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Estatutos JDS

Este documento apresenta os estatutos da organização Jovens pela Democracia Social. Descreve os valores e princípios fundamentais da democracia social, como a igualdade, liberdade, solidariedade e justiça social. Também estabelece a denominação, logotipo e lema da organização, assim como sua visão, missão e principais objetivos que incluem promover os valores democráticos e trabalhar por um desenvolvimento sustentável e integração latino-americana.
Direitos autorais
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Estatutos JDS

Este documento apresenta os estatutos da organização Jovens pela Democracia Social. Descreve os valores e princípios fundamentais da democracia social, como a igualdade, liberdade, solidariedade e justiça social. Também estabelece a denominação, logotipo e lema da organização, assim como sua visão, missão e principais objetivos que incluem promover os valores democráticos e trabalhar por um desenvolvimento sustentável e integração latino-americana.
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JOVENES POR LA DEMOCRACIA SOCIAL

ESTATUTOS

TÍTULO PRELIMINAR
Capítulo I
Natureza, Valores e Princípios.

A Democracia Social é uma forma de entender a vida em sociedade concebendo a democracia


como um sistema de governo que permite desenvolver as potencialidades e capacidades de todos
os cidadãos e as cidadãs e colocá-las a serviço da solução dos problemas sociais.

Como democratas sociais, acreditamos no Estado Social de Direito, na construção de uma


cultura política centrada en el ciudadano(a) como principal actor o actriz de cambio en la sociedad,
e no desenvolvimento de seres humanos interdependentes, capazes de enfrentar os desafios do século XXI
desde a convivência e a geração de capital social. O resgate dos valores republicanos
modernos é fundamental para a construção da Democracia Social.

O cidadão(a) democrata social é uma pessoa humana que não possui apenas um componente
racional, mas também possui um componente ético e moral, que é fundamental para o
desenvolvimento de uma consciência universal.

Da mesma forma, a Democracia Social busca a emancipação do cidadão e da cidadã de todas as


formas de dominação que lhe impeçam de se desenvolver plenamente, seja um Estado paternalista,
os meios de comunicação, as transnacionais, os grupos de poder ou ditaduras de maiorias. Não
trata-se de um proletariado, de uma vanguarda política, nem de umas elites econômicas que liderem o
mudança. Trata-se da cidadania como agente para a construção da República e do país que
todos queremos.

O perfil do cidadão(ã) democrata social é um compêndio de valores que caracterizam sua


acionar e sua maneira de conceber o mundo. Todo ou toda democrata social deve levar em conta
que sua atuação é exemplo para a sociedade e que, em consequência, um alto sentido crítico e de
a responsabilidade deve guiar seu estilo de vida. O cidadão ou a cidadã democrática social tem
um alto conceito do trabalho como forma de reivindicação humana, é tolerante, empreendedor,
participativo, intimamente ligado ao desenvolvimento de sua comunidade (na qual vive e/ou a qual
pertence), deve saber ouvir, respeita as opiniões dos outros, ainda mais se forem opostas, é
pacífico, firme em suas convicções, sensível com a sociedade, identificado com os valores
nacionais. Deve estar informado sobre os acontecimentos nacionais e mundiais, deve ser líder,
conhecedor e executor de seus direitos e deveres, com um alto respeito pelas leis.

Para alcançar isso, fundamos um movimento de jovens para que com seus sonhos, ideias, propostas,
acao e testemunho diário constroem um país com Democracia Social. Um movimento com sentido
crítico, que acredita na transparência, no trabalho em equipe, na solidariedade, na eficácia, na iniciativa, na
responsabilidade, disciplina, compromisso e pluralidade.

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Consideramos necessário que no mundo as organizações juvenis se ocupem cada vez mais de
os temas ambientais e a promoção da cultura de paz. Os e as Jovens pela Democracia
Social acreditamos em um Desenvolvimento Humano Sustentável, e isso inclui nos preocuparmos em cuidar do planeta
onde habitamos e de nos opormos às Guerras como forma de resolução de conflitos na
humanidade.

Achamos necessário levantar a bandeira da Solidariedade como parte essencial da promoção de


políticas de cooperação entre os países para resolver problemas comuns. Acreditamos na
promoção do diálogo equitativo entre as Organizações Internacionais (ONU, OMC, entre outras)
e, consequentemente, no fortalecimento das relações multilaterais e da organização
multipolar do Mundo.

Reconhecemos as fraquezas e forças do processo de globalização e vemos nele um espaço


para promover e aprofundar a igualdade entre os seres humanos. Acreditamos na democratização
do conhecimento e da informação, assim como do uso das tecnologias para o desenvolvimento de todos
os países. Promovemos uma economia de mercado humanizada, inclusiva e participativa.

Consideramos que o conceito de soberania foi redimensionado e deve se adaptar ao novo


realidade mundial. Acreditamos na Integração Latino-Americana e Caribenha como meio para
alcançar o posicionamento real da Região nos espaços de poder mundial, assim como para
contribuir com o desenvolvimento sustentável de cada um dos países que a compõem.

Acreditamos na cooperação, solidariedade e compreensão entre todas as organizações juvenis.


nível mundial que promovam os valores da liberdade, solidariedade e a democracia.

Assim sendo, somos uma organização juvenil autónoma que desenha estratégias, toma decisões e
implementa sua Política, Organização e Administração, que procura sua autogestão, vinculada aos
valores da Democracia Social. Jovens pela Democracia Social tomam suas próprias decisões,
em cada um de seus órgãos diretivos, sem pressão de nenhuma índole, sob as linhas
programáticas e valores da Democracia Social, e, em consequência, agindo de maneira
coordenada com o partido Um Novo Tempo.

O partido Um Novo Tempo (UNT) é nossa casa partidária matriz, sob seus princípios e diretrizes.
programáticas devemos nos conduzir. Nossa relação com o partido Um Novo Tempo é de
comunicação, coordenação e apoio.

Valores e Princípios da Democracia Social:

A Igualdade:
La igualdad no es para la Democracia Social igualitarismo. Más bien significa que todos los
seres humanos podem contar com um mesmo ponto de partida, mas não necessariamente
con un mismo punto de llegada, es decir, no existen límites para el desarrollo de las
capacidades do homem. Neste sentido, acreditamos em:
a. A Igualdade de Oportunidades no acesso aos direitos sociais, econômicos,
políticos e culturais de cada pessoa.
b. A Igualdade de Condições que garantam a dignidade do ser humano e seu
inclusão e desenvolvimento na sociedade.
Para a Democracia Social a construção de indicadores e sistemas de informação que
permitir captar as necessidades e capacidades da pessoa é essencial para alcançar uma
redistribución más justa en la sociedad.

2. A Liberdade:
Acreditamos na liberdade em sua dimensão positiva como a capacidade que o homem tem de
poder conduzir sua própria vida em sociedade. Por isso, a Democracia Social entende por
libertad:
a. Capacidade de Decisão e Ação sem prejuízo dos direitos do outro.

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b. Possibilidade de encontrar nossos talentos e desenvolver nosso projeto de vida.

3. La Solidaridad:
Entendemos por solidariedade o uso de nossas capacidades e talentos como ferramentas
para a busca do bem-estar de outras pessoas e do coletivo. Para isso, é
fundamental o Reconhecimento do Outro como pessoa que tem necessidades, direitos e
deveres iguais aos nossos.

4. A Justiça Social:
Em busca de encontrar um equilíbrio entre liberdade e igualdade, a Justiça Social é um estágio
importante ao qual devemos chegar como sociedade. Nesse sentido, entendemos a Justiça
Social como:
a. O Cumprimento dos Deveres para o exercício dos Direitos.
b. Uma ferramenta que, através da Justiça e do cumprimento dos Direitos
O Social busca reduzir ao mínimo possível as desigualdades injustas existentes em
a sociedade para alcançar o bem-estar da pessoa e do coletivo.

5. A Cooperação e a Associação como mecanismos de superação dos problemas da


sociedade, e na construção do Capital Intangível (Capital humano e Capital social).

6. A Pluralidade e a Tolerância como base do entendimento e do consenso social

Capítulo II
Denominação, logotipo e lema.

Art. 1.-O nome do Movimento é JOVENS PELA DEMOCRACIA SOCIAL e pode ser
abreviado por suas siglas para JDS.

Art. 2.-El lema de JDS podrá ser Nacional, Regional, Estadal o Municipal y podrá ser usado de
manera temporal ou circunstancial.

Art 3.-Cada Lema será aprobado, modificado o eliminado en Directiva de acuerdo a su nivel
territorial e deverão estar sempre baseados nas diretrizes estratégicas do Congresso Nacional,
Pleno Nacional ou valores e princípios da Democracia Social.

Art. 4.-O logotipo da JDS será formado por dois quadrados de igual tamanho localizados lado a lado.
de forma horizontal. El cuadrado izquierdo será de color azul y el derecho de color rojo. Dentro del
um quadrado azul estará localizado justificado no centro as iniciais JDS em letra de cor branca tipo
Helvética en negrita y en el cuadro rojo su significado en minúsculas en letras color blanco,
justificado a la izquierda y en cuatro líneas; en la primera línea la palabra “jóvenes” en letra
Helvética en negrita, en la segunda línea las palabras “por la” en letra Helvética simple, en la
terceira linha a palavra “democracia” em letra Helvética em negrito e na quarta linha a palavra
“social” em letra Helvética em negrito.

Art. 5.- Este logotipo poderá ser modificado por acordo da Diretiva Nacional, sem necessidade de
modificar os presentes Estatutos, devendo ser ratificada tal modificação, posteriormente, no
próximo Congresso Nacional.

Art. 6.- As instâncias dos diferentes níveis territoriais poderão adicionar ao logotipo o topônimo de
seu respectivo âmbito territorial, de acordo com as especificações técnicas do Manual de
Identidade Organizacional, que será aprovada pelo Comitê Operacional Nacional e ratificada em
próxima Diretiva Nacional.

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Capítulo III
Visión, misión y objetivos.

Art. 7.- Visión:Somos el movimiento político de jóvenes organizados, amplio, autónomo, que con
trabalho e dedicação diários reconciliam e reivindicam o papel da política e tornam participantes os/as
jovens das mudanças e transformações que o país precisa. Somos um movimento que fornece
de uma nova geração de condução à política venezuelana, que é a referência política
juvenil de centro esquerda de nosso país, e que continua permanentemente comprometido com
liderar a consolidação de espaços de participação e poder de decisão para avançar em direção ao
desarrollo humano sostenible de Venezuela bajo los principios de la Democracia Social.

Art. 8.- Missão: Somos um movimento político e cidadão autônomo de jovens identificados com
a Democracia Social que motiva, forma, potencia e organiza para a ação individual e coletiva o
liderança das novas gerações de venezuelanos/as, trabalhando com o Partido Um Novo
Tempo e junto a outras organizações políticas, democráticas e sociais na solução de seus
problemas y los de Venezuela.

Art. 9.-Son objetivos de JDS:

1. Organizar a juventude venezuelana para a construção de um país em que exista a


Democracia Social para todos.
2. Semear, estruturar, potencializar e difundir a Democracia Social entre os jovens
no âmbito ideológico, político e orgânico.
3. Ser a voz dos jovens venezuelanos/as nos espaços de participação e decisão
do partido Um Novo Tempo.
4. Articular y canalizar la política en materia de juventud del Partido Un Nuevo Tiempo.
5. Fomentar nos jovens valores e atitudes tendentes a aprofundar nas ideias de
Liberdade, Igualdade, Solidariedade, Democracia, Paz, Respeito pelos Direitos Humanos
Cooperação e Associação, Pluralidade e Tolerância, proteção do meio ambiente e
Justiça Social, assim como a assunção das aspirações e reivindicações mais imediatas
da juventude.
6. Propiciar o aproximamento e a participação da juventude nas atividades políticas e
associativas como instrumentos para alcançar um desenvolvimento mais justo e solidário em nossa
sociedad, basado en los valores y principios de la Democracia Social.
7. Traçar um projeto de transformação da sociedade a partir da ideologia democrática socialista
com o objetivo de aprofundar na implementação, ampliação e melhoria do estado facilitador,
segurador e articulador.
8. Colaborar y defender el proceso de descentralización como un mecanismo efectivo para la
potenciação do desenvolvimento local e regional, e como meio de envolver a cidadania
na tomada de decisões e na prestação de contas.
9. Promover e defender nossos valores nacionais, costumes e tradições para o
fortalecimiento de la identidad venezolana como aporte valioso para la humanidad.
10. Promover e defender os valores pacifistas, de solidariedade internacional, de
democratização equitativa do conhecimento, de economia de mercado humanizada e de
defesa ambiental no âmbito da globalização.
11. Ser líderes en la promoción de la Integración Latinoamericana y Caribeña para el
posicionamento da Região nos espaços multilaterais e de poder mundial.
12. Fomentar os valores republicanos e cidadãos na sociedade venezuelana.
13. Revitalizar a confiança dos cidadãos, especialmente dos jovens, na
instituições e nos partidos políticos, como instrumentos necessários de progresso para
aumentar as oportunidades e o nível de bem-estar dos/as venezuelanos/as.
14. Desenvolver políticas públicas para a juventude e a partir da juventude para o país.
15. Potencializar a participação juvenil em cargos de Representação Popular.

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TÍTULO I
Membresia, Deveres e Direitos.
Capitulo I
Da Membresia

Art. 10.- São membros natos e natas do JDS todos os afiliados e as afiliadas ao Partido Um Novo
Tiempo, con edad entre los 14 y 30 años inclusive, según los registros oficiales de la Organización;
que adiram aos princípios e programa da Democracia Social; e que aceitem e se regam por seus
regulamentos e estatutos.

Art. 11.-Podem ser membros afiliados ou afiliadas ao JDS todos os/as jovens que livremente
solicitem seu ingresso na Organização, comprometendo-se com o cumprimento dos valores e
princípios da Democracia Social e os Estatutos, Regulamentos e Normas da JDS.

Art. 12.- A idade mínima para se filiar será de 14 anos, podendo uma vez afiliados/as pertencer
um JDS até os 30 inclusive.

Art. 13.-Os/as membros do JDS não poderão pertencer a outro Partido além de Um Novo
Tempo, podendo, no entanto, pertencer a organizações e movimentos não partidários, afiliados
o não a JDS, desde que os princípios dessas organizações não contradigam os valores e
principios de la Democracia Social.

Art. 14.-Todos/as los/as miembros de JDS deben actuar en alguna organización, movimiento,
equipe, instância partidária, cargo institucional, Rede de JDS ou qualquer espaço de construção e
ação da Democracia Social, sendo respeitosos com os princípios da Organização,
emanados destes Estatutos e que preferencialmente sejam referentes da organização. Na sua
ação deverão aplicar e defender a estratégia da organização, decidida pelos órgãos
competentes da mesma em cada caso.

Art. 15.- A participação dos/as representantes de JDS em plataformas associativas deverá, em


todo momento, coordenar-se através da Área correspondente ao âmbito em questão. Se os/as
membros do JDS participarão representando outra entidade, sua atuação nunca poderá supor um
prejuízo aos princípios que defendem os/as Jovens pela Democracia Social.

Art. 16.-Sugere-se a jovens estudantes, trabalhadores e operários que participem em


associações estudantis, de classe ou sindicais de caráter progressista. Em geral se
recomenda aos afiliados a participação em associações que compartilhem os valores da nossa
organização.

Art. 17.- O pedido de afiliação ao JDS será feito por escrito, conforme modelo aprovado pelo
Comitê Operativo Nacional e deve ser direcionado preferencialmente à instância local do lugar de
residência ou de atividade habitual do solicitante.

Art. 18.- Em caso de surgir alguma objeção, que deverá ser por escrito e devidamente
motivada, a admissão será submetida à primeira Diretiva Estadual a ser realizada, após audiência
de los/as interesados/as por el Comité Operativo Municipal donde se solicitó el alta.

Art. 19.-O Comitê Operativo Municipal não terá, em nenhum caso, poder para negar a
admisión de un/a nuevo/a miembro.

Art. 20.-O Pleno Estadual pode aceitar ou negar a admissão do/a aspirante a membro, e
terá a potestade de dirimir esta questão, desde que as razões apresentadas para a
aceitação ou rejeição do mesmo não infrinjam a Regulamentação e Estatutos vigentes.

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Art. 21.- Os/as interessados/as poderão apelar uma única vez perante a Diretiva Nacional de JDS e em
caso de ser rechazado/a por esta última instancia, o/a aspirante a membro poderá reiniciar o
procedimiento de admisión al término de un año del rechazo.

Art. 22.-O Comitê Operativo Nacional, e em particular a Coordenação de Organização, têm


entre suas responsabilidades a custódia e gestão do Registro de JDS.

Art. 23.-A efectos de representatividad, participación en comités, congresos o demás actividades


orgânicas nos distintos âmbitos territoriais de JDS, o registro válido será o último emitido e
ratificado pelo Comitê Operativo Nacional.

