Denio
de
Brieng
O
que
brieng?
Brief:
1.
adj.
breve,
curto.
Sin.
Short,
concise.
Ant.
Prolonged.
-
s.
sumrio,
resumo;
breve
apostlico.
-ly,
adv.
brevemente,
em
resumo.
(Great
DicHonary
English-Portuguese)
2.
Soma
de
conhecimentos
que
abrangem
a
situao
de
mercado
e
o
produto
ou
servio
em
relao
a
suas
caractersHcas
intrnsecas
aos
concorrentes
e
aos
objeHvos
gerais
da
empresa
e
do
plano
de
markeHng,
em
termos
de
venda
ou
imagem.
(Dicionrio
de
termos
de
markeHng)
Brieng
Resumo
de
uma
discusso;
so
os
pontos
a
discuHr.
Geralmente,
aquilo
que
o
cliente
transmite,
como
expresso
do
trabalho
que
necessita,
ao
contato
ou,
diretamente,
a
um
grupo
da
agncia.
Passagem
de
informaes
e
de
instrues
de
modo
ordenado,
fornecida
para
o
correto
desenvolvimento
de
uma
entrevista.
De
maneira
geral,
o
brieng
um
documento
que
o
prossional
de
markeHng
transmite
a
quem
vai
realizar
uma
campanha
publicitria
promocional,
de
relaes
pblicas
ou
uma
pesquisa
de
mercado.
(Dicionrio
de
termos
de
markeHng)
Resumo,
em
ingls.
Documento
contendo
a
descrio
da
situao
da
marca
ou
empresa,
seus
problemas,
oportunidades,
objeHvos
e
recursos
para
aHng-los.
Base
do
processo
de
planejamento.
(Propaganda
de
A
a
Z)
o
resumo
de
uma
discusso.
So
os
pontos
a
discuHr.
Geralmente
aquilo
que
o
cliente
transmite,
como
expresso
do
trabalho
que
necessita,
ao
Contato
ou,
diretamente,
a
um
grupo
da
agncia.
(Propaganda:
tcnica
da
comunicao
industrial
e
comercial)
Conceito
de
Brieng
e
sua
essncia
Chama-se
brieng
s
informaes
preliminares
contendo
todas
as
instrues
que
o
cliente
fornece
agncia
para
orientar
os
seus
trabalhos.
baseado
nele
e
completado
com
as
informaes
de
pesquisas
que
se
esboa
o
planejamento
do
trabalho.
O
brieng
uma
fase
completa
de
estudos
e
deve
conter
as
informaes
a
respeito
do
produto,
do
mercado,
do
consumidor,
da
empresa
e
os
objeHvos
do
cliente.
(Sant'anna,
1989:
109)
Um
resumo,
com
indicaes
precisas
do
que
pretende
(o
cliente).
(...)
a
hora
da
verdade.
Nada
pode
ser
omiHdo.
Se
houver
pesquisa
sobre
o
produto,
ela
deve
ser
apresentada
agncia,
por
mais
reservada
que
seja.
nesta
fase
que
o
produto
dissecado
completamente.
(...)
O
brieng
,
assim,
o
primeiro
passo
nesta
fase
de
elaborao
da
campanha.
Mas,
evidentemente,
ele
no
encerra
essa
fase
inicial.
(...)
Junto
com
o
brieng
-
e
consHtuindo,
sem
dvida,
sua
espinha
dorsal
-
temos
o
estudo
do
mercado.
(Cabral,
1980:
Atlas)
Conceito
de
Brieng
e
sua
essncia
Em
seu
conceito
mais
simples
e
direto,
brieng
signica
a
passagem
de
informao
de
uma
pessoa
para
outra,
especialmente
do
anunciante
para
o
execuHvo
de
atendimento
e
deste
para
os
demais
prossionais
envolvidos
no
processo.
baseado
nele
e
completado
com
as
informaes
de
pesquisas
que
se
esboa
o
planejamento.
O
brieng
uma
fase
completa
de
estudos
e
deve
conter
as
informaes
a
respeito
do
produto,
do
mercado,
do
consumidor,
da
empresa
e
os
objeHvos
do
cliente.
(Sampaio,
1997:
206)
A
palavra
brieng
vem
do
ingls,
do
verbo
brief
que
signica
resumir,
fazer
a
apresentao
sumariada
de
alguma
coisa.
