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Técnicas e Adaptação na Natação

O documento descreve a adaptação ao meio aquático para a prática da natação. Detalha como a respiração, equilíbrio e propulsão diferem no meio aquático versus terrestre e fornece indicadores para avaliar a adaptação. Também descreve as técnicas e exigências do estilo crawl, incluindo membros, respiração, viragens e regras.

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Técnicas e Adaptação na Natação

O documento descreve a adaptação ao meio aquático para a prática da natação. Detalha como a respiração, equilíbrio e propulsão diferem no meio aquático versus terrestre e fornece indicadores para avaliar a adaptação. Também descreve as técnicas e exigências do estilo crawl, incluindo membros, respiração, viragens e regras.

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NATAÇÃO

Caracterização

A natação pura é uma modalidade individual que, em conjunto com


o polo aquático, a natação sincronizada e os saltos para a água,
formam o grupo de disciplinas pertencentes à Natação. A sua prática
consiste no deslocamento através do meio aquático, utilizando
técnicas específicas de nado denominadas crol, costas, bruços
e mariposa.
Adaptação ao meio aquático

Meio aquático vs meio terrestre

Respiração Equilíbrio Propulsão / Deslocamento


Meio • Respiração reflexa • Atuação da força Os MI são os principais
Terrestre (instintivamente). da gravidade. responsáveis pelo movimento
• Respirar • Apoio plantar em superfície e os membros superiores têm uma
principalmente pelo sólida (o chão). função predominantemente
nariz. • O equilíbrio é vertical de equilíbrio.
e estável.
• Cabeça na vertical e olhar
na horizontal.
Meio • Respiração mais • Ativação da força Os MS são os principais
Aquático consciente (tem de gravidade e da força responsáveis pelo movimento
que se pensar de impulsão. e os membros inferiores têm uma
na respiração). • Não existe apoio plantar. função predominantemente
• Respirar • O equilíbrio é horizontal de equilíbrio, à exceção da técnica
essencialmente e instável. de nado de bruços, onde
pela boca. • Cabeça na horizontal os membros inferiores têm uma
e olhar na vertical. função predominantemente
propulsora.
Adaptação ao meio aquático

Indicadores de adaptação ao meio aquático

• Equilibrar-se na posição vertical, com apoio.


• Ter a face adaptada à água: aceitar o contacto da água na face e imergir;
abrir os olhos com a face imersa e expirar ativamente.
• Imergir em profundidade.
• Saltar de pé.
• Equilibrar-se na posição vertical, sem apoio (apenas em águas profundas).
• Adotar a posição de medusa.
• Equilibrar-se na posição vertical, ventral e dorsal.
• Rodar no eixo longitudinal (rodar realizando «parafusos»).
• Rodar no eixo transverso, para a frente e para trás (rodar realizando «cambalhota»).
• Realizar ação alternada dos membros inferiores em posição ventral e dorsal.
• Deslocar-se usando os membros superiores e inferiores.
• Saltar de cabeça.
Adaptação ao meio aquático

Respiração e adaptação da face

Dominar a respiração é um aspeto fundamental, pois todas as técnicas


de nado pressupõem ter a cabeça dentro de água (facilita o deslocamento
do nadador e torna-o mais rápido).
A respiração, feita quase sempre pela boca, implica que a inspiração
ocorra quando a face vem à superfície. Este gesto deve ser rápido,
de forma a evitar grandes mudanças na posição do corpo e possíveis
desequilíbrios. Por sua vez, a expiração é feita dentro de água, sendo muito
ativa («fazer bolhinhas»), e deve ser mais prolongada.
O abrir os olhos debaixo de água é também um aspeto muito importante,
pois não só reflete uma boa adaptação à água, como permite a orientação
no meio aquático.
Adaptação ao meio aquático

Respiração e adaptação da face

Em situação de exercício ou de jogo:


Em piscina com pé:
• Utilizando objetos variados, flutuantes e submersos, coordenar
inspiração/expiração em situações simples, com e sem apoios, fazendo
a inspiração curta pela boca e a expiração completa, ativa e prolongada
pela boca e pelo nariz.