Art. 24.-Remitidas as altas de membros, entram a fazer parte do Registro Nacional desde a
data de sua recepção certificada, tendo o Comitê Operativo Nacional um prazo de um mês para
realizar uma notificação justificada rejeitando as mesmas com base na norma aplicável.

Art. 25.-Las Directivas Estadales remitirán mensualmente al Comité Operativo Nacional sus
adecuações de Registro, recebendo estas, trimestralmente, uma comunicação escrita com as
modificações que foram reconhecidas em seu Registro junto à identificação dos/as
novos/as membros.

Art. 26.-El Comité Operativo Nacional remitirá trimestralmente copia escrita a cada Estado con el
Registro oficial da mesma, detalhando cada um de seus níveis territoriais.

Art. 27.-JDS deverá propiciar um canal de comunicação com o Partido Um Novo Tempo em torno
a los/as miembros de una u otra Organización que habiendo incurrido en actos notoriamente
graves na disciplina e que, após os mecanismos estabelecidos, tenham sido expulsos, sejam informados
mutuamente diante da necessidade de que estes não possam agir na Organização irmã com os
mesmos propósitos.

Art. 28.-Os/As membros do JDS poderão prestar seu apoio ou participação a manifestações,
atos ou qualquer outra atividade política, desde que os organizadores, fins ou objetivos de
as mesmas não entram em conflito com o ideário de JDS. Se entrar em conflito ou existir alguma
duda, poderão participar prévio consentimento do Comitê Operativo competente em cada caso e
segundo o caráter de tais atos. Em caso de atividades ou atos Institucionais, serão considerados em
conte as obrigações dos membros eleitos responsáveis pela representação popular,
estudantil, sindical, gremial ou de igual índole.

Art. 29.-A condição de membro da JDS extingue-se por


Falecimento.
2. Renúncia expressa e preferencialmente escrita do interessado/a.
3. Cumprimento de 31 anos de idade.
4. Procedimentos disciplinares estabelecidos nestes estatutos.

Capítulo II
Dos Direitos e Deveres dos/as membros

Art. 30.-Son DERECHOS de los/as miembros:


1. Participar, regular y activamente en la vida interna de la Organización.
2. Ser eleitor/a e elegível para qualquer cargo, em quantos processos eleitorais internos e
externos se planteen, sem veto ou reparo algum que suponha discriminação, com a única
limitación de no acumular más de dos cargos ejecutivos y que estos no estén en la misma
instância nem no mesmo nível territorial. Os/as Presidentes/as de JDS em todas as
instâncias não poderão ocupar nenhum outro cargo. Também não será permitido pertencer a mais de 1
Comité Operativo. El/la miembro tendrá la libertad de decidir el cargo al que va a renunciar.
Este artículo no limita las formas de participación en el Partido Un Nuevo Tiempo.

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3. Controlar a ação política da Organização e de seus representantes, canalizando suas
critérios e suas valorizações através da livre expressão e defesa de suas opiniões por meio
dos órgãos internos.
4. Utilizar os meios da Organização, reunir-se nas instalações da mesma e expressar-se a
através de seus órgãos, de acordo com as disposições estabelecidas para tal efeito.
5. Estar informado/a sobre as políticas da JDS; assim como sobre o desempenho de seus dirigentes e
líderes cada 3 meses
6. Defender no seio do JDS qualquer proposta que faça referência ao campo
específico da Organização, seja ou não majoritário.
7. Sem romper a unidade de ação perante a sociedade, os/as que discordam são livres de
expressar suas opiniões dentro da Organização e podem propor suas diferenças
de opinião através dos canais estatuariamente estabelecidos, com espírito construtivo e
partidário
8. Receber a solidariedade e proteção externa da organização em caso de discriminação,
perseguição ou represália por defender os ideais de JDS.
9. Todos/as os/as membros têm direito à recepção de cursos de formação com o
objeto de conhecer a história e a organização da JDS, de maneira que eu possa participar
mais ativamente nela.
10. Todos os membros têm direito a receber um curso de indução a
JDS, com a explicação de seus valores, objetivos, organização, direitos e deveres de seus
membros.
11. A formação política, técnica e o aprimoramento pessoal contínuo por parte da JDS.
12. Recibir su identificación junto con la confirmación del alta en nuestra Organización
13. Recibir, en el momento de adquirir la plena condición de miembro, en caso de haberlo
solicitado, um exemplar dos Estatutos ou Regulamentos da JDS.
14. O Pleno Nacional poderá ampliar os direitos dos/as membros.

Art. 31.-São DEVERES dos/das membros:


Defender a unidade da Organização, condição primeira de sua força e projeção social.
2. Difundir publicamente o programa, resoluções e campanhas emanadas dos órgãos
competentes da Organização.
3. Promover a conscientização ativa de todos os jovens com os quais se relaciona
e tentar incorporá-los nas atividades da Organização.
4. Além disso, o/a membro deve colaborar com os órgãos que o solicitarem tanto no
âmbito ideológico como político, adotando uma postura aberta, crítica e construtiva, à
vez que integradora, na participação e nos debates.
5. Participar activamente en cuantos actos de la vida orgánica y política programe la
Organização no nível correspondente.
6. O sentido de responsabilidade, com os princípios da Democracia Social, no trabalho e
em quantos âmbitos desenvolve sua atividade.
7. Acatar os estatutos, regulamentos, resoluções e veredictos da JDS, emitidos por seus órgãos
regulares, validamente, conforme os presentes estatutos;
8. Combatir el fraccionalismo, los atentados a la democracia interna y las actitudes contrarias
à ética.
9. Cumprir e zelar pelo cumprimento dos Estatutos, das resoluções e dos acordos
emanados dos órgãos competentes do JDS.
10. Manter uma atitude respeitosa, sem prejuízo de opinião crítica, com os demais
companheiros, assim como com a própria organização e com o ideário da Democracia Social.
11. Manter em segredo os acordos e deliberações das instâncias da organização a
que pertençam e observar as diretrizes de comportamento que exigem o respeito a os
princípios democráticos.
12. Comprometer-se com a solução dos problemas dos jovens, através da elaboração
de programas que favoreçam suas condições de vida.

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Capitulo III
Dos/as Amigos/as de JDS

Art. 32.-JDS poderá registrar sob a figura de Amigos/as aquelas pessoas próximas,
simpatizantes ou participantes do movimento que não queiram ou não possam se filiar como membros.

Art. 33.- Não há limite de idade para ser registrado como Amigo/a de JDS.

Art. 34.-Los/as Amigos/as de JDS serán registrados por la Coordinación de Organización


correspondente, seguindo o mesmo procedimento de registro que os membros afiliados.

Art. 35.- O registro sob a condição de Amigo/a não poderá ser negado por nenhuma instância do
movimento.

Art. 36.-Os/as Amigos/as não estarão sujeitos aos deveres nem gozarão dos direitos dos/as
membros do JDS, mas poderão ser informados ou convidados para toda atividade tanto interna quanto
externa desenvolvida pelo movimento.

TÍTULO II
Estrutura e Funções
Art. 37.-Son órganos de Decisión de JDS

El Congreso Nacional
O Plenário Nacional
Os Congresos Estaduais
Os Plenos Estaduais
Os Congressos Municipais
As Sessões Plenárias Municipais
Os Congressos Paroquiais

Art. 38.- Sor órgãos de Direção de JDS

A Diretiva Nacional
As Diretrizes Estaduais
As Diretrizes Municipais
As Diretrizes Paroquiais

Art. 39.-São órgãos de Coordenação de JDS

O Comitê Operativo Nacional


As Instâncias de Coordenação Regional
Os Comitês Operacionais Estaduais
Os Comitês Operativos Municipais
As Diretrizes Paroquiais

Art. 40.-São órgãos de Ação de JDS

Las Redes de JDS


Os movimentos, organizações ou grupos afiliados

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Capítulo I
Do Congresso Nacional

Art. 41.-El Congreso Nacional es el órgano soberano de JDS, estando constituido por:
1. Os/as membros das Direções Municipais
2. Os/as membros das Direções Estaduais
3. Os/as membros da Diretiva Nacional

Art. 42.-También participan en el Congreso Nacional con voz pero sin derecho a voto:
1. O Comitê Nacional de Disciplina.
2. Los/as invitados/as de entidades progresistas que hayan suscrito convenio con JDS,
sempre que o Comitê Operacional Nacional considerar oportuno, e assim expressamente
apareça recolhido no mencionado convênio.

Art. 43.-O Congresso Nacional se reúne de maneira Ordinária uma vez por ano e deverá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Nacional, que determinará as datas e o local de celebração
do Congresso Nacional ordinário pelo menos com quatro (4) meses de antecedência, sendo ratificado
por Direção Nacional.

Art. 44.-Um mês antes da realização do Congresso, o Comitê Operativo Nacional enviará a
todas as Diretrizes Estaduais a memória de sua gestão. Esta memória conterá um breve relatório
das atividades da Diretiva Nacional, também conterá uma memória das atividades do
Comitê Operativo Nacional.

Art. 45.- O Congresso Nacional poderá reunir-se de maneira extraordinária quando o Pleno Nacional
o convoque com o voto favorável de 2/3 de seus membros. Também pode ser
convocado de maneira Extraordinária pela Diretiva Nacional de JDS com o voto favorável das
¾ partes de seus membros. As convocações extraordinárias devem ser feitas com um mínimo de
1 mês de antecedência.

Art. 46.- O Congresso Nacional extraordinário só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 47.-O quórum necessário para a instalação do Congresso Nacional é de 65% de seus
membros. As decisões no Congresso Nacional são tomadas pela metade mais um dos membros
presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 48.-Entre as atribuições do Congresso Nacional, estão:


1. Definir os princípios e estabelecer os programas de JDS, definir a linha política e indicar a
estratégia da Organização.
2. Debatir y juzgar la gestión de la Directiva Nacional, Comité Operativo Nacional y Comité
Nacional de Disciplina, assim como também dos e das membros representantes de JDS
ante Organizações de Juventudes Internacionais.
3. Debatir, y si procede, enmendar o reformar los presentes Estatutos.
4. Debater, e se for o caso, emendar, reformar ou revogar Regulamentos aprovados pelo Plenário
Nacional.
5. Eleger o Comitê Nacional de Disciplina. O sistema de eleição desse Comitê será regido
pelo Regulamento Nacional de Comitês de Disciplina.
6. Como órgão soberano da JDS, poderá decidir sobre qualquer outra matéria, sempre e
quando estiver expressamente incluída na Ordem do Dia.
7. Decidir la disolución de JDS, informándose por las limitaciones recogidas en la disposición
Final dos presentes Estatutos. Este Congresso deverá ser convocado de forma
extraordinária.

Art. 49.-La elaboración de las ponencias base para el Congreso corresponderá a una Comisión
Redatora eleita para esse fim pela Direção Nacional em sua primeira reunião depois de

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convocado o Congresso Nacional, no qual participará pelo menos um/a representante de cada
Região nomeada pela Instância de Coordenação Regional correspondente. Esta Comissão
deverá criar uma das palestras base. Qualquer membro poderá apresentar suas propostas para isso.
Comisión.

Art. 50.- Dois (2) meses antes de se reunir o Congresso Nacional, a Comissão Redatora das
As ponências base terão sido enviadas a todas as Direções Estaduais as ponências. Estas Direções
deverão garantir a distribuição do documento a todas as Estruturas Municipais e
Paroquiais, que disporão de trinta dias a partir do recebimento da Palestra por parte de
las Estructuras Parroquiales para la discusión, elaboración y presentación de las enmiendas que
estimen oportunas à Comissão Redatora. As emendas elaboradas às propostas base
serão enviadas pelas Diretrizes Estaduais.

Capítulo II
Do Pleno Nacional

Art. 51.-O Plenário Nacional é o órgão máximo entre os congressos, sendo constituído por:
1. A Diretiva Nacional, sem voto na avaliação de sua gestão.
2. Os/as Presidentes/as Estaduais.
3. Os/as Secretários/as Gerais Estaduais.

Art. 52.-O Pleno Nacional se reúne de forma Ordinária uma vez a cada quatro (4) meses e deve
ser convocado pelo Comitê Operacional Nacional, que determinará as datas e o local de
celebração da Plenária Nacional ordinária pelo menos com 1 mês de antecedência, sendo ratificada
por Directiva Nacional.

Art. 53.- O Pleno Nacional poderá reunir-se de forma extraordinária quando a Diretiva Nacional o
convocar com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As convocatórias
extraordinárias deverão ser realizadas com um mínimo de 10 dias de antecedência.

Art. 54.-O Pleno Nacional extraordinário só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 55.-As decisões em Plenário Nacional são tomadas por maioria simples dos/as membros.
presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 56.- É competência do Pleno Nacional:


1. Definir la política de JDS entre congresos.
2. Examinar la gestión política y económica de la Directiva nacional, aprobarla o rechazarla.
3. Elaborar as linhas fundamentais da política de JDS e participar no acompanhamento de
ditas políticas.
4. Elaborar e aprovar seu próprio Regimento de Funcionamento, assim como os demais
Regulamentos Nacionais, normas, resoluções e instrumentos que desenvolvem os
presentes Estatutos.
5. Cobrir as vagas que surgirem no Comitê Nacional de Disciplina.
6. Revisar e Aceitar as solicitações de afiliação de organizações juvenis que tenham
cumpridos os requisitos estabelecidos por estes Estatutos.
7. Aprovar, se necessário, o Programa de Trabalho e o Orçamento Anual do JDS.
8. Estabelecer em seu seio quantas Comissões de Trabalho se julgarem necessárias.
9. Aprovar o Regulamento do Congresso Nacional.
10. Ditaminar a solução dos conflitos que afetem a Organização e que não estejam
contemplados como infrações muito graves, graves ou leves nestes Estatutos.
11. Atender outra competência não especificamente atribuídas a outros órgãos da
Organização.
12. Fomentar o debate no seio da organização sobre aspectos de interesse para os e as
jovens.

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Capítulo III
Da Diretriz Nacional

Art. 57.-A Direção Nacional é o órgão executivo e de direção do JDS e executa a política
definida pelos órgãos de decisão da JDS, o Congresso Nacional e o Pleno Nacional, adotando
para isso, quantas resoluções considerar necessárias, sempre de acordo com as normas
diretrizes emanadas daqueles.

Art. 58.-A Direção Nacional é composta por:


1. O Comitê Operativo Nacional
2. Doce 12 miembros electos/as en proceso electoral interno, los/as cuales asumirán las
coordinaciones de: Educación Superior, Educación Media y Diversificada, Finanzas,
Igualdade de Gêneros, Políticas Ambientais, Jovens Profissionais e Técnicos/as
Jovens Trabalhadores/as e Políticas Públicas. As demais Coordenações e tarefas serão
atribuídas pela Diretiva.
3. Aqueles/as membros do JDS eleitos para cargos de representação popular em nível
nacional (Poder Legislativo).
4. Aqueles/as membros do JDS eleitos como Presidentes/as de Federação de Centros
Universitários ou como membros principais de Conselhos Universitários em Universidades
Autônomas ou qualquer instituição de Educação Superior pública ou privada presente em 3 ou
mais estados.
5. Un/a (1) miembro representante de cada organización afiliada a JDS, aprobada por Pleno
Nacional sob os procedimentos estabelecidos nestes Estatutos.

Art. 59.-A responsabilidade da Directiva Nacional é colegiada, o que não isenta seus membros.
da responsabilidade individual no desempenho de suas funções.

Art. 60.- A Direção Nacional reúne-se de forma Ordinária uma vez por mês e deverá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Nacional com pelo menos uma semana de antecedência.

Art. 61.-La Directiva Nacional podrá reunirse de manera extraordinaria cuando el Comité
Operativo Nacional o convoque com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As
As convocatórias extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 4 dias de antecedência.

Art. 62.-A Diretiva Nacional se dotará de um Regulamento que regulará o funcionamento interno
de ela e todas as Diretrizes Estaduais, Municipais e Paroquiais de JDS, e será ratificado por
Pleno Nacional imediatamente posterior à sua aprovação na Diretiva Nacional.

Art. 63.-As decisões na Direção Nacional são tomadas por maioria simples dos/as membros
presentes salvo disposición expresa en contrario, hasta que esta misma instancia apruebe el
Regulamento Nacional de Diretrizes de JDS.

Art. 64.-As reuniões da Diretiva Nacional são restritas à assistência e presença de seus
miembros, salvo que la propia Directiva Nacional acuerde la convocatoria de otras personas por
razões de interesse político ou organizacional, e estes/as convidados/as terão voz, mas não voto.

Art. 65.- Serão registrados na Ata de cada reunião os votos particulares que houver sobre as
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 66.-As funções da Diretoria Nacional são:


1. Aplicar a política e as linhas de atuação da JDS.
2. A organização, gestão e administração da vida interna da JDS, assim como a gestão de
os Registros da organização e a edição das identificações dos membros de
cada Estado.
3. La representación de la organización en el ámbito Nacional, así como las relaciones
internacionais.