(Freitas,
1997:
121)
Apesar
dos
aspectos
de
resumo
das
informaes
de
uma
empresa,
o
brieng
deve
conter
informaes
relevantes
e
adequadas
aHvidade
a
que
est
sendo
desHnado.
(Bertomeu,
2002:
30)
Finalidade
do
Brieng
O
propsito
do
brieng
pode
ser
estabelecido
como
uma
forma
de
organizar
a
passagem
da
informao
certa,
das
pessoas
certas
para
outras
pessoas
certas,
na
hora
certa,
da
maneira
certa
e
pelo
custo
certo.
(Sampaio,
1997:
208)
Finalidade
do
Brieng
O
brieng
serve
para...
Encontrar
e
sistemaHzar
a
informao:
reunir
as
informaes
necessrias
para
a
ao
publicitria,
de
markeHng,
de
design,
pois
estas
esto
dispersas,
parte
no
cliente,
parte
no
mercado,
parte
na
pesquisa,
etc.
Conforme
disse
o
publicitrio
Stalimir
Vieira,
preciso
clareza
para
trabalhar
com
ecincia.
Trabalhar
sem
informao
precisa
e
organizada
,
mais
ou
menos,
como
entrar
em
campo,
no
meio
de
uma
parHda
de
futebol,
sem
saber
qual
o
seu
Hme:
voc
pode
ser
um
craque
com
a
bola
nos
ps,
mas
estar
sempre
sujeito
a
fazer
maravilhosos
gols...
contra.
Organizar
e
disponibilizar
as
informaes
certas
para
a
equipe
envolvida
no
trabalho.
O
brieng
serve
como
um
centralizador
lsico
dessas
informaes.
Inspirar
e
alimentar
idias
e
solues
criaHvas:
a
criao
pode
e
deve
uHlizar
as
informaes
do
brieng
como
inspirao
criaHva,
atravs,
por
exemplo,
de
associao
de
idias
(brainstorm).
Direcionar
e
delimitar
o
trabalho:
sem
uma
trilha
denida,
o
planejamento
e
principalmente
a
criao
podem
desviar-se
do
problema
e
objeHvo
de
comunicao
do
cliente.
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
tcnicas
e
fatores
a
considerar.
Saber
elaborar
e
analisar
briengs
requisito
fundamental
ao
prossional
de
atendimento.
Sua
competncia
nessa
tarefa
-
muitas
vezes
-
decisiva
para
o
sucesso
de
um
projeto.
Alm
do
domnio
de
tcnicas
bsicas
de
elaborao
de
briengs,
importante
tambm
possuir
conhecimentos
gerais
da
prosso,
conhecer
bem
o
produto
e
o
mercado
do
cliente,
ter
viso
crHca
e
estratgica.
Entre
o
roteiro
e
o
brieng,
existe
um
elemento
fundamental:
o
atendimento.
Sua
maior
ou
menor
competncia
nesta
tarefa
inuenciar
e
afetar
as
etapas
seguintes
do
trabalho.
Desta
forma,
ao
elaborar
um
brieng,
devem
ser
considerados
os
seguintes
fatores:
Elaborar
um
brieng
parece
simples
e
quando
se
trata
de
um
job
ou
campanha
menos
elaborada.
Nesse
caso
so
menos
complexas
as
informaes
e
dados
a
considerar
para
a
execuo
do
trabalho.
Contudo,
em
trabalhos
maiores,
quando
so
mais
complexas
as
informaes
a
serem
consideradas
para
a
elaborao
de
um
plano
de
comunicao
ou
de
markeHng,
maior
a
diculdade
e
responsabilidade
do
brieng
e,
portanto,
maior
a
necessidade
de
um
procedimento
correto
em
sua
elaborao
e
anlise;
Desta
forma,
o
que
parece
ser
uma
coisa
muito
simples
-
fazer
um
brieng
bom
e
correto
-
na
verdade
no
to
simples
quanto
parece,
em
muitos
casos
(Sampaio,
1997:
207);
O
brieng
e
o
planejamento
so
inseparveis.
Mais
do
que
um
processo
seqencial,
so
faces
da
mesma
moeda.
