Enfª MSc.
Rosimary Reis
A importância do Pré-natal
O pré-natal foi instituído no início do século XX
por uma preocupação da sociedade com a saúde
da mulher gestante e do seu recém-nascido,
tendo como propósito diminuir as então elevadas
taxas de mortalidade materna e infantil.
Consulta pré-natal
Para um acompanhamento de qualidade no pré-
natal é necessário que a equipe de saúde realize
correta e uniforme os procedimentos técnicos
durante o exame clínico obstétrico.
SIS Pré-Natal
O SisPreNatal - Sistema de Acompanhamento do
Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascime
nto (PHPN
), tem por objetivo o desenvolvimento de ações de
promoção, prevenção e assistência à saúde de
gestantes e recém-nascidos.
Visa a ampliação dos esforços no sentido de
reduzir as altas taxas de morbi-mortalidade
materna, perinatal e neonatal, melhorando o
acesso, da cobertura e qualidade
do acompanhamento pré-natal, da assistência
ao parto e puerpério e da assistência neo-natal
No SisPreNatal está definido o elenco
mínimo de procedimentos para uma
assistência pré-natal adequada. Permite o
acompanhamento das gestantes, desde o
início da gravidez até a consulta de puerpério.
- Quantitativo de Partos;
- Duração da Gestação;
- 1ª Consulta com freqüência até 5 meses;
- Seleção da 1ª Consulta em semanas, além da
seleção em meses;
- Seleção da Consulta de Puerpério em Semanas,
além da seleção em meses;
- Seleção do profissional que realizou o parto;
- Seleção do CBO que realizou o parto.
Série Numérica
• Os dois primeiros
algarismos correspondem ao
código do estado no IBGE
(ex: 25 – Paraíba, 31 – Minas
2 5 0 1 0 0 0 1 1 1
Gerais);
• os dois algarismos
seguintes correspondem aos
dois últimos algarismos do
ano em curso (ex: 01 para
2001, 02 para 2002).
• Os seis algarismos
seguintes obedecem a uma
ordem crescente, começando
em 000.001, indo até no
máximo 999.999, em cada
estado
Número de Consultas Pré-natal
O PHPN estipula que devam ser realizadas, no
mínimo, seis consultas de acompanhamento, sendo
que estas devem ter um intervalo obrigatório de 15
dias.
O intervalo entre duas consultas não deve
ultrapassar 8 semanas.
As consultas devem ser intercaladas entre médico e
enfermeiro.
Atenção:
Gestante sem fatores de risco detectados,
estabelece-se que, no mínimo, duas consultas
sejam realizadas pelo médico:
- 1 consulta no início do pré-natal (não
necessariamente a 1ª consulta);
- 1 outra consulta entre 29ª e a 32ª semana de
gestação.
Gestação de risco:
Nas pacientes de alto risco, o intervalo das
consultas deve ser avaliado
individualmente e de acordo com a gravidade
de sua doença, sendo o acompanhamento,
algumas vezes feito com a paciente internada.
Márcia Serra
Alvorada I
1362843
Manaus
246892
Ana Braga
24.07.19 8:00 Enf. Rosimary Reis
24.03.10 8:00 Dr. Luana Costa
Roteiro para primeira consulta
pré-natal
História Clínica: Dados sócio-econômicos
e culturais:
• Identificação: - grau de instrução;
– idade; - renda familiar;
– cor; - número de dependentes;
– naturalidade; - condições de moradia
(tipo, n° de cômodos);
– procedência;
alugada/própria.
– endereço atual; - condições de
– situação conjugal; saneamento (água,
– profissão/ocupação; esgoto, coleta de lixo);
– prática religiosa.
Antecedentes
Motivos da consulta: familiares, especial
atenção para:
Assinalar se é uma
consulta de rotina ou se - hipertensão;
há algum outro motivo - diabetes;
para o comparecimento; - doenças congênitas;
nesse caso, descrever as - gemelaridade;
queixas. - câncer de mama;
- hanseníase;
– tuberculose e outros
contatos domiciliares
(anotar a doença e o
grau de parentesco.
