0% acharam este documento útil (0 voto)
103 visualizações80 páginas

EPI's e NR 10 para Eletricidade

O documento discute os riscos associados ao trabalho com eletricidade e as medidas de proteção coletiva e individual necessárias para cumprir a NR 10. Ele descreve os riscos de choque elétrico e queimaduras, e as ferramentas, EPIs e procedimentos de proteção como desligamento, bloqueadores, detectores de tensão e aterramento temporário.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
103 visualizações80 páginas

EPI's e NR 10 para Eletricidade

O documento discute os riscos associados ao trabalho com eletricidade e as medidas de proteção coletiva e individual necessárias para cumprir a NR 10. Ele descreve os riscos de choque elétrico e queimaduras, e as ferramentas, EPIs e procedimentos de proteção como desligamento, bloqueadores, detectores de tensão e aterramento temporário.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

- ADEQUAÇÃO A NOVA NR 10

ADEQUAÇÃO A NOVA NR10


- Consultoria (Levantamento das
necessidades);
- EPI’s (Uniforme, luvas, mangas, etc);
- Ferramentas Isoladas;
- EPC’s;
- Treinamento 40 e 80Hs
- Ensaio dos EPI’s e EPC’s
TRABALHANDO COM ELETRICIDADE

• RISCOS ENVOLVIDOS:
- CHOQUE ELETRICO
- QUEIMADURAS
• TIPOS DE PROTEÇÃO:
- COLETIVA
- INDIVIDUAL
PROTEÇÃO:

RISCOS ENVOLVIDOS
RISCOS ENVOLVIDOS
• CHOQUE ELÉTRICO:
- O choque elétrico, geralmente
causado por altas descargas, é
sempre grave, podendo causar
distúrbios na circulação
sanguínea e, em casos
extremos, levar à parada
cárdio-respiratória.
Na pele, podem aparecer duas
pequenas áreas de
queimaduras (geralmente de 3º
grau) - a de entrada e de saída
da corrente elétrica.
RISCOS ENVOLVIDOS
EFEITOS ESTIMADOS DA ELETRICIDADE

CORRENTE CONSEQUÊNCIA

1 mA Apenas perceptível

10 mA "Agarra" a mão

16 mA Máxima tolerável

20 mA Parada respiratória

100 mA Ataque cardíaco

2A Parada cardíaca

3A Valor mortal
RISCOS ENVOLVIDOS
• QUEIMADURAS:
• Existem dois tipos de queimaduras
provocadas por eletricidade. Queimaduras
provocadas pela passagem de corrente
elétrica através do corpo (Choque) e
queimaduras provocadas pela radiação de
calor liberada em um arco elétrico.
RISCOS ENVOLVIDOS

• QUEIMADURAS:
• A pele humana é um bom isolante
e apresenta, quando seca, uma
resistência à passagem da corrente
elétrica de 100.000 Ohms. Quando
molhada, porém, essa resistência cai
para apenas 1.000 Ohms. A energia
elétrica de alta voltagem, rapidamente
rompe a pele, reduzindo a
resistência do corpo para apenas
500 Ohms.
RISCOS ENVOLVIDOS

(A) Touch Potential (B) Step Potential (C and D) Touch / Step Potential

Quando a corrente passa pelo coração as aumenta de obito


RISCOS ENVOLVIDOS

QUEIMADURAS:

UM ARCO ELÉTRICO PODE


ATINGEI UMA TEMPERATURA
DE 19000 C PODENDO CAUSAR
QUEIMADURAS DE PRIMEIRO,
SEGUNDO E TERCEIRO GRAU
• EPC’S:
PROTEÇÃO COLETIVA
- Tapetes e mantas isolantes;
- Bloqueios;
- Aterramento temporário;
- Etc.
• Ferramentas:
- Varas de manobra;
- Detectores de tensão;
- Etc.
NR 10
PROTEÇÃO COLETIVA