• Coordenar e combinar inspiração/expiração em situações propulsivas


diversas de pernas e braços, tais como: percursos aquáticos à superfície
e em profundidade, várias situações de equilíbrio com mudanças
de direção e de posição.
Adaptação ao meio aquático

Equilíbrio

Dentro de água fica-se sujeito a forças que provocam desequilíbrios constantes.


Para que a deslocação na água seja eficaz é necessário conhecer essas forças,
de forma a conseguir obter benefícios.

Na natação, a posição mais vantajosa para o deslocamento é a posição horizontal.


No entanto, antes de conseguir realizar o deslocamento na posição horizontal,
é necessário conseguir realizar o deslocamento na posição vertical.

Indicadores de equilíbrio:
• Passar com facilidade da posição vertical para a horizontal ou vice-versa.
• Conseguir manter-se à superfície da água sem ir ao fundo (tanto na posição
vertical como na horizontal).
Adaptação ao meio aquático

Equilíbrio (cont.)

Em situação de exercício ou de jogo:


Em piscina com e sem pé:
• Flutuar em equilíbrio, em diferentes posições,
partindo de apoio de pés e mãos para a flutuação
vertical e horizontal (ventral e dorsal)
• Combinar as posições de flutuação
em sequências: passar da posição vertical para
a horizontal, na horizontal passar da posição ventral Posição ventral
para a dorsal.
• Associar a imersão às diferentes posições
de flutuação, abrindo os olhos para se deslocar
e realizar tarefas simples, tais como: apanhar
objetos, seguir colegas, etc.

Realizar a tarefa a vários níveis de profundidade.


Posição dorsal
Adaptação ao meio aquático

Deslocamento (propulsão)
O deslocamento autónomo na água faz-se utilizando movimentos dos membros
inferiores e superiores, nunca esquecendo a respiração. Um bom deslocamento está
dependente da posição do corpo, a qual deve ser o mais hidrodinâmica possível,
«como uma gota de água».

Posição hidrodinâmica – como uma gota de água:


De forma a maximizar o deslocamento dos nadadores na água, vários cientistas
estudaram a forma de corpo que mais rapidamente se desloca neste meio, ou seja,
a forma de corpo que menos resistência sofre enquanto se desloca no meio aquático.
Chegaram à conclusão de que os golfinhos são dos animais mais velozes na água,
em parte devido à sua forma, que muito se assemelha a uma gota de água. A gota
de água foi considerada a forma mais eficaz de deslocamento na água e, por isso,
a forma mais hidrodinâmica.

Os nadadores também tentam imitar essa forma, adotando a chamada posição


hidrodinâmica base durante os deslizes, após as partidas e viragens.
Adaptação ao meio aquático

Deslocamento (propulsão) (cont.)

Posição hidrodinâmica base

Caracteriza-se da seguinte forma:


• corpo na horizontal;

• membros inferiores e superiores unidos e em extensão completa,


no prolongamento do corpo (mãos sobrepostas em extensão);

• os ombros e a parte superior dos braços bloqueiam a cabeça, que se


encontra colocada entre os mesmos.
Adaptação ao meio aquático

Deslocamento (propulsão) (cont.)

Em situação de exercício ou de jogo:


Em piscina com pé:
Deslocar-se à superfície, coordenando ações propulsivas simples de pernas
e braços com a respiração, explorando a resistência da água e orientando-se
com intencionalidade para transportar, receber e passar objetos, seguir colegas,
etc.

Saltos:
• Saltar para a piscina, partido de posições e apoios variados (pés, pé e joelho,
frontal e lateral, etc.), mergulhando para apanhar um objeto no fundo
e voltando para a superfície de modo controlado.
• Saltar de cabeça a partir da posição de pé (com e sem ajuda), fazendo
o impulso para entrar na água o mais longe possível, em trajetória oblíqua,
mantendo o corpo em extensão.
Técnicas de nado

Crol – exigências técnicas


Membros inferiores:
• Realizar movimento alternado dos membros
inferiores, desde a coxa até ao pé.
• Manter o pé em extensão, movimentando-se
naturalmente na água.

Respiração:
• Respirar lateralmente através de uma rotação
da cabeça para o lado.
• Manter uma das faces sempre dentro de água,
com o olhar dirigido para o lado
• Virar a cabeça para o lado do braço que sai da
água.
• Virar a cabeça depois de a mão ter saído da água
e voltar à posição inicial antes que a mão entre
de novo na água.
Técnicas de nado

Crol – exigências técnicas (cont.)

