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Propriedades e Tipos de Combustíveis

O documento discute combustíveis e suas propriedades. Aborda conceitos como combustão, combustível e combustíveis naturais sólidos como lenha, turfa e carvão. Também discute combustíveis artificiais como carvão vegetal, coque de carvão e briquete. Explica propriedades importantes como poder calorífico, volatilidade e composição química.

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Propriedades e Tipos de Combustíveis

O documento discute combustíveis e suas propriedades. Aborda conceitos como combustão, combustível e combustíveis naturais sólidos como lenha, turfa e carvão. Também discute combustíveis artificiais como carvão vegetal, coque de carvão e briquete. Explica propriedades importantes como poder calorífico, volatilidade e composição química.

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COMBUSTVEIS

COMBUSTO
e
COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

CONCEITO DE COMBUSTO
Combusto uma reao qumica exotrmica que ocorre
entre uma substncia (o combustvel) e um gs (o
comburente), usualmente o oxignio para liberar calor.

COMBUSTVEL - DEFINIO
Combustvel qualquer substncia capaz de produzir
calor por meio de reao qumica ou nuclear. Os
combustveis clssicos so materiais que reagem
com o oxignio (comburente) produzindo grande
quantidade de calor.

COMBUSTVEIS

Ainda que quaisquer substncias que reajam quimicamente com


desprendimento de calor possam ser consideradas combustveis
para determinados fins, os combustveis tidos como
industrialmente importantes so mais restritos.
Consideram-se como combustveis, os materiais carbonceos
comumente disponveis e que podem ser queimados facilmente ao
ar atmosfrico com desprendimento de grande quantidade de calor
controlvel sem esforo.
Os elementos qumicos que entram na composio da maioria dos
combustveis so: carbono, hidrognio, oxignio, nitrognio e
enxofre.

COMBUSTVEIS

Para que um material possa ser considerado industrialmente


combustvel, so necessrios os seguintes requisitos tcnicos e
econmicos:
1 facilidade de uso;
2 no formao, durante a combusto, de substncias txicas ou
corrosivas;
3 obteno fcil;
4 baixo custo de produo;
5 segurana no armazenamento e no transporte.

COMBUSTVEIS

CONCEITOS IMPORTANTES
PONTO DE FULGOR
a temperatura mnima na qual os vapores emanados de uma
substncia se inflamam na presena de uma fonte gnea externa.
Porm, ao ser afastada a fonte externa, a chama no se mantm.(flash
point)
PONTO DE INFLAMAO
Tambm conhecido como ponto de combusto, a temperatura
mnima, na qual os vapores emitidos por uma substncia entram em
combusto na presena de uma fonte gnea externa. Ao ser retirada a
fonte externa a chama se mantm acesa. (fire point)
PONTO DE IGNIO
a temperatura mnima na qual os vapores desprendidos por uma
substncia se inflamam por simples aquecimento.(auto ignition
temperature)

COMBUSTVEIS

PROPRIEDADES DOS COMBUSTVEIS


1. VOLATILIDADE
Pode ser definida como a porcentagem de um combustvel a uma
dada temperatura, quando a presso atuante for de uma atmosfera.
Um combustvel tanto mais voltil quanto:
menor for a presso interna e maior a temperatura externa.
Se a volatilidade for muito elevada:
haver formao de bolhas de vapor no circuito de alimentao,
principalmente durante o vero.
haver formao de gelo no carburador durante o inverno,
impedindo o funcionamento do motor.

COMBUSTVEIS

Se a volatilidade for muito baixa teremos:


dificuldade na partida do motor
diminuio da acelerao
maior tempo para que o motor atinja a temperatura ideal de
funcionamento
diluio do leo lubrificante, porque os combustveis menos
volteis no so capazes de serem queimados na combusto
maior formao de carvo nas cmaras de combusto e no cu
do pisto

COMBUSTVEIS

2. PODER CALORFICO
Corresponde

quantidade

de

energia

interna

contida

no

combustvel, sendo que quanto mais alto for o poder calorfico,


maior ser energia contida.
Unidades: kcal/kg ; BTU/lb; kcal/m3
Relaes: 1 kcal/kg = 0,555BTU/lb e 1 BTU/lb = 1,8 kcal/kg
Exemplo: Se o poder calorfico do leo diesel 10.000kcal/kg
significa que ao se queimar 1 kg de leo diesel h um
desprendimento de calor da ordem de 10000 kcal.

COMBUSTVEIS

Um combustvel constitudo sobretudo de hidrognio e


carbono, tento o hidrognio o poder calorfico de
28.700 kcal/kg enquanto que o carbono de 8.140 kcal/kg, por
isso, quanto mais rico em hidrognio for o combustvel maior
ser o seu poder calorfico.

H dois tipos de poder calorfico:


poder calorfico superior
poder calorfico inferior

COMBUSTVEIS

Poder Calorfico Superior


Corresponde

quantidade

de

calor

produzido

por

1kg

de

combustvel, quando este entra em combusto, em excesso de ar, e


os gases da descarga so resfriados de modo que o vapor de gua
neles seja condensado.

Poder Calorfico Inferior


Corresponde a quantidade de calor que pode produzir 1kg de
combustvel, quando este entra em combusto com excesso de ar, e
os gases de descarga so resfriados at o ponto de ebulio da
gua, evitando assim que a gua formada na combusto seja
condensada.

COMBUSTVEIS

3- Calor Latente
A demora ou rapidez com a qual os corpos se fundem ou
liquefazem, tem sua explicao no calor latente, que a
quantidade de calor absorvido pelos corpos na sua mudana de
estado, sem que haja aumento aparentemente de temperatura.
O calor latente necessrio fuso ou liquefao varia com sua
natureza.
Na passagem do estado lquido ao gasoso, o lquido no muda de
temperatura enquanto dura sua transformao, e todo calor
empregado absorvido para produzir mudana de estado.

COMBUSTVEIS

4-Peso Especfico
a relao entre o peso de uma substncia e o de um volume
igual de gua destilada, a uma temperatura de 4C.
O peso de uma substncia por unidade de volume, chama-se
densidade.
Comercialmente, usado para diferenciar os diversos tipos de
combustveis .
5- Viscosidade
A viscosidade se explica pela fora de coeso das molculas do
fluido. Ao se tentar deslocar uma camada de gua sobre outra,
por exemplo, necessrio vencer a fora de resistncia
provocada pela atrao entre as molculas das duas camadas.

COMBUSTVEIS

Frmulas para determinar o poder calorfico inferior.