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4. Elaborar os convênios de colaboração com as entidades progressistas que julgar necessário
pertinente, que deverão ser ratificados pelo Pleno Nacional.
5. Participar em todos os órgãos de nível inferior do JDS, com voz mas sem voto.
6. Atribuir responsabilidades aos seus membros, além das estabelecidas nestes
Estatutos.
7. Ordenar, coordenar e controlar as atividades de JDS e adotar as medidas necessárias
para o cumprimento dos acordos e diretrizes emanadas do Congresso Nacional e
Pleno Nacional.
8. Definir a estratégia geral do JDS e suas declarações políticas e programáticas e
estabelecer as diretrizes das atuações.
9. Resolver os conflitos entre os diferentes órgãos do JDS.
10. Elaborar e aprovar o orçamento ordinário e aqueles de natureza eleitoral ou
extraordinária, assim como quantas ampliações ou modificações tenham relação com eles.
11. Elaborar e apresentar a memória anual de sua gestão.
12. Elaborar y programar acciones políticas correspondientes a una determinada campaña.
13. Regular de maneira específica a organização e coordenação dos afiliados menores de
idade com o objetivo de alcançar uma maior implicação e aumentar sua participação no seio
de JDS.
14. Todas aquelas outras que lhe sejam atribuídas pelos presentes Estatutos.

Art. 67.-A Diretiva Nacional será eleita de acordo com o Regulamento Eleitoral que determinar o JDS para
tal efeito, aprovado em Plenário Nacional.

Capítulo IV
Do Comitê Operativo Nacional

Art. 68.- O Comitê Operativo Nacional é o Órgão de Gestão e Coordenação das tarefas
ordinárias do Movimento, no âmbito das diretrizes do Congresso Nacional e do Plenário
Nacional, encarregada de executar as políticas elaboradas pela Direção Nacional.

Art. 69.- Sem prejuízo do artigo 68, o Comitê Operativo Nacional estará autorizado a resolver
situações e conduzir a marcha de JDS em todas aquelas circunstâncias cuja urgência e
conveniência para o estamento assim o exige, devendo prestar devido conta do realizado ao
Directiva Nacional o mais brevemente possível.

Art. 70.- O Comitê Operativo Nacional será convocado e estará presidido pelo(a) Presidente(a) ou,
em seu lugar, pelo/a Secretário/a Geral, reunindo-se 1 vez por semana de maneira ordinária.

Art. 71.- As reuniões extraordinárias serão realizadas quando convocadas especialmente pelo/a
Presidente/a ou a maioria absoluta de seus membros em exercício com pelo menos 2 dias de
antecipação.

Art. 72.- O quórum para a sessão será a metade mais 1 de seus integrantes. No caso de ter sido
feita uma convocação extraordinária, o quórum necessário será de ¾ partes de seus
integrantes para a primeira convocação e da metade mais um de seus integrantes para a segunda
convocação.

Art. 73.-O Comitê Operativo Nacional terá um Regulamento que regulará o funcionamento
interno dela e todos os Comitês Operacionais Estaduais, Municipais e Paroquiais de JDS, e
será ratificado pela Direção Nacional imediatamente após sua aprovação no Comitê
Operativo.

Art. 74.-As decisões no Comitê Operativo Nacional são tomadas por maioria simples dos/as
membros presentes, salvo disposição expressa em contrário, até que esta mesma instância
aprovar o Regulamento Nacional dos Comitês Operacionais de JDS.

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Art. 75.- As reuniões do Comitê Operativo Nacional são restritas à presença e assistência de
seus membros.

Art. 76.-Ficarão constados na Ata de cada reunião os votos particulares que houver sobre as
discusiones, posiciones y decisiones tomadas.

Art. 77.-El Comité Operativo Nacional se encuentra constituida por 9 autoridades unipersonales:

Um/a Presidente/a
2. Um/a Secretário/a Geral
3. Um/Uma Secretário/a Executivo/a
4. Um/uma Coordenador/a de Organização
5. Um/Uma Coordenador/a de Formação
6. Um/a Coordenador/a de Comunicações
7. Um/a Coordenador/a de Assuntos Sociais
8. Um/uma Coordenador/a de Assuntos Estudantis
9. Um/a Coordenador/a de Assuntos Internacionais

Art. 78.-Cada Coordenador/a procurará estabelecer uma relação de colaboração e comunicação


com a área de trabalho correspondente dentro do Partido Um Novo Tempo.

Art. 79.-Cada Coordenador/a poderá formar uma equipe de trabalho para desenvolver sua área de ação
e desenhar políticas para atender as questões juvenis que lhe competem. Esta equipe não formará
parte do comitê operativo.

Art. 80.-El Comité Operativo Nacional tiene como funciones y atribuciones:


1. Implementar os acordos políticos tomados pelos órgãos regulares máximos de JDS.
2. Representar a JDS pública e internamente, fundamentalmente a través del Presidente
Nacional.
3. Executar os acordos da Diretiva Nacional.
4. Impulsionar a atividade política do JDS.
5. Desenvolver atividades de gestão e coordenação de organizações em âmbitos territoriais
inferiores de JDS.
6. Velar pelo adequado desenvolvimento das atividades de JDS.
7. Cumprir os objetivos e tarefas que lhe delegar a Diretoria Nacional.
8. Seguir e Avaliar o trabalho dos Comitês Operacionais Estaduais e suas diferentes
Coordenações.
9. Todas aquelas que lhe sejam delegadas pela Diretiva Nacional.
10. As demais funções e atribuições que lhe sejam confiadas que não contravenham as
disposições do presente estatuto.

Art. 81.-O Comitê Operativo Nacional será eleito de acordo com o Regulamento Eleitoral que
dicte JDS para tal efeito, aprovado em Pleno Nacional.

Capitulo V
Principais Funções dos/as Membros do Comitê Operativo Nacional

Art. 82.- São funções e atribuições do/a Presidente/a

1. Representar a JDS diante das instâncias do partido Um Novo Tempo. O voto do/a
O presidente/a do Partido Um Novo Tempo deve ser representativo das posturas e
decisões do movimento JDS.
2. Representar a JDS perante outras organizações e instituições Nacionais e Internacionais.
3. Coordenar as políticas juvenis do Partido Um Novo Tempo e entrelaçá-las com os
demais organismos do partido.

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4. Avaliar o desenvolvimento das Secretarias, Direções e Coordenações Nacionais e
Estaduais de JDS.
5. Informar e gerar espaços de discussão sobre decisões e políticas da Organização.
6. Convocar e presidir o Congresso Nacional, Plenário Nacional, Diretiva Nacional, Comitê
Operativo, Reuniões e Eventos Especiais.
7. Presidir todo ato, evento, reunião ou atividade interna de caráter institucional.
8. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Nacional ou Comitê Operativo Nacional e
que não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
miembros o instancias de JDS.
9. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contravinham as disposições
do presente estatuto.

Art. 83.-São funções e atribuições do/a Secretário/a Geral

1. Dirigir la creación y velar por el cumplimiento de los Estatutos y Reglamentos Internos de


JDS.
2. A gestão dos serviços administrativos das Sedes, assim como do pessoal.
3. Revisar, Avaliar e Acompanhar o desempenho das diferentes Coordenações da Diretiva
Nacional e do Comitê Operativo Nacional.
4. Alinhar o Discurso Político com todos os níveis e Coordenações do JDS, além de
demás instâncias do Partido Un Novo Tempo.
5. Apoiar e assistir o/a Presidente/a em suas funções e substituí-lo/a em caso de ausência.
6. Coordenar a organização e desenvolvimento de todo ato, evento, reunião ou atividade
interna de caráter institucional.
7. Manter informados/as todos/as os/as membros sobre toda resolução política
y/o atividade que se desenvolva como JDS com o apoio da Coordenação de
Comunicações e a Coordenação Executiva.
8. Velar pelo cumprimento dos acordos adotados pelo Plenário Nacional, a Diretiva
Nacional e o Comitê Operativo Nacional.
9. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Nacional ou Comitê Operativo Nacional e
que não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
10. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contrariem as disposições
do presente estatuto.

Art. 84.- São funções e atribuições do/a Secretário/a Executivo/a

Realizar as convocações ordinárias e extraordinárias das reuniões do Comitê


Operativo Nacional, en conformidad con lo establecido en estos estatutos.
2. Elaborar a agenda das reuniões do Comitê.
3. Manter a ordem das palavras nas reuniões do Comitê.
4. Llevar las minutas y decisiones acordadas en formato digital y seriado.
5. Llevar los archivos escritos y audiovisuales (en caso de ser necesarios) de las reuniones
do Comitê Operativo, da Diretiva, do Plenário e do Congresso correspondente.
6. Manter Atas e Arquivo de todas as decisões tomadas.
7. Efectuar las convocatorias ordinarias y extraordinarias de Directiva, en conformidad con lo
establecido en estos estatutos.
8. Assistir e orientar a Comissão Redatora de propostas base para a celebração de
Congresso Nacional.
9. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Nacional, Comitê Operativo Nacional,
Presidente/a ou Secretário/a Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contain funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 85.- São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Organização

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1. Investigar y Proporcionar los datos estadísticos necesarios para definir líneas políticas y
sociais do JDS.
2. Gerenciar uma Base de Dados Geral que incluirá: Membros do partido Um Novo Tempo
menores de 30 anos, Membros do JDS, Membros em estruturas do JDS.
3. Manter o registro de conformação e funcionamento de estruturas estaduais, municipais,
paroquiais e afiliadas.
4. Operar uma Base de Dados Universitária que incluirá: Universo Estudantil (por Estado,
Universidade, Faculdade ou Escola de acordo com o nível de coordenação), membros do JDS,
Miembros del partido Un Nuevo Tiempo y Representantes Estudiantiles.
5. Manejar uma Base de Dados Estudantil que incluirá: Universo Estudantil (por Estado,
Município ou Unidade Educativa, de acordo com o nível de Coordenação), membros do JDS,
Membros do partido Um Novo Tempo e Representantes Estudantis.
6. Garantir que em cada atividade de JDS exista uma estratégia de captação de membros e
fazer avaliação e acompanhamento da mesma.
7. Registrar a conformação e organização de Redes de JDS.
8. Coordinar y llevar a cabo todos los procedimientos de movilizaciones para las diferentes
actividades de JDS en el nivel correspondiente.
9. Aqueles que lhe sejam designados pela Diretiva Nacional, Comitê Operativo Nacional,
Presidente ou Secretário Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contengan funciones atribuidas a otros/as miembros o instancias de JDS.

Art. 86.- São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Assuntos Estudantis

1. Incluir e Organizar os/as estudantes universitários/as, de educação média e


diversificada en la búsqueda de soluciones a los problemas de su Institución y del País,
concursando para alcançar espaços de representação estudantil que nos permitam
garantizar el aporte de ideas que ayuden a generar el bienestar colectivo, basados en las
Bases Ideológicas e Programáticas do JDS.
2. Elaborar as Políticas Universitárias, de educação média e diversificada de JDS.
3. Formar os/as líderes do Movimento Estudantil para serem empreendedores/as sociais e
líderes políticos para a Universidade, os liceus, a organização e a nação.
4. Coordenar linhas estratégicas e de ação com as Coordenações de Educação Superior e
de Educação Média e Diversificada da Diretiva Nacional, e ser seu representante perante o
Comitê Operativo Nacional.
5. Estabelecer e definir políticas universitárias para a melhoria da Educação Universitária,
Mídia e Diversificada e as gestões de representação estudantil em consonância com
os valores da Democracia Social, tudo isso com o apoio da Coordenação de
Formación.
6. Participar na elaboração e aplicação das Políticas Juvenis e Educativas do partido
Um Novo Tempo.
7. Integrar os/as Jovens Universitários, de educação Média e Diversificada com JDS, e
conectá-los/as com as diferentes Coordenações e suas atividades, especialmente com a
Coordenação de Formação.
8. Participar como observador nos processos de negociação para a representação
estudantil universitária das instituições autônomas, nacionais, regionais, públicas e
privadas.
9. Informar ao Comitê sobre a situação da liderança estudantil e dos grupos estudantis
afiliados a JDS.
10. Aquellas que le sean designadas por la Directiva Nacional, Comité Operativo Nacional,
Presidente ou Secretário Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contendam funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 87.-São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Formação

1. Garantizar que todo/a joven miembro de JDS sea capacitado/a debidamente a través de un
programa que semeará nele/nela os valores da Democracia Social, assim como também

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sirvam como ferramentas políticas, de liderança e de julgamento crítico diante do passado, o
presente e o futuro do nosso País.
2. Conectar a estrutura do JDS com o Centro de Formação Política Cidadã CFPC.
3. Criar e contagiar um ambiente de mística, lealdade, amizade, companheirismo, solidariedade,
audácia, colaboração, coordenação, disciplina e trabalho em equipe que devemos ter
como organização juvenil, para assim somar cada vez mais jovens às nossas fileiras.
4. Promover nos membros da JDS um sentimento de sensibilidade social que, através de
de programas de formação, convivências e experiências diretas com a realidade
venezolana e mundial, os/as inspire para conformar a geração de relevo e continuar
construindo juntos a Democracia Social
5. Elaborar e renovar propostas de programas de formação dos/as membros da JDS,
adaptados aos princípios e valores da Democracia Social e a temas de atualidade.
6. Realizar o Curso de indução para aspirantes a membros.
7. Aqueles que lhe forem designados pela Direção Nacional, Comitê Operativo Nacional,
Presidente ou Secretário Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contenham funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 88.- São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Comunicações

1. Acompanhar a realidade política nacional para apoiar e assistir os demais


Coordenações na criação de discursos e programas políticos e sociais.
2. Estabelecer relações e manter contato permanente com as organizações e instituições
que se desenvolvem no âmbito juvenil Nacional ou que representem setores de JDS.
3. Gerar, junto aos diferentes níveis desta Coordenação, políticas e discursos sobre a
situação Nacional de atualidade, comuns para toda a estrutura e em total concordância
con las líneas de JDS.
4. Criar espaços de interação eficaz entre os/as membros da JDS.
5. Informar os/as membros do JDS sobre os assuntos que o Comitê Operacional considerar
oportuno.
6. Garantir a existência e funcionamento de canais de Comunicação Interna.
7. Convocar os meios de comunicação para coletivas de imprensa e eventos em geral.
8. Promover nos meios de comunicação as mensagens e lideranças da JDS.
9. Elaborar e coordenar a criação de estratégias e campanhas comunicacionais.
10. Regular, nos termos destes Estatutos, a imagem corporativa da JDS.
11. Investigar e informar a JDS sobre eventos juvenis.
12. Aqueles que lhe forem designados pela Direção Nacional, Comitê Operacional Nacional,
Presidente ou Secretário Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contengan funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 89.-São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Assuntos Sociais

1. Elaborar atividades de assistência social nas quais os/ as jovens organizados participem
ativamente, conectando-se com as realidades de suas comunidades e se envolvendo
intelectual e emocionalmente com os venezuelanos assistidos.
2. Desenvolver atividades destinadas ao desenvolvimento de habilidades e mentalidades solidárias,
que gerem consciência da realidade em que vivemos, e que comprometam a nossa
juventude com a transformação da nossa sociedade por meio de ações que estejam ao seu
alcance e responsabilidade.
3. Levar às comunidades, por meio de atividades sociais, a mensagem de JDS e a
Democracia Social.
4. Empreender atividades esportivas, ecológicas e culturais que motivem os/as jovens a
organizar-se em torno de seus interesses recreativos, mantendo o laço com JDS.
5. Utilizar as sedes do partido Um Novo Tempo e JDS como ponto de encontro da
juventude local, organizando periodicamente encontros recreativos e acadêmicos de
acordo às necessidades da comunidade.

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6. Convidar os jovens locais a participar nos eventos de formação do JDS, especialmente
nas áreas sociais, segurança e prevenção, emprego, saúde, luta antidrogas, entre
outros.
7. Organizar e informar a juventude sobre as atividades e políticas sociais do JDS.
8. Fomentar la conformación de redes de JDS.
9. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Nacional, Comitê Operativo Nacional,
Presidente ou Secretário Geral da JDS e que não contradigam os presentes estatutos ou
contenha funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 90.-Son funciones y atribuciones del/la Coordinador/a de Asuntos Internacionales

1. Acompanhar a realidade política internacional para apoiar e ajudar os demais


Coordenações na criação de discursos e programas políticos e sociais.
2. Estabelecer relações e ter contato permanente com as organizações e instituições
que se desenvuelvam no âmbito juvenil Internacional ou que representem setores da
juventude.
3. Investigar e informar a JDS sobre eventos Juvenis Internacionais.
4. Promover o intercâmbio político-cultural dos membros da JDS com outras organizações
juvenis de caráter internacional.
5. Aqueles que lhe sejam designados pela Diretiva Nacional, Comitê Operativo Nacional,
Presidente o Secretario General de JDS y que no contradigan los presentes estatutos o
contenham funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Capitulo VI
Instâncias de Coordenação Regional

Art. 91.-As instâncias de Coordenação Regional são o espaço de reunião onde os blocos
regionais adaptam as linhas estratégicas nacionais à realidade de cada região e a partir de
elas formulam políticas regionais comuns e autônomas.

