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Nomenclatura Naval

O documento é um glossário de terminologia naval, apresentando definições e descrições de diversos termos técnicos utilizados na engenharia naval. Inclui informações sobre associações profissionais, estruturas de embarcações e conceitos fundamentais relacionados à navegação e construção naval. O conteúdo é organizado em um formato de índice, facilitando a localização dos termos abordados.
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Nomenclatura Naval

O documento é um glossário de terminologia naval, apresentando definições e descrições de diversos termos técnicos utilizados na engenharia naval. Inclui informações sobre associações profissionais, estruturas de embarcações e conceitos fundamentais relacionados à navegação e construção naval. O conteúdo é organizado em um formato de índice, facilitando a localização dos termos abordados.
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FACULDADE DE CIÊNCIAS DA ENGENHARIA

TALLER DE TECNOLOGIA NAVAL I

NOMENCLATURA
NAVAL
INDICE:
Achique 2 Imbornales 14
AINE 2 IMO 14
Alcázar 2 Lastre 14
Amura 3 Limera 14
Aletas 3 Longitudinais 15
Arbotantes 3 Lumbrera 15
Arqueo 3 Máquinas auxiliares 15
Babor 4 Máquina principal 15
Bao 4 Palmejares 16
Barraganete 4 Pantoque 16
Bimini 5 Peso morto 16
Bocina 5 Pé de roda 16
Borda 5 Pique de proa 17
Bovedilla 5 Portalão 17
Brazola 5 Púlpito 17
Bulárcama 5 Ponte de governo 17
Bulbo 6 Puntal de arqueo 17
Calado em rosca 6 Puntal de cuaderna 17
Calado máximo 6 Quilla 18
Calado médio 6 Quilhas de rolido 18
Candeeiros 6 Quillote 18
Carel 6 Regala 18
Cartela 7 Roda 19
Castelo 7 Sala de máquinas 19
MOEDA 7 Sentina 19
Contra sobre quilla 7 SNAME 19
Contra roda 7 Sobrequilla 20
Cuaderna 8 SOLAS 20
Cubiertas de Francobordo 8 Sonda 20
Descanso do eixo 8 Tajamar 21
Deslocamento 8 Tambuchos 21
Deslocamento em rosca 8 Timão 21
Desplazamiento máximo 9 Toldillas 21
DIRECTEMAR 9 Trancanil 21
Doble fundo 9 TRB 22
Dormindo de popa 9 TRG 22
Durmientes 10 Teve codante 22
Eixo da hélice 10 Túnel do eixo 22
Entrepuente 10 Varengas 23
Escala de gato 10 Verduguete 24
Escala real 11
Escotilha 11
Estanco 11
Estanco, compartimento 11
Eslora 11
Estribor 12
Exponente de carga 12
Faja exponente de carga 12
Falca 12
Francobordo 12
Gambota 13
Guinda 13
Hélice 13
IACS 13

1
Terminologia

A
Atraente:
Consiste em um sistema de sucção que permite bombear a água que se acumulou em
una zona del buque, producto de una avería u otro acontecimiento. A esta acción se le llama achicar.
A esta expressão em inglês é conhecida como 'to drain', mais especificamente é conhecida a bomba
de achique que consiste em uma bomba de sucção que funciona com um motor com turbina, o qual
dá-lhe a força de sucção a uma mangueira de sucção chamada comumente de chorizo.

AINE (Associação de Engenheiros Navais e Oceânicos da Espanha):

É uma Associação livre de profissionais, sem fins lucrativos, acolhida à Lei de


Associações e regidas atualmente pelos Estatutos aprovados no ano de 1999.

A Associação tem como objetivos fundamentais:

• Aperfeiçoar os laços de união entre seus associados para a melhor divulgação, utilização e
encaminhamento das iniciativas e pesquisas relacionadas à profissão, cooperando para
fomento da profissão e ampliar o campo de ação de seus associados, defendendo os interesses
desses.

• Servir como centro técnico profissional de consulta para as Administrações Públicas, para seus
associados e para as entidades que o requerem e criar para isso e para o tratamento dos temas
que se consideren pertinentes, los Comités Técnicos que sean necesarios representando a la
Engenharia Naval e Oceânica perante as Administrações públicas e entidades de qualquer tipo.

