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Geometria Descritiva: Diedros e Projeções

O documento discute os conceitos fundamentais da geometria descritiva, incluindo projeções ortogonais, diedros, representação de objetos no plano e perspectiva. A geometria descritiva foi sistematizada por Gaspard Monge no século 18 para representar objetos tridimensionais em duas dimensões.
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Geometria Descritiva: Diedros e Projeções

O documento discute os conceitos fundamentais da geometria descritiva, incluindo projeções ortogonais, diedros, representação de objetos no plano e perspectiva. A geometria descritiva foi sistematizada por Gaspard Monge no século 18 para representar objetos tridimensionais em duas dimensões.
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GEOMETRIA DESCRITIVA

DIEDROS
PROJEES
REPRESENTAO DO PLANO
GEOMETRIA DESCRITIVA
Gaspard Monge
(1746 1818)

Sistematizou os processos descritivos
utilizados at ento, dando origem
doutrina cientfica chamada
Geometria Descritiva
GEOMETRIA DESCRITIVA
Mtodo Biprojetivo de Monge

Baseado na dupla projeo ortogonal da
figura no espao:
As duas imagens ou projees
A vista de cima e a vista de frente
Feita em dois planos perpendiculares,
passam a ser mostradas em um nico
plano pelo artifcio do rebatimento.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Habilita o profissional a resolver
problemas espaciais no plano e a realizar
corretamente os desenhos executivos de
seus projetos;
Desenvolve a aptido para o
reconhecimento das figuras no espao e a
sua manipulao, criando o hbito de ver
mentalmente;
Desenvolve a capacidade de raciocnio e
as faculdades criadoras.
GEOMETRIA DESCRITIVA

A projeo ortogonal de um objeto
em um nico plano no suficiente
para a determinao da forma e da
posio deste objeto no espao.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Atravs da aplicao dos conceitos
bsicos de Projees Mongeanas,
qualquer objeto, seja qual for sua
forma, posio ou dimenso, pode
ser representado no plano
bidimensional, por suas projees
cilndricas ortogonais .

GEOMETRIA DESCRITIVA


O desenho descritivo feito apenas
para ser visto. E interpretado, ou
lido, tem a nica finalidade de
orientar a execuo de um projeto.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Operaes Fundamentais

Projeo
Interseo ou corte
GEOMETRIA DESCRITIVA
Projeo
Cnica ou Central o centro de
projeo est situado a uma
distncia finita do plano de projeo.
O centro de projeo um ponto
prprio, o olho do observador , as
projetantes so visuais.
(viso humana desenhar a perspectiva)
GEOMETRIA DESCRITIVA
Projeo Cnica ou Central
GEOMETRIA DESCRITIVA
Projeo
Cilindrica ou Paralela o centro de
projeo est relegado ao infinito,
um ponto imprprio.
As projetantes so paralelas segundo
uma determinada direo.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Projeo Cilindrica ou Paralela
GEOMETRIA DESCRITIVA
A representao dos elementos do
espao, se fundamenta em duas
projees ortogonais, a horizontal e
a frontal.
O mtodo das Projees Cotadas
acrescenta projeo ortogonal a
distncia do ponto ao plano de
Projeo suposto horizontal
denominada Cota.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Mtodo Biprojetivo de Monge
So dois os planos fundamentais de
projeo, perpendiculares entre si:

Plano Horizontal de projeo
Plano Frontal de projeo (vertical)
GEOMETRIA DESCRITIVA
D
I
E
D
R
O
S

GEOMETRIA DESCRITIVA

Em Desenho Tcnico, os dois diedros
pares (2 e 4) no so utilizados,
uma vez que, em pura, h a
sobreposio das projees aps o
rebatimento dos planos, dificultando
a interpretao.
GEOMETRIA DESCRITIVA
No Brasil, a ABNT - Associao Brasileira
de Normas Tcnicas, admite a
representao tanto no 1 diedro, como
no 3 diedro, sendo a mais utilizada a do
1diedro.

A representao no 3 diedro comum
em indstrias estrangeiras, principalmente
americanas e nos vrios softwares de
desenho disponveis no mercado.


GEOMETRIA DESCRITIVA
ngulo diedro
ou diedro ou
ngulo didrico
a reunio de
dois semiplanos
de mesma
origem, no
contidos num
mesmo plano.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Na pura, as
duas projees
de um ponto
pertencem
uma mesma
reta
perpendicular
Linha de
Terra (LT)
esta reta
denominada
linha de
chamada.
GEOMETRIA DESCRITIVA
A distncia de um ponto ao
Plano Horizontal (PH),
denominada COTA do
ponto; que em projeo
representada em pura
pela distncia de sua
projeo vertical at a
linha de terra.
A distncia de um ponto ao
Plano Vertical (PV),
denominada
AFASTAMENTO do ponto;
que em projeo
representada em pura
pela distncia de sua
projeo horizontal at a
linha de terra.
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
Representao Diedrica de
um ponto A com
coordenadas Positivas:
A2 -Projeco Frontal de A
A1- Projeco Horizontal de A

