0% acharam este documento útil (0 voto)
211 visualizações61 páginas

Etapas da Formação das Rochas Sedimentares

O documento descreve as principais etapas da formação de rochas sedimentares, incluindo a meteorização, erosão, transporte e sedimentação de rochas preexistentes, seguida pela diagénese que transforma os sedimentos em rochas sedimentares.

Enviado por

Ana Ferreira
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
211 visualizações61 páginas

Etapas da Formação das Rochas Sedimentares

O documento descreve as principais etapas da formação de rochas sedimentares, incluindo a meteorização, erosão, transporte e sedimentação de rochas preexistentes, seguida pela diagénese que transforma os sedimentos em rochas sedimentares.

Enviado por

Ana Ferreira
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

ETAPAS DE FORMAÇÃO DAS ROCHAS SEDIMENTARES

Rochas
preexistentes

Meteorização
Sedimentogénese

Erosão

Transporte

Sedimentação

Diagénese

Rochas Fonte: http://fossil.uc.pt/pags/sedime.dwt


sedimentares
Meteorização
Alteração física e/ou química das rochas. Ocorre quando estas, à superfície,
estão sujeitas à ação dos fatores climáticos e a condições de pressão e
temperatura diferentes das que presidiram à sua formação.

Meteorização química Meteorização física


Alteração dos minerais da
Fragmentação da rocha sem
rocha, com formação de novos
que haja alteração da sua
minerais (minerais de
composição.
neoformação), mais estáveis à
superfície, ou formação de Principais agentes de
produtos solúveis. meteorização física: gelo,
seres vivos, diferença de
Principais agentes de
temperatura e de pressão,
meteorização química: água,
água e vento.
gases atmosféricos (oxigénio e
dióxido de carbono) e
substâncias produzidas pelos
seres vivos.

A meteorização física potencia a meteorização química e vice-versa.


A fragmentação da rocha aumenta a sua superfície de exposição aos
agentes de meteorização química. Por outro lado, uma rocha quimicamente
alterada torna-se mais facilmente quebrável.
Meteorização física – A rocha desagrega-se em fragmentos
cada vez menores, conservando as características do material
original e aumentando a superfície de exposição aos agentes de
meteorização.
Meteorização física

ESFOLIAÇÃO MECÂNICA TERMOCLASTIA

As rochas formadas em profundidade, quando A dilatação e contração alternadas dos minerais que


afloram, são aliviadas da pressão exercida pelos reagem de diferentes modos às oscilações térmicas
materiais que estavam por cima. Isto leva à diárias aumenta a possibilidade de desagregação da
descompressão e à expansão da rocha produzindo-se rocha. Este tipo de meteorização é mais intenso em
diaclases (fraturas) paralelas à superfície. Este locais com grandes amplitudes térmicas.
processo está na origem da formação dos blocos
arredondados, característicos da paisagem granítica.
Caos de blocos - Amontoados de bolas graníticas espalhadas
pelas encostas dos maciços graníticos, resultantes da separação
de blocos pelas zonas de diaclases e posterior arredondamento
das arestas e vértices.
Meteorização física

CRIOCLASTIA HALOCLASTIA

Quando a água acumulada nas diaclases das Os sais dissolvidos na água são introduzidos nas
rochas congela, aumenta de volume. A pressão do fendas das rochas. Com a evaporação da água
gelo provoca o alargamento das fendas e a vão-se formando cristais que crescem e exercem
desagregação da rocha. pressão sobre a rocha, ampliando a largura das
fendas.
ABRASÃO ATIVIDADE BIOLÓGICA

A água e o vento, que frequentemente transportam As raízes das plantas que crescem em fendas de rochas
partículas sólidas, produzem uma ação de desgaste ao contribuem para a separação dos blocos.
embaterem nas rochas.
Alguns animais escavam tocas ou galerias, favorecendo a
desagregação dos blocos rochosos.
A água, oxigénio, dióxido de carbono e substâncias produzidas
pelos seres vivos são agentes de meteorização química.

Instabilidade da estrutura dos minerais gerados em


profundidade;

Remoção ou introdução de elementos químicos na sua


estrutura interna;

Conversão noutros minerais mais estáveis ou em produtos


solúveis;
Meteorização química
A temperatura tem grande influência na alteração química, uma vez que
influencia a velocidade das reações. Este tipo de meteorização é mais
frequente, portanto, em regiões quentes e húmidas.

HIDRATAÇÃO/DESIDRATAÇÃO

Processo de meteorização que envolve a combinação química da água


com os minerais (hidratação) ou a remoção desta (desidratação). Alguns
exemplos mais comuns:

Fe2O3+ 3 H2O → 2 Fe(OH)3 CaSO4.2 H2O → CaSO4 + 2 H2O

A hidratação de hematite leva à Por desidratação do gesso forma-se


formação de limonite anidrite
HIDRÓLISE
Hidrólise corresponde à substituição dos catiões da estrutura de um mineral pelos iões de
hidrogénio.