• Gerenciar junto às Administrações Públicas quais disposições legais forem convenientes para
a maior eficácia da profissão.

• Estabelecer relações cordiais com as entidades análogas da Espanha e do exterior.

• Organizar congressos e conferências, nacionais e internacionais, comparecer a esse tipo de


manifestations and, in general, intervene in all those acts that serve for the improvement of the
profesión y el progreso de la técnica fomentando, de acuerdo con el COIN (Colegio Oficial de
Engenheiros Navais), prêmios, bolsas de estudo e a realização de cursos de pós-graduação.

• Publicar uma revista periódica de caráter profissional e editar publicações relacionadas com
a profissão.

• Dirimir as discrepâncias que possam surgir entre seus associados nas questões que estejam
relacionadas com os objetivos da AINE

Alcázar: (Ponte de comando)

2
Nos grandes navios de vela, é o espaço na coberta superior que fica entre o mastro
maior e a popa, onde se encontra a ponte de comando

Amura: (Tack)

Largura de uma embarcação na oitava parte da


eslora a partir da proa, e parte externa do costado neste
mesmo lugar. / Cabo ou aparelho que fixa firme o punho de uma
vela em coberta ou o punho de proa mais baixo de uma vela.)

Aletas:(fin)

Partes curvas dos lados do casco em


proximidades da popa. Há duas aletas: a de estibordo e
a de bombordo.

Arbotantes:

Braço ou suporte de aço em forma de V destinado a sustentar, fora do casco, o eixo porta-
hélice em navios de duas, três ou quatro hélices. Peça de madeira ou de ferro que sai da estrutura
do navio para sustentar alguma coisa.

Arqueo:

A capacidade de um navio.

3
B
Babor
É o lado esquerdo do navio, ou seja, o lado esquerdo de um observador que, colocado
na popa olhei para a proa, O motivo de que nos barcos se deem aos dois lados nomes
diferentes à direita e à esquerda é para evitar confusões, já que os tripulantes se movem para
avanço e retrocesso, e o tripulante que olha para trás falará da direita referindo-se à
esquerda, e vice-versa, além disso tanto para bombordo quanto para estibordo há uma cor de sinalização nos
barcos, para babor está el color rojo y para estribor está el color verde. Em inglês, conhece-se o termo
babor com a palavra "bordo" que substituiu a antiga expressão "estibordo"

Bao:
Pecas estruturais que atravessam o
buque de babor a estribor y que constituyen los
elementos de apoio da cobertura e completam ao
anillo transversal do navio ao somar-se a
cuaderna y varenga.

Barraganete

São pequenos reforços que


servem para apoiar sobre a cobertura
alta (superfícies horizontais que
dividem o interior do navio em sentido
de sua altura), a última traca da obra
muerta (parte do casco que sobressai
da superfície da água), estas vão em
os navios de aço fixados com
soldadura ou apernadas rigidamente
com metais especiais.
Também pode ser definido como a peça
superior da estrutura da
cuaderna
Existem diversos tipos, os quais se
colocam inclinados desde a cabeça de
os barraganetes até o canto interior
do trancanil ou do contratrancanil,
como se indica na figura ilustrada:

CORTE TRANSVERSAL DE LA ESTRUCTURA DEL BUQUE.

4
Bimini:

Termino en ingles cuya traducción Cubre Fogonadura, su función es cubrir un agujero


chamado Fogonadura por onde atravessa o mastro.

Bocina:

Pieza metálica tubular que recobre o escobém por onde passa a corrente do âncora. Cone
hueco de metal para hablar a distância.

Borda:
Prolongamento do lado de um navio acima do convés que serve para
proteção contra os golpes que o mar pode infligir à embarcação. Em inglês é conhecido
a palavra borda com a expressão 'board'.

Bovedilla:

É a parte da popa que contém a limera do leme. Também corresponde à parte


inferior e mais inclinada da popa.

BOVEDILLA VISTA ESTRUTURAL A PARTIR DO ESTRIBOR DO PLANO.

Brazola:( hatchcoamings)

Rebordo alto, cercal a baranda de chapa ou madeira das escotilhas das embarcações
para evitar a entrada de água e queda de objetos nas coberturas inferiores ou porões.

Bulárcama:
São conhecidas como longarinas reforçadas que
se intercalam entre as quinas normais em barcos
grandes e barcos. Também se chama varenga de sobre
plano ou simplesmente sobreplano, chamando-a assim
algumas porcas e porcas.