A cota do ponto A a
distncia de A2 ao eixo X
O afastamento do ponto A
a distncia de A1 ao eixo X
GEOMETRIA DESCRITIVA
Representao Diedrica de um
prisma regular de bases
frontais situado no 1 Diedro:

Projeco Frontal - legendas com
ndice 2
Projeco Horizontal - legendas
com ndice 1
GEOMETRIA DESCRITIVA
O Sistema Mongeano de projeo utiliza
uma dupla projeo cilndrico-ortogonal,
onde 2 planos , um horizontal e um
vertical, se interceptam no espao, sendo
portanto, em funo de suas posies,
perpendiculares entre si. A interseco
desses planos determina uma linha
chamada Linha de Terra (LT). Esses
planos determinam no espao 4 diedros
numerados no sentido anti-horrio.
GEOMETRIA DESCRITIVA

Aps Monge ter sistematizado a
Geometria Descritiva, foi
acrescentado por Gino Loria um
terceiro plano de projeo para
melhor localizao de objetos no
espao.
GEOMETRIA DESCRITIVA
O terceiro plano de
projeo,
denominado plano
Lateral, forma com o
diedro conhecido um
triedro
trirretngulo, sendo
portanto,
perpendicular aos
planos Horizontal e
Vertical de projeo.
O plano lateral
fornecer uma
terceira projeo do
objeto.
GEOMETRIA DESCRITIVA
PERSPECTIVA ISOMTRICA
A perspectiva isomtrica parte do princpio de
que todas as figuras tm origem de um
paraleleppedo que, depois de trabalhado,
pode-se transformar numa figura com
forma prpria.
A projeo ortogonal deste paraleleppedo
de origem feita numa posio tal que
suas 3 arestas fazem entre si mesma
inclinao de 120 .
A aresta perpendicular determina a altura,
a aresta maior determina o comprimento e
a aresta menor a largura ou espessura.
GEOMETRIA DESCRITIVA
PERSPECTIVA CAVALEIRA
relativamente parecida com a isomtrica;
nela as 3 arestas frontais em torno do
eixo no fazem angulos iguais entre si. Os
ngulos so variveis, exceto de 90,
formado pela aresta perpendicular das
alturas e pela horizontal dos
comprimentos.
A aresta das larguras uma linha obliqua
que faz 30, 45 ou 60 com a horizontal
e que tende a se afastar do observador.
GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
PERSPECTIVA CNICA
A perspectiva cnica tem por objetivo a
representao sobre uma superfcie plana ou curva,
de forma aparente dos corpos vistos de um ponto
determinado. Esta forma aparente varia com a
posio do observador em relao aos objetos
observados.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Quadro a superfcie plana na
qual se representa a
perspectiva dos objetos.
Ponto de vista (PV) o ponto do
espao ocupado pela vista do
observador . O plano vertical
paralelo ao quadro que passa
pelo ponto de vista o plano
principal .
Plano geometral o plano sobre
o qual se faz a projeo ortogonal
dos objetos cuja perspectiva se
procura.
Linha de terra a interseo do
plano geometral com o quadro.


GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Linha do horizonte : Se pela
vista do observador passamos
um plano horizontal , este plano
ser o plano do horizonte e sua
interseo com o quadro ser a
linha do horizonte (L.H.) paralela
linha de terra .
Raio visual a reta que vai da
vista do observador at um ponto
luminoso de um objeto .
Ponto principal a projeo do
ponto de vista sobre o quadro (P.P.)
, sempre situado sobre a linha do
horizonte .
Ponto de fuga o lugar onde as
retas parecem se encontrar na
linha do horizonte .
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Ponto de Vista do Observador
A posio e orientao do observador.
O efeito pictrico obtido em um
desenho em perspectiva
determinado pela posio do PVO,
por sua distncia do que visto e
pelo ngulo de observao.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Centro de Vista (C)
A projeo ortogrfica do PVO (olho do
observador) sobre o plano da figura.


GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Cone de Viso (CV)
O ngulo mximo de viso (45 - 60)
Dentro do qual o que visto est em foco.
Tudo de importante para ser desenhado em
perspectiva deve estar dentro deste cone
de viso, caso contrrio sofrer distoro
excessiva.
Circulos e formas esfricas devem cair
dentro de um cone de viso de 30 se
possvel.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Linha do Horizonte (LH)
Uma linha horizontal pertencente ao
plano da figura, perpendicular linha
de visada do observador situada na
mesma altura do olho do observador
(PVO). O centro de viso (C)
sempre pertencente linha do
horizonte.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Plano de Terra (PT)
o plano de referncia horizontal a
partir do qual so feitas as medidas
verticais. A altura da linha do
horizonte (LH) acima do plano de
terra sempre igual altura do
observador (PVO) do plano de terra.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Linha de Terra (LT)
a interseo do plano de terra e o
plano da figura. A linha de terra
usada principalmente como uma
linha de medio (LM).
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Plano da Figura (PD)
o plano transparente, perpendicular
linha de visada do observador,
atravs do qual este enxerga o que
visto em perspectiva.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Elementos da Perspectiva
Ponto de Fuga (PF)
Todos os conjuntos de linhas paralelas
(no paralelas ao plano de fuga) na
perspectiva parecem convergir para
um ponto de fuga comum.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
1. Dada a planta baixa e
fachada do objeto (em
escala) :

