Boas Práticas em Segurança Alimentar
Boas Práticas em Segurança Alimentar
E
EXPECTATIVAS
Segurança Alimentar (“Food Security”)
Acesso da população ao alimento
Qualidade nutricional da alimentação
Inocuidade do alimento (“food safety”)
- Segurança do Alimento
Consumidor
insatisfeito
e mal
humorado...
Custos Ocultos Relacionados à Insatisfação do Consumidor
• Levantamentos estatísticos comprovam que para cada
cliente que reclama, 26 outros permanecem em silêncio;
"Satisfação do cliente“
( Deming, 1975)
DIMENSÃO DA QUALIDADE
Satisfazer ou
SOBREVIVÊNCIA
exceder as
expectativas
COMPETITIVIDADE
dos clientes
PRODUTIVIDADE
PRAZO
SEGURANÇA PROJETOFABRICAÇÃO ASSISTÊNCIA
CUSTO
QUALIDADE É UMA QUESTÃO DE VISÃO!
A dança da economia global atualmente, não é uma
valsa de Strauss. É o “break”. É o “rap”. A empresa
eficaz, hoje, é mais parecida com o carnaval do Rio
do que com uma pirâmide às margens do Nilo.
Use a fantasia e pense como no carnaval e esqueça
todas as formas de pensamento estático.
A imaginação o ajudará a se colocar no ponto
certo, na estrutura certa e na estratégia correta
para estes dias tão confusos.”
(Tom Peters)
DEFINIÇÃO DE QUALIDADE
PARADIGMAS
O sucesso do passado não
garante NADA no futuro se as
regras mudarem!
Mudanças Dos Requisitos Para a Competição No Mercado
Para entrar Produto Certo Produto certo; Produto certo; Produto certo;
no mercado Preços adequados; Preços Preços
adequados; adequados;
Qualidade do Qualidade do
Produto produto;
Satisfação do
cliente;
Para Preços Qualidade do Satisfação do Adaptação às
participar do Adequados Produto Cliente Mudanças
mercado
Para ganhar Qualidade do Satisfação do Adaptação às Atender às
mercado Produto Cliente Mudanças necessidades de
todas as partes
interessadas
Início da Busca da Qualidade
CUSTO DAS
TAREFAS CRIADORAS
DE VALOR
MUDANÇA DE ATITUDE
• TRABALHO EM EQUIPE
• MOTIVAÇÃO
• LIDERANCA PARA A QUALIDADE
• COMPROMETIMENTO
QUALIDADE
É o que o cliente quer!
É atender 100% dos requisitos do cliente, já
aceitos por nós.
QUALIDADE É A SATISFAÇÃO
DAS PESSOAS.
PARA A EMPRESA,
QUALIDADE É A
SATISFAÇÃO DOS
CLIENTES.
GANDHI
Qualidade
COMPROMISSO DE
TODOS
DEFINIÇÕES
Política da qualidade
“Intenções e diretrizes globais de uma organizaão relativas à qualidade, formalmente
expressa pela sua administração”
Sistema da qualidade
“Estrutura organizacional, responsabilidades, documentos, processos e recursos para
implantação da gestão da qualidade”
Gestão da qualidade
“Parte da função gerencial global que determina e implementa a política da qualidade”
Garantia da qualidade
“Todas as operações planejadas e sistemáticas necessárias para prover confiança
adequada de que um produto ou serviço atenda os requisitos definidos da qualidade”
Controle da qualidade
“Técnicas operacionais e atividades utilizadas para atender os requisitos da qualidade”
ESTRUTURA DO SISTEMA DA
QUALIDADE PARA ALIMENTOS
Excelência
comprovada PNQ
Elementos de
Excelência Qualidade Total
Responsabilidade
Social SA 8000
Segurança e Saúde
Ocupacional OHSAS 18000
Gestão Ambiental ISO 14000
Gestão da Qualidade ISO 9000
Segurança dos
GMP, POPs e HACCP
Alimentos
5 Sensos 5S
Diretrizes para seleção e uso das normas
ISO 9000
Situações Contratuais
ISO 9001
ISO 9002
ISO 9003
Gestão de Qualidade
ISO 9004
NORMAS ISO
O que são e o que recomendam as cinco normas?- ISO SÉRIE 9000
Sistemas da Qualidade
Modelo para garantia da qualidade em:
http://www.castrolanda.com.br/qualidade_politica.htm
MISSÃO DA COTRIJUI - São Luiz Gonzaga
Desenvolver, Industrializar e Comercializar produtos
derivados de Carne Suína, através de criteriosa Seleção
de matéria prima com garantia de padrão de qualidade
visando a satisfação do cliente e respeitando o meio
ambiente"
POLÍTICA DA QUALIDADE
- Cliente: Ser um parceiro confiável e flexível com garantia de qualidade.
- Associado: Contribuir para gerar lucro crescente à cadeia produtiva
através do cumprimento de metas, com responsabilidade e ética.
- Equipe: Trabalhar em um ambiente seguro, com reconhecimento,
desenvolvimento e remuneração compatível.
- Comunidade: Ser um agente de geração de empregos e renda para
nossa região, divulgando-a através de nossos produto e preservando o
meio ambiente.
http://www.tchecotrijui.com.br/missao2.htm
Missão
Estar sempre na vanguarda, colocando à disposição do consumidor
alimentos que se ajustem às mudanças de estilo da sociedade, com
elevada qualidade e preços justos, constituindo-se na melhor escolha de
atendimento para seus clientes, de atividade para seus colaboradores e de
investimento para seus acionistas, integrando-se harmoniosamente nas
comunidades em que atua e respeitando o meio ambiente.
http://www.perdigao.com.br/site/?acao=respsocial&subacao=content&nodeattribute=cidadania
Princípios
Satisfação total dos clientes
Compreende identificar quem são os nossos clientes, o que eles precisam e procurar atender suas
necessidades.
Gerência participativa
Buscar a participação dos funcionários em todas as etapas do seu trabalho, estimular a criatividade e
aceitar opiniões que irão ajudar nas decisões.
Desenvolvimento humano
Visar a capacitação e o treinamento como estímulo para o crescimento, a realização das pessoas e o
reconhecimento humano.
Constância de propósitos
Ter persistência nos trabalhos desenvolvidos, com objetivos bem definidos, divulgados e aceitos por
todos.
Melhoria contínua
Estabelecer a permanente vontade de mudar para melhor, em tudo o que se faz.
Gerência de processo
Avaliar, com base nas necessidades do processo, os procedimentos que devem ser usados para atingir
as melhorias.
Delegação de poder
Preparar os funcionários para permitir sua participação nas decisões, assumindo junto as
responsabilidades.
Gerência de informação e comunicação
Passar a informação certa, para a pessoa certa, no momento certo.
Garantia de qualidade
Executar o processo corretamente, da primeira vez e em todas as vezes que tiver de ser repetido.
Busca da perfeição
Definir com nosso cliente o que é certo, para que possamos fazer nosso trabalho de forma correta e
exigir de nossos fornecedores o que é correto, nunca se conformando com o erro
Missão
Atender as necessidades de alimentação do ser humano, com produtos
saborosos e saudáveis. Criar valor para o acionista, para o cliente e para
o consumidor, contribuindo para o crescimento dos colaboradores
Visão
A empresa se diferenciará pela imagem de sua marca, por excelência
nos serviços, inovação e qualidade dos produtos.
Missão
nossa VISÃO
Sermos reconhecidos como a melhor empresa de carnes pela
qualidade, competitividade e lucratividade.
nossa MISSÃO
Produzir e comercializar nossos produtos e serviços com valor
percebido a custos competitivos.
nossos OBJETIVOS
Satisfazer clientes e consumidores.
Assegurar a rentabilidade dos investimentos.
Atuar com responsabilidade social.
Produzir com baixo custo.
nossa POLÍTICA
Atuar na melhoria contínua de processos, produtos e serviços.
nossa DIRETRIZES
http://www.seara.com.br/relatorio_anual03/index.htm
http://www.uniway.com.br/noticias_iso2000.asp
Políticas de Gestão dos Sistemas de Qualidade, Saúde e Segurança Ocupacional,
Meio Ambiente e Manejo Florestal
A RIPASA S/A Celulose e Papel, uma empresa de grande porte fabricante de papel e
celulose, na busca constante de sua evolução, assegura que está comprometida em :
1. Satisfazer seus clientes, focando suas necessidades e expectativas em busca de
soluções viáveis que se expressarão em preço justo, diversidade e qualidade de
produtos e serviços;
2. Promover o desenvolvimento sustentável, protegendo o meio ambiente através da
prevenção da poluição, administrando os impactos ambientais de forma a torná-los
compatíveis com a preservação das condições necessárias à vida e atuando com o bom
manejo florestal conforme os Princípios e Critérios do Forest Stwardship Council – FSC;
3. Preservar a integridade física e a saúde de todos que interagem com seus processos,
prevenindo acidentes e controlando os riscos do ambiente de trabalho;
4. Atender à legislação vigente aplicável e demais requisitos subscritos pela organização
5. Promover a melhoria contínua em segurança e saúde ocupacional, qualidade e meio
ambiente através de sistemas de gestão estruturados que controlam avaliam as
atividades, produtos e serviços, bem como estabelecem e revisam seus objetivos e
metas;
6. Garantir transparência nas atividades e ações da empresa,disponibilizando às partes
interessadas informações sobre segurança e saúde ocupacional, qualidade, meio
ambiente e manejo florestal;
Objetivos relacionados:
Objetivos relacionados:
Ações preventivas
Ações corretivas
Objetivos relacionados:
Programas Ambientais
Reciclagem
Controle dos PCCs
Atendimento a legislação
Objetivos relacionados:
APPCC
BPF
(PPHO`s/POP`s Implantação
obrigatória
5S
RELAÇÃO DO PPHO COM HACCP E GMP
Enfoque:
controle do
processo
HACCP
GMP PPHO/POP
Enfoque: controle
do ambiente do
processo (PPR =
programas de pré-requisitos)
Maior segurança e qualidade dos produtos;
Maior competitividade;
Fator de “marketing”;
Atendimento à legislação;
elos da cadeia.
SEIRI
DESCARTE
SEITON
O ARRUMAÇÃO
QUE É SEISSO
O LIMPEZA
MÉTODO
SEIKETSU
5S SAÚDE
SHITSUKE
DISCIPLINA
Separar/classificar Ordenar/arrumar
Limpeza/inspeção Higiene/padronização
1950
JAPÃO DO PÓS-GUERRA
KAORU ISHIKAWA
S
E
I
R
I
DESCARTE
O Programa "5S"
O Programa "5S"
O Programa "5S"
SAÚDE
BEM ESTAR FÍSICO E MENTAL
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
O Programa "5S"
O Programa "5S"
Comparar os
VERIFICAR EXECUTAR resultados com os objetivos
desejados.
Identificar as causas
C D dos desvios e agir
corretamente.
A P
C D A S
C D
E
X
A S
Operadores
C
E
L C D
Ê A S
N
C Operadores
I C D
A
Operadores
OBJETIVOS
Evitar desperdícios
Provocar mudança comportamental
Melhorar o ambiente de trabalho
Melhorar a qualidade de vida
Motivação das pessoas
Competitividade
Garantir a sobrevivência da empresa
Garantir o nosso emprego
BENEFÍCIOS
PARA A EMPRESA
Menor desperdício
Desburocratização
Liberação de espaços
Evita compras desnecessárias
Organização
Produtividade
Agilidade
Imagem da empresa e dos produtos
Padrões – Previsibilidade
BENEFÍCIOS
PARA O FUNCIONÁRIO
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
PROGRAMA 5S (HOUSEKEEPING)
ANTES DEPOIS
BP/APPCC
Aqui tem
qualidade!
?
São situações, objetos ou serviços que podem causar
danos à saúde e/ou integridade física do indivíduo
Atravessar a rua
Comer alimento
estragado ou
contaminado
O Que você
acha...???
Viu...???
...ninguém usa
capacete!!!
Falta de Higiene na Fabricação de Alimentos
Insegurança
do
consumidor
Quais os locais
onde mais
acontecem surtos ?
AVALIAÇÃO DE SURTOS DE TOXINFECÇÕES ALIMENTARES
PARANÁ - 1996
Dr. Natal Jataí de Camargo e Cols.
Locais de ocorrência Nº %
Domicílios 928 52,1
Restaurantes comerciais 291 16,3
Restaurantes industriais 166 9,3
Escolas 114 6,4
Festas comunitárias 73 4,1
Outros 209 11,7
TOTAL 1781 100,0
Fonte: SESA/ISEP/CSA
Surtos de doenças transmitidas por
alimentos segundo o local de ocorrência,
Brasil 1999.
Local de Ocorrência Número de Surtos %
Residência 100 37,9
Lanchonete 28 10,6
Festa 16 6,1
Outros estab. comerciais 13 4,9
Restaurante 10 3,8
Escola 6 2,3
Creche 4 1,5
Salão comunitário 4 1,5
Hotel 3 1,1
Centro de convenções 2 0,8
Clube 2 0,8
Hospital 2 0,8
Cadeia 2 0,8
Padaria 1 0,4
Confeitaria 1 0,4
Avião 1 0,4
Ignorado 69 26,1
TOTAL 264 100
Fonte: GT-VEDTHA/CENEPI/FUNASA/MS.
Nota: Notificações de 09 estados (BA, CE, DF, GO, MT, PR, RS, RR, SP)
n° de surtos notificados e óbitos de doenças
BRASIL - 1997
UF N° DE SURTOS NOTIFICADOS N° DE CASOS N° ÓBITOS
RR 02 300 01
BA 00 12 01
CE 05 24 02
PE 06 207 01
DF 05 103 00
MS 11 412 01
PR* 124 2771 01
SC 174 3430 IGNORADO
SP 14 - 01
RS 166 2028 00
TOTAL 507 9287 08
180
Fonte: CNDE/CENEP/FNS
Dados fornecidos pelas Secretarias Estaduais de Saúde
Dados fornecidos até março de 1998
Brasil EUA Europa
(1978-1992) (1987) (1990-1991)
Brasil EUA Europa
AGENTE ETIOLÓGICO
(1978-1992) (1987) (1990-1991)
Salmonella sp. 2 2 1
Escherichia coli 3 5 -
frangos Campylobacter jejuni/coli - 1 5
Yersinia enterocolitica - 8 -
Staphylococcus aureus 1 3 2
Listeria monocytogenes - 9 -
Bacillus cereus 5 7 6
Clostridium perfringens 4 6 3
Clostridium botulinum - 11 7
Surtos de doenças transmitidas por
alimentos segundo o agente etiológico,
Brasil 1999.
Agente Etiológico Número de Surtos %
Salmonella sp. 53 20,1
Staphylococcus aureus 42 15,9
Salmonella enteridis 7 2,7
Bacillus cereus 4 1,5
Clostridium perfringens 4 1,5
Vibrio cholerae 4 1,5
Coliformes fecais 4 1,5
E. coli 2 0,8
Shigella sp. 2 0,8
Efeito tóxico 1 0,5
Enterotoxinas 1 0,5
Pseudomonas sp. 1 0,5
S. paratyphi sp. 1 0,5
Shigella sonnei 1 0,5
Ignorado 137 51,9
TOTAL 264 100
Fonte: GT-VEDTHA/CENEPI/FUNASA/MS.
Nota: Notificações de 09 estados (BA, CE, DF, GO, MT, PR, RS, RR, SP)
Surtos de doenças transmitidas por
alimentos segundo o alimento envolvido,
Brasil 1999.
Alimento Número de Surtos %
Preparações mistas 32 12,1
Carne vermelha 30 11,4
Maionese 28 10,6
Leite e derivados 17 6,4
Carne branca 10 3,8
Massas 6 2,3
Outros 20 7,6
Ignorado 121 45,8
TOTAL 264 100
Fonte: GT-VEDTHA/CENEPI/FUNASA/MS.
Nota: Notificações de 09 estados (BA, CE, DF, GO, MT, PR, RS, RR, SP)
Patógenos isolados de frutas ou
envolvidos em casos ou surtos de doenças
PATÓGENO ORIGEM DO ISOLAMENTO
Salmonella spp Tomates fatiados;melancias fatiadas;
Melões; suco de maçã e de laranja
Escherichia coli O157:H7 Suco de maçã
Vibrio cholerae Leite de coco
A. flavus(aflatoxina) Figos desidratados
A. ochraceus (ochratoxina) Sementes de café
P. expansum( patulina) Suco de maçã
Virus da hepatite A Tomates fatiados; morangos
congelados; framboezas
Virus tipo Norwalk Melões fatiados
Cyclospora cayetanensis Framboezas
(prot.)
Cryptosporidium parvum Suco de maçã
(prot.)
(ICMSF,1998; NACMCF,1999).
Exemplos de situações de sobrevivência ou
crescimento de patógenos em frutas
Patógeno Fruta / Condições
Sobrevivência Sobrevivência
E. coli O157:H7 suco de maçã / 8C
Salmonella sp melão /22-27C- 6h
Campylobacter jejuni melão fatiado /25-29C-6h
Crescimento Crescimento
Shigella sp. melão / 22C
Salmonella sp. tomate /20C ; melão /23C
E. coli O157:H7 melão /25C
(NACMCF,1999).
Custos de toxinfecções
alimentares
Proveniente de
um surto com
60% de
ocorrências
clínicas devido
ao recheio de
frango desfiado
de uma coxinha
CDL
Bacillus cereus
Proveniente de
um surto com 20%
de gastrenterites
devido a torta de
queijo / apresuntado
por mais que 4 hs na
temperatura
ambiente
CDL
Clostridium perfringens
FATORES CONTRIBUINTES %
FONTE: SESA/ISEP/CSA
NOTA: A soma dos percentuais excede 100%, porque diversos fatores contribuíram para cada surto.
ALIMENTO
APARENTEMENTE
BOM
BOM ALTERADO
Condições
CONTAMINAÇÕES
Adequadas:
PERIGOS
Nutricionais Deteriorado
DOENÇAS TRANSMITIDAS
Sensoriais POR ALIMENTOS
Físico-Químicas
Microbiológicas
Consumidor
DOENÇA
Alimento Perigo
Crianças;
Mulheres grávidas;
Idosos
Pessoas debilitadas ou em
recuperação (usando
medicação).
PIRÂMIDE DO CONTROLE
EMPRESÁRIOS
PERIGOS
TÉCNICOS E VIGILÂNCIA
OPERADORES SANITÁRIA
“ Nenhuma forma de controle alimentar é eficaz
sem o apoio da maioria dos interessados e o
respaldo de uma opinião pública bem
informada. Na verdade, a educação deve
preceder a lei, pois esta por si só, não melhora
a higiene dos alimentos: lançar regulamentos
sem preparar o caminho é o mesmo que semear
sem ter preparado a terra.”
Perda de clientes
Divulgação pela mídia
Prejuízo por perda do produto
Custos hospitalares
Custos com processos, multas e indenizações
Fechamento da empresa
• PRODUTO LIVRE DE
CONTAMINAÇÕES
ASPECTOS ENVOLVIDOS
Zele pela
qualidade!
• SOCIAL
• LEGAL
• EMPRESA
ASPECTO SOCIAL
Novo caso de botulismo
pode ser confirmado
Paciente está na UTI e aguarda resultado dos
exames. Em 97, doença deixou quatro mortos
-SÃO PAULO. O Ministério da São vômito, diarréia, vertigens e
saúde deve divulgar até amanhã o visão dupla. A vacina contra a
resultado do exame que pode indicar doença começou a ser produzida
o primeiro caso de botulismo em pelo Instituto Butatã em 1998. O
quatro anos no país. O caso suspeito soro impede que a toxina se instale
é do paciente Paulo Ricardo Nunes em células do sistema nervoso e
Reis, de 20 anos, que está internado permite que o sistema de defesa
há uma semana na UTI do Hospital ataque a doença.
Alvorada, na zona sul da São Paulo. Em 1997, quatro pessoas
O botulismo é causado por uma morreram de botulismo
bactéria encontrada em alimentos O primeiro caso de botulismo foi
em conserva mas esterilizados. O registrado em 1997, na cidade de
maior risco de contaminação está Santos, litoral paulista. Melissa
em embalagens de vidro ou a vácuo Castro ficou internada durante seis
de palmito, aspargo e pepino. Em meses no Hospital Albert Einstein,
1999, a Secretaria de Vigilância em São Paulo, depois de comer
Sanitária chegou a determinar a palmitos da marca Gini. No mesmo
retirada do mercado de palmitos ano, outros focos da doença foram
bolivianos e suspendeu a sua registrados no Rio de Janeiro, em
importação. Minas Gerais e em Goiás. Quatro
O botulismo afeta funções vitais pessoas morreram devido à doença.
do organismo e pode causar parada
cardíaca. Os sintomas mais comuns O Globo, 12/02/2001
Jornal O GLOBO, 28/03/2002
Jornal O GLOBO, 17/08/2002
Jornal O GLOBO, 15/10/2002
Diário de Pernambuco 03 de Maio de 2002
Diário de Pernambuco 03 de Maio de 2002
Correio Brasiliense, 15 de Janeiro de 2003
EXTRA, 15 de Dezembro de 2002
Coca-Cola indenizará por refrigerante mofado
Segunda, 18 de Julho de 2005, 19h20
Fonte: JB Online
A Coca-Cola foi condenada a pagar indenização de R$ 5.200 ao advogado Alexandre da Silva Gomes, de 27
anos, que comprou uma garrafa de refrigerante e, momentos antes de consumir o produto, encontrou mofo e
bolor que tornavam o líquido totalmente impróprio para o consumo.
