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⤶ ׄ ࣭ 𝐂atrina 𝐁exter 𝐂alaveras 𝐒tein ׄ ࣭ ⪨
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﹋﹋ ٬٬ ᶜʳ ᵖᵒᵒ'ⁿⁿⁿʸᵉ ׄ . ﹋﹋
┈── No grande salão uma voz cantando os vocais misteriosos de uma moça
começam a ecoar, logo as grandes janelas do local são completamente cobertas por
panos pretos com lindos bordados nas pontas dos panos refletindo a historia de
algumas pessoas mas conhecidas como oito Arcontes principais.
apareço voando em uma vassoura na frente de uma das principais janelas do salão
vendo as pessoas ali sentadas no salão, minha voz logo se cala em um breve momento
começando a sorrir e em um movimento rápido com as mãos, os panos das janelas
começam a voar em volta dos alunos passando por pelos olhos das pessoas ali
sentadas e se organizando começando a contar uma historia por imagens mas ainda
faltava o narrador, minha voz que antes não existia no local começa a ecoar em um
tom calmo para contar uma historia de conhecimento meu.
— No coração de uma dimensão perdida, onde os reflexos se entrelaçam e as verdades
são distorcidas pelos espelhos, oito arcontes surgiram, cada um trazendo consigo um
poder único e uma presença marcante. Eles apareceram na encruzilhada do universo,
onde as realidades se encontram e se separam, moldando o destino das terras
espelhadas.
Duas crianças perdidas chamadas de Raiden e Verena aparecerem nesse mundo do nada
mas depois de milhares de anos oito Arcontes aparecem por aí nessa misteriosa
dimensão entre espelhos.
Nycthelia, a deusa do medo, morte e energia, surgiu primeiro. Sua presença era
envolta em uma aura sombria que fazia os próprios espelhos tremeluzirem em
resposta. Com olhos profundos como a noite mais escura, ela trazia consigo o peso
do inevitável fim e o poder que pulsava no coração da escuridão.
Logo após, Zephyros, o deus da juventude e dos contratos, apareceu. Seu semblante
era jovem e vibrante, mas havia uma sabedoria antiga em seus olhos. Ele portava um
pergaminho, símbolo dos contratos sagrados, prometendo renovar e transformar, mas
sempre em troca de algo valioso.
Cryothemis, a deusa do gelo e da justiça, se materializou em uma rajada de ar
gelado. Sua armadura brilhava com a pureza do gelo eterno, e sua voz era clara e
cortante como uma lâmina de cristal. Ela trazia a balança da justiça, assegurando
que todas as ações seriam julgadas com imparcialidade e frieza.
Hydrion, o deus da vida e da água, emergiu das profundezas dos espelhos como uma
maré tranquila. Seu toque trazia cura e renovação, e sua presença era um lembrete
constante da fluidez e da adaptabilidade da vida.
Em seguida, Folianthe, o deus das plantas, brotou do reflexo de um espelho coberto
de musgo. Sua essência era a própria natureza, com vinhas e flores desabrochando ao
seu redor. Ele representava o ciclo eterno de crescimento e renovação.
Altus, o deus do ar, apareceu como um sopro de vento, quase imperceptível, mas
inevitável. Sua figura era etérea, sempre em movimento, simbolizando a liberdade e
a imprevisibilidade dos ventos que moldam o mundo.
Deceptaura, a deusa das mentiras e do amor, surgiu em uma dança de ilusões. Seus
olhos brilhavam com malícia e sedução, e suas palavras eram doces armadilhas. Ela
personificava o paradoxo do amor e da decepção, entrelaçados como uma rede
complexa.
Por último, Flamaris, a deusa do fogo, explodiu em uma chama vibrante. Sua presença
era calorosa e avassaladora, trazendo destruição e renascimento. Suas chamas eram
tanto uma benção quanto uma maldição, capazes de purificar e devastar.
