Programas de Autocontrole
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[email protected] Programa de Autocontrole
• O S.I. trabalha juntamente com o Controle/Departamento
de Garantia da Qualidade da Empresa (DGQ)
• DGQ prepara Programas de autocontrole
Forma de organizar os
procedimentos dentro da empresa
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• Elementos de inspeção:
1. Manutenção:
- Manutenção Corretiva Programada
- Manutenção Corretiva Emergencial
- Manutenção Corretiva Preditiva
Equipamentos e Instalações
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- Manutenção Corretiva Programada:
É aquela realizada antes que surja a anomalia, e que foi
possível sua detecção seja pela perda da função do
equipamento, perda de qualidade ou qualquer outra
situação perceptível.
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- Manutenção Corretiva Emergencial
É aquela realizada quando o equipamento quebra, ou
perde a sua função repentinamente.
(inesperado)
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- Manutenção Corretiva Preditiva:
É aquela realizada com base em dados colhidos através
dos instrumentos e aparelhos de medição, verificando com
exatidão os status dos componentes do equipamento.
Revisão Periódico
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2. Vestiários e Sanitários
(organização, limpeza, masculino/feminino)
3. Iluminação
- artificial, luz fria
- máx 500 lux nas linhas de inspeção
- sem sombreamento (aves)
- proteção
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4. Ventilação
- Conforto e o bem estar dos funcionários.
- Renovação satisfatória do ar ambiente.
- Insufladores de ar frio, exaustores e ventiladores.
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5. Água de abastecimento:
- Controle e monitoramento da sua qualidade físico-
químico e microbiológico
S.I. envia água para análise de
15 em 15 dias
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6. Águas residuais
- tratamento de águas residuais
- escoamento adequado
7. Controle integrado de praga
- terceirizado
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8. PPHO
- Procedimento Padrão de Higiene Operacional
- envolvido diretamente com a limpeza e higiene das
instalações e equipamentos
- produtos de limpeza aprovados pelo Ministério da
Saúde
- segue manual de boas práticas de fabricação
(BPF ou GMP) – higiene do funcionário
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8. PPHO
Objetivo:
Padronizar as operações de limpeza e sanitização das
instalações, equipamentos e utensílios em todas as fases
do processamento, incluindo o procedimento de medidas
preventivas e corretivas, de forma a evitar contaminação ou
a adulteração dos produtos.
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8. PPHO
- PPHO Operacional (durante o processamento)
*Durante os intervalos
*Só pode água quente
- PPHO Pré-operacional (antes do início das operações)
*Pode produtos de limpeza
É feito diariamente por um Check List
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8. PPHO
A verificação da eficiência da higienização pré-
operacional é realizada através da
contagem total bacteriana
Normalmente: 15 em 15 dias
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9. Higiene dos operários (BPF ou GMP)
- GMP: Good manufacturing pratices
- BPF: Boas práticas de fabricação
São práticas de higiene recomendadas para os
funcionários manipularem os alimentos visando obtenção
de produtos seguros
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9. Higiene dos operários (BPF ou GMP)
- Aplicação do BPF em todas as etapas de abate
(desde recepção até expedição do produto)
- Treinamento dos funcionários
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9. Higiene dos operários (BPF ou GMP)
- Equipamentos de segurança
- Higiene pessoal
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10. PSO (Procedimento Sanitário Operacional)
São todos os procedimentos operacionais executados
durante o processo de elaboração de um determinado
produto, que podem ser fontes de contaminação
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10. PSO (Procedimento Sanitário Operacional)
Objetivos:
- Controlar as operações que representam risco sanitário
para os produtos e ingredientes durante a produção dos
alimentos
- Identificar os procedimentos que possam ser fontes de
contaminação
- Estabelecer medidas de controle para cada procedimento
descrito
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10. PSO (Procedimento Sanitário Operacional)
- Condições higiênico-sanitárias das operações industriais
(processos - evisceração)
- Condições higiênico-sanitárias da superfície de
equipamentos e utensílios
Prevenção de contaminação direta ou cruzada
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Medidas corretivas e preventivas de todos os
Programas de Autocontroles:
• Medida preventiva: Treinamento dos funcionários
• Medida corretiva: Correção das falhas verificadas durante
o monitoramento, juntamente com a verificação das
medidas que serão tomadas conforme o estabelecido no
plano
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Observação:
• A frequência de cada monitoramento é de 1 em 1 hora.
