Requisitos das fábricas
Classificação
Tipos de produtos embutidos e não embutidos
Cura
Emulsão
Defumação
Produtos cárneos picados cominuidos ou migados
em vários graus, constituídos por carnes das
diversas espécies e/ou sangue, vísceras e outros
tecidos animais aprovados para o consumo,
curados ou não, embutidos ou não.
Produtos de salsicharia embutidos
Embutidos de massa cozida a seco – cozimento lento , a
seco em estufas. Ex: mortadelas e salsichas
Embutidos de massa escaldada – cozimento rápido por
imersão em água quente. Ex: morcela, patês
Embutidos de massa crua ou semi-crua
dessecados (dessecação parcial), maturados salames
tipo italiano e milano.
Brandos (Menor grau de dessecação) – Ex:salaminho
Santa Catarina, Blumenau, paio, alguns tipos de
lingüiças.
Frescais (De consumo imediato e de quadra sob
refrigeração.
Produtos de salsicharia não embutidos- produtos
migados ou picados (hamburguês, almôndegas, etc.)
Produto elaborado com carne ou órgãos comestíveis
curados, ou não, condimentado, cozido ou não
defumado e dessecado Ou não tendo como
envoltório, tripa, bexiga ou outra membrana animal
É permitido o emprego de películas artificiais
Autorizadas Pela legislação
Recortes de carne bovina
Aditivos
Ligadores
Condimentos
Especiarias
Água
Gêlo
Coração
Carne de toalete de língua
Musculatura do esôfago
Limpeza da sangria
Pilar do diafragma
Carne de cabeça
Fígado,
Estômago
Conservantes – (Nitratos e Nitritos)
Estabilizantes – (Polifosfatos)
Antioxidante – (Ácido ascórbico)
Corantes – Corante Natural (Urucum)
Acidulantes – (Glucona-delta-lactona)
Umectante – (Propileno-glicol)
Antiumectante – (Fosfato tricálcio)
Aromatizantes – Flavorizantes – (essências
naturais)
Processo de Cura
Consiste no tratamento das carnes com sal, nitrito,
açúcar, Tempero e outros ingredientes
Cura propriamente dita Maturação e secagem
Objetivos:
Preservação do produtos
Desenvolvimento e fixação de cor, sabor, aromas
e melhoria do rendimento
Escolha da Peça a ser Defumada
e Cuidados com a Carne
Cura direta
Cura à seco
Cura por imersão em salmora
Cura por injeção de salmora
Cura por injeção múltipla
Temperatura das salas de cura: 2 a 4o C
Fluxograma da Cura à seco
Fluxograma da Cura Úmida ou
Cura em Imersão
Tratamento térmico da carne
Curada
Sem tratamento térmico – alto teor de
agentes de cura
Tratamento térmico moderado –
(pasteurizado)
Tratamento térmico intenso – Não necessitam
de refrigeração
Ingredientes de Cura
Sal/NaCl – conservante, flavorizante
Nitrato/Nitrito – coloração, conservante,
Açúcar – flavorizante, substrato das bacterías
Ascorbatos - Estabilizante
Fosfatos – aumenta a CRA, o rendimento,
Glucona-delta-lactona (GDL) – Estabilizantes
Formação e estabilidade de
cor dos produtos curados
Dinâmica da cor dos produtos cárneos
Sal comum – 3 a 4 %
Nitratos e nitritos – 15 g/100 Kg de carne picada
Aditivos usados na cura
Açúcar Polifosfatos Ácido Ascórbico
Fatores que afetam o
processamento
Matéria-prima
Composição da salmoura de cura
Valor do pH
Potencial de óxido-redução
Flora Bacteriana da Salmoura
Embutidos fermentados são
produtos feitos a base de pedaços
de carne que sofrem uma fermentação por
microrganismos, podendo
subseqüentemente
serem cozidos e defumados.
Diferença de outros embutidos:
O baixo teor de umidade;
Presença de ácido lático que confere
sabor
agradável;
Produto cárneo industrializado
obtido de carne suína ou suína e bovina,
adicionado de toucinho, ingredientes,
embutido
em envoltórios naturais e/ou artificiais, curado,
fermentado, maturado, defumado ou não e
dessecado.