2. Situar o plano do quadro
(Linha horizontal) e o ponto
de observao , verificando
a distancia conveniente (1,5
a 2,0 x L) ;

3.Traar os raios visuais de
todos os pontos, do
observador aos vrtices da
figura;
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
4. Marcar todos os pontos
em que houve interseo dos
raios visuais com o quadro (
ex. marcar com letras do
alfabeto);

5. Traar paralelas reta A e
B passando pelo ponto de
observao definindo assim
os pontos de fuga (
interseo da reta com o
quadro ) = F1 e F2;
6. Traar uma reta qualquer
paralela linha do quadro (
L.T.);
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
7. Traar outra reta paralela
L.T. na distancia que
corresponda altura de
observao;

8. Prolonga-se
perpendiculares dos pontos
marcados na linha do
quadro at LT;

9. Rebater os pontos F1 e
F2 da linha do quadro at a
linha do horizonte, o qual
ser os pontos de fuga;
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
10. Pontos em contato com
a linha do quadro tero
dimenses reais; pontos
mais afastados da linha do
quadro tero dimenses
reduzidas e os pontos do
mesmo lado do observador,
a dimenso ser ampliada;
11. Ligar todas as retas
paralelas a A no ponto de
fuga F1 e todas as retas
paralelas a B no ponto de
fuga F2, encontrando a
perspectiva.
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
GEOMETRIA DESCRITIVA
Construo da Perspectiva
PROJEO ORTOGONAL
O mtodo visa detalhar um objeto tridimensional,
com todos os seus detalhes construtivos, a partir
de desenhos bidimensionais (planificado).
Para efeito didtico, o objeto tridimensional
mostrado em perspectiva isomtrica, de onde so
feitas as 3 vistas ortogonais (frontal, lateral e
superior).
A partir dessas vistas, possvel a montagem
tridimensional do objeto.
PLANTA: o desenho do objeto visto na sua projeo
sobre o plano horizontal.
PLANTA DO PAVIMENTO: o corte horizontal feito acima
do piso, a distncia varivel, a fim de mostrar no desenho,
todos os componentes do pavimento, como paredes, vos
de portas e janelas, equipamentos fixos e mveis
(opcionais), de modo a dar uma perfeita compreenso das
divises, circulao, iluminao e ventilao do pavimento.
ELEVAO / FACHADA: o desenho do objeto visto na
sua projeo sobre um plano vertical.
CORTES: so planos secantes verticais para mostrar partes
internas do edifcio, geralmente no so contnuos.
PERSPECTIVA: o desenho do objeto visto bi-
dimensionalmente, isto , em projees sobre
dois planos verticais ortogonais.
P-DIREITO: a altura livre entre o piso e o
teto de um compartimento.
ALINHAMENTO: a linha projetada, marcada
ou indicada pela Prefeitura Municipal, para fixar o
limite do lote do terreno em relao ao
logradouro pblico.
RECUO: a distncia da construo a divisa
considerada (recuo de frente, recuo de fundo e
recuos laterais direito e esquerdo ou como
costuma ser denominado afastamento lateral
direito ou esquerdo).
PROJETO ARQUITETNICO: a soluo
de um problema de edificao,
equacionando com arte e tcnica, os
elementos fixos e variveis existentes,
visando a obteno do objetivo desejado,
determinado por um programa
estabelecido.
Elementos fixos: terrenos / programa /
verba / exigncias institucionais.
Elementos variveis: programa / partido
arquitetnico / funcionabilidade / esttica
/ volumetria.
NIVEL: o sinal grfico da
indicao de nvel pode ser:0.00

um crculo dividido em quatro
setores iguais (quadrantes), com
cheios e vazios alternados,
comumente usado em plantas

um tringulo com um vrtice
apontando a indicao do nvel de
referncia escolhido, comumente
usado em cortes.

Linhas
Espessuras linha grossa
linha mdia
linha fina

Tipos linha visvel (trao cheio)
linha invisvel (trao interrompido)
linha de eixo (traos e pontos)