Os iões H+ podem resultar da dissociação da água ou de um ácido. Esta reação de


substituição iónica forma novos e diferentes minerais ou pode levar à total desintegração do
mineral original.

Exemplo muito comum de hidrólise – hidrólise do feldspato (ortóclase)

2 KAℓSi3O8 + H2CO3 + H2O → Aℓ2Si2O5(OH)4 + K2CO3 + 4 SiO2


Feldspato Ácido Caulinite Sílica
carbónico

Os minerais de feldspatos decompõem-se parcialmente, produzindo sílica dissolvida e minerais de


argila, neste caso, a caulinite. Esta reação denomina-se caulinização.

O potássio fica disponível para as plantas ou forma um sal solúvel (KHCO 3) que pode ser incorporado
noutros minerais ou ser arrastado até ao mar.

A sílica irá precipitar e preencher espaços vazios de corpos ou ser arrastada até ao mar.

A caulinite é um mineral de neoformação bastante estável à superfície.


HCO3-
CO2
K+
H2O
H2CO3 SiO2
Al2Si2O5(OH)4

HCO3-
Caulinite
KAlSi3O8 (mineral de argila)
H+

Feldspato
Hidrólise
Hidrólise
caulinização
caulinização
DISSOLUÇÃO

A dissolução corresponde à reação dos minerais com a água ou com um ácido. Ocorre quebra de
ligações químicas entre os diferentes iões; os iões livres ficam dissolvidos na solução; o mineral
desaparece.

Exemplos muito comuns:

 Ao contrário da maioria dos minerais, a halite é um mineral muito solúvel na água. Dissolve-se
em contacto com a água originando água salgada, com iões de cloro e de sódio dissolvidos:

NaCℓ + H2O → Na+ + Cℓ-

 A calcite, presente nas rochas calcárias, não é solúvel na água mas reage facilmente com
água acidificada, formando produtos solúveis. Esta reação de alteração e destruição química
dos calcários designa-se carbonatação e traduz-se pela seguinte reação:

CaCO3Ácido
Calcite + H2CO3 →
IãoCa 2+
cálcio + Ião -)
2(HCO 3
(insolúvel) carbónico (solúvel) hidrogenocarbonato
CO2

H2O
Ca2+
H2CO3
CaCO3 HCO3-

Calcite

Carbonatação
Carbonatação
As águas acidificadas podem reagir, por exemplo com a calcite, formando produtos solúveis. Este
tipo de reações químicas provocam o alargamento das fissuras nas quais a água se infiltra e circula,
podendo mesmo formar galerias e grutas subterrâneas.
A dissolução da calcite (carbonato de cálcio) é o principal processo que leva à formação do modelado
cársico, paisagem sedimentar que inclui os campos de lapiás, grutas e algares.

Campo de lapiás Modelado cársico


Noutros locais, a calcite dissolvida é precipitada e formam-se estalactites e estalagmites.

As estalactites e as estalagmites resultam da seguinte reação química, que é, assim, inversa da


dissolução:
Ca(HCO3)2 → CaCO3 + H2O + CO2
OXIDAÇÃO / REDUÇÃO

As reações de oxidação e de redução estão ligadas entre si, não ocorrendo uma sem que ocorra a
outra. A oxidação é o processo pelo qual um átomo ou ião perde eletrões. A redução é o processo
que leva ao ganho de eletrões.

Os minerais são oxidados por ação do oxigénio.

Exemplos:

 Transformação do ferro em ferrugem: o Fe2+ (ião ferroso) é transformado em Fe3+ (ião férrico)

 Transformação da pirite em hematite:

4 FeS2 + 3 O2 → 2 Fe2O3+ 8 S
(Pirite) (Hematite)
Hematite
(óxido de ferro)

H2O
Fe2+
SiO2 Fe2O3
FeSiO3

H 2O

Fe3+
Fe
2+
O2

Piroxena

Oxidação
Oxidação
Meteorização química

Os seres vivos também podem intervir no processo de alteração química das rochas, por exemplo:

 As plantas aumentam a circulação de água e as suas raízes produzem elevadas quantidades de


CO2 permitindo a diminuição do pH do meio, o que favorece a hidrólise e a dissolução dos
minerais.

 As plantas produzem fluidos e ácidos que, quando contactam com as rochas e com os minerais,
provocam a sua alteração química.

 A ação química das fezes de alguns animais, como por exemplo, os pombos, é particularmente
agressiva nas rochas calcárias.

 Os líquenes elaboram substâncias que reagem com as rochas facilitando a sua desagregação.

