O p e o tornozelo so estruturas anatmicas muito
complexas que consistem de:
26 ossos irregularmente moldados;
30 articulaes sinoviais;
Mais de 100 ligamentos ;
30 msculos agindo no segmento.
(HAMILL,1999).
ANATOMIA
OSSOS
Tbia;
Fbula;
Calcneo;
Tlus;
Cubide;
Cuneiforme Lateral;
Cuneiforme Intermdio;
Cuneiforme Medial;
Navicular;
Metatarsais;
Falanges.
(NETTER, 1999).
LIGAMENTOS
LIGAMENTOS
O complexo do ligamento lateral do tornozelo
composto de trs ligamentos:
Ligamento talofibular anterior (LTFA);
Ligamento calcaneofibular (LCF);
Ligamento talofibular posterior (LTFP).
(PETERSON & RENSTROM, 2002).
(NETTER, 1999).
LIGAMENTOS
Ligamento deltide amplo e em forma de
leque, localizado na regio medial do tornozelo;
Resiste a everso do tlus em relao tbia e
do calcneo em relao ao tlus.
(PETERSON & RENSTROM, 2002).
(NETTER, 1999).
LIGAMENTOS
Sindesmose
do
tornozelo:
ligamentos
tibiofibulares anterior e posterior e a membrana
interssea;
Estabiliza o encaixe do tornozelo;
Pode ser lesado em uma entorse lateral do
tornozelo quando em posio de dorsiflexo.
(PETERSON & RENSTROM, 2002)
(HAMILL,1999).
(NETTER, 1999).
(NETTER, 1999).
TENDO CALCANEAR
(3D HUMAN ANATOMY, 2008).
MSCULOS
MSCULOS
Tibial Anterior;
Extensor longo do Hlux;
Fibular Longo;
Fibular Curto;
Extensor longo dos dedos;
Gastrocnmio;
Sleo;
Tibial Posterior;
Flexor longo dos dedos;
Flexor longo do Hlux.
BIOMECNICA
BIOMECNICA
Movimentos do p ocorrem em 3 articulaes
sinoviais:
Talocrural;
Subtalar.
Mediotrsica.
(HAMILL,1999).
(KAPANDJI, 2000).
BIOMECNICA
Flexo pantar = 0 a 45;
Dorsiflexo = 0 a 20.
(HAMILL,1999).
(HAMILL, 1999).
BIOMECNICA
Aduo ou inverso = 0 a 40
Abduo ou everso = 0 a 20
(HAMILL,1999).
(HAMILL,1999).
(HAMILL,1999).
ARTICULAO TALOCRURAL
(3D HUMAN ANATOMY, 2008).
ARTICULAO TALOCRURAL
Articulao sinovial;
Em dobradia;
(KISNER, CAROLY, 2005)
Encaixe estruturalmente forte, feito pelas superfcies
articulares distais da tbia, pelos malolos tibial e
fibula superfcie articular do tlus.
(HAMILL,1999).
ARTICULAO TALOCRURAL
Movimento da articulao talocrural:
Flexo pantar;
Dorsiflexo.
(HAMILL,1999).
ARTICULAO TALOCRURAL
Malolo lateral projeta-se mais para baixo;
mais susceptvel a fraturas como uma entorse
com inverso do tornozelo lataral.
(HAMILL,1999).
(3D HUMAN ANATOMY, 2008)
(3DHUMAN
HUMAN
ANATOMY,
2008).
(3D
ANATOMY,
2008).
ARTICULAO TALOCRURAL
Como resultado da orientao do eixo e da
forma do tlus , quando o p dorsiflexiona, o
tlus tambm abduz e faz uma
leve everso (pronao);
Quando o p faz flexo plantar, o tlus tambm
aduz e inverte levemente (supinao).
(KISNER, CAROLYN,2005).
ARTICULAO SUBTALAR
(3D HUMAN ANATOMY, 2008).