• 10.2.8.2 As medidas de proteção coletiva


compreendem, prioritariamente, a desenergização
elétrica conforme estabelece esta NR.
• 10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do
estabelecido no subitem 10.2.8.2, devem ser utilizadas
outras medidas de proteção coletiva, tais como: Isolação
das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização,
sistema de seccionamento automático de alimentação,
bloqueio de religamento automático.
10.5 Segurança em Instalações Elétricas
Desenergizadas.
•Somente serão consideradas desenergizadas as
instalações elétricas que obedecerem a seqüência a
baixo:
a) Seccionamento;
b) Impedimento de reenergização (Bloqueadores);
c) Constatação da ausência de tensão (Detectores);
d) Instalação de aterramento temporário com
equipotencialização dos condutores;
e) Proteção de elementos energizados existentes na
zona controlada (Coberturas rígidas isolantes);
f) Instalação de sinalização para impedimento da
energização (Sinalizadores).
BLOQUEADORES
•NOVA NR10:
•Pela nova NR 10 é obrigatório a
utilização de um bloqueio físico no ponto
de seccionamento e religamento para o
impedimento de uma eventual
reenergização acidental.
DETECTOR DE TENSÃO

- Atende a norma IEC 601243-1 a


partir de 1KV até 400KV;
- Máxima tensão de detecção 3
vezes maior do que a mínima;
- Detecção por contato;
- Uso com vara de manobra;
- Freqüência de trabalho de
50/60Hz.
VARA DE MANOBRA
• Vara de Manobra Telescópica

37 29 - C a q u i

20 - L ar n j a

24 0 - C i n za
ATERRAMENTO TEMPORÁRIO
SISTEMAS ENERGIZADOS
MANTAS ISOLANTES

•NR 10:
•10.2.8.2:Na
impossibilidade de
desenergização, devem ser
adotadas outras medidas de
proteção coletiva, tais como:
Isolação das partes vivas,
obstáculos, barreiras, etc.
MANTAS ISOLANTES
LEAL / SALISBURY

-Coberturas flexíveis nas


classes: 0, 2, 4
-Borracha tipo II
resistente ao ozônio
-Altamente Flexíveis
-Norma: ASTM D 1048


• PROTEÇÃO
Ferramentas:
INDIVIDUAL
- Ferramentas Isoladas;
- Detectores de tensão;
- Etc.
• EPI’S:
- Vestimenta antichama;
- Protetor Facial contra arco voltáico;
- Luvas e mangas isolantes;
- Etc.
NR10
FERRAMENTAS ISOLADAS
- 10.4.3 “Nos locais de trabalho
só podem ser utilizados
equipamentos, dispositivos e
ferramentas elétricas
compatíveis com a
instalação elétrica existente,
preservando-se as
características de proteção,
respeitadas as recomendações
do fabricante e as influências
externas
Norma Internacional IEC 900
•Depois de um
Ensaio Dielétrico acondicionamento de 24 horas
em água, retira-se e seca-se a
mesma. Logo inicia-se o ensaio
da seguinte maneira:
colocamos a parte isolada da
ferramenta dentro do balde
d’água e aplica-se sobre a
cabeça a tensão de 10 kV
durante 3 min. Mede-se a
corrente de fuga, que deve ser
inferior a 1 mA por 200 mm de
parte isolada.
Norma Internacional IEC 900

Ensaio de impacto
A dureza do martelo deve ser

de 20 HRC (tratamento
térmico). Seleciona-se 3 pontos
de ensaios suscetíveis a queda
sobre uma superfície plana. O
ensaio é realizado sobre estes
pontos.
Norma Internacional IEC 900

Ensaio de penetração Coloca-se um aparato de prova


pontiagudo de 2 kg no centro
da parte isolada. Depois,
coloca-se o conjunto dentro de
um forno programado a 70
durante 2 h. Após a saída do
forno, realiza-se um ensaio
dielétrico de 5 kV durante 3
min entre a ponta do aparato e
a cabeça não isolada da
ferramenta.
Norma Internacional IEC 900