• Os procedimentos de verificação são executados pelo
DGQ que avalia o cumprimento dos procedimentos.
• O S.I. verifica se estão cumprindo o que prometeram nos
Programas de Autocontroles.
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11. Controle de matéria prima
CMS: Carne mecanicamente separada
• Não é permitido a produção de CMS de coloração alterada
• Não é permitido odor estranho
• Ausência se impurezas e metais
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11. Controle de matéria prima
• CMS deve ser conduzido imediatamente para a produção
ou ser conduzido para:
Câmara de resfriamento (4°C)
- utilizar no máximo em 24 horas
Congelamento (-30°C / 2 horas depois -18°C)
- utilizar no máximo em 90 dias
- blocos de 15 cm espessura e temp -12°C
Câmara a 0°C (utilizar no máx em 72 hs)
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12. Controle de Temperatura
- Escaldagem: 50 a 54°C (frango)
60 a 64°C (peru)
- Pré-chiller (<16°C) e Chiller (< 4°C)
- Câmaras frigoríficas:
. Estocagem: -23°C
. Túnel de Congelamento: -38°C
. Sala de desossa e cortes: ideal 10°C
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12. Controle de Temperatura
- Câmaras frigoríficas:
. Sala de CMS: 10°C
. Câmara de CMS: -1,5°C
. Sala de paletização: 10°C
(armazenamento dos paletes com mercadoria)
. Sala de miúdos: 10°C
. Air-chiller: 2°C
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13. APPCC / HACCP
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle
Princípios do APPCC: (7)
N°1 – Identificar os perigos potenciais e estabelecer
medidas preventivas para os perigos identificados
N°2 – Identificar os pontos críticos de controle
N°3 – Definir os limites críticos para as medidas preventivas
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13. APPCC / HACCP
Princípios do APPCC: (7)
N°4 – Definir os procedimentos de monitoramento dos
PCCs
N°5 – Definir as medidas corretivas
N°6 – Estabelecer procedimentos de verificação para
confirmar se o plano está sendo seguido
N°7 – Estabelecer procedimentos efetivos de registros e
documentação
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13. APPCC / HACCP
Localização e identificação dos PCCs: (AVES)
- PCC 1Q – Risco Químico – Controle de resíduos de
medicamentos quanto ao prazo de carência dos mesmos
- PCC 1B – Risco Biológico – verificação da contaminação
gastrointestinal, biliar ou de papo na superfície interna e
externa da carcaça
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13. APPCC / HACCP
Localização e identificação dos PCCs:
- PCC 2B – resfriamento das carcaças de peru e pré-
resfriamento das carcaças de frango – Monitoramento
através da temperatura na saída – multiplicação de
bactérias (água)
- PCC 3B - Monitoramento da temperatura dos Miúdos
- PCC 1F – Risco Físico – detecção de Metais em 100%
dos produtos
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14. Teste microbiológico oficiais
(PRP – Plano de redução de patógenos)
IN. 70 / 2003
Estabelecimento deverá manter índice de contaminação
menor que 12 amostras positivas a cada 51 amostras
analisadas
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15. Embasamento para certificação:
- Testes microbiológicos diariamente
- Análises oficiais semanalmente e quinzenalmente (S.I.)
- Monitoramento de todo processo produtivo
- Atendimento das normas de cada país
- Atendimento das normas de bem estar animal
- Rastreabilidade
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16. PPCAAP – Programa de prevenção e controle de
adição de água em produto
- Controle de temperatura do pré-chiller (<16°C) e chiller
(<4°C)
- Drip test: Análise de 6 carcaças congeladas
Descongela a carcaça e tem que apresentar no máximo
6% de seu peso.
Acima disso, a carcaça absorveu mais água do que podia
– envia para cortes.
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17. Bem estar animal
(Exame ante-mortem)
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Todos esses programas permitem com que a Empresa
seja adequada a fazer o abate de aves e comercializar
sua carne no país e internacionalmente.
Certificação!
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Controle de Qualidade
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Curso SENAI – (34) 3228.5250
Programas de Segurança Alimentar
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Bons Estudos!
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