Os movimentos triplanares na articulao subtalar
so denominados:
Pronao=everso+abduo+dorsiflexo;
Supinao=inverso+aduo+plantiflexo.
ARTICULAO MEDIOTRSICA
(3D HUMAN ANATOMY, 2008).
Mediotrsica ou trsica transversa tem a maior
significncia funcional;
Consiste na verdade, em duas articulaes:
Calcaneocubidea
lateralmente
Talonavicular medialmente.
(HAMILL,1999).
Movimentos
supinao;
da
articulao:
pronao
Quando a articulao subtalar est em pronao,
os dois eixos da articulao mediotarsica ficam
paralelos, destravando a articulao e criando
hipermobilidade no p.
(HAMILL,1999).
(HAMILL,1999).
Durante a supinao da articulao subtalar, os
dois eixos que correm pela articulao mediotrsica
convergem e deixam de ficar paralelos.
Isso trava a articulao para dentro, criando uma
rigidez no p necessria para aplicao eficiente de
fora durante os estgios finais do apoio.
(HAMILL,1999).
(HAMILL,1999).
ENTORSE
E
RUPTURA MUSCULAR
Uma
entorse
lateral
de
tornozelo
freqentemente ocorre quando o tornozelo em
flexo
plantar
invertido,
rompendo
completamente um ou mais ligamentos laterais.
Uma ruptura isolada do ligamento talofibular
anterior est presente em aproximadamente
dois teros dos casos.
A segunda leso mais comum a ruptura
combinada do ligamento talofibular anterior e do
ligamento calcaneofibular, que ocorre em
aproximadamente 20% a 25% dos casos.
O ligamento talofibular posterior raramente
lesado, exceto em traumas graves de tornozelo.
MECANISMO DE LESO
Esse mesmo mecanismo de leso pode levar a
ruptura dos tendes fibulares.
E uma planti-flexo forada pode levar a ruptura
do tendo do tibial anterior
MECANISMO DE LESO
O mecanismo de leso do tendo calcanear
ocorre com uma manobra de
dorsi-flexo
forada do tornozelo na arrancada da corrida
Uma entorse medial do tornozelo pode ocorrer
quando o p evertido e rodado externamente.
Rupturas isoladas do ligamento deltide medial
so raras e geralmente ocorrem em combinao
com fraturas do malolo lateral e rupturas da
sindesmose.
MECANISMO DE LESO
O aumento da pronao do p resulta em
aumento da carga e tenso do tendo do
msculo tibial posterior, levando a rupturas
parciais do tendo e/ou inflamao da bainha
tendinosa.
A sindesmose tambm pode se romper
parcialmente ou de forma completa , neste caso
em combinaes com fraturas e rupturas do
ligamento deltide. Uma ruptura completa e
isolada ocorre somente em 3 % dos casos.
As leses mais freqentes no voleibol so
desencadeadas
por
trauma
agudo
(macrotrauma), onde os mecanismos de causa
so bem definidos.
Segundo SCHUTZ, apesar de ser um esporte
com limitado contato fsico, pelo fato, das
equipes estarem separadas por uma rede, h
uma elevada incidncia de leses
(FARINA, 2008).
A maioria dessas leses ocorre principalmente
na zona de ataque da quadra de voleibol,
atingindo principalmente a regio do tornozelo,
durante a finalizao das aes de bloquear e
atacar
(FARINA, 2008).
A cada aterrissagem das aes realizadas
(bloqueio, ataque ou levantamento com salto),
os atletas podem cair com um dos ps mal
posicionado no solo ou sobre o(s) p(s) do
companheiro ou do adversrio, acarretando
srias conseqncias
(FARINA, 2008).
O segmento mais freqentemente lesado nos
jogadores de basquetebol o tornozelo, sendo
a entorse por inverso a leso de maior
incidncia.
