ESPERMOGRAMA
Prof. Dr. Hanstter Hallison Alves Rezende
Constituição do sistema reprodutor
masculino
Duas gônadas Órgão sexual externo
os testículos; o pênis;
Vias genitais Glândulas anexas
o epidídimo, próstata,
os canais deferentes e vesículas seminais e
a uretra; glândulas de Cowper.
Morfofisiologia do aparelho reprodutor
masculino
Causas da infertilidade
10%
30%
30%
30%
Fatores femininos Fatores masculinos
Fatores de ambos Idiopática
Sistema Reprodutor Masculino
Morfologia e funções específicas:
Tipo Designação Função
Gônadas ou glândulas Produção de espermatozóides e
Testículos
sexuais hormônios
Armazenamento e maturação
Epidídimos
dos espermatozóides
Canais Condução dos espermatozóides
Vias genitais
deferentes e recepção do líquido seminal
Condução da urina e do esperma
Uretra
para o exterior
Gônadas
Testículos que se encontram na bolsa escrotal (escroto), produzem
espermatozóides e testosterona;
Com forma ovóide, 4 a 5 cm de diâmetro, temperatura 2 a 3ºC
inferior à do corpo humano, encontram-se no interior de uma bolsa
– o escroto;
Cada testículo é constituído por uma cápsula fibrosa que envolve os
tubos seminíferos. Estes estão rodeados pelas células intersticiais
ou de Leydig (produção de testosterona).
Estrutura dos Testículos
Espermatozóides: produzidos no interior dos tubos seminíferos.
Testosterona: nas células de Leydig.
Vias espermáticas
É todo o trajeto percorrido pelos espermatozóides desde sua
formação, armazenamento e ejaculação;
Trajeto:
Túbulos seminíferos;
Epidídimo;
Canal deferente;
Uretra.
Túbulos seminíferos
São estreitos túbulos que variam de um a três por lóbulo testicular;
Cada túbulo pode chegar até 60 cm de comprimento;
Produção dos gametas masculinos (espermatozóides).
Epidídimo
Tubo enovelado que se localiza na parte posterior do testículo
e se estende da extremidade posterior até quase 4 cm a partir
da parte terminal superior;
Epidídimo
Os espermatozóides são armazenados e passam pela fase de
diferenciação (criação de flagelo);
Encontramos também células de Sertoli, com função
de nutrição dos espermatozóides.
Canal ou ducto deferente
Cada ducto deferente é uma continuação do epidídimo;
O ducto parte do epidídimo → cavidade abdominal →
contorna a bexiga → vesícula seminal = Formação do canal
ejaculador;
Ligação com a uretra.
Glândulas anexas
Vesículas seminais;
Próstata;
Glândulas de Cowper ou
Bulbouretrais
Permitem a formação do meio líquido no qual sobrevivem os
espermatozóides.
Vesícula seminal
Este líquido que contém frutose (açúcar monossacarídeo),
prostaglandinas e proteínas de coagulação;
A natureza alcalina do líquido ajuda a neutralizar o ambiente ácido
da uretra masculina e trato genital feminino, que, de outra maneira,
tornaria inativos e mataria os espermatozóides;
O líquido secretado pelas vesículas seminais normalmente constitui
60% do volume de sêmen.
Prostaglandinas
Quando as prostaglandinas foram isoladas pela primeira vez
do sêmen em 1935 pelo fisiologista sueco Ulf von Euler,
acreditava-se que fazia parte das secreções da próstata (são
produzidas pelas vesículas seminais);
Posteriormente foi demonstrado que muitos outros tecidos
secretam prostaglandinas por diferentes razões.
Próstata
Próstata é um corpúsculo cônico do
tamanho de uma castanha, que se
localiza inferiormente à bexiga com
grande parte de sua base em contato
com a mesma;
Produz fosfatase ácida, ácido cítrico,
zinco e enzimas proteolíticas.
