A Cidade Dos Cães
A Cidade Dos Cães
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I
[Link]
1.3.1 7
1.3.2. Personagens Secundários
CAPÍTULO II......................................................................................................................... 9
[Link] ........................................................................................................................... 10
[Link] DO AUTOR.......................................................................................................... 19
[Link]ÁRIOS ................................................................................................................... 19
CONCLUSION .................................................................................................................... 19
Anexos.............................................................................................................................. 20
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INTRODUÇÃO
O título A cidade e os cachorros, que o autor nos propõe uma estrutura a priori de dois
elementos relacionados fortemente entre si por meio de uma conjunção copulativa, mas
que por momentos parece enfrentarlos. Por um lado a cidade de Lima que, a mediados
do século passado, sofria uma das mudanças mais importantes de sua evolução urbana: a de
a explosão demográfica, a imensa migração da serra para a costa e o consequente
nascimento de cinturões de pobreza de forma acelerada. Esta é a Lima que o escritor
peruano encontra ao chegar em 1947: emergente, mestiça, variada; com uma afluência de
raças e estratos sociais que mudariam completamente nas décadas seguintes a
fisonomia da cidade de Lima e abririam caminho para a cidade metropolitana.
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CAPÍTULO I
segundo grande móvel da sua existência: a ânsia de liberdade. (Anos mais tarde refletiria
magistralmente esses conflitos na novela que o deu a conhecer internacionalmente,
A cidade e os cães, com a qual obteria os prêmios Biblioteca Breve e de
Crítica, na Espanha, durante 1963).
As primeiras experiências com a escrita vieram através do seu trabalho como colunista
em vários jornais locais de Lima e de Piura, assim que terminei a escola.
Convencido de que o seu é o mundo das palavras, volta a Lima para estudar Letras
e Direito, na Universidade de San Marcos, em 1953.
Pouco depois, inicia um relacionamento amoroso com sua tia política, Julia Urquidi, com quem se
casa em 1955, e junto à qual viaja para a Europa em busca do terreno que considerava
mais estimulante para sua já decidida carreira de escritor.
Mencionar esses dados biográficos tem o interesse de que todos eles contribuíram em
grande medida nas tramas, personagens e argumentos de algumas de suas grandes novelas,
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atividade como escritor plural a de membro da Real Academia, onde havia ingressado
com um discurso sobre Azorín. Desde então, sua presença na Espanha se faz a cada dia
mais habitual.
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Gênero literário
O gênero deste livro corresponde à Épica, dentro da Épica o classificaríamos dentro
do apartado da Prosa, e dentro desta no gênero de Novela.
Ambiente
Físico: A novela se desenrola em uma escola militar na cidade de Lima, Peru. O colégio
está junto ao mar. Existem vários edifícios no recinto, enquanto mais novos os cadetes,
mas longe da estátua de Leoncio Prado estão seus dormitórios.
Psicológico: Os jovens da escola militar Leoncio Prado estavam sob constante pressão,
pelas notas, o que os obrigava a fazer coisas como roubar os exames. Também os
alunos buscam demonstrar sua virilidade submetendo os mais fracos.
Social: Os rapazes que frequentam esta escola militar são jovens de classe social
baja e média, que na sua maioria foram enviados para a escola como um castigo imposto por
seus pais.
Narrador:
Neste livro existe uma fusão entre os tipos de narrador, uma vez que em momentos o
o narrador era de tipo protagonista e em outros era de tipo testemunha, em ambos os casos o
Recursos temporales
O tempo do narrador e o tempo do narrado não coincidem: O narrador se localiza no
presente o futuro e narra fatos ocorridos em um passado próximo ou distante. O romance
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utiliza uma técnica chamada Flash Back, que é quando a lembrança é breve.
Contexto Histórico:
O que influenciou Vargas Llosa a escrever este livro foi o fato de que depois de
anos de separação de seus pais, Llosa voltou a conviver com seu pai, um homem
extremamente rigoroso.
