Gestantes com imunidade comprometida Pessoas que convivem com pacientes com imunodeficiência
Profissionais expostos a riscos Viajantes para áreas endêmicas para doenças imunopreveníveis Pessoas
que apresentaram eventos adversos pós-vacinais graves Pessoas alérgicas a soros heterólogos Pessoas
com doenças hemorrágicas Pessoas em caso de Transplantes Revacinação pós quimioterapia Outras
condições clínicas crônicas de risco
 A HESITAÇAO VACINAL:
 Falta de acesso das pessoas às vacinas.
 Falhas na coordenação das ações
 ESCASSEZ DE REURSOS HUMANOS
 Alfabetização em saúde limitada do usuário.
 crenças religiosas
 Orientações culturais
 movimentos antivacina
 situaçoes pessoais
 Informações incorretas, falsas, sobre vacinas
 é fundamental que existam políticas públicas para reduzir a hesitação vacinal. 
 Quando as pessoas ficam na dúvida sobre tomar uma vacina, ou decidem simplesmente
não se vacinar – a cobertura vacinal diminui. Quanto menos pessoas tomam vacina, todos
nós corremos o risco de que uma doença volte.
 A queda na cobertura vacinal é um problema de saúde pública. 
NA SUA ÁREA DE ATUAÇÃO, COMO ESTÁ SENDO A ACEITAÇÃO DAS VACINAS? COMO A
SUA EQUIPE DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA ESTÁ SENSIBILIZANDO E
MOBILIZANDO AS PESSOAS QUE APRESENTAM HESITAÇÃO VACINAL?

 Para sensibilizar as pessoas e mudar o quadro situacional das baixas coberturas vacinais
devido à hesitação, algumas estratégias estão sendo implementadas pelos profissionais de
saúde. 
 Busca ativa de faltosos.
 Palestras educativas.
 Cartão de vacinação para a matrícula escolar das crianças.
 Compartilhamento de informações verdadeiras sobre as Vacinas. 
 Divulgações através das mídias sobre as vacinas, calendário e outras informações.

Os agentes têm importância fundamental no combate às Fake News. Eles


conhecem o território e são referências para a comunidade; podem
conversar com as pessoas; entender suas dúvidas e direcioná-las para fontes
confiáveis de informações como os próprios serviços de saúde. 
 E a vacinação de Populações Especiais? E as Boas Práticas em Imunização? Já
pensou sobre isso? 
Como você acompanha ou acompanharia a situação vacinal dessas pessoas em seu
território de atuação? Vamos refletir!
 Vacinação de pessoas indígenas
 O calendário básico de vacinação é o mesmo da população em geral.
 Entretanto, para incentivar a procura e adesão das vacinas, foi criada a Campanha Mês de
Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) com o objetivo de aumentar a cobertura vacinal, o
acesso à vacinação, reduzir as iniquidades e fortalecer a vigilância epidemiológica das
doenças imunopreveníveis nas aldeias.
 Vacinação de pessoas privadas de liberdade
 A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional
(PNAISP) foi criada com o objetivo de incluir essa população no SUS.
São realizadas ações de promoção da saúde e prevenção de agravos no sistema prisional cumprindo os
princípios de universalidade e de equidade.
 Vacinação de pessoas que residem em instituições de longa permanência:
Esse público torna-se prioritário para alguns tipos de ações de promoção da saúde e prevenção de doenças e
agravos. As instituições de longa permanência devem disponibilizar a vacina aos seus moradores, por meio
de pactuações com as Secretarias Municipais de Saúde e em articulação com as UBS de referência no
território. Elas devem também realizar campanhas locais com o intuito de verificar a situação vacinal de cada
morador e administrar as doses indicadas.
 Vacinação de pessoas em situação de rua  
 É preciso que você, agente de saúde, faça, junto com a equipe da Atenção Primária, a
busca ativa para promover a vacinação de pessoas em situação de rua. É fundamental
identificar esse público para orientá-lo a buscar esse serviço.
GRATIDÃO!!!

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