Próstata
É a maior glândula acessória do sistema reprodutor
masculino;
Secreção é viscosa e ligeiramente ácida;
Envolve a porção inicial da uretra,
onde lança sua secreção através de
uma série de pequenos dutos.
Glândulas de Cowper
São duas e possuem o tamanho aproximado de um ervilha,
localizadas inferiormente à próstata de cada lado da uretra;
Têm como função produzir uma secreção mucosa lubrificante
anterior a ejaculação, que também faz parte do sêmen.
Obs.: mesmo que o coito seja interrompido antes da
ejaculação (coito interrompido também é possível que se
produza uma gravidez).
Uretra
A uretra é um duto comum aos sistemas reprodutor e urinário
do homem;
Ela percorre o interior do pênis, abrindo-se para o exterior na
extremidade da glande.
Líquido seminal
O pH do sêmen é alcalino, geralmente entre 7,2 a 8,0;
O líquido seminal tem por função neutralizar a acidez da
urina residual acumulada na uretra e também a acidez natural
da vagina;
Um esperma com pH acima de 8.0 revela uma deficiência da
glândula prostática, ao passo que o pH ácido, isto é, menor
que 7,0 demonstra uma alteração nas vesículas seminais.
Ejaculado
Espermatozóide
Espermatogênese
CÉLULAS DE LEYDIG
São células responsáveis pela
produção de testosterona,
extremamente necessária tanto
à espermatogênese normal
como também ao
desenvolvimento de todo o
aparelho reprodutor
masculino que ocorre durante
a puberdade.
CÉLULAS DE SERTOLI
Células de sustentação.
Fornecem materiais nutritivos, hormônios e enzimas que são necessárias para induzir as
modificações nas espermátides, como a retirada do excesso de citoplasma quando forem
transformadas em sptz = espermiação.
Semem
Célula Germinativa
Espermatogênese
Mitose
Espermatogônias
Espermatócito 1o
Meiose
Espermatócitos 2o
Espermátides
Espermiogênese
Espermatozóides
Sêmen
Ejaculado durante o ato sexual
masculino, é constituído por:
1) Líquido do canal deferente;
2) Líquido das vesículas seminais
(70%);
3) Líquido prostático (30%) e líquido
das glândulas bulbouretrais
(glândula de Cowper).
Percurso do Espermatozóide
Espermograma
Espermograma
Possibilita a obtenção de dados relativos a quantidade
e qualidade dos espermatozóides;
A coleta do sêmen se dá por masturbação, após um
período de três a cinco dias sem ejaculação;
Manuseio da amostra:
Potenciais reservatórios de vírus HIV e de hepatite.
Coleta
A amostra deve ser coletada após um período de
abstinência sexual de 5 dias (podendo variar de 2 a 5
dias);
O paciente deve ser instruído para evitar perda de
material, principalmente o 1º jato, que contém a maior
concentração de espermatozóides;
Coleta
Se a abstinência sexual for SUPERIOR a 5 dias:
AUMENTA o número de formas imaturas, o número
de espermatozóides mortos e o volume do sêmen;
Se a abstinência sexual for INFERIOR a 2 dias:
DIMINUI o volume do sêmen e o número de
espermatozóides.
Coleta
A amostra deve ser obtida por masturbação e ejaculada dentro de um
recipiente de boca larga de vidro ou plástico (estéril ou não);
Se for de plástico, deve-se analisar sobre os possíveis efeitos tóxicos sobre os
espermatozóides. Deve-se evitar o choque frio à coleta e proteger de temperaturas
extremas (-20°C ou +40°C );
motilidade.
O frasco contendo a amostra deve ser identificado, contendo o:
nome do paciente, o período de abstinência sexual, data e hora da coleta e o nome do
medicamento em uso.