No
momento
em
que
comea
a
invesHgao
do
problema,
tambm
comea
o
processo
de
planejamento
(Sampaio,
1997:
207);
O
brieng
deve
ser
um
dilogo
-
um
vaivm
-
conpnuo
entre
o
anunciante
e
a
agncia
(Sampaio,
1997:
214);
Em
geral,
o
departamento
de
markeHng
do
cliente-anunciante
deve
ser
responsvel
por
tornar
acessveis
as
informaes
agncia,
para
a
obteno
dos
dados
necessrios
(Sampaio,
1997:
214);
O
uso
de
mtodos
racionais
na
elaborao
do
brieng
vlido
e
necessrio.
Contudo,
apoiar-se
exclusivamente
nos
aspectos
formais
do
brieng
(papis,
memorandos
e
relatrios),
subjulgando
a
importncia
do
contato
pessoal,
viso
estratgica
e
quesHonamento
das
informaes
conHdas
no
brieng,
uma
maneira
falha
de
conduzir
o
trabalho,
podendo
levar
ao
desperdcio
de
tempo,
engessamento
das
informaes,
perda
de
informaes
relevantes,
obHdas
pelo
mtodo
informal,
podendo
levar,
inclusive,
a
equvocos
na
interpretao
das
informaes,
fato
que
comprometer
todo
o
trabalho
que
seguir.
Nada
ajuda
mais
do
que
um
bom
brieng.
Nada
atrapalha
mais
do
que
um
mau
brieng.
Ele
o
pavimento
por
onde
a
criao
vai
trafegar.
uma
estrada.
Quanto
mais
bem
sinalizada,
mas
rpido
e
em
segurana
chegaremos
a
nosso
desHno.
Quanto
menos
sinalizada
e
mais
esburacada,
menores
sero
as
chances
de
chegar
a
algum
lugar,
alm
de
corrermos
o
risco
de
cair
num
abismo
(Vieira,
1999:
48);
Briengs,
no
modelo
prato-feito,
criam
o
perigo
de
eliminar
um
ingrediente
indispensvel
no
preparo
de
qualquer
bom
plano
de
comunicao:
a
verdade
(Ribeiro,
1994:
195);
As
verdades
dos
briengs
no
so
originais.
So
interpretadas.
A
obrigao
da
agncia
procurar
conhecer
a
verdade
pura
para
poder
enriquecer
a
compreenso
dos
problemas.
(...)
s
vezes
o
processo
complicado.
(...)
da
maior
importncia
conversar
com
o
pblico
interno
da
prpria
empresa.
Vendedores,
representantes,
gerentes,
diretores,
o
responsvel
pela
fbrica.
Visitas
fbrica
trazem
muitas
vezes
informaes
surpreendentes
para
a
criao
de
campanhas
(Ribeiro,
1994:
195);
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
o
que
no
fazer
-
erros
comuns.
NO
seja
formal
demais.
Entre
o
roteiro
e
o
brieng,
existe
um
elemento
fundamental:
o
atendimento.
Por
isso,
um
equvoco
apoiar-se
exclusivamente
nos
aspectos
formais
do
brieng
(papis,
memorandos
e
relatrios),
subjulgando
a
importncia
do
contato
pessoal,
viso
estratgica
e
o
quesHonamento
das
informaes
conHdas
no
brieng.
NO
seja
apenas
um
receptor
de
informaes.
O
prossional
de
atendimento
no
deve
ter
uma
postura
passiva,
ser
um
moo
de
recados,
ou
seja,
ser
apenas
um
receptor
das
informaos
recebidas
atravs
do
brieng.
Deve
sim,
adotar
uma
postura
crHca,
pro-aHva
e
co-parHcipaHva
no
processo.
A
no
observncia
desse
critrio
pode
levar
ao
desperdcio
de
tempo,
perda
de
informaes
relevantes
obHdas
pelo
mtodo
informal,
podendo
levar,
inclusive,
a
equvocos
na
interpretao
das
informaes,
fato
que
comprometer
todo
o
trabalho
que
seguir.
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
o
que
no
fazer
-
erros
comuns.
NO
que
preso
ao
roteiro.
O
roteiro
de
brieng
apenas
um
guia,
e
no
uma
camisa-defora.
Se
oportuno,
acrescente,
exclua
ou
modique
perguntas
previamente
elaboradas.
Deixe
uma
folga
para
mudanas
de
curso
no
decorrer
das
dicusses.
Embora
os
procedimentos
de
elaborao
de
briengs
sejam
constantes,
devem
ser
adaptados
s
diferentes
circunstncias.
