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Temas Da Apresentação

O documento descreve as características técnicas do sistema de transmissão PowerShift da Mercedes-Benz utilizado nos caminhões Actros, incluindo vantagens como maior conforto, segurança e economia de combustível proporcionados pela troca de marchas automatizada. Também explica detalhes sobre a construção e funcionamento das caixas de mudanças PowerShift G-210, G-240 e G-330.

Enviado por

Victor Costa
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Temas Da Apresentação

O documento descreve as características técnicas do sistema de transmissão PowerShift da Mercedes-Benz utilizado nos caminhões Actros, incluindo vantagens como maior conforto, segurança e economia de combustível proporcionados pela troca de marchas automatizada. Também explica detalhes sobre a construção e funcionamento das caixas de mudanças PowerShift G-210, G-240 e G-330.

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Actros – Entregador Técnico 2010

Sistema de Troca de Marchas Automatizado PowerShift


Retarder Otimizado
Centro de Treinamento Campinas
DADOS BÁSICOS > Actros 2546 e 2646
Embreagem
> MFZ 400
> Bi-disco - ∅ 400 mm
> Cilindro atuador – Pneumático
> Acionamento automático
Caixa de Mudanças

Actros 2646 S > MB G-330 12 K 11,64 / 0,78


> Sistema de troca de marchas automatizado
>>> Mercedes PowerShift <<<
Retarder
> Voiht R 115 HV
TABELA DE APLICAÇÃO DAS CAIXAS DE MUDANÇAS PARA OS
ACTROS
Na documentação do veículo procurar pelos códigos:
Telligent Telligent Mercedes Mercedes
Tipo de sistema de troca de gearshift system automatic PowerShift PowerShift 2
marchas gearshift system

Troca de marchas - código GS 2 GS 7 GE 1 GE 2 GE 3 GE 7


Troca de marchas - abreviação GS GS 2 AGS EAS EAS 2 EAS 3
Designação Número de Código da
Modelo do veículo da caixa de construção da caixa de
mudanças caixa de mudanças
mudanças

G 210 - 16 715.500 GC 3 X X
G 211 - 16 715.510 GD 3 X X
G 230 - 16 715.507 GH 5 X X
G 231 - 16 715.513 GH 6 X X
G 240 - 16 715.520 GC 2 X X

Actros G 260 - 16 715.540 KGC 1 X X


G 241 - 16 K 715.515 GH 7 X
G 280 - 16 K 715.525 GH 4 X
G 211 - 12 K 715.350 GH 2 X X
G 281 - 12 K 715.370 GH 3 X X
G 330 - 12 K 715.380 GH 8 X X
MERCEDES-BENZ POWERSHIFT - Vantagens
Maior Conforto operacional
Troca de marchas totalmente automatizada (não tem pedal de
embreagem
Alavanca de comando instalada no apoio de braço do banco do
motorista
Maior disponibilidade de espaço no interior da cabina (facilidade de
movimentação)

Maior Segurança ativa e passiva


Nas frenagens, com a caixa de mudanças engrenada a redução automática de marchas irá
atuar, auxiliando o sistema de freios (no sistema mecânico, nem sempre o motorista reduz as
marchas na frenagem)
Sem ter que se preocupar com os acionamentos do pedal da embreagem e da alavanca de
mudanças o motorista se concentra melhor nas condições do trânsito (motorista descansado
igual a motorista atento)
MERCEDES-BENZ POWERSHIFT - Vantagens
Menor consumo de combustível
As troca automáticas de marchas sempre irão ocorrer com precisão e nas rotações ideais (o
módulo de comando eletrônico da caixa de mudanças trabalha em sintonia com os demais
módulos de comando do veículo)
A precisão nas trocas de marchas permite menor tempo no processo de engate (o motor não
“sente” tanto a queda de rotações durante as trocas)

