Necessidades Do Estado
Necessidades Do Estado
As necessidades do estado são aquelas que pertencem ao estado para seu próprio
conservação ou manutenção ou a grupos sociais significativos e para cuja satisfação
é necessária a intervenção do estado ou de outras entidades públicas.
EDUCAÇÃO
Nos últimos anos foi feito um importante esforço, de maneira conjunta entre os
estados e o governo, para apoiar os programas que promovam a educação de qualidade,
por meio de ações que gerem oportunidades para que todos tenham acesso à
educação.
SAÚDE
VIVÊNCIA
O Governo realiza diversos esforços para construir um país mais forte, capaz de
competir com qualquer país do mundo, e para que a
recuperação e crescimento econômico.
Quando o ser humano já tem suas necessidades de fome e sede atendidas, uma vez que se sente
fisicamente seguro, começa a buscar a aceitação social; quer se identificar e compartilhar
as afeições de um grupo social e quer que este grupo o aceite como membro.
Por último, precisamos em nosso país de um governo melhor, onde não haja corrupção,
pobreza, desemprego, fome, etc.
Necessidades do Estado
Um Estado precisa de uma política financeira adequadamente sustentada que lhe
permita captar a maior quantidade de recursos econômicos (impostos), já que com isso
pode satisfazer as necessidades da população, que entre as mais importantes estão
alimento, educação, emprego e, claro, segurança, além de serviços públicos.
Profissão e vocação estão intimamente relacionadas, embora, na verdade, nem se confundam nem
se supõem mutuamente. Vocação, desde logo, não tem nenhum sentido de
predeterminação, e muito menos, de predefinição.
Um profissional tem a obrigação de ter uma ordem ética como fortalecimento do seu
personalidade.
O profissional responsável tenta por todos os meios que seus atos sejam aceitáveis,
para não carregar com uma censura justa, nem com o conflito de uma retratação.
As vocações humanas são o produto normal de dois fatores principais que atuam
paralelamente na conduta: o fator pessoal e o fator social.
Ambos aspectos se completam entre si, mas não se supõem ou implicam; porque cabe estar
dotado de uma valiosa aptidão com escassa afinidade ao seu exercício, e vice-versa, ter uma
grande afição com pouca aptidão.
DEONTOLOGIA GERAL
Ética e moral
A moral refere-se a todas aquelas normas de conduta que são impostas pela
sociedade, são transmitidos de geração em geração, evoluem ao longo do tempo e
possuem fortes diferenças em relação às normas de outra sociedade e de outra época
histórica. O fim último que essas regras morais perseguem é orientar a conduta dos
integrantes dessa sociedade.
Por sua parte, a ética é o fato real que ocorre na mentalidade de algumas pessoas, é
um conjunto de normas, princípios e razões que um sujeito realizou e estabeleceu
como uma linha diretiva de sua própria conduta.
As razões pelas quais é importante uma reflexão deontológica são dadas por:
Os princípios se distinguem das normas por serem mais genéricos do que estas. Os
os princípios colocam diante dos olhos os grandes temas e valores do viver e do agir. As
normas aplicam os princípios a situações mais ou menos concretas, mais ou menos
genéricas. As normas costumam fazer referência a algum tipo de circunstância, mesmo que seja
em termos genéricos. Mas também os princípios se tornam inteligíveis quando adquirem
concretização normativa e fazem referência às situações em que são invocadas e se
aplican. Em termos gerais, um princípio enuncia um valor ou meta valiosa. As normas,
em vez disso, tentando realizar o princípio sob o qual se subvertem, dizem como deve
aplicar um princípio em determinadas situações.
DIREITO VOCABLO
O direito é a ordem normativa e institucional da conduta humana em sociedade
inspirado em postulados de justiça, cuja base são as relações sociais existentes que
determinam seu conteúdo e caráter. Em outras palavras, é o conjunto de normas que
regulam a convivência social e permitem resolver os conflitos interpessoais.
A definição inicial dá conta do Direito positivo, mas não explica seu fundamento; por
Olá juristas, filósofos e teóricos do Direito propuseram ao longo da história
diversas definições alternativas e diferentes teorias jurídicas sem que exista, até a
data, consenso sobre sua validade. O estudo do conceito do Direito é realizado por um dos
suas ramas, a Filosofia do Direito. No entanto, a definição proposta inicialmente
resolve airosamente o problema da "validade" do fundamento do Direito, ao integrar o
valor Justiça em seu conceito.