Mas nem sempre tudo é feliz, em uma briga entre Nycthelia e Zephyros onde a Arconte
da morte questiona sobre os humanos serem fracos de mais para viver em uma dimensão
junto com eles começaram a guerra dos deuses, essa guerra não tem muitas
informações mas o que se sabe dela e que Nycthelia criou uma com sua espada uma
dimensão onde cada um dos Arcontes teve que se isolar vivendo escondidos nas
sombras
Nycthelia escolheu se esconder nas profundezas das Montanhas da Noite Eterna. Este
local, envolto em trevas perpétuas, absorvia a luz e qualquer vestígio de
esperança. Aqui, ela construiu um santuário feito de obsidiana, onde o silêncio
absoluto reinava. Apenas aqueles que não temiam a morte poderiam se aproximar de
sua morada, onde a própria escuridão parecia ter vida.
Zephyros encontrou refúgio em uma floresta encantada, conhecida como a Floresta dos
Acordos. Cada árvore ali era um testemunho de um contrato feito ao longo das eras.
Ele ergueu sua morada no coração desta floresta, um pavilhão feito de pergaminhos e
selos antigos. Ali, ele se dedicava a manter e observar os contratos que moldavam o
destino dos seres vivos, garantindo que o equilíbrio fosse mantido.
Cryothemis escolheu se isolar em um vasto glaciar, conhecido como a Fortaleza de
Cristal. Este lugar, perdido entre montanhas cobertas de neve, era uma fortaleza de
gelo puro, onde as temperaturas eram tão baixas que apenas os seres mais
resistentes poderiam sobreviver. Em sua fortaleza, Cryothemis vigiava os
julgamentos e as injustiças do mundo, garantindo que a balança da justiça
permanecesse equilibrada.
Hydrion refugiou-se nas profundezas do Oceano Esquecido, um mar vasto e
inexplorado. Em um palácio subaquático feito de coral e pérolas, ele governava
sobre as correntes e as criaturas marinhas. Este lugar, inacessível para a maioria
dos mortais, era um santuário de paz e rejuvenescimento, onde Hydrion podia cuidar
das águas e da vida que elas sustentavam.
Folianthe escolheu se esconder na Floresta Eterna, um vasto domínio onde cada
planta e árvore estava em constante crescimento. Ele criou uma catedral de árvores
gigantes, onde a luz do sol filtrava-se através das folhas em um espetáculo de
cores. Aqui, ele cuidava das plantas e das criaturas que dependiam delas,
garantindo que o ciclo de vida e renovação continuasse sem interrupções.
Altus encontrou refúgio nas Altas Colinas dos Ventos. Este lugar, onde as correntes
de ar eram mais fortes e imprevisíveis, era acessível apenas por aqueles que podiam
voar. Ele construiu uma cidade flutuante feita de nuvens e brisas, onde governava
sobre os ventos e os céus. De lá, ele podia observar o mundo abaixo e garantir que
os ventos continuassem a moldar e influenciar a terra.
Deceptaura escolheu se esconder na Caverna das Ilusões, um lugar onde a realidade
era distorcida e nada era o que parecia ser. Dentro desta caverna, ela criou um
labirinto de espelhos e névoa, onde suas ilusões podiam prosperar. Apenas os mais
corajosos ou tolos se aventuravam em sua morada, atraídos pela promessa de amor ou
pela tentativa de desmascarar suas mentiras.
Flamaris refugiou-se nas Profundezas Vulcânicas, um local onde a terra estava em
constante ebulição. Em um palácio de lava e rocha derretida, ela governava sobre as
chamas e o calor. Este lugar, perigoso e inóspito, era seu domínio, onde ela podia
controlar o fogo e preparar-se para renascer a qualquer momento.
Não se sabe se os Arcontes permaneceram nesses lugares mas reza lendas que cada um
criou uma cidade em cada local, a única cidade conhecida é a de Cryothemis, uma
cidade ainda abitada onde a justiça reina.
┈── Quando acabo de falar minha vassoura vai descendo lentamente e quando
estou próxima do chão, levanto da vassoura e os panos que contavam a historia se
dobram e tudo o lugar fica iluminado novamente, sorrio para os alunos olhando para
eles com um olhar de curiosidade.
— Alguma pergunta?