Motivos do relato:
A autoridade: No livro, a autoridade desempenha um papel importante, pois no final da obra;
está se põe contra Esclavo, Alberto e o tenente Gamboa, até o ponto de
mudar seus destinos.
A vingança: Quando o Jaguar sacrifica um escravo, ele o faz para vingar seu amigo
expulsado da escola.
A amizade: Ou a falta dela. Neste caso, a vingança foi motivada pelo sentimento de
amizade e também um sentimento de remorso. A falta de amizade pode ser vista
quando Alberto "se apaixona" por Teresa, apesar de saber os sentimentos que ela tem
escravo para esta.
Idea principal
A ideia principal deste romance é o assassinato de Ricardo Arana (escravo), o resto da
A obra gira em torno a este fato. Arana é detido e destituído dos permissos de saída.
para os fins de semana, devido a que se recusa a dizer quem é o culpado pelo roubo de um
exame de química; depois de um par de semanas, o escravo não resiste mais ao castigo e
decide denunciar o culpado, este é expulso da escola e seu melhor amigo decide
vengar-se matando-o.
Contexto:
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Este romance é muito atual porque, na minha opinião, isso é o que realmente acontece internamente
das escolas militares. Os jovens são completamente leais entre si, uma vez que
são praticamente uma família, são a única coisa que tem lá dentro, e é tudo o que terão
em muito tempo.
Crítica:
A temática do livro é um pouco forte, pois se fala de temas que comumente se
trata de esconder a opinião pública; que neste caso é o assassinato e a maneira como
o alto comando de alguma forma tenta escondê-lo, por isso em Gamboa recai esta
situação. Acho interessante a maneira como Vargas Llosa apresenta os
acontecimentos, e como os reforça transportando o leitor a fatos do passado na
vida dos cadetes.
1.3. PERSONAGENS
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- Poeta: Alberto Fernández, é o narrador da história. Ele não gosta da vida militar, e
é o personagem que mais se dá conta das injustiças que cometem seus
companheiros, entre eles mesmos, e também os erros cometidos pelo exército.
Ele tem o apelido de "O Poeta", porque para conseguir algum dinheiro, escreve novels.
eróticas e cartas de amor para as namoradas de seus colegas.
- Esclavo: Ricardo Arana. Era um jovem tímido e medroso, muito calado, não gostava
procurar problemas com os outros; é assassinado por trair o grupo. Estava
enamorado de Teresa.
quem se apaixonou por ela, mas no final fica com o Jaguar que havia sido seu
enamorado 6 anos atrás.
- Capitão Garrido: Tente limpar o nome da Escola, mesmo que isso signifique
não resolver a morte de um cadete.
- Marcela: Moça que pertence a uma família abastada, se apaixona pelo
poeta com quem tem um relacionamento estável, estuda nos EUA e só se encontra com
Alberto na época de férias.
- Tenente Remigio Huarina: Instrutor da Escola, representa na novela Al
burócrata
- Flaco Higueras: Amigo de bairro do Jaguar, ele vai se tornar seu amigo mais
perto de sair da escola.
- Negro Vallano: compañero da Escola Militar, era o alvo das zombarias e ironias
por sua cor.
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CAPÍTULO II
Mensagem da obra
por vingança, já que a vingança não me faz maior que o outro, nem mais homem, há
que deixar de associar a violência com a virilidade, porque, não têm relação.
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2.2. RESUMO
A Cidade e os Cachorros
PRIMEIRA PARTE
Alberto está de imaginação na noite do roubo. Vai pensando enquanto passeia. Quer
conseguir vinte soles. Em seu monólogo interior, imagina a forma de consegui-los:
escrever cartas ou novelinhas para outros cadetes, roubar nos armários, ... Ele se surpreende com
oficial Huarina, descrito como um sapo, fora de lugar. Busca uma desculpa: “quero
fazer uma consulta, meu tenente... eu tenho um problema..." "Vá fazer consultas
morais a seu pai ou a sua mãe!... Você é um idiota... E agradeça que não lhe
consigno". Continua andando e encontra outro cadete de imaginária, o Esclavo, ao
que todos dominam e não sabem se defender. Chora porque não poderá sair no sábado, lhe
roubaram uma peça, o "sacón". Alberto lhe aconselha: "... aqui você é militar embora
não queira. E o que importa no exército é ser bem macho ... ou come ou te comem,
não há mais remédio”. Alberto rouba um casaco para ele. Uma amizade se inicia. Alberto lhe
pede emprestados os vinte soles em troca de cartas para sua 'namorada'. Seguem outros
incidentes que describen uma camaradagem entre alunos baseada em tarefas, brincadeiras e
cinismo.
Novamente o grupo dos quatro, denominado o Círculo: Jaguar, Cava, Rulos e Boa. Em
este episódio fala Boa; está na primeira pessoa. Em seus comentários, de traços
breves, entrecortados, impulsivos e emocionais se reflete a degeneração do grupo e
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Dia do exame de Química. Diana. Formação dos cadetes no pátio. O café da manhã.
Segue a descrição do ambiente da seção através de pequenos incidentes: tratamento
abusivo, domínio da força, brincadeiras feridas. Alberto descobre através do Esclavo
que Cava roubou o exame e que algo aconteceu. Relata-se o exame. Aparece a
personalidade do tenente Gamboa, seu prestígio perante os cadetes: "os cadetes a seus
ordens se orgulham”. O Escravo é surpreendido passando respostas do exame para
Alberto. Queda consignado sábado e domingo.
Em um corte e volta atrás na história, conta-se o primeiro dia que chegaram à escola.
esses alunos. Agora estão no 5° ano, então era o 3° e eram novos, "cães", e
sofreram o "batismo" com trotes abusivos e brutais por parte dos do quarto ano
ano. Conta-se a novatada ao Escravo. Nessa noite, consternados, decidem se unir em
vingança e em defesa. Forma-se o Círculo. Arróspide parece o chefe, mas logo
surge como líder o Jaguar. Descoberto o Círculo pelo tenente Gamboa ficou
reduzido ao grupo dos quatro, mas no início era formado por toda a seção e
atuava dando "golpes". Alberto pensa em um de seus típicos monólogos interiores
que se não tivesse sido reduzido o Círculo, o ambiente não teria se degradado tanto:
Sim, pelo menos não tão rápido, me ocorre que se o Círculo não for descoberto a
seção não teria se tornado um lixão, estaríamos vivos e coleando, não tão
rápido”. Por um incidente casual o Jaguar lutou com o Esclavo, que não se defende: “Me
dá asco. Você não tem dignidade nem nada. Você é um escravo.
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mãe e com cinquenta sóis que seu pai deixou. Com esse dinheiro, ela vai a uma
casa de má nota. Para isso queria os vinte soles. Com o dinheiro do Escravo ele tira a
namorada e com o dinheiro de seu pai segue seus mesmos passos. Em todos os pequenos
acontecimentos do romance se encerram chaves simbólicas como esta.
tabaco. Em sua sala dos fundos se reúnem secretamente os cadetes que sobraram
consignados os dias de saída. Lá vão um domingo Alberto e o Escravo. Levam
consignados há um mês com todos os que estavam de imaginação na noite do roubo do
exame. Descreve-se a relação de amizade entre os dois: a fraqueza e o isolamento do
Escravo, e a condescendência cínica e verdadeira ao mesmo tempo de Alberto para com Ricardo:
em público o defende e a sós o provoca e humilha. Não lhe diz que o levou ao cinema a
Teresa. O Esclavo vive afundado, quer sair para ver Teresa, mas está consignado,
en tanto que Cava, autor do roubo, pode fazê-lo porque não foi descoberto. Se
continuam intercalando episódios da infância dos protagonistas: de Jaguar e Teresa,
em uma ocasião em que ele foi buscá-la na saída da escola; de Ricardo Arana e
sua mãe, na qual se aprofunda sobre a relação materno-filial que origina a fraqueza
do Esclavo.
O Esclavo sobrecarregado pela humilhação e pela solidão, sem permissões de saída, sente-se
encerrado na escola e em si mesmo. Quer sair. Não suporta sua situação. Quer
sair para ver Teresa e levá-la ao cinema, mas na verdade quer se livrar de si mesmo.
Se diz simbolicamente: “Somente a liberdade lhe interessava agora para lidar com sua solidão
a seu capricho...”. O Escravo delata o autor do roubo, Cava, em troca da permissão para
sair. Depois da conversa delatora com o tenente Huarina, tropeça com Alberto
e fala com ele; esconde sua delação, mas Alberto a descobrirá pouco depois. Alberto
não assiste à aula naquela tarde e se ocupa em escrever novelinhas pornográficas. Depois se
entera de que Cava foi preso e a consigna que pesava sobre os imaginários
da noite do roubo está suspensa. Além disso, o Escravo saiu; dizem que
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sua mãe está doente, mas Alberto percebe e fica cheio de ciúmes. Decide "jogar
contra” (escapar-se). O relato da saída se intercala com fragmentos de monólogo
interior de Alberto, como el siguiente: “Corre, atraviesa uma chacra pisoteando os
sembríos. Seus pés afundam em uma terra macia; sente nos tornozelos as pontadas
das ervas. Alguns talos se quebram sob seus sapatos. E que brutamontes, qualquer um
pôde me ver e me dizer e a cristina, e as ombreiras, é um cadete que está
escapando”. Alberto chega à casa de Teresa e encontra que o Esclavo não ha
ido. Teresa declara que apenas o conhece.
Continua a narrativa da infância de Jaguar e sua relação com Teresa: uma relação
delicada, com detalhes de ternura finamente narrados. Descreve-se como Teresa se
arruma-se com poucos vestidos, seu par de sapatos desgastados que disfarça com giz. O
Jaguar compra uma caixa de giz e a oferece como algo que casualmente tem e não
le hace falta. Se menciona a su amigo Higueras.
Em outro episódio de Boa fala-se sobre Jaguar: "Não acho que o diabo exista, mas o
Jaguar me faz duvidar às vezes”. Jaguar adivinha o sussurro e o toma como um assunto
pessoal: "essa me fizeram, não sabem com quem estão mexendo". Visto de Boa,
o Jaguar aparece na prepotência quase animal do seu caráter. Dão-se outros dois
episódios sobre a infância de Alberto—seus amigos da boa sociedade e Helena,
que forma parte do grupo—e outro sobre a infância do Esclavo.
SEGUNDA PARTE
Outro episódio da infância de Alberto com seus amigos de Miraflores e com Helena.
Ela rejeita isso. As notas de Alberto não são boas. O pai fica irritado. Por tradição
familiar sempre ocuparam os primeiros lugares e decide colocá-lo no Leoncio
Prado. Alberto diz que entrou na escola por uma desilusão amorosa e para salvar o
honra da família.
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emociona. Chora.
Seguem episódios da vida de Jaguar. Sua relação com um padrinho, com Teresa, com o
flaco Higueras, o amigo do seu irmão Perico, ambos delinquentes. Inicia-se em o
robo. O leitor não consegue compreender completamente o que ocorreu no acidente.
Alberto anda por Lima, muito afetado pela morte do Esclavo. Encontra-se com
Teresa. Começa a despedida: “talvez não nos vejamos por um tempo”. Segue
andando. Llama por teléfono a Gamboa. Delata el crimen: Jaguar matou o Esclavo
porque não suporta os delatores. E lhe revela a vida da seção: o Círculo,
roubo e venda de exames, roubo de uniformes, jogo, "contras", álcool. Nada disso
conhecem os oficiais. Contam o caso do Escravo que todos "fregavam" (faziam
faenas). Gamboa apenas o conhecia.