Ensaio de aderência do
revestimento isolante •
Depois do acondicionamento
de 168 h da ferramenta a uma
temperatura de 70 realiza-se
o ensaio de aderência entre o
3 e o 5 min. A capa isolante
não pode despegar-se mais
que 3 mm da parte condutora
em relação à sua posição
inicial. O peso adotado varia de
acordo com o tipo de
ferramenta ensaiada.
Norma Internacional IEC 900
Ensaio de propagação de
chama
Logo após ajustar a chama

para se obter unicamente a


parte azul, coloca-se a
ferramenta sobre a mesma a
uma distância de 20 mm
durante 10 s e retira-se a
ferramenta. A propagação da
chama deve ser observada
durante 20 s e não superar os
120 mm de altura.
Norma Internacional IEC 900

Ensaio mecânico
-Refere-se a qualidade
das partes metálicas da
ferramenta que devem
resistir a norma ISO;
-As normas seguem o
padrão Internacional da
norma IEC 900
Norma Internacional IEC 900

A Ferramenta deve conter:



- Origem (identificação do fabricante com sua marca)

- Referência do produto (exemplo: MS4)

- Ano de fabricação (exemplo 98)

- Símbolo da norma IEC900 (os triângulos) e a tensão de
uso de 1000 V.

- As marcações feitas nas ferramentas atendem as
exigencias agregadas a norma EN 60900
NR 10
10.2.9 - Medidas de Proteção Individual

10.2.9.1Quando as medidas de P.C. forem


tecnicamente inviáveis ou insuficientes para se
controlar os riscos, devem ser adotados
equipamentos de proteção individual
específicos e adequados às atividades
desenvolvidas, em atendimento ao disposto na
NR 6;
LUVAS ISOLANTES
NBR 10622

• - As luvas isolantes são usadas em


situações em que existam perigos de
choque elétrico que possam atingir os
eletricistas quando em contato com
condutores ou equipamentos elétricos
energizados
• - As luvas são usadas para proteção
pessoal, portanto ao autorizar seu uso
deve ser dada uma margem de
segurança entre a tensão máxima na
qual são usadas e a tensão de ensaio.
CLASSES DE TENSÃO
Propriedades elétricas para C.A

Classe das Tensão Tensão de Tensão mínima Corrente máxima de fuga (mA)
Luvas máxima de uso ensaio de perfuração Luva de Luva de Luva de Luva de
(Valor eficaz) (Valor eficaz) (Valor eficaz) 267mm 356mm 406mm 457mm
(V) (V) (V) (comprimento) (comprimento) (comprimento) (comprimento)
OO 500 2500 4000 8 12 14 14
0 1000 5000 6000 8 12 14 16
1 7500 10000 20000 X 14 16 18
2 17000 20000 30000 X 16 18 20
3 26500 30000 40000 X 18 20 22
4 36000 40000 50000 X X 22 24
CLASSES DE TENSÃO
• São estabelecidas 6 classes de luva de borracha: classe 00, classe 0,
classe 1, classe 2, classe 3, classe 4.
• Marcação
• Todas as luvas devem ser marcadas clara e permanentemente no
dorso do punho, dentro da faixa de 50mm a contar da orla. Tal marcação
deve ser isolante e aplicada de maneira a não prejudicar as propriedades
das luvas

• A marcação deve ser da cor especificada para cada classe da luva:

• Classe 00 – bege
• Classe 0 – vermelha
• Classe 1 – branca
• Classe 2 – amarela
• Classe 3 – verde
• Classe 4 – laranja
MARCAÇÃO
• Alem das cores, a marcação deve conter as seguintes indicações:

• A) Nome do fabricante;
• B) Tipo;
• C) Classe;
• D) Tamanho
TAMANHO DA LUVAS
O tamanho deve ser obtido pelo perimetro interno da luva,
medindo sobre uma linha paralela à união dos dedos e passando
através da união do dedo polegar.