Os conceitos de direito positivo e o direito vigente podem ser reduzidos a que o
o primeiro é o que se aplica e o segundo é o que o órgão legislativo publica para ser
obedecido enquanto durar sua vigência, desde que não seja substituído por meio da
abrogação ou derrogação. Portanto, nem todo direito vigente é positivo, ou seja, há
normas jurídicas que têm pouca aplicação prática, ou seja, não é direito positivo, mas
se é direito vigente.1
Etimologia
A representação da Deusa Justiça mostra a deusa equipada com três símbolos do
Direito: a espada simboliza o poder coercitivo do estado; a balança simboliza o
equilíbrio entre os direitos dos litigantes; e a venda sobre os olhos representa a
imparcialidade.2
A palavra direito deriva da voz latina "directum", que significa "o que está conforme".
à regra, à lei, à norma", ou como expressa Villoro Toranzo, "o que não se desvia nem a
um lado nem outro.
Agora bem, essa associação se afirma definitivamente quando a palavra vulgar "directum"
suplanta a antiga latina, de origem desconhecida "ius", fenômeno que se pôde ter
produzido pela influência judeu-cristã, determinando a formação da palavra nas
lenguas romances: diritto, en italiano; direito, en portugués; dreptu, en rumano; droit, en
francês; por sua vez, right, em inglês; recht em alemão e em neerlandês, onde têm
conservado sua significação primigenia de "reto" ou "retidão".
• Norma o conjunto de normas que, por um lado, concedem direitos ou faculdades e por
outra, correlativamente, estabelecem ou impõem obrigações.
• A faculdade, o poder ou a autorização que, de acordo com a norma jurídica, tem um sujeito
frente a outro ou outros sujeitos, seja para desenvolver sua própria atividade ou determinar a de
aqueles.
Na vida cotidiana
Em outros casos, o alcance jurídico dos fatos é ainda mais claro: tiram-nos a carteira e
chamamos a polícia para que inicie uma atividade voltada a descobrir o culpado e se
imponha a pena correspondente; compramos um apartamento a prestações sabendo que
contrairemos uma dívida, e se não cumprirmos com ela seremos processados diante dos
tribunais.
Se desses exemplos ou de muitos outros queremos deduzir qual é seu significado jurídico,
não será difícil chegar à seguinte conclusão: em todos os casos expostos podemos
exigir de outros uma conduta determinada, ou outros podem nos exigir isso. Mas
para que isso seja possível, é preciso que exista um conjunto de normas ou regras
estabelecidas, em virtude das quais surge a possibilidade de reclamar ou de ficar sujeito a
uma reclamação.
Se um indivíduo pode exigir que o jornal lhe seja entregue em troca de seu preço, é
porque há uma regra ou conjunto de regras que assim o dispõem, como também preceituam
que o vendedor possa exigir o pagamento da mercadoria. A existência de uma regra ou norma
preestabelecida é o que dá suporte jurídico a todos os fatos e, dessa forma, nos coloca
em contato com o Direito.
Origem
• O Direito nasce como reparação a uma ofensa física ou moral que uma pessoa inflige a
outra.
• O Direito nasce como uma reação do Estado diante da autotutela individual (vingança
privada), monopolizando o, mais bem, pretendendo monopolizar o uso da violência
como instrumento de coerção e de resolução de conflitos.
Características
• Imperativo: Que impõe um dever de conduta. Por exemplo: pagar impostos ao Estado.
• Atributivo: Que faculta a uma pessoa distinta do obrigado para exigir o cumprimento de
este imperativo.
Uma segunda característica do Direito é a sua heteronomia. Ela se caracteriza por ser
autárquico. no sentido de que o indivíduo pode discordar do conteúdo da norma,
mas isso é irrelevante para o Direito se ele concorda ou não, pois as pessoas não se
as têm dado a si mesmas. O Direito é estabelecido por outro, uma autoridade, organismo ou
instituição, denominada em geral legislador. Paralelamente existem ressalvas a esta
a costume, o ato jurídico e o ato corporativo.
Uma terceira característica é a alteridade do Direito, essa ideia implica que o Direito e
as normas jurídicas que o formam referem-se sempre à relação de um indivíduo com
com outros. O Direito vincula diferentes pessoas e determina como deve ser seu
comportamento recíproco exterior. Por exemplo, na relação jurídica de direito de
alimentos entre o pai e um descendente (filho ou neto), conecta esses dois sujeitos e lhes
de faculdades distintas: o pai tem o dever de fornecer alimentos por meio da pensão
alimentícia (sujeito passivo ou devedor) e os descendentes têm o direito que seu pai
lhes forneci os alimentos necessários (sujeito ativo ou credor).