NO
d
informaes
demais
nem
de
menos.
Seja
to
curto
quanto
possvel,
mas
to
longo
quanto
necessrio.
Como
disse
Sampaio,
O
brieng
deve
conter
todas
as
informaes
relevantes
e
nenhuma
que
no
seja.
Um
brieng
muito
grande,
por
exemplo,
ruim
no
apenas
porque
extenso
em
demasia,
mas
principalmente
porque
no
seleHvo
e
sem
seleo
todo
o
processo
acaba
cando
dispersivo.
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
o
que
no
fazer
-
erros
comuns.
NO
seja
excessivamente
tcnico.
Um
brieng
demasiadamente
sistemaHzado
transforma
o
instrumento
em
si
em
algo
mais
importante
do
que
a
informao
que
ele
deve
transmiHr.
(...)
O
problema
de
um
brieng
muito
dogmHco
que
ele
estrangula
a
criaHvidade
das
pessoas
e
traz
o
desnimo
ao
processo.
NO
perca
o
foco.
O
brieng
deve
expressar
claramente
o
objeHvo
de
comunicao
do
cliente.
Como
disse
Stalimir
Vieira,
um
brieng
deve
responder
claramente
pergunta:
o
que
voc
quer?
Se
no
responder,
no
est
completo.
No
tem
foco.
(...)
Tudo
o
que
est
nele,
pouco
ou
muito,
deve
conduzir
a
um
foco
principal,
a
um
objeHvo
clarssimo.
Se
esse
objeHvo
no
for
absolutamente
perceppvel,
pare:
h
um
problema
com
ele
ou
com
voc.
Tentar
sair
criando
uma
campanha
sem
quesHonar
seriamente
o
brieng
a
respeito
do
que
ele
quer
como
levantar
vo
sem
ter
checado
os
instrumentos
do
avio.
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
dicas
de
procedimentos.
Obtenha
as
informaes
de
brieng
das
pessoas
certas,
aquelas
que
podem
transmiHr
e
receber
informaes
em
profundidade
e
que
tenham
autoridade
para
tomar
decises.
Organize
o
menor
nmero
possvel
de
reunies
e
planeje
para
que
no
se
prolonguem
muito.
Quem
presidir
ou
coordenar
as
reunies,
deve
controlar
isso.
Programe
para
que
a
parHcipao
de
cada
integrante
seja
realmente
necessria
jusHcando
o
custo
de
seu
tempo
e
as
despesas
gerais.
As
pequenas
reunies
so
normalmente
mais
produHvas
e
mais
objeHvas
do
que
as
grandes.
Associe
o
brieng
ao
planejamento
desde
o
incio.
O
brieng
parte
do
processo
de
planejamento.
Ambos
so
conpnuos.
O
propsito
de
ambos
denir
os
objeHvos
claros
da
propaganda
e
traar
estratgias
ecazes
para
aHng-los.
Tcnicas
de
Brieng
Como
elaborar
briengs
ecazes:
dicas
de
procedimentos.
Verique
se
o
procedimento
adotado
adequado
s
necessidades
do
trabalho
especco.
Use
a
simplicidade
sempre
que
for
possvel.
Por
outro
lado,
para
objeHvos
maiores,
mtodos
de
brieng
mais
complexos
e
abrangentes
podem
economizar
tempo
e
dinheiro
a
longo
prazo.
Dirija
seus
esforos
para
um
mix
correto
entre
brieng
oral
e
escrito.
Muito
papel
tende
a
confundir.
Mas
um
documento
de
referncia
conciso,
demonstrando
os
objeHvos
da
propaganda,
os
principais
pontos
do
produto
e
uma
avaliao
do
mercado
necessrio
para
comear.
Mantenha
as
reunies
to
curtas
quanto
possvel.
Depois
de
uma
sesso
preliminar
geral,
briengs
especcos
para
grupos
especializados
da
agncia
so
recomendados.
Controle
a
tendncia
que
algumas
agncias
tm
de
convocar
muitas
pessoas
para
reunies.
Quando
for
vivel
e
Hl,
coloque
o
pessoal
da
agncia
em
contato
direto
com
os
vendedores,
distribuidores,
compradores
e
operadores
da
sua
empresa.
A
empresa
anunciante
deve
facilitar
e
a
agncia
deve
pedir
isso.