Art. 92.-As Instâncias de Coordenação Regional se reunirão pelo menos 1 vez a cada 4 meses,
funcionando de forma descentralizada e individual, ou seja, cada região terá em seu seio a
disposición de hora, lugar y fecha de sus reuniones, decidiendo en cada reunión la sede y fecha de
na próxima, procurando que se fixe o lugar de maneira rotativa e respeitando os prazos estabelecidos
nestes estatutos.

Art. 93.-Existirán 7 Instancias de Coordinación Regional, cada una competente a 7 regiones


estabelecidas da seguinte maneira:

1) Andes: Táchira, Mérida e Trujillo


2) Occidente: Zulia, Falcón, Lara e Yaracuy
3) Central: Aragua, Carabobo e Cojedes
4) Capital: Distrito Capital, Vargas e Miranda
5) Oriente: Anzoátegui, Monagas, Sucre e Nova Esparta
6) Llanos: Portuguesa, Guárico, Apure e Barinas
7) Guiana: Delta Amacuro, Bolívar e Amazonas

Art. 94.-As decisões tomadas nessas instâncias são de caráter vinculativo para a região e
devem ser incorporadas nas linhas estratégicas e políticas do Congresso Nacional, do Pleno
Nacional, a Diretiva Nacional, os plenos Estaduais e Diretivas Estaduais correspondentes.

Art. 95.-Estas instâncias têm a potestade de tomar decisões respondendo às necessidades


da região, desde que não contrariem o disposto nos estatutos, regulamentos e
decisões de caráter nacional, e que ao mesmo tempo, devem se adaptar à realidade regional.

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Art. 96.-As decisões nas instâncias de coordenação regional são tomadas por consenso e em
último caso pelas ¾ partes de seus membros.

Art. 97.- São membros das Instâncias de Coordenação Regional:


1. Os/as Presidentes/as Estaduais.
2. Os/as Secretários/as Gerais Estaduais.
3. Os/as Presidentes/as das Federações de Centros Universitários e Conselheiros
Universitários das Universidades Autônomas e Institutos de Educação Superior públicos
e privados da Região que sejam membros do JDS.

Art. 98.-É competência das instâncias de coordenação regional:


1. Discutir e projetar políticas regionais com base nas linhas estratégicas definidas pelo
Congresso Nacional e o Plenário Nacional.
2. Projetar políticas regionais próprias.
3. Propor a incorporação das políticas regionais ao compêndio de linhas de
ação fixada pelo Congresso Nacional e pelo Plenário Nacional.
4. Consultar as estruturas estaduais, municipais, paroquiais e afiliados regionais para
a definição das políticas da região.
5. Nomear um representante para participar na elaboração das propostas base para o
Congresso Nacional.

Capitulo VII
Do Congresso Estadual

Art. 99.-O Congresso Estadual é o órgão máximo da JDS em seu respectivo Estado, e o
constitui
1. Os/as membros da Diretiva Estadual
Os/as membros das Diretrizes Municipais
3. Os/as membros das Diretrizes Paroquiais

Art. 100.- Também participam do Congresso Estadual com voz, mas sem direito a voto:
1. O Comitê Estadual de Disciplina.
2. Os/as convidados/as de entidades progressistas que tenham assinado convênio com a JDS,
sempre que o Comitê Operativo Estadual considerar oportuno, e assim expressamente constar
recebido no referido convênio.

Art. 101.-O Congresso Estadual se reúne de forma Ordinária uma vez a cada 6 meses e deverá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Estadual, que determinará as datas e o local de celebração
do Congresso Estadual ordinário pelo menos com dois (2) meses de antecedência, sendo ratificado por
Diretiva Estadual.

Art. 102.- Um mês antes da celebração do Congresso, o Comitê Operativo Estadual enviará a
todas as Diretrizes Municipais a memória de sua gestão. Esta memória conterá um breve
relatório das atividades da Diretoria Estadual, também conterá uma memória de atividades
do Comitê Operativo Estadual.

Art. 103.-O Congresso Estadual poderá se reunir de maneira extraordinária quando o Pleno Estadual o
convocar com o voto favorável de 2/3 dos seus membros. Também pode ser convocado
de maneira extraordinária pela Direção Estadual de JDS com o voto favorável de ¾ partes de
seus membros. As convocações extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 1 mês de
antecedência.

Art. 104.- O Congresso Estadual extraordinário só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

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Art. 105.-El quórum necesario para la instalación del Congreso Estadal es del 65% de sus
membros. As decisões no Congresso Estadual são tomadas pela metade mais um dos(as) membros
presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 106.- Entre as atribuições do Congresso Estadual, estão:


1. Definir los principios y fijar los programas de JDS, establecer la línea política y señalar la
estratégia da Organização, com base no que foi acordado no Congresso Nacional e buscando
adaptar as linhas do Plano Nacional e a Instância de Coordenação Regional.
2. Debater e julgar a gestão da Direção Estadual, Comitê Operacional Estadual e Comitê
Estadal de Disciplina.
3. Debater e, se necessário, emendar ou reformar os Regulamentos e Normas Estaduais.
4. Debater e, se necessário, emendar, reformar ou revogar Regulamentos Estaduais aprovados
por Pleno Nacional.
5. Eleger o Comitê Estadual de Disciplina. O sistema de eleição desse Comitê será regido
pelo Regulamento Nacional dos Comitês de Disciplina.
6. Como máximo órgão do JDS em seu Estado, poderá decidir sobre qualquer outra matéria,
sempre que esteja expressamente contemplada na Ordem do Dia.

Art. 107.-A elaboração das propostas básicas para o Congresso caberá a uma comissão
eleita para esse efeito pela Diretiva Estadual, na qual participará pelo menos um/a representante de
cada Município nomeado pelo Plenário Municipal correspondente. Qualquer membro poderá elevar
suas propostas a dita Comissão.

Art. 108.- Dois (2) meses antes de se reunir o Congresso Estadual, a Comissão Redatora de
As ponências base terão sido enviadas a todas as Direções Municipais. Estas
As diretrizes devem garantir a distribuição do documento a todas as Estruturas Paroquiais
que disporão de trinta dias a partir do recebimento para a discussão, elaboração e
presentación de las enmiendas que estimen oportunas a la Comisión Redactora. Las enmiendas
as propostas de base serão enviadas pelas Direções Municipais.

Capítulo VIII
Do Plenário Estadual

Art. 109.-O Pleno Estadual é o órgão máximo do Estado entre os congressos, sendo constituído
por:
1. A Diretiva Estadual, sem voto na avaliação de sua gestão.
2. Os/as Presidentes/as Municipais.
3. Los/as Secretarios/as Generales Municipales.

Art. 110.-O Pleno Estadual se reúne de maneira Ordinária uma vez a cada três (3) meses e deverá
ser convocado pelo Comitê Operativo Estadual, que determinará as datas e o local de
celebração da Plenário Estadual ordinário pelo menos três (3) semanas de antecedência, sendo
ratificado pela Diretiva Estadual.

Art. 111.- O Pleno Estadual poderá reunir-se de forma extraordinária quando a Diretiva Estadual o
convoque com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As convocações
extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 7 dias de antecedência.

Art. 112.- O Pleno Estadual extraordinário só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 113.-As decisões em Plenário Estadual são tomadas por maioria simples dos/as membros.
presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 114.- Compete ao Pleno Estadual:


1. Definir la política de JDS entre Congresos Estadales.

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2. Examinar a gestão política e econômica da Diretiva Estadual, aprová-la ou rejeitá-la.
3. Elaborar as linhas fundamentais da política de JDS no Estado e participar na
seguimento dessas políticas.
4. Elaborar su propio Reglamento de Funcionamiento, así como los demás Reglamentos
Estaduais, normas, resoluções e instrumentos que desenvolvam os presentes Estatutos e
que não contradigam nem a estes nem a nenhuma outra norma ou Regulamentação Nacional.
5. Cobrir as vagas que surgirem no Comitê Estadual de Disciplina.
6. Revisar e Aceitar os pedidos de afiliação de organizações juvenis no Estado que
tenham cumprido os requisitos estabelecidos por estes Estatutos.
7. Estabelecer em seu seio quantas Comissões de Trabalho se considerem necessárias.
8. Dictar a solução dos conflitos que afetam a Organização no Estado e que
no estén contemplados como infracciones muy graves, graves o leves en estos Estatutos.
9. Atender outra competência não especificamente atribuída a outros órgãos da
Organização a nível Estadual.
10. Fomentar o debate no seio da organização sobre aspectos de interesse para os/as
jovens.
11. Aprovar os Regulamentos Estaduais.

Capítulo IX
Da Diretiva Estadual

Art. 115.-A Direção Estadual é o órgão executivo e de direção do JDS e executa a política
definida pelos órgãos de decisão da JDS, adotando para isso quantas resoluções considerar
necessárias, sempre de acordo com as normas diretrizes emanadas daqueles.

Art. 116.- A Diretiva Estadual é constituída por:


1. O Comitê Operativo Estadual.
2. Dez 10 membros eleitos/as em processo eleitoral interno os/as quais assumirã
coordenações a nível estadual de: Educação Superior, Educação Médica e Diversificada,
Finanças, Igualdade de Gêneros, Políticas Ambientais, Jovens Profissionais e
Técnicos/as, Jovens Trabalhadores/as e Políticas Públicas. As demais Coordenações e
tarefas serão atribuídas pela Diretoria.
3. Aquellos/as miembros de JDS electos en cargo de representación popular en nivel Estadal
(Poder Legislativo e Executivo).
4. Aqueles/as membros do JDS eleitos/as para cargos principais de Representação
Estudiantil en Federaciones, Centros de Estudiantes y Consejos Universitarios en
Universidades Autónomas e de qualquer instituição de Educação Superior pública ou
privada que se encontrem nesse Estado.
5. Un/a (1) miembro representante de cada organización afiliada a JDS, aprobada por Pleno
Nacional em caso de ser afiliada Nacional ou o Pleno Estadual em caso de ser afiliada
Estadual, tudo isso sob os procedimentos estabelecidos nestes Estatutos.

Art. 117.- A responsabilidade da Diretiva Estadual é colegiada, o que não isenta seus membros.
da responsabilidade individual no desempenho de suas funções.

Art. 118.-A Diretiva Estadual se reúne de maneira Ordinária uma vez a cada 15 dias e deverá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Estadual com pelo menos uma semana de antecedência.

Art. 119.-La Directiva Estadal podrá reunirse de manera extraordinaria cuando el Comité
O Operativo Nacional o convocará com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As
convocatórias extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 4 dias de antecedência.

Art. 120.-As decisões na Diretiva Estadual são tomadas por maioria simples dos/as membros
presentes, salvo disposição expressa em contrário, até que seja aprovado o Regulamento Nacional
de Funcionamento de Directivas de JDS.

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Art. 121.- As reuniões da Diretoria Estadual são restritas à assistência e presença de sua
miembros, salvo que la propia Directiva Estadal acuerde la convocatoria de otras personas por
razões de interesse político ou organizativo ou alguma outra condição prevista nos presentes
Estatutos. Estos/as invitados/as gozarán de voz mas no voto.

Art. 122.-Serão registrados na Ata de cada reunião os votos particulares que houver sobre as
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 123.- As funções da Diretiva Estadual são:


1. Aplicar a política e as linhas de ação da JDS.
2. A organização, gestão e administração da vida interna da JDS, assim como a gestão de
os Registros da organização no estado.
3. La representación de la organización en el ámbito Estadal, así como las relaciones con
outros Estados.
4. Elaborar os convênios de colaboração com as entidades progressistas que considerar
pertinente, que deverão ser ratificados pelo Pleno Estadual.
5. Participar en todos los órganos de nivel inferior de JDS, con voz pero sin voto.
6. Asignar Responsabilidades a sus miembros, además de las establecidas en estos
Estatutos.
7. Ordenar, coordenar e controlar as atividades de JDS e adotar as medidas necessárias
para o cumprimento dos acordos e diretrizes oriundas do Congresso Nacional,
Congresso Estadual, Plenário Nacional e Plenário Estadual.
8. Definir a estratégia geral do JDS e suas declarações políticas e programáticas e
estabelecer as diretrizes das ações no Estado.
9. Resolver os conflitos entre os diferentes órgãos de JDS no Estado.
10. Elaborar e apresentar a memória anual de sua gestão.
11. Elaborar e programar ações políticas correspondentes a uma determinada campanha.
12. Todas aquelas outras que lhe sejam atribuídas pelos presentes Estatutos.

Art. 124.-A Diretiva Estadual será eleita de acordo com o Regulamento Eleitoral que ditar a JDS para
tal efeito, aprovado em Plenário Nacional.

Capítulo X
Do Comitê Operativo Estadual

Art. 125.-O Comitê Operativo Estadual é o Órgão de Gestão e Coordenação das tarefas.
ordinárias do Movimento no Estado, no âmbito das diretrizes do Congresso Estadual e o
Pleno Estadal, encarregado de executar as políticas elaboradas pela Diretiva Estadual.

Art. 126.- Sem prejuízo do artigo 125, o Comitê Operativo Estadual estará autorizado a resolver
situações e conduzir o andamento do JDS em todas aquelas circunstâncias cuja urgência e
conveniência para o estamento assim o exija, devendo prestar conta do que foi feito à
Directiva Estadual o mais breve possível.

Art. 127.-El Comité Operativo Estadal será convocado y estará presidido por el/la Presidente/a
Estadal o, em seu lugar, pelo/a Secretário/a Geral Estadual, reunindo-se 1 vez por semana de
maneira ordinária.

Art. 128.- As reuniões extraordinárias serão realizadas quando convocadas especialmente pelo/a
Presidente/a ou a maioria absoluta de seus membros em exercício com pelo menos 2 dias de
antecipação.

Art. 129.- O quórum para a sessão será a metade mais 1 de seus integrantes. No caso de haver
realizada uma convocação extraordinária, o quórum necessário será de ¾ partes de seus
integrantes para a primeira convocação e da metade mais um de seus integrantes para a segunda
convocação.

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Art. 130.- As decisões no Comitê Operativo Estadual são tomadas por maioria simples dos/as
membros presentes salvo disposição expressa em contrário, até que seja aprovado o
Regulamento Nacional de Comitês Operativos de JDS.

Art. 131.-As reuniões do Comitê Operativo Estadual se restringem à assistência e presença de


seus membros, salvo outras condições previstas nos presentes Estatutos.

Art. 132.-Se harán constar en el Acta de cada reunión los votos particulares que hubiere sobre las
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 133.-O Comitê Operativo Estadual é constituído por 9 autoridades unipessoais:


Um/uma Presidente/a Estadual
2. Um/uma Secretário/a Geral Estadual
3. Um/Uma Secretário/a Executivo/a Estadual
4. Um/Uma Coordenador/a Estadual de Organização
5. Um/Uma Coordenador/a Estadual de Formação
6. Um/Uma Coordenador/a Estadual de Comunicações
7. Um/uma Coordenador/a Estadual de Assuntos Sociais
8. Um/Uma Coordenador/a Estadual de Assuntos Estudantis
9. Um/uma Coordenador/a de Políticas Estaduais

Art. 134.-Cada Coordenador/a procurará estabelecer uma relação de colaboração e comunicação


com a área de trabalho correspondente dentro do Partido Um Novo Tempo.

Art. 135.-Cada Coordenador/a poderá formar uma equipe de trabalho para desenvolver sua área de
ação e desenhar políticas para atender os assuntos juvenis que lhe correspondem. Esta equipe não
formará parte del Comité Operativo.

Art. 136.-O Comitê Operativo Estadual tem como funções e atribuições:


1. Implementar los acuerdos políticos tomados por los órganos regulares máximos de JDS.
2. Representar a JDS publicamente e internamente no Estado, fundamentalmente através do/a
Presidente/a Estadual.
3. Executar os acordos da Diretiva Estadual.
4. Impulsar la actividad política de JDS en el Estado.
5. Desenvolver tarefas de gestão e coordenação de Organizações em âmbitos territoriais
inferiores de JDS.
6. Velar pelo adequado desenvolvimento das atividades de JDS no Estado.
7. Cumprir os objetivos e tarefas que lhe delegar a Diretoria Estadual.
8. Informar e Coordenar ações com o Comitê Operativo Nacional e seus diferentes
Coordenações.
9. Seguir y Evaluar el trabajo de los Comité Operativos Municipales y sus diferentes
Coordenações.
10. Todas aquelas que lhe sejam delegadas pela Diretiva Estadual.
11. As demais funções e atribuições que lhe forem confiadas que não contrariem as
disposições do presente estatuto.

