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Torção em Barras: Conceitos e Cálculos

1) O documento discute o conceito de torção em barras circulares. 2) A torção causa deformações de cisalhamento na barra, com a magnitude da deformação variando linearmente do centro para a superfície. 3) As tensões de cisalhamento também variam linearmente da mesma forma e podem ser calculadas usando a lei de Hooke para materiais elásticos.

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Torção em Barras: Conceitos e Cálculos

1) O documento discute o conceito de torção em barras circulares. 2) A torção causa deformações de cisalhamento na barra, com a magnitude da deformação variando linearmente do centro para a superfície. 3) As tensões de cisalhamento também variam linearmente da mesma forma e podem ser calculadas usando a lei de Hooke para materiais elásticos.

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Universidade Federal do Mato Grosso

Campus Universitário de Rondonópolis


Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas
Curso de Engenharia Mecânica
Disciplina de Mecânica dos Sólidos I

TORÇÃO

PROF. VALTERSON MARQUES DOS SANTOS


TORÇÃO
INTRODUÇÃO

Torção se refere ao giro de uma barra


retilínea quando carregada por
momentos (ou torques) que tendem a
produzir rotação ao redor do eixo
longitudinal da barra.
TORÇÃO
INTRODUÇÃO

Cada par de forças formam um binário que tende a


girar a barra ao redor do seu eixo longitudinal. A
unidade SI para a torção é N.m;

O momento de um conjugado é representado por um


vetor na forma de uma seta com ponta dupla. A fig 3.2c
tem uma representação alternativa.

Momentos que produzem giro da barra são chamados


de torques ou momentos torçores.
TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE TORÇÃO
DE UMA BARRA CIRCULAR

Para ajudar a visualizar a deformação da barra, imagine que a extremidade esquerda da


barra esteja fixa. Então sob a ação do torque T, a extremidade direita irá rotacionar, (com
relação a extremidade esquerda) através de um pequeno ângulo f, conhecido com ângulo
de torção (ou ângulo de rotação).
TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE TORÇÃO
DE UMA BARRA CIRCULAR

Por causa dessa rotação, uma linha longitudinal retilínea pq na superfície da barra se
tornará uma curva helicoidal pq’, em que q’ é a posição do ponto q depois que a seção
transversal na extremidade rotacionou ao redor do ângulo f, (Fig b) .

O ângulo de torção varia ao longo do eixo da barra, e nas seções transversais


intermediárias ele terá um valor f(x) que está entre zero na extremidade esquerda até f na
extremidade direita. Se toda a seção da barra tem um raio r uniforme e está submetida ao
mesmo torque, f varia linearmente entre as extremidades.

TL

GJ
TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE CISALHAMENTO
NA SUPERCÍFICE EXTERNA

Considere agora um elemento da barra


entre duas seções transversais, distantes
dx uma da outra. Em sua superfície
externa identificamos um pequeno
elemento abcd, com lados ab e cd que
são inicialmente paralelos ao eixo
longitudinal. Durante o giro da barra, a
seção transversal direita rotaciona em
relação a extremidade esquerda em um
pequeno ângulo de torção df, de forma
que os pontos b e c movem-se para b’ e
c’, respectivamente.
TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE CISALHAMENTO
NA SUPERCÍFICE EXTERNA

Os cantos do elemento não são mais


iguais a 90°. O elemento, portanto, está
em um estado de cisalhamento puro, a
grandeza de deformação gmax é igual ao
ângulo descrito por ab e ab’.

bb ' rd
 máx  
ab dx

gmax é medido em radianos.


TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE CISALHAMENTO
NA SUPERCÍFICE EXTERNA

A quantidade df/dx é a taxa de variação do


ângulo de torção f em relação à distância x
medida ao longo da barra.
Denota-se df/dx pelo símbolo q e refere-se a
ele como a razão de torção ou como o ângulo de
torção por unidade de comprimento.

d

dx Para o caso especial de torção pura, a
razão de torção é igual ao ângulo de
Com essa notação, podemos reescrever a torção total f dividido pelo comprimento
equação para deformação de cisalhamento na L, isto é, q = f/L.
superfície externa da seguinte maneira: Para a torção pura, temos que:

rd r
 máx   r  máx  r 
dx L
TORÇÃO
DEFORMAÇÕES DE CISALHAMENTO
NA SUPERCÍFICE INTERNA

As deformações de cisalhamento no interior da


barra podem ser encontradas pelo método usado para
encontrar a deformação de cisalhamento gmax na
superfície.
Como os raios nas seções transversais
permanecem retos e não distorcidos durante o giro, a
discussão anterior para um elemento abcd na
superfície externa (figura b) também se aplica a um
elemento similar situado na superfície interna de um
cilindro de raio r (figura c).
Desta forma, elementos internos também estão em
cisalhamento puro com as deformações de
cisalhamento correspondentes dadas pela equação:


     máx
r
TORÇÃO
TUBOS CIRCULARES

A figura mostra a variação linear na deformação


de cisalhamento entre a deformação máxima na
superfície externa e a deformação mínima na
superfície interna. As equações para essas
deformações são as seguintes:
r2
 máx 
L
r1 r
 min   máx  1
r2 L

As equações limitam-se a barras submetidas a


pequenos ângulos de rotação e pequenas
deformações.
TORÇÃO
BARRAS CIRCULARES DE MATERIAIS
ELASTICOS LINEARES

Agora, estamos prontos para determinar as Vemos que o torque T tende a rotacionar a
direções e magnitudes das tensões de extremidade direita da barra no sentido
cisalhamento correspondentes as anti-horário quando vista pela direita. Por
deformações de cisalhamento. As direções isso as tensões de cisalhamento t agindo
das tensões podem ser determinadas por em um elemento de tensão localizado na
observação, como ilustrado na figura a. superfície da barra terão as direções
ilustradas ampliadas na figura b.
TORÇÃO
BARRAS CIRCULARES DE MATERIAIS
ELASTICOS LINEARES

As intensidades das tensões de


cisalhamento podem ser determinadas a
partir das deformações usando a relação
tensão-deformação para o material da
barra. Se o material é elástico e linear
podemos usar a lei de Hooke em
cisalhamento.

Em que G é o módulo de elasticidade


ao cisalhamento e g é a deformação de
cisalhamento em radianos.
TORÇÃO
BARRAS CIRCULARES DE MATERIAIS
ELASTICOS LINEARES

Lembrando que  máx  r

 máx  G máx  Gr



  G    máx
r
Em que tmáx é a tensão de cisalhamento
na superfície externa da barra de raio r, t
(tau) é a tensão de cisalhamento em um
ponto no interior da barra de raio r e q é a
razão de torção.

As equações anteriores mostram que a tensão de cisalhamento varia


linearmente com a distância do centro da barra, representada na figura
TORÇÃO
FÓRMULA DA TORÇÃO

As tensões que agem continuamente ao


redor da seção transversal, tem uma
resultante na forma de um momento -
igual ao torque T agindo na barra.

Para determinar esta resultante


consideremos um elemento de área dA
localizado à distância radial r do eixo da O momento desta força sobre o eixo da
barra, conforme mostra a figura. barra é igual a força vezes a sua distância
ao centro ou   dA  .

Força

V   dA Podemos expressar esse momento


elementar como

dM    dA 
TORÇÃO
FÓRMULA DA TORÇÃO

Podemos expressar esse momento Em que:


elementar como
d4
J    dA 
2
dM    dA  32
A

    2 É o momento de inércia polar da seção


dM     máx  dA   máx dA transversal circular, para um círculo de
 r   r diâmetro d.
O momento resultante, ou torque T, é a
soma de todos os momentos elementares
sobre a área da seção transversal: Para tubos circulares
 máx  (d e4  di4 )
T   dM    2
dA J    dA 
2

A
r A 32
A
 máx
T J
r

As unidades no SI para a Tensão de cisalhamento é (Pa) para o Torque é (N.m),


para o raio (m) e para o momento polar é (m4).
TORÇÃO
ÂNGULO DE TORÇÃO

O ângulo de torção de uma barra de material A quantidade GJ/L é chamada Rigidez


elástico linear pode ser agora relacionado ao Torcional da barra. É definida como sendo
torque aplicado T. Combinando a equação o torque necessário para produzir um
tmáx = Grq com a fórmula da torção, ângulo de rotação unitário.
obtemos:
T GJ
 kT 
GJ L

A flexibilidade à torção é recíproca a


Para uma barra em torção pura, substitui-se rigidez, e é definida como o ângulo de
o valor de q por f/L, assim: rotação produzido por um torque unitário.