Roteiros
de
Brieng
Conhea
alguns
modelos
de
roteiros
de
brieng.
Basicamente,
o
roteiro
de
brieng
deve
levantar
informaes
sobre:
Produto
(ou
Servio)
Mercado
Consumidores
ObjeHvos
Estratgia
a)
Produto
-Nome;
categoria;
local
de
uso.
-Embalagens
(Hpos,
pesos,
contedo,
sabores
etc.).
-Formas
de
uso/consumo,
por
escala
de
importncia
e
sazonalidade.
-Preos
aos
canais
de
distribuio
e
ao
consumidor.
-Composio
industrial/matrias-primas.
-Qual
a
imagem
do
produto
no
mercado?
-Quais
as
principais
caractersHcas
diferenciadoras
em
relao
concorrncia?
-Quais
os
principais
pontos
posiHvos
e
negaHvos
deste
produto?
-Outras
inuncias
ambientais,
culturais,
religiosas,
geogrcas
etc.
b)
Mercado
-Qual
o
tamanho
do
mercado
(volume
por
embalagens
e
R$)?
-Quais
os
principais
mercados
(reas,
regies,
estados
etc.)?
-Qual
a
parHcipao
do
produto
neste
mercado
(volume
e
R$)?
-Qual
a
evoluo
deste
mercado?
Qual
a
sazonalidade?
c)
Consumidor
-Dena
quem
consome/usa
o
produto,
por
sexo,
classe
social,
faixa
etria,
escolaridade,
estado
civil
e
ocupao
prossional.
-Dena
hbitos
e
aHtudes
dos
consumidores
em
relao
ao
produto,
tais
como
periodicidade
de
compras,
quanHdades
compradas,
preferncias
etc.
-Descreva
inuncias
ambientais
e
culturais
a
que
o
consumidor
esteja
exposto.
-Quem
compra
o
produto
e
onde
compra?
-Quem
decide
a
compra
do
produto
e,
normalmente,
como
ela
feita?
d)
Distribuio
-Quais
os
canais
uHlizados,
quantos
so,
e
qual
a
percentagem
de
parHcipao
do
canal?
-O
que
pode
ser
feito
no
senHdo
de
que
esta
distribuio
possa
ser
melhorada
(novos
pontos
de
vendas,
outros
canais,
mais
espao
nos
canais
atuais
etc.).
-Existem
restries
legais,
Hcas
ou
polHcas
para
que
esta
distribuio
seja
melhorada?
e)
Preos
-Quais
os
preos
do
produto
e
sua
relao
com
a
concorrncia
(baixos,
normais,
altos
etc.)?
-Existem
restries
legais
para
se
estabelecer
o
preo?
-Se
no
existem
restries
legais,
comente
a
polHca
de
preos
para
este
produto
(critrios
uHlizados).
-Qual
a
reao
do
consumidor
em
relao
ao
preo
deste
produto?
f)
Razes
de
compra
do
produto
-As
razes
de
compra
so
racionais
ou
emocionais?
-Por
que
o
consumidor
compra?
Quais
os
benelcios
que
o
consumidor
espera
deste
produto?
g)
Concorrncia
-
Dena
os
principais
concorrentes
diretos,
produtos
e
fabricante.
-Quais
os
preos
praHcados
pelos
concorrentes?
-Qual
a
polHca
de
vendas
praHcada
pelos
concorrentes,
como
descontos
especiais,
bonicaes,
prazos
de
pagamento
etc.?
-Pontos
posiHvos
e
negaHvos
dos
produtos
concorrentes.
-Comente
os
produtos/servios
concorrentes
indiretos,
sua
inuncia
sobre
o
mercado
e
produto.
-Comente
as
principais
campanhas
de
propaganda
dos
concorrentes.
-Comente
a
atuao
da
concorrncia
na
rea
de
merchandising
e
promoes
(peas,
temas,
presena,
atuaao,
recepHvidade
junto
ao
pblico
e
junto
ao
comerciante
etc.).
h)
Pesquisas
-Que
Hpo
de
pesquisas
so/foram
realizadas
para
este
produto?
D
os
principais
resultados.
i)
ObjeHvos
de
mercado
-Dena
os
objeHvos
de
mercado
para
este
produto/servio:
as
vendas
devem
aumentar
em
X%;
devemos
aumentar
nossa
parHcipao
atual
para
X%.