Essa condio varia desde uma distenso
simples, at ruptura dos ligamentos com ou sem
avulso dos ossos nos quais se fixam.
(VASCONCELLOS et al, 2004).
A forma de aterrissagem durante um salto no
basquetebol, seja pisando sobre o p de outro
jogador ou por um desequilbrio qualquer,
constitui a principal causa de entorses na
modalidade.
(VASCONCELLOS et al, 2004).
Mckay et al. em seu estudo no encontraram
nenhuma relao entre sexo, idade, massa,
estatura e freqncia de treinamento com a
incidncia de leses em tornozelo
A sobrecarga de treinamento tpica do basquete,
aumenta a sobrecarga msculo-esqueltica e,
conseqentemente, o seu desgaste, favorecendo a
incidncia de leses.
(VASCONCELLOS et al, 2004).
No futebol a extremidade inferior a parte mais
freqentemente afetada, e entorse de tornozelo
constitui a leso mais comum, estando
associada ao contato direto entre jogadores
alm do contato com a bola.
(CAMP et al;2002)
Grau I: distenso do ligamento sem rupturas microscpicas,
mnimo inchao ou sensibilidade, perda funcional mnima, sem
instabilidade mecnica da articulao.
Grau II: ruptura microscpica parcial do ligamento, com dor,
inchao e sensibilidade moderados nas estruturas envolvidas.
Pouca perda do movimento articular e instabilidade articular
leve ou moderada.
Grau III: ruptura completa do ligamento com inchao
pronunciado, hemorragia e sensibilidade. Perda de funes e
grave instabilidade articular. Esses pacientes tm dificuldade
para suportar o peso do corpo.
Em casos de tores
e deslocamentos, so
principalmente os ligamentos laterais e mediais da
articulao do tornozelo que se rompem.
s vezes uma pequena poro de osso se quebra no
local de insero do ligamento, enquanto o mesmo
continua intacto.
O retorno as atividades esportivas deve ser adiado
at que a dor acabe e a mobilidade e a fora normais
da articulao do tornozelo tenham se restabelecido.
Para tanto o atleta lesado deve parar de treinar
durante 4 a 12 semanas, dependendo do grau de
gravidade da leso.
Gradualmente deve-se
proprioceptivo.
iniciar
um
treinamento
O ligamento na articulao do tornozelo lesado
com mais freqncia
Em aproximadamente 65% a 70% das leses
ligamentares do tornozelo, somente esse
ligamento lesado.
Em cerca de 20% dos casos ocorre uma
combinao de leso, com ruptura do ligamento
talofibular
anterior
e
do
ligamento
calcaneofibular.
O mecanismo de leso
geralmente uma rotao
de supinao (para dentro)
do p
Com o p em supinao ou
dorsiflexo pode ocorrer uma leso
isolada ao ligamento calcaneofibular.
No entanto isso raro, e mais
provvel
que
o
ligamento
calcaneofibular seja lesado em
combinao com o ligamento
talofibular anterior
Geralmente a ruptura
parcial e a leso ocorre
durante a pronao, quando
a sola do p virada para
fora.
Rupturas
do
ligamento
deltide ocorrem, com mais
freqncia , na regio
anterior
do
ligamento
deltide
Leses da sindesmose completas ou isoladas
sem fraturas so raras. De uma srie de mais
de 400 rupturas ligamentares do tornozelo,
foram identificados 12 casos (3%) de ruptura
isolada de sindesmose.
Rupturas da sindesmose so muitas vezes
associadas rupturas do ligamento deltide ou
do malolo medial.
So parciais envolvendo na maioria das vezes
a regio anterior.
A parte mdia, profunda e superficial do
ligamento
deltide
sofre
uma
grave
instabilidade.
extrema a importncia de uma
histria clinica precisa e de um
exame clnico cuidadoso de um
paciente com trauma agudo do
tornozelo para se definir o
mecanismo da leso que pode
ser pronao.