Membros superiores:
• O membro superior entra na água o mais à frente
possível.
• Com a mão aberta e os dedos estendidos, o polegar e o
indicador são os primeiros a entrar na água.
• O dedo mínimo é o primeiro a sair, estando a mão
aberta, voltada para a coxa.
• A partir da coxa, a mão vai de trás para a frente
e de baixo para cima (palma da mão para dentro)
e de cima para baixo (palma da mão na diagonal).
O cotovelo está por cima da cabeça.
• Os movimentos dos membros superiores devem andar
sempre desencontrados (uma mão nunca apanha
a outra).
Técnicas de nado

Crol

Viragem:
• Realizar a aproximação à parede na posição
ventral.
• Virar, realizando um rolamento à frente,
seguido de meia pirueta, de forma a adotar
novamente a posição ventral, ou através de um
toque na parede, seguido da rotação do corpo
para continuar a nadar (viragem aberta).
• Adotar a posição hidrodinâmica e com os
membros inferiores empurrar contra a parede
com força, de forma a realizar um bom deslize.
Técnicas de nado

Crol – regras

Nas provas de estilo livre, o nadador pode


nadar em qualquer técnica e usando qualquer
estilo. A maioria dos nadadores opta pela
técnica de crol, por ser uma técnica de nado
muito eficaz.
A partida nas provas de estilo livre ou crol é
efetuada por meio de um salto do bloco após
as vozes de partida.
O nadador tem que tocar na parede, com
qualquer parte do corpo, quando completa
cada percurso, na viragem e na chegada.
Técnicas de nado

Costas – exigências técnicas

Membros inferiores:
• O movimento é em tudo idêntico à ação dos membros inferiores
do crol.
• Manter os joelhos sempre dentro da água.

Membros superiores:
• Entrar com o membro superior na água estendido
e no prolongamento do ombro, saindo estendido e junto à coxa.
• O dedo mínimo é o primeiro a entrar, a mão está aberta
e os dedos juntos e estendidos.
O dedo polegar é o primeiro a sair, com a mão voltada para
a coxa.
• Após a passagem junto à coxa, o membro superior realiza um
movimento de baixo para cima, rodando a palma da mão para fora.
• Os movimentos dos membros superiores devem ser
desencontrados (uma mão nunca apanha a outra).
Técnicas de nado

Costas

Viragem:
• Realizar a aproximação à parede na posição
ventral.

• Virar, realizando um rolamento à frente,


de forma a que o nadador saia em posição dorsal.

• Adotar a posição hidrodinâmica e com


os membros inferiores empurrar a parede com
força, de forma a realizar um bom deslize.
Técnicas de nado

Costas - regras

A partida nas provas de costas é efetuada dentro de água.


O nadador tem de estar de frente para o bloco de partida, com ambas as mãos na pega
do mesmo. Ao sinal de partida, os nadadores saem da parede em nado dorsal.
Durante a prova, alguma parte do corpo do nadador tem de estar fora de água, exceto nas
partidas e nas viragens, em que o corpo pode estar submerso até uma distância máxima
de 15 m da parede.
Na viragem, o nadador pode tocar na parede com qualquer parte do corpo, tendo que recuperar
a posição dorsal mal deixa de tocar na parede.
Ao terminar a prova, o nadador tem de tocar a parede na posição dorsal.
Técnicas de nado

Bruços – exigências técnicas

Membros inferiores:
• A ação dos membros inferiores é simultânea.
• Partir de uma posição onde os membros inferiores estão
unidos e estendidos, os joelhos fletem e os calcanhares
vão em direção às nádegas.
• Já com os calcanhares próximos da região glútea, virar
as pontas dos pés para fora.
• Os membros inferiores deslocam-se para fora e para
baixo («pernada para o fundo da piscina»).
• Os joelhos estendem-se por completo, e os membros
inferiores deslocam-se para dentro, até se unirem.
• «Flete, vira os pés para fora, estende e junta».
Técnicas de nado

Bruços – exigências técnicas (cont.)