Art. 137.- O Comitê Operativo Estadual será eleito de acordo com o Regulamento Eleitoral que ditar
JDS para tal efeito, aprovado em Plenário Nacional.

Capítulo XI
Principais Funções dos/as Membros do Comitê Operativo Estadual

Art. 138.- São funções e atribuições do/a Presidente Estadual

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1. Representar a JDS diante das instâncias do partido Um Novo Tempo no Estado. O
voto do/dela Presidente/a perante o Partido Um Novo Tempo deve ser representativo de
posturas e decisões do movimento JDS.
2. Representar a JDS perante outras organizações e instituições estaduais.
3. Coordenar as políticas juvenis do partido Um Novo Tempo e entrelaçar com os
demais organismos do partido a nível Estadual.
4. Avaliar o desenvolvimento das Secretarias, Direções e Coordenações Estaduais e
Municipais de JDS.
5. Informar e gerar espaços de discussão sobre decisões e políticas da Organização.
6. Convocar e presidir o Congresso Estadual, Plenário Estadual, Direção Estadual, Comitê
Operativo Estadual, Reuniões e Eventos Especiais.
7. Presidir todo ato, evento, reunião ou atividade interna de caráter institucional no estado.
8. Aqueles que lhe forem designados pela Direção Estadual ou Comitê Operativo Estadual e que
não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
9. Las demás funciones que sean propias del cargo y que no contravengan las disposiciones
do presente estatuto.

Art. 139.- São funções e atribuições do/a Secretário/a Geral Estadual

1. Dirigir a criação de Regulamentos e Normas de JDS a nível Estadual e zelar pelo


cumprimento dos Estatutos e Regulamentos Internos da JDS.
2. A gestão dos serviços administrativos das Sedes, assim como do pessoal na
Estado.
3. Revisar, Evaluar y Seguir el rendimiento de las diferentes Coordinaciones del Comité
Operativo Estadual.
4. Garantir a Comunicação Interna no Estado.
5. Alinhar o Discurso Político com todos os níveis e Coordenações de JDS, além com as
demais instâncias do Partido Um Novo Tempo no Estado.
6. Apoiar e ajudar o Presidente Estadual em suas funções e substituí-lo em caso de ausência.
7. Coordenar a organização e desenvolvimento de todo ato, evento, reunião ou atividade
interna de caráter institucional no Estado.
8. Manter todos/as os/as membros informados/as sobre toda resolução política
y/o atividade que se desenvolva como JDS.
9. Zelar pelo cumprimento dos acordos adotados pela Direção Estadual.
10. Aquellas que le sean designadas por la Directiva Estadal o Comité Operativo Estadal y que
não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
11. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contrariem as disposições
do presente estatuto.

Art. 140.- São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Políticas Estaduais

1. Acompanhar a realidade política Nacional, Regional e Local para apoiar e assistir a


as demais Coordenações na criação de discursos e programas políticos e sociais
para o Estado.
2. Estabelecer relações e ter contato permanente com as organizações e instituições
que se desenvolvem no âmbito juvenil Estadual ou que representem setores da
juventude.
3. Investigar e informar a JDS sobre eventos Juveniles en el Estado.
4. Promover o intercâmbio político-cultural dos/as membros da JDS com outros
organizações juvenis de caráter Estadual.
5. Aqueles que lhes forem designados pela Diretiva Estadual, Comitê Operativo Estadual,
Presidente ou Secretário Geral e que não contradigam os presentes estatutos ou contenham
funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

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Art. 141.-Todas las demás Coordinaciones funcionarán como espejo Estadal de su contraparte
Nacional, adaptando suas labores ao Estado.

Capitulo XII
Do Congresso Municipal

Art. 142.-O Congresso Municipal é o órgão máximo de JDS em seu respectivo Município, e o
constituem todos os/as membros ativos da JDS no mesmo.

Art. 143.-El Congreso Municipal se reúne de manera Ordinaria cada 4 meses y deberá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Municipal, que determinará as datas e o local de
celebração do Congresso Municipal ordinário pelo menos com um mês de antecedência, sendo
ratificado pela Diretiva Municipal.

Art. 144.- No momento da convocação do Congresso, o Comitê Operativo Municipal enviará a


todas as Diretrizes Paroquiais a memória de sua gestão. Esta memória conterá um breve
relatório das atividades da Diretoria Municipal, também conterá uma memória de
atividades do Comitê Operativo Municipal.

Art. 145.-O Congresso Municipal poderá se reunir de maneira extraordinária quando o Plenário
O município convoca-o com o voto favorável de ¾ dos seus membros. Também pode ser
convocado de maneira Extraordinária pela Diretiva Municipal de JDS com o voto favorável das
¾ partes de seus membros. As convocações extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de
2 semanas de antecedência.

Art. 146.-O Congresso Municipal extraordinário só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 147.- O quórum necessário para a instalação do Congresso Municipal é de 60% de seus
membros. As decisões no Congresso Municipal são tomadas pela metade mais um dos/as
membros presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 148.- Entre as atribuições do Congresso Municipal, estão:


1. Debatir y juzgar la gestión de la Directiva Municipal y Comité Operativo Municipal
2. Debater e, se for o caso, emendar ou reformar os Regulamentos e Normas Municipais.
3. Debater, e se for o caso, emendar, reformar ou revogar Regulamentos Municipais aprovados
por Pleno Municipal.
4. Como máximo órgão de JDS em seu Município, poderá decidir sobre qualquer outra matéria,
sempre que esteja expressamente incluída na Ordem do Dia.

Art. 149.-A elaboração das ponências base para o Congresso caberá a uma comissão
eleita para tal efeito pela Diretiva Municipal, na qual participará pelo menos um/a representante de
cada Paróquia nomeada pelo Congresso Paroquial correspondente. Qualquer membro poderá
elevar suas propostas a dita Comissão.

Art. 150.- Dois (2) meses antes de reunir-se o Congresso Municipal, a Comissão Redatora das
ponências base haverá enviado a todas as Direções Paroquiais as ponências bases. Estas
As diretrizes devem garantir a distribuição do documento a todas as Redes de JDS que
dispondrão de trinta dias a partir da recepção para a discussão, elaboração e apresentação de
as emendas que julgarem oportunas à Comissão Redatora. As emendas elaboradas às
As palestras base serão enviadas pelas Direções Paroquiais.

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Capítulo XIII
Do Plenário Municipal

Art. 151.-El Pleno Municipal es el máximo órgano del Municipio entre congresos, estando
constituído por:
1. A Diretiva Municipal, sem voto na avaliação de sua gestão.
2. Os/as Presidentes/as Paroquiais.
3. Os/as Secretários/as Gerais Paroquiais.

Art. 152.- O Plenário Municipal reúne-se de forma Ordinária uma vez a cada dois (2) meses e deverá
ser convocado pelo Comitê Operativo Municipal, que determinará as datas e o local de
celebração da Sessão Plenária Municipal ordinária com pelo menos três (3) semanas de antecedência, sendo
ratificado por Directiva Municipal.

Art. 153.-O Plenário Municipal poderá se reunir de forma extraordinária quando a Diretiva
O Município o convocará com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As convocações
extraordinárias deverão ser realizadas com um mínimo de 7 dias de antecedência.

Art. 154.- A Plenária Municipal extraordinária só pode adotar resoluções sobre as matérias
previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 155.-As decisões no Plenário Municipal são tomadas pela maioria simples dos membros.
presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 156.- É competência do Pleno Municipal:


1. Definir a política de JDS entre Congressos Municipais.
2. Examinar a gestão política e econômica da Diretiva Municipal, aprovando-a ou rejeitando-a.
3. Elaborar as linhas fundamentais da política de JDS no Município e participar na
seguimento dessas políticas.
4. Elaborar seu próprio Regulamento de Funcionamento, assim como os demais Regulamentos
Municipais, normas, resoluções e instrumentos que desenvolvam os presentes Estatutos
e que não contradigam nem a estes nem a qualquer outra norma ou Regulamentação Nacional.
5. Revisar e Aceitar os pedidos de afiliação de organizações juvenis no Município
que tenham cumprido com os requisitos estabelecidos por estes Estatutos.
6. Establecer en su seno cuantas Comisiones de Trabajo se estimen necesarias.
7. Dictaminar a solução dos conflitos que afetem a Organização no Município e que
não estejam contemplados como infrações muito graves, graves ou leves nestes Estatutos.
8. Atender a outra competência não especificamente atribuída a outros órgãos da
Organização a nível Municipal.
9. Fomentar o debate no seio da organização sobre aspectos de interesse para os/as
jovens.
10. Aprobar los Reglamentos Municipales.

Capítulo XIV
Da Diretiva Municipal

Art. 157.-A Direção Municipal é o órgão executivo e de direção do JDS e executa a política
definida pelos órgãos de decisão da JDS, adotando para isso quantas resoluções considerar
necessárias, sempre de acordo com as normas diretrizes emanadas daquelas.

Art. 158.-A Diretiva Municipal é constituída por:


1. O Comitê Operativo Municipal.
2. Ocho (8) miembros electos/as en proceso electoral interno los cuales asumirán las
coordinaciones de: Educación Media y Diversificada, Finanzas, Igualdad de Géneros,
Políticas Ambientais, Jovens Profissionais e Técnicos/as, Jovens Trabalhadores/as e
Políticas Públicas. As demais Coordenações e tarefas serão atribuídas pela Direção.

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3. Aqueles/as membros do JDS eleitos/as em cargo de representação popular em nível
Municipal (Poder Legislativo e Executivo).
4. Aqueles/as membros do JDS eleitos/as em cargos principais de Representação
Estudantil em Centros de Estudantes de Educação Básica e Diversificada.
5. Um/uma (1) membro representante de cada organização afiliada ao JDS, aprovada pelo Pleno
Nacional em caso de ser afiliada Nacional, Pleno Estadual em caso de ser afiliada Estadual ou
Pleno Municipal em caso de ser afiliada Municipal, tudo isso sob os procedimentos
estabelecidos nestes Estatutos.

Art. 159.-A responsabilidade da Diretiva Municipal é colegiada, o que não isenta seus
membros da responsabilidade individual no desempenho de suas funções.

Art. 160.-La Directiva Municipal se reúne de manera Ordinaria una vez cada 15 días y deberá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Municipal com pelo menos uma semana de antecedência.

Art. 161.-A Direção Municipal poderá reunir-se de forma extraordinária quando o Comitê
Operativo Municipal o convoca com o voto favorável da metade mais 1 de seus membros. As
convocações extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 4 dias de antecedência.

Art. 162.-As decisões na Diretiva Municipal são tomadas por maioria simples dos/as membros
presentes salvo disposição expressa em contrário, até que seja aprovado o Regulamento Nacional
de Diretrizes de JDS.

Art. 163.-As reuniões da Diretoria Municipal são restritas à assistência e presença de seus
membros, salvo que a própria Direção Municipal decida convocar outras pessoas por
razões de interesse político ou organizativo ou alguma outra condição prevista nos presentes
Estatutos. Estes/as convidados/as terão voz, mas não voto.

Art. 164.- Serão registrados na Ata de cada reunião os votos particulares que houver sobre as
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 165.-As funções da Diretiva Municipal são:


1. Aplicar a política e as linhas de ação da JDS.
2. A organização, gestão e administração da vida interna do JDS, assim como a gestão de
os Registros da organização no Município.
3. A representação da organização na esfera Municipal, bem como as relações com
otros municipios.
4. Elaborar os convênios de colaboração com as entidades progressistas que julgar necessário
pertinente, que deverão ser ratificados pelo Plenário Municipal.
5. Participar en todos los órganos de nivel inferior de JDS, con voz pero sin voto.
6. Atribuir responsabilidades aos seus membros, além das estabelecidas nestes
Estatutos.
7. Ordenar, coordenar e controlar as atividades da JDS e adotar as medidas necessárias
para o cumprimento dos acordos e diretrizes emanadas do Congresso Nacional,
Congresso Estadual, Pleno Nacional, Pleno Estadual, Congresso Municipal e Pleno Municipal.
8. Definir la estrategia general de JDS y sus pronunciamientos políticos y programáticos y
estabelecer as diretrizes das ações no Município.
9. Resolver os conflitos entre os diferentes órgãos de JDS no Município.
10. Elaborar e apresentar a memória anual de sua gestão.
11. Elaborar e programar ações políticas correspondentes a uma determinada campanha.
12. Todas aquelas outras que lhe sejam atribuídas pelos presentes Estatutos.

Art. 166.- A Diretiva Municipal será eleita de acordo com o Regulamento Eleitoral que disser JDS
para tal efeito, aprovado em Pleno Nacional.

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Capítulo XV
Do Comitê Operativo Municipal

Art. 167.-O Comitê Operativo Municipal é o Órgão de Gestão e Coordenação das tarefas
ordinárias do Movimento no Município, no âmbito das diretrizes do Congresso Municipal e
o Plenário Municipal, encarregado de executar as políticas elaboradas pela Diretiva Municipal.

Art. 168.-Sem prejuízo do artigo 167, o Comitê Operacional Municipal terá a faculdade para
resolver situações e conduzir o andamento do JDS em todas aquelas circunstâncias cuja urgência e
conveniência para o estamento assim o exigirem, devendo prestar contas do que foi feito à
Directiva Municipal o mais breve possível.

Art. 169.- O Comitê Operativo Municipal será convocado e estará presidido pelo/a Presidente/a
Municipal o, en su defecto, por el/la Secretario/a General Municipal, reuniéndose 1 vez a la semana
de maneira ordinária.

Art. 170.-As reuniões extraordinárias serão realizadas quando convocadas especialmente pelo/a
Presidente/a ou a maioria simples de seus membros em exercício com pelo menos 2 dias de
antecipação.

Art. 171.- O quórum para a sessão será a metade mais 1 de seus integrantes. No caso de haver sido
feita uma convocação extraordinária, o quórum necessário será de ¾ partes de seus
integrantes para a primeira convocação e da metade mais um de seus integrantes para a segunda
convocação.

Art. 172.-As decisões no Comitê Operativo Municipal são tomadas por maioria simples dos/as
membros presentes salvo disposição expressa em contrário, até que seja aprovado o
Regulamento Nacional de Comitês Operativos de JDS.

Art. 173.-As reuniões do Comitê Operativo Municipal são restritas à assistência e presença
de seus membros, salvo outras condições previstas nos presentes Estatutos.

Art. 174.- Serão registrados na Ata de cada reunião os votos particulares que houver sobre as
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 175.-O Comitê Operativo Municipal é composto por 9 autoridades unipessoais:


Um/a Presidente/a Municipal
2. Um/Uma Secretário/a Geral Municipal
3. Um/a Secretário/a Executivo/a Municipal
4. Un/a Coordinador/a Municipal de Organización
5. Um/Uma Coordenador/a Municipal de Formação
6. Um/Uma Coordenador/a Municipal de Comunicações
7. Um/Uma Coordenador/a Municipal de Assuntos Sociais
Um/Uma Coordenador/a Municipal de Assuntos Estudantis
9. Um/Uma Coordenador/a de Políticas Municipais

Art. 176.-Cada Coordenador/a procurará estabelecer uma relação de colaboração e comunicação


com a área de trabalho correspondente dentro do Partido Um Novo Tempo.

Art. 177.-Cada Coordenador/a poderá formar uma equipe de trabalho para desenvolver sua área de
acción y diseñar políticas para atender los asuntos juveniles que le corresponden. Este equipo no
formará parte do comitê operativo.

Art. 178.-O Comitê Operativo Municipal tem como funções e atribuições:


1. Implementar os acordos políticos tomados pelos órgãos regulares máximos de JDS.

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2. Representar a JDS pública e internamente no Município, fundamentalmente através do
Presidente Municipal.
3. Executar os acordos da Diretiva Municipal.
4. Impulsionar a atividade política do JDS no Município.
5. Desenvolver atividades de gestão e coordenação de Organizações em âmbitos territoriais
inferiores de JDS.
6. Velar pelo adequado desenvolvimento das atividades de JDS no Município.
7. Cumprir os objetivos e tarefas que lhe forem delegados pela Direção Municipal.
8. Informar e Coordenar ações com o Comitê Operativo Estadual e seus diferentes
Coordenações.
9. Seguir e Avaliar o trabalho das Direcções Paroquiais e suas diferentes Coordenações.
10. Todas aquelas que lhe sejam delegadas pela Diretiva Municipal.
11. As demais funções e atribuições que lhe forem confiadas que não contrariem as
disposições do presente estatuto.

Art. 179.- O Comitê Operativo Municipal será eleito de acordo com o Regulamento Eleitoral que ditar
JDS para tal efeito, aprovado em Plenário Nacional.