Inicialmente, a multinacional havia sido punida em apenas R$ 450 pelo juiz sentenciante. Porém, o recurso
do autor, no sentido de majorar o valor do dano moral para 40 salários-mínimos, obteve provimento parcial
da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Rio, que se baseou nos princípios da razoabilidade e
da proporcionalidade para estipular a quantia definitiva da condenação.
Na inicial do processo, Alexandre alega que tem dois filhos menores e questiona que eles poderiam ter
ingerido o refrigerante por conta própria. Em contrapartida, a Coca-Cola tentou desfazer a idéia de situação
danosa, se prendendo ao fato de que a bebida não chegou a ser consumida.
Além disso, a empresa ainda tentou repassar a culpa para a mercearia responsável pela venda - mas, segundo
o juiz, "cabe rejeitar a preliminar de ilegitimidade passiva, já que a ré (Coca-Cola) é responsável pela
fabricação e venda dos xaropes usados para produção dos refrigerantes; sendo, portanto, parte legítima para
responder à essa ação", sentenciou o juiz Luiz Eduardo de Castro Neves, do 4º Juizado Especial Cível.
Alexandre, antes de ajuizar o caso, procurou a central de atendimento da empresa e, depois de permanecer
mais de uma hora esperando na linha telefônica - segundo ele -, foi orientado pelo setor de comunicação da
Coca-Cola de que deveria aguardar contato, o que não teria acontecido.
Ele se dirigiu, então, a uma Delegacia do Consumidor, onde protocolou uma denúncia e, na mesma época,
encaminhou o líquido contaminado ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli, ocasião em que ficou
constatada, pelo laudo 1478274, a contaminação.
A Coca-Cola ainda tentou impugnar o dano moral, alegando que o consumidor não provou que a garrafa
permaneceu intacta e que os elementos estranhos provinham de fábrica. Entretanto, esse argumento não
surtiu efeito e foi rejeitado pelo juiz Luiz Eduardo.
ASPECTO LEGAL
Portaria 326/97 da
Secretaria de Vigilância Sanitária:
Boas Práticas de Fabricação
ASPECTO LEGAL
Ar ALIMENTOS Parasitas
Água Roedores
Células Eucarióticas
Estruturas de natureza protéica, que se projetam a partir da membrana
celular e atravessam a parede celular, presente em algumas bactérias.
Funções principais:
- Aderência;
- Transferência de material genético para uma célula receptora
(conjugação);
- Contribui, juntamente com as cápsulas e outros fatores para a
formação de biofilme.
Natureza protéica
Funções:
- motilidade bacteriana;
- caracterização de bactérias:móveis e imóveis:
- quando móveis, podem ser: peritríquias, inúmeros flagelos dispostos
ao redor do corpo bacteriano (enterobactérias móveis), monotríquias,
flagelo único em uma das extremidades (algumas pseudomonas),
lofotríquias, vários flagelos em uma das extremidades (algumas
pseudomonas) e anfilofotríquias, flagelos em ambas extremidades;
- sorotipagem de bactérias (antígeno H - E. coli O156:H7);
- contribuem para aderência e constituem fator de virulência para
algumas bactérias (Campylobacter, Helicobacter , etc)
contribuem para formação de biofilmes.
Natureza polissacarídica ou peptídica (antígeno capsular- K).
Importância:
- identificação de algumas espécies bacterianas (sorotipagem);
- fator de virulência para algumas bactérias (fator antifagocitário e
aderência);
- alterações em alimentos pelo aumento da viscosidade:
- desejável - iogurte, leite acidificado, entre outros;
- indesejável - alterações em leite, em produtos cárneos, pescados, etc;
- entupimento de encanamentos em indústrias de açúcar.
- contribuem de forma significativa para a formação de biofilmes.
Associadas com a seleção de sanificantes utilizados na higienização de superfícies, pois há sanificantes mais indicados para a eliminação das bactérias Gram positivas e outros das Gram negativas.
Constituição química da membrana - lipídios, proteínas e alguns carboidratos.
Funções:
- Barreira osmótica;
- Transporte de nutrientes;
- Suporte para o sistema de formação de energia celular.
Produtores de micotoxinas que podem ser nefrotóxicas, hepatotóxicas, carcinogênicas, imunosupressoras, algumas podendo produzir diarréia.
Leveduras
Importância:
- Úteis - na produção de alimentos e bebidas;
- Deteriorantes - muitas espécies alteram alimentos e bebidas;
- Patogênicos - não há registros de doenças provocadas por leveduras
que sejam veiculadas por alimentos;
- Em geral apresentam metabolismo fermentativo (produção de bebidas
alcoólicas, uso na panificação), algumas espécies podem ser
oxidativas;
- Tempo de geração maior do que das bactérias e menor do que dos
bolores;
- Reprodução por brotamento ou através de esporos;
Toleram uma faixa ampla de pH, atividade de água e temperatura.
VÍRUS
PARASITOS
Não se multiplicam em alimentos, mas podem ser veiculados por eles.
Exemplos de vírus veiculados por alimentos (rotavírus, vírus da hepatite A, Norwalk etc).
Importante os bacteriófagos nas indústrias de laticínios – contaminação das culturas “starter”.
Giardia intestinalis - veículos (saladas cruas e água de abastecimento), ocorrência em creches, asilos e na comunidade em geral.
Reprodução microbiana
Características
1 célula após:
2 horas 16 células
6 horas 1000 000 células
Importância :
- vida de prateleira (alterações)
- dose infectiva - toxinfecções de origem alimentar
Importância de se estabelecer uma curva de desenvolvimento
(crescimento) microbiano:
- Serve para modular o desenvolvimento microbiano no alimento, de
modo a controlar (estabilizar, reduzir ou acelerar) a população
presente, seja constituída por microrganismo útil industrialmente,
deteriorante ou patogênico. Para isso pode-se recorrer a diferentes
parâmetros que influenciam o desenvolvimento microbiano, como pH,
temperatura, atividade de água, umidade, conservantes químicos, etc.
Importância dos esporos - preservar o material genético de algumas bactérias
(Bacilus, Clostridium e Dessulfotomacullum), podem atingir a dose infectiva e
causar uma toxinfecção (B. cereus e C. perfringens) ou uma toxinose (botulismo). .
Nutrientes
Acidez
Temperatura
Morte das células vegetativas da maioria
74o C dos Microrganismos
É O CONTATO INDEVIDO DO
ALIMENTO COM PESSOAS,
SUPERFÍCIES, AMBIENTES,
INSUMOS E ALIMENTOS
CONTAMINADOS.
MATÉRIA-PRIMA PRODUTO PRONTO
COZINHA INDUSTRIAL
Estrado
Lavagem Lavagem
Material de Armazenamento de
Administração Saladas de
Tanque Limpeza a frio Utensílios Utensílios
de de Mesa
Cozinha
Prevalência(%)
Agente Etiológico PR SP
Staphylococcus aureus 28,5 43,7
Salmonella sp. 20,3 33,5
Clostridium perfringens 7,9 6,5
Bacillus cereus 4,3 16,2
Escherichia coli 3,8 -
Fontes: Secretaria da Saúde, Paraná 1999; Gelli, D.S., 1999.
Causam doenças de origem alimentar:
TOXINOSE:
Quadro clínico conseqüente a ingestão de toxinas bacterianas pré-formadas nos alimentos,
decorrente da multiplicação de bactérias toxinogênicas nos alimentos, como o
Staphylococcus aureus, Clostridium botulinum e Bacillus cereus emético.
INFECÇÃO:
Quadro clínico decorrente da ingestão de microrganismos patogênicos que se multiplicam
no trato gastrintestinal, produzindo toxinas ou agressão ao epitélio, como a Salmonella sp.,
Shigella sp., Escherichia coli patogênica, Vibrios patogênicos, etc.
TOXINFECÇÃO:
Quadro clínico decorrente da ingestão de quantidades aumentadas de bactérias na forma
vegetativa que liberarão toxinas no trato gastrintestinal ao esporular, porém sem colonizar,
como o Clostridium perfringens e Bacillus cereus clássico
INTOXICAÇÃO QUÍMICA:
Quadro clínico decorrente da ingestão de substâncias químicas nos alimentos, como
agrotóxicos, pesticidas, raticidas, metais pesados, micotoxinas (aflatoxinas - toxinas de
fungos), toxinas de algas, aminas biogênicas, aminas vasopressôras alergênicas (produzidas
por microrganismos psicrotróficos), etc.
Doenças Quadro Clínico Agentes
Infecção/ Gastroenterite Salmonella
Toxinfecção Shigella
Campylobacter jejuni/
coli
EPEC
ETE C
EIEC
EHEC
V. cholerae
V. parahaemolyticus
Aeromonas hydrophila
Plesiomonas
Bacillus cereus
(diarréica)
Sistêmica L. monocytogenes
V. vulnificus
S. T y ph i
Toxinose Gastroenterite Enterotoxina de S.
aureus
Sistêmica (SNC)*
Toxina de C. botulinum
Resposta clínica de adultos a diferentes doses de desafio
com patógenos entéricos
ORGANISMO DOSE de DESAFIO (células)
Shigella dysenteriae
101 - 104
CLÁSSICOS
MICRORGANISMOS CONHECIDOS EPIDEMIOLÓGICAMENTE E
CLINICAMENTE, QUE CONTINUAM CAUSANDO SURTOS
EMERGENTES
MICRORGANISMOS QUE NÃO ERAM RECONHECIDOS COMO
CAUSADORES DE TOXINFECÇÕES ALIMENTARES E QUE ESTÃO
SENDO COMPROVADOS COMO NOVOS AGENTES ETIOLÓGICOS
REEMERGENTES
MICRORGANISMOS CLÁSSICOS QUE JÁ ESTAVAM CONTROLADOS E
QUE ESTÃO CAUSANDO NOVA INCIDÊNCIA CLÍNICA, ALGUNS COM
MAIOR SEVERIDADE (GRAVIDADE DO QUADRO CLÍNICO)
PATÓGENOS CLÁSSICOS
BACTÉRIAS VÍRUS
Stapylococcus aureus; Hepatite A;
Bacillus cereus (emético e diarréico); Rotavirus.
Clostridium botulinum;
Clostridium perfringens;
Salmonella typhi;
Shigella spp.; PARASITAS
Giardia lamblia;
Yersinia enterocolitica;
Entamoeba histolytica;
Escherichia coli enteropatogênica (EPEC);
Cryptosporidium parvum;
Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC); Diphyllobothrium ssp.;
Vibrio cholerae O1 e não-O1; Ascaris lumbricóides;
Vibrio parahaemolyticus. Trichuris trichiura;
Eustrongylides sp.;
Toxoplasma gondii.
PATÓGENOS EMERGENTES
BACTÉRIAS VÍRUS
Escherichia coli enteroinvasiva (EIEC); Hepatite E;
Escherichia coli enterohemorrágica Norwalk.
(EHEC);
Campylobacter jejuni;
Listeria monocytogenes;
Vibrio vulnificus; PARASITAS
Aeromonas hydrophila; Cyclospora cayetanensis;
Plesiomonas shigelloides; Anisakis sp.;
Pseudomonas aeruginosa; Nanophyetus spp.;
Streptococcus sp. Acanthamoeba.
PATÓGENOS REEMERGENTES
Zoonoses:
Homem Homem
higiene pessoal, pois os humanos são portadores desse microrganismo, que coloniza principalmente a mucosa nasal, além da pele
Utensílios e
Equipamentos
Fatores
Microrgani smos Temperatura pH Aa Conc. de Termorresi stência
(°C) mín. máx. mín NaCl (%)
mín. máx.
B. cereus 4 - 50 4,3 - 9,3 0,91 18,0 D60=1min (célula)
D100=2,7-3,1min (e sporo)
0
Estável a 121 C (toxina emética)
D56,1=5 min (toxina diarréica)
C. botulinum 10 - 50 4,6 9,0 0,93- 10,0 D82,2=0,49-0,74min (esporo)
(multiplicação) 0,97 D85=5min (toxina)
C. perfringens 10 - 52 5,0 - 9,0 0,93 7,0 D59=7,2min (células)
D98,9=26-31min (e sporos)
Homem
Alimentos
Bacillus cereus - Tipos emético e diarréico
Fontes Solo, poeira, sujidades, superfície dos grãos de cereais e
vegetais
Disseminação De forma direta através do contato da água e dos alimentos
com as fontes
Alimentos mais Tipo emético: arroz cozido e frito com antecedência
envolvidos Tipo diarréico: pudins, canjica, alimentos a base de milho*,
leite, carnes, feijão cozido, verduras, sopas, molhos, bolos e
empadões
Doença (sintomas e Toxinfecção - Tipo emético: vômito, náuseas, raramente
período de incubação) diarréia, sem febre (1-6 horas)
Tipo diarréico: diarréia, náuseas, vômitos
raros e sem febre (8 a 22 horas)
Medidas preventivas -Tratamento térmico
-Controle da temperatura de manutenção
-Resfriamento
-Evitar preparos antecipados
* Cereais de modo geral.
Clostridium perfringens
Fontes Solo, intestino humano e animal
Disseminação * De forma direta através do contato da água e dos
vegetais com o solo e a poeira, e para os produtos de
origem animal através das sujidades.
Alimentos mais envolvidos Feijoada, carnes e aves cozidos, molhos e
transportados
Doença (sintomas e período Toxinfecção, diarréia, gases, cólica (8-22 horas)
de incubação)
Medidas preventivas -Tratamento térmico
-Manutenção fria ou quente após tratamento térmico
-Resfriamento adequado
-Reaquecimento adequado
-Evitar preparos antecipados
-Boas práticas de higiene
-Prevenção a contaminação cruzada
Clostridium botulinum
Fontes Solo, sedimentos de águas superficiais
Disseminação Através do contato direto ou pela poeira para os
alimentos
Alimentos mais envolvidos Conservas caseiras, patês, pescados, defumados,
produtos apertizados e industrializados, saladas
Doença (sintomas e período de Toxinose, Náuseas, vertigens, visão dupla,
incubação) dificuldade de deglutição, paralisia respiratória,
morte (12 a 72 horas)
Medidas preventivas -Tratamento térmico, acidificação ou irradiação
Vibrio parahaemolyticus
Fontes Estuários
Disseminação Contaminação cruzada através do contato com frutos
do mar contaminados
Alimentos mais envolvidos Frutos do mar crus, mal cozidos ou prontos
É um microrganismo capaz de multiplicar-se em uma faixa ampla de pH, temperatura, Aa e concentração de NaCl,
por isso encontra-se vastamente distribuído na natureza e nos mais variados produtos. Isso explica porque é isolado
a partir de uma grande variedade de alimentos os quais já foram veículos de inúmeros surtos.
produtos mais envolvidos em surtos foram queijos moles
Alimentos Animais
Homem Homem
Resíduos e
Aerossois
Utensílios,
Equipamentos e ratos
Meio Ambiente
Giardia intestinalis (lamblia)
Fontes Fezes humanas e de animais
Disseminação Direta pessoa/pessoa e indireta, através da água
contaminada e a contaminação cruzada
Alimentos mais Saladas cruas, algumas frutas e água não tratada
envolvidos
Doença (sintomas e Infecção, diarréia gordurosa e com muco, cólicas e perda de
período de incubação) peso (1 a 6 semanas)
Medidas preventivas -Água de origem segura segura (potável)
-Boas práticas de higiene
Vírus entéricos (Rotavirus, Agente Norwalk e outros)
Fontes Fezes humanas
Disseminação Direta pessoa/pessoa e indireta, através da água contaminada
e a contaminação cruzada
Alimentos mais Mariscos, frutas e verduras cruas, saladas mistas e com
envolvidos carnes e pescados
Doença (sintomas e Infecção, diarréia, febre, vômito, cólica, problemas
tempo de incubação) respiratórios e outros (período de incubação variado)
Medidas preventivas -Tratamento térmico
-Boas práticas de higiene
-Água de origem segura (potável)
-Afastar doentes ou portadores
CASOS SURTOS ANO
4918 197 2000
8637 392 2001
5678 302 2002
9243 225 2003
Dados 2003
Capital 1008 casos
Campinas 405 casos
São José Rio Preto 1898 casos
Parasitas associados com
doenças de origem alimentar
Tipo de
Parasita Espécie Patologia Transmissão
Protozoários Cryptosporidium Infecções Transmissão fecal-oral pela
Intestinais parvum; Cyclospora intestinais e ingestão de oocistos e
cayetanensis; Giardia diarréia cistos; excretados por seres
lamblia; Entamoeba humanos e animais
histolytica
Calor
Cloração Sobrevivem
Formas vegetativas Eliminadas na sua maioria
Controlando pragas
• Lubrificar corretamente os
equipamentos
Fragmentos de Insetos 25
Fragmentos Metálicos 24
Variável ou não definido 19
Fragmentos de Vidro 10
Sujidades 7
Resíduos de animais 6
Tecidos 5
Restos de Cigarro 4
Fonte: GRAVES et al, 1998
ISO 22000 Implantação
Voluntária
APPCC
BPF
(PPHO`s/POP`s Implantação
obrigatória
5S
BPF
VÍDEO
BOAS PRÁTICAS
DE FABRICAÇÃO
• O que é BPF?
• Qual é o Objetivo?
Produtos de melhor qualidade, qualidade constante e
mais seguros
Diminuição da incidência de reclamações dos
consumidores
Ambiente de trabalho melhor, mais agradável, limpo e
seguro
Funcionários com melhor estado psicológico, maior
motivação e produtividade
Competitividade no mercado
Instalações
Matérias-primas
Água
Controle de operações
Limpeza e sanificação
Sanitation
Procedimento
Standard
Padrão de Higiene
Operating
Operacional
Procedures
De acordo com FDA, 1995 (produtos de pesca)
PPHO 1 – Potabilidade da água
PPHO 2 – Higiene das superfícies de contato com o produto
PPHO 3 – Prevenção da contaminação cruzada
PPHO 4 – Higiene pessoal
PPHO 5 – Proteção contra contaminação do produto
PPHO 6 – Agentes tóxicos
PPHO 7 – Saúde dos colaboradores
PPHO 8 – Controle integrado de pragas Recomendado MAPA
POP são procedimentos das Boas Práticas NÃO NEGOCIÁVEIS!
Controle da Potabilidade da água
Armazenamento
Matérias-primas
Produtos Tóxicos
Pragas Saúde
Programa de
Pré-Requisitos Estrutura e
Água
Edificação
Responsável Etapas da
Técnico Preparação
Higiene Prevenção da
pessoal / ambiental / produto Recolhimento de Contaminação Cruzada
Produtos
Higiene pessoal
Higienização
Preparação de alimentos
Produção de gelo
Produção de vapor
Beber
Com depósitos
intermediários
Após a instalação
Periodicamente (cada seis meses)
Ocorrência de acidentes de contaminação
Registros de análises, controles do teor de cloro, limpeza das
caixas d’água e reservatórios
Controle de limpeza de caixas d’água Data: ___/___/___
Caixas d’água 01/01 07/01 01/02 07/02 01/03 07/03
(localização) Resp OBS Resp OBS Resp OBS Resp OBS Resp OBS Resp OBS
Caixa 1
Caixa 2
Caixa 3
CAIXA 01
CAIXA 02
CAIXA 03
PORTARIA Nº 518, DE 25 DE MARÇO DE 2004
Tabela 1
Padrão microbiológico de potabilidade da água para consumo humano
VMP(1)
PARÂMETRO
Água para consumo humano(2)
Escherichia coli Ausência em 100ml
ou coliformes
termotolerantes(3)
NOTAS:
(1) Valor Máximo Permitido.
(2) água para consumo humano em toda e qualquer situação, incluindo fontes individuais como poços, minas, nascentes, dentre outras.
(3) a detecção de Escherichia coli deve ser preferencialmente adotada.