A everso combinada com
rotao externa do p.
A ruptura muscular pode ser dividida em dois
tipos bsicos:
- ruptura propriamente dita ;
- estiramento .
(CARAZZATO, 1994).
O termo contratura, utilizado pelos leigos
como sinnimo de estiramento, inadequado,
pois, por definio, significa estado do msculo
em contrao, no apresentando qualquer tipo
de leso, pois, ao extinguir-se a contrao
muscular, ele volta sua integridade
anatomofuncional.
(CARAZZATO, 1994).
Classificao da rupturas musculares:
- Pelo nvel da leso;
- Pela gravidade;
- Pelo tempo de leso.
(CARAZZATO, 1994).
Leses do mioentsio (transio tendoperisteo) caracterizam as denominadas
mioentesites, to comuns nos esportes de alto
nvel, atravs de mecanismos intensamente
repetitivos.
(CARAZZATO, 1994).
As causas das rupturas musculares podem ser
divididas em: predisponentes e por erro de
mecanismo.
Predisponentes: fadiga muscular, fadiga
nervosa, condies climticas, prticas
extemporneas, erro de treinamento.
(CARAZZATO, 1994)
- Por erro de mecanismo: erro de transmisso por
falta de automatismo, impulso voluntrio
interrompendo o automatismo e distrbio
externo ao movimento.
(CARAZZATO, 1994)
Sintomas Objetivos
So aqueles realmente encontrados no
paciente: dor, impotncia funcional, soluo de
continuidade, edema e hematoma.
(CARAZZATO, 1994).
Diagnstico
O
diagnstico
deve
estar
baseado
principalmente na anamnese, no mecanismo
de leso e no exame fsico.
(CARAZZATO, 1994).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
O desenvolvimento da leso quase sempre gradativo
e a longo prazo.
As atividades repetitivas de sustentao de peso, como
a corrida ou treinamento fsico, em que a durao e a
intensidade aumentam muito rapidamente, com tempo
de recuperao insuficiente, pode piorar o distrbio.
Deve-se considerar, tambm, o uso de calados
inadequados prtica esportiva, observar tipo de
pisada, como sendo um elemento que pode
desencadear a tendinite.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Para isso, necessrio corrigir o movimento da corrida,
da passada, do ritmo, do contato inicial com o solo.
Observar a boa execuo tcnica do movimento, sem
dvida, minimiza o risco de leses.
Outros aspectos a serem considerados
aumentam a fora de tenso no tendo so:
que
- Pronao excessiva da articulao subtalar (talus e
calcneo, ossos do tornozelo), com concomitante
rotao interna da perna;
- Antep varo;
- Tbia vara;
- Anteverso do fmur.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Devemos pensar que a diminuio da flexibilidade
nos msculos da panturrilha, aumentam a
pronao da articulao subtalar, podendo levar
tendinite.
Caso o atleta continue a treinar ou competir, o
tendo ficar mais inflamado e a musculatura da
panturrilha ficar menos eficiente.
Uma biomecnica alterada, tanto na corrida,
como na marcha ou nos saltos, motivam o
aparecimento da leso.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
SINTOMAS
Geralmente, observa-se, como queixa principal dor
generalizada e de rigidez ao redor da regio do
tendo calcanear, que pode se localizar da insero
final no calcneo at 2 a 6cm acima.
Inicialmente, os sintomas podem ser ignorados pelo
atleta, que podem estar presentes no incio da
atividade e cederem ao longo da realizao da
mesma.
Os sintomas podem progredir para rigidez matinal e
o desconforto na marcha e aps perodos
prolongados de permanncia na posio sentada.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Outra considerao relevante que o tendo
pode estar quente e doloroso palpao, assim
como espessado, o que um indicativo
importante de cronicidade da leso.
Pode haver crepitao durante movimentao
ativa (flexo plantar e dorsal) e a dor ser
produzida com flexo dorsal passiva (quando o
p se direciona para cima).