Para a gasolina: PCI = PCS - 780


Para o benzol: PCI = PCS - 415
Para lcool etlico: PCI = PCS - 700
Para o leo diesel: PCI =PCS - 730
Para lcool metlico: PCI = PCS - 675
PCI = PODER CALORIFICO INFERIOR
PCS = PODER CALORIFICO SUPERIOR

COMBUSTVEIS

CLASSIFICAO DOS COMBUSTVEIS SEGUNDO A ORIGEM


COMBUSTVEL NATURAL

FSSIL

NATURAL

NUCLEAR

Petrleo
Carvo Mineral
Gs Natural

COMBUSTVEIS DERIVADOS
Gs liquefeito de petrleo (GLP),

gasolina, leo diesel, leo


combustvel
Gases manufaturados
Gs natural liquefeito (GNL))

Resduos Agroindustriais Bagao de cana, casca de arroz


Carvo vegetal
Lenha
Gases manufaturados, metanol,
Resduos Animais
Serragem
Biogs
Urnio
Trio

U-235, U-238
Th-232

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS NATURAIS SLIDOS


LENHA o combustvel mais antigo em uso e ainda largamente usado no
Brasil. constitudo basicamente de celulose, resinas, gua e sais minerais.
Seu poder calorfico, com 20% de umidade, varia de 2500 kcal/kg a 3000
kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DA LENHA SECA


carbono

50,2 %

hidrognio

6,3 %

oxignio

43,0 %

nitrognio

0,06 %

cinzas

0,44 %

COMBUSTVEIS

TURFA uma substncia que consiste de restos de vegetao ainda em


fase de decomposio. Embora no possa ser considerada como carvo, ela
representada seu estgio inicial de formao. Ela amorfa, mida e seu
poder calorfico de 2500 kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DA TURFA


carbono

12,9 %

enxofre

0,80 %

cinzas

26,1 %

umidade

34,8 %

COMBUSTVEIS

LINHITA um carvo ainda em formao, com aspecto de madeira em


processo de carbonizao. Tem alto teor de umidade e seu poder calorfico
de 4000 kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DA LINHITA


carbono

19,2 %

enxofre

1,60 %

cinzas

20,6 %

umidade

32,8 %

COMBUSTVEIS

ANTRACITO um carvo com baixa porcentagem de material voltil,


consistindo basicamente de carbono e cinzas. Seu poder calorfico de 8500
kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DO ANTRACITO


carbono

94,00 %

hidrognio

3,00 %

nitrognio

3,00 %

COMBUSTVEIS

HULHA o carvo de pedra propriamente dito. resultante da


carbonizao e fossilizao de imensas florestas que existiram a milnios,
durante a consolidao da crosta terrestre. O poder calorfico de 7500
kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DA HULHA


carbono

79,8 %

hidrognio

5,08 %

oxignio

4,25 %

nitrognio

1,88 %

enxofre

1,20 %

cinzas

32,80 %

umidade

3,00 %

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS ARTIFICIAIS SLIDOS


CARVO VEGETAL obtido artificialmente pela carbonizao da
madeira em fornos especiais. utilizado principalmente na siderurgia e na
fabricao de gasognio.
O gasognio pode ser obtido pelo processo destinado a produzir coque
(carvo vegetal). A parte voltil do carbono liberada com o aquecimento
dos hidrocarbonetos mais pesados, obtendo assim um gs que contm
hidrognio e metano

COMPOSIO TPICA DO CARVO VEGETAL


carbono

81,00 %

matria voltil

15,00 %

cinzas

4,00 %

COMBUSTVEIS

COQUE DE CARVO o combustvel obtido pelo aquecimento da hulha


temperatura de 1000C, na ausncia de ar, originando uma substncia
porosa com alto porcentual de carbono. utilizado principalmente em
indstrias siderrgicas e de fundio. Seu poder calorfico de 8000 kcal/kg.

COMPOSIO TPICA DO COQUE DE CARVO


carbono

87,00 %

matria voltil

1,50 %

cinzas

10,3 %

umidade

1,20 %

COMBUSTVEIS

BRIQUETE o combustvel obtido pela mistura de resduos finos de


carvo de boa qualidade, com aglutinante adequado que, aps comprimido,
assume a forma de blocos com dimenses aproximadas de uma barra de
sabo. Desta forma obtm-se um combustvel de boa qualidade
aproveitando-se resduos de carvo que, por sua dimenses apresentam
pouco valor comercial. Seu poder calorfico de 7000 kcal/kg.
Briquete - Alternativa Energtica para fornos ecologicamente corretos
O Briquete resultado do processo de secagem e prensagem de serragem
ou
p
dos
mais
diversos
tipos
de
madeira.
O alto poder calorfico torna o briquete ideal para uso em caldeiras
industriais, fornos de padarias, pizzarias, cermicas, lareiras e outros.
As sobras de madeira que antes eram jogadas no lixo, poluindo o meio
ambiente. Agora, com o reaproveitamento dessas sobras como matriaprima na produo dos briquetes, isso no ocorre mais, e o que era lixo
virou energia, ajudando assim a preservar a natureza, contribuindo com o
governo na economia de energia e tambm no controle do desmatamento
florestal.
Substitui a lenha na sua totalidade, sem a necessidade de qualquer
modificao no equipamento, inclusive os novos fornos a lenha compactos,
assegurando assim economia, comodidade, rentabilidade e garantia no
fornecimento.

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS LQUIDOS
PETRLEO
LEO DE XISTO - Este uma alternativa de energia para as industrias que
utilizam leos combustveis em seus processos de produo, substituindo
produtos como GLP, Lenha e leos Combustveis, e outros com total
segurana.
Suas propriedades reduzem a emisso de fuligem, fumaa e gases cidos de
enxofre, minimizando, portanto, a corroso de dutos e chamins e sendo
indicado
para
consumo
industrial
em
centros
urbanos.

METANOL, ETANOL, GASOLINA, DIESEL etc.

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS
1. METANOL (CH3OH)
O metanol) ou lcool metlico um composto qumico encontrado
na forma lquida, com ponto de fuso de
-98C, inflamvel e
possui uma chama invisvel.
Pode-se obter metanol a partir da destilao de madeiras ou a
atravs da reao do gs de sntese de origem fssil.
O metanol utilizado grandemente como solvente industrial, na
indstria de plsticos, como solvente em reaes de importncia
farmacolgica, etc.
O metanol usado no processo de transesterificao da gordura, na
produo do biodiesel.
usado como combustvel em algumas categorias de postos nos
EUA.

COMBUSTVEIS

No Brasil, o metanol foi utilizado durante algum tempo em


substituio ao lcool, em virtude de falta deste produto no
mercado, porm hoje em dia, por ser extremamente txico, o
metanol j no mais utilizado como combustvel.

Podemos encontrar metanol como combustvel em motores a


exploso, como os de carros de corrida, carros de frmula Indy e de
aeromodelos. Sua resistncia detonao viabiliza sua utilizao
em motores com alta taxa de compresso, proporcionando timo
desempenho, pois aproveita em torno de 40% da energia fornecida.

Detonao: ignio precoce da mistura ar- combustvel por simples


compresso ( foi ultrapassada a temperatura de auto-ignio) em ausncia
de centelha.

COMBUSTVEIS

Obteno do metanol
1 - a partir do gs de sntese (CO + H2)
CO + 2 H2

400C, 200 atm

CH3OH

ZnO + Cr2O3

2 - oxidao controlada do metano (processo petroqumico, pois


parte do gs natural)
500 C , 15 atm

CH4 + O2

CH3OH
Catalisadores

usado industrialmente na obteno do MTBE, empregado para


aumentar a octanagem da gasolina.

COMBUSTVEIS

EFEITOS SADE
Inalao causa leve irritao s membranas
das mucosas. Os sintomas da exposio
incluem dor de cabea, nusea, vmito,
cegueira, coma e at a morte.