Maior Durabilidade dos componentes mecânicos


Com não há intervenção do motorista no acionamento da embreagem, o risco de queima do
disco se torna praticamente nulo
Devido à precisão no momento do engate não ocorre o sobre giro do motor
Não há choque entre os dentes das engrenagens, pois, a embreagem só fecha com a marcha
devidamente acoplada
MERCEDES-BENZ POWERSHIFT - Vantagens
Menor índice de intervenções mecânicas de caráter preventivo
Como não há transmissão mecânica entre a
alavanca de comando e a caixa de mudanças,
deixa de existir a necessidade de ajustes e
lubrificação nas articulações do trambulador
externo
Não há o circuito hidráulico para acionar a
embreagem (sem controle de nível / sem Trambulação mecânica (componentes externos)
sangria / sem vazamentos / sem reposição de
fluído)

Circuito hidráulico da embreagem


MERCEDES-BENZ POWERSHIFT - Vantagens
Menor quantidade de componentes = Menor tempo gasto em eventuais reparos
Trambulador interno mais simples (não há os elementos de acionamento e
posicionamento do GP)

Trambulador
interno
G-330 G-240

Conceito de garras constantes (sem anéis sincronizadores na caixa básica)

Peças para o
engate de 2
velocidades
G-330 G-240
MERCEDES-BENZ POWERSHIFT - Vantagens
Menor quantidade de componentes = Menor tempo gasto em eventuais reparos
Sem o mecanismo de inversão das luvas (presentes na G-240 com
sistema de troca de marchas mecânico)
Não necessita das peças que compõem o sistema de segurança
“interlock”e consequentemente dos respectivos ajustes

Mecanismo de inversão do
garfo da 3 / 4

Peças do sistema e detalhes do


ajuste do interlock
CONSTRUÇÃO E PRINCIPIO DE
FUNCIONAMENTO
Ponto de partida G-210 / 240 16 (Axor)

> Grupo anteposto > Grupo pós-posto


Caixa
> Grupo de velocidade > Grupo de força
básica de 4
> Grupo desmultiplicador velocidades > Grupo multiplicador
> Split
> GP
> GV
CONSTRUÇÃO E PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO (G-
210 / 240)
Acionamento das luvas de engate da caixa básica

A ação do motorista ao movimentar a alavanca de mudanças nos sentidos:


transversal para seleção e longitudinal para o engate provoca o desloca-
mento lateral do eixo do trambulador (para selecionar a haste do garfo de
engate) e no giro do eixo do trambulador para o movimento longitudinal
da haste, que através do garfo, acopla a luva de engate da marcha
escolhida pelo motorista
1
2

Nas caixas G-240, devido as duas sobre marchas (over-drive) há um sistema de alavancas para a inversão do
movimento da luva de engate correspondente às marchas 8ª L e 8ª H (décima quinta e décima sexta velocidades)
CONSTRUÇÃO E PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO (G-
210 / 240)
Acionamento da luva de engate do grupo divisor (GV)

1 4

O motorista aciona a tecla da alavanca de mudanças que


envia um sinal ao módulo de comando eletrônico do
veículo (FR). Com o acionamento da embreagem, o
sensor de curso da embreagem informa ao módulo (FR),
5
que por sua vez, aciona a eletroválvula do GV. A 3
eletroválvula libera a pressão pneumática que mediante o
cilindro de acionamento desloca a luva de engate do GV

2
CONSTRUÇÃO E PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO (G-
210 / 240)
Acionamento da luva de engate do grupo multiplicador (GP)

1
2

Sempre que o motorista colocar a alavanca de mudanças em


ponto-morto, a válvula de acionamento do GP libera a pressão 3
pneumática para o lado do cilindro de engate que corresponde

HH
ao “H” selecionado. Portanto, enquanto o “H” não for
alterado, não haverá nenhuma mudança mecânica no GP.
Ao mudar de “H” (movimento transversal da alavanca), a
válvula irá inverter o lado do cilindro de engate que irá
receber a pressão pneumática. Como a mudança de “H” é feita
em ponto-morto a pressurização do cilindro irá deslocar a luva
de engate para a posição oposta a anterior.
G-330 12 K > PARTICULARIDADES - Relação de redução
7ª > 2,65