Membros superiores:
• A ação dos membros superiores é simultânea.
• Movimentar para fora e para baixo os membros
superiores estendidos e unidos à frente.
• De seguida, fletir os cotovelos, que se mantêm
na mesma linha do ombro.
• Deslocar as mãos para baixo e ligeiramente para fora
e logo de seguida para dentro, para cima, para trás
e aproximar os cotovelos num movimento vigoroso.
• Deslocar as mãos para a frente até à extensão
dos membros superiores.
• Os membros superiores só abrem (afastam-se)
depois de os membros inferiores estarem unidos.
Técnicas de nado

Bruços – exigências técnicas (cont.)

Respiração:
• A respiração na técnica de bruços é frontal,
correspondendo a uma extensão do pescoço
e emersão da cabeça, para a inspiração.
A expiração é feita com a cabeça dentro de água.

• Quando os membros superiores acabam


de se deslocar para dentro, a cabeça emerge para
a respiração. Quando os membros superiores
se estendem, a cabeça imerge.

Coordenação:
• «Cabeça, pernada»;
• «Braçada, cabeça, pernada».
Técnicas de nado

Bruços – exigências técnicas (cont.)


Viragem:
• Realizar a aproximação à parede em posição ventral
e em deslize.

• Tocar com as mãos ao mesmo tempo na parede


e de seguida puxar os joelhos para o peito, para que
os pés fiquem a tocar na parede.

• Rodar o corpo, regressando à posição ventral.

• Recuperar um braço por dentro de água e o outro por


fora de água.

• Após a impulsão na parede, realizar a ação completa


do membro superior, a única em que as mãos
se deslocam até à coxa, coordenada com a ação
completa do membro inferior.
Técnicas de nado

Bruços (cont.)

REGRAS:
A partida nas provas de bruços é efetuada por meio de um salto, às vozes de partida.

• Logo após a partida e as viragens, o corpo do nadador tem de estar na posição ventral.
• Os movimentos dos membros superiores e inferiores têm de ser realizados em simultâneo
e no mesmo plano horizontal.
• As mãos têm de ser levadas à frente juntas, à superfície ou fora de água. Os cotovelos têm de estar
debaixo de água.
• Na braçada, as mãos não podem ultrapassar a linha das ancas, exceto na primeira braçada após
cada viragem.
• Após a viragem, o nadador pode dar uma braçada longa, em que as mãos ultrapassam a linha
das ancas e o corpo está todo submerso. A cabeça tem que vir à superfície na primeira braçada após
a partida ou a viragem.
• Os pés têm de estar em rotação externa durante a extensão dos membros inferiores.
• A cabeça tem que vir à superfície em todas as braçadas.
• No final da prova, o toque na parede tem que ser feito com ambas as mãos, em simultâneo.
Técnicas de nado

Mariposa– exigências técnicas

Movimento ondulatório do corpo:


É a base desta técnica de nado. Consiste num
deslocamento para a frente, com o corpo ondulando
(imitando um golfinho).

Membros inferiores:
O movimento dos membros inferiores é simultâneo
e muito vigoroso, sendo muito semelhante ao
movimento de pernas em crol.
Técnicas de nado

Mariposa– exigências técnicas (cont.)


Membros superiores:
• O movimento dos membros superiores é simultâneo.
• Os MS realizam um movimento subaquático semelhante ao da braçada em crol.
• Deslocar as mãos rapidamente para fora e para baixo.
• Depois de alcançarem o ponto mais profundo, deslocar as mãos para dentro e para cima, sendo este movimento
realizado sobretudo devido à flexão dos cotovelos. As palmas das mãos estão orientadas para dentro e acabam
o movimento muito próximas entre si.
• Posteriormente, deslocar as mãos para trás, para cima e para fora, ocorrendo a extensão dos cotovelos. Continuar
o deslocamento dos braços para cima, emergindo o cotovelo seguido pelo antebraço e mão.
• Na altura em que a mão sai, o deslocamento do MS passa a ser de trás para a frente e de dentro para fora, paralelo
à linha de água. Após alcançarem a cabeça, os membros superiores realizam um movimento de cima para baixo
e de fora para dentro.
• Normalmente, na técnica de mariposa, realizam-se duas ações dos MI por cada ação dos MS (na 2.ª ação
dos membros inferiores os membros superiores saem e na 1.ª os membros superiores entram).
Técnicas de nado

Mariposa– exigências técnicas (cont.)