Uma última característica é a coercibilidade, que pressupõe a legítima possibilidade de utilizar
a força socialmente organizada em caso de exigir o cumprimento deste ou de aplicar a
sancão correspondente à violação do Direito. A força socialmente organizada, para o
Direito, são as forças policiais e de segurança contempladas na Constituição e os
tribunais de justiça. É importante distinguir entre coercibilidade e coação; esta última
é o fato materializado em si, o fato físico da coercibilidade.
A coercibilidade; consiste na possibilidade legítima de aplicar a força física em caso de
incumprimento; coercibilidade é sinônimo de coação. Não deve ser confundido com a
sanção, pois toda norma traz consigo uma sanção para o caso de seu descumprimento.
Mas tratando-se das normas, esta sanção pode ser aplicada pela força. A
a coação só vai ocorrer quando não houver um cumprimento espontâneo da
norma, ou seja, em caso de infração. Isso ocorre porque o direito é cumprido de forma
espontânea, de tal maneira que o direito é coercitivo, mas eventualmente coativo. A sua
vez, a coação se divide em três classes:
a) Coação jurídica pura: é aquela em que a norma se basta a si mesma e obtém seu
efeito sem a concorrência de nenhuma vontade de outros, mesmo contra a nossa. Ex.: a
a presunção de direito é aquela em que você pode apresentar prova em contrário, a presunção legal
que se pode apresentar provas contra.
b) Coação psicológica: consiste em tornar a situação de descumprimento mais gravosa, a
através de medidas punitivas ou sancionadoras. Em breve, é agir de acordo com o direito
por temor à sanção
c) Coação física: consiste em um mecanismo de substituição. Aqui se substitui o 1° obrigado,
rebelde, por outro que é o 2° obrigado mas cumpridor: o juiz, as forças policiais e de
segurança, o funcionário judicial; através de ações combinadas, subtraem o que é devido
ao devedor e o repassam ao credor.
Fontes
Artigo principal: Fontes do Direito
A expressão "fontes do direito" alude aos conceitos de onde surge o conteúdo do
direito vigente em um espaço e momento determinados, ou seja, são os "espaços" a que
quais se deve acudir para estabelecer o direito aplicável a uma situação jurídica
concreta. São a "alma" do Direito, são fundamentos e ideias que ajudam o Direito a
realizar seu fim.
O Direito Ocidental (no Sistema Romano-Germânico ou Sistema de Direito
continental) tende a entender como fontes as seguintes:
• A Constituição: É a norma fundamental, escrita ou não, de um Estado soberano,
estabelecida ou aceita para regulamentá-lo
A Lei: é uma norma jurídica ditada pelo legislador. Ou seja, um preceito estabelecido
pela autoridade competente, em que se manda ou proíbe algo em consonância com a
justiça, e para o bem dos governados
• A Jurisprudência: Entende-se por jurisprudência as interpretações reiteradas que de
as normas jurídicas fazem os tribunais de justiça em suas resoluções, e pode
constituir uma das Fontes do Direito, de acordo com o país
• A Costume: Um costume é uma prática social enraizada, na verdade, uma repetição.
continua e uniforme de um ato.
• O negócio jurídico: O negócio jurídico é o ato de autonomia privada de conteúdo
preceptivo com reconhecimento e tutela por parte da Ordem Jurídica.
• Os Princípios Gerais do Direito: Os princípios gerais do Direito são os
enunciados normativos mais gerais que, sem terem sido integrados à ordenação
jurídico em virtude de procedimentos formais, entende-se fazer parte dele, porque lhe
servem de fundamento a outros enunciados normativos particulares ou recolhem de forma
abstrai o conteúdo de um grupo deles.
• A Doutrina: Entende-se por doutrina a opinião dos juristas prestigiados sobre uma
matéria concreta, embora não seja uma fonte formal do Direito.
RAMOS DA DEONTOLOGIA
1. Deontologia Médica: Conduta médica em relação com a sociedade, os doentes, os colegas
e auxiliares de medicina e respeito à experimentação científica, as consultas, as juntas
medicas, a eugenia.
[Link] Médica Jurídica: Questões de moral médica que têm correlação nas leis
vigentes do país.