Ingesto - Txico. Irrita as membranas da mucosa. Pode causar


intoxicao e cegueira.
Dose fatal: 100 125 mL
Contato com a pele - Pode deixar a pele seca e quebradia.
Se ocorrer absoro; sintomas parecidos com a inalao.
Contato com os olhos - A exposio contnua pode causar leses nos
olhos.

COMBUSTVEIS

2. ETANOL - lcool etlico (CH3CH2OH)


um lquido incolor, voltil, inflamvel,
solvel em gua, com cheiro e sabor
caractersticos.
O lcool combustvel para veculos mais conhecido o etanol
(lcool etlico), produzido por fermentao a partir da cana de
acar.
A cana-de-acar no a nica matria prima existente para a
produo de lcool combustvel, em outros pases, ele
extrado do milho, da beterraba e at da madeira.

COMBUSTVEIS

O etanol um excelente combustvel automotivo: apresenta um


ndice de octanos ou octanagem superior ao da gasolina,
resultando em menores emisses de gases.
A queima do etanol produz em mdia 25% menos monxido de
carbono e 35% menos xido de nitrognio (NO) que a gasolina O
lcool foi uma soluo brasileira alternativa ao petrleo.
O etanol um combustvel ecologicamente correto, ele no afeta
a camada de oznio e obtido de fonte renovvel.

COMBUSTVEIS

Por que renovvel ?


Porque o ciclo do carbono pode ser considerado
completo. O carbono o elemento fundamental
das molculas orgnicas, ou seja, tudo que
(ou foi) vivo, contm carbono. Desde a bactria at o elefante!
Explicando o ciclo do carbono:
De uma maneira bem simplista, a cana-de-acar (como qualquer
outro vegetal verde) realiza fotossntese, ou seja, utiliza o gs
carbnico ou dixido de carbono (CO2) contido no ar para
sintetizar protenas e obter energia.

COMBUSTVEIS

Quando queimamos o lcool proveniente da cana nos motores


de nossos carros, h a liberao de gs carbnico na atmosfera,
ou seja, como se o CO2 absorvido pela planta ficasse
armazenado no combustvel, que quando queimado, libera o gs
para a atmosfera, que por sua vez servir de produto para a
realizao de fotossntese por uma outra planta.
Quando utilizamos gasolina, o CO2 liberado desbalanceia o
sistema, pois estamos queimando combustvel originrio de
material fssil, que o petrleo.

COMBUSTVEIS

O lcool etlico pode ser preparado por:


1. hidratao do etileno ( que obtido a partir petrleo)
CH2 = CH2 + H2O

H2SO4

2. fermentao de acares ou cereais

CH3CH2OH

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

TERMINOLOGIAS

LCOOL ETLICO ANIDRO COMBUSTVEL (AEAC)


Teor mnimo de lcool 99,3 %

LCOOL ETLICO HIDRATADO COMBUSTVEL (AEHC)


Teor mnimo de lcool entre 92,6 % e 93,8 %

COMBUSTVEIS

BAFMETRO
Bafmetro (ou Etilmetro) um aparelho que permite
determinar a concentrao de bebida alcolica em uma
pessoa, analisando o ar exalado dos pulmes. o
equipamento utilizado para checar o nvel de lcool
etlico presente no sangue de motoristas. Alguns
aparelhos so programados a apitar caso a quantidade
de lcool no sangue ultrapasse o limite estabelecido em
lei.

COMBUSTVEIS

O lcool presente no "bafo", convertido em cido actico conforme


mostra a reao abaixo:
3 CH3CH2OH + 2 K2Cr2O7 + 8 H2SO4

3 CH3COOH + 2 Cr2(SO4)3
+ 2 K2SO4 + 11 H2O

Nesta reao o etanol convertido a cido actico e o cromo, na forma


de on cromato (amarelo alaranjado) transformado em Cr 3+ (colorao
verde).
Quanto maior a concentrao de lcool mais intensa a colorao
esverdeada obtida.
O limite mximo permitido no Brasil 0,2 g de lcool por litro de sangue,
ou 0,1 mg de lcool por litro de ar expelido no exame do bafmetro.

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

3. GASOLINA
A gasolina um combustvel fssil produzida a partir
do petrleo. formada, principalmente, por hidrocarbonetos
(compostos orgnicos que contm tomos de carbono e
hidrognio) obtidos do petrleo bruto, por intermdio de vrios
processos como o cracking, destilao e outros.
Os hidrocarbonetos que compem a gasolina so formados
normalmente por cadeias de 4 a 12 tomos de carbono.
A gasolina possui tambm em sua composio (em pequena
quantidade): produtos oxigenados, enxofre, compostos metlicos e
de nitrognio.
Como combustvel utilizada na forma comum ou aditivada.
Por se tratar de um combustvel fssil, a queima da gasolina
provoca a emisso de gases poluentes, responsveis pelo efeito
estufa e aquecimento global.

COMBUSTVEIS

A gasolina atualmente disponibilizada em nosso pas para o


consumidor final e que comercializada pelos postos
revendedores (postos de gasolina) a que possui, normalmente
lcool etlico anidro em sua composio.
Em pocas de crise no abastecimento do lcool etlico, quando
a produo da industria alcooleira no suficiente para atender
demanda de etanol anidro, outros compostos oxigenados,
como o MTBE ( Metil, Terc-Butil-ter) e metanol (lcool metlico)
podero, aps aprovao federal, estar presentes na gasolina
disponvel aos consumidores.
O MTBE utilizado como componente da gasolina desde 1974
na Europa e desde 1979 nos EUA. No Brasil, o Rio Grande do
Sul tem o MTBE incorporado na gasolina desde 1990.
CH3
CH3

C
CH3

CH3

COMBUSTVEIS

A reao bsica que ocorre no interior de um motor a quebra dos


hidrocarbonetos que compem o combustvel para produzir dixido de
carbono, gua e, o mais importante, calor (energia).
Nos motores a exploso, a gasolina vaporizada e recebe uma certa
quantidade de ar. Essa mistura ento comprimida e explode sob a ao
de uma fasca eltrica produzida pela vela do motor.
A exploso desloca o pisto e esse movimento aproveitado para
produzir trabalho. Sob certas condies, essa mistura explosiva detona
ao ser comprimida e essa detonao espontnea (sem que haja emisso
de centelha), chamada de knocking, prejudica o trabalho do motor,
diminuindo sua potncia e rendimento.

COMBUSTVEIS

OCTANAGEM
A qualidade da gasolina constantemente avaliada levando-se em
conta a sua octanagem ou o seu ndice antidetonante (IAD). A
octanagem de uma gasolina indica sua resistncia a detonao, em
comparao com uma mistura contendo iso-octano (ao qual
creditado um nmero de octano igual a 100) presente em uma mistura
com n-heptano (nmero de octano igual a zero).
Exemplificando, uma gasolina ter uma octanagem igual a 80 se,
durante o teste, apresentar a mesma resistncia detonao
apresentada por uma mistura que contm 80% em volume de isooctano e 20% em volume de n-heptano. A avaliao da octanagem da
gasolina justificada pela necessidade de garantir que o produto
atenda s exigncias dos motores no tempo de compresso e incio da
expanso (quando ocorrem aumento de presso e de temperatura)
sem entrar em auto - ignio.