Respiração:
• A inspiração é realizada durante a fase de emersão
da cabeça, que usualmente está voltada para a frente,
embora existam nadadores que realizam uma respiração
lateral.
• Deve realizar-se uma respiração por cada duas braçadas.
• Depois de emersa, a cabeça mantém-se fora de água até
as mãos passarem o nível da cabeça, para depois fletir
e imergir antes que as mãos entrem na água.

Viragem:
• A aproximação à parede é feita na posição ventral.
• Tocar na parede com as mãos ao mesmo tempo.
Técnicas de nado

Mariposa– exigências técnicas (cont.)

REGRAS:
• A partida nas provas de mariposa é efetuada por meio de um salto desde o bloco
de partida, às vozes de partida.
• O corpo tem de estar sempre na posição ventral.
• Os membros superiores têm de ser trazidos em simultâneo para a frente e para trás.
• Todos os movimentos dos membros inferiores têm de ser executados simultaneamente.
• Em cada viragem, o nadador tem de tocar na parede com ambas as mãos e ao mesmo
tempo.
• No final da prova, o toque na parede tem de ser feito com as duas mãos, ao mesmo
tempo.
Síntese de unidade

Objetivo

Dominar os princípios básicos de adaptação


ao meio aquático e realizar com correção
as diferente técnicas de nado.

A natação pura é uma modalidade individual que,


em conjunto com o polo aquático, a natação
sincronizada e saltos para a água, forma o grupo
de disciplinas pertencentes à natação. A sua prática
consiste no deslocamento através do meio aquático,
utilizando uma das quatro técnicas específicas
de nado – estilo livre ou crol, costas, bruços
e mariposa – associadas a técnicas, também
específicas, de partida e de viragem.
Síntese de unidade

• Pensa-se que a natação já era praticada no século IV a. C., nas civilizações mais
primitivas, como uma forma de deslocação e obtenção de alimentos.

• Devido às diferenças entre o meio terrestre e o meio aquático, antes


de se aprenderem as técnicas de nado oficiais, é necessária uma adaptação
ao meio aquático, nomeadamente a nível da respiração, do equilíbrio
e do deslocamento (propulsão). Enquanto em terra a principal força a que se está
sujeito é a gravidade, na água existem outras forças para além da gravidade,
nomeadamente a impulsão.

• No deslocamento na água há maior viscosidade e uma maior resistência causada


pela pressão hidrostática.
Síntese de unidade

Na natação é importante…

FAZER…
• Deslocar-se na água de forma
segura, coordenando a respiração SER…
SABER…
com as ações propulsivas dos
membros superiores e inferiores, Persistente e
Os regulamentos. empenhado.
específicas de cada uma das
técnicas abordadas.

• Executar as técnicas de partida e


as viragens específicas de cada
técnica de nado.

NATAÇÃO
Caracterização
A natação pura é uma modalidade individual que, em conjunto com 
o polo aquático, a natação sincronizada e os
Adaptação ao meio aquático
Meio aquático vs meio terrestre
Respiração
Equilíbrio
Propulsão / Deslocamento
Meio 
Terrestre
• R
Indicadores de adaptação ao meio aquático
• Equilibrar-se na posição vertical, com apoio.
• Ter a face adaptada à água: aceit
Respiração e adaptação da face
Dominar a respiração é um aspeto fundamental, pois todas as técnicas 
de nado pressupõem ter a
Em situação de exercício ou de jogo:
Em piscina com pé:
• Utilizando objetos variados, flutuantes e submersos, coordenar 
ins
Equilíbrio
Dentro de água fica-se sujeito a forças que provocam desequilíbrios constantes. 
Para que a deslocação na água sej
Equilíbrio (cont.)
Em situação de exercício ou de jogo:
Em piscina com e sem pé:
• Flutuar em equilíbrio, em diferentes posiç
Deslocamento (propulsão)
O deslocamento autónomo na água faz-se utilizando movimentos dos membros 
inferiores e superiores, n
Posição hidrodinâmica base
Caracteriza-se da seguinte forma:
• corpo na horizontal;
• membros inferiores e superiores unidos

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