Convenes de Desenho Tcnico Arquitetura
LEGENDA CORES
Existente Preta
A demolir Amarela
A construir Vermelha
Caracterizao no projeto de Reforma
FORMATO E DIMENSES DO PAPEL: o
ponto de partida o formato A0 (leia A
zero) que tem
1 m (um metro quadrado) de superfcie
e os lados na razo .
O formato A1 corresponde ao A0 dividido
em duas partes e tem 0,50 m (meio
metro quadrado). O formato A2 origina-se
da diviso do A1 em duas partes e tem
0,25 m (um quarto de metro quadrado).
A2
A3
A4
A1
A4
A0
Tipo Dimenses (mm)
2 A0 1.189 x 1.682
A0 841 x 1.189
A1 594 x 841
A2 420 x 594
A3 297 x 420
A4 210 x 297
A5 148 x 210
Padronizao de Prancas de Desenho
ESCALA: a relao entre cada medida
do desenho e a sua dimenso real no
objeto. A necessidade do emprego de uma
escala na representao grfica, surgiu da
impossibilidade de representarmos, em
muitos casos, em verdadeira grandeza;
certos objetos cujas dimenses no
permitem o uso dos tamanhos de papel
recomendados pelas Normas Tcnicas.
Nesses casos empregamos escalas de
reduo; quando necessitamos obter
representaes grficas maiores que os
objetos utilizamos escalas de ampliao.
No desenho de arquitetura geralmente
s se usam escalas de reduo, a
no ser em detalhes, onde aparece
algumas vezes a escala real.
A escolha de uma escala deve ter em
vista:
O tamanho do objeto a representar
As dimenses do papel
A clareza do desenho
As escalas devem ser lidas 1:50 (um por
cinqenta), 1:10 (um por dez), 1:25 (um
por vinte e cinco), 10:1 (dez por um), etc.
Em desenhos antigos pode-se encontrar,
por exemplo, a escala de 0,05 (cinco
centsimos). Se fizermos as operaes,
encontraremos:
0,05 = 5 / 100 = 1 / 20, ou seja, 1:20
(um por vinte) notao atual
ESCALA GRFICA: a
representao da escala numrica. A
escala grfica correspondente a 1:50
representada por segmentos iguais
a 2 cm, pois 1 metro dividido por 50
igual a 0,02 m.
Escalas para desenhos arquitetnicos:
1:200 ou 1:100 = Estudo Preliminar;
1:100 = Anteprojeto, Projeto Aprovao
Prefeitura (plantas, fachadas, cortes);
1:100 = desenhos de apresentao plantas,
fachadas, cortes, perspectivas, projeto para
Prefeitura;
1:50 = Projeto Executivo;
1:10, 1:20 e 1:25 = Detalhes Arquitetura e
Instalaes Complementares;
1:50 = Estrutura, Instalaes Complementares,
etc.
De acordo com LEI COMPLEMENTAR N
84 DE 06 DE JULHO DE 1993 (ver
mdulo 05), toda construo, reforma,
ampliao de edifcios, bem como
demolio parcial ou total, efetuadas por
particulares ou entidade pblica, a
qualquer ttulo, regulada pela presente
lei complementar, obedecidas, no que
couber, as disposies federais e
estaduais relativas matria e as normas
vigentes da ABNT.
O projeto completo de uma
edificao compe-se dos seguintes
elementos:
I - projeto arquitetnico:
Estudo Preliminar
Anteprojeto
Projeto de Aprovao Prefeitura
Projeto Executivo
II - Projetos Complementares:
Projeto de Estrutura
Instalaes Hidro-sanitrias
(gua e Esgoto);
Instalaes Eltricas, Pra Raios e
Telefonia;
Instalaes Especiais (Dados, CFTV,
Alarme, Controle);
Instalao Contra Incndio

III Especificaes
Memorial Descritivo da Obra;
Memorial de Especificaes;
Memrias de Clculo (Estrutura e
Instalaes);
Caderno de Encargos.

A representao grfica dos projetos
deve seguir as diretrizes da ABNT, e
o projeto arquitetnico do edifcio
compreende, no mnimo:
Representao de um Projeto

Planta de Situao;
Planta de Locao;
Planta dos Pavimentos;
Cortes e Fachadas;
Detalhes.

Recuo lateral esquerdo Recuo lateral direito
DIVISA DE FUNDO

FRENTE DO LOTE

D
I
V
I
S
A

L
A
T
E
R
A
L

E
S
Q
U
E
R
D
A


D
I
V
I
S
A

L
A
T
E
R
A
L

D
I
R
E
I
T
A


R
e
c
u
o

d
o

f
u
n
d
o

R
e
c
u
o

d
e

f
r
e
n
t
e

calada ou passeio
meio fio ou guia
RUA
PROJEO DA
EDIFICAO
alinhamento
Indica a posio da
construo dentro do
terreno. Pode-se fazer um
desenho nico com a
locao e a planta de
cobertura.
Ela deve mostrar os muros,
portes, rvores existentes
ou a plantar, a calada ou
passeio e, se necessrio as
construes vizinhas.
Indica o destino de cada
compartimento e suas
dimenses: as reas dos
pavimentos, as dimenses e
reas dos vos de
iluminao, e a posio de
todas as divisas do lote. As
cotas constantes dos
projetos devero ser escritas
em caracteres claros e
facilmente legveis. Essas
medidas prevalecero no
caso de divergncia com as
medidas tomadas no
desenho.
muro h=1.60m
10.00
m
u
r
o