Coleta
O ideal, é coletar o material no laboratório, porém se isso não
for possível, a amostra deve ser enviada ao laboratório dentro
de no máximo 30 minutos após a coleta;
Deve ser mantido em temperatura próxima à corporal
Preservativos comuns não devem ser usados na coleta, pois
podem interferir com a viabilidade dos espermatozóides;
Preservativos não lubrificados de borracha.
Sala de coleta
Sala de coleta
Coleta
No caso da realização de uma avaliação microbiológica, o
paciente deve:
primeiro urinar e depois fazer assepsia das mãos e pênis antes de
ejacular num frasco esterilizado;
Quando houver dosagem de frutose no sêmen, o paciente
deve:
fazer um jejum alimentar de 12 horas.
Composição do Sêmen
Espermatozoides + Secreções
5% - Testículos e Epidídimo
20-30% - Secreções Prostáticas
60-70% - Vesícula Seminais
5% - Glândulas
Ref.: Strasinger, S.K.
Indicações para Análises
Casos de Infertilidade
Pós-vasectomizado
Doença Testicular
Análises Macroscópicas
Análises Macroscópicas
Coagulação
Liquefação
Aspecto
Volume
Cor
pH
Viscosidade
Liquefação
Em temperatura ambiente, a amostra seminal normal se
liquefaz, devido a ação da enzima fibrolisina, contida na
secreção prostática;
Alterações no tempo de liquefação ou ausência da liquefação devem
ser relatadas, e são devidas à disfunção prostática;
Se após 1 h a amostra não tiver se liquefeito:
Pode adicionar enzimas proteolíticas, como alfaquimotripsina, para
permitir que o restante da análise seja realizado.
Liquefação
A liquefação pode ser:
Normal: Homogênea;
Anormal: Heterogênea
Formação de líquido espermático: de viscosidade aumentada -
persistência do coágulo - causa imobilidade dos espermatozóides.
Primária: o sêmen é totalmente liquefeito imediatamente
após a ejaculação
pela obstrução dos ductos ou das vesículas seminais;
Volume
O volume seminal final é diretamente proporcional à
quantidade de secreção da próstata e das vesículas seminais, já
que o volume proveniente dos testículos e epidídimo é
reduzido;
O volume varia em um mesmo indivíduo em um curto espaço
de tempo, dependendo da frequência de coitos;
Valor Normal: 2,0 a 5,0 mL.
hipoSPERMIA
Volume menor que 2,0 mL;
Insuficiência ou ausência de abstinência sexual;
Insuficiência vesicular (Clamydia ou Mycoplasma);
Baixos níveis séricos de testosterona;
A dosagem da frutose pode afastar uma possível obstrução presente
nos casos de hipospermia.
Vesícula seminal
HIPERespermia
Volume maior que 5,0 mL:
Abstinência sexual prolongada;
Afecções próstato-vesiculares, principalmente (tumores
malignos ou benignos).
Aspermia
Ausência de ejaculação
Ejaculação retrógrada;
Alterações no controle neurológico da ejaculação.
Causas de Ejaculação retrógrada
Neurológicas:
a esclerose múltipla, os traumatismos de coluna.
Traumáticas:
Cirurgias abdominais ou pélvicas, que podem interferir na inervação da bexiga e assim
causar o problema.
Medicamentosas:
Como causas medicamentosas, aparecem algumas drogas que, utilizadas para
tratamento de doenças cardíacas ou do aumento da pressão arterial, podem levar à
ejaculação retrógrada.
Aspecto
Amostra normal:
aparência homogênea, branco acinzentada, um pouco translúcido e
odor rançoso.
Aparência pode ser menos opaca:
se a concentração dos espermatozóides for muito baixa,
Cor castanha:
quando células vermelhas do sangue estiverem presentes.
Cor
Normal: branco acinzentado ou opalescente;
Hemorrágico: Avermelhado;
Amarelo: Leucospermia;
A presença de piócitos em grande quantidade confere ao esperma
uma cor amarelada, enquanto que a presença de hemácias confere
uma cor avermelhada.