PORTARIA Nº 518, DE 25 DE MARÇO DE 2004
Tabela 3
Padrão de potabilidade para substâncias químicas que representam risco à saúde
ORGÂNICAS
Benzeno µg/L 5
Diclorometano µg/L 20
Estireno µg/L 20
Tetracloroeteno µg/L 40
Triclorobenzenos µg/L 20
Tricloroeteno µg/L 70
PORTARIA Nº 518, DE 25 DE MARÇO DE 2004
Tabela 3
Padrão de potabilidade para substâncias químicas que representam risco à saúde
AGROTÓXICOS
Atrazina µg/L 2
2,4 D µg/L 30
Endossulfan µg/L 20
Hexaclorobenzeno µg/L 1
Metolacloro µg/L 10
Metoxicloro µg/L 20
Molinato µg/L 6
Pendimetalina µg/L 20
Pentaclorofenol µg/L 9
Permetrina µg/L 20
Propanil µg/L 20
Simazina µg/L 2
Trifluralina µg/L 20
PORTARIA Nº 518, DE 25 DE MARÇO DE 2004
Tabela 3
Padrão de potabilidade para substâncias químicas que representam risco à saúde
CIANOTOXINAS
Monocloramina mg/L 3
Desinfecção
Ação Emulsionante
Ação dissolvente sobre os alimentos
Soda cáustica
Carbonato de sódio
Metassilicato de sódio
Retirar incrustações
Remover depósitos de sais orgânicos
Ácido nítrico
Ácido fosfórico
Ácido glucônico
Iodóforos 25 ppm
Álcool 70%
Sanificantes Concentração pH Tempo de T (°C) de Modo de ação sobre Bactéria Bactéria Vírus Bolores e
aproximada de efetivo Contato uso microrganismos Gram + Gram - Levedu-ras
uso
Quaternário de >300ppm 9,5-10,5 10-15 Ambiente Age na membrana Altamente Modera- Modera- Altamente
Amônio citoplasmática, alterando eficaz damente damente eficaz
a permeabilidade da eficaz eficaz
célula
Compostos 100-400ppm 6,0-8,0 10-15 Ambiente Inibe os sistemas Altamente Altamen-te Modera- Modera-
inorgânicos de (não usar enzimáticos da glicose eficaz eficaz damente damente
cloro acima de eficaz eficaz
40°C)
Iodoforo 25-100ppm de 4,0-5,0 10-15 Ambiente Penetra a parede celular, Altamente Altamen-te Modera- eficaz
iodo ativo (não usar ocasionando a eficaz eficaz damente
acima de destruição da estrutura eficaz
40°C) protéica
Ácido 7,5-1000ppm <8,0 10-15 8 a 30°C Oxidação enérgica Altamente Altamen-te Altamen-te Altamente
peracético componentes celulares eficaz eficaz eficaz eficaz
Peróxido de 0,3-6,0% 2,0-6,0 5-20 >40°C Oxidação enérgica Altamente eficaz eficaz eficaz
hidrogênio componentes celulares eficaz
Vantagens Desvantagens
Quaternário Baixa toxidade e irritabilidade na Ação sanitizante reduzida pela dureza da
de Amônio pele água e presença de matéria orgânica
Baixo efeito corrosivo Menor atividade em vírus e bactérias
Boa estabilidade na estocagem esporuladas
Não requer enxágüe em superfícies Incompatível com tensoativos aniônicos
que não entram em contato com
alimentos
Associado a tensoativos não
iônicos, sequestrantes e
tamponantes, tem sua ação
sanitizante aumentada
Compostos Baixa toxidade Sensível à presença de matéria orgânica
inorgânicos Rápida ação sanitizante Ação sanitizante afetada por sais de cobre,
de cloro Efetivo em determinados tipos de ferro, níquel e cromo, presentes na água
vírus e bactérias esporuladas Corrosivo em altas concentrações
Baixo custo (principalmente em ligas de aço-carbono)
Baixa estabilidade na estocagem (NaClO
máx. 30 dias)
Difícil manuseio; requer constante controle
do teor de cloro ativo na utilização
Incompatível com qualquer tipo de tensoativo
Iodoforo Baixa toxidade e irritabilidade da Ação sanitizante reduzida pela presença de
pele matéria-orgânica
Efetivo em determinados tipos de Pode favorecer a corrosão em alumínio,
vírus e bactérias cobre e ferro
Compatível com todo tipo de Libera vapor e iodo a temperaturas acima de
tensoativo 43°C
Visualização da concentração do Provoca manchas em alguns plásticos,
agente pela intensidade da cor borrachas, tecidos e alimentos
Vantagens Desvantagens
Ácido Não requer enxágüe Irritante à pele
peracético Excelente ação sanitizante Libera vapores irritantes
Excelente atividade esporicida Odor pungente
Trabalha a baixas temperaturas Incompatível com cobre, ferro e alumínio
Baixo efeito residual Baixa estabilidade na estocagem
Requer muita precaução no manuseio
Peróxido de Baixa toxidade Pode favorecer a corrosão de metais
hidrogênio Baixo efeito residual Sofre decomposição em presença de cobre,
bronze e níquel
Baixa estabilidade na estocagem
Requer temperatura a 40°C para ser eficaz
Requer precaução no manuseio e dosagem
PERIODICIDADE DE
LIMPEZA
• Diário
– pisos, rodapés e ralos; todas as áreas de lavagem e de produção,
maçanetas, lavatórios (pias); sanitários, cadeiras e mesas (refeitório);
monoblocos e recipientes de lixo;
• Semanal
– paredes e janelas; prateleiras (armários); coifa; geladeiras; câmaras
e “freezers”;
• Quinzenal
– estoque; estrados;
• Mensal
– luminárias; interruptores; tomadas; telas;
• Semestral
– reservatório de água
PROCEDIMENTO DE
LIMPEZA
Observação Gerente da
Registros dos
Visual Mensal Garantia da
treinamentos
Qualidade
Pré-lavagem (água morna)
Lavagem com solução detergente (podendo usar
esponja ou escovas)
Enxágüe
Sanificação
Enxágüe final
Pré-lavagem das peças (água morna)
Lavagem por imersão em tanques contendo deter-
gente apropriado (podendo usar esponja ou escovas)
Enxágüe
Sanificação
Enxágüe final
Pré-lavagem com jato de água (morna)
Lavagem com detergente
Enxágüe com água
Sanificação
Pré-lavagem (circulação de água fria ou à 38-46°C)
Limpeza com detergente alcalino
Limpeza com detergente ácido
Enxágüe
Sanificação
Enxágüe final
AVALIAÇÃO DA HIGIENIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS
Inspeção Visual e Toque
EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS
DATA AÇÃO CORRETIVA VERIFICAÇÃO
TANQUE TANQUE AGITADO
MESA 01 MESA 02 MÁQUINA DE EMBALAGEM
01 02 R
Princípio deste método: baseia-se na utilização das enzimas luciferina e luciferase extraídas do vagalume.
Quanto maior a quantidade de matéria orgânica (ATP), maior a emissão de luz que será medida no equipamento chamado luminômetro.
Método rápido não permite avaliar a presença de formas esporuladas, só das vegetativas.
Avaliação da Eficiência da Higienização
Mês/ano:_____/_______
Intensidade adequada
Higienizados adequadamente
Tipos de matérias-primas
Padrão de cardápio
Sistema de distribuição/venda
Intensificar a limpeza para contornar o problema do equipamento não sanitário.
Procedimentos
Freqüência
Registros
Protocolos escritos
Freqüência
Registros
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
Resultado da calibração:
• permite o estabelecimento do
mensurando para as indicações,
• permite a determinação das correções
a serem aplicadas.
• pode ser registrado em um documento,
algumas vezes denominado certificado
de calibração ou relatório de
calibração.
CALIBRAÇÃO
PARTE DESCRITIVA
1. DEFINIÇÕES
Equipamentos críticos: São equipamentos que afetam diretamente a qualidade ou saúde do
consumidor utilizados na medição de itens definidos nos procedimentos de cada área.
Equipamentos orientativos: São equipamentos que podem afetar a continuidade do processo,
mas não afetam diretamente a qualidade do produto ou a saúde do consumidor.
Calibração: Conjunto de operações que estabelece, sob condições especificadas, a relação
entre os valores indicados por um instrumento de medição ou sistema de medição ou valores
representados por uma medida materializada ou um material de referência, e os valores
correspondentes das grandezas estabelecidos por padrões.
Plano de calibração: Documento no qual estão relacionados todos os instrumentos sujeitos à
calibração. Neste documento também se determinam as freqüências de calibração e os critérios de
aceitação ou rejeição dos resultados de calibração.
Resolução: É a menor divisão que um instrumento consegue enxergar.
RBC: Rede Brasileira de Calibração.
Incerteza de medição: Caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fundamentalmente
atribuídos a um mensurando. É uma estimativa caracterizando a faixa dos valores dentro do qual
se encontra o valor verdadeiro da grandeza medida
2. DESCRIÇÃO
O gestor de metrologia é o responsável pela Garantia da Qualidade. Seu substituto é o responsável pela Manutenção.
O gestor pela metrologia confecciona e gerencia o plano de calibração da organização.
2.1. Critérios para aceitação ou rejeição dos resultados da calibração
No plano de calibração estão relacionadas as tolerâncias de cada processo (para os processos aonde tal consideração é permitida).
Para definir o critério de aceitação ou rejeição dos resultados de calibração, utiliza-se o seguinte:
TP (Tolerância de Processo): = (LSE-LIE)/2, onde:
LSE é o limite superior de especificação
LSI é o limite inferior de especificação
Utilizar sempre o valor de TP mais rigoroso. Em processos onde os limites de especificação não estão definidos pode-se usar o
critério de TP=1% da capacidade do equipamento.
A Incerteza expandida calculada nos certificados de calibração deve ser menor ou igual a 1/3 da TP:
I cal (incerteza de calibração expandida): ≤ 1/3 TP
2.2. Freqüência de calibração
A freqüência da calibração estabelece o número de vezes que um instrumento deve ser calibrado em um determinado período de
tempo.
Quando o equipamento é novo deve usar a freqüência sugerida pelo fabricante. À medida que se faz um histórico do equipamento
esta freqüência deve ser ajustada à realidade da operação.
Para equipamentos não novos e que não possuam histórico de resultados de calibração, deve determinar periodicidade semestral e a à
medida que se faz um histórico do equipamento esta freqüência deve ser ajustada à realidade da operação.
2.3. Resultados da calibração
O resultado da calibração deve ser documentado em um certificado de calibração, de maneira clara e objetiva, incluindo as
informações solicitadas pelo cliente. Para os clientes internos, o certificado pode ser simplificado, desde que todas as informações
listadas abaixo estejam arquivadas junto à Garantia da Qualidade. Quando a organização utilizar um laboratório contratado para
realizar a calibração, o certificado deve atender:
Título
Nome e endereço do laboratório ou localização em que a calibração foi realizada
Identificação única do certificado em todas as páginas e numeração das páginas
Nome e endereço do cliente
Descrição do equipamento a ser calibrado
Identificação do padrão utilizado e uma descrição breve do método utilizado
Evidência da rastreabilidade da medida
Data da calibração
Resultado das medidas com suas unidades e incertezas
Nome, cargo e assinatura da pessoas responsável pelo certificado
2.4. Aquisição de equipamentos de medição e ensaios
O departamento de compras deve comunicar á garantia da qualidade sobre a aquisição de um novo equipamento. A garantia da
qualidade informa à Compras se é um equipamento crítico ou não. Tratando-se de equipamento crítico, Compras deve obedecer ao
seguinte:
- Aquisição com a resolução adequada para o processo referido e determinada pela Garantia da Qualidade;
- Aquisição com certificado de calibração. Será importante especificar ao fornecedor sobre a incerteza máxima requerida para o
processo em questão;
- Aquisição com manual de instruções e aonde aplicável treinamento aos funcionários internos sobre as metodologias de ajuste,
manutenção e calibração.
Higiene corporal
Uniformes
Micróbios existentes no ar
Treinamento do manipulador
Outras
P
Semana 1 Semana 2 Semana 3
Higiene pessoal
SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO
1- Os uniformes dos controladores estão limpos e em bom estado
de conservação?
2- Os calçados são adequados e limpos?
3- Os colaboradores estão devidamente barbeados?
4- Os colaboradores estão com os cabelos cobertos?
5- Os cestos de resíduos possuem tampas, acionamento por pedal e
são abastecidos com sacos plásticos diariamente?
6- As unhas estão limpas, aparadas e sem esmalte?
7- Os colaboradores estão usando adornos (pulseira, anéis, cordões,
brincos, alianças, etc)?
...
Quando detectadas irregularidades, os colaboradores devem ser treinados e conscientizados quanto
à importância da higiene e conduta pessoal.
É obrigatório o uso de touca para os cabelos e
protetor de barba ou bigode dentro da área de
produção. Um simples cabelo dentro de uma
embalagem de nossos produtos significa que não
tivemos o cuidado necessário e que contaminamos
um produto que alguém irá ingerir.
Ao sentir-se doente,
informe o supervisor
imediatamente.
Se você sentir-se mal ou
recentemente teve vômitos ou
diarréia, isso é sintoma de que
você é portador de germes
perigosos que podem causar
contaminação.
Se estiver em contato com alguém
portador de doença infecciosa,
avise o supervisor.
Proibido fumar dentro da área de
produção.Respeite a sinalização de
proibição de fumar.
As bitucas de cigarro, fósforos, cinzas
e tudo que se relacione com o ato de
fumar pode contaminar nosso produto.
Use os cinzeiros. Não fume nas áreas
proibidas.
SIGA O PROCEDIMENTO
FOLLOW THE PROCEDURE
- Use sabonete líquido e água corrente;
Use liquid soap and current water;
Esfregue vigorosamente as mãos por um minuto enquanto as lava;
rub the hands for one minute while you washes it;
Lave toda a superfície das mãos (incluindo as costas das mãos, os pulsos, o espaço entre os dedos e sob as unhas), a partir do
pulso;
wash all the surface of the hands( including the coasts of the hands, the pulses, the space between the fingers and under the nails),
from the pulse;
Deixe a água correr do pulso para baixo até que todo o sabonete tenha sido removido;
- let the water run low the pulse until all the soap has been removed;
Coloque as mãos embaixo do secador até estiver completamente secas;
Put the hands under the drier until to be completely dry;
Lave as mãos antes e depois de ir ao banheiro, e todas as vezes que for manusear alimentos;
- wash the hands before and after going to the bathroom, and all the time that you are going to handle foods;
Fonte: Ministério da Saúde
Para um manipulador de alimentos, os
hábitos higiênicos devem estar
presentes nas suas atitudes do dia-a-
dia.
Ele deve ter consciência dos riscos que
a falta de higiene pode acarretar em seu
trabalho: contaminação dos produtos,
doenças, perda de clientes.
MANIPULADOR DE
ALIMENTOS
Qualquer indivíduo que
trabalha na:
produção;
armazenamento;
distribuição;
comercialização de
alimentos;
Arte ao produzir
Conhecimento higiênico
Sanitário sobre Profissionalismo
alimentos
Disciplina
A pele, além de proteger o corpo, desempenha
função importante na eliminação das impurezas
que se formam no organismo e que agem como
tóxicos. Estas substâncias, se não forem
retiradas, vão se acumulando e fechando os
poros, o que impede a transpiração e a
respiração da pele, provocando mau cheiro. A
pele está constantemente em contato com
poeiras e fumaças contaminadas que se
depositam e precisam ser retiradas.
Mantenha sua
caixa de
ferramentas
limpa e
organizada.
Mantenha os ingredientes
utilizados para fabricação dos
produtos bem acondicionados.
As embalagens secundárias não
devem ser utilizadas para
acondicionar qualquer material,
a não ser produto acabado.
Os ingredientes devem estar em
recipientes limpos e fechados.
Mantenha os utensílios
existentes na área de processo
sempre limpos.
Os utensílios devem ser
mantidos sempre limpos, sem
acúmulo de quaisquer resíduos.
É proibido o uso de estiletes ou
lâminas nas áreas
de processamento ou
envase/empacotamento.
Ao sentir vontade de
tossir, espirra ou se
coçar, afaste-se do local
de trabalho e em
seguida, lave as mãos.
Atestado clínico de saúde, ou carteira de saúde
PCMSO
Admissional
Periódico
Demissional
Retorno ao trabalho
Mudança de função
Nota: para cada exame médico deve ser emitido o Atestado de Saúde Ocupacional – ASO
Corte e feridas graves, quadros infecciosos ou de
gastrenterites afastar da manipulação ou dispensar
até o restabelecimento
Cortes e ferimentos leves tratar, proteger com
dedeira e luva
Diariamente verificar a existência de quadros
infecciosos gastrintestinais, respiratórios,
pulmonares, oculares, furúnculos, entre outros.
Colaboradores apresentando
infecções (hepatite
viral A, diarréia, vômito, febre,
naso-faríngeas com
febre, pele, secreções
nos ouvidos, etc)
Colaboradores apresentando
lesões (irritações,
cortes infeccionados, feridas)
SIM NÃO AÇÃO CORRETIVA VERIFICAÇÃO
PROCURAR
NINHOS!
Nome da pessoa e do operador, responsáveis pelo
controle de pragas
Quando aplicável, o nome da companhia responsável
pelo controle de pragas ou o nome da pessoa
contratada para o programa
Lista das substâncias químicas usadas, sua concen-
tração, os locais onde foram aplicadas e a freqüência
da aplicação
Mapa com localização das armadilhas
Matérias-primas
Ingredientes SELEÇÃO CRITÉRIOS
Embalagens
OK
RECEBIMENTO
Cadastro de fornecedores
Transporte
Entregador
Embalagem
Rotulagem
Temperatura
Avaliação sensorial
Registros
Ordem de recebimento
SELEÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS,
INGREDIENTES E EMBALAGENS
TEMPO DE DESTINO FINAL
QUARENTENA
(quando aplicável)
Certificação do fornecedor
Histórico da qualidade do produto
Boas Práticas de Fabricação
Sistema de qualidade
Serviços (pontualidade, assistência técnica,
assistência comercial)
Estabilidade financeira
Preço
Obs:
A. Os quesitos de Atendimento, Competitividade,
Pontualidade e Não Conformidades são inteligentes e
apropriados através de nosso E.R.P. (Sistema de
Informações);
B. O quesito Qualidade é subjetivo e inserido em nosso
E.R.P. no ato do recebimento ou no uso dos materiais.
Classificação de Fornecedores
Qualificação Faixa de Pontuação
PLENA 85 à 100
ESPECIAL 70 à 84
RESTRIÇÃO 55 à 69
SUSPENSA 40 à 54
REPROVADO 0 à 39
QUALIDADE ASSEGURADA
SGQ onde o fornecedor demonstra atender o nível de confiabilidade
exigido pelo cliente.
CERTIFICAÇÃO DE FORNECEDOR
Reconhecimento de que o fornecedor atingiu SGQ com o nível de
confiabilidade estabelecido pelo cliente, demonstrando elevado grau de
certeza em atender consistentemente os requisitos estabelecidos.
AUDITORIA DE FORNECEDOR
Avaliação sistemática e periódica do SGQ do fornecedor para verificar
sua confiabilidade.
PROGRAMA DE QUALIDADE
ASSEGURADA
VANTAGENS
• Eliminação ou redução de custos de análise de CQ
• Diminuição de custos com análises
• Diminuição de custos com logística
• Diminuição com capital de giro
• Diminuição de encargos financeiros
• Diminuição de área de estocagem
• Melhoria da qualidade de insumo
NOS FORNECEDORES
OUTROS
ASPECTOS
QUALIDADE
ENTRÍNSICA SEGURANÇA
E DA IMAGEM
EXTRÍNSICA
Programa de qualidade assegurada
QUALIDADE INTRÍNSECA
Atendimento à especificação: deve garantir no
mínimo atendimento aos regulamentos tais: como
segurança dos Alimentos e ao PIQ/RT.
Sensoriais
Microbiológicas
DIMENSÕES DA QUALIDADE
Saúde e integridade do consumidor
PIQ/RT
Outros atributos: cor, sabor, textura
Segurança e saúde do trabalhador
Segurança ambiente
Outros: transgênicos,
alergênicos
PROGRAMA DE QUALIDADE
ASSEGURADA
RECLAMAÇÕES
OBJETIVO:
Identificar os setores da fazenda, facilitando o controle das atividades e processos.
REQUERIMENTOS DA AUDITORIA
REQUERIMENTOS DA AUDITORIA
Há dependências sanitárias e vestiário para os trabalhadores em locais com
2.1
acesso independente das salas de leite e ordenha?
REQUERIMENTOS DA AUDITORIA
Outros animais estranhos a ordenha (cachorro, galinha, ....) ficam longe da sala de ordenha (não
3.3
tem acesso)?
REQUERIMENTOS DA AUDITORIA
A vaca em faze inicial de lactação tem seu leite separado por um período de pelo
4.3
menos cinco dias?
Especificações de Matérias
Primas, Ingredientes e
Embalagens.
Higiene do Veículo de
Entrega
Não contaminar o produto
Ser limpo (UT) e, quando necessário, desinfetado
Permitir separação efetiva durante o transporte de
produtos alimentícios diferentes ou destes com
produtos não alimentícios
Proteger contra contaminações ( poeira e gases )
Manter o nível necessário de temperatura, umidade,
atmosfera para proteger o alimento
Permitir a verificação da temperatura, umidade e outras
condições necessárias
Permitir registros necessários
Unidades de transporte e os containers para o transporte de
alimentos devem ser mantidos em condições
apropriadas de limpeza, reparo e manutenção
Destruição
2-Objetivo
Programa de recolhimento de Alimentos: procedimentos que permitem efetivo recolhimento e apropriado destino final de lote de
alimentos expostos à comercialização com suspeita ou constatação de causar dano a saúde.
Descrever a metodologia de recolhimento de produtos não-conformes introduzidos no mercado de consumo, como também as
responsabilidades pela coordenação de todos os procedimentos de recall, ou ainda estabelecer as diretrizes para rastrear
insumos dentro da indústria alimentícia, e orientar as ações no caso da necessidade de retirar o produto do mercado por
problemas de qualidade.
3-Documentos de Referência:
Código de Defesa do Consumidor
Artigo 10 §1º, 2º, 3º da Lei nº 8078 de 11 de setembro de 1990, Portaria nº 789, de 24 de agosto de 2001.
4 - Campo de aplicação
De acordo com a classe de recall, será constituído um Comitê de recall ou Comitê de Ação Contingencial, responsável por
articular todas as medidas necessárias:
Classe I e II: Presidência, Jurídica, Qualidade, Comercial, Marketing, Produção e Almoxarifado.
Classe III:Jurídica,Marketing,Comercial,Qualidade e Produção.
PRINCÍPIOS DA COMUNICAÇÃO
MENSAGEM
CANAL
EMISSOR RECEPTOR
FEEDBACK
Fernando Ruano Recebido em: Atendido em:
São Paulo/SP 19/07/2004 22:04 4 dias 21 horas 57 minutos 50
segundos
Voltei no supermercado para reclamar, e me disseram que não podiam fazer nada, que eu
deveria procurar o fabricantes. Não consegui entrar em contato com o SAC da Nestlé e por
isso estou fazendo essa reclamação por escrito.
Achei um absurdo um pacote que já vem com poucas bolachas vir faltando 02 delas!!
Exijo um reembolso!
Agradecemos, inicialmente, a oportunidade de prestar nossos esclarecimentos a este site.
A Nestlé, há mais de 80 anos no Brasil, sempre primou pelo total respeito ao consumidor e,
para oferecer produtos da mais alta qualidade, de acordo com as expectativas e exigências
dos consumidores, exerce um severo controle de
qualidade em todas as etapas de fabricação de seus produtos.