TL L
 fT 
GJ GJ
TORÇÃO
EXEMPLO 1

Uma barra de aço sólida de seção transversal circular fig 3.11 tem diâmetro
d = 40 mm, comprimento L = 1,3 m e módulo de elasticidade G = 80 GPa. A barra
está submetida a torques T agindo na extremidades.

a) Se os torques têm intensidade T = 340 N.m, qual é a tensão de


cisalhamento máxima na barra? Qual o ângulo de torção entre as extremidades?
b) Se a tensão de cisalhamento admissível é de 42 MPa e o ângulo de
torção admissível é 2,5º, qual é o torque máximo.

L = 1,3 m
TORÇÃO
EXEMPLO 2

Um eixo de aço deve ser fabricado com uma barra circular sólida ou com um tubo
circular (figura 3.12). O eixo deve transmitir um torque de 1200 N.m sem exceder uma
tensão de cisalhamento admissível de 40 Mpa, nem uma razão de torção de 0,75°/m. O
módulo de elasticidade de cisalhamento do aço é de 78 Gpa.
a) Determine o diâmetro necessário d0 do eixo maciço.
b) Determine o diâmetro necessário d2 do eixo vazado se a espessura do eixo estiver
especificada em um décimo do diâmetro externo.
c) Determine a razão dos diâmetros (isto é, a razão d 2/d0) e a razão dos pesos dos
eixos maciço e vazado.
TORÇÃO
EXEMPLO 4

P - 3.1 - Beer - O eixo circular BC é vazado, e tem diâmetros interno e externo de 90


mm e 120 mm, respectivamente. Os eixos AB e CD são maciços, com diâmetros d.
Determinar, para o carregamento indicado: (a) o valor máximo e mínimo da tensão de
cisalhamento no eixo BC; (b) qual o diâmetro necessário nos eixos AB e CD se a tensão
admissível no material é 65 MPa.
TORÇÃO
EXEMPLO 3

E - 3.2 - Beer – Um eixo circular vazado de aço com módulo de cisalhamento G = 80


GPa, tem comprimento L = 1.5 m e diâmetros interno e externo respectivamente de 40 e 60
mm (Fig. 3.15). (a) Qual é o maior momento de torção que pode ser aplicado ao eixo, para
que as tensões de cisalhamento não excedam 120 MPa? (b) Qual é o valor mínimo da
tensão de cisalhamento para esse caso? (c) Que valor de momento de torção deve ser
aplicado à extremidade circular do eixo vazado de modo o ângulo de torção produzido seja
de 2º?
TORÇÃO
EXEMPLO 5

Quando um eixo tem uma extremidade engastada a um suporte fixo o ângulo de torção
f do eixo circular é igual ao ângulo de rotação da extremidade livre.
No entanto quando as duas extremidades do eixo giram o ângulo de torção do eixo é
igual ao ângulo o qual uma extremidade girou em relação à outra.

E 3.4 - Beer - No conjunto da fig, sabe-se que rA = 2rB. Determinar o ângulo de rotação da
extremidade E do eixo BE, quando o momento torçor T é aplicado em E.
TORÇÃO
EXEMPLO 5
TORÇÃO
EXEMPLO 6

P 3.33 - BEER - Dois eixos maciços de aço (77 GPa) são conectados pelas
engrenagens mostradas. Determinar o ângulo de torção da extremidade A,
quando nesse ponto um torque T de 600 N.m é aplicado.
TORÇÃO
EIXOS
ESTATICAMENTE INDETERMINADOS