Numero 8 8,5 9 9,5 10 10,5 11 11,5 12


T(mm) 203 216 229 241 254 267 279 292 303
INSPEÇÃO PRELIMINAR:

• É OBRIGATÓRIO:
• Fazer uma inspeção preliminar diariamente antes
do uso. A inspeção deverá ser feita com o uso de um
insuflador específico.
• O usuário deverá estar atento a furos e cavidades,
oxidação, ataque de ozônio, deterioração, sinais de
envelhecimento, rachaduras, sulcos, cortes e desgastes
superficiais.
• Havendo duvidas, suspeitas ou constatação de
defeitos as luvas não poderão ser utilizadas e deverão
ser encaminhadas imediatamente para testes
laboratoriais de inspeção visual e ensaios de tensão.
Dica para Inspeção Preliminar
Luvas Bicolor
• O uso de luvas bicolores facilitam
a inspeção preliminar devido ao fato
de a cor de dentro ser diferente da
cor de fora. No caso de um furo ou
qualquer deformidade na borracha,
inflando a luva, ou simplesmente
esticando a borracha, a cor de baixo
irá aparecer e se constatará que a
luva não está apta a ser usada
HIGIENIZAÇÃO
• Depois de usadas as luvas deverão ser
lavadas com um sabão suave ou detergente
leve e água. Após a lavagem, as mesmas
deverão ser enxaguadas com água para
remover todo o sabão ou detergente.
Alvejantes ou cloretos suaves do tipo
doméstico podem ser usados para fins de
desinfecção. Sabões, detergentes e alvejantes
não devem ser usados com intensidade que
possa atacar ou prejudicar a superfície da
borracha.


Dica: As luvas bicolores, por ter o seu interior
na cor amarela, facilitam a inspeção e a
constatação de que a luva foi higienizada da
forma correta
ARMAZENAGEM
- Armazená-las em caixa de papelão, evitando enrugamento,
dobras, alongamento ou compressão, mesmo quando sendo
transportadas pelo usuário.
- Armazená-las em local livre de ozônio, produtos químicos,
óleos, solventes, vapores prejudiciais, fumos e descargas
elétricas; fora da ação solar ou qualquer fonte de calor; em
temperatura ambiente não superior a 35°C
- Guardá-las completamente limpas e secas, isentas de óleo,
graxa ou outras substâncias prejudiciais, polvilhadas externa e
internamente com talco apropriado, sem dobras e em caixas
individuais específicas para este fim.
LUVAS ISOLANTES
SALISBURY
• - Fabricadas em borracha
natural com tratamento
halógeno;
• - Não agridem a pele,
evitando problemas como a
dermatite;
- Proporcionam maior
resistência a tração e a
perfuração mecânica;
- Única com opção bicolor.
MANGAS ISOLANTES
SALISBURY
As mangas isolantes
possuem as mesmas
classes de tensões das
luvas isolantes e também
podem ser fabricadas pelo
método de imersão e em
duas cores
VESTIMENTA ANTI CHAMA

• 10.2.9.2 As vestimentas de
trabalho devem ser adequadas às
atividades, devendo contemplar a
condutibilidade, inflamabilidade e
influências eletromagnéticas
• NORMA PARA VESTIMENTA:
-NFPA 70E - Link
ALGUMAS ESTATÍSTICAS:

- Apenas 20% dos acidentes envolvendo


eletricidade se devem a choques
elétricos enquanto que 80% são
causados por arco elétrico
(Queimaduras);
- Nos EUA diariamente ocorrem entre 5 e
10 casos de acidentes envolvendo arco
elétrico, baseando-se apenas nos casos
graves que exigem hospitalização;
- Em 2001 morreram 891 pessoas de
origem hispânica nos EUA devido a
acidentes envolvendo eletricidade.
ARCO ELÉTRICO
ARCO ELÉTRICO
U n ifo rm e s
37 2 9 - C a q u i

20 0 - L a r a n j a
Av e n ta l

G o la F 1 co m a lh e ta e v e lc ro , e m In du ra U ltra
S o ft, 7 on ça s (2 3 7 g ra m a s ), fe ch a m e n to c o m
vis ta em b utid a em v e lc ro
24 0 - C i n za (5 cm .) , m a n ga s lo n ga s tip o r a glã e alh eta d e
re g u la g e m com v e lc ro (2 c m .) e d o is b o ls o s
in fer io r e s cha p a d o s c o m tam p a e v elc ro .

