O QUE É
SURDEZ ?
Você tem diante de si uma pessoa surda.
Certamente, já deve ter se perguntado o que
significa ser surdo?
Ser pouco Ser mudo?
inteligente?
Deficiente Auditivo? Surdo?
O que existe, de fato, na
realidade relativo à surdez?
c Os pontos de vista sobre p os
di om a surdez variam de acordo gru
fe s iais
ép ren as o
e soc
oc te
as s
no qual são
produzidos.
Estas representações apontam origem a
diferentes práticas sociais, que
Lim
itam
ou p liam
am
o universo de possibilidades de exercício de
cidadania das pessoas surdas.
A história de educação de surdos é uma
história repleta de
co s.
n tro d e
vé i da
rsi u
as nti n
sco
de
Como qualquer outro
grupo minoritário,
os surdos constituíram-se objeto de
discriminação em relação à maioria ouvinte.
Pessoa
surda
aquela que, por ter
perda auditiva,
compreende e
interage com o mundo
por meio de ...
experiências visuais.
Como abordar uma pessoa surda?
1. Entrar em seu campo visual; 2. Posicione-se em frente dele;
3. Deixe a boca visível de forma a 4. Não segure objetos em frente
possibilitar a leitura labial; à boca;
5. Fale de maneira clara,
pronunciando bem as palavras, 6. Seja expressivo, o surdo não pode
sem exagero! ouvir as mudanças sutis de tom de
voz que indicam os sentimentos;
7. Expressões faciais, gestos e
o movimento do corpo são 8. Mantenha sempre o contato
excelentes indicações do que visual
você quer dizer;
9. No caso de um surdo oralizado, e você tiver dificuldade de
compreender o que ele está falando, não se acanhe em pedir para que
repita;
ACESSIBILIDADES
om a
ç ão c
un ica
c om u r da
Na s so a s
pe
LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA:
1. Lei Nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000
2. Lei 10.436, de 24 de abril de 2002.
3. Lei 1.487, de 24 de janeiro de 2003.
4. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de
2005.
No mundo não existem
seres
vivos iguais,
Nem os que são da mesma espécie!
Até uma flor não é igual a outra...
Cada um tem seu jeito!!
FONTE DE PESQUISA:
• COLEÇÃO SABERES E PRÁTICA DA
INCLUSÃO:
• Educação Infantil e Ensino Fundamental
(MEC/SEESP: 2005)
• Apontamentos 2005 - Shirley Vilhalva -
Mestranda surda em Lingüística pela UFSC.
• Apontamentos 2006 - Professora Selma
Maria de Jesus Coelho – CAS/MS
BIBLIOGRAFIAS
• Anais do Seminário: Educação, Trabalho e
Surdez, 1 a 3 de setembro de 1999 /
(organização) INES, Divisão de Estudos e
Pesquisas - Rio de Janeiro.
• ARRIENS, Marco Antônio & LARRAZABAL,
Mguel Angel G. Orientaciones didácticas para
trabajar com niños y niñas com dificultades de
audición en los niveles de edicación inicial y
primaria. Bolívia, 2002.
• ARQUEIRO, volume 3, (Jan / Jun), INES, Rio de
Janeiro, 2001. ARQUEIRO, volume 1 (Jan /
Jun ), INES, Rio de Janeiro, 2000.