Além disso, por ser pioneira no atendimento ao consumidor no Brasil e contar com mais de 43
anos de reconhecida excelência nesse trabalho, valoriza a cada uma das manifestações que
recebe.
Disponibilizamos número de telefone de fácil acesso, com horário de atendimento das 7h00 às
20h00 e contamos com atendimento também pela internet, sendo que essas informações
constam das embalagens de nossos produtos. Por isso, estranhamos o fato de o consumidor
relatar não ter conseguido entrar em contato com nosso Serviço.
Após o contato deste site, prontamente entramos em contato com o senhor Fernando, que nos
relatou já ter consumido o produto, o que nos
impossibilitou de verificar o ocorrido. De todo modo, pelo respeito que temos por nossos
consumidores, imediatamente providenciamos a reposição do produto.
Reiteramos que nosso Serviço é um canal aberto para todos aqueles que, atentos como o
senhor Fernando, estão sempre dispostos a colaborar com suas opiniões, as quais são
sempre bem-vindas e apreciadas pela Nestlé.
Atenciosamente,
Bom dia,
Sabor: Napolitano
Lote: 4076 21:21 venc. 03/2006 K L2
Fui saboreá-lo ontem e tive uma surpresa. O sorvete estava todo "esfarelado" sem consistência
nenhuma, fui experimenta e horrível, sem sabor de nada.
Gostaria de uma explicação do porque esse sorvete veio dessa maneira...ele está em casa, para se
por acaso quiserem comprovar.
Aguardo um retorno.
Grato
Caro Luiz Ricardo,
Sentimos muito pelo que ocorreu com o seu produto. Pelas características do
sorvete descritas por você, este produto sofreu uma variação térmica, que é o
descongelamento seguido do recongelamento do mesmo ocasionado alterações no
sabor, odor, textura, perda de volume, separação de fases e cristalização do sorvete.
Bruna
Atendimento ao Consumidor Kibon
JORDANO LUNARDINI NETO Recebido em: Atendido em:
GUARAREMA/SP 21/06/2004 13:36 30 minutos 32 segundos
Atenciosamente,
No último final de semana fui ao Carrefour perto da minha casa e comprei o sorvete da Kibon Carte
D´Or. Estava pensando que fosse ficar satisfeito com a minha compra, afinal, iria me deliciar com
esse sorvete.
Mas para a minha surpresa, não consegui abrir a embalagem no primeiro momento. Tentei de várias
maneiras manualmente. Não encontrei nada na tampa que explicasse o modo de abrir.
Foi aí que resolvi partir para uma solução mais drástica. Peguei uma faca e tentei cortar a
embalagem. Além de furar a embalagem, perder um tempo com algo que deveria ser prazeroso,
acabei me cortando e acabei perdendo o sorvete.
Eu acho que arriscar um corte na mão para tomar um sorvete não deva valer mesmo a pena. Por
isso quero deixar o meu manifesto e pedir à todos que não comprem esse sorvete.
Imagine, se para um adulto de 25 anos ocorreu toda essa dificuldade, imaginem só para os nossos
filhos.
Imaginem esse tipo de acidente com um filho nosso.
Robson de Oliveira
jornalista
Caro Robson,
Assunto resolvido. O reclamante considerou a resposta publicada como solução para sua
reclamação e entende como assunto encerrado.
Comentários: Estou satisfeita com as explicações, mas considero que o problema da fabricação
das manteigas deva ser bem avaliados. Ou é na hora de empacotar o produto ou na hora de
transportar (o produto talvez derreta), ou as revendas não estão sabendo acondicioná-las
corretamente. Em todo caso, o meu problema foi resolvido.
Daniela Cunha Recebido em: Atendido em:
São Paulo/SP 25/07/2004 22:49 11 dias 14 horas 34 minutos 9
segundos
Prezados,
O serviço de DriveThru do McDonald´s não tem sido muito atencioso! Já aconteceu comigo 2 vezes:
uma vez na loja da Av. Henrique Schauwmann (SP) e outra na Av. Cidade Jardim(SP). Ao pedir um
número, uma vez faltou a batata....eu não conferi, pois paguei, peguei o pacote fechado, coloquei no
banco do carro e, ao chegar em casa, quando eu iria almoçar, vi que paguei pela batata e ela não veio.
Outra vez, pedi McNuggets com 6 e veio o de 4....pedi batata média e veio a pequena....na pressa, não
conferi e quando abri o pacote, vi que haviam errado novamente.
O cliente que compra no DriveThru normalmente está com pressa, no trânsito...seria interessante que
ele recebesse o que pagou !
Infelizmente não tenho mais as notinhas da compra e nem como provar que recebi o produto errado...
Bem, desde o 2o. erro, nunca mais freqüentei o McDonald´s....melhor para minha silhueta, risos
O McDonald's agradece o contato da senhora Daniela. Seu interesse pela nossa empresa é motivo
de orgulho para todos nós.
No momento da compra em nosso Drive Thru, solicitamos que os clientes confiram o seu pedido.
Em casos de falta de produtos, nossos funcionários estão orientados a atender imediatamente a
solicitação do cliente.
Prova disso é que gostaríamos de convidá-la para uma nova visita a um de nossos restaurantes a
fim de demonstrar-lhe pessoalmente todos os cuidados e detalhes dos procedimentos que
envolvem a preparação de nossos produtos, bem como o treinamento de nossos funcionários.
Atenciosamente,
Que vergonha.....
Agradecemos seu contato e pedimos desculpas pelo ocorrido.
Procuramos sempre ter um alto padrão de qualidade seja em atendimento, higiene ou
produtos e desejamos que tais características sejam encontradas em todas as lojas da
nossa rede.
Todas as lojas devem seguir obrigatoriamente os padrões rígidos, obedecendo aos
processos de forma a garantir equidade de tratamento em toda rede.
Sendo assim, o Controle de Qualidade Central da rede realizará uma auditoria na loja citada
em sua mensagem, verificando desta forma, se esta segue todas as orientações passadas
pela rede com relação a estes produtos (esfihas folhadas).
Outrossim, informamos que sua reclamação será encaminhada para a nossa Central de
Produção responsável pela fabricação das esfihas folhadas, pois estes produtos são
recebidos prontos por nossas lojas, recebendo apenas aquecimento na hora de servi-los.
A Diretoria da rede também tomou ciência de seu descontentamento.
Ressaltamos, porém, que todas as fotos dos produtos encontrados em folder e banners são
meramente ilustrativas. Esta informação está contida nestes itens.
Certos de sua compreensão.
Cordialmente
Alô Tia Eda – Serviço de Relacionamento com o Cliente
Tel (11) 5696-6000
Demais localidades 4001-6000
Angélica Mattos Recebido em: Atendido em:
Rio de Janeiro/RJ 12/04/2004 09:01 18 dias 9 horas 54 minutos 55
segundos
Boa tarde,
O Habbib's está com uma promoção de 28 min para entrega de lanches caso, contrário não paga o
lanche.Com está promoção só consegui fazer o lanche 2hs após ter feito o pedido e ter feito diversas
reclamações.
Gostaria de entrar com uma ação sobre propaganda enganosa.Como devo proceder?
Obs:Além de ter demorado 2 h veio faltando lanches tive que ir até o local para buscar o que estava
faltando
Para amenizar o descontentamento causado a cliente estamos enviando um vale cortesia pelo
correio. Pedimos desculpas e esperamos que a cliente volte a utilizar os serviços de nossas
lojas, bem como do Delivery 28 Minutos.
Cordialmente
Tia Eda
Exemplos de registros:
Check list
Planilhas de registros de temperatura
Planilhas de ações Corretivas
Laudos de análises
Registros de desinsetização/
desratização
Devemos guardar somente as informações que
demonstrem que os perigos foram realmente
controlados.
Objetivo:
Garantir controle de todos os documentos para
que somente os mais recentes e atualizados,
fiquem à disposição ou sejam utilizados.
Aplicação:
Manuais de operação, procedimentos,
instruções de trabalho, especificações, planos,
etc..
A efetiva implantação dos documentos significa: ESCREVER O QUE É FEITO e FAZER O QUE ESTÁ ESCRITO
MONITORAMENTO, AVALIAÇÃO E
REGISTROS
Monitoração periódica
MEDIDAS CORRETIVAS EM CASO DE DESVIOS
- destino do produto
- restauração das condições sanitárias
- reavaliação dos POPs
RDC 275
MONITORAMENTO, AVALIAÇÃO E
REGISTROS
Avaliação freqüente e ajustes necessários
- efetividade da implementação dos POPs
- ajustes necessários de acordo com os resultados
Manual da Qualidade
Obs.: A aprovação de
todas a classes de
documentos é um
requisito da norma ISO. Procedimentos
O nível depende da
estrutura organizacional
da empresa.
Instruções de
trabalho/serviço
Formulários, Registros,
Documentos, Livros e
Arquivos
Compras Produção
Contratos Produção da Treinamento
Desenvolvi Gerência de Instalação Qualidade de Pessoal
Marketing mento de
Materiais Assist. Controle da
Vendas Projetos
Armazenamento Técnica Qualidade
Expedição
PIRÂMIDE
DA DOCUMENTAÇÃO
PLANO APPCC
E
MANUAL BPF
PPHO E PPO
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
BASES
REFERENCIAIS *
PROCEDIMENTOS
DE TRABALHO
INSTRUÇÕES DE TRABALHO
REGISTROS
* Referências oficiais : Portaria 326 (MS), portaria 368 (MAPA), portaria CVS-6
(SP), portaria 1428 (MS), RDC 275 (MS), RDC 216 (MS).
Procedimento Padrão de Higiene Operacional CÓD: PPHO 1
logotipo
(PPHO) Revisão:
Título: Potabilidade da Água Página___ de___
cabeçalho
rodapé
Elaborado por: Verificado por: Aprovado por:
Como Garantir as Boas Práticas?
• Treinamento
• Auditorias internas
• Auditorias externas
fazer um esforço
SEGURANÇA
DO
CONSUMIDOR !
CADA UM DE NÓS DEVE
TOMAR ATITUDES, POR
MENORES QUE PAREÇAM SER,
PARA AJUDARMOS DE ALGUMA
FORMA NOSSO SEMELHANTE!
ISO 22000 Implantação
Voluntária
APPCC
BPF
(PPHO`s/POP`s Implantação
obrigatória
5S
Usada no BRASIL
Sigla oficial do M.A.P.A.
ARCPC é uma sigla ultrapassada e interpretada erroneamente por Riscos e não Perigos.
Usada MUNDIALMENTE
Pronunciada como “Rassap”
Nas décadas de 1950, 1960 e 1970:
Comissão de Energia Atômica –
Usinas Nucleares e Aviação Civil
Utilização dos princípios e objetivos
do APPCC nos projetos das plantas
MAR DO NORTE
INGLATERRA
LONDRES
CANAL INGLÊS
Segurança
preventiva
Lago Lago
Superior Huron
Lago
Lago Ontário
GOLFO DO MÉXICO
Lago
Lago Ontário
Michigan Lago
Erie
OCEÂNO OCEÂNO
(Administração Espacial e da
PACÍFICO ATLÂNTICO
Aeronáutica) Segurança da
GOLFO DO MÉXICO
Internacional
• Codex Alimentarius – CAC/RPC 1/1969 Rev. 4 (2003)
• FDA
• USDA - 1997
• Mercosul
• Comunidade Européia
• Canadá, Japão www.fda.gov
www.usda.gov
CODEX – CAC/RCP 1/1969
Comissão do Codex Alimentarius estabelece na revisão 4 de 2003:
Código de práticas de higiene para alimentos pouco ácidos processados e embalados de maneira asséptica
CAC/RCP 40-1993
CAC/RCP 39-1993 Código de práticas de higiene para alimentos pré-cozidos e cozidos em alimentações coletivas
CAC/RCP 42-1995 Código de práticas de higiene para especiarias e plantas aromáticas secas
CAC/RCP 43-1995 Código de práticas de higiene para o preparo e venda de alimentos vendidos na rua
CAC/RCP 2-1969 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para frutas e vegetais enlatados
CAC/RCP 5-1971 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para frutas e vegetais desidratados incluindo fungos
comestíveis
CAC/RCP 4-1971 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para coco ralado seco
CAC/RCP 3-1969 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para frutas secas
CAC/RCP 15-1976 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para produtos de ovo
CAC/RCP 21-1979 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para alimentos para bebês e crianças (inclusive
especificações e métodos microbiológicos para análises microbiológicas)
CAC/RCP 11-1976 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para carne fresca
CAC/RCP 29-1983 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para animais de caça
CAC/RCP 23-1979 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para alimentos enlatados pouco-ácidos e acidificados
CAC/RCP 18-1978 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para moluscos bivalvos
CAC/RCP 14-1976 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para processamento de aves
CAC/RCP 13-1976 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para produtos processados de carne e aves
CAC/RCP 33-1985 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para coleta, processamento e comercialização de água
mineral natural
CAC/RCP 30-1985 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para o processamento de patas de rãs
CAC/RCP 10-1976 Código de práticas de higiene internacionais recomendadas para pescado enlatado
Recebimento Armazenamento
Leite
Perigos potenciais
Salmonella
Campylobacter
Medida de controle
Aquecimento
Ponto Crítico de Controle
Fervura na panela
Limite Crítico
Formação de espuma
Monitorização
Observação da espuma
Verificação
VÍDEO
Controlar os perigos e indicar Ações Corretivas
Determinar os Pontos Crítcos (etapas onde os
Perigos vão ser controlados)
Especificar o que deve ser Monitorizado
(controlados) e os Limites Críticos a serem
respeitados
Ditar as Ações Corretivas a serem aplicadas, caso
o Limite Crítico não seja respeitado
Registrar, para mostrar que o perigo foi controlado
agente de natureza biológica, química ou física, ou
condição (propriedade) do alimento que pode causar dano à
saúde ou à integridade do consumidor (efeito adverso). O
conceito de perigo poderá ser mais abrangente para aplicação
industrial ou governamental, considerando aspectos de
qualidade, fraude econômica, deteriorações, entre outros.
probabilidade (possibilidade) de manifestação de um
perigo e a magnitude deste efeito. Pode ser classificado em alto,
médio ou baixo.
Identificação de perigos e
medidas preventivas (de controle) relacionadas; Identificação
dos Pontos Críticos de controle (PCCs); Limite crítico para seu
controle; Monitorização do limite crítico; Caracterização das
ações corretivas; Registros e verificações.
etapas seqüenciais para elaboração
do Plano APPCC: Formação de equipe; Descrição do produto;
Intenção de uso do produto; Elaboração de fluxograma do
processo; Confirmação “in loco” do fluxograma e os sete
princípios do sistema. (Codex Alimentarius)
inocuidade de alimentos para o consumidor e para a
saúde pública.
FOCAL
Focaliza a atenção nas operações críticas onde o controle é essencial para a
segurança do alimento
COMPREENSÍVEL
Leva em consideração os ingredientes, processos e o uso posterior dos
produtos, podendo ser aplicado da produção ao consumo
CONTÍNUO
Os problemas são detectados assim que ocorrem ou imediatamente após,
indicando com objetividade as medidas corretivas a serem tomadas
SISTEMÁTICO
É um plano completo que cobre as operações e os procedimentos passo-a-passo
?
Não é suficiente identificar o perigo, é fundamental indicar como podem ser controlados no processo todo (BPF+APPCC+condições de uso/consumo).
O produtor é o responsável !
A uniformidade da produção
depende de etapas, como a
da mistura.
?
?
?
Alternativas para o
controle da
Inspeção tradicional
GRÃO COM
AFLATOXINA INSPEÇÃO DO
PRODUTO FINAL: 10%
OK!
pró-ativos
Alternativas para o
controle da
Inspeção dinâmica
AMENDOIM
SECAGEM ESTOCAGEM
NO CAMPO
G RÃ O C O M
A F LA TO X IN A
O K!
Análise do Produto Final APPCC
AVALIAÇÃO DE PRÉ-REQUISITOS *
FORMAÇÃO DA EQUIPE
AVALIAÇÃO DE PRÉ-REQUISITOS
GERAL
Principais fontes de microrganismos
Microrganismos deterioradores e patogênicos importantes em alimentos
Influência da temperatura e de outros fatores na qualidade e na inocuidade dos
alimentos
PRODUTORES DE VEGETAIS
Princípios básicos de Boas Práticas Agrícolas (GAP - Good Agriculture
Practices)
Indicadores de deterioração na colheita
Medidas de controle da contaminação durante a colheita
Técnicas de manuseio adequadas para minimizar os danos
Transporte de vegetais
PRODUTORES DE
PESCADOS E FRUTOS Influência da qualidade da água na contaminação de pescados por
DO MAR microrganismos patogênicos
Limpeza de equipamentos e construções para pesca,
armazenamento e processamento de animais marinhos
Influência da evisceração na inocuidade de pescados
Controle de pescados deteriorados
Conhecimento básico necessário ao pessoal da indústria de alimentos
OPERADOR DE LINHA
Principais fontes de microrganismos para o produto sob sua
responsabilidade
Papel dos microrganismos nas enfermidades transmitidas por
alimentos e na deterioração de alimentos
Princípios de higiene pessoal
Importância da comunicação de enfermidades, ferimentos e cortes à
supervisão
Natureza dos controles exigidos e sua função no processo
Métodos e freqüência de limpeza dos equipamentos sob sua
responsabilidade
Modo de registro de desvio e especificação dos controles
Características de produtos normais e alterados
Importância da conservação de registros
Como monitorar os PCC sob sua responsabilidade
PESSOAL DE CONTROLE DE
QUALIDADE Fontes de microrganismos, sua importância, microrganismos
patogênicos e causadores de deterioração, e métodos de controle
Como realizar e interpretar análises biológicas e físico-químicas
Como pesquisar as possíveis causas de desvio no processo e sua
solução
Como manter e transmitir registros de controle de qualidade
Conhecimento básico necessário ao pessoal da indústria de alimentos
CONTINUAÇAO
GERÊNCIA
Conseqüências microbiológicas e econômicas de um processo fora de
controle
Como determinar se um processo está sob controle
Onde começam e terminam as responsabilidades dos operadores de
linha, pessoal de controle de qualidade e técnicos
Fontes de microrganismos e seu papel na transmissão de enfermidades
e deterioração de alimentos
Benefícios da higiene pessoal para os operadores de linha
Responsabilidade da gerência para garantir que os operadores de linha
e o pessoal de controle de qualidade sejam treinados em GMP e nas
necessidades específicas de suas funções
ARMAZENAMENTO
E TRANSPORTE Princípios de contaminação cruzada por microrganismos patogênicos e
deterioradores de alimentos
Princípios de inocuidade alimentar durante o transporte
Princípios de limpeza e desinfecção aplicadas aos veículos
Papel da temperatura na inocuidade alimentar
Importância do controle de pragas
Conhecimento básico necessário ao pessoal da indústria de alimentos
CONTINUAÇAO
CONSUMIDOR
Medidas práticas para garantir a inocuidade dos alimentos preparados,
armazenados e processados
Processos e métodos adequados de conservação e a conseqüência de práticas
indevidas
Práticas inadequadas que permitem crescimento de microrganismos e
germinação de esporos
Alimentos potencialmente perigosos
Possibilidade e riscos de contaminação cruzada
INSPETORES OFICIAIS
O mesmo nível de conhecimentos dos operadores de linha, do pessoal de
controle de qualidade e dos gerentes sobre enfermidades transmitidas por
alimentos e deterioração de alimentos e seu controle
Metodologia de análise de riscos
Registro das discussões (na forma de “Atas de Reuniões”)
O plano tem de ser elaborado pela equipe, ou seja, pela indústria.
o Não existem planos prontos para aplicação imediata.
o Os planos devem sempre ser aprimorados.
o Uma consultoria externa representa apoio e direção.
o A base para elaboração do plano tem que ter apoio científico.
o Uma assessoria de especialista não inclui a elaboração do plano, mas
só dar a base necessária para a sua elaboração pela equipe.
o Um assessor/Consultor não é membro da equipe APPCC.
O Plano
SAÚDE
INTEGRIDADE
DO
CONSUMIDOR
Razão Social: ______________________________________________________________.
Endereço: _____________________________________________________________________.
CEP: __________ Cidade: __________.Estado: ________.
Telefone : ____________________. Fax.: _____________.
C.G.C. ____________________. I.E. : ________________.
Responsável Técnic o: _____________________________.
No de Registro no SIF: ____________________________.
Categoria do Estabelecimento: ______________________.
Coordenador do
Programa/ Equipe
APPCC
facilitador
relator
Prazo de Validade:
_______________________________________________________________
Material de embalagem **
Método de Preservação:
Conservante (sal de cura); Cozimento no processo; Refrigeração
Para fatiados embalagem final em atmosfera controlada
Validade:
90 dias
Embalagem:
Embalagem Primária: Para peça-filme de poliamida/ Para fatiados-filme de poliéster laminado com filme
coextrusado de polietileno
e EVOH.
Embalagem Secundária: caixa de papelão ondulado
Embalagem Terciária: pallet com filme strech
Condições de Estocagem:
Refrigeração de zero a 4oC
Condições de Distribuição:
Caminhões frigorificados, próprios e terceirizados, com indicador de temperatura.
O produto sai da fábrica e vai direto para o varejo.