COMBUSTVEIS

Motor CFR(motores especiais monocilndricos de compresso


varivel) utilizado para teste de octanagem no laboratrio de uma
refinaria.

COMBUSTVEIS

TIPOS DE GASOLINA
Gasolina do tipo A ( 73 octanas - gasolina amarela )
Gasolina do tipo B ( 82 octanas - gasolina azul)
Gasolina do tipo C ( 76 octanas - gasolina + lcool )
Gasolina verde - cujo NO = 110 - 130
A gasolina tipo A a gasolina produzida pelas refinarias de petrleo e
entregue diretamente s distribuidoras. uma mistura de naftas numa
proporo tal, que enquadre o produto na especificao da ANP.
J a gasolina tipo C a gasolina tipo A recebida pelas distribuidoras,
proveniente das refinarias, adicionada de lcool etlico anidro combustvel
(AEAC). Essa gasolina a que se encontra disponvel no mercado, sendo
comercializada nos postos revendedores.

COMBUSTVEIS

Gasolina Aditivada
A gasolina chamada aditivada a gasolina tipo A adicionada, alm do
lcool etlico, dos chamados aditivos detergentes dispersantes. Esses
aditivos tm a finalidade de minimizar a formao de depsitos no
carburador e nos bicos injetores, assim como, no coletor e hastes das
vlvulas de admisso e tambm so anticorrosivos.
-Possui a mesma octanagem da gasolina comum (IAD = 87), diferenciandose
desta em razo da presena de detergentes/dispersantes que
mantm limpo o sistema de combusto, os bicos injetores e as vlvulas do
motor.
- Recebe, por fora de lei federal, a adio de 20% de lcool anidro.
- Possui teor de enxofre = 1000 ppm.
- Recebe um corante que a deixa com a cor esverdeada para diferenci-la
da gasolina comum.

COMBUSTVEIS

- Aplicao: pode ser utilizada em qualquer veculo movido gasolina


que no requeira propriedades de alta octanagem. especialmente
recomendada para carros injeo eletrnica, como a maioria dos
carros atualmente no Brasil (onde praticamente no se vendem mais
carros a carburador).
OBS: A gasolina aditivada da BR denominada BR SUPRA .

COMBUSTVEIS

GASOLINA PREMIUM ( BR Premium)


Gasolina com maior octanagem que a comum (no mnimo 91 octanas de
IAD, ndice Antidetonante, enquanto a comum tem mnimo de 87); no
caso da Petrobras, recebe os mesmos aditivos da Gasolina BR Supra,
mas no recebe corante, possuindo assim a colorao natural da
gasolina (incolor a amarelada).
A gasolina Podium um tipo de gasolina superior a Premium.
Aplicao: Pode ser utilizada em qualquer veculo movido gasolina,
mas especialmente recomendada para veculos com motores que
exijam gasolina de alta octanagem.
Geralmente so veculos importados e sofisticados, equipados com alta
taxa de compresso (maior que 10:1). No caso especial do Brasil, onde
h incentivo governamental para a produo de carros populares
(1000) , alguns destes carros possuem alta taxa de compresso e se
beneficiam do uso desta gasolina, obtendo-se com ela maior
desempenho.

COMBUSTVEIS

GASOLINA PETROBRAS PODIUM


a melhor gasolina do mercado, sendo uma Premium de qualidade
superior uma vez que a Petrobras adotou requisitos ainda mais
exigentes que a Premium usual. Possui octanagem mnima de 95
octanas de IAD, baixa formao de depsitos, baixo teor de enxofre
(mximo de 30 ppm) e isenta de benzeno, causando assim uma
reduo das emisses de poluentes no meio ambiente.
No tem colorao (incolor).
Aplicao: A mesma da gasolina Premium.

COMBUSTVEIS

QUAL A COR ORIGINAL DAS GASOLINAS?

As gasolinas variam de incolor a amareladas com exceo da


gasolina Podium, que era incolor, mas por causa da adio
do corante laranja no lcool anidro confere agora uma cor
levemente alaranjada. Isto acontece em funo da
composio qumica e dos diversos processos de refino.

COMBUSTVEIS

A GASOLINA TEM CHUMBO?

No. O Brasil, em 1989, foi um dos primeiros pases a retirarem o


chumbo de suas gasolinas automotivas. O chumbo era utilizado para
aumentar a octanagem do combustvel, mas, por questes
ambientais, foi eliminado. O chumbo somente utilizado na gasolina
de aviao, sendo seu uso prejudicial aos carros modernos,
equipados com catalisadores e sonda-lmbda. O composto chumbo
tetraetila (CTE) foi durante muitos anos incorporado a gasolina de
vrios pases para aumentar a sua octanagem. Com o crescimento
da preocupao com o meio ambiente, estes compostos foram
suprimidos da composio da gasolina principalmente por serem
txicos para o ser humano, mas tambm por inviabilizar a adoo de
catalisadores de veculos.

COMBUSTVEIS

UMA GASOLINA COM MAIOR OCTANAGEM PODE SER MAIS


ECONMICA?

Sim, nos carros que requerem este tipo de gasolina. No


utiliz-la ir aumentar o consumo, reduzir a potencia
disponvel e pode causar danos ao motor do veculo.

QUAL A DIFERENA DA GASOLINA TIPO A e GASOLINA TIPO C?

A gasolina tipo A a gasolina sem lcool, ou seja, conforme


ela produzida nas refinarias ou petroqumicas. Aqui no
Brasil, por lei, obrigatria a adio de lcool, gerando-se
assim a gasolina C, que vendida nos postos.

COMBUSTVEIS

QUAL A DIFERENA ENTRE GASOLINA COMUM E A GASOLINA


ADITIVADA ?

A nica diferena o aditivo. A octanagem a mesma. No


influencia a potencia do carro.
EXISTE ALGUM PROBLEMA SE ESTIVER UTILIZANDO GASOLINA
ADITIVADA E MISTURAR GASOLINA COMUM ?

Essas gasolinas podem ser misturadas. O nico problema


nessa mistura que haver uma diluio do aditivo existente
na gasolina aditivada causando uma reduo do poder de
limpeza do sistema de alimentao do veculo. Dependendo
da quantidade de gasolina comum que for adicionada a
gasolina aditivada o pacote de aditivos pode at perder o seu
efeito.

COMBUSTVEIS

SE USAR GASOLINA PREMIUN, MEU CARRO FICAR POTENTE ?


A gasolina no d mais potncia. A potncia de um carro j foi definida no
projeto do motor (fabricante). O desempenho vai depender da gasolina. O
manual do proprietrio informa qual a gasolina deve ser usada.

QUAL A DIFERENA ENTRE GASOLINA ADITIVADA E A GASOLINA


PREMIUM ?
A diferena est na octanagem. A Premium tem 91 octanas IAD (ndice
Anti Detonante), enquanto a comum e a aditivada tem 87 octanas.

COMBUSTVEIS

O QUE GASOLINA BATIZADA?