Capitulo XVI
Principais Funções dos/as Integrantes do Comitê Operativo Municipal

Art. 180.- São funções e atribuições do/a Presidente/a Municipal

1. Representar a JDS diante das instâncias do partido Um Novo Tempo no Município.


o voto do/a Presidente/a perante o Partido Um Novo Tempo deve ser representativo das
posturas e decisões do movimento JDS.
2. Representar a JDS ante otras organizaciones e instituciones Municipales.
3. Coordenar as políticas juvenis do partido Um Novo Tempo, e entrelaçá-las com os
demás organismos del partido a nivel Municipal.
4. Avaliar o desenvolvimento das Secretarias, Direções e Coordenações Municipais e
paroquiais de JDS.
5. Informar e gerar espaços de discussão sobre decisões e políticas da Organização.
6. Convocar e presidir o Congresso Municipal, Plenário Municipal, Diretiva Municipal, Comitê
Operativo Municipal, Reuniões e Eventos Especiais.
7. Presidir todo ato, evento, reunião ou atividade interna de caráter institucional em
Município.
8. Aqueles que lhe sejam designados pela Diretiva Municipal ou Comitê Operativo Municipal e
que não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
9. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contradigam as disposições
do presente estatuto.

Art. 181.-São funções e atribuições do/a Secretário/a Geral Municipal

1. Dirigir la creación de Reglamentos y Normativas de JDS a nivel Municipal y velar por el


cumprimento dos Estatutos e Regulamentos Internos da JDS.
2. A gestão dos serviços administrativos das Sedes, bem como do pessoal na
Município.
3. Revisar, Evaluar y Seguir el rendimiento de las diferentes Coordinaciones del Comité
Operativo Municipal.
4. Garantir a Comunicação Interna no Município.
5. Alinhar o Discurso Político com todos os níveis e Coordenações do JDS, além de
demais instâncias do Partido Um Novo Tempo no Município.
6. Apoiar e assistir o Presidente Municipal em suas funções e substituí-lo em caso de ausência.
7. Coordenar a organização e desenvolvimento de todo ato, evento, reunião ou atividade
interna de caráter institucional no Município.

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8. Manter todos/as os/as membros informados/as sobre toda resolução política
y/o atividade que se desenvolva como JDS.
9. Velar por el cumplimiento de los acuerdos adoptados por la Dirección Municipal.
10. Aqueles que lhe sejam designados pela Direção Municipal ou Comitê Operativo Municipal e
que não contrariem os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
11. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contravenham as disposições
do presente estatuto.

Art. 182.- São funções e atribuições do/a Coordenador/a de Políticas Municipais

1. Acompanhar a realidade política Estadual, Municipal e Local para apoiar e assistir a


as demais Coordenações na criação de discursos e programas políticos e sociais
para o Município.
2. Establecer relaciones y tener contacto permanente con las organizaciones e instituciones
que se desenvolvem no âmbito juvenil Municipal ou que representem setores da
juventude.
3. Investigar e informar a JDS sobre eventos juvenis no município.
4. Promover el intercambio político-cultural de los/as miembros de JDS con otras
organizações juvenis de caráter Municipal.
5. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Municipal, Comitê Operativo Municipal,
Presidente o Secretario General y que no contradigan los presentes estatutos o contengan
funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 183.- Todas as demais Coordenações funcionarão como espelho Municipal de sua contraparte
Nacional, adaptando suas funções ao Município.

Capitulo XVII
Do Congresso Paroquial

Art. 184.-O Congresso Paroquial é o órgão máximo da JDS em sua respectiva Paróquia, e o
constitua todos/as os/as membros ativos da JDS nela.

Art. 184.-O Congresso Paroquial reúne-se de forma Ordinária a cada 4 meses e deverá ser
Convocado pelo Comitê Operativo Paroquial, que determinará as datas e o local de
celebração do Congresso Paroquial ordinário pelo menos com um mês de antecedência, sendo
ratificado por Directiva Parroquial.

Art. 185.- No momento da convocação do Congresso, o Comitê Operativo Paroquial enviará a


todos os membros inscritos a memória de sua gestão. Esta memória conterá um breve
informe de las actividades de la Directiva Parroquial.

Art. 186.-El Congreso Parroquial podrá reunirse de manera extraordinaria cuando la Directiva
A convocação da paróquia foi feita com o voto favorável de ¾ dos seus membros. As convocações
extraordinarias deberán realizarse con un mínimo de 2 semanas de antelación.

Art. 187.-El Congreso Parroquial extraordinario sólo puede adoptar resoluciones sobre las
matérias previstas na Ordem do Dia pela qual foi convocado.

Art. 188.- O quórum necessário para a instalação do Congresso Paroquial é de 60% de seus
membros. As decisões no Congresso Paroquial são tomadas pela metade mais um dos/as
membros presentes, salvo disposição expressa em contrário.

Art. 189.-Entre as atribuições do Congresso Paroquial estão:


1. Debatir e julgar a gestão da Direção Paroquial e do Comitê Operativo Paroquial.
2. Debater, e se necessário, emendar ou reformar os Regulamentos e Normas Paroquiais.

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3. Debater, e se necessário, emendar, reformar ou revogar Regulamentos Paroquiais aprovados
por Diretiva Paroquial.
4. Como máximo órgão do JDS em sua Paróquia, pode decidir sobre qualquer outra matéria,
sempre que esteja expressamente mencionada na Ordem do Dia.

Art. 190.- A elaboração das propostas básicas para o Congresso caberá a uma comissão
eleita para tal efeito pela Diretiva Paroquial, na qual poderão participar os/as diretores de
Redes de JDS que así lo deseen. Cualquier miembro podrá elevar sus propuestas a dicha
Comisión.

Art. 191.- Dois (2) meses antes de se reunir o Congresso Paroquial, a Comissão Redatora de
As ponências base terão sido enviadas a todas as Redes. Essas Redes deverão
garantir a distribuição do documento a todos os membros do JDS que terão trinta
dias a partir da recepção para a discussão, elaboração e apresentação das emendas que
estimen oportunas à Comissão Redatora. As emendas elaboradas às propostas base
serão remetidas pela Diretiva Paroquial.

Capítulo XVIII
Da Diretiva Paroquial

Art. 192.-A Direção Paroquial é o órgão executivo, de direção e gestão de JDS e executa a
política definida por los órganos de decisión de JDS, adoptando para ello cuantas resoluciones
considere necessárias, sempre de acordo com as normas diretrizes emanadas daqueles.

Art. 193.-A Diretiva Paroquial é constituída por:


Um/a Presidente/a Paroquial
2. Um/Uma Secretário/a Geral Paroquial
3. Um/a Secretário/a Executivo/a Paroquial
4. Um/Uma Coordenador/a Paroquial de Organização
5. Um/Uma Coordenador/a Paroquial de Formação
6. Um/Uma Coordenador/a Paroquial de Comunicações
7. Um/Uma Coordenador/a Paroquial de Assuntos Sociais
8. Um/Uma Coordenador/a Paroquial de Assuntos Estudantis
9. Um/uma Coordenador(a) de Políticas Locais e Redes
10. Oito (8) membros eleitos/as em processo eleitoral interno que assumirão as
coordinaciones de: Educación Media y Diversificada, Finanzas, Igualdad de Géneros,
Políticas Ambientais, Jovens Profissionais e Técnicos/as, Jovens Trabalhadores/as e
Políticas Públicas. Las demás Coordinaciones y tareas serán asignadas por la Directiva
11. Aqueles/as membros do JDS eleitos/as em cargo de representação popular em nível
Paroquial (Juntas Paroquiais e Conselhos Comunitários)
12. Um/uma (1) membro representante de cada organização afiliada ao JDS, aprovada pelo Pleno
Nacional em caso de ser afiliada Nacional, Pleno Estadual em caso de ser afiliada Estadual ou
Pleno Municipal em caso de ser afiliada Municipal, tudo isso sob os procedimentos
estabelecidos nestes Estatutos

Art. 194.-Cada Coordenador/a procurará estabelecer uma relação de colaboração e comunicação


com a área de trabalho correspondente dentro do Partido Um Novo Tempo.

Art. 195.-Cada Coordenador/a poderá formar uma equipe de trabalho para desenvolver sua área de
ação e projetar políticas para atender as questões juvenis que lhe dizem respeito. Esta equipe não
fará parte da Direção Paroquial.

Art. 196.-A responsabilidade da Diretiva Paroquial é colegiada, o que não exime seus
membros da responsabilidade individual no desempenho de suas funções.

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Art. 197.-A Diretiva Paroquial será convocada e estará presidida pelo/a Presidente/a
Paroquial ou, na sua falta, pelo/a Secretário/a Geral Paroquial, reunindo-se 1 vez a
semana de maneira ordinária.

Art. 198.-A Diretiva Paroquial poderá reunir-se de forma extraordinária quando o/a
Presidente/a o el voto favorable de la mitad más 1 de sus miembros la convoquen. Las
convocações extraordinárias devem ser realizadas com um mínimo de 2 dias de antecedência.

Art. 199.-El quórum para sesionar será la mitad más 1 de sus integrantes. En caso de haberse
feita uma convocação extraordinária, o quórum necessário será de ¾ partes de seus
integrantes para a primeira convocação e da metade mais um de seus integrantes para a segunda
convocação.

Art. 200.-As decisões na Diretiva Paroquial são tomadas por maioria simples dos/as membros
presentes salvo que a própria Diretiva Municipal decida a convocação de outras pessoas por
razões de interesse político ou organizativo ou qualquer outra condição prevista nos presentes
Estatutos.

Art. 201.-As reuniões da Diretoria Paroquial são restritas à assistência e presença de seus
membros, salvo outras condições previstas nos presentes Estatutos.

Art. 202.-Se harán constar en el Acta de cada reunión los votos particulares que hubiere sobre las
discussões, posições e decisões tomadas.

Art. 203.-As funções da Diretiva Paroquial são:


1. Definir a política de JDS entre Congressos Paroquiais.
2. Aplicar a política e as linhas de atuação da JDS.
3. A organização, gestão e administração da vida interna da JDS, assim como a gestão de
os Registros da organização na Paróquia.
4. A representação da organização no âmbito Paroquial, assim como as relações com
outras Paróquias.
5. Elaborar los convenios de colaboración con las entidades progresistas que estime
pertinente.
6. Atribuir responsabilidades aos seus membros, além das estabelecidas nestes
Estatutos.
7. Ordenar, coordenar e controlar as atividades da JDS e adotar as medidas necessárias
para o cumprimento dos acordos e diretrizes emanadas do Congresso Nacional,
Congresso Estadual, Plenário Nacional, Plenário Estadual, Congresso Municipal, Plenário Municipal e
Congresso Paroquial.
8. Definir a estratégia geral do JDS e suas declarações políticas e programáticas e
estabelecer as diretrizes das ações na Paróquia.
9. Resolver os conflitos entre os diferentes órgãos do JDS na Paróquia.
10. Elaborar y presentar la memoria anual de su gestión.
11. Elaborar e programar ações políticas correspondentes a uma determinada campanha.
12. Elaborar seu próprio Regulamento de Funcionamento, assim como os demais Regulamentos
Paroquiais, normas, resoluções e instrumentos que desenvolvam os presentes Estatutos
e que não contradigam nem a estes nem a nenhuma outra norma ou Regulamentação Nacional.
13. Establecer en su seno cuantas Comisiones de Trabajo se estimen necesarias.
14. Atender outra competência não especificamente atribuídas a outros órgãos da
Organização a nível Paroquial.
15. Fomentar o debate dentro da organização sobre aspectos de interesse para os e as
jovens.
16. Implementar os acordos políticos tomados pelos órgãos regulares máximos da JDS.
17. Representar a JDS pública e internamente na Paróquia, fundamentalmente através
do/a Presidente/a Paroquial.
18. Impulsionar a atividade política do JDS na Paróquia.

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19. Velar pelo adequado desenvolvimento das atividades de JDS na Paróquia.
20. Informar e coordenar ações com o Comitê Operativo Municipal e suas diferentes
Coordenações.
21. Acompanhar e Avaliar o trabalho das Redes de JDS.
22. As demais funções e atribuições que lhe forem confiadas que não contravenham as
disposições do presente estatuto.
23. Todas aquelas outras que lhe sejam atribuídas pelos presentes Estatutos.

Art. 204.- A Diretiva Paroquial será eleita de acordo com o Regulamento Eleitoral que ditar o JDS
para tal efeito, aprovado em Pleno Nacional.

Capítulo XIX
Principais Funções dos/as Integrantes da Diretiva Paroquial

Art. 205.-São funções e atribuições do/das Presidente/a Paroquial

1. Representar a JDS diante das instâncias do partido Um Novo Tempo na Paróquia. O


o voto do/a Presidente/a diante do Partido Um Novo Tempo deve ser representativo das
posturas e decisões do movimento JDS.
2. Representar a JDS ante otras organizaciones e instituciones Parroquiales.
3. Coordenar as políticas juvenis do partido Um Novo Tempo e entrelaçá-las com os
demás organismos do partido a nível Paroquial.
4. Evaluar el desarrollo de las Secretarías, Direcciones y Coordinaciones Parroquiales y
Redes de JDS.
5. Informar e gerar espaços de discussão sobre decisões e políticas da Organização.
6. Convocar e presidir o Congresso Paroquial e a Diretiva Paroquial.
7. Presidir todo ato, evento, reunião ou atividade interna de caráter institucional na
Paróquia.
8. Aquelas que lhe sejam designadas pela Diretiva Paroquial ou pelo Comitê Operativo Paroquial
e que não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
9. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contravenham as disposições
do presente estatuto.

Art. 206.-Son funciones y atribuciones del Secretario General Parroquial.

1. Dirigir a criação de Regulamentos e Normativas de JDS a nível Paroquial e zelar pela


cumprimento dos Estatutos e Regulamentos Internos do JDS.
2. A gestão dos serviços administrativos das Sedes, bem como do pessoal na
Paróquia.
3. Revisar, Avaliar e Acompanhar o desempenho das diferentes Coordenações da Diretoria
Paroquial.
4. Garantizar la Comunicación Interna en la Parroquia.
5. Alinear el Discurso Político con todos los niveles y Coordinaciones de JDS, además con las
demais instâncias do Partido Um Novo Tempo na Paróquia.
6. Apoiar e auxiliar o Presidente Paroquial em suas funções e substituí-lo em caso de ausência.
7. Coordenar a organização e desenvolvimento de todo ato, evento, reunião ou atividade
interna de caráter institucional na Paróquia.
8. Manter informados/as todos/as os/as membros sobre toda resolução política
y/o atividade que se desenvolva como JDS.
9. Velar pelo cumprimento dos acordos adotados pela Direção Paroquial.
10. Aqueles que lhe forem designados pela Diretiva Paroquial ou Comitê Operativo Paroquial
e que não contradigam os presentes estatutos ou contenham funções atribuídas a outros/as
membros ou instâncias de JDS.
11. As demais funções que sejam próprias do cargo e que não contrariem as disposições
do presente estatuto.

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Art. 207.-Son funciones y atribuciones del/la Coordinador/a de Políticas Locales y Redes

1. Acompanhar a realidade política Municipal e Local para apoiar e assistir as


demais Coordenações na criação de discursos e programas políticos e sociais para a
Paróquia.
2. Estabelecer relacionamentos e manter contato permanente com as Redes de JDS e outras
organizações e instituições que atuem no âmbito juvenil Paroquial ou que
representem setores da juventude.
3. Investigar e informar a JDS sobre eventos Juveniles en la Parroquia.
4. Promover el intercambio político-cultural de los/as miembros de JDS con otras
organizações juvenis de caráter Paroquial e Municipal.
5. Aqueles que forem designados pela Diretiva Paroquial, Comitê Operativo Paroquial,
Presidente ou Secretário Geral e que não contradigam os presentes estatutos ou contenham
funções atribuídas a outros/as membros ou instâncias de JDS.

Art. 208.- Todas as demais Coordenações funcionarão como espelho Paroquial de sua contraparte
Nacional, adaptando seus trabalhos à Paróquia.

Capítulo XX
Das Redes de JDS

Art. 209.-Las Redes de Jóvenes por la Democracia Social son el organismo de base en que se
reúne os/as membros do JDS e constitui o instrumento fundamental de ação e interação
com a sociedade e seu entorno. Este poderá se constituir com caráter territorial (por unidade comunitária),
funcional (por frentes sociais) o temático (por áreas de trabalho específico ou emergentes). Sua
a estrutura e o tamanho serão flexíveis, atendendo às condições em que se desenvolve
cotidianamente.

Art. 210.-Cada Rede de JDS elegerá um/uma dos seus membros para assumir as funções de
dirigir al grupo, representarlo ante las instancias Ejecutivas y Operativas de JDS y velar por el
efetivo desenvolvimento de seus objetivos. A estruturação das Redes de JDS é flexível, atendendo
as condições em que se desenrola cotidianamente.

Art. 211.-Os fins das Redes de JDS:


1. Estabelecer laços com a realidade social à qual responde, acolhendo as demandas,
aspirações e inquietações das pessoas.
2. Desenvolver políticas, propostas e ações destinadas a desenvolver e facilitar os objetivos
que se propôs, tendo em consideração o meio social em que está imerso,
incorporando os valores e princípios da Democracia Social.
3. Difundir os princípios da Democracia Social em sua área de influência.
4. Expressar e potencializar a criatividade e a capacidade de trabalho de seus membros.
5. Promover a integração, participação, comunicação e educação de seus membros.
6. Qualquer outro fim designado pelos Regulamentos da JDS que não contrarie o presente
Estatutos.

