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Transtorno do Espectro Autista: Guia Completo

Este documento apresenta informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), incluindo suas características, causas, graus de classificação e formas de identificação e tratamento. O documento também discute a importância do acompanhamento multidisciplinar e do apoio à família no desenvolvimento das crianças com TEA.

Enviado por

Eric Lima
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Transtorno do Espectro Autista: Guia Completo

Este documento apresenta informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), incluindo suas características, causas, graus de classificação e formas de identificação e tratamento. O documento também discute a importância do acompanhamento multidisciplinar e do apoio à família no desenvolvimento das crianças com TEA.

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Universidade Paulista – UNIP

Professora Tharine Kesia


Disciplina de tópicos de atuação
profissional.
EQUIPE
 Alessandra Duarte UP19215344
 Aguida Maria UP19216238
 Aua Nanco UP19210857
 Eric Lima UP19210864
 Evanir Barbosa UP19220880
 José adalmir Souza dos Santos UP19100638
 Karla Raquel UP19104606
 Manoel Messias UP19129871
 Maria Dilourdes NobregaUP19206900
 Meirelles Vieira UP19207604
 Michelle Gabriel UP19128083
 Paula Maiza L. Braga UP 19105605
 Renée Arnoud UP 19225639
 Samanta Ozanan marques UP19106026
 Quezia Iamela Santos UP 19209839
Transtorno do Espectro Autista
(TEA)
INTRODUÇÃO E DEFINIÇÃO:

 Também chamado de Desordens do Espectro Autista (DEA ou ASD em inglês),


recebe o nome de espectro (spectrum), porque envolve situações e
apresentações muito diferentes umas das outras, numa gradação que vai da
mais leves à mais grave. Todas, porém, em menor ou maior grau estão
relacionadas, com as dificuldades de comunicação e relacionamento social.
 Transtorno do Espectro Autista (TEA) engloba diferentes condições marcadas
por perturbações do desenvolvimento neurológico com três características
fundamentais, que podem manifestar-se em conjunto ou isoladamente.
 São elas: dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem
e no uso da imaginação para lidar com jogos simbólicos, dificuldade de
socialização e padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
CAUSAS:

 Não possui causas totalmente conhecidas, porém há


evidências de que haja predisposição genética para
ele. Outros reportam o suposto papel de infecções
durante a gravidez e mesmo fatores ambientais,
como poluição, no desenvolvimento do distúrbio.
CARACTERÍSTICAS E SINAIS:

 Tem como principais características padrões de comportamento repetitivos e


prejuízos na comunicação e interação social como padrões incomuns de fala;
falta de contato visual; não responder quando chamado pelo nome;
desenvolvimento tardio das habilidades de fala; dificuldade em manter uma
conversa; repetição de frases ou palavras ; dificuldade em compreender os
sentimentos dos outros e expressar os seus ; comportamentos repetitivos ou
incomuns.
 Os sinais variam muito conforme o tipo, mas os mais frequentes são: ausência
completa ou dificuldade de manter contato interpessoal (principalmente
contato visual), incapacidade de aprender a falar (ou não usa a fala como
forma de comunicação), incidência de movimentos estereotipados repetitivos,
deficiência mental, o paciente fica ausente ou voltado para si mesmo,
comprometimento da compreensão.
GRAUS DE CLASIFICAÇÃO:

 Variam de acordo com o grau de funcionalidade e dependência


do paciente. Porém, é dividido em três graus, de modo que:
 No grau 1, o paciente é mais funcional e exige pouco apoio, no
grau 3, o paciente é mais dependente e precisa de um suporte
substancial.
 Além disso, as manifestações dos sinais e sintomas em relação
às duas características fundamentais do transtorno – déficit de
comunicação e interação social e padrões restritivos e
repetitivos – também variam conforme os graus do autismo
COMO IDENTIFICAR O AUTISMO

 Os sintomas podem variar de acordo com a criança, mas o mais


importante é que sejam sintomas prejudiciais ao
desenvolvimento e a qualidade de vida da criança e tenham
impacto social. Comumente são observados problemas para se
comunicar e demonstrar emoções. Assim como
comportamentos repetitivos e dificuldade na adaptação às
mudanças na rotina.