Viscosidade
Refere-se a consistência do fluído e pode estar relacionada à
sua liquefação;
Com uma pipeta de 5 mL, deixar o esperma cair em gotas pela
ação da gravidade
http://conradoalvarenga.com.br/espermograma/
Viscosidade
Amostras normais:
Facilmente aspiradas para uma pipeta e forma gotículas que não aparecem agregadas
ou filamentosas quando descarregadas da pipeta;
Viscosidade diminuída:
amostra se desprende da pipeta em gotas
0 (zero): aquosa;
Viscosidade normal:
se alongará em filetes com menos de 2 cm
Goteja no recipiente (tubo cônico graduado) e não se mostrará aglutinada ou filamentosa;
Viscosidade aumentada:
Gotas com filetes > 2 cm.
4 (quatro): em forma de gel.
Viscosidade
Liquefação incompleta:
Coaguladas e altamente viscosas;
Obs.: deve-se ter certeza que a amostra se liquefez por completo
antes da determinação da viscosidade.
viscosidade e a liquefação incompleta: impedem a
motilidade.
pH
O pH do sêmen é alcalino,
a predominância da acidificação ou alcalinização alteram a motilidade dos
espermatozóides;
Deve-se manter o frasco bem fechado, pois em contato com o ar, o pH tende a
elevar-se ao desprendimento de CO2, pela ação da anidrase-carbônica, causando
uma elevação de pH de até 9,0.
pH
Valor Normal:
7,2 a 8,0;
pH acima de 8,0:
Deficiência da glândula prostática, ausência de liquefação
secundária;
pH ácido:
Deficiência de vesículas seminais, ausência de coagulação.
Contagem em Câmara
Contagem Total de Espermatozóides
Câmara de Makler
http://www.crh.com.br/crh.asp?pasta=33&livro=1&txt=3
Contagem Total de
Espermatozóides
Câmara de Neubauer:
conta-se nos 4 quadrantes laterais e no quadrado central grande;
Ambos os lados da câmara são preenchidos e contados:
as contagens devem concordar dentro de 10% - média.
Diluentes: imobilizar o esperma antes da contagem;
Bicarbonato de sódio e formol;
Soro fisiológico e água destilada.
1:20.
Corantes:
auxilia na visualização (cristal violeta).
Contagem Total de
Espermatozóides
CONTA-SE: apenas SPTZs totalmente desenvolvidos;
EXCLUI-SE: SPTZs imaturos e glóbulos brancos.
Se significativa a quantidade de SPTZs imaturos e glóbulos brancos, fazer-se
contagem a parte (para identificar e quantificar);
Corante incluído no fluido de diluição auxilia na diferenciação entre as células
espermáticas imaturas (espermátides) e leucócitos:
> 1 milhão de leucócitos/mL: associado a inflamação ou infecção;
> 1 milhão de espermátides/mL: perturbação da espermatogênese.
Infecções virais, exposição a substâncias químicas tóxicas e doenças genéticas.
Exame Microscópico
Exame Microscópico
Motilidade;
Vitalidade;
Contagem global de espermatozóides;
Contagem global de leucócitos e hemácias;
Morfologia.
http://www.fertility-docs.com/programs-and-services/sperm-evaluation/sperm-and-semen-testing.php
Motilidade
Amostra não diluída, bem homogênea e liquefeitas 1 h após a coleta;
10 L em uma lamínula:
Avalia 20 campos de grande aumento.
Avaliação subjetiva (escala de 0 a 4):
Motilidade rápida e linear (4);
Motilidade linear ou não linear lenta;
Motilidade não progressiva;
Imóveis (0).
Motilidade
http://www.vivo.colostate.edu/hbooks/pathphys/reprod/semeneval/motility.html
Graduação de Motilidade
NORMAL:
Motilidade mínima de 50%, com um grau de 2,0 depois de 1 h.