Gasolina batizada o mesmo que gasolina adulterada, ou seja,


quando algum adiciona solvente ou outros compostos a
gasolina de modo a se obter um produto mais barato, porm
com qualidade inferior a exigida pela especificao do produto.
bom lembrar que o uso de gasolina adulterada, ou "batizada",
pode causar danos aos motores dos veculos.

COMBUSTVEIS

QUAIS OS PRODUTOS MAIS UTILIZADOS PARA ADULTERAR A


GASOLINA ?

Em geral, os produtos utilizados na adulterao da gasolina


so lcool e solventes. Como solventes, h diversos tipos de
produtos como aguarrs e solvente para borracha (SPB). O
SPB, tambm conhecido como benzina industrial, citado
informalmente como um dos mais empregados para uso
fraudulento em gasolina, depois do lcool.
De acordo com informaes divulgadas pela imprensa, o
Brasil apresenta um alto consumo aparente de solventes.

COMBUSTVEIS

A GASOLINA PODIUM (PETROBRS) PODE SER USADA EM


MOTORES DE POPA ?

Sim. A gasolina Petrobras Podium uma gasolina que


atende as especificaes da ANP, rgo regulador, portanto
pode ser usada em qualquer motor. Ela uma gasolina
aditivada e, portanto, s no deve ser usada em casos onde
o fabricante do motor contra-indicar o uso de uma gasolina
aditivada.

COMBUSTVEIS

SEGURANA COM A GASOLINA


No transporte : Para efeito de transporte, a gasolina est
enquadrada na classe de risco 3 (lquido inflamvel) e tem o
nmero de identificao 1203 (combustvel para motores),
conforme classificao da ONU, adotada pelo Ministrio dos
Transportes. Sendo considerada como carga perigosa, as
pessoas envolvidas com seu transporte devem estar devidamente
treinadas e capacitadas para realizar tais operaes. A seguir ser
indicado alguns cuidados a serem tomados durante o transporte:
-No transportar gasolina em vages ou tanques enferrujados ou
sujos, pois pode haver contaminao da gasolina.
-No transportar gasolina no mesmo tanque ou vago utilizado
para transportar leo diesel ou lcool, sem ter feito uma limpeza
prvia no mesmo para no prejudicar a qualidade da gasolina.

COMBUSTVEIS

-Evitar a contaminao do produto no momento da descarga. No se


deve deixar mangueiras jogadas pelo cho alm do tempo
necessrio.
-Adotar cuidados que garantam a segurana durante o carregamento
e descarga do produto como por exemplo desligar o veculo e acionar
o freio de mo.

No recebimento : Antes de comear a encher um tanque de


caminho ou vago, alocado para transporte de combustveis,
necessrio verificar se boa a condio de limpeza de seu interior e
somente efetuar o enchimento se a limpeza for confirmada. Quando
essa recomendao no observada, a qualidade do produto pode
ficar prejudicada.
Para evitar o recebimento de produto contaminado importante que
se acompanhe a qualidade da gasolina que est sendo entregue em
sua empresa ou posto de servio, o que deve ser feito antes que o
produto seja descarregado nos tanques de armazenamento.

COMBUSTVEIS

Para esse acompanhamento podemos seguir as seguintes


recomendaes bsicas
-Inspecionar a gasolina antes de descarrega-l na instalao de
armazenamento.
-Medir o teor de lcool da gasolina C antes de descarrega-l nos
tanques de armazenamento ou quando tiver dvida quanto a sua
qualidade. O teor alcolico da gasolina C um dos mais
significativos e simples dentre os testes que podem ser feitos para,
num primeiro momento, verificar a qualidade do produto. Com esse
teste, possvel evidenciar a ocorrncia de uma provvel
contaminao do produto por gua, por leo diesel ou por outros
solventes.

COMBUSTVEIS

No armazenamento : A Norma Regulamentadora NR20 assim


como a NBR 7505 da ABNT, so normas brasileiras aplicveis ao
armazenamento de petrleo e seus derivados lquidos inclusive
gasolina. No armazenamento de gasolina, cuja classificao para
efeito de armazenagem se enquadra na classe 1A (lquido
inflamvel), as providncias listadas a seguir so bsicas para
garantir um mnimo de segurana para as instalaes de sua
empresa, para as pessoas que trabalham nela e para o meio
ambiente:
-Providencie o aterramento dos tanques de armazenamento de
gasolina.
-Antes de instalar tanques enterrados, execute nos mesmos teste
de estanqueidade e somente faa a instalao se nenhum vestgio
de vazamento for detectado.
-Dote os tanques de armazenamento enterrados de um sistema de
proteo adicional contra o ataque corrosivo do solo.
-Ao usar tanques enterrados para armazenamento de derivados de
petrleo, adote um eficiente controle de estoque.
-Evite a exposio da gasolina ao calor ou chamas expostas.

COMBUSTVEIS

No uso : O uso adequado da gasolina levar os usurios deste


produto a evitar gastos excessivos com combustvel e com a
manuteno dos veculos, alm de proporcionar uma boa condio
de segurana e garantir o funcionamento dos motores. Para que se
possa tirar o mximo proveito deste combustvel recomendado a
adoo dos seguintes cuidados:
-Dar uma ateno especial ao perodo de troca dos filtros de
combustveis e de ar e adotar um controle preciso das substituies
efetuadas.
-Tomar providncias para que as velas de ignio do motor estejam
sempre em bom estado de conservao. Para que se tire o mximo
proveito da gasolina essas velas so componentes de grande
importncia.
-Manter insento de sujeira o tanque de gasolina dos
veculos.Impurezas acumuladas no tanque so revolvidas a cada
novo abastecimento e ficam em suspenso no produto podendo
provocar a saturao prematura do filtro de combustvel.
-No usar combustvel, misturas de combustvel ou aditivos que
no tenham sido previamente testados e aprovados. Os motores dos
automveis disponveis atualmente no Brasil j saem da revenda
regulados para usar a gasolina tipo C aqui produzida.

COMBUSTVEIS

4. GS NATURAL
O gs natural uma mistura de
hidrocarbonetos leves que, em condies
normais de presso e temperatura, permanece
no estado gasoso. Na natureza, ele encontrado em acumulaes
de rochas porosas no subsolo (terrestre ou marinho), em geral
acompanhado de petrleo.
Mistura gasosa formada por CH4 (70 a 99%), C2H4 (0,5 a 7%), outros
alcanos, H2S, CO2 etc.
O gs natural tem seu uso difundido como combustvel (combusto
mais limpa, alm de pouco danificar os equipamentos) automotivo
(usado para movimentar motores de caminhes, nibus e carros,
gerando uma economia de aproximadamente 70%) e na indstria
(utilizado com uma das matrias-primas na fabricao de metanol,
amnia e uria).

COMBUSTVEIS

O gs natural no produz depsitos de


carbono no motor aumentando seu bom
funcionamento e retardando a necessidade
da troca de leo, alm de emitir menor quantidade de poluentes
O gs natural altamente seguro, pois armazenado em recipientes
especiais de resistncia e durabilidade, instalado longe da rede
para que em casos de vazamentos o fluxo de gs seja interrompido
e produz menor impacto ambiental. As desvantagens do gs natural
a dificuldade em transport-lo, pois ocupa muito espao e mais
difcil de ser liquefeito.
Sua distribuio feita atravs de uma rede de tubos e de maneira
segura, pois no necessita de estocagem de combustvel e por ser
mais leve do que o ar, dispersa-se rapidamente na atmosfera em
caso de vazamento.