8ª > 2,05
1ª > 11,64
9ª > 1,60
2ª > 9,02
10ª > 1,24
3ª > 7,04
11ª > 1,00
4ª > 5,50
12ª > 0,78
5ª > 4,40
R3 > 2,90
6ª > 3,41
R4 > 2,25
R1 > 12,77

R2 > 9,90
G G
V P
G G
V P
G-330 12 K > PARTICULARIDADES

Árvore do trambulador mais simples, há apenas uma


lingueta de arraste e não precisa dos elementos de
acionamento e posicionamento do GP.
Sem anéis sincronizadores na caixa básica e com 12
marchas foi possível dispensar uma luva de engate.
Com isso, houve maior disponibilidade de espaço
interno permitindo o aumento da largura das
engrenagens (transmissão de maior torque) sem a
necessidade de aumentar as dimensões externas da
caixa.
G-330 12 k > IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES EXTERNOS
Módulo de comando da caixa (GS) integrado à unidade de: seleção das marchas,
acionamento do GV e freio da árvore intermediária

Sensor de posição do GV

Módulo de
comando GS
Freio da árvore
intermediária

Sensor de curso
Cilindro de seleção
Eletroválvulas
G-330 > IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES EXTERNOS
Unidades de: engate das marchas e acionamento do GP
Unidade de
Unidade de engate das marchas engate do GP

Sensor de velocidade

Sensor de rotação
da árvore
intermediária

Sensor de temperatura
do óleo
Unidade de
acionamento da
Sensor de rotação de saída da caixa
embreagem
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
Modos de operação: normal / substitutivo / funções especiais
G-330 12 K > Legenda
1 Cilindro de acionamento, seleção das marchas A90 Unidade de acionamento para: seleção das marchas,
luva de engate do GV e freio da árvore
2 Cilindro de acionamento, grupo multiplicador (GP)
intermediária
3 Cilindro de acionamento, engate das marchas
A91 Unidade de acionamento para a luva de engate do
4 Cilindro de acionamento, grupo divisor (GV) GP
5 Freio da árvore intermediária A92 Unidade de acionamento para o engate das marchas
e ponto-morto
6 Volante multifunção
A93 Posicionador da embreagem

A3 Módulo de comando do veículo (FR)


B2 Sensor de curso da embreagem
A6 Módulo de comando do motor (MR)
B3 Sensor de rotação da árvore intermediária
A7 Módulo básico (GM)
B17 Sensor de velocidade
A15 Alavanca de comando das marchas
B57 Sensor de rotação de saída da caixa
A15s7 Interruptor AUTO/MAN
B60 Sensor de curso das marchas (SGG)
A16 Módulo de comando da caixa de mudanças (GS)
B61 Sensor de curso de seleção (SGE)
A68 Módulo de interruptores 4, mestre
B62 Sensor de curso do GV (SSP)
A78 Módulo de interruptores 3
B63 Sensor de curso do GP (SRA)
B181 Sensor de rotação (apenas para código GE7)
G-330 12 K > Legenda
CAN1 Cabo CAN do veículo Y29 Eletroválvula do grupo divisor 1 (GV) (MS1)
CAN2 Cabo CAN da cabina Y30 Eletroválvula do grupo divisor 2 (GV) (MS2)
CAN4 Cabo CAN do motor Y31 Eletroválvula do grupo multiplicador 1 (GP) (MR1)
CAN5 Cabo CAN da caixa de mudanças Y32 Eletroválvula do grupo multiplicador 2 (GP) (MR2)
KErs Cabo K, serviço substitutivo Y33 Eletroválvula de seleção (MG1) (montada porém não
ativada)
Y34 Eletroválvula de seleção (MG2)
P2 Painel de instrumentos (INS)
Y35 Eletroválvula de entrada de ar, marchas ímpares
S144 Conjunto de teclas do lado esquerdo do volante
(MUB)
S145 Conjunto de teclas do lado direito do volante
Y36 Eletroválvula de entrada de ar, marchas pares e ré
S192 Teclas dos modos: Balanço/Manobra (MGB)
S194 Teclas dos modos: Power/Eco-Roll Y125 Eletroválvula do freio da árvore intermediária
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
Modos de operação: normal
Normal - Automatizado
Para arrancar com o veículo basta ao motorista apertar o botão do lado esquerdo
(1) da alavanca (A15) e deslocar a mesma para frente (2) ou para trás (3) e acelerar
normalmente.
Os sinais emitidos pela alavanca é transmitido ao módulo (FR) (A3) que solicita
ao módulo (GS) via CAN5 que execute o engate correspondente.
As trocas subsequentes são realizadas automaticamente sem a necessidade de
intervenção do motorista.