Existir sempre uma dor inflamatria persistente
que dificilmente ceder ao repouso.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Pode aparecer, ainda, um leve edema ao redor
do tendo em conseqncia do processo
inflamatrio.
A corrida em aclives ou exerccios fsicos em
subidas acentuam o problema.
A contrao isomtrica (esttica) contra a
resistncia ser dolorosa para flexo plantar
(ponta do p para baixo), bem como o
alongamento do tendo em flexo dorsal (ponta
dos ps para cima).
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Devemos considerar que a tendinite do tendo
calcanear pode ser resistente resoluo rpida em
decorrncia da recuperao mais lenta do tecido
tendinoso, e tambm por existir uma rea hipovascular
no tendo que pode retardar ainda mais ou at mesmo
impedir a recuperao completa.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
AS PRINCIPAIS CAUSAS
Sobrecarga ou excessos no treino (tempo, distncia e
intensidade). Uma tenso exagerada ou tenses
repetitivas em demasia aumentam o risco de leses no
tendo por falta de oxignio (hipxia), o que dificulta a
recuperao deste tecido aps grandes atividades.
Trauma causado pela contrao repentina e/ou
excessiva dos msculos da panturrilha como num sprint
final.
Falta de flexibilidade da musculatura da panturrilha.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Uso de calados inadequados.
Alteraes posturais como anteverso do fmur, tbia
vara, p pronado, entre outras.
Alteraes da biomecnica na corrida: modo como o p
toca no solo, movimentos dos membros inferiores,
passada, ritmo, correr sem tocar o calcanhar no solo.
Corridas em aclives, corridas com saltos ou subidas em
escadas: correr nestas condies tencionar o tendo,
que ficar mais alongado do que numa passada larga
(passo grande) e isso far com que ele fique fadigado
mais precocemente.
(SOUZA, 2006).
TENDINITE DO TENDO
CALCANEAR
Tipo de pisada: pronao excessiva pode
aumentar a tenso no tendo. Como o p rola
para dentro (p chato), a regio inferior da
perna roda para dentro assim como roda o
tendo de Aquiles, causando um estresse
longitudinal, em toda sua extenso.
Aumento sbito na velocidade ou distncia
percorrida.
Tempo de descanso insuficiente.
(SOUZA, 2006).
TRATAMENTO
TRATAMENTO
ENTORSES DE TORNOZELO
Objetivos de tratamento:
* Restaurar a amplitude de movimento;
* Fortalecer os msculos do tornozelo;
* Melhorar o equilbrio e coordenao;
* Diminuir dor e edema.
TRATAMENTO
Grau I - Crioterapia + compresso + elevao +
fortalecimento muscular + propriocepo;
Grau II - imobilizao de 3 a 4 semanas. Aps 20
dias faz-se: crioterapia + fortalecimento muscular +
propriocepo;
Grau III - cirrgico.
TRATAMENTO
Crioterapia por 20' em tornozelo direito em
posio de drenagem;
Bandagem elstica gelada;
Drenagem linftica;
Laser AsGa (3J/cm) no local dor;
Ultra-som, pulsado, 1MHz, 0,5 w/cm, de 3 a 4` no
local da dor.
TRATAMENTO
Mobilizao passiva do tornozelo;
Fortalecimento isomtrico:
Plantiflexores;
Dorsiflexores;
Eversores e;
Inversores.
TRATAMENTO
Mobilizao da fbula distal 3x10:
Enquanto era sustentado o deslizamento, o paciente
realizava uma inverso ativa.
TRATAMENTO
Bandagem:
Duas bandagens de 25mm, com aproximadamente
15cm de comprimento podem ser usadas. Um
deslizamento posterior aplicado para reposicionar a
fbula distal. A bandagem aplicada angulada sobre o
malolo lateral de forma que ela envolva o tornozelo para
manter o re-alinhamento posterior da fbula distal em
relao tbia. A segunda parte da bandagem
sobreposta sobre a primeira para aplicar uma fora
adicional.