J)
ObjeHvos
de
comunicao
-
Dena
os
objeHvos
de
comunicao
para
este
produto/servio:
X
pessoas
devem
passar
a
conhecer
o
nosso
produto;
X
pessoas
devem
conhecer
o
benelcio
tal
de
nosso
produto;
X%
do
mercado
deve
ser
levado
a
uma
aHtude
favorvel
de
compra
para
o
nosso
produto;
devemos
elevar
o
status
de
nosso
produto
etc.
l)
Contedo
bsico
da
comunicao
-Qual
o
contedo
bsico
que
as
peas
devem
transmiHr?
-Quais
os
pontos
posiHvos
do
produto
que
devem
ser
ressaltados
como
benelcios
secundrios?
Quais
os
pontos
negaHvos
que
devem
ser
evitados?
m)
Mdia
-Quais
os
meios
recomendados?
Qual
a
verba
de
veiculao?
Quais
os
perodos
de
veiculao?
Quais
as
praas
que
devem
ter
mdia?
n)
Promoo
e
merchandising
-Quais
as
peas
que
devem
ser
desenvolvidas,
respecHvas
quanHdades
e
tamanhos?
Qual
a
verba
desHnada
para
estas
duas
aHvidades.
*
Roteiro
desenvolvido
pelo
Grupo
de
Atendimento
1)
O
que
o
produto?
2)
Para
que
serve?
3)
Se
falasse,
o
que
o
produto
diria
de
si?
4)
unico
na
sua
linha?
Ser
complementado
com
outros
produtos?
5)
Qual
o
tempo
de
vida
previsto?
6)
Quais
as
melhorias
que
sero
acrescentadas
ao
produto
e
em
que
perodo?
7)
Que
necessidades
objeHvas
o
produto
vai
saHsfazer?
8)
Que
necessidades
subjeHvas
ele
vai
atender?
9)
Por
que
foi
produzido?
10)
rentbil?
11)
O
produto
surgiu
para
resolver
um
problema
de
estoque
da
empresa?
Para
aproveitar
subproduto?
Depende
de
matria-prima
importada?
12)
Qual
o
volume
da
produo?
Em
que
proporo
crescer,
ou
decrescer,
esse
volume?
13)
O
que
se
deve
acrescentar
ao
produto
para
sua
compreenso
pelo
consumidor?
Necessita
instrues
para
seu
uso?
14)
A
que
faixa
do
mercado
se
dirige?
15)
H
necessidade
evidente
e
clara
do
produto?
16)
Ou
h
apenas
necessidade
latente
que
deve
ser
despertada?
17)
preciso
educar
o
consumidor
para
us-lo?
18)
Existe
uma
rede
de
distribuio?
Ou
preciso
form-la?
19)
Como
o
produto
ser
recebido
na
rede
de
revenda?
J
houve
consultas?
Qual
a
reao?
20)
H
concorrentes?
Quais
so
os
produtos
concorrentes?
21)
Em
que
este
produto
se
diferencia
dos
concorrentes?
22)
Que
faHa
do
mercado
o
cliente
pretende
obter
e
em
que
tempo?
23)
Como
est
o
treinamento
dos
vendedores?
24)
Existe
data
prevista
para
lanamento
do
produto?
etc.
Produto
ou
Servio
-Nome;
descrio;
propriedades;
histrico;
aparncia
lsica;
embalagem.
-Preo
e
tendncia
(aumento,
estabilizao,
reduo).
-Custo
x
benelcio.
-Vantagens
(nica,
principal
e
secundria);
Desvantagens
(e
efeitos
colaterais).
-Como
usado
(local
e
forma);
frequncia
de
uso.
-Local
de
fabricao;
capacidade
de
produo
;disponibilidade
(no
presente
e
no
futuro).
-Concorrentes;
vantagens/desvantagens
relaHvas
aos
concorrentes.
-Diferencial
compeHHvo.
-Imagem
de
marca.
O
Mercado
-Canal(is)
de
venda
(da
categoria).
-Importncia
relaHva
(se
vendido
em
mais
de
um
canal).
-Como
se
vende
o
produto
(unidades,
pacotes,
grandes
quanHdades,
varejo
tradicional,
auto-servio,
distribuidores
exclusivos,
revendas
etc.)
ou
se
presta
o
servio
(direta
ou
indiretamente,
de
forma
centralizada
ou
descentralizada,
pessoalmente,
via
telefone,
Internet
etc.).