Público-Alvo:
Público em geral
Populações Sensíveis:
Pessoas sensíveis à nitrato e nitrito
Legislação Aplicável:
Brasil e França (CEE)
Composição:
Matérias Primas/ Insumos/ Coadjuvantes
Peito de Frango Desossado Resfriado in Natura
Cloreto de sódio iodado
Sal de cura
Aroma de Frango
Aroma de Carne
Dextrose
Eritorbato
Materiais de Embalagem:
Filme de Poliamida
Filme Polímero
Caixa de papelão ondulado
FORMULÁRIO D
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
Características da embalagem:
Prazo de Validade:
180 dias
Características da embalagem:
A vácuo (PVdC/ Nylon-polietileno)
Prazo de validade:
60 dias
SÍMBOLOS INTERPRETAÇÃO
ETAPA DO PROCESSO
DIREÇÃO DO FLUXO
INGREDIENTE OU MATÉRIA-PRIMA
CONTAMINADA
Símbolos são com base nos trabalhos de Frank CONTAMINAÇÃO DO ALIMENTO ATRAVÉS DE
Bryan e não estão incluídos em outras EQUIPAMENTOS/UTENSÍLIOS
publicações, como o Codex Alimentarius.
Observar que os 3 primeiros símbolos (etapa de
processo, etapa nem sempre realizada e direção POSSIBILIDADE DE MULTIPLICAÇÃO DE
de fluxo) constam em praticamente todas as MICRORGANISMOS
descrições do Sistema APPCC, incluindo o do
Codex Alimentarius.
DESTRUIÇÃO DE CÉLULAS VEGETATIVAS, MAS
X NÃO DE ESPOROS
POSSIBILIDADE DE SOBREVIVÊNCIA DE
MICRORGANISMOS
Recebimento
Armazenamento
2- Armazenamento
São armazenadas sob refrigeração, em geladeiras (temperatura
até 10oC) por no máximo 3 dias.
3- Higienização
São selecionadas, onde são retiradas as folhas ou unidades
danificadas e depois são lavadas uma a uma ou folha a folha
em água corrente. São imersas em solução clorada a 100ppm
por 15 minutos e enxaguadas em água corrente.
RECEPÇÃO DE
PCC 1 (m, Q)
CARCAÇAS
DESOSSA
corte
EMBALAGEM
CONGELAMENTO
DESINFECÇÃO
Recepção da carne
Moagem
Enformagem
Congelamento
Empacotamento
Distribuição
Aquecimento
Consumo
Diagrama de fluxo para hambúrguer
Pesagem/moagem (CCP)
Enformagem
Congelamento
Embalagem
Armazenamento (CCP)
Diagrama de fluxo para leite UHT
Leite cru
Padronização
Clarificação
Homogeneização
Aquecimento (CCP)
Resfriamento
Enchimento e envase
Armazenamento e distribuição
Diagrama de fluxo para cenoura e vagem congelados
Recepção da matéria-prima (CCP)
Lavagem (CCP)
Seleção/Classificação
Congelamento
Embalagem
Armazenamento (CCP)
Diagrama de fluxo para suco de maracujá pasteurizado
Pesagem
Pré-lavagem
Seleção
Lavagem
Corte da fruta
Extração da polpa
Pasteurização (CCP)
Resfriamento
Envase (CCP)
Armazenamento
Diagrama de fluxo para lasanha
Recepção da matéria-prima
Armazenamento
Cozimento da carne
Montagem
Cozimento (Forno)
Resfriamento
Envase
Armazenamento
Aquecimento (CCP)
Consumo
Diagrama de fluxo para a produção de leite bovino
Preparo para a ordenha
Distribuição de ração
Ordenha
Imersão posterior
Resfriamento (CCP)
HAMBÚRGUER
Descrição do produto
O hambúrguer é um produto cárneo, elaborado a partir de carne bovina cortada
em cubos medindo 4x4 cm, que são depois moídos e misturados a outros ingredientes,
como condimentos e aditivos alimentares. O produto final é envasado em bolsas plásticas
e armazenado em temperaturas de congelamento de —18°C (0°F). O produto deve ser
frito antes de ser consumido.
Coleta
Seleção
Filtração
Coalho
Resfria mento
Recebimento Coalho PCC 3 (M) Estocagem de leite cru Fer mento lático Cloreto de cálcio e corante
P asteurização Inoculação
Dosagem PCC 4 (M) Dosagem
Tanque de fabricação
Coagulação
Recebimento Mexedura/
Aquecimento
Salga Estocagem
Secage m/Embalage m
Estocagem Transporte
PCC 5 (M/Q) Maturação
Comer cialização
DESCRIÇÃO DO PROCESSO
Leite cru in-natura, transportado em caminhão-tanque, em temperatura de até 7C.
Filtração: tem por finalidade remover as impurezas maiores, evitando que estas
fiquem aderidas ao resfriador.
Estocagem do leite cru: feita em tanques isotérmicos para dificultar a troca térmica
do leite com o meio ambiente.
– corante – de 5 a 10 ml
Fermento lático: utilização de culturas DVS; para queijos fechados, usar cultura tipo “O”
(Lactococcus lactis subsp lactis e Lactococcus lactis subsp cremoris), à base de 1,5%;
para queijos abertos, com olhaduras, usar cultura “LD” que, além dos microrganismos já
citados, contém ainda Leuconostoc citrovorum e Lactococcus lactis subsp lactis biovar
diacetylactis, denominada flora aromática, à base de 1,5%.
Coalho: usar a dose regular para obter a coagulação em cerca de 30-40 minutos a
32C.
Cortar a coalhada em grãos miúdos (grão de milho) e agitar lentamente por cerca
de 15 minutos. A acidez do soro no corte deve corresponder a cerca de 2/3 da
acidez do leite no momento da coagulação.
Reiniciar a agitação com maior rapidez. A adição de água quente (70-80C) deverá
ser feita lentamente, tipo chuveirinho, devendo ser iniciada somente quando os
grãos de coalhada estiverem novamente bem distribuídos no soro (sem embolar).
A adição de cloreto de sódio não é recomendada. A quantidade de água quente
deve se situar entre 15 e 20% do volume inicial de leite.
O aquecimento deverá ser feito até 39-40C (inverno) e 41-42C (verão); caso
necessário, pode ser complementado através de vapor indireto.
A massa deverá ser pré-prensada sob soro por 15-20 minutos, sob pressão de 50-
60 libras/pol2 .
– viragem
Os queijos poderão ficar nas formas (ou prensas) até o dia seguinte ou serem
conduzidos à salmoura tão logo atinjam um pH por volta de 5,5-5,7, o que
normalmente ocorre entre 6 e 8 horas após a adição do fermento ao leite. O queijo
Prato deve apresentar um pH de 5,7 a 5,9, após 6 horas da adição do fermento.
O tempo de salga na salmoura (a 10-12C, com 19Bé ou 20% de sal) variará em
função do formato e peso do queijo. Geralmente, uma forma de 3Kg poderá ser
salgada por até 48 horas mas, na prática, o Prato deste peso é salgado por, no
máximo, 24 horas (a maior parte do sal é absorvida nas primeiras horas de salga).
Após a salga, os queijos serão secados por 24 horas em câmara fria, embalados a
vácuo em película plástica termoencolhível e levados à câmara de maturação (12-
14C, com 85-90% de umidade), onde deverão ser maturados por, no mínimo, 60
dias para desenvolvimento da consistência e sabor ideais.
Havendo necessidade de uma estocagem por até 6 meses, a mesma pode ser
feita à temperatura de 0 a 3C. Neste caso, aconselha-se a obtenção de um queijo
com um teor de umidade de 40 a 42% no máximo, massa mais lavada e com teor
de sal ligeiramente superior ao normal.
FORMULÁRIO F
FLUXOGRAMA E DESCRIÇÃO DO PROCESSO
Exemplo para produção de SALSICHA (produto cárneo cozido resfriado)
Fluxograma do Processo
Preparo da Carne
Pesagem, moagem/
quebrador de blocos PCC 1 (F) Pesagem de
condimentos e aditivos
PCC 2 (Q)
Trituração
Resfriamento em
câmara fria
Embalagem
Fluxograma com
Pontos Críticos
de Controle O1/O2
RECEBIMENTO DE MILHO/ENSILAGEM
fluxograma
Separação
Remover partículas metálicas que acompanham
3 Magnético -
o milho
083
Armazenar o milho nos silos (Os silos é Controlar quantidade de milho nos silos durante
9 Ensilagem
composto por 14 células e 6 intercélulas) a ensilagem até atingir o nivel alto
FLUXO DE PROCESSO e DESCRIÇÃO
Metal 24%
Vidro 10%
Insetos e sujidades 47%
Dados de 1988 à 1994
Agentes etiológicos de doenças de
origem alimentar nos EUA.
Agente Etiológico Surtos(%) Casos(%)
Bactérias 66 87
Vírus 5 9
Parasitas 5 1
Produtos Químicos 25 4
Fonte: FPI/USA, 1995
Agentes etiológicos de doenças de origem
alimentar. Brasil e Exterior.
Prevalência
Brasil EUA Europa
Agente Etiológico (1978-92) (1987) (1990-91)
Salmonella sp. 2 2 1
Escherichia coli 3 5 -
Campylobacter jejuni/coli - 1 5
Yersinia enterocolitica - 8 -
Staphylococcus aureus 1 3 2
Listeria monocytogenes - 9 -
Bacillus cereus 5 7 6
Clostridium perfringes 4 6 3
Clostridium botulinum - 11 7
Secretaria de Saúde, Paraná, 1994; WHO Geneva 1990: Robert von Ostertag Institut, Berlim, Germany, 1994
Surtos de doenças transmitidas por alimentos
segundo o local de ocorrência, Brasil 1999.
Fonte: FUNASA/MS
Nota: notificação de 9 Estados (BA, CE, DF, GO, MT, PR, RS, RR, SP)
FIGURA 1 - Número de Surtos Notificados de Doenças Transmitidas
48
77 Bactéria
Parasita
4
Vírus
Desconhecida
68
43
26
28
E. coli
602
Salmonellas
Shigellas
St. Aureus
C. perfringens
1133 17 Outras
Palmito em Conserva
Acarajé
Hortaliças
Toxinfecções (1987 - USA)
Risco:
É a possibilidade ou probabilidade de um perigo se manifestar
Controle de Perigo
Prevenção, eliminação ou
redução do perigo e/ou a
minimização do risco.
Codex, OMS/FAO
CLASSIFICAÇÃO DOS PERIGOS - OPAS
Perigos físicos: fragmentos de vidro, metal e madeira ou outros objetos que possam
causar dano físico ao consumidor (feridas na boca, dentes quebrados ou outro tipo
de lesão que necessite de intervenção médica para retirar o agente do organismo
do consumidor).
Variáveis do hospedeiro
• Idade
• Estado geral de saúde
• Gravidez
• Uso de medicamentos - com ou sem prescrição médica
• Distúrbios metabólicos
• Alcoolismo, cirrose, hemocromatose
• Quantidade de alimento ingerido
• Variação da acidez gástrica: uso de antiácidos, variação natural, acloridria
• Distúrbios genéticos
• Estado nutricional
• Imunocompetência
• História pregressa cirúrgica
• Ocupação
pH
Aa
Potencial de óxido-redução
Conteúdo de nutrientes
Constituintes anti-microbianos
Estruturas biológicas
Microbiota do alimento
Temperatura
Umidade relativa
Presença de gases no meio
1) Pouco ácidos: pH4,5
Alimentos Aw
Vegetais e frutas frescas > 0,97
Frutos do mar e frango fresco > 0,98
Carne fresca > 0,95
Ovo 0,97
Pão 0,95 a 0,96
Queijo (quase todos) 0,91 a 1,00
Queijo parmesão 0,68 a 0,76
Carne curada 0,87 a 0,95
Bolo assado 0,90 a 0,94
Nozes 0,66 a 0,84
Geléia de frutas 0,75 a 0,80
Gelatina 0,82 a 0,94
Arroz 0,80 a 0,87
Farinha de trigo 0,67 a 0,87
Mel 0,54 a 0,75
Frutas secas 0,51 a 0,89
Caramelo 0,60 a 0,65
Cereais 0,10 a 0,20
Açúcar 0,10
FRUTAS pH
PESCADOS
Caranguejo 7,0
Molusco 6,5
LATICÍNIOS
Classificação dos microrganismos de acordo com o seu tipo respiratório ( aeróbios estritos, anaeróbios, anaeróbios facultativos e microaerófilos).
Alimento Potencial de oxirredução-Eh
Leite +200 a +400
Queijo Cheddar +300 a -100
Carne in natura -60 a -150
Carne enlatada -20 a -150
Carne moída +300
Suco de uva +409
Suco de limão +383
% máxima de NaCl 6 10 8
Fatores que afetam o crescimento de Listeria monocytogenes
PARÂMETROS VALORES
Temperatura mínima 0°C (32°F)
Temperatura máxima 45°C (113°F)
pH mínimo 4,3
pH máximo 9,6
Aw mínima 0,83
% máxima de NaCl 20
O O2 nas carnes curadas causam descoloração e a ausência do mesmo, nas carnes frescas podem ocasionar o crescimento de C. botulinum.
Produto %CO2/O2 Vida de Extensão V.P.
prateleira
Bacalhau 40/20 14 7
60/20 17 10
Haddock 40/30 13 6
60/20 11 4
Siri 40/30 10 -
Truta (Inteira) 40/30 8 -
Truta defumada 60/20 15 4
Produto %O2 %CO2 %N2
Carne fresca 60-85 15-40 -
Carnes/ Cozidas/ Curadas - 20-35 65-80
Aves - 25 75
Pescado (magro) 30 40 30
Pescado (gordo) - 60 40
Salmão 20 60 20
Queijo - 100
Pão - 60-70 30-40
Bolos 60 40
Bolos (base leite) 100
Pasta (fresco) 100
Frutas secas/ Torradas 100
T
2
T
1
%H2
O
Aa
Como aditivo
Produzida in-sito (bactérias lácticas)
PERIGOS QUÍMICOS FONTES MEDIDAS DE CONTROLE
Produtos de Utensílios e Utilizar, quando possível, produtos não tóxicos
Limpeza; lubrificantes Equipamentos
(grau alimentício) Aplicar sistema de limpeza adequado
Defensivos agrícolas Matérias-Primas Destruir produtos contaminados com
defensivos agrícolas ou utilizá-los para outros
fins
Metais pesados
Evitar matérias primas originárias de locais
com histórico de contaminação com produtos
químicos e metais pesados
Obter certificado de qualidade da água e das
matérias primas
Controlar a produção primária
Alérgenos Matérias-Primas Incluir composição do produto no rótulo
Evitar componentes alergênicos no produto
Nitratos, Nitritos Matérias-Primas Evitar o uso de matérias-primas contendo
Superdosagem níveis elevados dessas substâncias
Utilizar em níveis permitidos pela legislação
Calibrar e ajustar os equipamentos de
dosagem
PQ – O DESAFIO É PERCEBÊ-LO!
PERIGOS QUÍMICOS FONTES MEDIDAS DE CONTROLE
Histaminas Matéria-prima Controle da temperatura
(principalmente pescado
da família Scombridae)
Micotoxinas Bolores micotoxigênicos
Controle da temperatura e UR no
armazenamento
Pasteurização adequada (patulina)
Seleção adequada da matéria-prima
Toxinas Algas Evitar a pesca em águas poluídas com algas
marinhas produtoras de toxinas
Plastificantes e migração a Embalagens Utilizar embalagens previamente aprovadas
partir de embalagens
Estudar a migração ao selecionar o tipo de
embalagem
MECANISMOS DE TOXICIDADE:
EXPOSIÇÃO, DOSE EM ÁREAS CRÍTICAS
E RESPOSTA
QUÍMICOS DE INTERESSE PARA A SAÚDE
Os perigos potenciais para a saúde do consumidor aumentam quando os químicos
não são controlados ou as proporções recomendadas de uso são excedidas.
•Conservantes de alimentos
•Coberturas, películas e substâncias relacionadas
•Aditivos dietéticos e nutritivos especiais
•Agentes anticoagulantes
•Agentes aromatizantes, saborizantes e substâncias relacionadas
•Gomas, bases para chicle e substâncias relacionadas
•Outros aditivos específicos
•Aditivos multifuncionais
= TOXINAS DE COGUMELOS
Amanitina, Giromitrina, Orelanina, Muscarina,
Ácido Ibotênico, Muscimol, Psilocibina e Coprina.
FONTES POSSÍVEIS DE PERIGOS QUÍMICOS
• ARMAZENAMENTO
• TRANSPORTE
• CONSERVAÇÃO
• TRANSFORMAÇÕES E PROCESSAMENTO
• DISTRIBUIÇÃO E LOCAIS DE VENDA
• BIOPRODUÇÃO (TOXINAS, PRODUTOS DE
DEGRADAÇÃO METABÓLICA) – EM QUALQUER
ELO DA CADEIA ONDE A BIOMONITORIZAÇÃO É
FALHA OU NÃO É APLICADA
TECNOLOGIAS PARA O CONTROLE
PERIGOS QUÍMICOS
Inspeção visual
Uso de filtros, peneiras ou tamizes
Uso de detectores de metais
Separação por densidade
Uso de magnetos
Precaução e higiene pessoal
Etapa Perigo
Medida de Ação
Responsável Frequência Registro
Controle Corretiva
1) BPF
1) BPF e 1) BPF e 1) BPF e 1) BPF e
e
2) 2) 2) 2)
2)
Veículo e Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção
Q Óleo Manutenção
instalações Preditiva Preditiva Preditiva Preditiva
Preditiva
(GR-IT- (GR-IT- (GR-IT- (GR-IT-
(GR-IT-
MG002) MG002) MG002) MG002)
MG002)
Descarga Insetos,
1 metais, Milho,
de milho
F madeira, vidro, veículo e
pedra, instalações
borracha. 1) BPF
1) BPF e 1) BPF e 1) BPF e 1) BPF e
e
2) MIP 2) MIP 2) MIP 2) MIP
2) MIP
(Controle de (Controle de (Controle de (Controle de
(Controle de
pragas) pragas) pragas) pragas)
pragas)
Milho,
Microorganism
B veículo e
os patógenos
instalações
Ex.: C. botulinum em mel é perigo para bebês de até , no máximo, 6 meses de idade; para outras faixas etárias, não é.
A severidade do V. vulnificus é variável em função da faixa etária.
Para os perigos físicos, também pode ocorrer variação de severidade em função das classe de consumidor
(consumidores imunocomprometidos, faixas etárias extremas, gestantes, etc).
.
Para os perigos químicos, em especial os cumulativos, esta variação da severidade em função do consumidor já não
é tão clara.
são as resultantes de contaminações por
microrganismos ou suas toxinas com quadro clínico
muito grave. Exemplos: toxinas de Clostridium
botulinum, Salmonella Typhi, Shigella dysenteriae,
Vibrio cholerae O1, Brucella melitensis, Clostridium
perfringens tipo C, Vírus da hepatite, Listeria
monocytogenes (em alguns pacientes), Taenia solium
(em alguns casos), prions e outros.
são as patologias resultantes da contaminação
por microrganismos de patogenicidade moderada, mas
com possibilidade de disseminação extensa. Por
exemplo: Escherichia coli enteropatogênica, Salmonella
spp, Shigella spp, Streptococcus ß hemolítico, Vibrio
parahaemolyticus
Gestor/Coordenador
Cientista Conselheiro
Jurídico
Conselheiro
Especialista
Político
Financeiro
Especialista da Comunicação
Comunicação de Risco
Quem faz parte?
Organismos internacionais;
Governos – os Ministérios relacionados;
Indústrias e outros setores produtivos e
de serviço de alimentos;
Consumidores e órgãos de proteção do
consumidor;
Universidades e Institutos de Pesquisas;
Meios de Comunicação – mídia;
Outros
Análise de Riscos
Componentes
Gestão Comunicação
Análise
de
Riscos
Avaliação
Caracterização do Perigo
Métodos de preparo
• Possibilidade de contaminação e de
contaminação cruzada.
Métodos de cocção
• Tempo e temperatura.
Variações.
Cenários (Salmonella em ovos)
% de ovos Nº de células/mL de % de ovos crus
contaminados gema consumidos
0,01 <10 1
10 10
102 50
0,1 <10 1
10 10
102 30
1,0 <10 1
10 10
102 20
Salmonella enteritidis
Fezes: SS Agar Alimentos: XLD Agar
Conservação/transporte
Processo Níveis de SE no ovo exposto a venda
Processo térmico (pasteurização)
Validação
Transporte
Conservação • Compara a predição com os
dados obtidos
Processo
Embalamento Nota: a confirmação de dados
similares obtidos por
Distribuição e pesquisadores independentes
Vendas contribui para a credibilidade
do mesmo.
Preparo
Uso Final
P = Presença C = Concentração
Gestão de Riscos por OSA
Avaliação Gestão
Risco da Salmonella em ovo
doença:1 pasteurizado
caso/105
<1 caso de salmonelose
por 100.000 habitantes/ano
Estabelecimento de
critérios de desempenho
do processo
Gestão de Segurança
Alimentar por OSA
Indústria
Gestão da segurança
alimentar
Significância do perigo
Sa - Satisfatório (insignificante)
Me - Menor
Ma - Maior
Cr - Crítica
Microrganismos e Parasitas Patogênicos
agrupados de acordo com o risco e severidade
Smoot, L.M. & Pierson, M.D.; 1997)
1 - Perigos Severos
Bacillus cereus
Campylobacter jejuni
Clostridium perfringens
Staphylococcus aureus
Vibrio cholerae não O1
Vibrio parahaemolyticus
Aeromonas hydrophila
Yersinia enterocolítica
Giardia lamblia
Taenia saginata
FAMÍLIA: RECEBIMENTO DE MILHO/ENSILAGEM 3a6 Controle Formal / Avaliação Árvore Decisória
REVISÃO: 00
Q NA 0
1) Manutenção
Transporte do Desgaste do
2 F UHMW (nylon) e metais. Preditiva (GR-IT- 3 1 3
milho aos silos equipamento
MG002)
B NA 0
Q NA 0
Não há medida de
F Metais Etapas anteriores controle, devido a 3 1 3
Separação
3 etapa 16
Magnético 083
B NA 0
Fornecedores
Equipamentos utilizados
V. parahaemolyticus é um perigo significativo para pescados marinhos, mas não é para o pescado de água doce.
Resíduo de antibióticos é significativo em peixes procedentes de criação, porém não o é para pescados capturados em alto mar.