A rotação em que ocorrerá a troca de marchas irá depender de como o acelerador for acionado:
> Aceleração suave, faz com que a mudança ocorra com uma rotação mais baixa.
> Com aceleração rápida, a troca será realizada com rotações mais altas.
> Solicitando a fundo o acelerador (Kickdown), a troca ocorrerá na rotação mais alta possível.
Para colocar o câmbio em ponto-morto, o motorista deve acionar o botão do lado direito da alavanca.
Ao parar brevemente o veículo a embreagem abre. Ao acelerar, a embreagem fecha e o veículo volta a se deslocar
normalmente. Se o veículo ficar parado durante 90 segundos, a caixa será colocada em neutro.
Para engatar a marcha-à-ré o veículo deve estar parado.
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
Modos de operação: normal
Normal – Manual
Mesmo que selecionado a opção automatizado se o motorista intervir na alavanca
de mudanças deslocando-a para a frente ou para trás o sistema “acatará” as ordens
do motorista (respeitando certos limites).
Se for opção do motorista trabalhar no modo manual o tempo todo, basta alterar a
posição do interruptor (7) de AUTO para MAN.
Ao desligar a chave e posteriormente ligar novamente o sistema automatizado
volta a estar ativo. Evidente, que se o veículo estiver em operação no modo
manual o motorista poderá acionar o interruptor para a posição automatizado, sem
a necessidade de parar o veículo.

O modo manual é recomendado quando o veículo trafega fora de estrada, com o bloqueio acionado e em situações na
qual a necessidade de reduzir (utilizando o motor como freio) é determinante
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
Modos de operação: substitutivo
Dependendo do tipo de falha que o sistema eventualmente venha a apresentar o motorista pode utilizar o serviço de
operação substitutivo para engatar uma marcha de emergência.
Inicialmente o serviço deverá ser habilitado via display do computador de bordo através das teclas (S144 e S145) do
volante multifuncional (6).
Depois, com o motor funcionando o motorista “ordena” o engate pretendido, visualizando a opção “serviço substitutivo”
(display + teclas do volante). O módulo básico do veículo (GM) (A7) recebe o sinal das teclas do volante e o envia ao
módulo do painel de instrumentos (P2) (INS). Este, através da linha “KErs” transmite ao módulo da caixa (GS) (A16) a
informação para efetue o engate da marcha de emergência.
Ao desligar a chave de contato o sistema será desabilitado.
O serviço substitutivo permite que se habite e posteriormente se efetue as seguintes opções de intervenção na caixa de
marchas;
> Engate de marcha à frente – 1ª ou 7ª
> Engate de marcha-à-ré – R1
> Posição de neutro
> Posição para reboque
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
Modos de operação: funções especiais
As funções especiais são ativadas através das teclas do painel de instrumentos e podem ser visualizadas no display do
computador de bordo. As funções especiais de operação são:
Modo EcoRoll
Modo Power
Modo de Manobras
Modo de balanço

