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Slide 1 Politicas Pub Claudiane Conc. Rezende

O documento discute a importância das políticas públicas e sociais para garantir os direitos sociais previstos na Constituição. As políticas públicas são ações do Estado para implementar direitos fundamentais, como saúde, educação e assistência social. No entanto, é comum essas políticas não serem efetivas na prática devido a falta de recursos e fiscalização. Cabe ao assistente social planejar e promover políticas que resolvam problemas sociais e garantam os direitos dos cidadãos.

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CLAUDIAne Rezend
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O documento discute a importância das políticas públicas e sociais para garantir os direitos sociais previstos na Constituição. As políticas públicas são ações do Estado para implementar direitos fundamentais, como saúde, educação e assistência social. No entanto, é comum essas políticas não serem efetivas na prática devido a falta de recursos e fiscalização. Cabe ao assistente social planejar e promover políticas que resolvam problemas sociais e garantam os direitos dos cidadãos.

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POLÍTICAS PUBLICAS E SOCIAIS:

A efetividade dos direitos sociais

CLAUDIANE CONCEIÇÃO REZENDE


Bacharel em Serviço Social
Universidade Pitágoras Unopar
Valquíria Aparecida Dias Caprioli
ÍNDICE
•Introdução
•Desenvolvimento
•Considerações Finais

“A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um. ”