A presença de "mofos" característicos, é
consequência natural do seu processo
tecnológico de fabricação.
O sabor do salame é dado pela fermentação;
Sabor forte e picante e uma textura elástica;
pH de 5,8-6,0 e uma concentração de
salmoura de 13-16%, que corresponde a 25
28% de água e 3,5-5,5 de sal;
Atividade de água baixa < 0,88;
Salame Tipo Italiano Salame Tipo Milano
Salame Tipo Hamburguês Salaminho
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Carne ótima qualidade
Coloração forte, com pH entre 5,4 e 5,8
Carne não deve estar muito úmida
Gordura deve ser da região costo-lombar
(ventre - maior conteúdo de ácidos graxos
facilitando rancificação).
Estudo de outros embutidos
utilizando carne de:
Peru
Pato
Ovelha
Peixe
Frango
Avestruz
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Deve ser grosseira e temperada.
3% de sal e amadurecida à temperatura de
5ºC por 2 ou 3 dias,
iniciar o crescimento de bactérias
produtoras de ácido lático.
Processo realizado em condições higiênicas,
pois a carne moída é mais susceptível à
contaminação bacteriana proveniente dos
equipamentos, utensílios e pessoal.
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Carne a temperatura baixa!!
Ingredientes Obrigatórios
Carne Suína (mínimo de 60%, exceto para o
salame tipo hamburguês, onde o teor permitido
é de no mínimo 50%)
Toucinho
Sal, nitrito e/ou nitrato de sódio e/ou
potássio
Culturas “Starter”
Culturas individuais ou mistas de cepas de
Lactobacillus plantarum
microorganismos selecionados com uma
determinada atividade enzimática e que são
adicionadas em quantidades definidas para a
produção da desejada transformação do
substrato.
Culturas “Starter”
Culturas individuais ou mistas de cepas de
Lactobacillus plantarum
microorganismos selecionados com uma
determinada atividade enzimática e que são
adicionadas em quantidades definidas para a
produção da desejada transformação do
substrato.
Microrganismos da carne
processo mais lento
Culturas “starter”
Redução do tempo de fermentação
Homogeneidade do produto
Controle das características
Conjunto de microrganismos L.
A soma das ações de microrganismos,
acidophilus
com a característica de cada um, visa um
efeito desejado no produto final.
Mais utilizados:
Lactobacillus e Pediococcus
Staphylococcus e Micrococcus
Bactérias Lácticas
Lactobacillus
plantarum Cocos catalase positivos
Staphylococcus
L. acidophilus Micrococcus varians
L. casei M. lutens
L. sake
M. roseus
L. pentosus
Staphylococcus carnosus
Pediococcus cerevisae
S. xylosus
P. acidilactici
P. pentosaceus
Leveduras
Bolores Debaromyces hansenii
Penicillium Candida formata
nalgiovenensis
P. crysogenum
Muitas das espécies microbianas que
constituem as culturas iniciadoras produzem
fatores inibidores do desenvolvimento de
outros microrganismos, garantindo um efeito
conservador.
Facilidade no uso tecnológico!
O emprego de culturas “starter” nos
embutidos garante um produto padronizado
e com as mesmas características de qualidade.
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Deve ser compacto, evitando as bolsas de ar,
o que poderia vir a provocar a oxidação da
massa prejudicando a qualidade.
Podem ser utilizadas tripas
naturais ou sintéticas.
Embutideira
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Bactérias Lácticas
Lactobacilus
casei
Carboidratos → Ácido Lático
◦ Tolerância a alta concentração de ácido lático
◦ Inibição de bactérias patogênicas e deteriorantes
◦ Acidificação rápida
◦ Temperatura ótima entre 30 e 35ºC
◦ Não são nitrato redutores
◦ Formação do composto aromático ácido do
embutido
Bactérias Lácticas
◦ O pH < 5,3 diminuindo também a solubilidade das
proteínas, retendo a água de tal maneira que os
produtos se tornam mais firmes e o processo de
secagem se efetua mais rapidamente.