h
=
1
.
6
0
m









2
0
,
0
0

m
u
r
o

h
=
1
.
6
0
m









2
0
,
0
0


+.20
+.32 +.33

6.00
1.50
J3
proj. da cobertura
J4
+.33
+.35

+.30
+.20
muro h=1.60m 10.00
Alinhamento
principal
Porto de correr
R
a
m
p
a

S
o
b
e

calada
PLANTA
sem
escala
5
.
0
0

5
.
0
0

J2 J1
P1
5
.
9
0

2
.
5
0

1
.
2
0

4
.
5
5

2
.
5
0

1
.
2
0


2.65

2.80

2.80
2.65
1.00
1.50
8
.
9
5

2.50
0.50
P2
P2
P3
abrigo
dormitrio
12.05m
2

sala
16.52m
2

cozinha
7.00m
2

a.serv.
4.48m
2

banho.
4.48m
2

A A
J3

J3
P1
P2

Segundo a LEI COMPLEMENTAR N 387 DE
13 DE ABRIL DE 2.000 (ver mdulo 05)
a ocupao do solo fica condicionada a
ndices urbansticos definidos a partir do
estabelecimento de:
lote mnimo para efeito de
parcelamento;
taxa de ocupao mxima do lote
coeficiente de aproveitamento mximo
do lote
recuos mnimos que a edificao deve
obedecer
Lote mnimo Dimenses minmas do lote
pela legislao urbanstica; (conferir
medidas de escritura por topografia)
Taxa de Ocupao - percentual da rea do
lote que pode receber edificao;
Coeficiente de Aproveitamento - nmero
de vezes que sua rea pode ser
reproduzida em rea construda;
Recuos - em relao aos limites do lote e
entre edificaes no mesmo lote. (verificar
projetos de alinhamento existentes)
CORTE OU SEO
So obtidos por planos
verticais que interceptam as
paredes, janelas, portas e
lajes, com a finalidade de
permitir esclarecimentos que
venham facilitar a execuo da
obra.
As linhas indicando onde
devem ser feitos os cortes so
traadas SEMPRE nas plantas
do projeto


CORTE AA
2
,
7
0

m

1
,
6
0

2
,
7
3

m

+0.30
COZINHA
WC
A.SERVIO
+0.35 +0.32
ELEVAO OU FACHADA
designao de cada face de
um edifcio. Frontaria ou
frontispcio geralmente o
nome que se d fachada
da frente, a que d para a
rua. Na linguagem mais
comum, constitui apenas,
esse caso, a fachada
principal. As outras sero
denominadas de fachada
posterior, ou fachada
lateral.
a.
servio
cozinha
living dormitrio

FACHADA PRINCIPAL
F
A
C
H
A
D
A

L
A
T
E
R
A
L

E
S
Q
U
E
R
D
A

F
A
C
H
A
D
A

L
A
D
E
R
A
L

D
I
R
E
I
T
A

abrigo
para
auto
banho

COBERTURAS

TIPO DA TELHA

N. / m

PESO COM
MADEIRAMENTO (kg / m)

INCLINAO
(graus)

DECLIVIDADE
(%)

Francesa

13 a 15

40 / 50

16 a 25

30 a 45

Colonial

18 a 25

50 / 70

13 a 16

25 a 30

Ondulada
(fibrocimento)

07 a 10

13 a 16


cumeeira
pendural
escora
tirante
tera
empena
caibro 5 x 16 cm
ripa 1 x 5 cm
frechal
linha ou tensor
estribo
ESFOROS QUE ATUAM NOS
ELEMENTOS DE UMA
TESOURA DE MADEIRA
Empena
Escora
Linha ou tensor
Pendural

C/8
C/4 C/4
C/4
1
2
3
4
1/4 1/4 1/4 1/4

Temos que as peas 1 e 2 (empena e escora) trabalham
em compresso (flexo-presso) e que as peas 3 e 4
(tensor e pendural) trabalham em trao.
Os esforos que atuam em cada pea de uma tesoura,
podem ser determinados com o uso do Diagrama de
Cremona (da Grafosttica) e da frmula de Euler.

Peso Prprio Vento gua da Chuva Total
Telhas Francesas
= 25 (inclinao) e p
= 45% (declividade)

45 kg / m

62 kg / m

13 kg / m

120 kg / m
Telhas Coloniais
= 15 (inclinao) e
p = 25% (declividade)

90 kg / m

45 kg / m

15 kg / m

150 kg / m

A presso do vento, considerando-se a direo do mesmo
inclinada de 10 em relao a horizontal, pode ser admitida
como carga adicional a carga permanente, o que permitido
para pequenas inclinaes e uma vez que as guas do
telhado, nos casos das telhas francesas e coloniais, tm
pequenas inclinaes.
TRAADO USUAL DOS TELHADOS
A interseo de dois planos de igual inclinao
a bissetriz do ngulo formado pelas
horizontais de mesma cota dos planos.


cumeeira
cumeeira
gua-furtada
espigo
espigo
As linhas principais de um telhado so:
Cumeeira - divisor da gua horizontal
Espigo - divisor de gua inclinado
gua-furtada (ou rinco) - receptor de gua inclinado

Regras Prticas:
As guas-furtadas (ou rinces) formam ngulos de 45
com as projees das paredes e saem dos cantos
internos. So o encontro de dois planos (guas);
Os espiges formam ngulos de 45 com as projees das
paredes e saem dos cantos externos;
As cumeeiras so linhas paralelas a uma direo das
paredes e perpendiculares a outra direo
O telhado de duas guas tem duas empenas ou oites, isto , a
superfcie de apoio (que faz a vez da tesoura) no final da cobertura
e formando parte da fachada.

