PROBLEMAS
AMBIENTAIS
B I O L O G I A / G E O G R A F I A
Objetivos
OBJETIVOS
Identificar os principais problemas
ambientais da atualidade;
Definir as origens e consequências das
mudanças climáticas;
Apresentar os principais acordos
internacionais sobre o clima e discutir a
importância e efetividade dos mesmos.
AQUECIMENTO GLOBAL
X
EFEITO ESTUFA
Efeito estufa: capacidade natural da atmosfera
de reter calor. (H2O, CO2, CH4, etc.)
Aquecimento Global: intensificação do efeito
estufa.
EFEITO ESTUFA
BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO
Grande concentração de ozônio na
estratosfera;
Proteção contra raios ultravioleta;
Aumento de casos de câncer de pele;
Gases CFCs usados em sprays e
eletrodomésticos como geladeiras
reagiam com o ozônio e danificavam
essa camada.
Em 1987, o protocolo de Montreal
consegue a troca de gases CFCs por
gases HCFCs, que não danificam a
camada de ozônio;
Com o tempo a camada de ozônio se
regenera.
AQUECIMENTO
GLOBAL
Intensificação a partir da revolução
industrial;
Uso de petróleo, carvão entre outros
combustíveis fósseis agravam esse
fenômeno devido a grande liberação
de CO2;
Metano (CH4): promove uma
intensificação mais grave do efeito
estufa, sendo liberado em processos
de decomposição natural em lixões e
atividade pecuária, por exemplo.
AQUECIMENTO GLOBAL
É o aumento anormal da temperatura média do planeta
Terra. Esse fenômeno tem como causas a intensa
exploração da natureza pelos seres humanos,
ocasionando problemas como o desmatamento, e a
emissão direta de gases poluentes na atmosfera por
meio da atividade industrial e da queima de combustíveis
fósseis. Segundo o Painel Intergovernamental sobre
Mudanças Climáticas (IPCC), a temperatura média da
Terra é, atualmente, 1,5º C maior do que no período que
antecede a Revolução Industrial.
Causa:
Chuvas intensas e volumosas
Secas severas
Derretimento das calotas polares
Aumento no nível do mar
Perda da biodiversidade
Interesses Políticos:
Degelo no Ártico
Existe uma reserva de petróleo no
fundo do oceano ártico (EUA, Rússia,
Canadá, dinamarca e Noruega).
Acesso ao mar com águas quentes
para Rússia, abrindo um grade
potencial comercial.
POLUIÇÃO
ATMOSFÉRICA
A poluição do ar ou atmosférica pode ser descrita como
a presença, no ar, de gases poluentes, material
particulado, agentes biológicos e outros elementos que
alterem a sua qualidade. Esse problema é ocasionado
principalmente pela queima de combustíveis fósseis e
pela atividade industrial nos grandes centros urbanos,
atividades essas que liberam substâncias como gás
carbônico (CO2), monóxido de carbono (CO), óxidos de
enxofre (SO2 e SO3) e óxido de nitrogênio (NOx) na
atmosfera.
Causa:
Chuvas ácidas
Ilhas de calor
Intensificação do efeito estufa
Aquecimento global
POLUIÇÃO HÍDRICA E
DOS SOLOS
Poluição Hídrica
A poluição hídrica acontece quando substâncias são lançadas
nos corpos d’água e alteram as suas propriedades físicas,
químicas e biológicas, o que pode causar a contaminação e,
como consequência, gerar severos prejuízos para a população
que depende daquele recurso e para a biodiversidade aquática.
Poluição dos Solos
A poluição dos solos é descrita como a degradação química do
substrato. Tem origem no descarte irregular de lixo e dejetos
urbanos, industriais, da mineração e das usinas geradoras de
eletricidade, no uso intensivo de defensivos agrícolas e
agrotóxicos para a produção, no desmatamento e outros
eventos que contribuem para a perda de fertilidade dos solos.
DESMATAMENTO E QUEIMADAS
Desmatamento
Também chamado de desflorestamento, o desmatamento é a
retirada da cobertura vegetal parcial ou total de um
determinado lugar. A perda da cobertura vegetal deixa os
solos desprotegidos e mais vulneráveis, ao mesmo tempo que
afeta o funcionamento dos ecossistemas, contribui para o
assoreamento dos rios e interfere na dinâmica dos climas
locais e, a longo prazo, do clima global.
Queimadas
As queimadas humanas são uma prática de limpeza de uma
área com o uso fogo. O fogo das queimadas elimina parte da
biodiversidade das matas e contribui para a emissão de gases
poluentes na atmosfera. Em alguns casos, como observamos
recentemente na costa oeste dos Estados Unidos, na Austrália
e no Sul da Europa, os incêndios são causados pelo calor
extremo e pelo tempo seco, que resseca a vegetação e facilita
o espalhamento das chamas.
