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Terapia Cognitivo-Comportamental para Crianças e Adolescentes

A terapia cognitivo-comportamental para crianças e adolescentes se desenvolveu a partir da década de 1980 e se diferencia do tratamento de adultos ao utilizar linguagens não verbais para acessar pensamentos e emular intervenções com os pais e cuidadores. A avaliação inclui questionários respondidos por pais, professores e a própria criança para identificar pensamentos, emoções e comportamentos, e a terapia utiliza brinquedos para expressão, identificação e metáforas no trabalho cognitivo.

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Rafisa Costa
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Terapia Cognitivo-Comportamental para Crianças e Adolescentes

A terapia cognitivo-comportamental para crianças e adolescentes se desenvolveu a partir da década de 1980 e se diferencia do tratamento de adultos ao utilizar linguagens não verbais para acessar pensamentos e emular intervenções com os pais e cuidadores. A avaliação inclui questionários respondidos por pais, professores e a própria criança para identificar pensamentos, emoções e comportamentos, e a terapia utiliza brinquedos para expressão, identificação e metáforas no trabalho cognitivo.

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Terapia Cognitivo-comportamental

para Crianças e Adolescentes


Profa Me Michelle Fontes
Aula 11 – Terapias Cognitivas
TCC para Crianças/Adolescentes
• A partir da década de 1980, os trabalhos relacionados à Psicoterapia
Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes começam a
crescer e apresentar maior consistência, o que pode estar relacionado
aos modelos construtivistas
• Retomam a importância das intervenções focadas nas emoções e do
caráter interpessoal de construção do conhecimento
• difere-se no que tange ao tipo de intervenção realizada, que terá
como base a criação de linguagens (muitas vezes não verbais) para
acessar o funcionamento cognitivo
• Além disso, o tratamento com crianças também tem outros pontos
diferencias, como a intervenção com os pais
• Trabalhar em termos de pensamentos adaptativos e não adaptativos
(“que ajudam e não ajudam”)
Avaliação da TCC na infância
• Identificação e compreensão das queixas da criança e/ou do adolescente
• Processo de conceitualização cognitiva. Normalmente, os porta-vozes
das queixas e sintomas são os pais e/ou cuidadores.
• Anamnese completa para se obter uma melhor compreensão de
aspectos emocionais (vínculos estabelecidos, humor prevalente, como
reage às diversas situações vivenciadas) ), psicossociais (relacionamento
familiar, interpessoal, acadêmico)
• Utilização de escalas e questionários a serem respondidos pelos pais e,
muitas vezes, pela própria criança, professor ou outro profissional
específico
• Buscar a identificação dos primeiros sintomas e da evolução das
dificuldades cognitivas e comportamentais apresentadas pela criança.
• Realizar a conceituação cognitiva respeitando a idade e
desenvolvimento cognitivo da criança
• Entrevista com a própria criança/adolescente: identificação das
dificuldades atuais, fatores importantes da infância, a percepção que
a criança/adolescente tem de si e dos outros, assim como a
percepção que a família tem da criança, sempre procurando
identificar as principais emoções, pensamentos e comportamentos
relativos à criança e seus familiares, assim como as crenças
relacionadas, as estratégias compensatórias e as consequências de
cada situação
• Os protocolos de conceitualização cognitiva infantil devem ser
revisados e reavaliados durante todo o processo de atendimento
psicoterápico, pois é um processo dinâmico e sofre alterações
constantes
• Recursos a serem utilizados: Baralhos das Emoções, Pensamentos e
Comportamentos, Baralho das habilidades sociais
Trabalhando com a criança
• A sala deve contemplar alguns cuidados básicos (como a presença de
um banheiro, por exemplo), além de brinquedos variados, que
possam auxiliar a criança em processos de expressão (como, por
exemplo, desenhos e argilas), processos de identificação (como
bonecos da família, animais e outros personagens), além de jogos
estruturados (tanto cooperativos quanto competitivos, que permitem
a avaliação dos processos da criança).
• Brinquedos úteis para metáforas no trabalho de reestruturação
cognitiva (como lentes de aumento, óculos, balanças, entre outros)

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