OITO
caimento

Telhado com 3 guas
ELEVAO 1
E
L
E
V
A

O

2

ELEVAO 3
ELEVAO 1 ELEVAO 2 ELEVAO 3
PLANTA


COBERTURA DE SUPERFCIES TRIANGULARES

As trs bissetrizes indicadas na figura abaixo so as
intersees, denominadas espiges, dos planos,
com igual declividade e contendo os lados
horizontais AB, BC e CA do tringulo ABC.

COBERTURA DE SUPERFCIES QUADRADAS

SUPERFCIE COM PTIO INTERNO OU JARDINS

ptio
interno
TIPO DESCRIO FUNO
Beiral
a distncia entre a parte
externa da parede e a
extremidade do telhado
Evita o excesso de umidade
nas paredes
Platibanda
Parede de pouca altura e
acima da cobertura
Destinada a encobrir o
telhado
Rufo
Pea de arremate entre as
telhas ou calhas e a parede
Vedao, evitar infiltrao de
gua
Calha
Cano que lembra um sulco


Recebe as guas pluviais,
especialmente as do telhado
Condutor de AP
Cano que sai da calha at o
solo
Escoar as guas pluviais
que vm do telhado

Peas Complementaares de um Telhado

CORTE ESQUEMTICO DETALHE A
calha pluvial
cachorro
condutor
pluvial
beiral
telha
Beiral
PLANTA DO TELHADO COM
BEIRAL
proj. edif.
DET. A
platibanda
rufo
calha pluvial
CORTE ESQUEMTICO
DETALHE B
telha
platiband
a
calha pluvial
PLANTA DO TELHADO COM
PLATIBANDA
DET.B

CIRCULAO VERTICAL
Escadas / Rampas / Elevadores
ESCADAS

Piso a parte horizontal do degrau (p)
Espelho a parte vertical do degrau,
perpendicular ao piso (h)
Bocel a salincia (balano) do piso
sobre o espelho (b)
Banzo a pea ou viga lateral de uma
escada
Linha de Bomba a linha de contorno da parte
interna de uma escada entre os
degraus quando estes fazem um
giro de 180.
Bomba o espao entre os dois lances da
escada.


CIRCULAO VERTICAL
Escadas / Rampas / Elevadores

CIRCULAO VERTICAL
Escadas / Rampas / Elevadores

2h + p = 0,64 m
Frmula de Blondell
Onde:
h = espelho
P = piso a ser determinado
0,64 = constante
Dados experimentais
fizeram concluir que:
A altura recomendvel para
o espelho de uma escada
deve ser no mximo de
0,18 m (dezoito
centmetros).
A profundidade
recomendvel deve ser no
mnimo de 0,25 m (vinte e
cinco centmetros).
CIRCULAO VERTICAL
Escadas / Rampas / Elevadores
CLCULO DE UMA ESCADA
Deve-se considerar:
Altura do p-direito;
Espessura do piso superior (laje).
Soma-se a altura do p-direito + a
espessura da laje do piso superior =
p-esquerdo
Divide-se o resultado encontrado por
0,18 m (altura mxima permitida para
espelho)
CIRCULAO VERTICAL
Escadas / Rampas / Elevadores
Por exemplo, considerando:
Altura do p-direito = 2,70 m
Espessura da laje do piso superior = 0,15
m
Temos:
2,70 m + 0,15 m = 2,85 m (p-esquerdo)
2,85 m : 0,18 m (mximo permitido para
h) = 15,83 (arredondar SEMPRE para
mais) = 16 degraus
Logo:
2,85 m (p-esquerdo) : 16 degraus =
0,178m (NUNCA arredondar esse valor)
= h (altura do espelho)
Isto , o nmero de degraus igual a
altura do p-direito mais a espessura do
piso superior, dividido pela altura do
espelho.
Assim:
2,85 m : 0,178 m = 16 degraus
Calcula-se em seguida, pela frmula de
Blondell, a largura do piso do degrau (p).
2h (altura do espelho) + p (piso do
degrau) = 0,64 (constante)
2 x 0,178 m + p = 0,64
0,356 m + p = 0,64
p = 0,64 0,356 m p = 0,284 m
Finalizando temos uma escada com:
16 degraus, espelho (h) = 0,178 m e
piso (p) = 0,284 m


piso superior
7
piso inferior
d
4
3
2
1
6
5
Para completar o clculo da
escada devemos determinar a
distncia em projeo
horizontal, entre o primeiro e
o ltimo degrau.
Ora, uma escada de n
degraus possui n 1 pisos;
logo a distncia d ser igual
ao produto da largura do piso
encontrado pelo nmero de
degraus menos 1.

Tem-se: d = (n 1) p

Na figura: d = 6p
Segundo a LEI COMPLEMENTAR N 387
DE 13 DE ABRIL DE 2.000 (ver mdulo
05) das normas tcnicas das edicaes em
geral, fica estabelecido que:
As escadas ou rampas devem ter largura
mnima de 90 cm (noventa centmetros) e
passagem com altura mnima nunca
inferior a 2,00 m (dois metros), salvo
disposio contrria existente em norma
tcnica.