 Certos bivalves, produzem substâncias corrosivas que utilizam para abrir fendas nas rochas.
Granito

Biotite Feldspato
K(Mg,Fe)3(AlSi3O10)(F,OH)2 KAℓSi3O8 Quartzo
(ortóclase) SiO2
Feldspato

Biotite

Quartzo

Progressiva alteração dos minerais primários

Alteração dos minerais primários - Fruto do afloramento do


granito, os seus minerais constituintes, que foram formados em
profundidade, ficam em desequilíbrio com as novas condições
ambientais, experimentando profundas alterações.
Erosão - corresponde ao processo de remoção dos materiais
resultantes da meteorização.
É feita pela água, vento, gelo ou gravidade.
Transporte

Os materiais provenientes da meteorização, depois de erodidos, podem ser deslocados para muito
longe do local de formação. A água, o vento e a gravidade são os principais agentes de transporte.
Nos continentes, os rios são os agentes de transporte mais importantes.

Os materiais podem ser transportados nos rios pela corrente


O vento é um importante agente de transporte de materiais.
(por suspensão, saltação, rolamento ou por arrastamento) ou
ainda por dissolução.
No estado sólido Gelo dos glaciares
Vento
Gravidade
Gelo dos glaciares
Ventos

Torrentes, rios, lagos,


águas subterrâneas,
mares

Durante o transporte os materiais sofrem modificações como arredondamento e


granotriagem.
Durante o transporte:

Aumento o grau de arredondamento dos grãos

Aumento da calibragem/ granotriagem


Arredondamento
Arredondamento
devido aos choques e ao atrito com as rochas da superfície,
os fragmentos vão perdendo as arestas e vértices ficando
mais lisos e mais curvos

Grãos Grãos Grãos


angulosos subarredondados muito arredondados
Granotriagem/
Granotriagem/ Granosseleção
Granosseleção

as partículas são selecionadas e separadas de acordo com o


tamanho, forma e densidade.

Sedimentos Sedimentos moderadamente Sedimentos


mal calibrados calibrados bem calibrados
Enquanto os clastos transportados pelo vento são muito bem
calibrados devido ao grande poder seletivo do vento, os clastos
transportados pelos glaciares são mal calibrados, verificando-se o
transporte de detritos de dimensões muito variáveis.

No transporte fluvial, a diminuição de tamanho dos clastos ao


longo do curso do rio é acompanhada por uma maior
uniformidade granulométrica.

No decurso do transporte ocorre também uma seleção


mineralógica, que se traduz na concentração relativa das
espécies de minerais mais resistentes, como o quartzo. Alguns
materiais resultantes da meteorização química são
transportados, dissolvidos na água.
Tipos de sedimentos quanto à origem

Sedimentos detríticos Sedimentos de origem química Sedimentos de origem biológica


ou clastos
Fragmentos de dimensões variadas Substâncias transportadas em solução Formados por restos de seres vivos,
(desde partículas muito finas até na água que precipitam nomeadamente conchas e outras
blocos de grandes dimensões) peças esqueléticas
Ex. argila, areia, balastros Ex.: cloreto de sódio, carbonato Ex.: Fragmentos de conchas, materiais
de cálcio derivados de plantas
Sedimentação
Ocorre quando o agente de transporte deixa
de ter energia suficiente para continuar o
transporte. Deposição dos sedimentos.

Estratificação
Ambientes sedimentares continentais

Ambientes sedimentares de transição

Ambientes sedimentares marinhos


Exemplos de ambientes de sedimentação detríticos

Ambientes de sedimentação/fácies Meio de transporte Sedimentos

Continental Aluvião Rios Areias, balastros, siltes e argilas


     
Deserto Vento Areias
     
Lago Correntes e ondas Areias, siltes e argilas
     
Glaciar Gelo Areias, balastros, siltes e argila

Transição Delta Rio, ondas e marés Areias, siltes e argilas


     
Praia Ondas e marés Balastros e areias

Marinho Plataforma continental Ondas e marés Areias, siltes e argilas


     
Margem continental Correntes oceânicas Siltes, argilas e areias
     
Mar profundo Correntes oceânicas Siltes e argilas
(planície abissal)
Alguns exemplos de ambientes de sedimentação quimiogénicos e biogénicos

Ambiente de sedimentação/fácies Origem/Processos de formação Sedimentos

Marinho Mar profundo (planície abissal) Organismos com concha Sílica


     
Mar pouco profundo Organismos com concha; variação das calcite
  condições físico-químicas das águas marinhas.  
   

Continental Lagos salgados (zonas áridas) Evaporação de águas salgadas Halite, gesso
     
Pântanos Plantas Turfa
Classificação química de Udden e Wentworth
(simplificada)
Nas areias, a dimensão, a forma e o brilho dos grãos são características indicadoras do principal
agente de erosão e de transporte.