OMS:
Acima de 50% de espermatozóides em “a”, “b” e “c”;
Acima de 25% de espermatozóides em “a” e “b”.
Grau Critérios da OMS
4,0 a Mobilidade rápida, em linha reta
3,0 b Velocidade menor, algum movimento lateral
2,0 b Lenta progressão anterior, perceptível movimento lateral
1,0 c Não progride para a frente
0 d Não há movimento
Susan King Strasinger. Urinálise e Fluidos Corporais, 2009.
Contagem Total de
Espermatozóides
Valor Normal (Normozoospermia): > 20.000.000/mL;
Polizoospermia: > 200.000.000 SPTZ/mL
Oligozoospermia: < 20.000.000 SPTZ/mL
Oligozoospermia severa: < 5.000.000 SPTZ/mL
Azoospermia: Ausência de SPTZ
Valor normal no ejaculado: > 40 x 106 SPTZ
Contagem Total de Espermatozóides
Oligozoospermia: < 20.000.000/mL
Permanente (concomitante necrospermia e astenospermia
[motilidade ]);
Periódica (confirmado através de espermogramas seriados):
com intervalo de 2 semanas, durante o período de 3 meses;
Causas:
infecção do trato genital, anômalias cromossômicas, alterações
hormonais e abstinência sexual.
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Morfologia
Espermatozóide normal: quando a cabeça é oval, a peça e o flagelo normais e o
acrossoma ocupa uma área entre 40% - 70% da região cefálica;
Cabeça: cabeça oval, contendo 3 a 5 m de
comprimento, 2 a 3 m de largura e menos de
1,5 m de espessura;
Peça intermediária: 3 a 5 m de comprimento, 1
m de largura. A peça intermediária é delgada,
curta e retilínea, apresentando-se levemente
basofílica;
Cauda: 50 a 60 m de comprimento. A cauda é
um pouco menos delgada do que a peça
intermediária.
Morfologia
Contagem de espermatozoides (SPTZ) de formas
normal e alterada:
Contar 100 a 200 SPTZs (x1.000)
OMS: Valor normal: 30% SPTZs de formas normais
Cabeça oval, peça intermediária e cauda bem definidas.
Morfologia Normal
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Morfologia anormal
Espermatozóides anormais:
Alterações na cabeça;
Forma, tamanho.
Alterações na peça intermediária;
Alterações na cauda.
Alterações na cabeça:
macrocéfalo,
microcéfalo,
cabeça piriforme,
bicéfalo,
acéfalo e
cabeça com formas
bizarras;
Morfologia anormal
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Alterações de Peça Intermediária
Alterações na peça
intermediária:
espessada,
ausente ou
gota citoplasmática
(restos
citoplasmáticos);
Alterações de Peça Intermediária
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Alterações de cauda
Alterações na cauda:
curta,
enrolada,
espessa,
ausência de cauda,
bicaudal.
Alterações de cauda
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Morfologia anormal
Morfologia anormal
Clave de sol
Morfologia anormal
Hematoxilina-eosina
Morfologia Células Germinativas
Espermatogônias
Espermatócitos
Espermátides
Valores normais:
Espermatócitos até 1%
Espermátides até 3%
Células Germinativas
As células germinativas imaturas se desprendem dos
tubos seminíferos por processos patológicos como:
varicocele, processos traumáticos, hidrocele, tuberculose,
seminoma (câncer testicular), processos infecciosos agudos e
crônicos.
Hidrocele testicular: é um acúmulo de fluído
no interior da bolsa testicular.
Células Germinativas
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Células Germinativas
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Células Germinativas
http://pt.slideshare.net/gruposaocamilo/aula-espermograma-erika-caldas-e-sergio-piva
Valores Normais para a análise do
sêmen
Volume 2,0 - 5,0 mL
Viscosidade Escorre em gotas
pH 7,2 – 8,0
Concentração de espermatozóides > 20 milhões/mL
Contagem de espermatozóides > 40 milhões/ejaculado
Motilidade > 50% dentro de 1 hora
Qualidade > 2,0 ou a, b, c (Tabela OMS)
Morfologia > 14% das formas normais (critério
estrito)
> 30% formas normais (critério de rotina)
Células redondas < 1,0 milhão/mL
Susan King Strasinger. Urinálise e Fluidos Corporais, 2009.