 As crianças com TEA possuem formas diferentes de aprender,


prestar atenção ou reagir às situações e acontecimentos.
Inclusive, as habilidades de aprendizado, pensamento e
resolução de problemas podem variar de superdotados até
extrema dificuldade.
POSSÍVEIS SINAIS QUE PODEM
IDENTIFICAR O AUTISMO:
Atraso na fala;
Repetição de sons ou movimentos, como bater as mãos e dizer mais de uma vez
a mesma
palavra;
Baixo contato visual e poucas expressões faciais;
Preferência por brincar sozinho, especialmente jogos estruturados e previsíveis;
Angústia com mudanças, seja um novo alimento ou alteração na rotina;
Dificuldade em apontar para objetos para demonstrar interesse;
Hipersensibilidade ao toque, com dificuldade em ser abraçado e encostado;
Interesse intenso e persistente em itens específicos, como parte de um
brinquedo;
Falta de interesse em outras pessoas e, quando há interesse, esse é inadequado,
excessivo e
atrapalha o relacionamento;
Dificuldade para entender e demonstrar sentimentos;
Impressão de ser surdo por não responder aos chamados, nem do próprio
nome.
TRATAMENTO

 Geralmente, o tratamento do autismo é composto


por acompanhamento com psicólogos,
fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e até
mesmo fisioterapeutas.
 Alguns sintomas do autismo, como irritabilidade,
insônia e também desatenção, podem ser tratados
com o uso de medicamentos específicos. 
ACOMPANHAMENTO E
DESENVOLVIMENTO

 O acompanhamento para o transtorno do espectro autista é


multidisciplinar, ou seja, envolve a atuação de vários profissionais. 
 Cada indivíduo recebe um processo único, voltado para a intensidade
dos sintomas apresentados. Os profissionais que acompanham as
crianças com TEA são pediatra, psiquiatra, neurologista, psicólogo,
fonoaudiólogo, psicopedagogo, entre outros.  psicoterapia é uma parte
muito importante do acompanhamento do TEA.
 É normal que as crianças autistas façam várias sessões durante a
semana. Os pais também fazem sessões individuais com o psicólogo
para conversar sobre o progresso da psicoterapia. A criança é
estimulada com exercícios de comunicação funcional e jogos. Deste
modo, ela trabalha a sua capacidade de aprendizagem, de concentração
e de adquirir habilidades
ORIENTAÇÃO DA FAMÍLIA
 Geralmente são os professores, pais ou responsáveis que conseguem
notar os primeiros sinais de autismo. Por este motivo, é comum
surgirem muitas dúvidas sobre como lidar com um cenário totalmente
novo Saiba que: cada criança se desenvolve de maneira diferente!
Família se mantenha unida e busque informações sobre o transtorno do
espectro autista (TEA),É essencial contar também com a ajuda e
suporte de especialistas que guiarão os pais sobre quais são as terapias
mais indicadas. E mais: estabelecer vínculos entre os familiares,
professores e demais profissionais tais como: psicólogos, terapeutas
ocupacionais , psiquiatras e psicopedagogos envolvidos é importante
para que as atividades propostas sejam efetivas no progresso da
criança autista. O bHave é o software desenvolvido especialmente para
a Terapia ABA. A plataforma auxilia na análise do comportamento de
crianças gerando relatórios e gráficos oferecendo mais praticidade e
agilidade no dia a dia.
IMPORTÂNCIA DA MEDICAÇÃO NO
AUTISMO

 Devido as características comuns do autismo, como


dificuldades na comunicação e comportamentos repetitivos,
os médicos geralmente indicam medicações que trabalham
estes sintomas. Também é comum a prescrição de remédios
para diminuição da irritabilidade, por exemplo.
 Entre os psicofarmacos estão a risperidona (um
antipsicotico átipico, bloqueador serotonergico e
doparminegico), a olanzapina, a quetiapina, a ziprasidona, a
clozapina e o aripiprazol.
“ Um dos maiores desafios de ser
autista, não é o autismo em si, mas
como as pessoas reagem a ele. Se
você quer mudar vidas, comece
mudando suas percepções de
autismo.”
- Amy Gravino.
Agradecemos
a atenção!

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