CORTE TRANSVERSAL DE LA ESTRCTURA DEL BUQUE

5
Bulbo:

Está oco, e seu único objetivo é desviar a água para


que esta interfira com a onda de proa do barco. Essa interferência
consigue reducir la altura de la ola de proa y por tanto la energía
perdida pela criação dessa resistência. A forma e o tamanho
dependem da velocidade para a qual o barco é projetado. Por isso
razão o bulbo consegue economias de combustível quando se navega
a velocidades altas de cruzeiro.

Calado em rosca:

Profundidade que alcança a quilha de um navio totalmente desabastecido, ou seja, sem víveres, sem
combustível desde a linha de flutuação

Calado máximo:

Profundidade que atinge a quilha de um navio com toda a carga, isso implica víveres,
tripulación.

Calado medio:

calado medido na vertical de F, centro de gravidade da flutuação que se considere. O


calado médio é obtido pelo cálculo a partir da semisoma dos calados de proa e popa, com
una corrección por asiento y valor de la posición de F con respecto a la Pm (perpendicular media).

Candeleros:

Puntal de madeira ou barra de qualquer metal colocada verticalmente para formar corrimãos ou
armazones leves. Em navios modernos e em iates, geralmente são constituídos por barras
cilíndricas de ferro forjado com três orifícios, distribuídos ao longo de seu comprimento, por onde se fazem passar um
cabo, cadeia ou cabo que formam uma grade, ou seja, os corrimãos.

Carel:

Borda superior de uma embarcação


pequena onde se fixam os remos que a movem.

CAREL

ESQUEMA DE UMA EMBARCAÇÃO DE MADEIRA.

6
Cartela:
Peça que une e completa o quadro
formado pelo bao e a cuaderna gerando uma
união que entrega a continuidade à estrutura.

Castillo:(castle)

Cobertura alta na proa ou popa do


embarcação.

COIN (Colégio Oficial de Engenheiros Navais):

É uma Corporação de direito público, com personalidade jurídica própria e regida pelos
Estatutos aprovados pelo Real Decreto 1747/1999 de 19 de novembro. Tem como objetivo
fundamental velar pela atuação dos profissionais Engenheiros Navais em benefício do
sociedade. Desde sua fundação, em 1968, sua atividade se orienta para a ordenação do exercício de
profesión, la defensa de los intereses profesionales de los colegiados y el impulso, en estrecha
colaboração com a Associação de Engenheiros Navais e Oceânicos da Espanha (AINE), das técnicas
próprias da profissão.

Contrasobre quilla:

Em embarcações de madeira, é uma peça longitudinal que percorre por cima da


sobrequilla unida até a quilha com pinos passantes, serve como ponto de apoio para os puntais
centrais, os que se unem por encaixe e reforçados com chapas laterais.

Contraroda:
Peça unida à roda, tem como objeto
aumentar a resistência desta e dar mais superfície de
apoio às tábuas do forro exterior, na qual também
van clavadas ou atornilladas. Na sua parte inferior se une
peças de enchimento colocadas sobre a quilha formando
uma estrutura chamada maciço ou dormido de proa.

7
Cuadernas:
Pecas curvas de um único comprimento ou
fracionadas com relação ao plano longitudinal,
nascem na quilha ou na temporada de verão sobre a qual
descansam levantando-se perpendicularmente a
ela, constituem as seções transversais do
buque. En buques de madera, las cuadernas
podem ser: de curva natural, compostas ou
dobladas a vapor.
Curva natural: constituem o ideal de
cuaderna, estão formadas por uma só peça
desde a quilha até o convés, unidas em sua
parte inferior por uma peça chamada varenga.
Composta: são desenvolvidos modelos em
as cuadernas e de acordo com elas são cortados os pedaços
que formarão a cuaderna. A primeira peça que parte da quilha se chama genoly a segunda parte
chama-se primeraligazóny e assim por diante, terminando no barraganete, unidos os dois marcos
pela varenga e o bao formam a cuaderna.
Dobradas a vapor: são denominadas ligazones, são compostas de madeiras de primeira qualidade,
preparam listões com as dimensões pré-estabelecidas e são inseridos em água quente ou atmosfera
de vapor, para depois tirá-las e dobrá-las fazendo um esforço de compreensão uniforme e com
muito cuidado.