35 0 - A zu l ro y a l C O M P R IM E N T O

PP P M G GG
33 8 4 - A zu l es c u r o
1 ca m ad a 92 94 96 98 10 0
4039 I
30 0 - P re t o
2 ca m ad as
4038 I

VESTIMENTA NÃO
23 0 - C i n za c l a r o

21 0 - A m a r el o
3 ca m ad as
4034 I

ADEQUADA!!!!
30 9 -Ve rm e l h o

22 0 - -Ve r d e

27 0 1 - A zu l c e le s t e

30 2 - C ar a m e l o

•Áreas cobertas por


29 0 - B r an c o 6

vestimenta não
adequada podem sofrer
queimaduras mais
graves do que as áreas
descobertas
• TRABALHAR SEM ROUPA
PODE SER MELHOR DO
QUE TRABALHAR COM
UMA ROUPA COMUM DE
ALGODÃO!!!!!
COMO UMA VESTIMENTA COMUM
AGRAVA AS QUEIMADURAS?

• Roupa sintética:
- derrete e gruda na pele.
• Roupa de algodão:
- incendeia facilmente.
NÃO BASTA USAR SOMENTE A ROUPA
ANTICHAMA
PROTETOR FACIAL
Chances de sobrevivência no caso de
uma exposição ao arco elétrico
100 25% Queimaduras
Sbrvivencia %

80 50% Queimaduras
Chances de

75% Queimaduras
60

40

0
20-29 30-39 40-49 50-
59 Idade

Fonte: American Burn Association (1991-1993 Study)


PROTEÇÃO DE ACORDO COM O
RISCO
• Para que não ocorram queimaduras
graves a vestimenta Flash Wear deverá ser
dimensionada de acordo com as classes de
risco conforme norma NFPA 70E.

NFPA 70E
Categoria de risco 1
•Roupa confeccionada
com 1 camada de tecido
Flash Wear
NFPA 70E
Categoria de risco 2
•Roupa confeccionada
com 1 camada de tecido
Flash Wear mais uma
viseira contra arco
elétrico
NFPA 70E
Categoria de risco 3
•Roupa confeccionada
com 2 camadas de
tecido Flash Wear mais
viseira anti arco elétrico
com capuz
confeccionado com 2
camadas de tecido Flash
Wear
NFPA 70E
Categoria de risco 4
•Roupa confeccionada
com 3 camadas de
tecido Flash Wear mais
viseira anti arco elétrico
com capuz
confeccionado com 3
camadas de tecido Flash
Wear
TECIDO
ANTICHAMA /ANTIARCO ELÉTRICO
FLASH WEAR
Principais Características

-Proteção
-Resistência
-Conforto
COMPOSIÇÃO DO FLASH WEAR:

- 88% DE ALGODÃO (CONFORTO);


- 12% DE FIBRAS SINTÉTICAS (RESISTÊNCIA
MECÂNICA).
CONFORTO:
ASTM D 737-96 (Ensaio de Permeabilidade)

•A Leal procurou trazer para o


Brasil, um tecido que melhor
atendesse as nossas
condições climáticas.
•Conforto do algodão
•Amaciamento a seco
PROCESSO DE FABRICAÇÃO
(Aplicação do Polimero Anti Chama)

• O processo para se fabricar


o tecido Flash Wear é
através de uma grande
impregnação do polímero
anti-chama no oco (alma)
da fibra do algodão.
COMO O TECIDO FLASH WEAR
TRABALHA?
• O polímero anti chama atua como um
catalizador promovendo a carbonização
do tecido. A aceleração da carbonização
evita a combustão.
• O mecanismo de ação não está baseado
na extinção do fogo mediante um processo
de emissão de gases.
Como o Flash Wear Proporciona
Proteção?
- Atende as normas NFPA70E e NFPA 2112
- Não pega fogo, não derrete e não goteja;
- Resiste ao impacto do arco elétrico;
- Mantém uma barreira que isola o trabalhador da
exposição térmica.
- REDUZ AS QUEIMADURAS;
- AUMENTA AS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA;
- AJUDA A PRESERVAR A QUALIDADE DE VIDA.
FLASH WEAR
NORMAS

 
• RISCOS ELÉTRICOS • FOGO REPENTINO
(NFPA 70E) • (NFPA 2112)

                                                             
ENSAIOS REALIZADOS PARA
ATENDIMENTO A NORMA
NFPA 70E
- ENSAIO DE ARCO ELÉTRICO:
U n ifo rm e s
- Método: ASTM F1959M-99
- Provas de Resistência a Tração e Ruptura:
Ave nta l
- Método: ASTM D 5034 G o la F 1 com alhe ta e ve lcro, e m Ind ura U ltra
- Prova de Respirabilidade: S oft, 7 onças (23 7 gram as), fech am ento com
vista em butida e m velcro
(5 cm .), m angas lon ga s tipo raglã e alheta d
- Método: ASTM D737-96 re gu lagem com velcro (2 cm .) e do is bolso s
inferiore s chapad os co m tam p a e ve lcro.
- Prova de Flamabilidade: C O M P R IM E N T O

- Método: ASTM D6413-99 PP P M G G


1 cam ada 92 94 96 98 10
4039 I
2 cam adas
PROTEÇÃO AO ARCO ELÉTRICO
ASTM F1959M-99

- ATPV: 8,5 cal/cm2


U n ifo rm e s
- HAF: 72,7%
- CLASSE DE RISCO 2 COM UMA CAMADA Avental

G o la F 1 com alhe ta e ve lcro , em Ind ura U ltra


S oft, 7 o nças (23 7 g ram as), fecham ento com
vista em butida e m velcro
(5 cm .), m a ngas longa s tip o rag lã e alheta de
reg ulagem com ve lcro (2 cm .) e d ois bo lsos
inferiore s chapa do s com tam p a e ve lcro.

C O M P R IM E N T O

PP P M G GG
1 cam ada 92 94 96 98 100
4039 I
2 cam adas
4038 I
U n ifo r m e s

A v e n ta l

G o la F 1 c o m a lh e ta e v e lc ro , e m In d u ra U ltr a
S o ft , 7 o n ça s ( 2 3 7 g ra m a s ) , f e ch a m e n t o c o m
v is ta e m b u tid a e m v e lc ro
(5 c m .) , m a n g a s l o n g a s t ip o r a g lã e a l h e ta d e
re g u la g e m c o m v e lc ro (2 c m . ) e d o is b o ls o s
in f e r io r e s c h a p a d o s c o m ta m p a e v e lc ro .

C O M P R IM E N T O

PP P M G GG
NFPA 70E
1 cam ada
4039 I
92 94 96 98 100

2 cam adas
Ensaio:ASTM F1959
4038 I
3 cam adas
4034 I
Local: Laboratório de
Kinectrics, Canadá
Objetivo: Definir os
valores de proteção
HAF e ATPV
6
ENSAIO NFPA 70E ASTM
F1959M-99
ENSAIOS REALIZADOS PARA
ATENDIMENTO A NFPA
2112
Provas Realizadas no Laboratório da Universidade de
Alberta no Canada
- U n ifo rm e s
Provas de Resistência a Tração e Ruptura:
- Método: ASTM D 5034.
- Prova de Respirabilidade: Avental

- Método: ASTM D737-96 G ola F1 com alheta e velcro, em Indu


S oft, 7 onças (237 g ram as), fecham en
vista em butida em velcro
- Prova de Flamabilidade: (5 cm .), m angas longas tipo raglã e al
re gulagem com velcro (2 cm .) e dois b
- Método: ASTM D6413-99 inferiore s chapados com tam pa e velc

- Prova de Flamabilidade com Manequim: C O M P R IM E N TO


PP P M G
1 ca m a d a
- Método: ASTM F1930-00 92 94 96 98
4039 I
PROVA DE FLAMABILIDADE COM
MANEQUIM
ASTM F1930-00
• DE ACORDO COM A NFPA 2112
- 3 segundos de exposicão à U n ifo rm e s

chamas;
- Passa na prova quando a Aven ta l

G ola F 1 co m a lh e ta e ve lcro , e m In d ura U ltra

queimadura (em três segundos S o ft, 7 o n ça s (23 7 g ra m as), fe cha m e n to com


vista em b utid a e m ve lcro
(5 cm .), m a n ga s lo n gas tip o ra g lã e alh eta d e

de exposicão) for menor que reg u lage m co m ve lcro (2 cm .) e d o is b olso s


in ferio re s cha p a do s com tam p a e ve lcro .