Teclas de acionamento
das funções especiais

Interpretação das indicações


do display do computador de
bordo utilizadas pelo sistema
PowerShift
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
FUNÇÕES ESPECIAIS > Modo EcoRoll
O modo EcoRoll está ativado por padrão, o motorista pode desativar a função acionando a tecla Off
do conjunto de interruptores do painel. Para reativar, basta acionar novamente a tecla Off.
O modo EcoRoll tem por objetivo auxiliar na economia de combustível. Atua em determinadas
condições de operação. Quando a transmissão está “boba”, ou seja, não há praticamente nenhum
esforço na árvore de transmissão. Nem o motor traciona o veículo, tão pouco, a inércia do veículo
empurra o motor.
Para que a função entre em operação, o veículo deverá estar trabalhando no modo automatizado e com velocidade
acima de 55 km/h.
Os sensores e as informações disponíveis na rede CAN do veículo, permitem ao módulo de comando (FR) perceber as
condições de operação e autoriza o módulo da caixa de mudanças (GS) a colocar a caixa em neutro (ponto-morto).
A marcha voltará a ser engrenada automaticamente nas seguintes situações:
> Quando a tecla Off for acionada novamente
> Quando a tecla Power for acioanda
> Ao acelerar
> Ao frear
> Quando atingir o limite de velocidade estipulado (padrão – 6 km/h)
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
FUNÇÕES ESPECIAIS > Modo Power
O modo Power deve ser ativado em determinadas condições em que haja necessidade de operar
com mais potência. Por exemplo, nas subidas com veículo carregado. Nesta condição, a troca de
marcha automática pode fazer com que a rotação de entrada da nova marcha faça o motor perder
muita rotação, com isso, haverá uma nova seleção de marcha mais reduzida para se adequar à nova
situação. Tal procedimento acaba por comprometer a condução do veículo.
Com o modo Power ativado, as trocas de marchas ascendentes irá ocorrer em rotações mais
elevadas, evitando que o motor tenha uma queda acentuada de giro após entrar a nova marcha.
Por questões de economia de combustível, o modo Power é desativado após transcorridos 10
minutos.
Para ativar a função, o tipo de serviço deve estar no modo automatizado e o motorista deve acionar
a tecla Power.
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
FUNÇÕES ESPECIAIS > Modo de Manobras
Em condições de manobras, quando o sistema de troca de marchas é manual, o motorista controla o
acionamento dos pedais da embreagem e do acelerador suavemente para deslocar o veículo
lentamente.
No tipo de serviço automatizado, ao acionar a tecla Modo de Manobras o sistema passa a trabalhar
em 1ª ou R1 (primeira marcha ou marcha-à-ré 1). Não haverá troca de marchas automáticas.
Para ativar a função o motor deve estar funcionando e o veículo parado. Para desativar, voltar a
acionar a tecla correspondente.
G-330 12 k > ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO
FUNÇÕES ESPECIAIS > Modo de Balanço
A função deverá ser ativada em situações de terreno sem consistência quando as rodas afundam no
solo formando uma vala.
Em sistemas de troca de marchas manual, o motorista experiente sabe que se acelerar nestas
condições a tendência das rodas é afundar cada vez mais. Então, ele acelera até que o veículo se
desloque um pouco (subindo na vala em um determinado sentido) e pisa na embreagem para que o
veículo volte para trás subindo no outro lado da vala. Repetindo o procedimento (balanço) algumas
vezes o veículo adquire inércia suficiente para vencer a rampa de um dos lados da vala e retirar o
veículo de tal situação.
No sistema PowerShift, quando o modo de balanço é ativado a embreagem irá abrir assim que o motorista soltar o
acelerador. Deste modo, o sistema automatizado atua como o motorista experiente da descrição anterior.
A função atua somente com a velocidade do veículo abaixo de 5 km/h .

F
RETARDER VOIHT R-115 HV > Código para os Actros BA1
Instalado diretamente na parte traseira da caixa de mudanças o freio continuo
retarder possibilita:

Maior segurança operacional Menor custo de manutenção


RETARDER VOIHT R-115 HV > Aperfeiçoamentos do novo modelo

Aumento do torque de frenagem


de 3300 para 3500 Nm

Menor torque residual

Câmara de pressão de óleo separada


da câmara de pressão do ar
(menor contaminação)
RETARDER VOIHT R-115 HV
Principal característica
Frenagem sem desgaste mecânico devido ao
elemento utilizado ser um fluxo hidráulico
(principio hidrodinâmico)