DESERTIFICAÇÃO
A desertificação é um fenômeno de degradação
química e física dos solos, resultante do
esgotamento da capacidade de produção do solo, o
que tem como causas a exploração desse recurso
de maneira intensiva para fins econômicos, o
manejo inadequado, as queimadas sucessivas e o
desmatamento. Fatores de ordem natural podem
contribuir para a desertificação de áreas, como a
presença de climas secos e as propriedades naturais
do substrato.
Causa:
Degradação física do solo
Salinização
Chuvas podem ser mais destrutivas
Solo impróprio para o plantio
PERDA DA
BIODIVERSIDADE
Biodiversidade é a variedade de seres vivos de um
local. Sendo assim, a perda da biodiversidade é um
grave problema ambiental, que ameaça a fauna e a
flora do Brasil e põe em risco os seus principais
biomas, em especial a Amazônia e o Cerrado. O
desmatamento e a consequente destruição do
habitat de muitas espécies de animais estão entre
causas da perda da biodiversidade brasileira.
Causa:
Desequilíbrio nos ecossistemas
Redução de recursos naturais
Impactos na segurança alimentar
Serviços ecossistêmicos comprometidos
DESCARTE IRREGULAR
DO LIXO
Causador de outros impactos como a
poluição dos solos e da água, o descarte
irregular do lixo é um problema ambiental
gerado pelo crescimento do total de detritos
gerados pela população e pela falta de
acesso a serviços essenciais de saneamento,
como a coleta de lixo, nos municípios
brasileiros.
Causa:
Poluição do solo e da água
Riscos à saúde pública
Impactos na vida selvagem
Baixa qualidade de vida
PRINCIPAIS ACORDOS DO CLIMA
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC):
Estabelecida em 1992 durante a Conferência das Nações
Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92).
Objetivo principal: Coordenar esforços internacionais para
lidar com as mudanças climáticas e mitigar seus efeitos.
Protocolo de Kyoto:
Adotado em 1997 como um anexo à UNFCCC.
Definição de metas de redução de emissões para países
desenvolvidos.
Introdução do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo
(MDL) para financiar projetos de redução de emissões em
países em desenvolvimento.
Estabelecimento do Mecanismo de Implementação
Conjunta (MIC) para colaboração entre países
desenvolvidos.
PRINCIPAIS ACORDOS DO CLIMA
Acordo de Paris
Adotado em 2015 durante a 21ª Conferência das Partes
(COP21) da UNFCCC;
Limitar o aumento da temperatura global bem abaixo de
2°C acima dos níveis pré-industriais, buscando esforços
para limitar a 1,5°C.
Acordo de Kigali
Adotado em 2016 emenda ao Protocolo de Montreal,
focado na redução dos Hidrofluorocarbonetos (HFCs),
gases de efeito estufa poderosos usados em sistemas de
refrigeração e ar condicionado.
Conferência das Nações Unidas sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92):
Adoção da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC) como parte dos acordos,
marcando o início dos esforços internacionais para lidar
com as mudanças climáticas.
PRINCIPAIS ACORDOS DO CLIMA
Conferências das Partes (COPs) da UNFCCC:
COP3 (Quioto, 1997):
Adoção do Protocolo de Quioto, estabelecendo metas de
redução de emissões para países desenvolvidos.
Introdução dos Mecanismos de Flexibilidade (MDL, MIC e
Comércio de Emissões).
COP15 (Copenhague, 2009):
Busca por um acordo global abrangente não resultou em
um tratado vinculativo, mas na "Declaração de
Copenhague".
COP21 (Paris, 2015):
Adoção do Acordo de Paris, com ênfase na limitação do
aquecimento global abaixo de 2°C e esforços para limitá-lo
a 1,5°C.
Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) para
redução de emissões e adaptação.
Fortalecimento da cooperação internacional em
financiamento e tecnologia.
PRINCIPAIS ACORDOS DO CLIMA
Conferências das Partes (COPs) da UNFCCC:
COP22 (Marrakech, 2016):
Detalhamento das diretrizes para implementar o Acordo
de Paris.
Ênfase na ação concreta e transição para economia de
baixo carbono.
COP24 (Katowice, 2018):
Definição de regras claras para implementação do Acordo
de Paris, incluindo transparência e monitoramento.
Reforço da necessidade de ações mais ambiciosas para
atingir as metas de redução de emissões.
COP26 (Glasgow, adiada para 2021 devido à pandemia):
Foco em acelerar os compromissos e ações para cumprir
as metas do Acordo de Paris.
COP30 (Belém, 2025)
Destacar a Amazônia: Discutir as mudanças climáticas no
coração da maior floresta tropical do mundo,
evidenciando seu papel crucial para o equilíbrio climático
global.
OBRIGADO!
G E O G R A F I A - D I E G O