50% do corpo; C O M P R IM E N T O

PP P M G GG
1 ca m a d a
- Reprova quando a queimadura
4039 I
92 94 96 98 100

for superior a 50% do2 corpo.


ca m a d a s
4038 I
ENSAIO NFPA 2112
ASTM F 1930-00
RESULTADOS DOS ENSAIOS DE
FLAMABILIDADE C/ MANEQUIM
ASTM F1930-00
ANTES DEPOIS
- 7.5% DE QUEIMADURAS NAS
U n ifo rm e s
ÁREAS COBERTAS PELO TECIDO
FLASH WEAR Av e nta l

G o la F 1 c o m a lh e ta e v e lc ro , e m In d u ra U ltra

- 2.3 SEGUNDOS DE AFTER FLAME


S o ft, 7 o n ça s (2 3 7 gra m a s ), fe ch a m e n to co m
v is ta em b utid a e m ve lc ro
(5 cm .), m a n ga s lo n ga s tip o ra g lã e alh eta d e
re g ula g e m co m ve lcro (2 c m .) e d o is b o ls o s
in ferio re s cha p a d o s co m tam p a e v e lcro .

C O M P R IM E N T O

PP P M G GG
1 ca m a d a 92 94 96 98 100
4039 I
2 ca m a d a s
4038 I
3 ca m a d a s
U n i fo r m e

A v e n t a l

G o la F 1 c o m
S o ft , 7 o n ç a s
v i s ta e m b u t id
(5 c m .) , m a n g
re g u la g e m c o
in f er io r e s c h a

NFPA 2112 e NFPA 70E


C O M P R IM E N

P P P
1 c a m a d a 9 2 9
4 0 3 9 I
2 c a m a d a s
4 0 3 8 I
3 c a m a d a s
4 0 3 4 I

Ensaios realizados no
laboratório PCERF
da Universidade de 6

Alberta, Canadá de
acordo com os
métodos ASTM D
737-96; ASTM D
5034; ASTM D 1424
e ASTM D 6413-99
GARANTIA CONTRA LAVAGENS:

- Ensaios feitos antes e depois de 100


lavagens;
- Para que a roupa atenda as normas NFPA
70E e NFPA 2112 o tecido não deve perder
as características de proteção com as
lavagens e com armazenamento por longos
períodos.
DADOS COMPARATIVOS ENTRE O FLASH
WEAR E OS SEGUINTES TECIDOS:

- ARAMIDA
- OUTRO ALGODÃO COM NYLON
QUADRO COMPARATIVO
NFPA 70E
ATPV HAF
Modelos
(cal/cm2) %

FLASH WEAR 8.5 72.7

OUTRO ALGODÃO 8.2 72


COM NYLON

ARAMIDA 5.2 59
QUADRO COMPARATIVO
NFPA 70E e NFPA 2112
ÁREA
Modelos %QUEIMADURA
MANEQUIM
AFTER FLAME
MANEQUIM
AFTER FLAME
FLA. VERTICAL
QUEIMADA
(FLA. VERTICAL)
ASTM F 1930-0 ASTM F 1930-0 ASTM D 6413-99
ASTM D 6413-99

FLASH WEAR 13.1% 2.3 segundos 0 segundos 87mm

ARAMIDA 34.2% 4.3 segundos 0 segundos 77mm

OUTRO
35% 4.8 segundos 0 segundos 91.44mm
ALGODÃO COM
NYLON
PERGUNTAS?
OBRIGADO!!!

Você também pode gostar