Antecedentes pessoais - Antecedentes
especial atenção para: ginecológicos:
- hipertensão arterial; - ciclos menstruais
- cardiopatias; - uso de métodos
- diabetes; anticoncepcionais
- doenças renais crônicas; (quais, por quanto
- anemia; tempo e motivo do
- transfusões de sangue; abandono);
- doenças - DST
neuropsiquiátricas; - cirurgias
- viroses (rubéola e ginecológicas
herpes); - última coleta de
- cirurgia (tipo e data); PCCU
- alergias;
- hanseníase;
- tuberculose.
Sexualidade: Gestação atual:
- nomes dos
- início da atividade medicamentos usados na
sexual (idade e situação gestação;
frente a primeira - a gestação foi ou não
relação); desejada;
- desejo sexual (libido); - hábitos: fumo (número
- orgasmo (prazer); de cigarros/dia), álcool e
- dispareunia (dor ou use de drogas;
desconforto durante o - ocupação habitual
ato sexual); (esforço físico intenso,
- sexualidade na exposição a agentes
gestação atual; - químicos e físicos
- número de parceiros. potencialmente nocivos,
estresse).
Cálculo da Idade Gestacional (IG) e
Data Provável do Parto (DPP)
• Objetivo: estimar o tempo de gravidez/
a idade do feto.
• Os métodos para essa estimativa dependem da
data da última menstruação (DUM), que
corresponde ao primeiro dia da ultima
menstruação.
• Pode ser feito o cálculo com uso de calendários
ou com uso do gestograma.
Gestograma
• Quando a data da última
menstruação é desconhecida, mas
se conhece o período do mês em
que ela ocorreu:
Se o período foi no início, meio
ou fim do mês, considerar como
data da ultima menstruação os
dias: 5, 15 e 25.
Quando a data e o período da última
menstruacão são desconhecidos:
- Medida do fundo do útero
- Toque vaginal
- Na oitava semana o útero corresponde ao dobro do
tamanho normal.
- Na vigésima semana, o fundo do útero encontra-se na
altura da cicatriz umbilical
- A partir da vigésima semana, existe relação direta
entre as semanas e a medida da altura uterina. Porém,
esse parâmetro torna-se menos fiel a partir da 30
semana da idade gestacional.
Regra de Näegele
DUM - data da ultima menstruação
De janeiro a março (+9)
De abril a dezembro (-3)
Cartão da Gestante
3 1 1 0
2 0 1
15 04 11 64 X
22 01 12 1,65
24 07 11 24 09 11
24.07.19 14,2 66 13 cm --
24.03.19 18,5 69,5 16 cm 132
24. 08.19 – Gestante relata vários vários episódios de êmese. Orientada em
relação a hábitos alimentares.
Avaliacão do Estado Nutricional e do
Ganho de Peso Gestacional
Objetivo: avaliar e acompanhar o estado
nutricional da gestante e o ganho de peso durante
a gestação para:
- identificar, a partir do diagnóstico oportuno, as
gestantes em risco nutricional (baixo peso,
sobrepeso ou obesidade.
Avaliacão do estado nutricional e do
ganho de peso gestacional
- detectar as gestantes com ganho de peso baixo
ou excessivo para a idade gestacional.
- realizar orientação adequada para cada caso,
visando à promoção do estado nutricional
materno, condições para o parto e peso do
recém-nascido.
