0% acharam este documento útil (0 voto)
350 visualizações46 páginas

Curso de Programação para CLP/PLC

O documento descreve um curso sobre programação de controladores lógicos programáveis (CLPs) ou PLCs. O curso cobrirá tópicos como histórico e evolução dos CLPs, definição e princípios de funcionamento, linguagens de programação e aplicações dos CLPs em automação industrial e controle de processos.

Enviado por

Lilian Guattari
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
350 visualizações46 páginas

Curso de Programação para CLP/PLC

O documento descreve um curso sobre programação de controladores lógicos programáveis (CLPs) ou PLCs. O curso cobrirá tópicos como histórico e evolução dos CLPs, definição e princípios de funcionamento, linguagens de programação e aplicações dos CLPs em automação industrial e controle de processos.

Enviado por

Lilian Guattari
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Prof.

Gilmarcos Ramalho Correa

Automação e Supervisão de Processos Industriais


Curso de Linguagem de Programação para CLP ou PLC
CURSO DE LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO LADDER PARA CLP
OU PLC
Aplicações
Ethernet

Foundation Fieldbus H1

Junction Box Level


(JM400) Temperature Transmitter Transmitter

Density
Pressure Transmitter
Transmitter

Motorize
Valve
Aplicações
Ethernet
Installation of
Controller at the
Field or in
Control room Modbus

Foundation Fieldbus H1

Level
Junction Box Transmitter
Temperature Transmitter
(JM400) (Radar)

Pressure
Transmitter

Motorize BSW
Valve Transmitter
Aplicações

Visualisation
SISTAR

fibre optical industrial Ethernet

Engineering
Control
COMMUWIN II
SIMATIC S5

PROFIBUS-DP RS 485
Segment Siemens Festo
coupler ET 200 Valve
PROFIBUS-PA IEC 1158-2Remote I/O control

Danfoss
AC Motor
Speed
Controller
TMD 834
Samson
Control
Valve
Cerabar S
Mycom L
Deltapilot S
48 fermentation and storage tanks
Promag 33
INTRODUÇÃO
Visão geral das características e recursos hoje disponíveis no
mercado de controladores lógicos programáveis, bem como, a
sua aplicação nos diversos campos da automação industrial e
controle de processos, onde as necessidades de flexibilidade,
versatilidade, disponibilidade, alta confiabilidade,
modularidade, robustez e baixos custos, o tornam uma
excelente opção.
Controladores lógicos programáveis, também chamados de
controladores programáveis ou CLPs, são dispositivos em
estado sólido, da família dos computadores, que utilizando
circuitos integrados ao invés de dispositivos eletromecânicos,
e implementam funções de controle. Eles são capazes de
armazenar instruções de seqüenciamento, temporização,
contagem, operações aritméticas, manipulação de dados e de
comunicação, para controle de máquinas e processos
industriais.
HISTÓRICO
A divisão Hydramatic da General Motors especificou os critérios
de projeto para o primeiro controlador programável, em 1968. O
seu principal objetivo foi o de eliminar os elevados custos
associados com painéis de controle feitos com relés
eletromecânicos. As especificações exigiam um sistema de
estado sólido com flexibilidade similar a de um computador,
mas com capacidade de sobreviver em um ambiente industrial,
ser facilmente programado e mantido por engenheiros e
técnicos, e ser reutilizável. Este tipo de sistema de controle
reduziria o tempo de paralisação no caso de manutenções e
Controladores Lógicos
HISTÓRICO/EVOLUÇÃO

 1969 A 1971: Substituição da lógica eletro-mecânica


por semicondutores;
 1971 a 1976: Utilização de processadores e memórias:
substituição de contadores e temporizadores, cálculos
aritméticos, impressão de relatórios, controle em
malha fechada;
 1976 a 1981: Controle de posicionamento e
comunicação entre CLP’s;
 1981 a 1985: Comunicação em rede com periféricos
inteligentes (remotas) e redundância de CPU’s;
 Após 1985: Acesso via Interface Homem Máquina
(IHM), controle por sistemas supervisórios.
NOMENCLATURAS

 CLP: Controlador Lógico Programável

 CP: Controlador Programável

 PLC: Programmable Logic Controller

 IHM: Interface Homem Máquina

 MMI: Man Machine Interface


?????