◦ Pediococcus
acidificação mais lenta
Pediococcus pentosaceus
Cocos catalase positivos: Micrococcus Varians, M. lutens, M.
roseus,Staphylococcus carnosus, S. xylosus.
◦ Redução de nitrato e consumo de oxigênio;
◦ 2 KNO3 → 2 KNO 2 + O2
◦ Destruição de peróxidos;
◦ Formação e estabilização da cor;
◦ Retardamento da oxidação;
◦ Desenvolvimento de aroma;
◦ Remoção de nitrato em excesso.
Micrococcus
Leveduras: Debaromyces e Candida
◦ Consumo de oxigênio
Debaromyces
◦ Retardamento da oxidação.
◦ “Fleur du saucisson” - uso de culturas puras de
leveduras para melhorar o flavor em embutidos
fermentados.
◦ Pouco importantes no processo de deterioração
→baixo número inicial e por seu crescimento
lento em temperaturas de refrigeração, o que
desfavorece a competição eficiente com bactérias
psicrotróficas.
Bolores: Penicillium
◦ Utilizados na parte externa do produto;
Penicillium
◦ Produzem enzimas lipolíticas que degradam a
gordura;
◦ Algumas espécies são redutoras de
nitrato,modificando a cor da superfície do
embutido;
◦ Evitam rancidez por impedir entrada de oxigênio;
◦ Estabilidade de cor, retardamento da oxidação,
desenvolvimento de aroma.
Fermentação rápida
◦ Salas de maturação à temperatura de 24 a 26ºC
durante 12-14 horas.
◦ Após a temperatura é diminuída para 18 a 20ºC
completando-se a fermentação, pré-secagem,
formação de cor e liga.
Neste tipo de fermentação são adicionados:
◦ sal de nitrito → desenvolvimento de cor;
◦ ascorbato de sódio → estabilidade da cor;
◦ dextrose e xarope de milho→ acidificação rápida;
Fermentação rápida
◦ Salas de maturação à temperatura de 24 a 26ºC
durante 12-14 horas.
◦ Após a temperatura é diminuída para 18 a 20ºC
completando-se a fermentação, pré-secagem,
formação de cor e liga.
Neste tipo de fermentação são adicionados:
◦ sal de nitrito → desenvolvimento de cor;
◦ ascorbato de sódio → estabilidade da cor;
◦ dextrose e xarope de milho→ acidificação rápida;
“Fermentação Suor” (sweating fermentation):
◦ Temperaturas mais altas (25-28ºC).
◦ Para se obter uma umidade relativa de 100%
adiciona-se vapor nas câmaras de maturação.
Após um período determinado, abaixa-se a
temperatura para 16-18ºC e depois aumenta
se novamente para 28ºC (várias vezes ao dia).
◦ Adiciona-se quantidade maior de sal!
Fermentação por defumação úmida:
◦ Fermentação, defumação e secagem de uma só
vez!
◦ Após o embutimento, os produtos são levados às
câmaras de maturação a uma temperatura entre
18-22ºC e U.R.> 90-95%.
◦ Após muitas horas, adiciona-se fumaça.
Fermentação por defumação úmida:
◦ Fermentação, defumação e secagem de uma só
vez!
◦ Após o embutimento, os produtos são levados às
câmaras de maturação a uma temperatura entre
18-22ºC e U.R.> 90-95%.
◦ Após muitas horas, adiciona-se fumaça.
“Fermentação Suor” (sweating fermentation):
◦ Temperaturas mais altas (25-28ºC).
◦ Para se obter uma umidade relativa de 100%
adiciona-se vapor nas câmaras de maturação.
Após um período determinado, abaixa-se a
temperatura para 16-18ºC e depois aumenta
se novamente para 28ºC (várias vezes ao dia).
◦ Adiciona-se quantidade maior de sal!
Fermentação por defumação úmida:
◦ Fermentação, defumação e secagem de uma só
vez!
◦ Após o embutimento, os produtos são levados às
câmaras de maturação a uma temperatura entre
18-22ºC e U.R.> 90-95%.