Ensaios adicionais
Viabilidade ou Vitalidade
Viabilidade diminuída:
Concentração espermática normal e motilidade acentuadamente
diminuída;
Teste de eosina-nigrosina (esfregaço):
Contagem de células mortas em 100 SPTZs;
Células mortas apresentam membranas “lesionadas” que permitem a
penetração de corantes;
Células vivas (não coradas – branca azuladas), células mortas (coradas
- vermelho).
Viabilidade
http://www.uco.es/dptos/medicina-cirugia/reproduccion/proy
ecto2/metodosalternativos2.html
http://www.um.es/grupo-fisiovet/Im-analisis-seminal.htm
Viabilidade
Coloração eosina-nigrosina:
Valor Normal:
75% SPTZ vivos
Obs.: deve corresponder a avaliação prévia de motilidade.
Necrospermia:
50% SPTZ mortos
deficiência de frutose.
Vitalidade # motilidade.
Análise Bioquímica
Marcadores:
Vesícula seminal Próstata
Frutose Ácido cítrico
Prostaglandinas
Zinco
Epidídimo
Fosfatase ácida
L-carnitina
Α-glicosidase
Análise Bioquímica
Valores normais de Bioquímica no Sêmen
-glicosidase neutra 20 um/ ejaculado () Distúrbio do epidídimo
Zinco 2,4 mol/ ejaculado () Falta de líquido da próstata
Ácido cítrico 300 a 800 mg/dL () Falta de líquido da próstata
Fosfatase ácida 200 unidades/ ejaculado () Falta de líquido da próstata
Susan King Strasinger. Urinálise e Fluidos Corporais, 2009.
Dosagem de frutose
A frutose é produzida nas vesículas seminais e é dependente de andrógenos;
A ausência de frutose no sêmen, o baixo volume seminal e a falha do sêmen em
coagular indicam:
ou a ausência congênita dos canais deferentes e vesículas seminais ou a obstrução dos
ductos ejaculadores;
Os níveis de frutose devem ser determinados em todo paciente com volume
ejaculatório inferior a 1,5 mL;
TESTE DO RESORCINOL: produz cor laranja quando a frutose está presente;
Normal: 100 a 350 mg/dL
Dosagem de frutose
http://en.wikipedia.org/wiki/Seliwanoff's_test
TESTE DO RESORCINOL: produz cor laranja quando a frutose está presente;
Análise Bioquímica
Casos e VIOLAÇÃO SEXUAL: determinar se o sêmen realmente está
presente na amostra
Fluído seminal: elevada concentração de Fosfatase ácida prostática.
Métodos mais específicos:
Detecção de glicoproteína p30 seminal;
Análise de DNA na amostra.
Outros:
Tipagem sanguínea;
Presença de SPTZs na amostra.
Análise microbiológica
Para a análise microbiológica do sêmen, três fatores são
básicos para se obter resultados satisfatórios e de valor
clínico:
sintomatologia do paciente;
a presença de bactérias no sêmen (bacteriospermia);
o aumento de leucócitos no sêmen (leucocitospermia).
> 1 milhão de leucócitos/mL de sêmen.
Análise microbiológica
Diversos microrganismos colonizam a uretra masculina em
condições normais, sem causar infecções;
considerados contaminantes;
Às vezes, algumas bactérias residentes na uretra se proliferam em
quantidade, tornando-se potencialmente patogênicas;
Neste caso, desenvolvem infecção temporária;
Culturas aeróbias e anaeróbias de rotina para Chlamydia
trachomatis, Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum...