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Pepino A

O documento aborda a cultura do pepino (Cucumis sativus L.) em Moçambique, destacando sua importância econômica e social, além de seu crescimento na produção e comercialização. Apresenta informações sobre a origem, classificação, variedades, clima, preparo do solo, métodos de cultivo, cuidados e controle de pragas e doenças. O trabalho também discute os desafios enfrentados pelos produtores e as metas estratégicas para o fortalecimento do setor agrícola.
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Pepino A

O documento aborda a cultura do pepino (Cucumis sativus L.) em Moçambique, destacando sua importância econômica e social, além de seu crescimento na produção e comercialização. Apresenta informações sobre a origem, classificação, variedades, clima, preparo do solo, métodos de cultivo, cuidados e controle de pragas e doenças. O trabalho também discute os desafios enfrentados pelos produtores e as metas estratégicas para o fortalecimento do setor agrícola.
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Índice

1. Introdução...........................................................................................................4

2. Origem, classificação, botânica e fisiologia da planta de pepineiro...................5

3. Importância do pepino (Cucumissativus L.) em Moçambique...........................6

4. Variedades do pepino (Cucumissativus L.).........................................................7

5. Clima do pepino (Cucumissativus L.).................................................................8

6. Escolha da área, Preparo do solo e armação na cultura de pepino


(Cucumissativus L.)...................................................................................................8

6.1 Calagem.........................................................................................................11

7. Métodos de sementeira do pepino (Cucumissativus L.)...................................11

8. Condução da cultura do pepino (Cucumissativus L.).......................................12

8.1 Necessidade de água na cultura de pepino (Cucumissativus L.)...................12

9. Cuidados culturas do pepino (Cucumissativus L.)............................................13

9.1 Poda ou capação do pepino (Cucumissativus L.)..........................................13

10. Tratamentos do pepino (Cucumissativus L.).................................................14

11. Controle de Pragas na cultura pepino (Cucumissativus L.)...........................15

12. Controle de doenças da cultura do pepino (Cucumissativus L.)...................17

13. Colheita, processamento e comercialização do pepino (Cucumissativus L.)18

14. Conclusão......................................................................................................20

15. Referências bibliográficas.............................................................................21


1. Introdução

O presente trabalho debruça envolta da cultura pepino (Cucumis sativus L.) onde se
observou - se que o pepino tem crescido na comercialização. Os dados existentes
revelam haver uma provável tendência para a produção moçambicana de hortícolas
apresentar uma trajectória ascendente entre 2007 a 2010. Dessa forma, os autores
elucidam que do volume de 500 mil toneladas em 2007, a produção chega a cerca de
900 mil toneladas em 2010, sem, contudo, precisar especificamente de que hortícolas se
tratam (IDAM 2006).

Nos grandes centros urbanos de Moçambique como Maputo, Beira, Nampula, Tete e
Pemba, o consumo de vegetais e frutas constitui, cada vez mais, a base da segurança
alimentar e nutricional e do aumento da renda das comunidades. A nova onda de
descobertas de recursos minerais em Moçambique coloca o país em um novo cenário,
mesmo que isso ainda não seja visível nos indicadores de desenvolvimento económico e
social e específicos à vida directa do cidadão. De igual forma, denotam-se profundas
mudanças em todos os sectores socioeconómicos. A produção de hortícolas, tanto
comercial como para a subsistência, possui um papel importante para a actividade do
sector agrícola familiar, contribuindo para o seu fortalecimento e garantindo a sua
sustentabilidade.

São cinco metas estratégicas: aumentar a produção de alimentos; aumentar a produção


dirigida ao mercado; aumentar a competitividade dos agricultores; utilizar de forma
sustentável o solo, a água e as florestas; e desenvolver a capacidade institucional do
sector agrário.

A metodologia usada para efectivação deste trabalho baseou se na pesquisa


bibliográfica de alguns livros.

O trabalho obedece a seguinte estrutura: capa, folha de rosto, índice, introdução,


desenvolvimento, conclusão e bibliografia.

Objectivos gerais:

 Conhecer o centro da origem do pepino e a sua classificação


Objectivos específicos:
 Conhecer o tipo de solo adequado para o pepino e o clima adequado

4
2. Origem, classificação, botânica e fisiologia da planta de pepineiro

O pepino (Cucumissativus L.) é uma planta da classe das Dicotiledoneae, pertencente


à família Cucurbitáceae (FILGUEIRA, 2003). O seu centro de origem é a Índia, tendo
sido levado para a China e para as Filipinas e as Ilhas Formosas. Da região Norte da
China originou-se uma linhagem ou grupo de pepinos com frutos mais alongados e
diâmetro reduzido. Outro grupo, que se desenvolveu no sul da Ásia, chegou às Ilhas
Formosas e depois à Ilha Okinawa, no arquipélago de Rui Kyu, e em 1923, foi levado
para o Japão dando origem ao pepino do grupo "Aodai" e "Aonaga", hoje conhecidos no
mercado como pepinos Comum e Japonês, respectivamente. Outros tipos de pepino que
existem no mercado são "Caipira" e "Conserva" (GOTO, 2007).

A produção do pepino (Cucumis sativus L.) tem crescido na comercialização. Segundo


o IDAM (2006) observou-se um aumento de 152% no período de 2002 e 2006 no
Estado do Amazonas. É muito apreciado e consumido em todo Brasil, na forma de fruto
imaturo cru, em saladas, curtido em salmoura ou vinagre e, raramente, maduro e cozido
(CARDOSO, 2002).
Segundo Lopes (1991), além do valor económico e alimentar, o cultivo de
cucurbitáceas possui uma outra vantagem, pois, também, tem grande importância social,
na geração de empregos directos e indirectos, pois demanda grande quantidade de mão-
de-obra, desde o cultivo até a comercialização. Entretanto, o maior entrave é a
susceptibilidade a mancha de corinéspora causada pelo fungo Corynespora cassiicola, o
qual ocorre em várias espécies cultivadas de cucurbitáceas, com grande importância
para a cultura de pepino (KUROZAWA et al., 2005).

A planta é herbácea, anual, com hastes longas. O hábito de crescimento é


“indeterminado”, e a planta desenvolve-se no sentido vertical ou prostrado, dependendo
da presença ou ausência de suporte. As ramas apresentam gavinhas, que se fixam a
qualquer tipo de suporte (WHITAKER; BEMIS, 1976).

O pepino é uma baga suculenta, cheia, de formato cilíndrico, com três a cinco lóculos,
sendo o fruto trilocular, o mais comum. A coloração varia de verde-clara a verde-escura,
conforme a cultivar. Apresenta acúleos moles (“espinhos”), de coloração branca ou
escura. A característica genética “acúleos brancos” é ligada à maior resistência ao
amarelecimento pós colheita, sendo, portanto, desejável e buscada pelos fitomelhoristas.

5
Inversamente, a característica “acúleos escuros” está ligada ao amarelecimento rápido,
sendo menos desejável. O sistema radicular é superficial.

O cultivares actualmente plantadas pode ser reunidos em quatro grupos ou tipos,


conforme as características e a finalidade dos frutos produzidos. Híbridos modernos
vêm substituindo cultivares não -híbridas apresentando produtividade mais elevada,
frutos de melhor qualidade – geralmente com acúleos brancos – e maior amplitude em
termos de resistência a doenças (FILGUEIRA, 2003).

3. Importância do pepino (Cucumissativus L.) em Moçambique

Segundo Lopes (1991), além do valor económico e alimentar, o cultivo de


cucurbitáceas possui uma outra vantagem, pois, também, tem grande importância social,
na geração de empregos directos e indirectos, pois demanda grande quantidade de mão-
de-obra, desde o cultivo até a comercialização. Entretanto, o maior entrave é a
susceptibilidade a mancha de corinéspora causada pelo fungo Corynespora cassiicola, o
qual ocorre em várias espécies cultivadas de cucurbitáceas, com grande importância
para a cultura de pepino (KUROZAWA et al., 2005).
A nova onda de descobertas de recursos minerais em Moçambique coloca o país em um
novo cenário, mesmo que isso ainda não seja visível nos indicadores de
desenvolvimento económico e social e específicos à vida directa do cidadão. De igual
forma, denotam-se profundas mudanças em todos os sectores socioeconómicos. O
sector comercial tem conhecido melhorias significativas no seu desempenho, que se
traduzem nomeadamente no início da reabilitação de lojas nas zonas rurais. A produção
de hortícolas, tanto comercial como para a subsistência, possui um papel importante
para a actividade do sector agrícola familiar, contribuindo para o seu fortalecimento e
garantindo a sua sustentabilidade. Entretanto, até aqui, os níveis de produção e
produtividade alcançados não se mostram atractivos e satisfatórios, sendo que vários
problemas têm ditado a baixa produção, produtividade e comercialização. Dentre esses
problemas se encontram:

 Altos custos de transacção devido à frequente dispersão geográfica e à fraca


organização dos pequenos produtores rurais em associações de produtores;
 Fraco acesso aos mercados ao nível da comunidade - os produtores muitas
vezes precisam de fazer longas distâncias (mais de 15 km) para poderem vender
as suas hortícolas ou comprar produtos de que necessitam;

6
 Fraco desenvolvimento da rede de transporte e outras infra-estruturas
económicas rurais;
 Acesso limitado aos serviços financeiros;
 Cobertura limitada dos Serviços de Extensão Rural;
 Fraca cobertura pelos meios de comunicação de grande parte do país,
especialmente as zonas rurais.

4. Variedades do pepino (Cucumissativus L.)

São conhecidas e cultivadas varias variedades de pepino, debruçaremos aquelas que a


sua adaptação, produtividade e qualidade, são mais apreciadas e se encontram, por isso
bastante generalizada tais como:

 Pepino de Atenas ou grego: variedade serôdia, de fruto oblongo, cilíndrico,


casca lisa, de cor verde, polpa branca, fina.
 O grupo Aodai: caracteriza-se pelos frutos cilíndricos, colhidos com 20-25 cm,
de coloração verde-escura pronunciada, triloculares. Cultivarestradicionais,como
Aodai Nazaré, monóicas, tem sido substituído por híbridos ginóicos brasileiros,
como Rio Verde e Jóia (FILGUEIRA, 2003).
 Os pepinos do grupo Japonês: apresentam frutos tipicamente afilados
alongados, com 20-30 cm, de coloração verde-escura e triloculares, com acúleos
brancos. O sabor é típico e agradável, sendo os frutos preferidos em mercados
exigentes. Caracteristicamente, não há formação de sementes, já que a maioria
dos híbridos desse grupo são ginóico - partenocárpicos. A cultura tutorada é
conduzida em casas de vegetação fechadas, sendo a polinização indesejável, por
alterar o formato dos frutos. Bons exemplos são os híbridos Yoshinari e Flecha
(FILGUEIRA, 2003).
 Pepino da china: variedade semi-tempera, de fruto oblongo, ligeiramente
achatado, comprido, casca lisa, de cor verde-claro, estriada de amarelo - pálido,
com algumas pontuações espinhosas, polpa branca e tenra. (SOUZA e MATA,
2007).
 Pepino pequeno verde (Cornichon): variedade de frutos pequenos, oblongos,
casca verde – escura, rugosa, com muitas pontuações espinhosas (ARAGÃO,
2003).

7
Esta variedade é geralmente empregada em conservas.

 Pepino da Póvoa: variedade temporã, fruto oblongo, comprida, as vezes


encurvadas, casca de cor verde com pontuações espinhosas, polpa branca, tenra.
 Os pepinos do grupo Industrial: são curtos, com 5-9 cm, de coloração verde-
escura e triloculares. Os frutos são utilizados na fabricação de picles. Um
exemplo é o híbrido ginóico Supremo. A cultura rasteira e de semeadora directa
predomina na produção destinada à agroindústria, devido ao menor custo de
produção (FILGUEIRA, 2003).

5. Clima do pepino (Cucumissativus L.)

O pepino é considerado uma hortaliça de clima quente, a temperatura um factor


importante a definição da época da semeadora. A faixa compreendida entre 20 e 30 °C
promovendo emergência mais rápida e uniforme, alem de favorecer um maior
desenvolvimento das plantas. As sementes de algumas cultivares de pepino não
germinam sob temperaturas inferiores a 11 °C e as plantas paralisam seu crescimento a
temperaturas abaixo de 12 ° C (FILGUEIRA, 2003).

A temperatura elevadas estimulam a formação de flores masculinas ao contrário da


temperatura amena que, juntamente com um corto período de luz, estimula formação de
um maior número de flores femininas e isso é desejável para se obter maior produção de
frutos. (SOUZA e MATA, 2007).

Nas regiões serranas, a época de semeadora estende-se estende - se de Agosto a Abril.


Entretanto, deve-se observar se as temperaturas nocturnas não são excessivamente
baixas nestes meses, o que limitaria o cultivo. Nas regiões quentes, de altitudes baixas e
inverno ameno, pose-se plantar o pepino durante o ano todo, havendo vantagens
económicas, especialmente para as culturas de inverno, devido á colheita no período de
entres safra.

6. Escolha da área, Preparo do solo e armação na cultura de pepino


(Cucumissativus L.)

A cultura do pepino se desenvolve com sucesso em vários tipos de solo, devendo-se


evitar os que sejam excessivamente arenosos ou argilosos. Solos muito arenosos
apresentam problemas de baixa capacidade de retenção e manutenção de água e

8
nutrientes disponíveis as plantas. Sendo assim, estes solos necessitam de adubação com
maior parcelamento de aplicações. Por outro lado solos muito argilosos podem
apresentar complicações de drenagem da água e impedimento do aprofundamento do
sistema radicular das plantas. Por tantos solos de textura média como os areno -
argilosos são mais adequados para esta cultura.

Outro factor importante na escolha da área e a topografia, áreas com declividade


acentuada dificultam os tratos culturais e são muito susceptíveis a erosão qualquer
cobertura vegetal deve ser enterrada por uma armadura, feita com antecedência
suficiente para a decomposição do material vegetal. Neste tipo de ocasião também é
conveniente incorporar o calcário, Se a análise do solo indicar a necessitada de
correcção.

Para os plantios irrigados, por infiltração, marcar os sulcos com cerca de 0,5% de
declividade, de acordo com o espaçamento para o sistema adoptado, seja este
estaqueado ou tutorado, abrindo-os com sulcador bico de pato ou arado de aiveca.

Á armação do terreno esta poder ser feita de varias formais; entretanto decidimos por
escolher uma das mais generalizadas.

Fig.1

Marcam - se no terreno faixas de 1,5 metro de largura e de comprimento variável


conforme a superfície a cultivar, separando estas faixas umas das outras por meio de um
camalhão ou cômoro de terra. Ao centro de cada faixa abre-se uma fiada de covas,
distanciadas umas das outras 75 a 80 centímetro. As covas deverão ter
aproximadamente 35 centímetros de profundidade por igual dimensão no comprimento
e largura.
9
Entre cada par de faixas devera ficar um rego para a condução da água de rega. As
faixas serão divididas transversalmente por pequenos camalhão, de maneira a formar
pequenos canteiros com duas covas cada uma. Como vem ilustrado na fig. 1

As covas devem ser cheias até um terço que se retirou da parte superior, ao abri-la.

Sobre esta terra lançam-se dois a três quilogramas de estrume bem curtido ou uma
mistura de estrume e terraço, que se mistura com mais algumas terra de forma a ficar a
cova cheia.

A camada de estrume é coberta com terra fina, bem pulverizada, disposta de modo a
formar um pequeno cômoro, sobre o qual se abre uma cova, destinada a receber a
semente como podemos ver na (fig.2)

Fig.2 perfil da cova

Esta disposição tem por fim evitar que, na ocasião da rega, a água contacte com o pé da
planta.

A estrumação indicada pode ser vantajosamente auxiliada ou recortada com a adição,


por cova, da seguinte mistura:

Superfosfato de cálcio ______________________35 gramas

Sulfato de potássio_________________________15 gramas

Sulfato de amónio__________________________15 gramas

Onde deve se incorporar com o estrume.

10
6.1 Calagem

A calagem do solo é um dos procedimentos básicos que o produtor devera executar


sempre que for implantar uma cultura. Através dela será determinada a quantidade de
calcário e de fertilizantes a ser utilizados para se atender as exigências nutricionais da
cultura.

7. Métodos de sementeira do pepino (Cucumissativus L.)

A sementeira do pepino é feita geralmente no lugar definitivo. Só na cultura forçada ou


antecipada se recorre à transplantação.

O período de sementeira em plena terra escalona-se, conforme as regiões, de Março até


ameados de Junho; isto é, quando já não sejam de recear as geadas e frios intensos.

A semeadora directa é o método de plantio utilizado. Em pequena escala, a formação de


mudas em copos de jornal, semelhante à formação de mudas de tomate, poderá ser
empregada, principalmente para sentes híbridas que são de custo elevados, garantindo,
assim, o melhor aproveitamento das mesmas.

A sementeira faz-se ao centro da cova como se indica na (fig. 2), lançando no pequena
cova 5 a 6 sementes e cobrindo-as com uma ligeira camada de terra leve de 2 a 3
centímetros de espessura.

Quando a época de sementeira decorre seca é conveniente regar de véspera ou ante –


véspera as covas, utilizando um regador com ralo, a fim de dar à terra a humidade
necessária para a germinação da semente, que se realiza, normalmente, em 7 a 10 dias.

Utilizando a armação indicada e tomando em consideração os compassos aconselhados,


um talhão de 10×10 metros (um are) comportara 91 covas, que podem ser semeadas
com 15 a 20 gramas de sementes.

Independentemente do sistema de condução, um trato importante é o desbaste, feito


quando as atingem o estágio de três folhas verdadeiras. Seleccionam-se as melhores
plantas, deixando-se o número ideal por cova de acordo com o sistema usado, seja esta
cultura estaqueada ou rasteira.

11
8. Condução da cultura do pepino (Cucumissativus L.)

Para condução da cultura, dois métodos poderão ser utilizados:

 Cultura estaqueada
 Cultura rasteira

Cultura estaqueada no pepino (Cucumissativus L.)

Na cultura estaqueada. Onde se adopta normalmente o sistema de cerca cruzada. O


custo de produção é maior, pois exige tratos manuais onerosos como tutoramento e
amarrio das ramas. Entretanto, existem vantagens de facilitar as colheitas.

Este método de condução predomina na região centro sul. Para a produção de frutos
destinados ao consumo in natura. Tal sistema se justifica quando a haste ou rama
principal é muito alongado, com grande produção de frutos ou quando a exigências de
mercado é por frutos escuros, uma vez quer o sistema evita a formação da barriga
branca, provocada pelo contacto do fruto com o solo, o que é comum em cultura
rasteira.

Cultura rasteira pepino (Cucumissativus L.)

Para os frutos destinados ao consumo in natura. A cultura rasteira, na época seca é


economicamente mais viável que a estaqueada. Quando são menores os problemas se
excesso de chuvas e doenças. O espaçamento adoptado, neste caso, é de dois metros
entre fileiras e um metro entre covas, com duas plantas por cova. Os frutos originados
este sistema tem uma coloração mais clara.

Quando a finalidade é a produção de picles, pela industria. O método de condução


seguramente recomendado é o da cultura rasteira. Sendo o espaçamento de um metro
entre fileiras e de trinta a quarenta centímetros entre plantas com três plantas por cova.

8.1 Necessidade de água na cultura de pepino (Cucumissativus L.)

Fase 1 Germinação até 10% da cobertura do solo


Fase 2 Do final da fase 1 até a cobertura plena do terreno
Fase 3 Do final da fase 2 até o inicio da formação dos frutos
Fase 4 Depois do inicio da frutificação até o decorrer da colheita.

12
A duração de cada fase depende da época de plantio e das condições climáticas locais.

9. Cuidados culturas do pepino (Cucumissativus L.)

Quando as plantas apresentam as primeiras folhas, procede-se ao desbaste de forma a


deixar em cada cova apenas duas plantas. Nos primeiros tempos é necessário aplicar
amiudadas sachas, a fim de destruir as más ervas e manter um certo grau de unidade. É
conveniente vigiar o ataque de lesmas e caracóis que, muito ávidos, devoram as folhas
novas logo depois da germinação. Aconselha-se circundar as plantas com uma misturta
de cal e cinza peneirada que, enquanto seca, impede ou dificulta a chegada dos referidos
parasitas as plantas ou proceder á sua apanha de manhã cedo.

Durante a vegetação, os pepinos agradecem regas copiosas, cujo número depende do


estado do tempo e da maior ou menor frescura do terreno.

A rama dos pepinos, á medida que vai crescendo, vai distribuído pelo terreno, de modo
que os lançamentos não se embaracem uns nos outros.

O pepino é uma planta que tanto vegeta rastejando como trepando, pelo que, quando se
queira. Se poderá fazer uma armação em cana ou cana ou madeira junto a cada cova,
conduzindo e ligando as hastes da planta de forma a apoiarem-se sobre a armação e a
ela se fixem por meio das gavinhas.

9.1 Poda ou capação do pepino (Cucumissativus L.)

Esta operação não se torna tão indispensável no pepino como no melão, havendo casos
como na cultura para a obtenção de frutos destinados a conserva que, como já dissemos,
são colhidos muito pequenos, interessando, portanto, a quantidade em que a capação
não se deve praticar.

Contudo, desde que se trate de cultura para a produção de frutos para consumo em
verde, é conveniente realizar aquela operação, que favorece o desenvolvimento do fruto,
procedendo da seguinte forma: quando as plantas se encontram com 4 a 5 folhas, corta-
se o caule acima da 3ª ou 4ª folha. Os três ou quatro ramos que se desenvolvem na axila
das folhas que se deixaram devem ser mais tarde cortados acima da folha 5.ª folha,
tendo o cuidado de distribuir regularmente pelo terreno os lançamentos que se formarem

13
e se deixam crescer livremente, até á aparição dos primeiros frutos, despontando-se
então estes ramos terciários uma folha acima do ultimo fruto.

10. Tratamentos do pepino (Cucumissativus L.)

Os pepinos são atacados por diversos parasitas animais e vegetais, sendo, porem, mais
frequente e pernicioso o ataque dos pulgões, do míldio e o branco ou oídio das
abóboras. Os pulgões podem ser combatidos, logo no inicio da sua aparição, com
pulverização duma solução ou mistura liquida de rotenona ou de piretro.

O míldio, que se manifesta pelo aparecimento, nas folhas, de manchas verde –


amareladas, nitidamente delimitadas pelas nervuras, provocando ou seu8 apodrecimento
ou secamento, pode evitar-se aplicando, preventivamente, duas ou três pulverizações
com calda bordalesa a 1%.

Para evitar ou atenuar o ataque do oídio ou branco das abóboras devem fazer-se também
duas ou três polvilhações com enxofre flor ou enxofre finamente moído.

10.1 Problemas fitossanitários da cultura do pepino (Cucumissativus L.)

A cultura do pepino como as demais cucurbitáceas, apresenta diversos problemas


relacionados ao ataque de fitopatógenos, dentre os quais se destacam oídio, antracnose,
cancro das hastes (podridão de micosfarela), míldio, mancha - angular, mancha de
leandria, virose (vírus da mancha - anelar do mamoeiro). O controle destas doenças é
baseado principalmente no uso de produtos químicos como: captan, carbenzadin,
chlorothalonil, enxofre, fenarimol, folpet, hidróxido de cobre, mancozeb, oxicloreto de
cobre, oxicloreto de cobre - mancozeb, pyrazophos, quinomethionate, thiophanate
methyl, thiophanate methyl - chlorothalonil e ziram ([Link]
Agosto de 2007).
Os primeiros sintomas da doença surgem logo após o transplantiu, inicialmente sob a
forma de pequenas manchas angulares, com o centro de cor palha e pequeno halo claro,
Posteriormente as manchas crescem, tomando formato arredondado, e apresentam
centro marrom claro e bordos encharcados de coloração olivácea. O coalescimento das
manchas pode provocar a seca do limbo foliar. Não têm sido observados sintomas da
doença em caule, frutos e raízes (VERZIGNASSI et al., 2003).
Segundo Kurozawa et al. (2005), as manchas em ramos e pecíolos são mais alongadas.

14
Segundo Boiteux e Reis (2007), a mancha de corinéspora é típica de clima tropical
úmido sendo muito destrutiva sob alta temperatura (acima de 28°C) e alta umidade
(acima de 90%).
11. Controle de Pragas na cultura pepino (Cucumissativus L.)

11.1 Brocas dos frutos – Diaphania nitidalis (Cramer, 1782) e Diaphania hyalinata
(L. 1758).

Constituem-se nas principais pragas do pepino, atacando os botões florais e murcham e


secam.

Os adultos de D nitidalis são mariposas de coloração marrom, cujas asas apresentam


uma área central amarelada semi- transparente, com os borbos marrons. Suas lagartas
são esverdeadas e atingem 20mm de comprimento. Diaphania hyalinata apresenta as
asas com áreas semi – transparentes brancas e a faixa escorados bordos mais rectilínea.
É broqueando os frutos que estas pragas causam os maiores danos, havendo casos de
perda total da produção.

O controlo: pode ser feito através da pulverização de alguns produtos à base de carbaril,
diazinon, trichlorfon e deltametrina (AGRIOS, 2005).

É importante iniciar aplicações quando se notar a ocorrência de talos e hastes


broqueados e murchos. Assim o número de pulverizações pode ser reduzido.

Quando a incidência da praga n área é grande e não há hastes e talos atacados, deve-se
fazer a primeira aplicação apenas após o aparecimento das primeiras flores, repetindo-se
a cada dez dias.

As pulverizações devem ser realizadas apenas no período da tarde para não prejudicar
insectos polinizadores, principalmente as abelhas, que têm um papel importantíssimo no
aumento da produtividade (CAMARGO, 1995; AGRIOS, 2005).

Deve-se ainda, retirar os frutos broqueados da lavoura, a fim de se diminuir a infestação


da praga.

15
11.2 Pulgão - APhis gossypii( Glover, 1876)

São insectos pequenos, de coloração variável entre o amarelo e o verde-escuro, que se


reproduzem muito rapidamente. No inicio, todos só indivíduos são ápteros (sem asas).
Mas, à medida que a população aumenta, aparecem as formas aladas. Concentram-se na
face inferior das folhas e nas brotações novas.

Causam danos directos pela sucção contínua da seiva e indirectos pela transmissão de
viroses (vírus do mosaico do pepino) e a produção de uma substancia adocicada que se
espalha sobre as folhas, favorecendo o aparecimento de fungos produtores de uma
substancia escura (fumagina) que prejudica a fotossíntese.

O controlo: existem parasitas e preparadores que mantém a população de pulgões baixa,


entretanto, pequenas populações de pulgões são suficientes para a transmissão de
viroses á maioria das plantas.

A cobertura do solo com palha de arroz, capim seco ou plástico auxilia a diminuição da
população de pulgões devido ao efeito de repelência sobre os pulgões alados,

O controlo químico pode ser efectuado com produtos à base de pirimicarb, deltametrina
e malation.

11.3 Vaquinhas – Diabrotica speciosa (Germar, 1824)

São besouros de 5 a 6mm de comprimento. Apresentam as asas anteriores de coloração


verde três manchas amareladas. As fêmeas fazem postura no solo, onde nascem e vivem
as larvas.

Seus danos são causados pelos insectos adultos, devido ao ataque as folhas e se
estendem desde a germinação até a colheita dos frutos, deixando orifícios bem típicos
de seu ataque.

O controlo: é o mesmo recomendado para a broco dos frutos.

16
11.4 Liriomiza – Liriomyza huidobrensis e L. sativae

Conhecida como minador das folhas é uma mosca de 2mm de comprimento, coloração
escura e asas translúcidas.

São insectos polifagos, sendo o pepino e o melão as cucurbitaceas que têm sofrido os
maiores danos por eles causados. As larvas abrem galerias nas folhas, podendo, em altas
infestações, secar toda a folhagem. Apesar de não ter distribuição generalizada como
praga, seu surto, têm-se multiplicado em diversas regiões brasileiras.

O seu controle tem sido sugerido pulverização de insecticidas piretoides misturados a


insecticidas organofosforados com acção de profundidade. Em algumas plantações de
pepino a pulverização de um insecticida de contacto e ingestão, em mistura com 200g
de açúcar mascavo em 100g de água, tem dado bons resultados.

12. Controle de doenças da cultura do pepino (Cucumissativus L.)

12.1 Míldio – pseudoperonospora cubensis

Doenças de origem fúngica, de ocorrência generalizadas onde se cultiva o pepino, a sua


severidade são variáveis de um local para o outro devido ao fato de estar muito ligadas
as condições climáticos. Os sintomas nas folhas iniciam-se em áreas de tecido com
aspecto encharcado que, mais tarde se tornam amareladas e em contornos limitados
pelas nervuras. O exame das lesões na face inferior da folha revela a presença dos sinais
característicos do fungo, frutificações de cor verde oliva a púrpura formadas por
esporangioforos e esporângeos. (REGO e CARRIJO, 2000).
Controlo: evitar o plantio em baixadas húmidas, mal ventiladas, sugeitas ao acúmulo de
neblinas. Em caso de necessidade, usar, sob recomendação técnica.

12.2 Mancha zonada – Leandria momordicae

Causada pelo fungo Leandria momordicae, vem se constituindo na mais importante


doença para o pepino nas condições do espírito santo, independente da altitude do local
de cultivo. Os primeiros sintomas as caracterizados por manchas de aspecto encharcado
conservadas na face inferior das folhas, posteriormente evoluem, formando anéis

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concêntricos nos tecidos necróticos, dando á lesão um aspecto da zona de coloração
esbranquiçada, com bordas regulares. As lesões menores têm normalmente o formato
angular e as maiores apresentam tendências para a forma circular. (VERZIGNASSI et
al., 2003)

A doença é severa em períodos chuvosos, no verão podendo destruir a cultura em pouco


mais de duas semanas. Principalmente em cultivares mais susceptíveis.

Controle: evitar o plantio em baixadas humidades ou próximo a outros cucurbitaceas


susceptíveis ou culturas abandonadas. O controlo químico tem sido efectuado através de
pulverização com tiofanato metílico (Cercobin 700 PM) a 0, 07% P.C (CHAVES,
1976).

12.3 Mosaico – vírus do mosaico do pepino – CMV

Geralmente, quando infectados, as plantas apresentam folhas com acentuada redução de


tamanho, áreas de tecido clorotico entremeadas com áreas de tecido verde normal, que
lhes da o aspecto de mosaico. Flores e frutos também podem ser infectados, assim como
os ramos que apresentam seus intermédios curtos, conferido as plantas doentes um
aspecto de nanismo. A transmissão do vírus do mosaico do pepino é feita
principalmente por afideos (pulgões), que actuam como vectores, ou mecanicamente
durante os tratos culturais. (REGO e CARRIJO, 2000).

Controlo: evitar, sempre que possível, o plantio próximo de plantas susceptíveis que
sirvam de hospedeiras para o vírus vector.

Utilizar, no plantio, sementes sádicas e proceder ao controlo dos vectores (pulgões)


através de insecticidas específicos.

Durante a condução da cultura, efectuar sistematicamente a erradicação das plantas com


sintomas para evitar a disseminação da doença.

13. Colheita, processamento e comercialização do pepino (Cucumissativus L.)

A colheita do pepino para consumo em verde inicia-se, normalmente, 3,5 a 4 meses


após a sementeira, podendo prolongar-se por cerca de mês e meio.

A produção é muito variável, podendo computar-se 6 a 8 frutos por cova, ou sejam, em


média, 546 a 728 por are.

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Estas indicações, que se devem tomar como aproximadas, têm por fim habilitar as
pessoas que desejam realizar a cultura do pepino, ou cálculo da área que necessitam
para prover às exigências do seu consumo.

Em culturas para consumo in natura, o inicio da colheita ocorre 55 dias depois da


semeadora, prolongando - se até por dois meses, dependendo do estado fitossanitário e
nutricional das plantas, podendo - se colher até três vezes por semana.

O grupo para consumo in natura deve ter as características exigidas pelo mercado, ou
seja, para a região central sul, a preferência é por frutos alongados, cilíndricos e com
peso médio de 200 a 400gramas. (JONASSE, 2008)

No ponto de colheita, os frutos das cultivares do tipo caipira atingem de 12 a 14cm de


comprimento, as cultivares americanas e do tipo aodai, 16 a 22cm, enquanto as
japonesas atingem de 21 a 23cm. Frutos colhidos muito pequenos murcham mais rápido
durante a comercialização. A presença de frutos maduros exerce um efeito inibidor
sobre a produção de flores femininos e, consequentemente, na produção. Portanto, é
necessário que se retire os frutos para que novas flores sejam emitidas.

Os pepinos são embalados em caixas tipo (K) que comportam, em média, 24kg de
frutos.

Culturas tutoradas podem produzir normalmente de 15 a 40t/há, podendo,


excepcionalmente, atingir até mais de 70t de frutos/há. Em culturas rasteiras, a
produtividade vária de 12 a 20t/há, podendo, alguns híbridos, produzir até mais de
24t/há.

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14. Conclusão

Em jeito de término deste trabalho podemos notar que de modo geral o cultivo do
pepino se dá em clima quente, se desenvolve bem em temperaturas superiores a 16°C;
não tolera geada; comportasse melhor em locais com temperaturas entre 20 e 30°C
(mínimo de 20°C à noite e 24°C durante o dia) e humidade relativa entre 60 e 65%
(SOUZA e MATA, 2007).

As plantas se desenvolvem e frutificam bem em condições de solos férteis, ricos em


matéria orgânica, solos com boa drenagem, profundos e com boa disponibilidade de
água durante todo seu ciclo, porém não tolera solos encharcados. Para contornar o
problema de baixa temperatura ou época de muita chuva no verão, os produtores têm
produzido pepino em estufas cobertas com plástico.

A planta é herbácea, anual, com hastes longas. O hábito de crescimento é


“indeterminado”, e a planta desenvolve-se no sentido vertical ou prostrado, dependendo
da presença ou ausência de suporte. As ramas apresentam gavinhas, que se fixam a
qualquer tipo de suporte (WHITAKER; BEMIS, 1976).

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15. Referências bibliográficas

BALBINO, J. M. de S. COSTA, H, SOUZA, J.L. de; Fornazier, M.J,; VNTURA, J.A,


Recomendações de cultivares e hibridos de pepino(Cucumis sativus L.), para o
período de varao no estado do espírito santo. Horticultura Brasileira, Brasília,
DF, V.8,n. 1, p.33, 1990.
BONALDO, S.M. SCHWAN-ESTRADA, K.R.F.; STANGARLIN, J.R.; TESSMANN,
D.J.; SCAPIM, CA. Fungitoxicidade, actividade elicitora de fitoalexinas e
protecção de pepino contra Colletotrichum lagenarium, pelo extracto aquoso de
Eucalyptus citriodora Fitopatologia Brasileira, 29:128-134. 2003.
CAÑIZARES, K. A. L. Produção de hortaliças em ambiente protegido: condições
Subtropicais. In: GOTO, R.; TIVELLI, S.W. (Org). A cultura do pepino. São
Paulo: UNESP, 1998.
CARDOSO, A.I.I. Avaliação de cultivares de pepino tipo caipira sob ambiente
protegido em duas épocas de semeadora. Bragantia, Campinas, 61(1):43-48,
2002.
COSTA, H,VENTURA, J.A; BALBINO, J.M. de S. avalicao de resistencias de
genotipos de pepino ao míldio e à mancha zonada no espirito santo. Horticultura
Brasileira, Brasilia, DF, v, 6, n.2 p.31, 1988.
GOTO, R. Pepino, crocância e frescor na sua salada. Disponível em:
<[Link]/classificacao/pepino/[Link].> Site visitado em: 23
de Agosto de 2007.
JONASSE, at al. Manual de Agro-Pecuária. 1ª Edição. INDE/MEC, Maputo, 2008;
KUROZAWA, C.; PAVAN, M.A.; Doenças das cucurbitáceas. In: KIMATI, H.;
AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A.; REZENDE,
J.A.M. Manual de Fito patologia: doenças das plantas cultivadas. São Paulo:
Agronómica Ceres. 2: 325-337, 1997.
MASA. Anuária de Estatísticas Agrárias 2012-2014. Maputo.
LEITE; PASCHOLATI. Conceitos e objetivos. In: BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI,
[Link], L. Manual de fito patologia: princípios e conceitos. [Link]. São
Paulo: Agronomia Ceres, v.1, 1995. P.540-553.
LOPES, C.A. Manejo integrado de bactérias fitopatológicas. In: SILVA, L.H.C.P.
CAMPOS, J.R.; NOJOSA, G.B.A. (Ed.). Manejo integrado: doenças e pragas
Em hortaliças. Lavras: UFLA, 2001. 105-124 p

21
Curso: ciências agrárias

Cultura do pepino (Cucumissativus L.)

2˚ Grupo

Docente:
Eng. Elizete Vasco Sualehe

Discentes:
Ambrósio Monteiro Ambrósio
Bobo Kelven Dija
Bonifácio Santos Alberto Leite
Edwin Varela
Iracema Alberto Maguni
Julieta José Augusto

Nampula
Março
2022

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Curso: ciências agrárias

Cultura do pepino (Cucumissativus L.)

2˚ Grupo

Trabalho de carácter avaliativo a ser apresentado a


universidade Mussa Bin Bique curso: ciências agrárias
na cadeira de Horticultura: 3º ano. Turma: A.
Leccionado pelo: Eng. Elizete Vasco Sualehe

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Nampula
Março
2022

24

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