Reclamações dos consumidores
Lista dos perigos biológicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo, com base também na
aplicação do diagrama decisório para perigos microbiológicos.
Ingredientes/ Perigos
Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
Etapas de processo Biológicos
NÃO
SIM NÃO
A revisão da literatura indica
que este microrganismo
Eliminar o micror-
causou problema
ganismo da lista
Eliminar o micror-
SIM NÃO ganismo da lista
É um microrganismo É um microrganismo
infeccioso? NÃO
toxigênico?
SIM SIM
Eliminar o micror-
NÃO ganismo da lista
Ingredientes/
Severi
Etapas de Perigos Biológicos Justificativa Risco Medidas Preventivas
dade
processo
Leite (produção Toxina estafilocócica, S. aureus está associado a Média Alto Assistência técnica ao produtor
leite cru “in Salmonella sp flora do leite cru, Controle mamite
natura”) principalmente de vacas com Controle temperatura
mamite e a toxina é Boas Práticas na produção do
resistente à pasteurização
leite - Pasteurização
Recepção leite Toxina estafilocócica Falhas na seleção do leite Baixa Baixo Assitência técnica ao produtor
na indústria (leite mamitoso) poderão Controle leite mamitoso
ocasionar contaminação e Controle da temperatura
multiplicação do S. aureus
(produção de toxina
termoestável)
Pasteurização Salmonella sp Falhas na adoção do tempo Média Baixo Adoção de binômio
e temperaturas adequados tempo/temperatura adequados.
causando a sobrevivência de Situação e funcionamento
microrganismos patogênicos adequado da válvula de desvio
de fluxo
1- ANÁLISE DOS PERIGOS - PERIGOS BIOLÓGICOS
Leite Cru · E. coli · Falha de higiene pessoal e Média Alto · Boas práticas sanitárias na ordenha do leite.
sanificação dos
utensílios.
· Salmonela · Contaminação devido à Média Alto · Boas práticas . Higiene pessoal. Assistência técnica ao
higiene pessoal produtor.
inadequada e falha na
higiene dos utensílios e
equipamentos,
contaminação pela
ração dos animais.
· Staphylococcus aureus / Streptococcus · Está associado à flora do leite Média Alto · Assistência técnica ao produtor . Controle de mamite .
agalactie. cru principalmente Boas práticas e Higiene pessoal.
proveniente de vacas
com mamite. Falha de
higiene pessoal.
· Toxina estafilocócica · Está associado à flora do leite Alta Baixo · Assistência técnica ao produtor . Manutenção sob
cru principalmente refrigeração . Controle do leite mamitoso . Manter
proveniente de vacas o período de carência . Controle de temperatura.
com mamite. Falha de
higiene pessoal e falha
de temperatura no
armazenamento,
resfriamento e
transporte do leite cru.
· Mycobacterium tuberculosis · Animais contaminados por Alta Baixo · Assistência técnica ao produtor . Obedecer à carência para
/Mycobacterium bovis tuberculoses. ordenha . Pratica de vacinação do rebanho.
· Brucelosis abortus · Animais contaminados por Alta Baixo · Obedecer à carência para ordenha . Prática de vacinação
bruceloses. do rebanho. ·
· Coxiella burnetti · Animais com febre Q. Média Baixo · Obedecer à carência para ordenha . · Prática de vacinação
do rebanho .
· Bacillus cereus e Clostridium botulinum · Contaminação proveniente da Média Baixo · Assistência técnica ao produtor . Controle dos aspectos
ração e do ambiente de higiênicos sanitários.
ordenha.
· Vírus da febre aftosa · Animais contaminados por Alta Baixo · Assistência técnica ao produtor . Obedecer à carência para
aftosa. ordenha . Pratica de vacinação do rebanho.
FORMULÁRIO G - IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS
PERIGOS BIOLÓGICOS
Lista dos perigos biológicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo, com base também
na aplicação do diagrama decisório para perigos microbiológicos (Anexo 3).
Ingredientes/
Etapas de Perigos Biológicos Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
processo
Carne Salmonella sp Está presente com freqüência Média Baixo Cozimento
Adição de aditivos
Qualidade assegurada de
fornecedor
Cozimento Salmonella sp Falhas no processo de cozimento Média Baixo Tempo e temperatura
permitindo a sobrevivência de adequadas
microganismos patogênicos
Resfriamen- Salmonella sp Se a água não for potável, pode Média Baixo Água com cloro residual
to sob jato ocorrer a contaminação do Resfriamento rápido
de água. produto e tempo excessivo em
temperatura de crescimento pode
aumentar a carga de patogênicos
Recebimento do Leite Cru · Toxina estafilocócica · Associado a flora do leite cru, Alta Baixo · Controle de temperatura.Controle do leite mamitoso ·
principalmente proveniente de Análises laboratoriais (Contagem de bactérias)
vacas com mamite.
· Mycobacterium tuberculosis e bovis · Animais contaminados por Alta Baixo · Controle da Acidez.Exigir certificado de vacinação do
Tuberculose rebanho. · Análises laboratoriais (Contagem de bactérias)
· Brucelosis abortus · Animais contaminados por Alta Baixo · Exigir certificado de vacina para receber o leite. ·
Brucelose Análises laboratoriais (Contagem de bactérias)
· Coxiella burnetti · Animais com febre Q. Média Baixo · Exigir certificado de vacina para receber o leite. ·
Análises laboratoriais (Contagem de bactérias)
· Bacillus cereus e Clostridium botulinum · Ambiente de ordenha Média Baixo · Análise de redutase.
(contaminação do solo e ração)
· Vírus da febre aftosa · Animais contaminados pela Alta Baixo · Exigir certificado de vacinação para receber o leite. ·
aftosa Análises laboratoriais (Contagem de bactérias)
Resfriamento 5ºC · E. coli · Falha de limpeza e sanificação Baixa Baixo · Limpeza e sanificações dos equipamentos (PPHO 2)
adequada das tubulações e filtros.
Estocagem do Leite Cru · Toxina Estafilocócica Multiplicação de bactérias e Alta Baixo · Controle de Temperatura de armazenamento. · Rápido
produção de toxina devido à beneficiamento do leite · Tempo reduzido de
falha de temperatura de armazenamento.
armazenamento.
· E. coli · Limpeza inadequada dos Baixa Baixo · Limpeza e sanificação dos equipamentos (PPHO2)
tanques.
Formação do Ravioli S. aureus, Salmonella Cont. por equipamentos e Higiene pessoal (PPHO4),
falhas nos processos treinamento, limpeza e sanificação de
higiênico-sanitários equipamentos (PPHO2)
Processamento S. aureus, Salmonella Sobrevivência por falha Controle temperatura/tempo da
Térmico e toxina estafilocócica. tempo/temperatura de processo. pasteurização (dimensionamento
correto do tratamento térmico). BPF
(treinamento).
Resfriamento S. aureus e toxina Multiplicação por falhas no Controle temperatura/tempo de
estafilocócica. processo de resfriamento resfriamento. BPF (treinamento).
(temperatura/tempo).
Mistura/Montagem Salmonella, Contaminação por falhas de Treinamento em higiene pessoal
(ravioli + molho de L. monocytogenes, manipulação e de higiene dos (PPHO 4).
tomate) C. perfringens A, utensílios.
S. aureus
Perigos Biológicos
Lista dos perigos físicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo.
Ingredientes/
Etapas de Perigos
Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
processo Físicos
Lista dos perigos físicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo.
Ingredientes/
Perigos Físicos Justificativa Severidad Risco Medidas Preventivas
Etapas de e
processo
Leite Fragmentos Contaminação durante a ordenha Baixa Médio Assistência técnica
(Produção do sólidos ao produtor
leite cru “in- Boas Práticas na
natura”) produção do leite
Filtração do leite
Recepção do Fragmentos Contaminação durante a ordenha e Baixa Baixo Assistência técnica
leite na sólidos transporte ao produtor
indústria Boas Práticas na
produção do leite
Filtração Fragmentos Contaminação durante a ordenha e Baixa Médio Manutenção
sólidos transporte pode vir a contaminar o preventiva dos filtros
queijo se houver falhas na filtração Limpeza e
sanificação adequada
das tubulações, filtros
FORMULÁRIO H - IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS
PERIGOS FÍSICOS
Lista dos perigos físicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo.
Ingredientes/
Etapas de Perigos Físicos Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
processo
Pesagem, Fragmentos ou resíduos de
moagem Fragmentos de metal poderão vir da matéria Detecção de metais
Alta Baixo
quebrador de metais prima ou desprender dos Visual
blocos equipamentos
Leite Cru · Fragmentos de pedra inseto, pêlo, · Falta de higienização no Baixa Baixo · Orientação para o fornecedor.
cabelo, carrapato, areia, berne. produtor.
Recebimento do leite cru · Cerdas de escova e insetos · Utilização de escovas Baixa Baixo · Filtração · Controle de Pragas · Tampar as mangueiras e
velhas .Não tampar os tanques
mangotes
Estocagem do leite cru · Inseto · Deixar a tampa do tanque Baixa Baixo · Enxaguar antes do uso. · Treinamento.
aberta.
Pré-aquecimento · Fragmento de Borracha · Peças de · Borracha gasta · Falha da Baixa Baixa Baixo · Manutenção Preventiva · Treinamento · Colocação de
manutenção · Fragmento de manutenção · Falha na Média B filtro na linha de vapor
metal filtragem de vapor ai
x
o
M
éd
io
Padronização · Fragmento de Borracha · Material · Borracha gasta · Falha de Baixa Baixa Baixo · Manutenção Preventiva
Ferroso manutenção preventiva B
ai
x
o
Pasteurização · Fragmentos de metal e borracha · Falha de manutenção e Baixa Baixo · Manutenção Preventiva
verificação
Resfriamento · Fragmento de metal e borracha · Falha de equipamento e placa Baixa Baixo · Manutenção Preventiva
furada
Filtração · Parafusos, inseto, borracha · · Furos na peneira do filtro · Baixa Baixa Médio · Manutenção Preventiva
Ferro,Fragmento de metal Desgaste do B
equipamento ai
x
o
Matéria-prima ou Perigos
Justificativa Medidas Preventivas
ingrediente Físicos
Recepção Corpos estranhos Fragmentos presentes na matéria- Qualidade assegurada (especificação
/Estocagem da metálicos e não prima ou em decorrência da moagem do produto). Inspeção visual.
farinha de trigo metálicos Peneiramento.
Recepção/
Estocagem de Corpos estranhos Fragmentos presentes na matéria- Seleção de fornecedores
Condimentos metálicos e não prima ou na moagem (especificação do produto). Inspeção
metálicos visual. Peneiramento.
Recepção ovo Corpos estranhos. Fragmentos em decorrência da Seleção de fornecedores.
líquido pasteurizado quebra de ovos e equipamentos.
Peneiramento da Corpos estranhos Falha no peneiramento devido ao BPF (manutenção preventiva dos
farinha de trigo metálicos e não rompimento da peneira ou equipamentos, treinamento
metálicos. Fragmentos conseqüentes do desensacamento. operadores). Controle (inspeção
da embalagem da periódica) das peneiras.
farinha.
FORMULÁRIO I – IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS
PERIGOS QUÍMICOS
Lista dos perigos químicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo.
Ingredientes/
Perigos
Etapas de Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
Químicos
processo
entidade (ex: aditivo tóxico, agroquímico, etc)
Ingredientes/
Etapas de Perigos Químicos Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
processo
Leite (Produção Antibióticos Utilização ou aplicação Alta Médio Programas de limites
leite cru “in Pesticidas inadequada do governamentais de
natura”) antibiótico que por ser monitorização de resíduos de
termoresistente pesticidas
permanecerá estável Assistência técnica ao produtor
após pasteurização Fornecedor com qualidade
Contaminação da ração assegurada
e pastagem
Recepção do leite Antibióticos Falhas no controle Alta Alto Assistência técnica ao produtor
na indústria Pesticidas permitindo a entrada de Controle dos antibióticos
leite com antibióticos e
pesticidas que não
serão eliminados no
processo
FORMULÁRIO I - IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS
PERIGOS QUÍMICOS
Lista dos perigos químicos relacionados com as matérias-primas, ingredientes e etapas de processo.
Ingredientes/
Etapas de Perigos Físicos Justificativa Severidade Risco Medidas Preventivas
processo
Erro de pesagem dos aditivos
Produtos Pessoal treinado
Pesagem de podem resultar em excesso,
químicos tóxicos Alta Baixa
aditivos tornando o produto tóxico ao Pesagem correta
(aditivos)
consumidor
Leite Cru · Detergente, antibiótico · Enxágüe mal feito no Baixa Médio · Limpeza adequada. · Controle de fornecedor ·
tanque da carreta. · Aguardar período de carência do gado.
Falta de respeito ao
prazo de carência das
drogas veterinárias.
Recebimento do Leite · Sanitizante, soda, detergente · · Resíduo de produção de Baixa Baixo · Cuidados na operação de higienização (PPHO 2) ·
Cru Antibióticos limpeza química da Análises de controle de Antibióticos no
tubulação para recebimento e certificado de ausência de
descarga. · Não antibióticos
respeitar o prazo de
carência das drogas
veterinárias
Estocagem do Leite · Resíduos de soda, ácido e detergente · Enxágüe mal feito no Baixa Baixo · Treinamento em CIP e análise residual, Limpeza
Cru tanque, falha na adequada (PPHO 2).
limpeza.
Pré-Aquecimento · Resíduo de soda, ácido e detergente · Enxágüe mal feito no Baixa Baixo · Treinamento em CIP e análise residual, Limpeza
tanque, falha na adequada (PPHO 2).
limpeza.
Padronização · Resíduos de soda e ácido · Falha de limpeza e Baixa Baixo · Manutenção adequada. treinamento em CIP e
manutenção análise residual.Limpeza adequada.
Homogeneização · Resíduos de soda e ácido · Enxágüe mal feito no Baixa Baixo · Treinamento em CIP e análise residual.
tanque
Pasteurização · Resíduos de soda e ácido, Sanitizante · Falha operacional,CIP Baixa Baixo · Treinamento em CIP e análise residual
deficiente,enxágüe
mal feito.
Resfriamento (4ºC) · Resíduo de soda e ácido · Falha operacional, enxágüe Baixa Baixo · Treinamento em CIP e análise residual.
mal feito no tanque.
Perigos Químicos
Matéria-prima ou Perigos
Justificativa Medidas Preventivas
ingrediente Físicos
Agrotóxicos e resíduos agrotóxicos pelo não Certificado de garantia pelo
Farinha de Trigo micotoxinas cumprimento ao período de carência, fornecedor. Controle da umidade dos
uso de concentração inadequada ou grãos/farinha
produtos não permitidos pela legislação.
Multiplicação de fungos
micotoxigênicos em grãos ou na farinha.
Ovo líquido Antibióticos Resíduos por uso veterinário nas Qualidade assegurada (certificado de
pasteurizado galinhas poedeiras, sem cumprimento garantia pelo fornecedor).
do prazo de carência.
Carne moída pré- Drogas veterinárias Resíduos por uso para tratamento Qualidade assegurada do fornecedor.
processada veterinário, sem cumprir prazo de
carência
Molho de tomates Pesticidas Resíduos pesticidas devido não Qualidade assegurada (certificado de
enlatado cumprimento do prazo de carência ou garantia do fornecedor)
concentração inadequada ou produtos
não permitidos pela legislação.
Perigos Químicos
Matéria-prima ou Perigos
Justificativa Medidas Preventivas
ingrediente Físicos
Agrotóxicos, Resíduos de agrotóxicos devido não Qualidade assegurada (certificado de
Recepção substâncias cumprimento do tempo de carência, uso garantia pelo fornecedor). Controle
/Estocagem da químicas e de concentração inadequada ou produtos da umidade. BPF (estocagem e CIP
farinha de trigo micotoxinas não permitidos pela legislação. – PPHO 8). PEPS. Inspeção
Armazenamento inadequado visual/olfativa.
favorecendo a produção de micotoxinas.
Aplicação inadequada de defensivos na
área de estocagem.
Recepção/ Drogas veterinárias Resíduos por uso para tratamento Qualidade assegurada.
Estocagem veterinário, sem cumprir prazo de
refrigerada de carne carência
moída pré-
processada)
Agrotóxicos e Resíduos de agrotóxicos devido ao não Qualidade assegurada (certificado de
Recepção/
Micotoxinas cumprimento do prazo de carência, uso garantia pelo fornecedor).
Estocagem de
de concentração inadequada ou produtos
Condimentos
não permitidos pela legislação.
ETAPAS DO MEDIDAS
PERIGOS JUSTIFICATIVA
PROCESSO PREVENTIVAS
processo: omelete
justificativa: sobrevivência de
etapa: cocção perigo: Salmonella sp
Salmonella sp por uso de
temperatura inadequada de
cocção dos ovos.
Hambúrguer
Lasanha
Recebimento do Leite · Água ,soro · cloreto de sódio · · A colocação de água e soro Alta Alto Certificação de fornecedor. Análise de controle
Cru Peróxido de Hidrogênio para aumentar o rendimento laboratorial (crioscopia ,peróxido , soro em leite ,
da produção · O excesso do acidez)
emprego de sal para acertar a
crioscopia O Peróxido que é
empregado para não
aumentar a flora bacteriana.
Padronização · Percentual de gordura fora da · Falha operacional Alta Alto · Treinamento do operador
especificação
Esterilização · Água de vapor · Falha de vácuo, não Baixa Baixo · Análise de crioscopia.Verificação do manômetro
retirada de condensado de de vácuo.
vapor ocasionando a queda
da crioscopia
ANÁLISE DOS PERIGOS - PERIGOS QUALIDADE
PRODUTO: Leite Integral UHT
ETAPA DO PERIGO QUALIDADE JUSTIFICATIVA SEVERIDA RISC MEDIDAS DE CONTROLE
PROCESSO DE O
Leite Cru · Microorganismos deteriorantes · Falha na higienização de Alta Baixo · Higienização de utensílios e Equipamentos (PPHO2)
utensílios e equipamentos
provocando a contaminação
· Gosto de sabão · Presença de bactérias do Alta Baixo · Higienização de utensílios e Equipamentos (PPHO2)
grupo Psicotróficas
· Odor de ranço e geleificação do · Leite em temperatura Alta Baixo · Controle de Temperatura .Testes sensoriais e
produto final durante a inadequada, presença de Higienização. Manter a contagem total de
comercialização lípase e protease Psicrotróficos que não deve ultrapassar log 5 UFC por
termoresistente devido à mL (100.000/mL).
presença de microrganismos
Recebimento do Leite · Microorganismos deteriorantes · Falha na higienização de Alta Baixo · Higienização de utensílios e Equipamentos (PPHO2) ·
Cru utensílios e equipamentos Análise Microbiológica do leite cru e Redutase
provocando a contaminação
· Gosto de sabão · Presença de bactérias do Alta Baixo · Higienização de utensílios e Equipamentos (PPHO2)
grupo Psicotróficas
· Odor de ranço e geleificação do · Leite em temperatura Alta Baixo · Controle de Temperatura .Testes sensoriais e
produto final durante a inadequada, presença de Higienização. Manter a contagem total de
comercialização lípase e protease Psicrotróficos que não deve ultrapassar log 5 UFC por
termoresistente devido à mL (100.000/mL).
presença de microrganismos
Resfriamento · Gosto de sabão · Presença de bactérias do Alta Baixo · Higienização de utensílios e Equipamentos (PPHO2) ·
grupo Psicotróficas Análise Microbiológica do leite cru e Redutase
Estocagem de Leite · Odor de ranço e geleificação do · Leite em temperatura Alta Baixo · Controle de Temperatura .Testes sensoriais e
Cru produto final durante a inadequada, presença de Higienização. Manter a contagem total de
comercialização lípase e protease Psicrotróficos que não deve ultrapassar log 5 UFC por
termoresistente devido à mL (100.000/mL). · Análise Microbiológica do leite
presença de microrganismos cru e Redutase
Padronização · Microorganismo deteriorante · Falha de deslocamento Alta Baixo · Controle de tempo do deslocamento · Treinamento
(Psicotróficos) provocando a contaminação
FORMULÁRIO J - QUADRO DE PERIGOS QUE NÂO SÃO CONTROLADOS NO
ESTABELECIMENTO
· Danificação de embalagens - Empilhamento acima do · Orientação quanto ao manuseio adequado, através de fornecedores.
especificado (Qualidade)
· Recontaminação biológica,consumidor utilizando o produto após o · Orientação ao consumidor
prazo de validade (não obedecendo ao
vencimento).(Biológico)
· Conservação do produto após aberto, para evitar a recontaminação · Instrução no rotulo “Conservar em geladeira, e consumir no máximo em dois dias”.
microbiológica (Biológico).
· Deixar as embalagens abertas, por tempo indeterminado exposto à · Orientação ao consumidor
entrada de insetos (Físico).
· Poeiras , exposição do produto sem a proteção plástica e a fala de · Utilizar caixas shirincadas
limpeza antes de abrir a embalagem (Físico)
· Empilhamento inadequado, danificando as embalagens e · Orientação quanto ao empilhamento máximo · Fiscalização por parte do setor
propiciando a recontaminação bacteriana, pela perda de comercial.
hermeticidade (Biológico)
· Transporte (carga mal feita, falta de proteção (lonamento), · Inspeção no veículo e orientação aos motoristas.
velocidade elevada, trajetos íngremes, veículos sujos e em
estado precário de conservação). (Qualidade)
· Estocagem inadequada (no sol, em local úmido e próximo de · Orientar os pontos de venda e de distribuição · Fiscalizar os pontos de venda.
produtos químicos) (Qualidade)
· Pragas ( leptospirose) no local de estocagem. (Biológico) · Acomodar as embalagens em caixas shirincadas. Adotar tampas para as
embalagens.
1- ANÁLISE DOS PERIGOS E MEDIDAS PREVENTIVAS
Mangas
SIM NÃO
Não é crítica
Q2. O processo ou o
SIM consumidor eliminará o NÃO
perigo ou o reduzirá a um
nível aceitável?
PRODUTO: _________________________________________________________
Questão 1 Questão 2
Perigos identificados e
Matéria-prima/ O proce sso ou o consumidor eliminará o
categoria (biológicos, químicos O perigo pode ocorrer em níveis inaceitáveis? Crítico
ingrediente perigo ou o reduzirá a um nível
e/ou físicos)
aceitável?
Questão 2
Questão 1 Crítica /
O processo eliminará ou
Produtos Perigos Identificados O perigo ocorre em níveis Não
reduzirá o perigo a um
inaceitáveis? Crítica
nível aceitável?
B:
Q: Não. A matéria- Não. A matéria-prima
F: prima/ingrediente NÃO É deve ser considerada
CRITICA. (*) CRÍTICA, ou seja, o
processo não garante a
segurança do produto.
Modificar produto ou
processo.
Não:é matéria
prima crítica
controlar na
Sim: Parar Não: Não é um PCC
recepção e/ou
Parar
antes de seu uso.
Logo da Título
empresa DETERMINAÇÃO DE INSUMO* CRÍTICO
Q-
B/M-
* Insumos incluem matéria prima alimentícia, aditivos, coadjuvantes de fabricação, embalagens, ou substâncias detergentes ou desinfetantes
** Legenda para cada tipo de perigos potenciais: F-Físicos, Q- Químicos, B/M- Biológicos, Microbiológicos ou de origem microbiana
*** Razão da ocorrência do perigo, ou razão de sua ausência. Esses perigos devem ser aqueles que já vêm com o insumo, sendo proveniente
de seu processamento ou resultante de sua microbiota natural.
Q0. O perigo é eliminado por programa de Q1. O perigo ocorre ou pode ocorrer acima Q2. O processo é capaz de eliminar o Perigo?
pré-requisito? dos níveis aceitáveis?
Questão 2:
Perigos identificados e Questão 1: O processo ou o
Matéria-
categoria (biológicos, O perigo pode ocorrer em consumidor eliminará ou crítico
prima/ingrediente
químicos e/ou físicos) níveis inaceitáveis? reduzirá o perigo a um nível
aceitável?
Leite Biológicos: microrganismos Sim Sim Não
patogênicos e toxina
estafilocócica Sim Sim Não
Químicos: antibióticos e
pesticidas Sim Sim Não
Físicos: fragmentos de
partículas sólidas
FORMULÁRIO H - DETERMINAÇÃO DA CRITICIDADE DAS MATÉRIAS-
PRIMAS E INGREDIENTES
QUESTÃO 1 QUESTÃO 2
MATÉRIA-PRIMA/ PERIGOS IDENTIFICADOS O perigo ocorre acima O processo eliminará ou
INGREDIENTE de níveis inaceitáveis? reduzirá o perigo a um C/NC
nível aceitável?
Verduras, Frutas e B: Enterobactérias SIM SIM NÃO
Legumes patogênicas (ex: Salmonella CRÍTICA
sp, Shigella sp);
V. chorelae; SIM SIM
Vírus entéricos patogênicos SIM SIM
(ex: Vírus da hepatite);
Parasitos humanos (ex: SIM SIM
Cryptosporidium parvum,
Entoameba hystolitica; e
Giardia intestinalis)
Q: Pesticidas (vários); NÃO --------
Micotoxinas;
Resíduo de Antibióticos (UVA)
F: Arame, pregos, madeiras. SIM SIM
Questão 1: Questão 2:
Perigos identificados e O processo ou o
Matéria- O perigo pode ocorrer em
categoria (biológicos, consumidor eliminará ou crítico
prima/ingrediente níveis
químicos e/ou físicos) reduzirá o perigo a um
inaceitáveis? nível aceitável?
Biológicos:Patogênicos Sim Sim Não
(Salmonella)
Carne
Químicos: Nenhum
Físicos: Nenhum
É UM PC NÃO
SIM NÃO
NÃO É UM PCC
É UM PCC
FORMULÁRIO M – DETERMINAÇÃO DO PCC (PROCESSO)
PRODUTO: _____________________________________________________________
Perigos O perigo é PCC/
Etapa do Questão 1
signi ficativos controlado pelo PC
proce sso Existem medidas Questão 2 Questão 4
(biológicos, programa de pré-
preventivas para o Esta etapa elimina Uma etapa subseqüente
químicos e requisitos? Questão 3
perigo? ou reduz o perigo eliminará ou reduzirá o
fí sicos) O perigo pode aumentar
a níveis perigo a níveis
a níveis inaceitáveis?
aceitáveis? aceitáveis?
Se a resposta for "não", ou seja, não existe uma medida preventiva, indique como
o perigo identificado será controlado antes ou depois do processo de fabricação
(fora da área de controle do operador). Por exemplo, Salmonella em aves cruas é
controlada pelo consumidor final. Ou então modifique a operação, o processo ou o
produto de forma que exista uma medida preventiva, e então siga para o próximo
perigo identificado no processo.
Entendimento da Árvore decisória
Níveis aceitáveis e inaceitáveis precisam ser definidos dentro dos objetivos globais
ao identificar o CCP do plano HACCP.
Quando responder "sim" ou "não", vale a pena justificar resposta, para referência futura.
Isto é especialmente útil ao lidar com alguns perigos que podem ser controversos.
Não. Responder à questão 1. Não e o controle Não. Não. Não é PCC Não.É PCC
nesta etapa não é Responder à Parar .
necessário para a questão 3.
segurança. Não é
PCC. Parar
Não, porém o
controle nesta
etapa é necessário
para a segurança.
Mudar
etapa/produto ou
processo. Retornar
à questão 1.
(*) Prosseguir para o outro perigo identificado
MAPA DO PROCESSO COM APLICAÇÃO
DA ÁRVORE DECISÓRIA
Q0. Q1. Q2.
O Controle do perigo O controle do perigo Há medidas
identificado é identificado é preventivas
conseguido por ações necessário para instaladas e efetivas
de GMP ou programa preservar a segurança de controle para
de pré-requisito? do alimento? perigo identificado?
Sim: Não é um PCC.
Não:Modificação
Pare a análise e não Não: Não é um PCC
(depois de modificar
entre Parar
refaça o estudo)
na árvore decisória
NN/TT
Título
Q-
B/M-
* Legenda para tipo de perigos potenciais: F-Físicos, Q-Químicos, B/M – Biológicos, Microbiológicos ou de
Origem microbiana.
** Razão da contaminação considerando como o perigo será veiculado até o alimento em processo.
FORMULÁRIO I - DETERMINAÇÃO DO PCC – PROCESSO
O perigo é Questão 3
Questão 1 Questão 2 Questão 4
controlado
Existem Esta etapa O perigo Uma etapa
pelo
medidas elimina ou pode subseqüente
Etapa do programa de
Perigos preventivas reduz o ocorrer ou eliminará ou PC/PCC
Processo pré-
para o perigo a aumentar a reduzirá o
requisitos?
perigo no níveis níveis perigo a níveis
Se sim, é
processo? aceitáveis? Inaceitáveis? aceitáveis?
efetivo?
Recebimento B: Enterobactérias SIM/NÃO SIM NÃO SIM SIM NÃO é PCC
patogênicas; Víbrios
patogênicos; Vírus
entéricos patogênicos;
Parasitos humanos
Q: Pesticidas (vários); SIM/SIM - - - - PC
micotoxinas; resíduos
de antibióticos
F: Arame, pregos, SIM/NÃO SIM NÃO NÃO - Não é PCC
madeiras.
Higienização B: Enterobactérias NÃO SIM SIM - - PCC 1 (B)
patogênicas; Víbrios
patogênicos; Vírus
entéricos patogênicos;
Parasitos humanos
Q: nenhum - - - - -
F: Arame, pregos, SIM/NÃO SIM SIM - - PCC 1 (F)
madeiras
Questão 1 Questão 4
O perigo é Questão 2 Questão 3
Perigos Existem Uma etapa
significativos controlado Esta etapa O perigo pode
Etapa do medidas subsequente
pelo elimina ou ocorrer ou
(biológicos, preventivas eliminará ou PCC
processo programa reduz operigo a aumentar a
químicos e para o reduzirá o perigo
de pré- níveis níveis
físicos) requisitos. perigo no a níveis
aceitáveis? inaceitáveis?
processo? aceitáveis?
Cozimento Biológicos: Não Sim Sim PCC 3
Salmonella sp (M)
Químicos:
Nenhum
Físicos:
Nenhum
Resfria- Biológicos: por Não Sim Sim PCC 4
mento sob Salmonella sp (M)
jato de Químicos:
água Nenhum
Físicos:
Nenhum
DATA: ____________________APROVADO POR: ____________
Recebimento Milho/Ensilagem
Q3: A
Q2: Esta etapa é contaminaçã
Q1a: Esta especialmente o pode
Q4: Alguma etapa
Q1: Existe etapa projetada para ultrapassar a
Etapa Tipo de seguinte vai Ponto Crítico de
Medida de requer eliminar ou níveis
N° Perigo eliminar ou Controle
Controle? controle? reduzir o perigo aceitáveis ou
reduzir o perigo?
(Se Q1 : N) de contaminação aumentar a
no produto? níveis
inaceitáveis?
(S / N) Se S, n° do
(S / N) (S / N) (S / N) (S / N) (S / N)
PCC
Q S - N S S -
1 F S - N S S -
B S - N S S -
2 F S - N S S -
3 F N N - - - -
4 F S - N S S -
5 F S - N S S -
1- ANÁLISE DOS PERIGOS E MEDIDAS PREVENTIVAS
°C
75
73
72
LSCE = 75,0
LSCI = 74,0
LM = 72,0
LICI = 70,0
LICE = 69,0
Item da amostra
LSCE = ________
LSCI = ________
LM = ________
LICI = _________
Item da amostra
LTS
LSCE = LTS = 13,0
LSCI = ________
LM = ________
LICI = _________
LICE = ________
Item da amostra
LM = ________
LICI = _________
aO nível regulamentar é 50 ppm, nos EUA, mas os níveis de histamina podem aumentar durante o processo.
Assim, a indústria pode estabelecer um nível mais baixo de histamina para o limite crítico na recepção.
Limites críticos e limites operacionais
Fatiamento 2 cm 2,5 cm
[email protected]
David Goldman, Deputy Director, Human Health Sciences Division, OPHS/FSIS/USDA
°C
LS
LI
Controle de processo
Ex. Temperatura
Estabelecendo procedimentos corretos de seleção de
fornecedores, recebimento de matérias-primas,
processos de descongelamento, cocção, etc.
Com check-list
Com instrumentos de controle:
Relógio
Termômetro
Kit de cloro
Avaliação sensorial
Análises de laboratório
A freqüência pode depender de fatores como: quantidade produzida por unidade de tempo (no caso de desvio do limite crítico, pode significar
perda econômica significativa), ocorrência de desvios, em função do desempenho do processo e outros.
Todos, cada um cuidando de fazer certo os
procedimentos de sua responsabilidade e nos momentos
indicados (necessários)
O monitor
Monitoramento
Etapa: embutimento com detecção de metais do presunto de frango.
PF: fragmentos metálicos.
Medidas de controle: detector de metais.
Limite Crítico: Ausência de partículas metálicas com tamanho superior à:
ferrosos: 1,0mm,
não-ferrosos: 1,2mm
aço inoxidável: 2,0mm
Monitoramento:
O quê? Funcionamento do detector de metal
Onde? Embutimento
Como? Através da checagem do detector, conforme descrito no procedimento RQU
PRO OMA 011 rev.1 de 07/01/07.
Quando? A cada hora
Quem? Operador da embutideira
Monitoramentos
Etapa: choque térmico presunto de frango.
PB: Staphylococcus aureus, Clostrídios sulfito redutores e Coliformes fecais.
Medidas de controle: Controle da potabilidade da água, Calibração de
equipamentos, Controle da temperatura de saída do produto do choque térmico.
Limite Crítico: Temperatura máxima de saída de 60ºC.
Monitoramento:
O quê? Temperatura do produto
Onde? Saída do choque térmico
Como? Através da checagem visual dos sensoresde temperatura, conforme descrito
no procedimento RQU PRO OMA 013 rev.0
Quando? A cada choque térmico
Quem? Operador de estufa
Ação corretiva
°C
Limite Crítico
Superior MONITORIZAÇÃO
Restabelece a
normalidade
Ação Corretiva:
– Efetivo tratamento/reporte de reclamações de clientes
– Investigação das causas das não-conformidades em produtos,
processos e sistemas, determinar as ações necessárias e registrar os
resultados a investigação
– Aplicar controles que demonstrem a eficiência das ações tomadas
ISO 9001/9002/9003 - Ações corretivas e preventivas
Ação Preventiva:
– Documentar as ações reventivas
– Fontes de informações apropriadas
– Processos e instruções de operação que afetam a qualidade:
qualidade dos produtos
concessões
resultados de auditoria
registros da qualidade
relatórios de “serviços”
reclamações de clientes
– Iniciar e aplicar controles que assegurem a eficiência das ações preventivas
– Análise crítica por parte da função responsável
– Definir os passos necessários para tratar com os problemas que requerem ações
preventivas
O responsável pela etapa operacional
O registro mostra alterações que ocorreram no processo
e, quando necessário, as AÇÕES CORRETIVAS que foram
tomadas
Reiniciar a produção
ISO 9001/9002/9003 - Controle de produtos não-conformes
Impedir a utilização e instalação de produtos/serviços não-conformes
• Controle deve considerar:
– Identificação, documentação, registros, notificação, avaliação, segregação (onde
praticável), disposição
• Análise crítica:
– Definição da autoridade para análise e disposição
• Disposição:
– Retrabalhar, reprocessar (reinspecionar)
– Aceitar por concessão
– Reclassificar para uso aletrnativo
– Rejeitar ou sucatear
• Liberação por concessão:
CLIENTE - PARTICIPAÇÃO E REGISTRO - se estabelecido em contrato.
Rejeição de matéria-prima
Ajuste da temperatura e tempo de cocção
Ajuste da quantidade dos ingredientes
Destruição do produto elaborado durante desvios
Reprocessamento do produto
Correção da concentração da solução clorada
REGISTROS DE DESVIO E AÇÃO CORRETIVA
Desvio
•Produto ou código
•Data da produção, apreensão e liberação
•Razão da apreensão
•Quantidade de produto apreendido
•Resultados da avaliação: quantidade analisada, registro da análise,
número e natureza dos defeitos
•Assinatura da pessoa responsável pela apreensão e avaliação
•Disposição do produto apreendido (se apropriado)
•Assinatura autorizando a disposição
Ação corretiva
Vegetais enlatados
O processo térmico programado para os vegetais enlatados não é cumprido por causa de uma perda de
pressão de vapor durante o processo. O operador nota o desvio antes do final do tempo de processo e
consulta o procedimento escrito sobre desvio.
O procedimento de desvio estabelece que o operador deve acrescentar um tempo de processo.
Acrescenta alguns minutos. Esta é só uma parte da ação corretiva.
O procedimento informa também que a ação deve ser registrada e os lotes afetados retidos até que uma
autoridade de processo permita e assine a liberação do produto.
Depois de terminar o ciclo de processo, o lote é etiquetado e levado à área de retenção. A ação corretiva
tomada corrigiu o problema e controlou o produto afetado.
Durante o próximo turno, o processo térmico programado para um grupo diferente de vegetais enlatados
não é cumprido devido a outra perda de pressão de vapor. O operador percebe o desvio depois do final
do ciclo de processo e consulta o procedimento escrito sobre desvio. O procedimento de desvio para
vegetais enlatados estabelece que o produto deve ser etiquetado e levado à área de retenção.
E informa também que a ação deve ser registrada, e os lotes afetados retidos até que uma avaliação
completa seja feita por uma autoridade de processo, para dispor o produto.
Depois que o ciclo de processo termina, o lote é etiquetado e levado à área de retenção. A ação corretiva
tomada corrigiu o problema e controlou o produto afetado. Como ocorreram dois desvios de natureza
semelhante, é importante que o processador examine a causa do desvio, isto é, determine a razão para a
perda de pressão de vapor e as ações que devem ser tomadas para prevenir a repetição do problema.
EXEMPLOS DE PROCEDIMENTOS DE DESVIO
Leite
Antibióticos em leite cru recebido são detectados por um teste rápido, e o nível detectado excede o limite
crítico estabelecido. O funcionário da recepção de leite consulta o procedimento de desvio.
O procedimento estabelece que o leite deve permanecer no caminhão e não ser descarregado, e descreve
a ação de acompanhamento. O processador acompanhará o fornecedor de leite envolvido.
Todas as ações corretivas são registradas.
Salsichas cozidas
As salsichas cozidas são fatiadas em um equipamento que não foi limpo com a freqüência especificada.
O supervisor nota que o cortador tem excesso de produto acumulado e acredita que as salsichas estejam sujeitas
à contaminação bacteriana excessiva.
O procedimento de desvio estabelece que o supervisor deve reter todo o produto elaborado desde a última
limpeza total registrada. O produto retido é enviado para análise microbiológica e não é liberado até que os
resultados retornem do laboratório. O procedimento de desvio também estabelece que o empregado responsável
pela limpeza do equipamento seja questionado sobre o motivo do desvio do procedimento especificado e deve
ser treinado novamente, se necessário.
FORMULÁRIO N – RESUMO DO PLANO APPCC
PRODUTO: ______________________________________________________________
PLANTA: ________________________________________________________________
Como?
Quando?
Quem?
O quê?
Como?
Quando?
Quem?
Recebimento PC
A verificação do plano APPCC tem por objetivo assegurar a efetividade do plano, garantindo que alimentos
seguros são produzidos. Avaliar se os 7 princípios foram aplicados corretamente e se o plano está
implementado corretamente e de forma consistente.
Avaliação das normas e procedimentos de
monitorização
• Funcionários da planta
• Pessoal externo
• Organizações governamentais
• Serviço de inspeção
• Organizações privadas
• Laboratórios de controle de qualidade
• Associações de comerciantes
• Associações de consumidores
• Compradores
• Autoridade de um país importador
• Equipe HACCP
Quando fazer uma verificação
ETAPA:
PCC1
OBS.:
Como?
Quando?
Quem?
O Que?
Como?
Quando?
Quem?
Etapa PC ou PCC Perigo Medidas Limite Crítico Monitorização Ação Corretiva Registro Verificação
Preventivas
Recebimento PC
Higienização PCC1 (B; F) B:Enterobactérias B: Controlar a B:Concentraçã B: O quê? B: Não servir Supervisão do
patogênicas concentração da o da solução Concentração hortifrutigranjei- preenchimento
(Salmonella sp; solução clorada e clorada entre da solução ros crus até Planilha de das planilhas
Shigella sp) do tempo de 100 e 250 ppm clorada e que proceda a higienização
Vírus entéricos contacto. e tempo de tempo de sua de hortifruti- Supervisão da
patogênicos (vírus contato 15 contato. higienização. granjeiros etapa
da hepatite); minutos. Como? Kit
Parasitos Cloro Test e Compensar o
relógio. Programa de
humanos (G. cloro na água. coleta e análise
intestinalis; Quando? Uma de produto
Entamoeba vez a cada Repetir o
histolytica); turno. processo.
Quem? Copeira
F:Controlar a F: ausência
F: arame, prego, F: O quê?
seleção/ lavagem F: Repetir
madeira em água corrente Ausência de PF seleção e
Como? lavagem
Observação
visual
Quando? A
cada etapa
Quem? Copeira
OMS/FAO
Validação do plano HACCP
- Determinação do CCP
Implementação do Plano
Verificação Avalia:
Exemplos de registros:
Relatório de auditoria de cliente
Registros de treinamento
Controle de pontos críticos - Exemplos
Hambúrguer
Lasanha
Documentos (Manuais,
procedimentos,
instruções e registros
associados aos PPR`s e
medidas de controle Deve-se procurar
aplicáveis) examinar se
aquilo que é
“dito” é realmente
“feito”.
c
o
n
Teoria f Prática
o
r
m
e
ELABORAÇÃO
PLANO DE AÇÃO
DO PLANO
APPCC
Plan
Act (Planejar)
(Agir)
Definir as
metas
Aplicar
Ações corretivas
Definir os
métodos
Educar e
Verificar os treinar
resultados
Executar a
Check tarefa
Do
(Checar) (Fazer)
VerificaÇÃO/ IMPLANTAÇÃO
AUDITORIA DO DO PLANO
PLANO APPCC APPCC
AVALIAÇÃO (FDA)
VALIDATION/VALIDAÇÃO (USA/UE)
REVALIDATION/REVIEW (UE)
ASSESSMENT/REASSESSMENT (USA)
VERIFICACION/VERIFICAÇÃO (UE/USA/CODEX)
COMFIRMATIO/CONFIRMAÇÃO (UE/CODEX)
AUDIT (USA, procedimento de verificação)
AUDIT (UE, possível proced. de verificação)
Atividade formal e documentada, executada por
pessoal qualificado e que não tenha responsabilidade
direta na execução dos serviços em avaliação, com o
objetivo de verificar a eficácia do Sistema implantado,
através de evidências objetivas.