Cobertura de francobordo:
Será, normalmente, a cobertura completa mais alta exposta às intempéries e ao mar, dotada
de meios permanentes de fechamento em todas as aberturas na parte exposta da mesma e sob a
que todas as aberturas nas laterais do navio estejam equipadas com meios permanentes de fechamento
estanco

D
Descanso do eixo:

É o suporte sobre o qual gira o eixo.

Desplazamiento:

É o peso do volume da água que desloca a parte submersa de um navio e, portanto,


seu peso.

Deslocamento em rosca

Corresponde ao peso do navio completo e pronto para navegar com óleo e fluidos em seus
sistemas. Sem combustível armazenado nos tanques, sem provisões e sem água a bordo.
Representa a parte fixa do deslocamento.

8
Deslocamento máximo:

É o peso do navio a plena carga, com tudo incluído


navio, tripulação, víveres, equipamentos, armas e outros tipos de cargas
até encher todos os seus armazéns e compartimentos de carga
se os houvesse.

Directemar:

A Direção Geral do Território Marítimo e da Marinha Mercante, Directemar, é uma entidade


da Armada do Chile dedicada especialmente a controlar e fiscalizar as atividades que se
desenvolvem dentro do território marítimo nacional e as que se relacionam diretamente com o espaço
marinho.
Es decir, Directemar constituye la expresión del Estado de Chile en el mar, desarrollando una
função irreplaceable na área naval, e indispensável, quanto à área marítima.
A missão principal da Directemar é "proteger a vida humana, o meio ambiente, os
recursos naturais, e regular as atividades que se desenvolvem no âmbito do seu
jurisdição, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento marítimo da nação.
Dentro deste conjunto de responsabilidades, destaca a proteção da vida humana em
mar, tarefa que se desenvolve durante 24 horas, 365 dias do ano, e em toda a extensão do
território nacional, entre Arica e a Antártica, abrangendo cerca de 14.000 quilômetros de costa.
Os espaços marítimos que devem ser cobertos pela Directemar, correspondentes à sua zona internacional
de busca e resgate, alcançam 29.500.000 quilômetros quadrados, o que contrasta com a
superfície terrestre do país, de apenas 756.950 quilômetros quadrados.
Também é de sua competência regular todas aquelas atividades que se desenvolvem no
medio ambiente acuático, con el fin de que se lleven a cabo de acuerdo a la normativa que contempla
a legislação em vigor, protegendo as pessoas e bens que intervêm na atividade marítima.
Neste âmbito de ação, incluem-se atividades como a inspeção de embarcações, controle do pessoal
marítimo, fiscalização de esportes náuticos, concessões marítimas, terminais marítimos e portos.

Doble fondo:(inner bottom, double bottom)

Estrutura y forro que se coloca


interiormente em algumas embarcações, paralelo
al fundo do casco, ficando entre um e outro um
espaço hermeticamente fechado; geralmente
esse espaço é usado como tanques de lastro e
combustível.

Dormido de popa:

Pieza estrutural do término da quilha


Elemento estrutural que corre de proa a popa sendo
o principal reforço longitudinal, no qual descarregam
os demais), de popa onde o navio com hélice,
sustenta seu eixo localizado sobre o cubo, o qual se
encontre sobre o dormido de popa.
También se dice de la pieza que se coloca sobre la
quilla e no qual se afirma o pé da vareta.

9
Durumientes:

Nas embarcações de madeira, chama-se ao listão que corre da proa à popa, contra a
cabeça das nervuras, sobre a qual se apoiam os caibros que são vigas dispostas
transversalmente que se apoiam nas cabeças das aletas. Servem para sustentar a cobertura e
deixar o capacete rígido na direção transversal.
Também é o nome com que se distingue o conjunto de chapas e ferros de ângulo que têm
por objeto o sustentar outras peças, principalmente ao tratar-se da construção e segurança de um
doble fundo de um buque.

DORMINHOCA

Fig.: FOTO REAL DE EMBARCAÇÃO À ESQUERDA E ESQUEMA DE COLOCAÇÃO DE DURMIENTES.

E
Eixo Porta Hélice:

Consiste em um elemento com geometria fundamentalmente axisimétrica, que é utilizado como


suporte da hélice, já que não transmite nenhum esforço de torção.

