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Interferências na Urinálise Laboratorial

O documento descreve os procedimentos para análise de urina no laboratório, incluindo coleta da amostra, exames físico, químico e microscópico. O exame físico avalia cor, aspecto e odor da urina. O exame químico usa tiras reativas para testar parâmetros como pH, proteína e glicose. O exame microscópico quantifica e identifica células e cristais no sedimento urinário.

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Interferências na Urinálise Laboratorial

O documento descreve os procedimentos para análise de urina no laboratório, incluindo coleta da amostra, exames físico, químico e microscópico. O exame físico avalia cor, aspecto e odor da urina. O exame químico usa tiras reativas para testar parâmetros como pH, proteína e glicose. O exame microscópico quantifica e identifica células e cristais no sedimento urinário.

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Setor de Urinálise

Aluna: Pamela Costa


Setor de Urinálise
• Possui outras nomenclaturas: Urina rotina, E.A.S,
ou Urina tipo I.

• Definição:
É o setor laboratorial responsável pela análise físico-
química e microscópica de amostra urinária.
INTERFERÊNCIAS PRÉ-ANALÍTICAS DA URINÁLISE
A fase pré-analítica da urinálise pode ser dividida em 6 subfases:

1. Pedido médico;
2. Coleta da amostra de urina;
3. Transporte da amostra de urina para o laboratório;
4. Recebimento da amostra de urina no laboratório;
5. Transporte da amostra de urina para o setor analítico;
6. Processamento da amostra de urina.

• A fase pré-analítica é a mais vulnerável a erros, sendo


responsável por, aproximadamente, 60 a 90% dos
erros laboratoriais.
Coleta da amostra de urina
• É essencial uma correta higienização da área genital externa, de preferência com
sabão neutro para evitar contaminação microbiológica da urina.

• Se coleta da amostra de urina for feita por um paciente adulto que não necessita de
assistência, o mesmo deve receber instruções adequadas sobre o procedimento.

• As orientações fornecidas ao paciente devem abordar, os possíveis interferentes


biológicos do exame de urina ([Link].: dieta, uso de medicamentos);

• O segundo jato da primeira urina da manhã, ou seja, o jato médio, é o tipo de


amostra mais utilizada na rotina da urinálise.

• A urina deve ser transferida diretamente para um frasco coletor. Em seguida o


frasco deve ser corretamente identificado com o nome do paciente, data e horário
da coleta.

• Analisar no prazo de 1 a 2 horas após a coleta, se a amostra não puder se realizado


nesse prazo ela deve ser refrigerada.
Fase Analítica
• O exame de urina de rotina é constituído por três etapas:

 Análise física
 Análise química
 Análise microscópica ou Sedimentoscopia
Exame físico
 Cor

 Uma urina normal tem coloração amarelo citrino, amarelo claro ou


amarelo âmbar.

 A presença de sangue da cor de laranja a vermelha é sinal de varias


doenças nos rins doenças renais e do trato urinário.

 Medicamentos podem conferir coloração verde, amarelo- esverdeado,


azul ou laranja escuro.
Aspecto
 A urina normal possui um aspecto claro, transparente.

 Terminologia: límpida, turvo, ligeiramente turvo,


leitoso.
Odor
• Normal: característico (sui generis) devido amônia pela
degradação da ureia.
 
Anormal:
 Fétido - infecção bacterianas.
 Frutado, doce - corpos cetonicos.
Exame Químico
• Tiras Reagentes: meio simples e rápido de realizar várias análises
bioquímicas simultâneas.

Procedimento:

1. A técnica é a imersão completa e tira reagente em uma amostra bem


homogeneizada.
2. Eliminar o excesso de urina na borda do recipiente.
3. Esperar o período especifico de tempo para que as reações
aconteçam uns 30’s à 50’s.
4. Comparação das reações coloridas com a tabela fornecida pelo
fabricante.
Densidade: avalia a capacidade dos rins de concentração da urina.