COMBUSTVEIS

Complexo de Gs Natural e leo Diesel


Plo industrial petroqumico de Guamar, RN,

COMBUSTVEIS

COMBUSTVEIS

VANTAGENS DO GS NATURAL
- baixo impacto ambiental: o gs um combustvel ecolgico. Sua
queima produz uma combusto limpa, melhorando a qualidade do ar,
pois substitui formas de energias poluidoras como carvo, lenha e leo
combustvel. Contribui ainda para a reduo do desmatamento.
- facilidade de transporte e manuseio: contribui para a reduo do
trfego de caminhes que transportam outros tipos de combustveis. No
requer estocagem, eliminando os riscos do armazenamento de
combustveis.
-vetor de atrao de investimentos: a disponibilidade do gs atrai
novas empresas, contribuindo para a gerao de empregos na regio.
- segurana: por ser mais leve do que o ar, o gs se dissipa
rapidamente pela atmosfera em caso de vazamento. Esta a grande
diferena em relao ao gs de cozinha (GLP), gs obtido nas refinarias,
que por ser mais pesado que o ar, tende a se acumular junto ao ponto de
vazamento, facilitando a formao de mistura explosiva.

COMBUSTVEIS

5. GNV (GS NATURAL VEICULAR)


Gs Natural Veicular (GNV), conhecido
como combustvel do futuro, uma
mistura de hidrocarbonetos leves
que, temperatura ambiente e presso
atmosfrica, permanece no estado
gasoso. constitudo predominantemente por metano (CH 4) com
teor mnimo em torno de 87%. Ele encontrado acumulado em
rochas porosas no subsolo, freqentemente acompanhado por
petrleo, constituindo um reservatrio.
A queima do GNV reconhecidamente uma das mais limpas,
praticamente sem emisso de monxido de carbono.
Por no possuir enxofre em sua composio, a queima do Gs
Natural no lana compostos que produzam chuva cida quando em
contato com a umidade atmosfrica, contribuindo, assim, para a
melhoria da qualidade de vida da populao.

COMBUSTVEIS

O Gs Natural reconhecidamente muito


mais seguro que os demais combustveis.
Devido sua composio e, conseqentemente, por ser um
combustvel mais leve que o ar e possuir estreita faixa de
inflamabilidade,
qualquer
eventual
vazamento
dissipa-se
rapidamente na atmosfera, diminuindo o risco de exploses e
incndios.
Alm disso, para que o Gs Natural se inflame, preciso que seja
submetido a uma temperatura superior a 620C (o lcool se inflama
a 200C e a gasolina a 300C).
O abastecimento do veculo feito sem que o produto entre em
contato com o ar, evitando-se assim qualquer possibilidade de
combusto.

COMBUSTVEIS

A POTNCIA DO CARRO DIMINUI QUANDO ELE CONVERTIDO


PARA GS?
H uma pequena perda de potncia sentida em carros de menor
potncia ou quando a converso no bem feita. Em recente corridas
de carros convertidos, os pilotos no sentiram diferena. Os tempos
praticamente se mantiveram como com os carros a gasolina. Como
todo combustvel fssil, um dia vai acabar. Porm, ser um dos
ltimos, pois suas reservas provadas so maiores que qualquer outro
combustvel fssil
QUANTO DE PERDA DE POTNCIA DO MOTOR QUE O PROCESSO
DE CONVERSO PARA GNV PROVOCA?
Perda de potncia em torno de 10%, inclusive pela colocao de um
pouco mais de peso no veculo. Um cilindro mdio para GNV pesa em
torno de 70 kg, ou seja, o peso de um adulto mdio.

COMBUSTVEIS

MESMO QUE SE ESTEJA USANDO S O GS NATURAL, DEVE-SE


DEIXAR UM POUCO DE GASOLINA NO CARRO?
Sim, pois aconselhvel que se faa o veculo funcionar em seu
combustvel original, ao menos 5 minutos ao dia, para evitar o
ressecamento das mangueiras de combustvel, formao de goma nos
bicos injetores, e evitando que a bomba do combustvel original
funcione seca, sem combustvel, com risco de danificar-se por falta de
lubrificao.

QUANTO UM CARRO RODA COM GNV?


Isto depende de vrios fatores. Basicamente um veculo andando a
GNV roda cerca de 30% a mais por m do que roda por litro de
gasolina. Assim, se seu carro faz 10km/l na gasolina, espera-se que ele
faa uma mdia de 13km/m de gs. .

COMBUSTVEIS

6. QUEROSENE
O querosene comercial uma frao do
petrleo que destila aproximadamente
entre 150 e 250C, compreendendo hidrocarbonetos com cerca de
10 a 16 tomos de carbono, sendo empregado principalmente como
combustvel para foges, lamparinas, etc. usado tambm em
alguns motores a exploso (existem tipos especiais para motores a
jato e turbolice) e como solvente para betumes ,veculo para
inseticidas, fornos para produo de metais nobres, para limpeza
em geral, etc.

COMBUSTVEIS

Querosene de Aviao (QAV)


O Querosene de Aviao (QAV) deve apresentar as seguintes
caractersticas ideais para proporcionar um melhor desempenho
nas turbinas dos avies a jato:
mxima eficincia de combusto;
alto poder calorfico;
mnima tendncia formao de resduos;
ausncia de corrosividade;
baixo ponto de congelamento;

COMBUSTVEIS

7. LEO DIESEL
O leo Diesel um combustvel derivado do petrleo sendo constitudo
basicamente por hidrocarbonetos.
Normalmente, o diesel um combustvel mais pesado do que a
gasolina e apresenta-se com cadeia carbnica de 6 a 30 tomos.
TIPOS DE DIESEL
1. TIPO A o leo diesel utilizado em motores de ciclo diesel ( nibus,
caminhes, carretas, veculos utilitrios, etc. ) e em instalaes de
aquecimento de pequeno porte. Este leo encontra-se disponvel em
todas as regies do Brasil e caracteriza-se por possuir um teor de
enxofre de, no mximo, 1,0%.

COMBUSTVEIS

2. TIPO B - o leo diesel conhecido como metropolitano.


Tem a mesma aplicao do diesel tipo A diferindo dele por
possuir, no mximo, 0,5% de enxofre e por somente ser
comercializado,
atualmente,
para
uso
nas
regies
metropolitanas das seguintes capitais: Porto Alegre, Curitiba,
Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza.
3.TIPO C Este tipo de leo diesel caracteriza-se,
principalmente, por possuir, no mximo, 0,3% de enxofre.
4. TIPO D DIESEL MARTIMO
O leo diesel martimo se caracteriza por apresentar ponto de
fulgor com o valor mnimo de 60C, enquanto o leo diesel
automotivo (Metropolitano e Interior) tem o valor mnimo de
38C para esta mesma propriedade. O leo diesel martimo
possui teor de enxofre mximo de 1,0% (10000ppm). Seu uso
destina-se a embarcaes de pequeno e mdio porte e aos
motores denominados auxiliares, em embarcaes de grande
porte.

COMBUSTVEIS

ALGUMAS CARACTERSTICAS DE QUALIDADE


DO LEO DIESEL
ASPECTO
O diesel deve apresentar-se lmpido e isento de materiais em
suspenso como poeira, ferrugem, gua, etc. Estes contaminantes,
quando presentes, podem reduzir a vida til dos filtros dos veculos
e equipamentos e prejudicar o funcionamento dos motores.
TEOR DE ENXOFRE
O enxofre um elemento indesejvel em qualquer combustvel
devido ao corrosiva de seus compostos e formao de gases
txicos como SO2 e SO3 que ocorre durante a combusto do
produto. Na presena de gua, o SO3 leva formao de cido
sulfrico que altamente corrosivo para as partes metlicas dos
equipamentos, alm de ser poluente.

COMBUSTVEIS

ndice de Cetano
O nmero de cetano de um leo combustvel
corresponde ao percentual volumtrico de cetano
e alfametilnaftaleno contido neste leo.
O ndice de cetano a medida da qualidade de combusto dos
combustveis diesel.
Uma combusto de boa qualidade ocorre com uma ignio rpida
seguida de uma combusto suave e completa do combustvel. Um
nmero adequado de cetano no combustvel favorece o bom
funcionamento do motor.
Um leo diesel comumente empregado em motores trmicos tem o
nmero de cetano compreendido entre 40 e 60.

COMBUSTVEIS

Aditivos usados para melhor o NC :


nitrito de amila, perxido de acetila,nitrato de amila, nitrato de etila
Baixos valores de ndice de cetano acarretam dificuldades de
partida a frio, depsito nos pistes e mau funcionamento do motor.
Vantagens de valores altos de ndice de cetano:
Permite aquecimento mais rpido do motor;
Reduz a possibilidade de eroso dos pistes;
Possibilita funcionamento do motor com baixo nvel de rudo;
Minimiza a emisso de poluentes como hidrocarbonetos,
monxido de carbono e material particulado.

COMBUSTVEIS

DIESEL DE CANA- DE- AUCAR


O Brasil vem se firmando como um grande plo de produo de
combustveis renovveis. Mais um passo foi dado no final de junho. Desta
vez trata-se do diesel feito da cana-de acar. A primeira usina piloto foi
inaugurada em Campinas, no interior do estado de So Paulo, pela
empresa Amyris Brasil. Pelo menos outras cinco usinas brasileiras j
demonstram interesse em investir tambm no produto. Estimativas iniciais
falam em um bilho de litros produzidos por esse setor em 2014.
A cana-de-acar tem se mostrado uma fonte valiosa de energia renovvel.
No ameaa o abastecimento de alimentos, como acontece com o milho, e
eficaz como matria-prima de etanol e de plstico verde. Agora, pode
servir tambm para a produo de diesel. Testes iniciais foram feitos em
motores. O rendimento foi equivalente ao produto derivado do petrleo,
com uma vantagem: no h, nessa queima, emisso de enxofre. O tipo de
diesel feito a partir do petrleo mais usado em veculos que circulam pelas
metrpoles libera 0,05% de enxofre.
O diesel feito de cana pode ser misturado ao derivado de petrleo, com
reduo de emisso de enxofre. boa notcia para o ambiente.
Em 2011 o diesel feito de cana-de-acar dever ser produzido em escala
comercial.

COMBUSTVEIS

8- BIODIESEL
Biodiesel um combustvel biodegradvel
derivado de fontes renovveis, que pode
ser obtido por diferentes processos tais
como o craqueamento, a esterificao ou
pela transesterificao.
Esta ltima, mais utilizada, consiste numa reao qumica de leos
vegetais ou de gorduras animais com o lcool comum (etanol) ou o
metanol, estimulada por um catalisador.
Desse processo tambm se extrai a glicerina, empregada para
fabricao de sabonetes e diversos outros cosmticos. H dezenas
de espcies vegetais no Brasil das quais se pode produzir o
biodiesel, tais como mamona, dend (palma), girassol, babau,
amendoim, pinho manso e soja, dentre outras.

COMBUSTVEIS

BIODIESEL
Produto da reao qumica
entre lcool e leo vegetal ou
animal (Triglicerdeo) com o
propsito de substituir
integralmente, ou parcialmente,
o diesel.

O biodiesel substitui total ou parcialmente o leo diesel de


petrleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhes,
tratores, camionetas, automveis, etc) ou estacionrios
(geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou
misturado ao diesel em diversas propores.

COMBUSTVEIS

ALGUMAS MATRIAS PRIMAS

Soja
Palma

Amendoim

Algodo

Girassol

Sebo

COMBUSTVEIS

REAO DE TRANSESTERIFICAO

No caso especfico para a reao abaixo, os


triacilglicerois de origem animal/vegetal, reagem
com o metanol, na presena de um catalisador, produzindo glicerol
(subproduto) e o ester metlico de cido graxo (biodiesel). A reao de
transesterificao pode ser catalisada por cido ou base.

leo vegetal
lcool
1000 kg
+ 108 kg (metanol)
1000 kg
+ 156 kg (etanol)

Glicerina
104 kg
+
104 kg
+

Biodiesel
1004 kg
1052 kg

COMBUSTVEIS

PARQUES INDUSTRIAIS
100 kt/ano de biodiesel de soja (GO)

COMBUSTVEIS

PARQUES INDUSTRIAIS

50 kt/ano de biodiesel de soja/sebo (MT)


(metanol / etanol)

COMBUSTVEIS

PARQUES INDUSTRIAIS
100 kt/ano de biodiesel de sebo (SP)

COMBUSTVEIS

ALGODO

Principais pases produtores:


China, EUA, ndia, Paquisto
e Brasil.

Principais estados brasileiros


produtores:
MT, GO, BA, SP e MS.
Observao: retirada a fibra para a
indstria txtil sobra o caroo com 18 a
20% de leo.

COMBUSTVEIS

AMENDOIM

Principais pases produtores:


China, ndia, Nigria, EUA e
Indonsia.

Principais estados brasileiros


produtores:
SP, MG, BA, MS e PR.

COMBUSTVEIS

GIRASSOL

Principais pases produtores:


Rssia, Argentina, Ucrnia,
China e Romnia.

Principais estados brasileiros


produtores:
GO, MS, RS, MT e SP.

COMBUSTVEIS

MAMONA
Principais pases produtores:
ndia, China, Brasil, Etipia e
Tailndia.

Principais estados
brasileiros produtores: BA,
CE, MG, SP e PE.

COMBUSTVEIS

DEND

Principais pases produtores:


Malsia, Indonsia, Nigria,
Tailndia e Colmbia.

Principais estados brasileiros


produtores: BA e PA.

COMBUSTVEIS

SOJA

Principais estados
brasileiros produtores:
MT, PR, RS, GO e MS.

Principais pases produtores:


EUA, Brasil, Argentina, China
e ndia..