Entrepuente:(tween deck)

Nas adegas que têm dois níveis, chama-se assim ao


mais alto, e nas que têm mais de dois, a que está
inmediatamente debajo de la cubierta principal.

Escala de Gato:

Escada formada por dois cabos com travessas; geralmente é colocada ao lado e se
usa para o prático do porto.

10
Escala Real:

A escada que é colocada aos lados da embarcação perto do acesso à câmara.

Escotilhas (hatch) estancas e não estancas:

Escotilha

Abertura grande geralmente retangular,


praticada em vários pontos das coberturas de um navio com
objeto de introduzir e extrair a carga dos porões, assim
como para estabelecer comunicação com algum
compartimento.

Estanco

Como adjetivo, indica ao objeto selado que não faz


água por suas juntas.

Compartimento estanque:

Cada uma das seções independentes que tem o casco de um navio para evitar o
afundamento, embora uma delas fique inundada.

Eslora:

Teoricamente é o comprimento do navio,


contado de popa a proa.
Esta a su vez se divide en:

• Eslora máxima.
• Eslora entre perpendiculares.
• Eslora de flotação.

ESQUEMA DOS TIPOS DE ESLORA.

Também como comprimento estrutural pode-se mencionar a viga de aço, a qual é um


elemento estrutural que vai de proa a popa sendo o principal reforço longitudinal, no qual
baixam os outros. Equivale à coluna vertebral.

DETALHE ESTRUTURAL DE UM MAMPOLO TRANSVERSAL.

11
Estribor:
É o lado direito do navio, ou seja, o lado direito de um observador que, colocado em
a popa olha para a proa. A palavra estibordo é conhecida em inglês pela expressão "steerboard" que
já evoluiu para "estibordo". Também é importante dizer que todos os objetos que devem
Numerar-se se estiverem no lado de estibordo devem ir com números pares, e para o caso de babor com
números ímpares.

Exponente de carga :

É a diferença entre o deslocamento máximo de verão e o deslocamento em rosca


expresso em toneladas.

F
Faja exponente de carga :

É a parte do casco compreendida entre a flutuação máxima e a mínima, expressa em


metros ou pés.

Falca:
Consiste em uma tabela corrida de popa a proa posta de canto e que é colocada sobre a borda
para aumentar sua altura e fechar o caminho para a água que poderia entrar no interior da embarcação.
Falca pode ser encontrada em inglês com o nome de “small still”.

Francobordo (convênio internacional sobre linhas de carga 1966)

É a dimensão que estabelece a linha de carga de um navio. É a distância medida


verticalmente para baixo, no centro do navio, desde a borda alta da linha de convés de
francobordo até o canto alto da linha de carga correspondente.

12
G
Gambota:
Cada um dos madeiros curvos calados a espiga
por seu pé na viga principal, que formam a bovedilha e
são como outras tantas colunas da fachada ou espelho de
popa (Parte plana ou ligeiramente curvada da popa).

ESTRUTURA DE MADEIRA DE UM BARCO EM ESCALA


Guinda:

Altura de um palo, medida da fogonadura ao topo. Altura desde a primeira cobertura até a
perilla.

Hélice:

É um dispositivo formado por um conjunto de elementos


denominados palas ou lâminas, os quais estão montados de forma
concêntrica em torno de um eixo, girando em torno dele em um mesmo
plano.

Sua função é transmitir através das lâminas sua própria energia


cinética (que adquire ao girar) a um fluido, criando uma força de tração,
ou vice-versa, 'tomar' a energia cinética de um fluido para transmiti-la
mediante seu eixo de rotação para outro dispositivo.

IACS: Associação Internacional de Sociedades de Classificação; ou Associação internacional


de classificação de sociedades

Essa Sociedade inspeciona o navio periodicamente e certifica, perante as Autoridades de


puertos en los que el barco arribe, que está en las condiciones indicadas por los Certificados y que
por tanto pode realizar operações de forma segura nesse porto e sair dele cumprindo todas as
Convenções Internacionais.

13
Imbornales:

Aberturas que se
praticam nos lados do
barco, por onde se desalojam ao mar
a água proveniente dos
trancaniles ou do exterior como a
chuva, e neste mesmo a água de mar
que por fortes ondulações ao
escorar o navio salta por
em cima dele e é despejado por os
já ditos imbornales.