◦ Após muitas horas, adiciona-se fumaça.
Fermentação sob pressão:
◦ Os embutidos colocados em formas de pressão,
de metal ou plástico, separados uns dos outros
com placas de madeira. As fôrmas são fechadas e
pressionadas e mantidas em câmaras a 20 22ºC.
Os produtos perdem água por drenagem através
de furso existentes nas fôrmas.
Fermentação em salmoura:
◦ Salmoura de 6-8%- salitre e ascorbato de sódio.
◦ A salmoura pode ser fria (8ºC) ou a
◦ temperatura entre 18-22ºC.
◦ Cor aceitável e consistência se dá de 3-5 dias.
◦ À temperatura de 8ºC, esse tempo é maior.
Fermentação à vácuo: os embutidos são
mantidos em câmaras à vácuo, à pressão de
0,2 atm. Após algum tempo, reestabelece-se a
pressão normal, seguida de uma redução de
0,3 atm.
Repete-se o procedimento mais uma vez e
finalmente a pressão de 0,5 atm é mantida.
Fazer vácuo no embutido, modificando a sua
estrutura e possibilitando uma melhor ligação,
maior estabilidade da cor nos embutidos e,
também, é mais difícil a rancificação, pois o
oxigênio é removido do produto com o vácuo
A fermentação do embutido é realizada à
temperatura de 20-22ºC, por
aproximadamente
5 dias.
Fermentação lenta ou natural:
a temperatura, nesse caso, é normalmente
maior que 20ºC e, consequentemente, por ser
um processo lento, a formação de cor e ligação
demoram mais. As perdas de peso são
menores de 20%. A atividade de água está na
faixa de 0,7-0,96.
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Condições: Temperatura: 12-18ºC
Umidade relativa: 75-85%
Nesta fase ocorre a maior parte da
desidratação do produto e a hidrólise
enzimática de proteínas e gorduras.
Proteínas
Peptídeos
Aminoácidos Sabor do
embutido
Amoníaco
Hidrólise de natureza enzimática: Calpaínas, Catepsinas,
Carboxipeptidases, Aminopeptidases, Dipeptidases, e
Dipeptilpeptidases
Rendimentos: secos: 60%,
semi-secos 80% do peso inicial.
A secagem remove 40 a 60% da umidade inicial
e o produto final contém cerca de 25 a 40% de
água.
aumenta porcentagem de sal para 4,0 a 5,5%.
água que resta no embutido forma uma salmoura
com concentração de 7% ou mais,
inibe o crescimento de microrganismos
deterioradores da carne!
Os produtos fermentados podem ou não
serem defumados.
As melhores condições são na temperatura
de 30-40ºC e umidade relativa de 75%.
Temperaturas mais altas retardariam a
fermentação.
Matéria-Prima
Moagem
Preparo e formulação
Adição de Culturas “Starter”
Embutimento
Fermentação
Secagem e Maturação
Embalagem
Materiais adequados para as condições de
armazenamento e que lhe confiram uma
proteção apropriada contra a contaminação.
O produto poderá ser exposto no ponto de
venda em temperatura ambiente quando
fechado.
Embalagens a vácuo: produtos fatiados,
temperatura de refrigeração.
Desenvolvimento insuficiente da
formação da cor, das propriedades de
liga
e estabilização insatisfatória.
Película seca por dentro do invólucro:
erros na secagem → desenvolvimento
microbiano → mudanças de cor,
consistência, cheiro e sabor.
Formação de bolsas de ar e porosidade;
Falta de definição das partículas das fatias;
Superaquecimento da parte gordurosa;
A exposição à luz e calor pode rancificar os
embutidos;
Descoloramento vermelho das gorduras;
Aroma e Sabor: durante a fermentação, os
microrganismos heterofermentativos podem
se
desenvolver muito rapidamente, e outros
ácidos ao produto.
Aparência: durante a secagem poderão
aparecer sulcos na superfície do produto, e
este terá uma aparência de enrugado.
O emprego de culturas “starter” nos
embutidos garante um produto padronizado
e com as mesmas características de qualidade.
CARNIONI, F. Uso de culturas iniciadoras para a elaboração de
um embutido à base de carne de pato (Cairina moschata).
Florianópolis, 2000. [50] f. Dissertação (Mestrado) -
Universidade Federal de Santa Catarina.
GALLI, F. Os embutidos- como fabricá-los. Revista Nacional
da carne, n194, abril., p14-28,1993.
Martins, R..Dossiê Técnico- Produção de Embutidos Crus-
Curados (Salame) . REDETEC-Rede de Tecnologia do Rio de
Janeiro. Junho, 2006.
OGEDA, C.,SANT'ANNA, E., Influência de diferentes culturas
'Starter' em algumas variáveis físico-químicos do salame tipo
italiano, até 28 dias de cura. 1992. 103f. Dissertação
(Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Shimokomaki,O.,Terra, F. Atualidades em Ciência e
Tecnologia de Carnes. Varela Editora, 2006. 230 p.
NASSU, R. Utilização de carne de caprinos no processamento
de embutido fermentado tipo salame. Campinas, UNICAMP,
SP,1999. Tese (doutorado).
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO,
INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 22, DE 31 DE JULHO DE 2000.
Defeitos do Produto
Curado
Cor
Sabor
Gás
Limosidade e bolor
Escurecimento
Descoloração
Esverdeamento
Descoloração pela luz
Descoloração por ranço
Descoloração química
Esverdeamento bacteriano
Anéis e núcleos verdes
Sabor e odor de ácidos
Produção de gás
Limo bacteriano e mofo superficial
Defumação
Aplicação de fumaça aos produtos, produzida pela
combustão incompleta de determinadas madeiras
Duras, como carvalho, bétula, mogno e tipos de
nogueira.
Objetivo:
conferir propriedades organoléptica especiais e
Contribuir para sua conservação
Ação e propriedades da
fumaça
secativa
Barreira contra a penetração microbiana
enrijece o tecido conjuntivo
conservadora
antioxidante (fenóis)
Cor (Castanho dourado/ marrom- escuro, devido a reação
de carbonilas da fumaça com os grupos amino livre das
proteínas ou outros compostos nitrogenados.
Aroma ( compostos carbonilícos, diacetil, vanilina e alguns
Ácidos orgânicos entre outros).
Diminui o conteúdo de nitrito
Fumaça natural
Produzida em geradores por queima, fricção, vapor
seco a temperatura de 400o C na presença de ar
quente
Fumaça líquida
Preparada pela depuração da fumaça natural, para
remover Compostos indesejáveis e os componentes
desejáveis são dissolvidos em água para a preparação
da fumaça
Fluxograma
do processo
de obtenção
de pernil
Defumado com
osso.
Deposição da Fumaça
Secagem Defumação
Cozimento
São sugeridas, a seguir, as condições de defumação utilizadas
para o pernil:
a) Secagem da peça durante quatro horas à temperatura de 49ºC, com a
chaminé aberta.
b) Aplicação de fumaça durante nove horas à temperatura de 60ºC, com
a chaminé fechada.
c) Cozimento realizado à temperatura de 85ºC, com a chaminé aberta,
até que o pernil atinja 70ºC internamente.
Fatores que afetam a
composição da fumaça
Tipo de madeira
Temperatura de combustão e
aporte de oxigênio
Estocagem
Corte lateral do defumador.
Colocam-se gorduras quente ou fundidas no cutter
Adiciona-se de uma só vez o líquido fervente
Faz-se girar tudo com grande velocidade durante alguns
minutos
A massa homogeneizada é posta a ferver escoar e depois
Levada a câmara fria até o momento de uso. Antes de
incorporar-se á pasta do embutido, esta emulsão é picada
No cutter, no momento em que esta muito fria.
Produto preparado com carnes, toucinho, condimentos,
Perfeitamente misturados, embutids em tripas naturais
ou artificiais, cozidos fefumados ou não
Matéria-Prima Cozimento
Preparo e Formulação Resfriamento
Depelagem
Moagem
Tingimento
Trituração Fluxograma de
Lavagem Processamento
Mistura
Resfriamento
Embutimento