E3.5 - Beer: Um eixo AB tem 250 mm de comprimento e 20 mm de diâmetro, tendo


seção transversal circular. O eixo tem seção vazada, com diâmetro interno de 16 mm,
no trecho de 125 mm a partir da extremidade B. O eixo é de aço, sendo engastado
nas extremidades. Determinar o momento torçor que se exerce no eixo devido a cada
apoio, quando um torque de 120 N.m é aplicado no ponto médio de AB.
TORÇÃO
EIXOS
ESTATICAMENTE INDETERMINADOS
TORÇÃO
EIXOS
ESTATICAMENTE INDETERMINADOS

Outras condições que nos levam a determinação de T A e TB .

Se observarmos que o ângulo de torção


total AB é zero, uma vez que suas
extremidades são fixas e engastadas;
assim

Chamando de f1 e f2 os ângulos de
torção das partes AC e BC,
respectivamente escrevemos:
TORÇÃO
EIXOS
ESTATICAMENTE INDETERMINADOS

P 3.4 - Beer - Dois eixos maciços são ligados por engrenagens, como mostra a figura.
Sabe-se que o material de cada eixo tem G = 80 GPa e tensão de cisalhamento
admissível de 55 MPa. Determinar: (a) o maior valor do torque T0 que poderá ser
aplicado à extremidade A do eixo AB; (b) o ângulo correspondente pelo qual a
extremidade A do eixo AB gira.
TORÇÃO
EIXOS
ESTATICAMENTE INDETERMINADOS

P 3.3 - Beer - Um eixo vertical AD é engastado a uma base fixa D, e fica submetido a
o momento torçor indicado. A porção CD do eixo tem seção transversal vazada de 44
mm de diâmetro interno. Sabendo-se que o eixo é feito de aço, com módulo de
elasticidade transversal G = 80 GPa, calcular o ângulo de torção no ponto A.
TORÇÃO
TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

Principais especificações:
 Potência (a ser transmitida);

 velocidade de rotação do eixo.

Objetivos:
 Não exceder a máxima tensão de cisalhamento admissível
quando o eixo transmitir a potência requerida na velocidade
especificada.
TORÇÃO
TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

Relembrando da dinâmica básica. Determinado o torque que será aplicado,


resolve-se a equação abaixo para encontrar o
menor valor admissível para o parâmetro J/c.
w (rad/s) é a velocidade angular do
corpo, definida como:

Usando t em Pa (N/m²) e T em N.m obtemos


f (Hz) é a frequência do movimento J/c em m³. Lembrando que
de rotação, isto é o número de
revoluções por segundo. (unidade de
medida Hz = s-1)
Com isto pode-se determinar o menor valor
admissível para o raio c do eixo circular. No
Expressando a frequência em Hz e T eixo vazado o parâmetro é J/c2. (raio externo)
em N.m, a potência será expressa em
N.m/s, ou seja, watts (W)
TORÇÃO
TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

E3.6 - Beer - Que diâmetro deve ser usado para o eixo do rotor de
uma máquina de 5 hp, operando a 3600 rpm, se a tensão de
cisalhamento não pode exceder 59 MPa?
TORÇÃO
EXERCÍCIO

E3.7 - Beer - Um eixo é constituído por um tubo de aço de 50 mm de


diâmetro externo e deve transmitir 100 kW de potência a uma
frequência de 20 Hz. Determinar a espessura do tubo para que a
tensão máxima de cisalhamento não exceda a 60 MPa.
TORÇÃO
EXERCÍCIO

3.7 - Gere - Um motor rotacionando um eixo circular maciço de aço,


transmite 30 kW para uma engrenagem em B. A tensão de cisalhamento
admissível no aço é de 42 MPa.
a) Qual é o diâmetro d necessário do eixo se ele é operado a 500 rpm?
b) Qual é o diâmetro d se ele é operado a 4.000 rpm?
c) Comparando os dois resultados qual a conclusão que se pode chegar
com a relação T vs w.
TORÇÃO
TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