PLANO EXTERIOR ESTRUTURAL.

IMO (Organização Marítima Internacional):

A tarefa principal da IMO tem sido se tornar e manter um quadro regulatório abrangente
para o envio e seu mandato inclui hoje a segurança e preocupações ambientais, assuntos legais,
a cooperação técnica, a segurança marítima e a eficácia nos objetivos da organização,
que em resumo são "proporcionar a maquinaria para a cooperação entre governos no campo de
a regulação e as práticas governamentais referentes às matérias técnicas de todas as classes
que afetam o envio contratado ao comércio internacional; para incentivar e facilitar a adoção geral
dos padrões práticos mais altos de matérias referentes à segurança marítima, a eficácia de
a navegação e da prevenção e do controle da poluição marinha das embarcações.
a organização também está autorizada a tratar de assuntos administrativos e legais relacionados
com esses propósitos.

L
Lastre:
Peso que se agrega à nave a fim de melhorar suas condições de manobrabilidade ou estabilidade, este
pode ser fixo, como é o caso do navio Wellboat (cimento), ou móvel, como é o caso de um barco
granelero, nos quais se inundam tanques especialmente habilitados para isso, com água do mar,
lastre
conhece com a expressão “lastro”, um exemplo é ao nomear água de lastro como “água de lastro”.

Limera:

Refere-se à abertura ou buraco cilíndrico


praticada na popa do barco para dar passagem ao
mecha do leme que é o eixo do leme em
alguns casos.

LIMERA

ESQUEMA DE POPA DE UMA EMBARCAÇÃO COM


HÉLICE.

14
Longitudinais:

Com a chegada dos navios de aço e a propulsão mecânica, os esforços diminuíram.


de pandeo e sua importância. Também foi aumentada a eslora e, consequentemente, os esforços
principais a que as estruturas enfrentavam agora eram predominantemente longitudinais.
Isso fez com que se tentasse que a estrutura básica estivesse de acordo com o esforço principal, que
agora é longitudinal, mantendo uma certa resistência transversal.
Entre os vários esforços iniciais, existe um que prosperou até hoje conhecido como o
sistema Isherwood, que consiste em: reforços longitudinais no fundo, laterais e coberturas; que
se apoiam em anéis transversais reforçados (bulárcama, bao reforçado e varenga).
A figura indica os elementos principais do sistema de resistência longitudinal.

ESTRUTURA DO NAVIO COM DIFERENTES


LONGITUDINAIS E CORTES TRANSVERSAIS.

Lumbrera:

Escotilhas sobre o casco ou coberta que permitem ventilar o interior da embarcação e


que além disso permitem, por estarem feitos de um material translúcido ou transparente que penetre a luz
no interior do navio. Em inglês é conhecido pela expressão ou frase "translucent hatchway"

M
Maquinas auxiliares:

São utilizadas como complemento da máquina principal. Estas consistem em máquinas


preparadas para substituir a máquina principal em uma situação que justifique. Estas máquinas
operam no mesmo eixo de cauda

Maquina Principal:

Consiste na maquinaria implementada para a propulsão do navio. Esta é específica


para o tipo de navio que empurra, ou seja, é selecionado de acordo com a utilidade ou propósito do
buque (capacidad, idoneidad para navegar, productos transportar, etc.).

15
P
Palmejares
Hiladas do forro interior de maiores dimensões, se compõem de várias hiladas para que
os empalmes vão alternados, se unem entre si por meio de parafusos passantes, para aumentar seu
resistência. Em inglês, são conhecidos pela expressão "ceiling stringer".

Pantoque:

Conforma
parte do casco. É a
zona de transição
entre o fundo e o
costado estibordo o
babor, geralmente
de forma curva na
nave.

PANTOQUE

Peso muerto (deadweight dw) :

É a parte variável do deslocamento, seu componente principal é a carga que o navio.


transporte y comprende los siguientes pesos: carga, combustible, lubricantes, agua de alimentación,
água de lastro (caso em que o navio assim o exigir).

Rodapé:
Peça curva destinada à união entre a quilha e a
roda, formado desta maneira a primeira parte do navio.

16
Pique de Proa:

Espaço fechado estanque, localizado no extremo


inferior da proa, serve para corrigir o assento do
navio.