Influência da temperatura nas pastilhas do freio


em relação:
Fator de desgaste / Coeficiente de atrito
F1
RETARDER VOIHT R-115 HV
Esquema do sistema de arrefecimento (exemplo)
2
1
O constante deslocamento do óleo na câmara de
trabalho do retarder provoca o atrito do óleo com as 7
aletas do rotor / estator e a pressão do óleo, fazem
com que haja um aumento na temperatura. Para evitar 3
que ocorra um superaquecimento é necessário um
sistema de arrefecimento.
Utiliza-se o próprio líquido de arrefecimento do motor
para controlar a temperatura do óleo do retarder
dentro de um valor seguro.
Para evitar que o motor tenha problemas com a 4
6
elevação da temperatura devido ao componente extra, 5
o retarder conta com sensores de temperatura (do 1- Válvula termostática 5- Bomba d’água
líquido de arrefecimento e do óleo) que reduz a 2- Motor 6- Caixa de mudanças
capacidade de frenagem do retarder quando o valor
medido atingir o limite máximo estipulado. Com isso, 3- Trocador de calor 7- Retarder
a temperatura do líquido de arrefecimento não 4- Radiador do motor
ultrapassa as condições determinadas de temperatura
para o motor.
RETARDER VOIHT R-115 HV > Componentes externos
1
7
2

3
8
4
11 6

10 9
5
1 Bloco de válvulas 7 Válvula 2/2 vias
2 Separador de óleo (bóia) 8 Bujão de abastecimento
3 Sensor de temperatura do óleo 9 Radiador de óleo
4 Engrenagem de acionamento do rotor 10 Válvula de entrada
5 Válvula de saída 11 Bujão para teste e auxílio para o
6 Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento dreno do óleo
RETARDER VOIHT R-115 HV > Componentes
1 2
1 Engrenagem movida (acionamento do rotor)
2 Engrenagem motora (saída da caixa) 3
3 Caixa de mudanças
4 Árvore de transmissão
5 Radiador de óleo 10
6 Membrana
7 Câmara de pressurização pneumática
8 Reservatório de óleo
4
9 Estator 9
10 Rotor 5
8 6
7
9

Importante inovação: mola de separação no


eixo do rotor (diminui o torque residual
quando não está acionado o retarder

F2
RETARDER VOIHT R-115 HV > Esquema básico de funcionamento

F2
RETARDER VOIHT R-115 HV > Legenda
0 Desconectado CAN1 Cabo CAN do veículo
1 Frenagem nível 1 CAN4 Cabo CAN do motor
2 Frenagem nível 2 CAN5 Cabo CAN da caixa de mudanças
3 Frenagem nível 3
4 Frenagem nível 4 P2 Painel de instrumentos (INS)
5 Frenagem nível 5 P2h8 Luz de controle do retarder
6 Redarder P3 Tacógrafo modular

A3 Módulo de comando do veículo (FR) S2 Alavanca de acionamento


A6 Módulo de comando do motor (MR) Y114 Bloco de válvulas
A11 Módulo básico (GM)
A16 Módulo de comando da caixa de mudanças (GS) Execuções:
A20 Módulo de comando do retarder (RS) A – Veículos sem sensor de rotações na saída da
caixa
B – Veículos com sensor de rotações na saída da
B17 Sensor de velocidade
caixa F3
B57 Sensor de rotação de saída da caixa
RETARDER VOIHT R-115 HV > Legenda

O retarder será ativado automaticamente quando:


> O freio de serviço for acionado, o módulo de controle do freio (BS) (A11) determina que o retarder atue
auxiliando o freio de serviço aumentando a potência de frenagem
> O Tempomat estiver em operação, o retarder irá ser solicitado a frear para manter a velocidade estabelecida
> O motorista acionar a alavanca do retarder (S2)
> O sistema regulador de distância (ART) solicitar
O retarder não atuará no caso dos sistemas ABS e ASR estiverem a em serviço de regulação
FI

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