Art. 212.-Todas as Redes de JDS devem estar devidamente registradas junto à Coordenação de
Organização correspondente.

Art. 213.-Las Redes de JDS se regirán por estos Estatutos y el Reglamento Nacional de Redes de
JDS.

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TÍTULO III
Conexão e afiliação com forças e movimentos de jovens
Art. 214.-JDS es un movimiento de movimientos, que agrupa a otras organizaciones de carácter
juvenil que compartem os princípios e valores da Democracia Social. É uma plataforma comum
que permite o trabalho em rede para gerar mais espaços para o diálogo e para a realização de
atividades a favor da juventude venezuelana e do país.

Art. 215.- Poderão afiliar-se à JDS todos os grupos juvenis existentes no país que desejem, estejam
conformadas as mesmas de modo formal ou informal, ou seja, podem se afiliar aquelas
agrupaciones que tengan algún tipo de registro como asociaciones civiles, y también pueden
fazer isso para aqueles que estão na categoria de grupos organizados sem nenhum registro
específico, desde que não estejam afiliadas a nenhuma organização partidária.

Art. 216.- Poderão afiliar-se à JDS grupos desportivos, estudantis, culturais, ecologistas, de
egressados universitários (que não excedam 30 anos a maioria de seus membros), de temas
setoriais e gremiais, entre outros, que se identifiquem com os postulados da Democracia
Social.

Capítulo I
Procedimento de afiliação

Art. 217.-La afiliación es colectiva. Todos/as los/as miembros de la organización que solicite su
afiliación a JDS passam automaticamente a ser membros de JDS.

Art. 218.-No caso de que na agrupação juvenil afiliada se encontrem pessoas menores de 18 anos
años, su afiliación deberá ser doble: colectiva e individual para certificar que la afiliación se realiza
por vontade própria.

Art. 219.-Requisitos para a afiliação ao JDS:

1. Presentación de una carta por parte de la agrupación juvenil a la Directiva Nacional,


fazendo o pedido formal de incorporação, considerando nesta carta que tal
a agrupação juvenil se subscreve às condições estabelecidas nos estatutos e
regulamentos de JDS. Nos casos em que o grupo juvenil esteja formado por menos
de 12 estados, deverá fazer estas gestões perante cada uma das Direcções Estaduais.
2. Apoio da solicitação com um mínimo de 70% de seus membros ativos.
3. Una copia de la base de datos de la agrupación juvenil, en los términos que indique la
Coordenação Nacional de Organização.

Capítulo II
Formas de conexão

Art. 220.-A conexão ao JDS poderá ser feita de duas formas. A primeira refere-se à instância
nacional, expressa na Diretiva Nacional, uma vez enviada a solicitação, a instância avaliará sua
pertinência. Para que uma agrupação juvenil seja considerada como nacional, deverá ter
presença em pelo menos doze (12) estados do país.

Art. 221.- A segunda forma de conexão refere-se precisamente ao que foi indicado no artigo
220 em relação à presença que essa agrupação tenha. Caso esteja formada por menos
de doce (12) estados, a afiliação passará diretamente para cada uma das Direções Estaduais, as
cuales evaluarán la pertinencia de la solicitud.

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Art. 222.-Se uma agrupação juvenil apresentar seus requisitos à Diretiva Nacional e não tiver
presença nos doze estados correspondentes, essa instância encaminhará os pedidos de maneira
automática às diferentes Diretrizes Estaduais para que as mesmas avaliem o caso.

Art. 223.-Quanto à representação nas Diretrizes, serão feitas as incorporações


respetivas, uma vez cumpridos os requisitos e sendo aprovada a agrupação juvenil como
membro afiliado da JDS, no caso nacional, pelo Pleno Nacional, e nos casos Estaduais por
o Plenário Estadual correspondente.

Art. 224.-Uma vez aprovada a afiliação, a agrupação juvenil afiliada deverá designar um
representante para que forme parte de la Directiva Nacional con voz y voto. Para el caso estadal,
aplica exatamente o mesmo nas Diretrizes Estaduais Correspondentes.

Capítulo III
Áreas de colaboración

Art. 225.-As agrupações juvenis que estejam afiliadas ao JDS devem:


1. Participar ativamente nas atividades próprias da organização.
2. Apoiar na organização de eventos culturais, desportivos e políticos do JDS.
3. Fornecer informações para a elaboração dos cadastros eleitorais da organização.
4. Participar no voluntariado eleitoral que é gerado para os processos de consulta popular.

Art. 226.-JDS prestará apoio logístico e organizacional para as diferentes atividades que realizem
as agrupações juvenis afiliadas. Também fornecerá apoio para a execução de planos de
formación en los institutos de educación media y superior en diversos temas. Se procurará el
establecimiento de alianzas estratégicas para obtener recursos que le permitan a JDS y a sus
organizações afiliadas desenvolver seus planos de maneira eficaz e eficiente.

Art. 227.-As organizações afiliadas ao JDS têm o dever de coordenar esforços entre elas de
manera solidária, preferencial e respeitosa antes de agir em cada um de seus âmbitos, logrando
assim a unidade e força necessárias para ser mais eficientes em seu agir.

Capítulo IV
Direitos, Deveres e Disciplina

Art. 228.- Todas as agrupações afiliadas gozam dos mesmos direitos e deveres estabelecidos
nestes estatutos.

Art. 229.- As agrupações que decidirem fazer parte do JDS, assim como cada um/uma de seus
miembros, deberán someterse a los estatutos, normativas y reglamentos de JDS, y de igual
as disposições em matéria disciplinar serão aplicadas individualmente.

TITULO IV
Representantes na Administração e Poderes Públicos
Art. 230.-Os/as representantes de JDS que desempenhem funções na Administração Pública ou em
Poderes Públicos, se coordinarán con JDS para llevar la voz de la Organización en el ámbito de
sus competencias territoriales.

Art. 231.-JDS deverá garantir processos de consulta com a juventude, de maneira que as
as diretrizes do movimento devem responder às suas necessidades e não às necessidades particulares.

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Art. 232.-Os/as membros da JDS que ocupem cargos públicos deverão colaborar com as
finanzas del movimiento y deberán estar a disposición de cualquier miembro que desee consultar
algum aspecto de sua gestão.

TÍTULO V
Obtenção e Manejo de Recursos
Art. 233.- Recursos são definidos como recursos materiais e recursos financeiros.

Art. 234.- O princípio de obtenção e manejo de recursos é uma das garantias básicas para a
preservação do Princípio da Autonomia que caracteriza nossa organização. O princípio de
a transparência será a linha condutora base para a obtenção e o manejo de recursos. Se
promoverá o manejo eficiente dos mesmos emanado no princípio da descentralização.

Art. 235.-A obtenção de recursos de JDS será efetuada por meio de alianças estratégicas com
diferentes setores da sociedade.

Art. 236.-Tudo o que se refere a este tema será regido por um Regulamento Nacional de Recursos e
Finanças que incluirá:
1. Obtenção de recursos
2. Gestión y Uso
3. Rendición de cuentas
4. Temas derivados

TITULO VI
Disciplina, faltas e procedimentos
Art. 237.- Entende-se por disciplina partidária a observância consciente por parte do membro de
os princípios, estatutos, regulamentos, normas e resoluções da JDS, bem como observar uma
conduta ética consequente com a condição Democrata Social.

Art. 238.-O/a membro que faltar ao programa ou aos acordos de JDS, fizer declarações
públicas que possam deteriorar sua imagem, cometa atos notoriamente graves na disciplina,
lance calúnias ou insultos que transcendam os âmbitos internos da Organização contra
os/as companheiros/as ou de qualquer forma viole as obrigações que a todos/as os/as membros
imporá os presentes estatutos, será sancionado/a com as medidas correspondentes
disciplinares, que poderão abranger desde a suspensão temporária de seus direitos ou de sua
membresia, até a expulsão por certo tempo ou de forma permanente.

Capitulo I
Das Infrações

Art. 239.-São Infracções muito graves:


1. Ser sentenciado/a por a violação da Constituição da República Bolivariana de
Venezuela ou outra ordenação jurídica, desde que a sentença não seja originada
por motivos políticos.
2. A desobediência às instruções ou diretrizes que emanam das instâncias e órgãos
de decisão de JDS.
3. Toda manifestação ou declaração feita com publicidade, que incite ao descumprimento ou
desqualificação das decisões válidas e democraticamente adotadas pelas instâncias
e órgãos de decisão da JDS.

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4. Revelar a terceros cualquier acuerdo, resolución o decisión de JDS cuando se haya
acordado guardar segredo ou reserva sobre os mesmos.
5. Incorrer em qualquer forma de corrupção no exercício de cargos públicos ou do
movimento.
6. Atuar no exercício de cargos públicos de forma contrária aos Princípios e Valores
da Democracia Social.
7. A negativa reiterada a participar ou colaborar ativamente nas campanhas eleitorais, sem
causa justificada.
8. Incumprir os presentes Estatutos, bem como os Regulamentos e normas internas que os
desenvolvam.
9. Quem for sancionado por duas ou mais faltas graves.
10. Quienes cometan falta grave habiendo sido sancionados por resolución firme en los dos
años anteriores por otra falta grave.

Art. 240.-As infrações muito graves serão sancionadas nos seguintes termos:
1. Suspensión de afiliación de JDS por un período de tiempo entre 2 y 3 años.
2. Inabilitação para exercer cargos no seio do JDS ou em representação deste por
um período de tempo entre 2 e 3 anos.
3. Expulsión de JDS.

Art. 241.-As sanções previstas no artigo 240, incisos 1 e 2 não são excludentes entre si.

Art. 242.- São Infracções graves:


1. Propagar notícias por qualquer meio que desqualifiquem JDS, sejam desqualificativas da
mesma o de qualquer uma de suas instâncias e órgãos de decisão.
2. Realizar declarações e manifestações públicas em nome da JDS, que comprometam
politicamente à mesma, sem contar com a autorização expressa do Comitê Operativo que
corresponda em seus diferentes âmbitos.
3. Fazer abandono das funções que JDS lhe teria delegado, ou abandonar de forma
notória as mesmas em períodos eleitorais, sem razão justificada.
4. Suplantar ou atribuir-se cargos ou funções de qualquer classe ou natureza que não lhe
corresponda.
5. Qualquer manifestação pública oral ou escrita nos meios de comunicação, que
suponga descrédito, menosprecio o descalificación de cualquier afiliado de JDS.
6. Não assistir às reuniões convocadas pelos órgãos de JDS, durante seis meses, salvo
causa devidamente acreditada.
7. Assumir compromissos ou acordos de caráter político com outras formações políticas, ou
pessoas físicas ou jurídicas sem contar com a pré-autorização expressa das instâncias e
órgãos de decisão da JDS hierarquicamente superiores.
8. Ter sido sancionado/a por resolução firme nos dois anos anteriores pela prática de
dos o mais faltas leves.
9. Desobedecer as instruções ou diretrizes das instâncias e órgãos de decisão de
JDS, quando não constituir uma infração muito grave.

Art. 243.-As infrações graves serão sancionadas nos seguintes termos:


1. Suspensión de afiliación por un período de tiempo entre 1 y 2 años.
2. Inabilitação para exercer cargos no seio do JDS por um período de tempo entre 1
y 2 anos.

Art. 244.-Las sanciones previstas en el artículo 243 no son excluyentes entre sí.

Art. 245.-São Infracções leves:


1. Agir com negligência no exercício das funções que lhe foram atribuídas pela JDS.
2. A reiterada ausência nas reuniões da JDS a que for convocado, sem causa que o justifique.
justifique e que não implique infração grave do artigo 242, numeral 6.

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3. Alterar a ordem em qualquer reunião de JDS ou desatender as indicações de quem presidir as
mesmas relativas ao comportamento que deve ser mantido nas mesmas e em relação a
cualquier otro afiliado presente en la reunión.
4. Qualquer manifestação oral ou escrita que vá em descrédito ou menosprezo de outro
afiliado da JDS, que não constitua uma infração mais grave.

Art. 246.-As infrações leves serão sancionadas nos seguintes termos:


1. Suspensão de afiliação por um período de tempo compreendido entre um mês e um ano.
2. Inabilitação para desempenhar cargos no seio da JDS em representação da mesma por
igual período de tempo.
3. Amonestación verbal o escrita. 2 verbales conllevan a 1 escrita.

Art. 247.-Las sanciones previstas en el artículo 246, numerales 1 y 2 no son excluyentes entre sí.

Capítulo II
Da Graduação das Sanções e da Prescrição.

Art. 248.-As sanções previstas nos artigos anteriores poderão ser objeto de gradação
atendendo à gravidade das mesmas e tendo em conta as circunstâncias que ocorrem em
cada caso, que serão apreciados pelos Comitês de Disciplina de JDS.

Art. 249.- As infrações prescrevem:


Aos 2 anos e 6 meses as muito graves.
2. A 1 ano e 6 meses, as graves.
3. Aos 4 meses, as leves.

Art. 250.-Os prazos contar-se-ão a partir do momento em que a infração for cometida. O prazo de
a prescrição se interrompe desde o momento em que se iniciar contra o suposto infrator o
oportuno expediente disciplinar.

Titulo VII
Órgãos de Conciliação e Disciplina
Capitulo I
Dos Comitês de Conciliação

Art. 251.- Os Comitês de Conciliação têm como objetivo procurar a solução de conflitos e
controvérsias por meio da conciliação e seu propósito fundamental é garantir a convivência
pacífica dos/as membros da JDS.

Art. 252.- Os Comitês de Conciliação deverão ser regidos por princípios de convivência, companheirismo,
trabajo en equipo e institucionalidad democrática, proyectando los valores que existen o que JDS
considera que devem existir no sistema venezuelano de Justiça de Paz.

Art. 253.-Son competencias de los Comités de Conciliación:


1. Garantir os direitos individuais e coletivos reconhecidos pelos Estatutos da JDS a
os/as afiliados/as mediante a resolução dos recursos estabelecidos regulamentarmente.
2. Conhecer por via de conciliação de todos aqueles conflitos e controvérsias que os/as
interessados/as se apresentem, sem mais limitações do que as derivadas destes Estatutos.
3. Conhecer por meio da equidade de todos aqueles conflitos e controvérsias sobre fatos que
se derivam da participação em JDS e cujo conhecimento não tenha sido atribuído aos
Comités de Disciplina.
4. Conhecer sobre aqueles conflitos e controvérsias que qualquer uma das partes tenha
confiado para decidir com base no procedimento de equidade.

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5. Informar ao Plenário Municipal sobre as disputas ou conflitos surgidos entre membros,
afiliados/as e órgãos de JDS.

Art. 254.-O Comitê Municipal de Conciliação será composto por 3 membros nomeados/as em
Congresso Municipal. Esses 3 membros escolherão de seu âmbito um/a Coordenador/a e durarão três
anos em exercício, podendo ser reeleito apenas uma vez. Caso ocorra uma ou mais vagas
na Comissão Municipal de Conciliação no período compreendido entre os eventos sinalizados,
o Plenário Municipal poderá designar as suplências correspondentes, que assumirão com plenos
direitos para seu exercício até sua ratificação ou modificação no Congresso mais próximo
Municipal.

Art. 255.-Os Comitês Paroquiais de Conciliação contarão com 3 membros designados/as em


Congresso Paroquial. Uma vez designados/as os 3 membros, escolherão de seu seio um/a
Coordenador/a, durarão em seus cargos dois anos. No caso de ocorrer uma ou mais vagas em
esses Comités no período compreendido entre os eventos assinalados, uma Diretiva Paroquial
citada a tal efeito poderá designar as suplências correspondentes, que assumirão com plenos
direitos para seu exercício até o próximo Congresso Paroquial.

Art. 256.- O funcionamento dos Comitês de Conciliação, assim como os procedimentos


relacionados com este deverão ser regulamentados pelo Plenário Nacional, por iniciativa tanto de
Directiva Nacional como de Comitê Operativo Nacional, sem que tais normas contradigam estas
estatutos.

Art. 257.-Os requisitos específicos para ser membro de Comitês de Conciliação:


1. Cumplir los requisitos generales para ser Miembro de JDS.
2. Ter um (1) ano de associação ativa no mínimo, com experiência reconhecida, idoneidade,
capacidade para resolver conflitos e solidez moral e política.
3. Não ter sido sancionado/a pelo Comitê Nacional de Disciplina ou estar em processo de
sanção, nem ter sido destituído/a no período imediatamente anterior por abandono de
deveres.
4. No haber renunciado a cargo alguno al interior de la Organización en el periodo
imediatamente anterior.
[Link] haber sido condenado/a o encontrarse procesado/a o en calidad de imputado/a por los
Tribunais ordinários de Justiça, desde que o processo não seja originado por
motivos políticos.
6. Não ser membro da Comissão Eleitoral nem de qualquer Comitê de Disciplina.