(VR - 1,015 a 1,025)

(VR – 5,0 a 6,0 (pH ácido)

(VR – 5,5 a 7,5)

VR: Negativo

VR: Negativo
VR: Negativo

VR: Negativo

VR: Negativo

VR: Negativo

VR: ≤1,0 mg/dL


Precauções sobre as tiras reativas

1. Cuidados muito rigoroso com as tiras reativas.

2. Utilizar recipiente opaco e bem fechado.

3. Não usar após a data do vencimento.


4. Não cortar as tiras reativas.
Exame de Microscopia ou Sedimentoscopia
• Exame que quantificar e identifica as células.
 Hemácias
 Leucócitos
 Células epiteliais
 Cilindros
 Cristais
O exame de sedimento é da seguinte forma:

 Colocar 5 a 10 mL da amostra de urina em tubo cônico.


 Centrifugar por 5 min (1500 à 2000 rpm).
 Desprezar o sobrenadante, deixando apenas 1 mL no tubo e com uma pipeta
pasteur retirar o sedimento.
 Depositar uma ou duas gotas do sedimento em uma lâmina, em seguida, uma
lamínula sobre a gota para observação do sedimento a fresco não-corado.
 Para observação do sedimento urinário corado, deposita-se uma gota do
sedimento e depois uma gota do corante (Lugol) esperar homogeneizar e cobrir
com lamínula.
 A observação do sedimento é realizada ao microscópio, utilizando
primeiramente um menor aumento (100x) e depois a um maior aumento
(400x).
Exame de Microscopia
• VR: 2 a 4 hemácias por campo
• Eritrócitos presentes em grande quantidade causam:
 Glomerulonefrite
 Infecção agudas
 Neoplasias
 Cálculos renais
Exame de Microscopia
• VR: 4 a 6 leucócitos por campo
• Leucócitos/Piócitos
 Infecção ou inflamação no sistema
urogenital.
 Infecções bacterianas: cistite,
pielonefrite, prostatite, glomerulonefrite
e uretrite.
Exame de Microscopia
• Células epiteliais
 VR: 4 a 6 células epiteliais por campo
 São encontradas em praticamente todas as amostras urinárias
e são eliminadas devido a descamação normal.

 Células Tubulares
Exame de Microscopia
• Cilindros
 São precipitados proteicos formados na luz
tubular. Dependendo do conteúdo da matriz
proteica, os cilindros são classificados em:

 Cilindros hialino  Cilindros leucocitário  Cilindros Epiteliais  Cilindros Eritrocitário


Exame de Microscopia
• Cristais
 São formados pela precipitação
de solutos na urina.
 Encontrados com frequência na
urina, raramente tem significado
clinico.
Cristais de urina ácida

 Uratos amorfos  Oxalato de cálcio

 Ácido Úrico
Cristais de urina alcalina

 Biurato de amônio

 Fosfato de cálcio

 fosfato triplo

 Carbonato de cálcio
 fosfatos amorfos
Cristais com significado clinico especifico

 Cistina responsável por cerca de


1% dos cálculos renais.

• Cristais associados com doenças


hepáticas

 bilirrubina  Colesterol  Tirosina


Teste de Benedict
 É Reativo Benedict é uma solução química utilizada para detectar a
presença de glicose e outros açúcares redutores.
 Usado para testar a urina de diabéticos.
 Colocar 2 ml do reativo de Benedict em um tubo de ensaio, adicionar 1
ml da urina em teste, colocar em banho-maria fervente por
aproximadamente 5 ou 10 minutos.
 Observar se houve alguma mudança de coloração na solução teste.

O teste de reagente de Benedict pode ser usado para testar a presença de glicose


na urina, mas este teste não é recomendado ou usado para o diagnóstico de
diabetes mellitus.

Cor azul – ausência de Cor vermelho tijolo –


glicose (negativo). presença de glicose
(positivo)
Acabou galera...

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