Outros episódios de Boa falam sobre a mudança que está ocorrendo: Alberto parece como
idiota e Jaguar anda irritado e solitário. Acredita Boa que é a expulsão de Cava, mas por
Outra parte, o leitor sabe que Alberto denunciou um assassinato.
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siga em frente. Verifique se o Jaguar estava logo atrás do Escravo nos exercícios
de campanha. Diferenças entre Garrido e Gamboa. Ele avisa que arruinará sua carreira.
“Um militar não arruina sua carreira cumprindo com seu dever”, replica Gamboa. Se
humaniza sua figura com alguns detalhes: recém-casado, espera o primeiro filho, ...
Acompanhe a infância de Jaguar: ele participa de um roubo com Higueras e outros criminosos. Luta
todos”. Arróspide, o líder anulado pelo Jaguar, recupera momentaneamente esse papel e
acusa ao Círculo e, em especial, ao Jaguar. Enquanto isso, o Jaguar está na cadeia. Lá ele
interroga Gamboa sobre o assassinato. "Alguém te denunciou". Nega tão friamente
que a acusação de Alberto pode parecer ao leitor como imaginação deste. Segue a
intriga sobre este fato, com certo ar de romance policial. O capitão Garrido teve
que registrar a denúncia, mas o superior a impede. Ninguém está interessado em descobrir a
verdad. Gamboa se enfrenta com ele. Sua postura diante dos comandos da escola se torna
difícil.
condenado”. Outra vez, em uma briga com os que acompanhavam Teresa, acaba na
delegacia. Lá lhe dão uma surra e "nunca mais voltou para casa"; vai com Higueras. A
A personalidade de Jaguar na escola se esclarece com estes fatos. Sua história como
delinquente explica já seu liderança na escola, a superioridade que lhe dá seu
experiência. Leva para a escola as formas da banda. Por isso, o delator é para ele o pior.
que há e se explica o crime.
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2.4. COMENTÁRIOS
Observa-se problemas como: A sobrevivência do mais forte, lei da violência, a
sociedade como jungla ou selva. Neste mundo, os jovens têm um círculo e suas
códigos são muito mais rigorosos do que os da estrutura oficial.
Na obra, A VIOLÊNCIA está presente em todo o romance, não como uma particularidade
dos jovens, mas como algo comum a toda a sociedade.
CONCLUSÃO
Primeira Parte
A cidade e os cães" consegue refletir o quão difícil é para um adolescente (qualquer
persona em geral) adaptar-se ao mundo que o cerca, ainda mais se estiver corrompido e
devastado. Todo, para llegar a encontrar uma convicção capaz de manter essa luta dia
um dia com a dura realidade.
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Também é claro que o ambiente, mais cedo ou mais tarde, afeta em pequena ou grande medida a
identidade dos personagens. Ninguém passa despercebido dos fatos que o cercam, tanto
aos adolescentes (cadetes), como a pessoas mais velhas. O caso do tenente Gamboa reflete
perfeitamente o que sentem muitas pessoas idosas, ao ver a pouca perda gradual de
valores morais na sociedade, que diariamente vai caindo mais fundo no buraco de
a destruição.
- Segunda Parte
É uma história que mantém a atenção. Alcança esse objetivo, pelo efeito especial que
produzir conhecer uma grande história, através de muitas outras pequenas.
E como conclusão final, Vargas Llosa se caracteriza por:
Liberdade absoluta para se expressar.
- Entrega total à realização literária (especialidade: narrativa, técnica: muitas,
cada vez mais perfeitas)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
-Vargas Llosa, Mario. “A Cidade e os Cachorros”. 1ª Edic. Edit. Edições Alfaguara,
S.A.- Grupo Santillana 2004
[Link]
- [Link]
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