Cálculo do IMC – Índice de Massa
Corporal
Peso
Índice de massa corporal (IMC) = __________
Altura2 (m)
Realizar o diagnóstico nutricional
utilizando o quadro de avaliação do estado
nutricional da gestante
Quadro de
avaliação do
estado
nutricional da
gestante acima
• Ver o quadro de 19 anos,
segundo o IMC
por semana
gestacional
Classifique o estado nutricional da
gestante, segundo o IMC por semana
gestacional, da seguinte forma:
Baixo Peso: quando o valor do IMC for
igual ou menos que os valores apresentados na
coluna correspondente a baixo peso;
Adequado: quando o IMC observado está
compreendido na faixa de valores apresentada na
coluna correspondente e adequado;
Sobrepeso: quando o IMC observado está
compreendido na faixa de valores apresentada na
coluna correspondente a sobrepeso;
Obesidade: quando o valor do IMC for igual ou
maior que os valores apresentados na coluna
correspondente a obesidade.
Controle da Pressão Arterial (PA)
Objetivo: detectar precocemente estados
hipertensivos.
Conceitua-se hipertensão arterial na gestação:
- Observação de níveis tensionais iguais ou
superiores que 140mmHg de pressão sistólica, e
iguais ou menores que 90mmHG de pressão
sistólica.
Palpação obstétrica e medida da altura
uterina
Objetivo: Identificar o crescimento fetal;
- Diagnosticar os desvios da normalidade a partir
da relação a altura uterina e a idade gestacional;
- Identificar a situação e a apresentação fetal;
- Esse procedimento reduz
o risco de erro da medida
da altura uterina,
identificar os pólos
cefálicos e pélvico e o dorso
fetal.
Manobras de Leopold
1. Manobra, localiza o fundo do 2. Identifica a situação
útero fetal
3. Identifica a apresentação 4. Determina a altura do
fetal (cefálico) polo (cefálico)
Medida da Altura Uterina
Objetivo: Estimar o crescimento fetal,
correlacionando-se a medida da altura uterina
com o número de gestacão.
Padrão de referência: curvas de altura uterina
para idade gestacional desenhadas a partir dos
dados do Centro-Americano de perinatologia
(CLAP).
Ponto de corte: serão considerados
parâmetros de normalidade para o crescimento
uterino o percentil 10, para o limite inferior, e o
percentil 90, para o limite superior.
Técnica da Medida da Altura
Uterina
- Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o
abdômen descoberto;
- Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o
fundo uterino;
- Por meio da palpação, procurar
corrigir a comum dextroversao
uterina;
Fixar a extremidade inicial (0cm) da fita métrica,
flexível e não extensível, na borda superior da
sínfise púbica, passando-a entre os dedos
indicador e médio. Proceder a leitura quando a
borda cubital da mão atingir o fundo uterino;
Anotar a medida, em centímetros, na ficha e no
cartão, marcar o ponto na curva uterina.
• No gráfico da
curva uterina,
quando a
medida estiver abaixo
da curva P10, o bebê
está crescendo
abaixo do esperado.
• O crescimento pode
ficar acima da curva
P90 quando a
gestante espera
gêmeos, tem diabetes,
entre outras causas.
causas
Ausculta dos Batimentos Cardíacos
Fetais (BCF)
Objetivo: constatar a cada consulta
a presença, o ritmo, a freqüência e
a normalidade dos batimentos
cardíacos fetais (BCF).
É considerada normal a freqüência cardíaca fetal
entre 120 e 160 batimentos por minutos
Posicionar a gestante em decúbito dorsal com
o abdômen descoberto;
Identificar o dorso fetal, além de realizar a
palpação, deve-se perguntar à gestante em
qual lado ela sente mais movimentos fetais, o
dorso estará no lado oposto.
Utiliza-se o Pinard ou sonar.
USG
Pinard
Verifição da Presença de Edema
Objetivo: detectar precocemente a ocorrência de
edema patológico.
Detecção de edema
Nos membros inferiores:
-Posicionar a gestante em decúbito dorsal ou
sentada, sem meias;
-Pressionar a pele na altura do tornozelo (região
perimaleolar) e na perna, no nível do seu terço
médio, face anterior (região pré-tibial).