TRATAMENTO
TRATAMENTO
O Alongamento????
TRATAMENTO
O fortalecimento pode evoluir para concntrico e
posteriormente excntrico;
No caso de entorse por inverso:
- os msculos eversores devem ser trabalhados
excentricamente;
No caso de entorse por everso:
- os msculos....
TRATAMENTO
Treino da Marcha:
tomada de peso antero-anterior e latero-lateral;
escada para apoio dos membros inferiores;
barra paralela;
caminhada 90.
TRATAMENTO
RUPTURAS MUSCULARES
No caso de rupturas musculares, o tratamento deve
iniciar com contraes isomtricas sem resistncia, assim
que o quadro inflamatrio e antlgico o permita, e devem
persistir por todo o tratamento.
Logo que for possvel, devemos passar isometria
resistida, com o grau de resistncia aumentando com o
correr dos dias.
Exerccios de alongamento passivo so proibidos nas
primeiras dez semanas de leso.
(CARAZZATO,1994)
(SOUZA, 2006).
TRATAMENTO
Quando ocorrem leses no tornozelo e p
acometendo as estruturas capsuloligamentares,
so danificados tambm os mecanorreceptores
proprioceptivos,
ocorrendo
uma
desaferenciao parcial da articulao e
caracterizando assim um dficit proprioceptivo.
Assim,
um
programa
de
reeducao
sensoriomotora deve ser preconizado, a fim de
evitar um nmero considervel de recidivas
aps esse tipo de leso.
(SOUZA, 2006).
TRATAMENTO
Para desenvolver propriocepo, devem ser
simuladas situaes de vulnerabilidade, as
quais precisam de estabilizao muscular
reativa.
A sensibilidade proprioceptiva dos ligamentos e
msculos deve ser treinada por exerccios de
coordenao motora e equilbrio.
(SOUZA, 2006).
TRATAMENTO
O uso de superfcies instveis permite usar as
posies de acomodao para produzir uma
resposta reflexa.
Exemplos: treino de equilbrio em pranchas
instveis, que oferecem oscilaes em diferentes
modos, treino de equilbrio sobre superfcie instvel
(cama elstica), deslocamentos em superfcies
instvel de espumas de diferentes densidades,
corridas com ou sem mudana de direo, passos
laterais, dribles saltos e demais atividade de
estabilizao dinmica.
TRATAMENTO
No caso de atletas, os exerccios devem ser
especficos para o tipo de atividades que iro
desenvolver.
(SOUZA ,2006).
Evitar atividades esportivas dolorosas durante o
tratamento.
(PETERSON & RENSTROM, 2002).
TRATAMENTO
TENDINITE DO TENDO CALCANEAR
indicado repouso relativo, de acordo com o quadro
apresentado pelo atleta, ou seja, pode ser indicado apenas
diminuir o ritmo da atividade ou interromper a corrida por
um determinado tempo.
Numa fase inicial de leso, o objetivo minimizar a leso
tecidual com a utilizao de ultra-som no modo pulstil e
gelo numa posio alongada do msculo da panturrilha, ou
seja, com o tornozelo dobrado (dedos em direo
"canela").
Tambm indicada a utilizao de laser para estimular a
sntese de colgeno e cicatrizao.
(BAUMANN, 2007).
TRATAMENTO
Aps a fase aguda pode-se utilizar ultra-som no modo
contnuo para facilitar o aumento do fluxo sangineo no
tendo.
As anormalidades biomecnicas estruturais, que se
manifestam com a pronao ou supinao excessiva,
devem ser abordados com o uso de palmilhas e um
calado ideal para seu tipo de pisada:
- pronada, tnis com mais estabilidade e menos
amortecimento;
- supinada, tnis mais flexvel e com mais
amortecimento.