Critérios de Auditoria
Conjunto de políticas, procedimentos
ou requisitos usados como uma
referência.
BPF
DEFINIÇÕES
Auditor líder
Auditor que está qualificado para
gerenciar e liderar uma equipe de
auditoria de sistema da qualidade.
BPF
AUDITOR Pessoa qualificada para planejar e
conduzir auditorias de acordo com normas,
documentos e legislações aplicáveis. Um auditor líder é
um indivíduo qualificado para organizar
e dirigir uma auditoria; relatar as constatações da
auditoria e avaliar ações corretivas.
Proibida
Eu penso que esta ferramenta já deveria ter sido trocada.
Permitida
Na operação de torneamento da cota A, o plano de fabricação pede que a ferramenta seja
trocada a cada 100 peças. O última registro de troca ocorreu há 220 peças.
Proibido
Eu acho que o fluxo de aprovação do documento de alteração de projeto deveria ser ...
Permitido
Comparando o fluxograma indicado na pág. 31 do Manual da Qualidade, para aprovação de
modificações de desenho, com o ocorrido na alteração F do desenho n° 1341, verificou-se que a
etapa do item 6 foi omitida.
Proibido
Minha opinião é de que o prazo de validade desse instrumento deveria ser diminuído.
Permitido
Pela análise de fichas de registros de calibração de 10 instrumentos, constatou-se que 6 deles
sistematicamente estavam necessitando de ajuste. O Manual de Qualidade não tem procedimento
para revisão dos prazos de calibração.
Proibido
Acredito que o procedimento para substituição de desenhos desatualizados está errado.
Permitido
Durante a visita à produção tomei nota dos números dos desenhos e respectivas emissões,
utilizados em 5 máquinas. Comparando com o registro atualizado, constatou-se que 2 desenhos
estavam sendo usados em emissões antigas.
LEMBRE-SE!
Escopo da auditoria
Extensão e limites de uma auditoria.
BPF
DEFINIÇÕES
Evidência da auditoria
Registros, apresentação de fatos ou
outras informações, pertinentes aos
critérios de auditoria e verificáveis.
BPF
Utilizar os SENTIDOS!!!
Definição
(ISO 8402)
Informações cuja veracidade pode ser comprovada
com base em fatos obtidos através de observação,
medição, ensaio ou outros meios (algo que você
vê, algo que lhe seja dito e/ou documentação).
Através:
Das entrevistas;
Do exame da documentação pertinente;
Das observações das atividades;
Da análise das condições das áreas auditadas;
Da avaliação dos registros da qualidade;
Da utilização dos sete amigos do auditor (COMO?
QUEM? QUANDO? O QUE? ONDE? POR QUE?
Do MOSTRE-ME;
DEFINIÇÕES
Documento
Informação e o meio no qual ela está
contida.
BPF
DEFINIÇÕES
Registro
Documento que apresenta resultados
obtidos ou fornece evidências de
atividades realizadas.
BPF
DEFINIÇÕES
Não-conformidade
BPF
LEGITIMIDADE
PLANEJAMENTO/PROGRAMAÇÃO
MÉTODO CONSISTENTE
SINCERIDADE
EFEITO DE RETROALIMENTAÇÃO
AUDITORIA
Aspectos determinantes para uma
auditoria ser eficiente:
– Independente e não tendenciosa
– Documentada e planejada
2ª PARTE
ORGANISMO CERTIFICADOR
ESPECIFICAÇÃO
FORNECEDOR CLIENTE
PRODUTO
1ª PARTE
3ª PARTE
TIPOS DE AUDITORIA
Procedimentos
Instruções
Portarias
FASES DE UMA AUDITORIA
1. PLANEJAMENTO
2. PREPARAÇÃO
3. EXECUÇÃO
BPF
4. RELATÓRIO
FASES DE UMA AUDITORIA
1. PLANEJAMENTO – DEFINIR:
2. PREPARAÇÃO:
2. PREPARAÇÃO:
3. EXECUÇÃO
REUNIÃO DE ABERTURA
REUNIÃO DE FECHAMENTO
FASES DE UMA AUDITORIA
Tomada de temperatura
da matéria-prima
É importantíssimo verificar se:
“Fotografia” do passado
Verificar:
Importância:
DADOS CADASTRAIS
Atendem às disposições legais do órgão competente.
FORMAÇÃO DA EQUIPE APPCC PARA
IMPLANTAÇÃO
Existe coordenador.
O grupo está formado.
O grupo é multidisciplinar e atende às necessidades.
Há fontes complementares de informação (externa).
PROCEDIMENTOS DE MONITORIZAÇÃO
(PRINCÍPIO 4)
Existem procedimentos de monitorização para cada
medida
preventiva monitorizada.
Os procedimentos de monitorização especificam: o
que,
como, quando e quem.
A freqüência de monitorização garante o controle do
perigo
pelo ponto crítico.
Requisito
1.4 Escopo: O escopo do plano HACCP está definido e este escopo descreve qual o
segmento da cadeia de alimentos está envolvida e todas as classes de perigos
estão definidas.
2. Descrição do produto e uso pretendido (Etapas 2 e 3)
2.1 Descrição dos Produtos: documentada para cada produto ou grupo de produtos
similares
2.2 Informações relevantes: inclui detalhes das principais matérias-primas, estrutura
físico-química (pH, Aw, etc.), tratamentos utilizados, especificações de embalagens,
condições de armazenamento e preservação, métodos de distribuição.
2.3 Forma de utilização: documentada, baseada nos usos esperados para o produto
pelo consumidor final.
4.4 Medidas de Controle: foram levantadas todas as medidas de controle existentes para cada perigo
levantado.
6.2 Documentação: de apoio para determinação dos limites críticos disponível (Ex. padrões nacionais,
requerimentos de legislação, consultas a especialistas, etc.)
8.2 Ajuste do Processo: medidas corretivas asseguram que o PCC é trazido para a normalidade.
8.3 Disposição do Produto: medidas corretivas incluem disposição adequada para o produto afetado.
A Alta Administração está informada sobre o que é o Sistema APPCC, sobre seus benefícios e suas
A Alta Administração tem algum documento formal se comprometendo a implantar o Sistema APPCC?
A Alta Administração divulgou para seus colaboradores sua decisão de implementar o Sistema APPCC?
Houve reuniões específicas sobre o Sistema APPCC com gerentes, encarregados, supervisores?
Foram realizadas reuniões para conscientizar e mobilizar todos os demais segmentos (manutenção,
A Alta Administração escolheu um funcionário para coordenar o Programa e/ou Equipe APPCC?
A escolha do coordenador do Programa e/ou da Equipe APPCC foi feita de forma criteriosa, tendo em
Existem manuais, procedimentos, "check list", registros e outros documentos referentes aos
pré-requisitos?
Houve uma avaliação minuciosa dos pré-requisitos com foco especial em segurança do produto?
Os pré-requisitos que não atendiam ou que atendiam apenas parcialmente aos requisitos exigidos
Existe um programa de capacitação técnica da Equipe APPCC, abrangendo todos os níveis, elaborado
4) Disponiblização de Recursos: S N NA
Os recursos disponíveis (ou previstos) são suficientes para a adequação dos pré-requisitos?
FASE IV – Elaboração do Plano APPCC
A caracterização e formulação do produto foi feita de modo a permitir uma análise dos fatores que
afetam a segurança, bem como dos perígos relacionados com os ingredientes e matérias primas?
A caracterização das condições de uso do produto e a natureza dos consumidores permitem avaliar
possíveis perigos que possam ser controlados posteriormente?
5) Princípio 1 S N NA
7) Princípio 3 S N NA
8) Princípio 4 S N NA
Existe procedimentos de monitorização bem estabelecidos para cada medida de controle do PCC?
9) Princípio 5 S N NA
10) Princípio 6 S N NA
11) Princípio 7 S N NA
Existe um Plano consolidado que contempla, inclusive, ações para adequação de pré-requisitos e
treinamento?
A Alta Direção da Empresa nomeou um funcionário para coordenar a implementação do Projeto APPCC?
Foram definidas as novas qualificações e habilidades que cada funcionário deve possuir para o
Durante os treinamentos, assegurou-se que todos tiveram consciência da importância do seu trabalho no controle dos perigos, bem
como das conseqüências que podem ocorrer se houverem falhas no processo de monitorização e de aplicação das ações corretivas?
As ações corretivas relativas aos PCCs estão sendo implementadas sempre que necessário?
O Plano está sendo avaliado permanentemente, visando sua manutenção e aprimoramento, através
Plano antes que eventuais não conformidades possam vir a afetar a inoqüidade dos alimentos?
1) Auditoria Interna S N NA
Já foi realizada auditoria interna para verificar a adequação do Plano APPCC e da sua
implementação na Empresa?
2) Auditoria Externa S N NA
RELATÓRIO DE Nº REVISÃO
DATA DO RELATÓRIO
_____/_____/_____
Tipo de auditoria
PRODUTO: SERVIÇOS: PROCESSO:
OUTROS:
ESPECIFICAR:
DOCUMENTO DE REFERÊNCIA
EQUIPE DE AUDITORIA
NOME/ENTIDADE ASSINATURA
Pessoas contactadas
NOME CARGO
OBJETIVO DA AUDITORIA
Tabela de Não Conformidade/ Ação Corretiva
Nº Não Ação Observação Prazo
conformidade Corretiva
Observações
Conclusão
Anexos
Relatório Final e de Não Conformidades
Data da Auditoria
RELATÓRIO FINAL Pág.: 2 De: 5
Conformidades:
DIGITAR AQUI AS OBSERVAÇÕES PREENCHIDAS PELOS AUDITORES QUANDO DERAM NOTAS 3 (ÓTIMO, OU SEJA, › 85%
CONFORMIDADES).
Evidencias:
DIGITAR AQUI AS OBSERVAÇÕES PREENCHIDAS PELOS AUDITORES QUANDO DERAM NOTAS 1 E 2 (PRIORIZANDO POR
CRITICICIDADE OU IMPORTÂNCIA AS OBS. DAS NOTAS 1 E DEPOIS AS NOTAS 2).
Ação Corretiva:
VIDE PLANO DE AÇÃO (5W2H) – CONFECCIONADO NAS REUNIÕES DO COMITÊ GESTOR.
RELATÓRIO FINAL
Conformidades
A empresa tem os Procedimentos Padrão de Higiene Operacional – PPHO e o Manual de Boas Práticas de Fabricação
escritos na Revisão A, disponíveis para consultas, devidamente assinados e datados pelos respectivos responsáveis pela
elaboração, verificação e aprovação.
Os programas de pré-requisitos da empresa passaram por auditoria interna em Março/03 e Dezembro/03.
A empresa adota o plano de ação como técnica de gerenciamento da adequação das Não-conformidades observadas durante as
auditorias internas e externas.
Os colaboradores da empresa receberam treinamento nos conceitos gerais de Boas Práticas de Fabricação e específicos para os
procedimentos de higiene de equipamentos.
Uma equipe multidisciplinar foi formada para a elaboração do plano APPCC e recebeu capacitação nos conceitos do Sistema
APPCC.
Há presença da descrição do produto mencionando a sua composição, possíveis consumidores e orientações para sua utilização. O
produto leite integral UHT está sendo elaborado de acordo com a composição descrita no plano.
O fluxograma identifica de maneira seqüencial todas as etapas do processo contemplando as entradas de matéria-prima/insumos
necessários à fabricação do produto. Há identificação dos Pontos Críticos de Controle com a especificação da natureza do perigo
controlado. O produto é elaborado conforme fluxograma e as etapas PCC identificadas na linha de processo.
A empresa realizou a análise de perigos para os perigos biológicos, químicos, físicos, qualidade apresentando medidas de controle
e os respectivos limites críticos, procedimentos de monitorização, ação corretiva, registros e verificação para os PCC.
Existência de programa de calibração dos instrumentos necessários ao controle dos Pontos Críticos de Controle; programa de
recolhimento(Recall) para a retirada dos produtos mais rapidamente do mercado com definição de áreas específicas para a guarda
e destinação do produto devolvido.
Houve treinamento dos monitores dos PCC e os procedimentos de monitorização dos limites críticos e ação corretiva no caso de
desvios dos mesmos estão sendo atendidos para o PPC1(Q,B); PPC2(B); PPC4(B); PPC5(B); PPC6(B).
Para os PPHO Agentes Tóxicos e Controle Integrado de Pragas estão sendo obedecidos os procedimentos de monitorização, ação
corretiva, registros e verificação conforme definido no documento Revisão A .
Atribuição
A Portaria 368 de 1997 do MAA apresenta o Regulamento Técnico das Condições Higiênico-Sanitárias e das Boas Práticas para Estabelecimentos
Elaboradores/ Industrializadores de alimentos e a Resolução 10 de 2003, institui o Programa Genérico dos Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional –
PPHO.
Organograma da empresa: 2ª etapa – B da Portaria 46 de 1998/MAA Etapas para elaboração e implantação do plano APPCC
Identificação de perigos físicos que afetam a saúde do consumidor: Aplicação do Princípio 1 Análise de Perigos e Medidas Preventivas da Portaria 46 de
1998/MAA
Para os perigos associados à integridade econômica identificados no produto devem ser estabelecidas as medidas preventivas de controle e Identificado
Ponto Crítico de Controle: Portaria 46 Aplicação do Princípio 1 e Aplicação do Princípio 2 do Sistema APPCC.
Aplicação do Princípio 3 – Estabelecimento dos Limites Críticos da Portaria 46 de 1998/MAA, valor que separa o produto aceitável do inaceitável.
O documento Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional – PPHO Revisão A da empresa: PPHO Potabilidade de água; PPHO Prevenção da
Contaminação Cruzada; PPHO Higiene Pessoal; PPHO Proteção contra Contaminação do Produto.
Documento Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional – PPHO Revisão A da empresa: PPHO Potabilidade de água; PPHO Higiene das Superfícies de
Contato com o Produto; PPHO Higiene Pessoal.
Documento Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional – PPHO Revisão A da empresa: PPHO Prevenção da Contaminação Cruzada; PPHO Higiene
Pessoal; PPHO Proteção contra Contaminação do Produto.
Limite de Segurança(Operacional): Portaria 46 de 1998/MAA Critério mais rigoroso que o limite crítico.
Monitorização do PPC3(Q) para o perigo qualidade caramelização relacionada no plano APPCC Revisão A .
Aplicação de ações corretivas devem ser tomadas quando o limite crítico é excedido: Portaria 46 de 1998/MAA e relacionada no plano APPCC Revisão A .
Temperatura de esterilização relacionada no plano APPCC Revisão A apresentada no fluxograma e descrição das etapas.
MAIOR Não conformidade, pode ocasionar riscos a segurança da matéria prima se medidas corretivas corretivas não forem aplicadas
CRITICO Não conformidade, é um risco substancial a segurança da matéria prima. (Responsável da região da DPA deve ser contatado imediatamente.
AVALIAÇÃO
PONTO DE CONTROLE NÍVEL AÇÕES CORRETIVAS PRAZO
SIM NÃO N/A JUSTIFICATIVA (se N/A)
1.
Exitem placas indicando os as áreas da Fazenda? menor
1
1.
Todos os animais são identificados? MAIOR
2
1.
Existe um quadro identificando o responsável por cada setor? menor
3
1.
Existem informações relativas a propriedade que a descrevam? menor
6
Banheiro com
Sanitários dos
contato direto com
funcionários com
a produção,
comunicação direta com
Banheiro
a produção (abertura
masculino com Pintura do
telhado). Armários
1 DIRETORIA E PRODUÇÃO Banheiros armário em mal alta banheiro feminino
enferrujados e paredes
estado de já foi realizada
emboloradas. Falta de
conservação;
papel toalha não
Banheiro feminino
reciclável e sabonete
com bolores nas
bactericida
paredes;
Produtos de higienização
das instalações não
Solicitar número
evidenciam número de Fornecedor Próximas
3 PRODUÇÃO - LOGÍSTICA de registro na média NA
registo/AUP's na ficha es/Benedito compras
ficha técnica
técnica (hipoclorito de
sódio e ácido peracético)
Revisar POP-
Revisar
Higienização,
procedimento de
4 contemplando ação SGQ POP baixa NA
Higienização e
corretiva, monitorização
Limpeza
e verificação
Item APPCC
Consolidaçã
o!
Etapa 01 - higiene
pessoal e programa de
treinamento
Etapa 02 - projeto e
instalações
Etapa 03 - fabricação
Etapa 04 - limpeza e
sanificação
Etapa 05 - controle
integrado de pragas
Etapa 06 - controle da
qualidade
Consolidação
!
Razões que levam uma empresa
a implantar o sistema
GANHOS QUANTIFICÁVEIS
• Através de análise dos registros e dos relatórios de auditorias verifica-
se melhorias dos indicadores de eficiência
• Diminuição de queixas e reclamações dos consumidores (custos
ocultos)
• Redução dos índices de rejeição de matérias-primas e ingredientes
• Redução dos níveis de incidências de patógenos ou indicadores
sanitários nos produtos processados
• Redução dos retornos dos produtos comercializados
• Aumento da vida útil ou de prateleira dos produtos
• Melhoria dos resultados de análises físicas, químicas e
microbiológicas, indicando o melhor controle dos perigos
• Redução dos níveis de ocorrência de “recalls”
• No Brasil, estima-se redução de 5% de perdas no faturamento
AVALIAÇÃO DO SISTEMA APPCC NO MUNDO
BENEFÍCIOS APONTADOS
• Redução de perda de produtos: 80% atendem e 10% os resultados são
superiores aos esperados
• Aumento de vida útil: 18% acima
• Diminuição de contagens de microrganismos: 20% acima
• Aumento do preços do produto: 2% acima das expectativas
• Aumento de vendas: 10% acima
• Redução de custos de produção: 8% acima
• Aumento da motivação do pessoal de produção: 20% acima
• Aumento da motivação do pessoal de supervisão/gerência: 25% acima
• Maior habilidade em reter os consumidores: 30% acima
• Aumento da capacidade de atrair novos clientes: 30% acima
• Aumento da capacidade de abrir novos mercados no exterior: 5% acima
IMPLANTAÇÃO
DO SISTEMA APPCC
PASSO 1
Atividades iniciais
1.1 - Comprometimento da Direção da Empresa
1.2 - Conscientização e Mobilização dos
Colaboradores
1.3 - Definição do Coordenador do Programa /
Equipe APPCC
1.4 - Formação da Equipe Multidisciplinar
1.1 - Comprometimento
da Direção da Empresa
• Apoio formal
• Endosso
• Êxito do programa
• Irrestrito apoio e decisão
• Evidências de comprometimento
Como?
Local: Data:
Participantes: Assinatura:
Assunto (pauta):
3
1.2 - Conscientização e
Mobilização dos Colaboradores
• Formalizar e agilizar
• Equipe multidisciplinar
• Motivar os integrantes da equipe
• Responsabilidades frente a implantação do
Sistema APPCC
• Esforço coletivo
• Soma de conhecimentos
• Habilidades e experiências
Como?
Como?
• Ata de reunião
3.2 - Identificação e
Organograma da Empresa
Como?
• Formulários A, B e C
3.3 - Descrição do
Produto e Uso Esperado
investigação
pesquisa
análise
4.1 - Análise dos
Perigos e Medidas Preventivas
4.1 - Análise dos
Perigos e Medidas Preventivas
• formulários G, H, I, J
- justificativa
- severidade
- risco
- medidas preventivas (eficazes)
• registros das bases científicas!!
4.2 - Identificação dos
Pontos Críticos de Controle (PCC)
sim
Não é crítica
Q2. O processo ou o
consumidor eliminará o
sim perigo ou o reduzirá a um não
nível aceitável
sim não
Não é um PCC
É um PCC
Diagrama de Processo
4.2 - Identificação dos
Pontos Críticos de Controle (PCC)
Procedimentos operacionais;
Planilhas de registro de monitorização;
Avaliar tipos de treinamento necessários para o
responsável pela monitorização;
Anexo I - Exemplo de Planilha de Monitorização para Operação de autoclave
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Hora/min
T(°C)
P (kgf/cm2)
Anexo III - Exemplo de Planilha de Monitorização para armazenamento de produtos resfriados e
congelados
12
15
18
21
12
15
18
21
12
15
18
21
12
15
18
21
12
15
18
21
- Se T > limite segurança, anotar observação sobre motivo (abertura de porta, carga recente, ou
outro);
Instruções - Se T > limite crítico, solicitar providências à manutenção, através de comunicação escrita.
Persistindo o problema por 4 períodos sequentes, informar o controle de qualidade para avaliar a
extensão do problema.
4.5 – Estabelecimento
das Ações Corretivas
- Procedimento operacional
- Ficha/planilha de registro de ações corretivas
- Treinamento
Anexo II - Exemplo de Planilha de Monitorização para verificar funcionamento de detector de metais
Horários
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
• Selecionar funcionário
• Funções, capacitação formal, motivação e
espírito de liderança
• Pode ou não ser o Coordenador do Programa /
Equipe APPCC
• Execução passa para o Gerente de Produção
e/ou Controle da Qualidade
Como?
• Equipe de colaboradores
• Equipe que preparou o Plano ou nova equipe
• Responsabilidade pelo funcionamento diário do
Plano
• “Dono” do Sistema
• Treinamento, execução e manutenção
Como?
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2
ITEM SEMANA 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2
• Conscientização
• Mobilização
• Implementação do Sistema
• Transferência de responsabilidade
Como?
Auditoria Interna
Joel Barker
“UM CAMINHO DE MIL
QUILÔMETROS COMEÇA
COM O PRIMEIRO PASSO.”
Lao
VENCEDORES E PERDEDORES...
(Paulo Coelho)