Sinais de cacifo
Na região sacra:
- Posicionar a gestante em decúbito lateral ou
sentada;
- Pressionar a pele, por alguns segundos na região
sacra, com o dedo polegar. O edema fica
evidenciado mediante presença de depressão
duradoura no local pressionado.
Preparo das Mamas para o
Aleitamento
Conhecer os aspectos relacionados à prática do
aleitamento materno é fator fundamental no
sentido de colaborar para que a mãe e a criança
possam vivenciar a amamentação de forma efetiva
e tranqüila.
Durante o pré-natal é importante conversar
sobre as vantagens da amamentação para a
mulher, criança, além de garantir orientações
sobre o manejo da amamentação.
Principais Vantagens da Amamentacão
Para a mulher:
- Fortalece o vínculo afetivo;
- Favorece a involução uterina e reduz o risco de
hemorragia;
- Contribui para o retorno ao peso
normal
- Contribui para o aumento do
intervalo entre gestações.
Para a crianca:
- É um alimento completo, não necessitando de
nenhum acréscimo até os seis meses de idade;
- Facilita a eliminação de mecônio e diminui a
incidência de icterícia;
- Protege contra infecções
- Aumenta o vínculo afetivo
- Diminui as chances de
desenvolvimento de alergias.
Preparando as Mamas para o
Aleitamento
- Avaliar as mamas na consulta pré-natal;
- Orientar a gestante a usar sutiã durante a
gestação;
- Recomendar banhos de sol nas
mamas por 15 minutos, ate 10h
da manha;
- Esclarecer o uso de sabões ou pomadas no
mamilo deve ser evitado;
- Orientar que a expressão do mamilo (ou
ordenha) durante a gestação para a retirada do
colostro está contra indicada.
Um dos fatores que pode dificultar a
amamentação é o tipo de mamilo que a
mãe apresenta
Mamilo protuso: mamilo normal, elástico de
fácil pega e sucção, ideal para amamentar.
Mamilo semiprotuso: mamilo pouco menos
protuso, também elástico de fácil pega e sucção,
ideal para amamentar.
Mamilo invertido: Inversão total do
mamilo, ocasionando seu desaparecimento. É
de difícil pega e sucção, exigindo da mulher
muita paciência.
Mamilo plano: Situa-se no mesmo nível da
aréola, pouco elástico, dificultando a pega e
sucção. Neste caso a prega faz-se manualmente.
Tipos de Mamilos
Exames Complementares de Rotina
- Hemograma: hematócrito, hemoglobina,
leucócitos e plaquetas.
- Tipagem sangüínea e fator Rh. Se necessário
teste de Coombs indireto.
- Sorologias:
- Sífilis: VDRL se for (-),
repetir a cada trimestre.
-Anti-HIV
-Toxoplasmose
-Citomegalovírus
- Glicemia: em jejum
- EAS
PCCU: prevenção do câncer ginecológico do colo
uterino e infecções vaginais.
USG:
O ultrassom morfológico é feito em dois
momentos durante a gravidez: no primeiro
trimestre, entre a 12ª e a 14ª semana — mais
conhecido como exame da translucência nucal
— e no segundo trimestre, entre 20ª e a
24ª semana.
Imunização
Imunização em gestantes não vacinadas ou com
cartão vacinal desatualizado.
Interpretação dos Exames
Laboratoriais e condutas
• Escrever no cartão da gestante os resultados
de exames laboratoriais e fazer anotações na
ficha do acompanhamento pré-natal.
• Orientar a gestante a cada resultado de forma
clara.
29.08.19 O+
12g/dl - 34Ht
87mg/dL
SNR
5c
SNR
IgG +
(-)
(-)
Citomegalovírus IgG +
40 mg
5 mg
Prescrição de Enfermagem para
Sulfato Ferroso e Ácido Fólico
• Hemoglobina <11g/dl e >8g/dl: diagnóstico de
anemia leve a moderada. Prescrever sulfato
ferroso em dose e tratamento de anemia
ferropriva (120 a 240 mg de ferro elementar/dia)
• Hemoglobina >11g/dl: ausência de anemia.