(ALLAN KARDEC)
POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIAIS
POLÍTICAS PÚBLICAS são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para
garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras
leis. São medidas e programas criados pelos governos. São instrumentos capazes de
proporcionar, mediante a ação conjunta dos poderes públicos, a efetivação de direitos
fundamentais sociais, conferindo aos cidadãos as condições necessárias para usufruírem a
real liberdade e a igualdade material e, tão logo, a dignidade humana.
AS POLÍTICAS SOCIAIS são aquelas políticas públicas voltadas para a oferta de bens e
serviços básicos à população, compreendendo às áreas da educação, saúde, alimentação,
trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade
e à infância, e assistência aos desamparados.
Breve Contextualização
No contexto brasileiro, em se tratando de políticas públicas, em meados do ano de 1930,
surgiram as primeiras atividades sistemáticas no que tange a mobilização de conhecimento de
base científica para servir de subsídio para a formulação de políticas públicas no Brasil, através
da implantação do Estado Nacional-Desenvolvimentista (Ribeiro e Lobato, 2013).
Período este conhecido como a “Era Vargas”, compreendido entre os anos de 1930 a 1945
e de 1945 até o ano de 1954, onde Getúlio Vargas cumpriu a meta de organizar o aparelho do
Estado de acordo com o modelo burocrático weberiano, o qual os funcionários eram
recrutados por meio de concurso público.
por volta de 1970, ainda no que se refere as políticas públicas, em especial a política de
proteção social, tem como marco inicial transformações muito significativas nas áreas sociais
e econômicas, onde o Estado começa a assumir de maneira mais atuante seu papel de
promotor do bem-estar social, como também no desenvolvimento econômico do país,
principalmente entre os anos de 1970 a 1980.
E vale destacar que a expressão “Estado de bem-estar, que em inglês recebe o nome de
“Welfare State” na Inglaterra.
“Welfare State”? Logo tem-se a referida resposta: trata-se de uma nomenclatura dada ao
fenômeno ocorrido no século XX, um direito assegurado pelo Estado para as camadas
mais carentes da população dos países considerados capitalistas desenvolvidos, o qual
almejava o provimento de serviços sociais, que tinham intuito de cobrir diversas formas
de risco da vida coletiva e individual, que no início do século XXI tal fenômeno ganhou
relevante expansão por vários países, inclusive no Brasil.
Desse modo, pode-se dizer que o termo “Welfare State” só ganhou relevância nesse
período pós-II Guerra Mundial, onde esse Estado de bem-estar significaria por sua vez
para alguns países como Inglaterra e Alemanha uma proposta institucional nova para que
o Estado pudesse fazer a implementação e financiamento de alguns programas e planos
de ação, os quais tinham como finalidade promover os interesses sociais coletivos dos
indivíduos de uma determinada sociedade, visto que o principal propósito segundo
(Bottomore, 1996, p. 261-262), era o combate principalmente aos cinco maiores
problemas da sociedade: “a escassez, a doença, a ignorância, a miséria e a ociosidade.
Porem ainda há uma crítica na expressão usada por alguns autores em relação a uma política
social que visa aos “mínimos sociais”, pois trata-se de certo modo de medidas paliativas e
imediatistas para determinado problema, sem a devida preocupação com os resultados que estão
por vir, enquanto, diferentemente quando se trata de uma política social que é incluída no estudo
de “necessidades básicas”, há um programa de médio a longo prazo, que não visa resultados
imediatos, mas sim mudanças futuras e reais com intuito de melhorias na qualidade de vida, que
cause efeitos em diversas camadas da população por meio de uma única ação governamental.
objetivando a otimização da satisfação das necessidades básicas da população,
principalmente daqueles que estão a margem da sociedade, é necessário investir nas políticas
públicas de direitos básicos, tendo em vista que a falta destes acarreta prejuízo.
Não se pode deixar de ser citado também que há necessidade de um aumento tanto no
repasse de recursos para investimento nessas políticas, como melhorar na fiscalização e controle
das mesmas, com intuito de contribuir para o desenvolvimento satisfatório desses programas,
aliado a outras políticas públicas de base, como saúde, segurança, educação, trabalho, dentre
outras que só tendem a melhorar a garantia de bem-estar da população, tendo em vista que
consequentemente tais ações governamentais voltadas para esses setores, contribuem para a
melhoria da qualidade de vida dos indivíduo
É cabível identificar que na sociedade civil devido algumas forças políticas que se
acomodam com determinada política social, podem vir a prejudicar ao interesse coletivo,
favorecendo interesses de alguma classe dominante, assim como de algumas
organizações não governamentais, que mesmo camufladas como “imparciais”,
logicamente não deixam de defender em primeiro lugar seus próprios interesses de
classe.
Porém, é reconhecido o direito que a sociedade tem em participar da elaboração
dessas ações governamentais, como exemplo tem-se por meio de previsão legal o
incentivo a participação popular em audiências públicas de interesse da sociedade, para
que as políticas públicas obtenham bons resultados, precisa ser feito um trabalho de
forma conjunta, sem esquecer a participação efetiva da comunidade para contribuir no
direcionamento efetivo das demandas sociais, conforme a realidade ali vivida.
Em suma, pode-se concluir que de nada adianta um planejamento de políticas
públicas cheio de ideias boas, se por outro lado na prática esses planos não estão
surtindo efeitos favoráveis para o público alvo a quem foi destinado, ou o que era para
ser em benefício da coletividade, fica sendo para benefício particular, que infelizmente
tal situação é muito recorrente aqui no Brasil e isso acaba prejudicando a sociedade em
geral. Por isso as políticas públicas servem como fundamentais instrumentos de garantia
de bem-estar social.
ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL
Através da revisão histórica dos direitos fundamentais e da assistência social, da identificação dos marcos legais
e instrumentos institucionais de assistência social que evidenciam sua capacidade de contribuir para a efetivação
dos direitos sociais e do problema de concretização dos direitos sociais, assim o assistente social se revela capaz
de exercer um papel de destaque como política pública que contribui para apontar uma solução ao problema da
falta de efetividade dos direitos sociais.
E diante da problemática de descumprimento ou ineficiência das políticas sociais, as mesmas resultam em um
desequilíbrio entre a oferta e a demanda e assim piora a situação das pessoas que deveriam ser atendidas por
essas ações e decisões, ocorrendo grandes prejuízos no meio social, desperdício de dinheiro público em razão da
ineficácia das políticas públicas, ficando assim a política social com o papel secundário, subordinado e subsidiário
perante as políticas econômicas, as quais deveriam estas caminharem paralelamente, visto que ambas deveriam
permanecer interligadas, pois de fato estas são interdependentes.
Seguindo o modelo de Estado Democrático de Direito, o Estado para exercer seu poder-dever de agir em
benefício da sociedade, precisa de agentes competentes e compromissados em atender ao interesse público, cujo
gestor público tem um papel fundamental em planejar, coordenar, organizar, direcionar e controlar os assuntos
de interesse para a coletividade e Para isso cabe ao estado atuar junto ao Serviço Social que por sua vez tem a
função de garantir o cumprimento dos direitos dos cidadãos de uma sociedade. É responsabilidade dele
pensar, planejar e promover políticas públicas para prevenir ou solucionar problemas ligados à habitação,
emprego, educação e saúde.
DIREITOS SOCIAIS
A IMPORTÂNCIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA
A SOCIEDADE
as políticas públicas são de extrema importância para sociedade, pois tem
como objetivo asseverar os direitos do cidadão. “A implementação das políticas
públicas por parte dos poderes, principalmente o executivo, é fundamental para a
concretização dos direitos no mundo real.
Por meio desses programas, e possível reduzir as desigualdades sociais, oferecer
condições de vida dignas, e assim efetivar o direito a saúde, moradia, incentivar a
mulher no mercado de trabalho, além de estimular o lazer que também é um direito
previsto na constituição de 1988”.
AFINAL, COMO SURGEM E COMO SÃO IMPLEMENTADAS?
As políticas públicas surgem a partir da necessidade de resolver determinadas
dificuldades sociais. Uma vez identificado o problema, o tema é colocado na agenda
pública e posteriormente elaborada uma solução, que será implementada e, por fim,
avaliada
PARA QUE SERVE OS DIREITOS SOCIAIS?
O direito social busca resolver as questões sociais, ou seja, todas as situações
que representam as desigualdades da sociedade. buscam promover o é essencial para
que as pessoas tenham o mínimo de qualidade de vida e dignidade.
Considerações Finais
A parti dessa pesquisa foi possível observar que apesar do Estado ter por dever garantir o bem-
estar da população por meio de ações governamentais, ou seja, políticas públicas voltadas para
efetivar direitos previstos na Constituição Federal, mas a sociedade tem todo direito de ter esses
benefícios e também o dever de cobrar dos governantes essas ações, pois a garantia de serviços de
qualidade e ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população é de interesse
público, logo é obrigação do Estado tentar de várias formas o alcance desse objetivo, onde as
políticas públicas tornam-se os principais instrumentos de garantia.
E ao analisar o papel do assistente social no campo das políticas públicas e sociais e destacando
que tivemos a pretensão de aprofundar o conhecimento relacionados ao exercício profissional,
diante de tantos desafios, para a efetivação dos direitos sociais é concluímos que o papel do
assistente social e muito importante para que as políticas públicas, mas para que essas politicas
sejam executadas corretamente a sociedade também deve fazer a sua parte quanto ao controle
social.
E por fim ressaltando que esse profissional no seu papel de mediador busca representa a
população na luta pelos direitos sociais e assim buscando agir em conjunto com o Estado para que,
com essa relação haja garantias de um fortalecimento da democratização dos serviços público.
AGRADECIMENTOS

Ao professor, Vangleison Miranda, Aos


meus colegas de turma, em especial a Adrielly,
Gessika, Gladstone, Luzielma, Marcos e
Sebastiao, por compartilharem comigo tantos
momentos de descobertas e aprendizado e por
todo o companheirismo ao longo deste
percurso.

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