 POR QUE AUTOMATIZAR???


 Informação do processo
 Reduzir re-trabalho
 Redução do ciclo produtivo
 Aumento da performance
 Aumento da qualidade
 Diferencial competitivo
DEFINIÇÃO

De acordo com a norma técnica IEC 61131-1, um controlador


lógico programável é definido como:
•Sistema eletrônico digital, desenvolvido para uso em
ambiente industrial, que usa uma memória programável para
armazenamento interno de instruções do usuário, para
implementação de funções específicas, tais como, lógica,
seqüenciamento, temporização, contagem e aritmética, para
controlar, através de entradas e saídas, vários tipos de
máquinas e processos.
FLUXOGRAMA DE AUTOMAÇÃO

INÍCIO

LEVANTAMENTO
DOS PONTOS DE I/O’s
E CARACTERÍSTICAS
DO PROCESSO/
MÁQUINA

DEFINIÇÃO DO
CONTROLE À
SER UTILIZADO.

FLUXOGRAMA
DO PROCESSO/
MÁQUINA.

ELABORAÇÃO DO
PROGRAMA DE
USUÁRIO

VALIDAÇÃO DO
PROGRAMA

MODIFICAÇÃO
NÃO
FUNCIONAMENTO DO
OK? PROGRAMA
SIM
INSTALAÇÃO E
START-UP

FIM
PONTOS IMPORTANTES NA
DEFINIÇÃO DO CLP
 Condições ambientais à ser aplicado;

 Performance (??Varredura??)

 Quantidade de pontos:

 Tipos das entradas e saídas digitais (Tipo NPN, PNP, relé,


triac, etc...)

 Entradas e saídas analógicas: tensão/corrente

 Entrada para encoder

 Canais de temperatura: PT100 e Termopar (tipo J/K)


PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Um controlador lógico programável, como mostrado na


Ilustração 3, é constituído
por duas seções básicas:
● A unidade central de processamento (CPU).
● O sistema de entradas e saídas (E/S).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

A unidade central de processamento coordena todas as atividades


realizadas pelo
CLP. Três componentes principais formam a unidade central de
processamento
● O processador (Processor).
● O sistema de memória (Memory).
● A fonte de alimentação (Power Supply).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

A operação de um controlador lógico programável é


relativamente simples. O sistema de entrada e saída é
fisicamente conectado aos dispositivos de campo, que são
encontrados em máquinas ou usados no controle de processos
(Estes dispositivos podem ser discretos (booleanos) ou
analógicos. Como exemplo destes dispositivos tem-se: chaves
fim-de-curso, transdutores de pressão, transdutores de
temperatura, botoeiras, contatores, lâmpadas e outros.
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

As interfaces de entrada e saída permitem as conexões entre a CPU


e os dispositivos fornecedores de informação (sensores de entrada)
e também aos dispositivos controláveis (saídas). Durante esta
operação, a CPU realiza três processos:
1. Lê informações oriundas dos dispositivos de entrada (sensores)
através das interfaces de entrada. Estas informações são
armazenadas no sistema de memória
2. Executa o programa de controle armazenado em seu sistema de
memória. As informações de entradas, necessárias para a execução
do programa de controle são lidas do sistema de memória, e não
diretamente das interfaces de entrada. Todas as ações de
acionamentos de saídas efetuadas pelo programa são escritas
também no sistema de memória e não diretamente nas interfaces
de saída.
3. Escreve (aciona) os dispositivos de saída (atuadores) através
das
interfaces de saída. As interfaces de saída são escritas em função
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Este processo contínuo, mostrado na Ilustração 6, é chamado de


ciclo de varredura (scan cicle).

Sistemas de controle industrial são sistemas de tempo real, o que


significa que alterações nos sinais de entradas exigem uma
imediata ação no sinal de saída correspondente. Ou seja, o tempo
de reação do sistema de controle deve ser condizente
com as necessidades do processo controlado.
DEFINIÇÃO
Conceito Genérico
 CLP: equipamento eletrônico programável
utilizado para automatizar máquinas ou processos

Máquina ou Processo
CHAVES
SENSORES CONTATORES
BOTOEIRAS C VÁLVULAS
MEDIDORES
L INVERSORES
TERMOSTATOS RELÉS
PRESSOSTATOS
P COMUTADORES
TERMOPARES
ENCODERS
TENSÕES
CORRENTES
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

 Energização

 Limpeza das memórias imagem de E e S

 Teste de escrita/leitura da memória RAM

 Teste de executabilidade do programa usuário

 Execução das rotinas de inicialização

 Execução da varredura
VARREDURA OU “SCAN”

INÍCIO / ENERGIZAÇÃO

LIMPEZA DE MEMÓRIA IMAGEM, TESTES


E ROTINAS DE INICIALIZAÇÃO

LEITURA DAS ENTRADAS E


ATUALIZAÇÃO DA MEMÓRIA
IMAGEM DE ENTRADA

PROCESSAMENTO DAS INSTRUÇÕES


DO PROGRAMA USUÁRIO E
ATUALIZAÇÃO DA MEMÓRIA IMAGEM
DE SAÍDA

ATUALIZAÇÃO DAS SAÍDAS VINCULADAS


A MEMÓRIA IMAGEM DE SAÍDA
CARACTERÍSTICAS DE CLP’S
 Programabilidade: o mesmo equipamento pode ser utilizado nas mais
diversas aplicações

 Confiabilidade: por utilizar semicondutores o número de acionamentos é


virtualmente infinito

 Isolação óptica de entradas e saídas : proporciona segurança contra


interferências elétricas vindas da máquina ou processo

 Detecção de falhas: auto diagnóstico imediato em caso de falha de


comunicação, memória e outros

 Modularidade: permite montagem correspondente a necessidade da


máquina ou processo

 Start-up rápido: evita a necessidade de alteração de ligações físicas em


caso de alteração da lógica de comando da máquina ou processo
ARQUITETURA BÁSICA

UNIDADE DE
ENTRADA
UNIDADE
MÁQUINA
CENTRAL INTERFACES DE
OU
DE PROGRAMAÇÃO E
PROCESSO
PROCES- HOMEM-MÁQUINA
SAMENTO
UNIDADE
DE SAÍDA

FONTE
EXTERNA
FONTE

CONJUNTO CLP
UNIDADES BÁSICAS
 Unidade de entrada: recebe sinais elétricos da máquina ou
processo e compatibiliza com o circuito eletrônico do CLP

 Unidade de saída: recebe os sinais processados pelo CLP e


disponibiliza um sinal elétrico para utilização na máquina ou
processo

 Unidade de processamento: é o cérebro do CLP; administra


todas suas funções e recebe os sinais da unidade de
entrada, executa a lógica do programa usuário e coloca o
resultado na unidade de saída

 Unidade fonte de alimentação: adequa a energia elétrica


para o funcionamento do conjunto CLP
UNIDADE DE ENTRADA E SAÍDA

 Digitais: admitem apenas 2 estados: ligado


(ON) ou desligado (OFF)

 Analógicas: admitem mais que 2 estados


possíveis, usualmente um intervalo de
valores de corrente (0 a 20mA) ou tensão (0
a 10Vcc)
ENTRADAS DIGITAIS
Entradas Digitais para
Corrente Contínua Tipo N e P

 Tipo N (ou NPN): ligada quando é colocado


o 0 Vcc ext. no borne de entrada

 Tipo P (ou PNP): ligada quando é colocado


o 24 Vcc ext. no borne de entrada
UNIDADE DE ENTRADA ANALÓGICA
 Converte sinais analógicos em valores numéricos
que podem ser utilizados pelo controlador
programável e manuseados pelo usuário.
TRANSDUTORES ANALÓGICOS

 Réguas potenciométricas

 Células de carga

 Medidores de nível

 Medidores de vazão

 Medidores diversos
UNIDADE DE LEITURA DE
TEMPERATURA
 Estes sinais de
pequena amplitude
são filtrados,
amplificados e
digitalizados por um
conversor, e então
enviados para o
processador e
disponibilizados para
a utilização no
programa de usuário.
SAÍDAS DIGITAIS
Saídas Digitais para
Corrente Contínua Tipo N e P

 Tipo N (ou NPN): quando ligada coloca 0 Vcc


ext. no borne de saída

 Tipo P (ou PNP): quando ligada coloca 24 Vcc


ext. no borne de saída
ATUADORES NA SAÍDA
SAÍDA TIPO N
No acionamento, o CLP
fornece potencial negativo
para a carga. A carga deve
ser ligada entre o terminal de E
UNIDADE DE
saída e o potencial positivo Vext
+
ENTRADA
UNIDAD
da fonte. - E
CENTRAL
S DE
PROCES-
UNIDADE SAMENT
Vext DE SAÍDA
+ O
-

FONTE

+ FONTE EXTERNA CONJUNTO CLP


-
ATUADORES NA SAÍDA
No acionamento, o CLP SAÍDA TIPO P
fornece potencial positivo
para a carga. A carga deve ser
ligada entre o terminal de E
UNIDADE DE
saída e o potencial negativo Vext
ENTRADA
+ UNIDADE
da fonte - CENTRAL
DE
S PROCES-
UNIDADE SAMENT
Vext DE SAÍDA O
+
-

FONTE

+ FONTE EXTERNA - CONJUNTO CLP


UNIDADE DE SAÍDA ANALÓGICA
 Converte valores numéricos (pressões, velocidades,
etc) em valores de tensão/ corrente correspondentes.

D/A SAÍDA
ATUADORES ANALÓGICOS

 Servo acionamentos

 Inversores de frequência

 Amplificadores para válvula proporcional

 Ponte retificadora tiristorizada

 Atuadores diversos
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

 Padronização entre fabricantes: IEC 61131-3

 As linguagens padronizadas são:

 Texto Estruturado (ST);

 Lista de Instruções (IL);

 Diagrama de Contatos (LD-Ladder);

 Diagrama de Blocos (FBD);

 Sequenciamento gráfico de funções (SFC).


LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
Texto Estruturado (ST)
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
Lista de Instruções (IL)

LD E00
AND E01
ST S80

EQUIVALENTE ELÉTRICO

E 00

E 01

S 80
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
Diagrama de Contatos (Ladder)

E 00 E 01 S 80

EQUIVALENTE ELÉTRICO

E 00

E 01

S 80
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
Diagrama de Blocos (FBD)

E 00
AND S 80
E 01

EQUIVALENTE ELÉTRICO

E 00

E 01

S 80
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
Sequenciamento Gráfico de Funções (SFC)

Step 1 N FILL

Transition 1

Step 2 S Empty

Transition 2

Step 3
APLICAÇÃO

Processo Industrial e CLP


CPU com inovação tecnológica: 400405BF

Processador : BF532 da Analog Device


Clock interno de 400Mhz e externo de 133Mhz
Obs: Clock do XA é de 22Mhz

Performance: 10 vezes mais rápido que o processador XA


Primeira CPU Atos com circuito impresso de 6 layers
Sua programação será feita no padrão IEC61131
Comparação do BF com as CPU´s atuais :

Produto Memória Flash Memória Firmware Memória RAM

4004.01 32K 64K 32K


4004.05B 32K 64K/(128K) 64K (128K)
400405R 2x 64K (128K) 64K / (128K) 2 X 64K (128K)
400405T 2x 64K (128K) 64K / (128K) 5 x 64K (512K)
400405B 2M 16M (SDRAM) 256K
F
Software A1
Informações Gerais

Configurações mínimas para rodar o A1:

• Processador: Pentium III 500MHz com


256Mb de RAM.

• Vídeo: 800x600 pixels (fontes pequenas)

• Espaço disponível no HD: 60 Mb

• Sistema Operacional: 2000 ou XP

Você também pode gostar