Manter a suplementação de 40mg/dia de ferro
elementar/dia e 5g de ácido fólico.
• Sulfato Ferroso: um comprimido = 200mg, o
que corresponde a 40mg de ferro elementar.
Orientações à Gestante
• Explicar a importância e necessidade da
consulta pré-natal.
• Consulta puerperal – orientar a importância da
consulta no puerpério e fazer as anotações no
cartão de pré-natal. Deve ser realizada até 42
dias após o parto.
Orientações sobre o vestuário
da gestante
• As roupas devem ser amplas e confortáveis,
principalmente as internas, não exercendo
compressão em qualquer parte do tórax ou
abdômen;
• Cintas apertadas e ligas são proibidas;
• Poderá ser usado modelo especial de
cinta ou faixa, que sustenta o útero
sem comprimi-lo, pegando apenas do
umbigo para baixo.
Faixa de sustentação
Prática de Exercício
• Os exercícios moderados são benéficos,
pois estimulam o organismo,
favorecem o sistema nervoso, melhoram
as funções digestivas e aumentam
a resistência para o parto.
• A ginástica ou outras atividades, tudo,
entretanto, deve ser feito com moderação,
evitando-se os exercícios violentos, o esforço
excessivo, os ambientes confinados.
Orientações sobre a Dieta
Para uma boa digestão, alguns cuidados são
necessários, tais como:
• A gestante deve ter uma alimentação equilibrada, e
não “comer por dois”
• Consumir leite e derivados, como queijo
e iogurte; fontes de Cálcio -importante para um
bom desenvolvimento dos ossos do bebê.
• Carnes como frango, peixe e carne vermelha, sem
gordura; fontes de proteína para crescimento e
desenvolvimento do bebê.
Orientações sobre a Dieta
• Fontes de ferro, como: vísceras, carne vermelha
e vegetais verde-escuro;
• Alimentos fontes de vitamina C, como frutas
cítricas: laranja, limão, acerola, brócolis,
espinafre;
• Ingerir no mínimo 2 litros de água por dia;
• Não ficar mais de três horas sem se alimentar;
Orientações Quanto a Higiene
• Higiene Corporal:
• O ideal é o banho morno, de chuveiro;
• Os sulcos naturais (sob os seios, nas partes
genitais) entre os dedos dos pés) devem ser limpos
com um sabonete que não resseque a pele;
• Lavagens vaginais são proibidas.
Orientações Quanto a Higiene
• Higiene Bucal:
• Os dentes devem ser alvo de cuidados especiais.
Precisam ser limpos após as refeições, com escova
macia;
• A consulta ao dentista é obrigatória, para limpar
o tártaro acumulado, e reparar obturações que as
vezes caem durante a gravidez;
• Extrações dentárias podem e devem ser
feitas para evitar processos mais sérios.
Referência Bibliográfica
• Manual Técnico. Ministério da Saúde. Pré-Natal e Puerpério Atenção
qualificada e humanizada. Brasília-DF, 2006.
• SESSLER Peniie Branden. Enfermagem Materno-infantil. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso Editores, 2000.
• REZENDE, J; MONTENEGRO, C.A.B; Obstetrícia Fundamental. [Link] de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
• Sistematização da Assistência em Enfermagem em Obstetrícia: projeto de
informatização. Pernambuco: UFP, (ano). Núcleo de Telesaúde (NUTES), Grupo
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do Hospital das Clínicas. Departamento de Enfermagem. Departamento de
Medicina Clínica. Universidade Federal de Pernambuco (ano).Diagnósticos de
Enfermagem de
• NANDA. Definições e Classificações 2003/2004. Editora Artmed. Porto Alegre
2005.
• SISPRENATAL. Disponível em:
[Link] Acessado em
12.07.2011.