(BAUMANN, 2007).
TRATAMENTO
Um alongamento suave dos msculos da panturrilha
contribuir para o realinhamento das fibras de colgeno
e deve ser seguido pela aplicao de gelo numa posio
alongada do tendo.
J a fase final do tratamento visa melhorar a
cicatrizao da leso e fortalecer os msculos.
Deve-se aplicar o gelo no final dos exerccios com
objetivo de diminuir a dor e prevenir possveis reaes
inflamatrias.
(BAUMANN, 2007).
TRATAMENTO
A aplicao de tcnicas de massagem transversa pode
ser realizada ao redor do tendo que auxiliar na
decomposio das aderncias que se formam durante a
recuperao tecidual e pode melhorar a capacidade de
deslizamento do tendo contribuindo para a
reorganizao das fibras do tendo.
(BAUMANN, 2007).
PROPRIOCEPO
giro - plano de dois pinos;
giro - plano de um pino;
paciente no giro plano de um pino e FT jogando a bola;
FT jogando a bola para o paciente que est em PO e
unipodal, chutando a bola e depois trocando de perna;
paciente em cima da bola medicinibool e o FT
desequilibrando-o;
pular na espuma de frente.
PROPRIOCEPO
pular na espuma de costas;
pular na espuma de lado;
escada: uma perna do degrau fazendo semi-flexo de
joelhos e outra esticada em direo ao cho;
pular na caixa de brita;
pular na cama elstica;
equilibrar na tbua de equilbrio correr.
PLIOMETRIA
O termo pliometria referese a exerccios
especficos que envolvam o ciclo alongamento
encurtamento (CAE), isto , um rpido alongamento da
musculatura seguido de uma rpida ao concntrica.
Durante o CAE acumulada energiaelstica na
musculatura utilizada durante a fase concntrica do
movimento.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
Exerccios pliomtricos tambm podem ser
realizados para a melhora do controle
neuromuscular podendo desta forma prevenir a
incidncia de leses. Estes exerccios, em que
uma prcarga excntrica seguida por uma
vigorosa contrao concntrica tambm tm sido
investigados para preveno de leses. Supese
que a pliometria melhora a estabilizao articular e
potencializa a contrao muscular.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
SEGUANA E PREVENO DE LESO:
Primeiro, aprender a aterrizar.;
Segundo, siga a progresso correta;
Terceiro, faa os saltos em superfcies
firmes.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
SEGUANA E PREVENO DE LESO:
Em geral preciso um intervalo de 4872
horas entre as sesses;
Quando em estado de fadiga, a pliometria
executada de forma lenta e com tcnica pobre.
Em geral, atletas universitrios iniciantes devem
executar de 100150 contatos por sesso; atletas
juvenis devem ajustar esse nmero para baixo.
Atletas mais avanados podem fazer mais
contatos por sesso.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
MTODO CUBANO:
NVEL 0 OU FUNDAMENTAL: O nvel 0
composto de pequenos saltos realizados de forma
unilateral e bilateral em diversas direes (frente,
trs, lateral), onde o volume e sries duram at a
fadiga do gastrocnmio.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
MTODO CUBANO:
NVEL 01: Nesta etapa, o treinamento
pliomtrico tem freqncia semanal de 3 sesses,
sendo realizado 3 sries de 810 repeties de
1015 exerccios diferente. Aqui introduzido as
sesses fundamentais, que sero utilizadas at o
nvel 2. Este nvel tem durao de 4 semanas.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
MTODO CUBANO:
NVEL 02: Avanam para o nvel 2 os
atletas que realizaram as 4 semanas do nvel 1, e
executam os saltos com eficincia (tempo de
contato curto) e com nveis de fora reativa que
suportem altura de queda de 40cm. Caso o atleta
no atinja os resultados nos testes, ele deve
permanecer mais um ciclo no nvel 1. O volume de
treinamento o mesmo do nvel 1, porm a carga
elevada com o aumento da queda dos
exerccios.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
As bolas medicinais so uma importante
ferramenta para o treinamento da potncia no
esporte.