Portalón:

Abertura na borda de um barco, onde estão as escadas para subir a bordo.

Púlpito:

Baranda que vai colocada à proa do navio, que


cumpre a mesma função que o guardamancebo e serve
para afirmá-lo.

Ponte do governo:

Lugar sobre a cobertura mais alta de onde se


governa a nave e monta, em caso de haver, a guarda
permanente.

Puntal de arqueo:

Distância vertical medida de toda a capacidade do navio, totalmente vazio

Pontal de cuaderno:

Distância vertical medida em cada vaidade, entre a face superior da quilha e a linha reta
do bao da cobertura.

17
Q
Quilla:

Em embarcações de madeira é uma


viga de seção retangular, formada por pedaços
unidos por empalmes. De los resultados
práticos e do cálculo se desprende que a
quilla deve ter o menor número de
empalmes ou idealmente nenhum, já que
representam maior obra de mão e cada
empalme representa um ponto fraco na
estrutura, fundamentalmente da viga do navio.
E toda embarcação a quilha está
destinada a suportar a maior parte dos
elementos transversais do navio, como
cuadernas, varengas, etc. Portanto, seu
a construção deve ser sólida para resistir ao trabalho a que está submetida, além dos esforços variáveis
da navegação, encalhe, lançamento ou lançamento.
Em embarcações de aço, a quilha é uma peça vertical (pequenas embarcações), ou uma
peça horizontal (embarcações maiores) que se confunde com o alisamento do revestimento do fundo do
casco.

Quilhas de rolido:

É um dos tipos de estabilizadores de rolamento pelos quais se procura gerar uma grande
momento restaurador sobre a nave uma vez que esta saiu da suposição de endireitamento, se
localizam na área do pantógrafo da nave.

Quillote:

Elemento que se torna firme à quilha


e cumpre a função de abrigar o lastro, que
garante a estabilidade e dá ao barco um plano
lateral.

R
Regala:

Tablón con que se cubren las partes superiores de la borda, que forma en sí la parte superior
da borda. Nas embarcações menores chama-se tampa de regala e cobre a união do cairel com a
tabela de borda. Em inglês, é conhecido pela expressão "covering board".
Em capacetes leves, é comum o uso da régua verduguete.

18
Roda

Peça reta ou curva que forma a proa do navio, se


une na sua parte inferior ao pé da roda. Existem diferentes tipos
dependendo da embarcação, exemplo: proa lançada,
vertical, tipo Clipper, etc., a proa vertical é usada de preferência
em rebocadores, a lançada em cruzeiros.

S
Sala de máquinas: (Engine Room)

É o espaço destinado ao alojamento da planta


propulsora, geradores, caldeiras, compressores, bombas de
lubricación, lastre y todo dispositivo para el normal
funcionamento de um navio. Conta com vários
compartimentos, ateliers e armazéns e uma sala de controle
climatizado e isolado do intenso ruído

Sentina:

Parte mais baixa do interior de um casco. É a


parte mais profunda, onde acumula toda a água que
penetra nele. Também é conhecido como o duplo
fundo sob a sala de máquinas, onde se deposita o
água, óleo e outros fluidos provenientes da
lubrificação dessas; possui seus serviços auxiliares de
bombas para seu achique.

ESTRUTURA EM CORTE TRANSVERSAL DE POPA A PROA.

SNAME (A Sociedade de Arquitetos Navais e Engenheiros Marítimos):

É uma sociedade internacionalmente reconhecida, sem fins lucrativos, técnica e profissional de membros.
individuais que atendem as indústrias marítimas e no exterior e seus fornecedores. SNAME é
dedicado ao avanço da arte, da ciência e da prática de arquitetura naval, construção de barcos e a
engenharia de marinheiro, encorajando a mudança e o registro de informações, a pesquisa aplicada
de patrocinar, a direção de carreira de oferta e a educação de apoiar, e realçar o estado
profissional e a integridade de seus sócios.