Art. 258.-Os conflitos conhecidos por um Comitê Paroquial de Conciliação poderão ser revisados
uma única vez por Comitê Municipal de Conciliação a pedido de uma das partes interessadas. De
não sendo resolvido o conflito nestas instâncias, passará a ser revisado pelo Comitê Estadual de
Disciplina correspondiente.

Capítulo II
Dos Comités de Disciplina

Art. 259.-Os Comitês de Disciplina têm como objetivo zelar pela disciplina, entendendo por ela a
observância voluntária e consciente por parte dos membros da JDS dos princípios, estatutos,
regulamento, normas e resoluções do JDS.

Art. 260.-Os Comitês de Disciplina serão regidos por princípios de institucionalidade democrática,
projetando os valores que JDS considera que devem existir no sistema judicial e moral venezuelano.

Art. 261.-Os atos de indisciplina mencionados nestes Estatutos serão conhecidos e julgados
exclusivamente pelos Comités de Disciplina de JDS.

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Art. 262.-São competências dos Comitês de Disciplina:

1. Garantir os direitos individuais e coletivos reconhecidos pelos Estatutos de JDS a


os/as afiliados/as mediante a resolução dos recursos estabelecidos regulamentarmente.
2. Informar ao Pleno Nacional sobre as disputas ou conflitos surgidos entre os membros,
afiliados/as e órgãos de JDS.
3. Emitir pareceres não vinculativos a pedido dos diversos órgãos colegiados do JDS.
4. Interpretar os Estatutos, Regulamentos e Normas do JDS quando solicitado.
5. Conhecer as faltas leves, graves e muito graves dos/as membros, assim como qualquer outra
agressão à disciplina ou à institucionalidade de JDS, e emitir sanção de acordo com isso
estatutos e aos procedimentos estabelecidos neste e nos Regulamentos derivados.

Art. 263.-O Comitê Nacional de Disciplina será composto por 7 membros nomeados/as em
Congreso Nacional. Estos 7 miembros elegirán de su seno a un/a Presidente/a y un Secretario/a
de Atas, durarão três anos no cargo, podendo ser reeleitos uma única vez. Em caso de
produzir uma ou mais vagas na Comissão Nacional de Disciplina no período compreendido
entre os eventos sinalizados, o Plenário Nacional poderá designar as suplências correspondentes,
que assumirão com plenos direitos para seu exercício até sua ratificação ou modificação no mais
próximo Congreso Nacional.

Art. 264.- As decisões do Comitê Nacional de Disciplina devem ser tomadas com pelo menos 5
votos favorables de sus miembros, garantizando el derecho a la defensa y sustentando siempre
suas decisões por meio de provas fehacientes.

Art. 265.-Os Comitês Estaduais de Disciplina contarão com 5 membros designados/as em


Congresso Estadual. Uma vez designados os/as 5 membros escolherão de seu seio um/a Presidente/a
y un Secretario/a de Actas, duraran en sus cargos dos años. En caso de producirse una o más
vagas nesses Comitês no período compreendido entre os eventos mencionados, uma Plenária
O estado citado para tal efeito poderá designar as suplências correspondentes, que assumirão com
plenos direitos para seu exercício até o próximo Congresso Estadual.

Art. 266.-Las decisiones de los Comités Estadales de Disciplina deberán ser tomadas con al
menos 4 votos favoráveis de seus membros, garantindo o direito à defesa e sustentando
sempre suas decisões com provas irrefutáveis.

Art. 267.-O funcionamento dos Comitês de Disciplina, bem como os procedimentos


relacionados com este deverão ser Regulamentados pelo Pleno Nacional, por iniciativa tanto de
Directiva Nacional como de Comitê Operativo Nacional, sem que tais normas contrariem estes
estatutos.

Art. 268.-São requisitos específicos para ser membro do Comitê Estadual de Disciplina:
1. Cumprir os requisitos gerais para ser Membro do JDS.
2. Ter pelo menos três anos de associação ativa, com experiência reconhecida, idoneidade e
solvencia moral y política.
3. Não estar sancionado/a pelo Comitê Nacional de Disciplina ou em processo de Sanção.
não ter sido destituído/a no período imediatamente anterior por abandono de deveres.
4. Não ter renunciado a nenhum cargo dentro da Organização durante o período
imediatamente anterior.
5. Não ter sido condenado/a ou estar processado/a ou na qualidade de imputado/a pelos
Tribunais ordinários de Justiça, desde que o processo não seja originado por
motivos políticos.
6. Não ser membro de nenhuma Comissão Eleitoral.
7. Não ser Dirigente Comunal, membro da Diretiva Estadual ou do Comitê Nacional de
Disciplina de JDS.

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8. Não ser mandatário/a no aparelho do Estado ou funcionário público em cargo de confiança,
Governador/a, Vereador/a, Prefeito/a, ou Deputado/a.
9. Não ser Membro da Federação de Centros Universitários, Centros de Estudantes ou
Conselhos Universitários, de Faculdade ou Escola de qualquer universidade Venezuelana,
pública ou privada.
10. Não ser Membro de Centros ou Federações de Centros de Estudantes de Educação
mídia ou diversificada, pública ou privada.

Art. 269.-Son requisitos específicos para ser Miembro del Comité Nacional de Disciplina:
1. Cumprir os requisitos gerais para ser membro da JDS.
2. Tener tres años de membresía activa a lo menos, con reconocida experiencia, idoneidad y
solvencia moral y política.
3. Não estar sujeito/a a sanção por nenhum Comitê de Disciplina ou em processo de sanção, nem
ter sido destituído/a no período imediatamente anterior por abandono de deveres.
4. Não ter renunciado a nenhum cargo dentro da organização durante o período
imediatamente anterior.
5. Não ter sido condenado/a ou estar processado/a pelos Tribunais Ordinários de
Justiça, desde que o processo não seja originado por motivos políticos.
6. Não ser membro de Comissão Eleitoral Alguma.
7. Não ser Dirigente Comunal, membro da Diretoria Nacional ou de algum Comitê Estadual de
Disciplina de JDS.
8. Não ser mandatário/a no aparelho do Estado ou funcionário público em cargo de confiança,
Governador/a, Vereador/a, Prefeito/a, ou Deputado/a.
9. Não ser Membro da Federação de Centros Universitários, Centros de Estudantes ou
Consejos Universitarios, de Facultad o Escuela de cualquier universidad Venezolana,
pública ou privada.
10. Não ser Membro de Centros ou Federações de Centros de Estudantes de Educação
média ou diversificada, pública ou privada.

Art. 270.- As causas conhecidas e sentenciadas por um Comitê Estadual de Disciplina poderão ser
Revisadas uma única vez pelo Comitê Nacional de Disciplina a pedido de uma das partes
interessadas.

Disposições Adicionais.
Da Formalidade
Primeira: Para os efeitos destes Estatutos, entende-se por formal a notificação, solicitação ou
aceitação que se faz por escrito.

Dos meios alternativos de reunião


Segunda:Son medios alternativos de reunión: Internet, mediante programas y plataformas de
encontro, reunião, conversa ou contato virtual e dispositivos móveis em modo de conferência
oral ou escrita.

Terceira: Esses meios alternativos de reunião serão válidos apenas no caso dos Comitês
Operativos.

Quarta: Esses meios alternativos só podem ser utilizados para realizar reuniões informais e
não possuem nenhum caráter vinculativo, a menos que as decisões sejam tomadas por unanimidade
por toda a sua totalidade de membros.

Quinta:El/la Secretario/a Ejecutivo/a correspondiente incluirá un registro de las conversaciones y


decisões na ata da reunião ordinária imediatamente posterior a essa reunião por
meios alternativos.

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Dos Regulamentos e Normas Vigentes
Sexta: Todos os Regulamentos e Normas da Juventude de Um Novo Tempo serão mantidos
até serem modificadas por um Regulamento de igual ou superior hierarquia, desde que estes não
contradigan estos Estatutos. Las cláusulas o artículos que contradigan estos estatutos son nulos.

Sétima: Existirão Regulamentos e Normas Nacionais, Regionais, Estaduais e Municipais de


de acordo com as necessidades de cada instância. Nenhuma poderá contradizer o presente Estatuto ou
Regulamentos e Normas de Instâncias superiores.

Do Quórum
Octava: O quórum necessário para a instalação de reunião de qualquer instância de JDS é a
metade mais um de seus membros, salvo disposição em contrário estabelecida nestes estatutos ou em
os Regulamentos que, sem contradizê-los, sejam derivados do mesmo.

Da voz e voto nas Instâncias de Decisão, Direção, Coordenação e Ação


Novena: Todos/as os/as membros de Instâncias de Decisão, Direção, Coordenação e Ação
estabelecidos nestes estatutos têm direito a voz e voto na sua instância respectiva, salvo disposição
expresa en contrario.

Disposições Transitórias
Primera:Se autoriza al Pleno Nacional para aprobar los reglamentos necesarios para el desarrollo
dos presentes Estatutos.

Segunda:No se crearán Comités de Disciplina hasta que el Pleno Nacional Reglamente su


criação e Funcionamento, baseado nestes Estatutos. As funções e competências desta
a instância será assumida pela Diretiva Nacional até que o Pleno Nacional cumpra com isso
disposição.

Tercera:El Comité Operativo deberá, en los próximos 4 meses a partir de la aprobación de estos
Estatutos, aprobar:

- Reglamento Nacional de Comités Operativos de JDS


- Regulamento Nacional de Organização, Identificação e Registro
- Planilha de Afilição ao JDS

Quarta: O Comitê Operativo deverá, nos próximos 6 meses a partir da aprovação destes
Estatutos, propor para a sua aprovação na Direção Nacional:

- Regulamento Nacional de Diretrizes de JDS


- Regulamento Nacional de Afiliações ao JDS
- Regulamento Nacional de Redes de JDS
- Regulamento Nacional de Recursos e Finanças
- Manual de Identidade Organizacional

Quinta: O Comitê Operativo deverá, nos próximos 8 meses a partir da aprovação destes
Estatutos, propor para sua aprovação em Pleno Nacional:

- Reglamento Nacional Electoral de JDS


- Reglamento Nacional de Plenos de JDS
- Regulamento Nacional de Congressos de JDS
- Regulamento Nacional de Instâncias de Coordenação Regional
- Reglamento Nacional de Comités de Disciplina
- Regulamento Nacional de Comités de Conciliação
- Regulamento do Congresso Nacional de JDS

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Sexta: O Comitê Operativo Nacional de JDS será composto pelos/as membros da
Comissão Organizadora da Juventude de Um Novo Tempo que exerce as funções que
integran esta instância no momento da aprovação destes estatutos.

Sétima: O Comitê Operativo Nacional deverá nomear, em sua primeira reunião imediatamente
posterior à aprovação destes estatutos no Congresso Fundacional e com os ¾ partes de seus
integrantes, a 12 membros adicionais para conformar a Diretoria Nacional, a qual incorporará em
sua primeira reunião com os(as) membros do JDS eleitos para cargos de representação popular a nível
nacional (Poder Legislativo Nacional) e aos/as membros da JDS eleitos como Presidentes/as de
Federação de Centros Universitários ou como membros principais de Conselhos Universitários em
Universidades Autônomas ou qualquer instituição de Educação Superior pública ou privada presente
em 3 ou mais estados. Além disso, abrirá os processos de incorporação de Movimentos Afiliados de
acuerdo a lo establecido en estos estatutos.

Octava:Los/as miembros del Comité Operativo Nacional y los/as miembros de la Directiva


Nacional exercerão suas funções plenamente até o primeiro processo eleitoral interno.

Novena: Os demais Comitês Operativos do JDS serão compostos pelos/as membros da


Comissão Organizadora da Juventude de Um Novo Tempo em seu respectivo nível, com as
incorporações necessárias para ampliar o movimento de JDS. Cada um desses Comitês
Os operativos devidamente conformados deverão nomear, com as ¾ partes de seus integrantes, a
conformação das Diretrizes respectivas seguindo o mesmo procedimento que as estruturas
nacionais. Estas instâncias exercerão suas funções plenamente até o próximo processo eleitoral
interno.

Décima: Nos primeiros 4 anos de fundada a JDS, não será necessário ter três anos de filiação.
ativa para conformar os Comitês de Conciliação e Comitês de Disciplina.

Décima primeira: O Comitê Operativo Nacional garantirá a realização da primeira reunião de


as Instâncias de Coordenação Regional.

Décimosegunda:Hasta el primer proceso electoral interno no se tomará en cuenta el límite


máximo de idade para ser membro do JDS, gozando de todos os direitos.

Disposições Finais
Da Superioridade dos Estatutos
Primeira: O presente Estatuto é a Normativa máxima dentro da JDS. Todas as decisões,
Os regulamentos e normas do JDS derivarão deste e nenhuma ação do JDS nem de seus membros
podem contrariá-lo.

Da Reforma e Interpretação dos Estatutos


Segunda: O presente Estatuto de JDS só poderá ser reformado ou emendado pelo Congresso
Nacional com a aprovação de 2/3 de seus membros.

Terceira: A interpretação das disposições destes Estatutos será realizada em primeiro lugar
pelos Comités de Disciplina e, na sua falta, pela Diretiva Nacional de JDS.

Da Dissolução de JDS
Quarta: Jovens pela Democracia Social JDS poderá ser dissolvido apenas com o voto favorável do
90% dos/as membros do Congresso Nacional. Em caso de dissolução, os bens da JDS passarão
a ser propriedade do Partido Um Novo Tempo.

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Da Vigência dos Estatutos
Quinta: O presente Estatuto começará a vigorar a partir da sua aprovação em Plenário Nacional de
Juventude de Um Novo Tempo e será ratificado no Congresso Fundacional do JDS.

Aprovado em Caracas no Plenário Nacional da Juventude de Um Novo Tempo, aos 14 dias do


mês de Junho de 2008

A Diretiva Nacional

Freddy Guevara Cortez


Presidente

Alberto Alvarez López


Secretario General

Mayra Contreras
Secretaria Executiva

Anaís Plaza
Coordenadora de Organização

Viczuly Mejías
Coordenadora de Formação

Ricardo Martínez Osorio


Coordenador de Comunicações

Víctor Lovera
Coordenador de Assuntos Sociais

Alejandro Narváez
Conselheiro Universitário UCV
Coordenador de Assuntos Estudantis

Armando Armas
Coordenador de Assuntos Internacionais

Orlimar Aguilera
Coordenadora de Educação Superior

Carlos Rojas
Coordenador de Congresso Ideológico

Juan Guaidó
Coordenador de Estratégias Políticas

Ricardo Sánchez
Presidente FCU
Universidade Central da Venezuela

Liliana Guerrero
Presidenta FCU
Universidade dos Andes

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Os/as Presidentes, Secretários/as Gerais e Representantes Estaduais

Williams Toro
JDS Amazonas

Roberto Rojas
JDS Anzoátegui

Víctor Pérez
JDS Anzoátegui

Edwin Morales
JDS Apure

José Caricote
JDS Aragua

Martín Ríos
JDS Aragua

José Calderón
JDS Barinas

Juan González
JDS Barinas

Carlos Besón
JDS Bolívar

Lorent Saleh
JDS Carabobo

Luis Magalhães
JDS Carabobo

EnriqueSierra
JDS Caracas

DesireeZambrano
JDS Caracas

João Baptista
JDS Cojedes

Reny Abreu
JDS Cojedes

RicardoRomero
JDS Delta Amacuro

Alfredo Espinoza
JDS Falcón

Daniel González
JDS Falcón

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Calixto Seldeño
JDS Guarico

Héctor Terrero
JDS Guarico

Ricardo Febres
JDS Guarico

Humberto Peña
JDS Lara

Marielba Silva
JDS Lara

José Ramón Rangel


JDS Mérida

Carlos Paparoni
JDS Mérida

Adriana Luna
JDS Miranda

José Domingo Cruz


JDS Miranda

Liliana Zabala
JDS Monagas

Jacinto Febres
JDS Monagas

Stalin Vargas
JDS Nueva Esparta

Gustavo León
JDS Nova Esparta

María Elena Fonseca


JDS Portuguesa

Vasken Shamekian
JDS Portuguesa

Luis Guevara
JDS Sucre

Víctor Martínez
JDS Sucre Carúpano

Litzy Sotillet
JDS Sucre Cumaná

Orlymaira Aguache
JDS Sucre Cumaná

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Wilmer Pérez
JDS Táchira

Oswall Peña
JDS Trujillo

Rafael Graterol
JDS Trujillo

Oscar Ramírez
JDS Trujillo

Fernando León
JDS Vargas

Gabriel Camacho
JDS Yaracuy

Juiglimar Gil
JDS Yaracuy

Víctor Ruz
JDS Zulia

Andrés Hernández
JDS Zulia

Eduardo Fernández
JDS Zulia

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