Os exerccios com bolas medicinais permite aos
treinadores e preparadores fsicos executar
exerccios que praticamente imitam o gesto
esportivo (princpio da especificidade).
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
RECOMENDAES GERAIS ANTES DE
COMEAR:
-Aquecimento
com
alongamentos
dinmicos antes de comear;
-O exerccios devem ser treinados no incio
da sesso de treinamento, num estado de
ausncia de fadiga;
-Concentrar na velocidade de execuo do
movimento sem sacrificar a tcnica;
-No utilize bolas muitos pesadas.
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
Exerccios de pliometria que podem ser utilizados
para aumentar o salto vertical de atletas de
qualquer modalidade esportiva:
PLIOMETRIA
Exerccios de pliometria: baixa sobrecarga
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
Exerccios de pliometria: avanado
(COUTINHO, 2008).
PLIOMETRIA
As fases finais de qualquer programa de
reabilitao, preveno ou condicionamento
devem incluir atividades que imitam aquelas
vivenciadas pelos atletas no esporte. Este tipo de
especificidade
melhora
mecanismos
de
feedforward e funes motoras conscientes ou
inconscientes.
(COUTINHO, 2008).
PREVENO
PREVENO
As leses do tornozelo so as mais comuns no sistema
msculo-esqueltico.
O trabalho de reabilitao tem como finalidade melhorar
a proteo muscular atravs do treino reflexivo e
condicionamento fsico.
O treino constitui a essncia na construo de um
programa de treino neuromuscular e proprioceptivo.
(DOMINGUES & COIMBRA, 2008).
PREVENO
O aquecimento pode prevenir leses do tornozelo e
joelho em jovens praticantes de desporto, sendo
necessrio incluir o treino preventivo no programa
desportivo dos jovens, principalmente em jovens que
ainda no consolidaram a habilidade motora.
(DOMINGUES & COIMBRA, 2008).
PREVENO
Os dficits na propriocepo resultantes das leses
ligamentares afetam os receptores articulares mas
tambm a funo muscular, com a consequente
diminuio efetiva dos receptores musculares.
O treino proprioceptivo reduz a incidncia de entorses
no tornozelo em atletas com dores recorrentes, ao
mesmo nvel de sujeitos sem histria de leses nesta
zona.
(DOMINGUES & COIMBRA, 2008).
PREVENO
importante que os programas
incorporem exerccios desportivos
equilbrio para leses dos tornozelos.
de reabilitao
especficos de
O treino de proteo articular baseia-se em:
Mximo de informaes aferentes;
Estimulao reflexa da contrao muscular;
Treino excntrico da musculatura estabilizadora;
Estmulo da co-contraco muscular.
(DOMINGUES & COIMBRA, 2008).
PREVENO
O mecanismo de leso do entorse a inverso do p
com flexo plantar do tornozelo.
(RODRIGUES, WAISBERG, 2008).
Os msculos estabilizadores dinmicos da articulao
do tornozelo so, o msculo tibial anterior atuando como
um inversor e dorsiflexor e o msculo fibular longo
atuando como um eversor e flexor plantar.
(FERREIRA et. al, 2008).
PREVENO
Portanto para prevenir o risco de leso por entorse,
deve-se fortalecer dorsiflexores e eversores em uma
proporo maior em comparao com os plantiflexores
e inversores.
(RODRIGUES, WAISBERG, 2008).
PREVENO
Os calados devem ter adequao em relao ao
tamanho, aos apoios e acolchoamentos, devido aos
inmeros saltos realizados.
Devem ser observados os solados para aderncia,
considerando o tipo de piso e para a absoro de
impactos.
As meias fazem uma relao de grande importncia na
estabilidade junto ao calado.
(FARINA, 2008).