19
O alcance da Sociedade inclui todos os aspectos de pesquisa, produção, manutenção e
operação de barcos, submarinos, iates, barcos, a certa distância da costa e estruturas do
océano inferiores, hidrodeslizadores e barcos de efeito superficial. Isso administra e apoia um
extenso Técnico e a Investigação o Programa que envolve mais de 1.000 indivíduos como
membros voluntários e o pessoal permanente na cooperação com agências do governo e
reguladoras, laboratórios de investigações e cientistas, instituições acadêmicas e a indústria
marítima. Fundada em 1893, a Sociedade compreende mais de 10.000 indivíduos em todos os lugares de
os Estados Unidos, Canadá e no exterior. Os parceiros estão abertos a todos os aspirantes
qualificados no ou associados com o marítimo, a certa distância da costa, e pequenas indústrias de
arte

Sobrequilla:

Em embarcações de madeira, é uma


peça que vai colocada sobre varengas com
encastre com elas, no eixo longitudinal do
buque, está unida à quilha por meio de parafusos
estagiários. Constituem a espinha dorsal do
navio.

SOLAS (Convenção Internacional para a Segurança da Vida no Mar):

O objetivo principal da Convenção SOLAS é especificar normas mínimas para a


construção, a equipe e a operação de barcos, compatíveis com sua segurança. Os Estados são
responsáveis por garantir que os barcos sob sua responsabilidade atendam às suas exigências, e um número de
certificados são enviados à Convenção como a prova de que isso foi feito. As provisões
de controle também permitem que os Governos inspecionem os barcos de outros Estados se houver
razões claras para acreditar que o barco e sua tripulação não atendem aos requisitos da Convenção.

Sonda:

É a profundidade em um lugar determinado, ou o instrumento que a


mide. Aparelho para medir a profundidade do mar.

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T
Tajamar:

É uma peça ou combinação de peças formando um


corpo que se projeta na parte superior da roda.

Tambuchos:

Chama-se assim a toda construção coberta, destinada a defender da intempérie, e mais


particularmente da chuva, permitindo o acesso às câmaras cobertas. Em inglês, é conhecido como
com a expressão "capa do motor"

Timón:

Péça plana e forte, que segura o codaste em sentido


vertical, permite girar e governar o navio.

Toldillas:(Quaterdeck)

Cobertura parcial que alguns navios têm na altura da borda, desde o mastro da mesana
até a popa.

Trancanil

Está constituído por uma fila de chapas colocadas contra o lado do navio, que vão
remachadas sobre os extremos dos baos (vigas dispostas transversalmente que apoiam em)
cabeças das costelas. Servem para sustentar a cobertura e rigidizar o casco na direção transversal)
mas que não são sustentadas por estes, mas sim que repousam sobre uns curvatões de ferro
instalados verticalmente.
O trancanil de cobertura é o que vai rebocado nas cabeças dos baos nas diferentes
cubiertas de la nave o comparticiones.
O trancanil de armazém. É constituído por uma fileira contínua de chapas colocadas à junta no
costado do navio, entre o convés inferior e o fundo.

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TRANCANILES

ESQUEMA DE ESTRUCTURA DE BABOR, DE POPA A PROA.

TRB:

Tonelagem de Registro Bruto

TRG:

Tonelaje de Registro Grueso

Tuvo codante:

Pieza vertical ou com pouca queda


em que termina o navio por sua parte de
popa e que se une ao extremo de popa
da quilha.
A função principal do codaste é
suportar o peso do leme, hélice e eixos,
así como los esfuerzos por ellos
transmitidos e os recebidos por efeito
do estado do mar.

Túnel do Eje

Espaço interior específico do eixo onde se coloca a hélice

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V
Varengas:

São as partes inferiores de uma cuaderna e aquela que se afirma na quilha; são colocadas
transversalmente entre o fundo duplo, e serve para subdividi-lo nesse sentido.
As varengas intercostais são as que são empregues na construção do fundo duplo.
Existem varengas:

-Contínuas e Discontínuas. -Estanque e não estanque.

VARENGA

VARENGA

VARENGA
VARENGA ESTANCA

VARENGA
ABIERTA

VARENGA
ESTANCA

DISTINTOS TIPOS DE VARENGAS Y SU UBICACIÓN DENTRO DE UN PLANO.

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Verduguete:

O verduguete consiste em um listão que corre por fora da régua e que serve para proteger
a embarcação ao atracar. Geralmente nas embarcações de bancada simples (canoas,
chalupas, etc.) o verduguete tem uma varilha de bronze fixada com parafusos. Em inglês, podemos identificar o
término verduguete com a expressão 'fender belting'.

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