-Tamanho
do
mercado
(em
volume
e
valor):
presente
e
potencial.
-Inuncia
do
atacado
e
do
varejo.
-Tendncia
das
vendas:
do
produto
ou
servio;
da
categoria;
do
mercado
total.
-Inuncias:
regionais
(geogrcas);
sazonais;
demogrcas
(raa,
sexo,
idade,
prosses
etc.).
-Distribuio;
aHtudes
dos
distribuidores
(atacado
e
varejo).
-Inuncia
da
fora
de
vendas
(para
a
rede
de
Distribuio
e
para
o
consumidor).
-Efeitos
da
propaganda
(promoo,
merchandising
etc.)
no
mercado.
-InvesHmentos
em
Comunicao
(total
no
mercado).
-Concorrncia:
-
ParHcipao
e
tendncias
de
evoluo
do
market
share
(quanto
cada
empresa/marca
vende).
-
Grau
de
organizao
(de
cada
concorrente).
-
ParHcipao
no
share-of-voice
(quando
cada
empresa/marca
aparece
no
mercado
atravs
da
propaganda
e
outras
formas
de
comunicao).
-
Estratgias
de
markeHng
dos
principais
concorrentes.
-
ObjeHvos
(percebidos)
da
propaganda
(promoo,
RP,
merchandising
etc.)
dos
principais
concorrentes.
-
Imagem
dos
principais
concorrentes.
-Pesquisas:
disponveis;
regulares
(que
podem
ser
compradas);
Ad
Hoc
(que
podem
serencomendadas).
O
Consumidor
-Compradores:
do
produto/servio;
da
concorrncia;
potenciais.
-Ocupao/prosso;
posio
social
e
cultural.
-QuanHdade.
-Localizao
(onde
eles
moram,
trabalham,
passeiam
etc.)
-Grupo
de
idade;
sexo;
nvel
de
renda;
nvel
de
escolaridade.
-Segmentao
psicodemogrca.
-Decisores
da
compra:
formais
e/ou
informais
-Inuenciadores
da
compra:
dentro
da
casa/empresa;
fora
da
casa/empresa.
-Necessidade
do
produto/servio
(para
o
consumidor).
-AHtudes
do
consumidor
(para
o
produto
e
seus
concorrentes)
com
relao
a:
preo;
quanHdade;
uHlidade;
convenincia.
AHtudes
subconscientes.
-Grau
de
conscienHzao
sobre
o
produto.
-Hbitos
de
compra/uso.
Principais
razes
de
compra/uso
(racionais
e
emocionais).
Bibliograa:
BERTOMEU,
Joo
Vicente
Cegato.
Criao
na
propaganda
impressa.
So
Paulo:
Futura,
2002.
CABRAL,
Plnio.
Propaganda:
tcnica
da
comunicao
industrial
e
comercial.
So
Paulo:
Atlas,
1980.
MOREIRA,
Jlio
Csar
Tavares.
Dicionrio
de
termos
de
markeHng:
denies,
conceitos
e
palavras- chaves
de
markeHng,
propaganda,
pesquisa,
comercializao,
comunicao
e
outras
reas
correlatas
a
estas
aHvidades.
So
Paulo:
Atlas,
1996.
PINHO,
J.B.
Comunicao
em
markeHng:
princpios
da
comunicao
mercadolgica.
So
Paulo:
Papirus,
1988.
RIBEIRO,
Jlio.
Fazer
acontecer.
So
Paulo:
Cultura,
1994.
RIBEIRO,
Jlio
et
al.
Tudo
que
voc
queria
saber
sobre
propaganda
e
ningum
teve
pacincia
para
explicar.
So
Paulo:
Atlas,
1989.
SAMPAIO,
Rafael.
Propaganda
de
A
a
Z:
como
usar
a
propaganda
para
construir
marcas
e
empresas
de
sucesso.
Rio
de
Janeiro:
Campus,
1997.
SANTANNA,
A.
Propaganda:
teoria,
tcnica
e
prHca.
So
Paulo:
Pioneira,
1996.
VIEIRA,
Stalimir.
Raciocnio
CriaHvo
na
publicidade:
uma
proposta.
So
Paulo:
Loyola,
1999.