As escadas e rampas de uso comum ou
coletivo e as escadas de incndio devem
ser dotadas de corrimo e obedecer s
exigncias contidas na NBR 9077.
Em caso de uso secundrio ou eventual,
ser permitida a reduo de sua largura
at o mnimo de 60 cm (sessenta
centmetros).
A instalao de elevador em uma
edificao no dispensa a construo de
escada ou rampa.
Recomendaes
nas escadas com mais de 19 (dezenove) degraus, ser
obrigatrio intercalar um patamar, com a profundidade
mnima igual a largura da escada.
as escadas devero ter as seguintes larguras mnimas
teis:
0,90 m em edifcios residenciais unifamiliares
1,20 m em edifcios residenciais com at trs pavimentos
1,50 m em edifcios de mais de trs pavimentos, destinados
a locais de reunio com capacidade de at 150 (cento e
cinqenta) pessoas
as escadas devero ter as seguintes alturas de espelho:
0,18 m em escadas internas
0,15 m em escadas externas
Obs.: consultar o Cdigo de Edificaes e de Posturas
do Municpio
ALTURA LIVRE

Piso superior
Piso inferior
2
,
2
0

Nos projetos de
escada necessrio
examinar a altura
livre de passagem.
Trata-se da
distncia, medida
na vertical, entre o
piso do degrau e o
teto. Ou seja, a laje
intermediria entre
um pavimento e o
outro.
Esta altura nunca
deve ser inferior a
2,00 m (dois
metros).
CAIXA DE ESCADA

Planta esquemtica
Sem escala
sobe
o compartimento em
que a escada colocada.
As suas dimenses
dependem do
desenvolvimento da
escada e, por
conseguinte, do p-
direito do edifcio. Deve
ser amplamente
iluminada com luz direta
do exterior atravs de
janelas em plano
vertical.
REPRESENTAO DA ESCADA
As escadas so obrigatoriamente representadas nos
cortes e na planta de cada um dos pavimentos.
Indicar sempre na planta, com uma seta a direo
de subida da escada. Representar tambm, na
planta do pavimento de onde parte a escada,
apenas quatro ou cinco degraus com trao cheio,
pois se obtm a planta por uma seo feita a mais
ou menos um metro do piso. Os degraus acima da
seo devem ser tracejados.

LINHA DE CORTE PARA A PLANTA DO PAVIMENTO SUPERIOR
LINHA DE CORTE PARA A
PLANTA DO PAVIMENTO
TRREO
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
DESCE
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
PAVIMENTO SUPERIOR
CORREMO
SOBE
PAVIMENTO TRREO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
CORTE ESQUEMTICO DE ESCADA
REPRESENTAO DA ESCADA
TIPOS DE ESCADAS

ESCADAS
ENCLAUSURADAS OU
DE SEGURANA
Essas escadas devem
ser projetadas em
edifcios residenciais e
comerciais que tenham
mais de 5 andares,
respeitando o Cdigo de
Obras de cada municpio
e devem ser aprovadas
pelo Corpo de
Bombeiros previamente.

0,15
1,20

1,20

8

7

6

5
4

3

2

1

9

10

11

12
13

14

15

16

p

p

B
l
o
n
d
e
l
:

2
h
+
p
=
0
,
6
4

1
,
2
0

1
,
2
0

1,20

1,20

circulao

elevador

elevador

sem escala

S D
ESCADA INTERNA

B
l
o
n
d
e
l
:

2
h
+
p
=
0
,
6
4

p

p

1
,
2
0

1
,
2
0

0,15
1,20

1,20

8

7

6

5
4

3

2
1

9

1
,
8
0

1,20

1,20

1
,
2
0

ante
cmara
Hall de servio
elevador
S D
sem escala
10

11

12
13

15
16

14

RAMPAS
Declive. Superfcie inclinada que
constitui, dentro ou fora dos
edifcios, elemento de circulao
vertical. Substituindo a escada
tradicional, exige, no entanto, muito
maior espao para seu
desenvolvimento. Para pedestres,
sua inclinao mxima tolervel de
15%. Inclinaes maiores so
possveis nos acessos a garagens.
Segundo a LEI COMPLEMENTAR N 387 DE 13 DE ABRIL DE 2.000 (ver
mdulo 05) das normas tcnicas das edificaes em geral, fica
estabelecido que:
As escadas ou rampas devem ter largura mnima de 90 cm (noventa
centmetros) e passagem com altura mnima nunca inferior a 2,00 m (dois
metros), salvo disposio contrria existente em norma tcnica.
As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incndio
devem ser dotadas de corrimo e obedecer s exigncias contidas na NBR
9077.
Em caso de uso secundrio ou eventual, ser permitida a reduo de sua
largura at o mnimo de 60 cm (sessenta centmetros).
O elevador em uma edificao no dispensa a construo de escada ou
rampa.
O piso das rampas deve ser revestido com material antiderrapante e
obedecer s seguintes declividades mximas:
I - 12% (doze por cento) se o uso for destinado a pedestres;
II - 25% (vinte e cinco por cento) se o uso for exclusivo de veculos
automotores.
As rampas de acordo com a sua inclinao, classificam-se
em:
Rampas de pouca inclinao, de at 6, que no
requerem um pavimento especial contra o deslizamento;
Rampas de mdia inclinao, de 6 a 12, que requerem
um pavimento rugoso que evita o deslizamento;
Rampas inclinadas, de 12 a 25, que exigem um
pavimento com ressaltos transversais ou a subdiviso do
plano da rampa em largos degraus de pouca inclinao. A
separao entre os ressaltos transversais deve ser
constante ao longo da rampa e igual ao comprimento do
passo normal.
EXEMPLO: ao calcularmos uma rampa para automveis,
a declividade aconselhada de 20%, se precisarmos
vencer uma altura de + 1,40 m tendo como referncia o
nvel 0,00 da rua:

A
B = 1,40
= 12
Sen & = B/A
Sen 12 = 1,40/A
A = 0,20 / 1,40

ELEVADORES
Segundo a LEI COMPLEMENTAR N 387 DE
13 DE ABRIL DE 2.000 (ver mdulo 05)
das normas tcnicas das edificaes em
geral, fica estabelecido que:
obrigatria a instalao de, no mnimo,
um elevador nas edificaes de mais de
trs pavimentos acima do trreo, e de, no
mnimo, dois elevadores, no caso de mais
de sete pavimentos acima do trreo.
Na contagem do nmero de pavimentos no
computado o ltimo, quando de uso exclusivo
do penltimo, ou destinado a dependncias de
uso comum do condomnio ou, ainda,
dependncias de zelador.
Os espaos de acesso ou circulao fronteirios
s portas dos elevadores devem ter dimenso
no inferior a 1,50 m (um metro e cinqenta
centmetros).
Alm destas exigncias deve ser apresentado
projeto de instalao e clculo de trfego,
compatveis com as normas da ABNT.
Para o projeto da caixa de elevadores e
das casas de mquinas necessrio antes
de mais nada, definir a capacidade
(lotao da cabina) e a velocidade dos
elevadores.
Esse clculo de trfego deve obedecer a
Norma NB-596 da ABNT (Associao
Brasileira de Normas Tcnicas).
Devem ser consultadas tambm as
empresas fornecedoras dos
elevadores.

1
,
7
0

0,80
1,70
0
,
2
3

PLANTA DO POO DO ELEVADOR
Escala 1:25
PLANTA DA CASA DE MQUINAS
PARA 01 ELEVADOR
Dimenses mnimas para casa de
mquinas referente a dois
elevadores para edifcio
residencial

1,50
m
P
0,80m x 2,10m
0
,
9
0

m

1,00m
1,00m
1,00m
1,00m
proj. do poo do elevador
Dimenses mnimas
para casa de
mquinas referente a
dois elevadores para
edifcio residencial

1,50
m
P
0,80m x 2,10m
1
,
5
0
m

1,00m
1,00m
1,00m
1,00m
proj. do poo do elevador

VELOCIDADE

MIN.

MIN.

MIN.

m / min.

m / s

P (mm)

Q (mm)

H (mm)

60

1,00

1.500

4.500

2.500

75

1,25

1.500

4.500

2.500

90

1,50

1.500

4.500

2.500

105

1,75

1.900

4.500

2.500

120

2,00

1.900

4.500

2.500

Exemplos de dimenses mnimas verticais para
o poo do elevador e casa de mquinas

Casa de
Mquinas
Q

(
d
o

p
i
s
o

d
a

l
t
i
m
a

p
a
r
a
d
a

a
o

p
i
s
o

d
a

c
a
s
a

d
e

m

q
u
i
n
a
s

m

n
.
=

4
,
5
0
)

2
,
1
0
m

T

=

p
e
r
c
u
r
s
o

P

Espao
Tcnico
H

(
p
d

m

n
i
m
o

2
,
5
0

m
)

P DIREITO MNIMO:
Espao Tcnico = 1,50 m

LTIMA PARADA
Para informaes detalhadas, projetos
definitivos ou clculos de trfego
necessrio consultar tcnicos de
empresas especializadas.
Casa de Mquinas = 2,50 m

Para informaes detalhadas, projetos definitivos
ou clculos de trfego necessrio consultar
tcnicos de empresas especializadas.
DESENHO ESQUEMTICO DAS
PLANTAS DO TICO

barrilete espao tcnico
s
A A
circulao
tico pav. inferior
sem escala
8
7
6
2
4
1
3
5
10
15
13
12
9
11
16
14

11
9
5
10
14
6
circulao
casa de mquinas
A A
caixa dgua
Capacidade
= _______
tico pav. superior
sem escala
d
1
2
3
4
7
8
15
13
12
16
DESENHO ESQUEMTICO DO
CORTE DO TICO
NBR 6492 - Representao de projetos de
arquitetura
NBR 8196 - Emprego de escalas em
desenho tcnico
NBR 8402 - Execuo de carcter para
escrita em desenho tcnico
NBR 8403 - Aplicao de linhas em
desenhos - Tipos de linhas - Larguras das
linhas
NBR 10067 - Princpios gerais de
representao em desenho tcnico
NBR 10068 - Folha de desenho - leiaute e
dimenses
NBR 10647 - Desenho tcnico
NBR 12298 - Representao de rea de
corte por meio de hachuras em desenho
tcnico
NBR 13142 Dobramento de cpia de
desenho tcnico

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