COMBUSTVEIS

BIODIESEL E SUAS VANTAGENS AMBIENTAIS


leos Vegetais / Gordura Animal x Diesel
Reduz em 95% emisses gases do efeito estufa
Reduz em 88% emisses de dixido de carbono(CO2)
Reduz em 47% emisses de material particulado(MP)
Reduz em 67% emisses de hidrocarbonetos
Aumenta em 10% emisses de oxido de nitrognio(NOx)

COMBUSTVEIS

9- H-BIO
H-BIO novo tipo de diesel tambm chamado de diesel verde uma
mistura 10% a 20% de leos vegetais ao diesel comum derivado do
petrleo, e esses leos podem ser extrados de vegetais como
mamona, girassol, soja, ou dend.
O H-BIO um diesel que tem as caractersticas fsico-qumicas
finais semelhantes s do diesel mineral, entretanto produz menos
enxofre em termos ambientais, apesar da utilizao de fontes
renovveis (leo vegetal), o H-BIO no capaz de reduzir as
emisses dos veculos diesel, mas renovvel e tem ciclo fechado
de emisses dos gases de efeito estufa.

COMBUSTVEIS

Os pesquisadores tm buscado a produo de combustveis menos


poluentes, economicamente viveis e de origem renovvel para
alcanar as melhorias ambientais desejadas.
Neste sentido, o processo H-BIO contribui para a produo de leo
diesel usando uma parcela de matria-prima renovvel.
O processo H-BIO foi desenvolvido para inserir o processamento
de matria-prima renovvel no esquema de refino de petrleo e
permitir a utilizao das instalaes j existentes.
O leo vegetal ou animal misturado com fraes de diesel de
petrleo para ser hidroconvertido em Unidades de Hidrotratamento
(HDT), que so empregadas nas refinarias, principalmente para a
reduo do teor de enxofre e melhoria da qualidade do leo diesel,
ajustando as caractersticas do combustvel s especificaes da
ANP.

COMBUSTVEIS

ROTAS DA PRODUO DE H-BIO

COMBUSTVEIS

Rendimento do Processo H-BIO

COMBUSTVEIS

Processo H-BIO em um Esquema Tpico de Refinaria

COMBUSTVEIS

QUAL A DIFERENA ENTRE H-BIO E BIODIESEL ?


A grosso modo, biodiesel leo vegetal sem glicerina, enquanto o
H-BIO diesel do petrleo com 10% de leo vegetal.

SE ADICIONARMOS 10% DE LEO VEGETAL AO DIESEL


TEREMOS O H-BIO?
No! O leo vegetal adicionado ao diesel recebe hidrognio em sua
composio.

COMBUSTVEIS

POR QUE ESTO COMPARANDO O H-BIO COM O BIODIESEL?


O nico motivo para isso relao dos dois combustveis com o leo
vegetal.

COMO FAZER ESTA COMPARAO COM A GASOLINA?


A adio de leo vegetal no diesel reduz a produo do enxofre, a adio
de etanol na gasolina reduz as emisses de CO2.
A adio de leo vegetal ao diesel feita nas refinarias, enquanto o
etanol adicionado a gasolina nas distribuidoras

COMBUSTVEIS

10- LEO COMBUSTVEL


leo combustvel derivado de petrleo,
tambm chamado leo combustvel pesado ou leo combustvel
residual, a parte remanescente da destilao das fraes do petrleo,
designadas de modo geral como fraes pesadas, obtidas em vrios
processos de refino.
A composio bastante complexa dos leos combustveis depende no
s do petrleo que os originou, como tambm do tipo de processo e
misturas que sofreram nas refinarias, de modo que pode-se atender as
vrias exigncias do mercado consumidor numa ampla faixa de
viscosidade.

COMBUSTVEIS

Possui derivados que contm enxofre, nitrognio, oxignio e


quantidades pequenas de alguns metais como vandio, nquel, sdio,
ferro e outros. Alm disso, seus hidrocarbonetos so de elevado peso
molecular.
Este produto pode receber aditivos especiais para melhorar a
estabilidade do produto ou combater a ao corrosiva dos compostos de
vandio.
Os leos combustveis podem reter pequenas quantidades de materiais
em suspenso. Por especificao, a quantidade de gua e sedimentos
dos leos combustveis residuais no pode exceder a 2,0% em volume.

COMBUSTVEIS

A combusto completa de leo combustvel gera um resduo chamado


cinza.

Os componentes da cinza (compostos de metal) podem causar a


formao de depsitos em superfcies de troca trmica.

Quando em propores elevadas, a cinza pode fundir-se e causar a


corroso de alta temperatura nos metais e reagir com os materiais
cermicos (isolamentos trmicos e forros internos).

COMBUSTVEIS

11. BUNKER
HISTRIA DO BUNKER
At a primeira grande Guerra, a navegao a
vapor, tanto comercial quanto militar,
em sua maior parte utilizava combustvel
slido, normalmente o carvo mineral.
Os inconvenientes deste combustvel carregamento, armazenamento,
manuseio, queima e fumaa foram sobrepujados pelo leo combustvel
residual, derivado lquido do petrleo, cujo armazenamento a bordo era
feito em tanques colocados nos antigos depsitos de carvo (bunkers); da,
o nome de leo Bunker.
O bunker uma mistura de hidrocarbonetos derivados do petrleo e sua
elaborao se faz mediante a mistura de leo residual bsico com um
solvente em propores pr-estabelecidas na norma ISO 8217. Em locais de
grande demanda ou outras implicaes estratgicas, o bunker pode ser
elaborado diretamente na planta de refino.

COMBUSTVEIS

PROPRIEDADES
Densidade: Propriedade de conhecimento fundamental ao operador do
bunker a bordo. com o seu valor que so ajustadas as centrfugas de
tratamento, optando pelo disco da gravidade a ser instalado no purificador e
clarificador, de modo a tornar a eficincia do tratamento mxima.
Viscosidade: A viscosidade uma propriedade de controle de manipulao
do combustvel a bordo.
Ponto de Fulgor : Para manipulao segura do bunker seu ponto de fulgor
deve ser sempre superior a 60C. A presena de combustvel com ponto de
fulgor menor que 60C no sistema de gerao de energia ou propulso
coloca o navio automaticamente em condio fora de classe. Nenhum tipo de
seguro dar cobertura em qualquer tipo de sinistro.
Quanto menor o ponto de fulgor, mais voltil o combustvel.
Se ocorrer embarque de combustvel com ponto de fulgor menor que 60C,
deve-se diminuir o aquecimento do tanque de armazenamento e imprimir
ventilao permanente.

COMBUSTVEIS

Alumnio + Silcio: Os limites de alumnio e silcio foram introduzidos de


modo a restringir o teor de catalticos finos presentes no bunker. Sua
presena se deve ao processo de craqueamento cataltico empregado nas
refinarias.
O limite de 80 ppm (alumnio + silcio) refere-se ao combustvel como
recebido.
Para ser consumido no motor o teor mximo de 9 a 10 ppm. Acima destes
valores estes contaminantes provocaro forte abraso nas bombas injetoras
e um acentuado desgaste de anis de segmentos e camisas.
gua: Excesso de gua no bunker, alm da cavitao no momento de
bombeio, propicia o surgimento de fungos e bactrias, em especial em
tanques de armazenamento.

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