3.8 - Gere - Um eixo maciço de aço ABC de 50 mm de diâmetro como mostra a figura é
acionado em A por um motor que transmite 50 kW ao eixo a 10 Hz. As engrenagens B e
C acionam maquinários que necessitam de potência igual a 35 kW e 15 kW,
respectivamente. Calcule a tensão de cisalhamento máxima tmáx no eixo e o ângulo de
torção fAC entre o motor em A e a engrenagem em C. (Use G = 90 GPa).
TORÇÃO
EXERCÍCIO

3.67 - Beer - Os dois eixos maciços e as engrenagens mostradas são usadas para
transmitir 12 kW do motor em A, que gira a uma frequência de 20 Hz, a uma
máquina ferramenta em D. Sabendo-se que a tensão de cisalhamento admissível é de
60 MPa em todo o eixo determinar o diâmetro necessário: (a) para o eixo AB; (b)
para o eixo CD.
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES
Nos dois casos as tensões se distribuem, nas
proximidades do ponto de aplicação do torque,
de maneira bem diferente daquela dada pela
fórmula da torção. Assim nas proximidades da
guia da fig b, ocorrerão grandes concentrações
de tensão. A determinação dessa tensões
localizadas pode ser conseguida por meio de
método experimental, ou através da teoria da
elasticidade.
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES

Quando a variação da seção transversal ocorre de forma brusca, haverá concentração


de tensões perto da descontinuidade, com valores máximos de tensão acontecendo
em A, fig.

Essas tensões podem ter seu valor reduzido pela utilização de um arredondamento e
o valor máximo da tensão de cisalhamento no arredondamento ou adoçamento pode
ser calculado por:
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES

Exemplo: O eixo de seção transversal variável da figura transmite a potência de uma


turbina para um gerador, girando a 900 rpm. O tipo de aço especificado no projeto
tem tensão admissível de cisalhamento de 55 Mpa. a) As dimensões indicadas são as
de um projeto preliminar. Determinar, para esses valores, a máxima potência que
pode ser transmitida. b) Se o projeto final especificar o valor de 10 mm para o raio
do adoçamento, qual será o aumento percentual, na potência transmitida, em relação
ao caso a?
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES

Exemplo: O eixo de seção transversal variável da figura transmite a potência de uma


turbina para um gerador, girando a 900 rpm. O tipo de aço especificado no projeto
tem tensão admissível de cisalhamento de 55 Mpa. a) As dimensões indicadas são as
de um projeto preliminar. Determinar, para esses valores, a máxima potência que
pode ser transmitida. b) Se o projeto final especificar o valor de 10 mm para o raio
do adoçamento, qual será o aumento percentual, na potência transmitida, em relação
ao caso a?
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES

a) Projeto preliminar.

L.S. Jacobsen, Concentração de tensões


de torção em seção circular e diâmetro
variável. A.S.M.E., 1925 Vol 47 pp 619-
638
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES

a) Projeto final.

L.S. Jacobsen, Concentração de tensões


de torção em seção circular e diâmetro
variável. A.S.M.E., 1925 Vol 47 pp 619-
638
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES
5.113 - Hibbeler - O eixo está preso à parede em A e é submetido aos torques
mostrados na figura. Determine a tensão de cisalhamento máxima no eixo. Um filete
de solda de raio 4,5 mm é usado para interligar os eixos em B.
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES
5.39 - Hibbeler - O eixo maciço de aço AC tem diâmetro de 25 mm e está apoiado
nos mancais lisos em D e E. O eixo está acoplado a um motor em C, que transmite 3
kW de potência ao eixo quando está girando a 50 ver/s. Se as engrenagens A e B
absorverem 1 kW e 2 kW, respectivamente, determine a tensão de cisalhamento
máxima desenvolvida no eixo no interior das regiões AB e BC. O eixo é livre para
girar em seus mancais de apoio D e E..
TORÇÃO
CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES
3.75 - Beer - O eixo escalonado mostrado deve ser capaz de transmitir 150 kW de
potência. Sabendo-se que a tensão de cisalhamento admissível para o eixo é de 55
MPa e que o raio de adoçamento é r = 6 mm, determinar a menor frequência
permissível.

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