Areia de ambiente marinho


 Dimensão dos grãos – variada, dependendo da energia das ondas
e da distância da fonte dos sedimentos.
 Calibragem – normalmente bem a muito bem calibrada.
 Rolamento – grãos sub-rolados a rolados, polimento acentuado
conferido pela ação continuada da água na superfície dos grãos;
 Brilho/estado da superfície dos grãos ‐ grãos brilhantes e limpos
(lavados).
 Composição – sobretudo quartzo e outros minerais estáveis.
Contudo, se a fonte for próxima, podemos encontrar outros
minerais. Muitas vezes estão presentes fragmentos de bioclastos de
natureza muito variada (ex.: bivalves, gastrópodes,
equinodermes…).
Areia de ambiente fluvial
 Dimensão dos grãos – variada, dependendo fortemente da energia
do fluxo.
 Calibragem – normalmente mal calibrada a moderadamente
calibrada.
 Rolamento – grãos angulosos a rolados, dependendo da distância ao
local de origem do grão – quanto mais prolongado o transporte, mais
rolados são os clastos.
 Brilho/estado da superfície dos grãos ‐ normalmente pouco
brilhantes, mas com superfícies “sujas” por argilas ou óxidos de ferro.
 Composição – próximo da fonte pode-se encontrar grande
diversidade de partículas minerais. Contudo, os materiais de menor
estabilidade alteram-se rapidamente durante o transporte. À medida
que se dá o afastamento da fonte, ocorre o aumento relativo de
minerais mais estáveis, como o quartzo.
Areia de ambiente eólico
 Dimensão dos grãos – fina a média, dependendo da intensidade
do vento. Normalmente, nas dunas litorais são mais grosseiras do
que nas dunas do deserto, pois as areias da praia que constituem
a fonte do depósito eólico podem ser mais grosseiras.
 Calibragem – muito bem calibradas.
 Rolamento – grãos rolados.
 Brilho/estado da superfície dos grãos – grãos normalmente
pouco brilhantes a baços mas geralmente com superfícies limpas.
 Composição – podem-se encontrar vários componentes,
dependendo dos materiais presentes na área da fonte.
As cores das areias dão indicações da sua composição.

Cores Composição
Cores transparentes: incolor a cinzento (eventualmente Geralmente quatzo
tons amarelados ou alaranjados)
Cores esbranquiçadas, amareladas, rosada, castanho Geralmente feldspato, ou fragmentos de conchas de
avermelhado animais
Preto, castanho‐escuro
Basalto, magnetite (e outros óxidos de ferro), piroxenas

Cor branca ou castanha-clara em grãos com forma de Moscovite, biotite (micas)


escama e geralmente muito pequenos
Olivinas, anfíbolas, epídoto, espinhos de ouriço (grãos
Verde
alongados e estriados)
Cor‐de‐rosa pálido a vermelho-escuro Granada

Cores leitosas esbranquiçadas, rosadas ou alaranjadas Fragmentos de conchas


Diagrama de Hjulström

Conforme a velocidade da
corrente e do tamanho
dos grãos, pode ocorrer
erosão, transporte ou
deposição.
No caso de uma bacia
hidrográfica, os sedimentos
que atingem os oceanos
são predominantemente os
de granulometria média e
fina. As argilas, por
exemplo, podem ser
carregadas em suspensão
a grandes distâncias
oceano adentro,
depositando-se a grandes
profundidades (sobretudo
na plataforma e no talude;
menos frequentemente na
planície abissal).
A competência de um rio diz respeito à sua capacidade para
transportar carga sólida. A competência é avaliada em termos da
partícula sólida de diâmetro máximo que pode ser posta em
movimento no leito de um rio.

No diagrama da figura (diagrama de Hjulström) estão


representadas curvas experimentais que tentam explicar
a influência da velocidade da corrente e da dimensão dos
materiais nos fenómenos de erosão, de transporte e de
sedimentação.
Diagénese / litificação - Conjunto de processos físico-químicos
que intervêm após a sedimentação e pelos quais os
sedimentos se transformam em rochas sedimentares
coerentes e consolidadas.
Compactação
Compactação Cimentação
Cimentação

50 a 60% de água

10 a 20% de água
Compactação – Compressão de
sedimentos pelas camadas superiores que
sobre eles se foram depositando, com
consequente expulsão de água e
diminuição do seu volume.

Cimentação – Preenchimento dos espaços


entre os sedimentos por novos minerais
que resultam da precipitação de
substâncias químicas dissolvidas na água
(sílica, carbonato de cálcio, óxidos de ferro,
etc.).
Estes materiais formam um cimento que
liga as partículas, formando uma rocha
consolidada.

Você também pode gostar