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Necessidades Do Estado

O documento fala sobre as necessidades do estado. Explica que quando os indivíduos vivem em sociedade, surgem necessidades coletivas que só podem ser atendidas pelo estado por meio da alocação de recursos no orçamento para cobrir necessidades públicas chave como educação, saúde, habitação e economia. Também destaca a importância de que o estado capture recursos por meio de impostos para satisfazer as necessidades básicas da população.
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Necessidades Do Estado

O documento fala sobre as necessidades do estado. Explica que quando os indivíduos vivem em sociedade, surgem necessidades coletivas que só podem ser atendidas pelo estado por meio da alocação de recursos no orçamento para cobrir necessidades públicas chave como educação, saúde, habitação e economia. Também destaca a importância de que o estado capture recursos por meio de impostos para satisfazer as necessidades básicas da população.
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NECESSIDADES DO ESTADO

Quando o homem começa a viver em sociedade, surge a denominada necessidade de


satisfação coletiva que se denominam necessidades públicas, essas necessidades
fizeram necessária a criação de um ente com capacidade ou poder suficiente para
satisfazer essas necessidades que chamamos de estado.

O Estado é um ente encarregado de satisfazer essas necessidades por encomenda de


constituição (lei fundamental para a vida em comunidade). E o faz ano após ano com a
atribuição de recursos através do orçamento para satisfazer o que o estado
considera necessidades públicas. Vale acentuar que com a formulação das contas
integrantes do orçamento, o governo prioriza e define quais são, a seu critério, as
necessidades públicas

As necessidades públicas são entendidas como a satisfação que constitui o fim da


atividade econômica. Os meios que servem para satisfazer as necessidades humanas são
chamam bens ou serviços.

As necessidades do estado são aquelas que pertencem ao estado para seu próprio
conservação ou manutenção ou a grupos sociais significativos e para cuja satisfação
é necessária a intervenção do estado ou de outras entidades públicas.

As necessidades são classificadas em públicas e privadas, conforme descrito a seguir:

EDUCAÇÃO

Nos últimos anos foi feito um importante esforço, de maneira conjunta entre os
estados e o governo, para apoiar os programas que promovam a educação de qualidade,
por meio de ações que gerem oportunidades para que todos tenham acesso à
educação.

SAÚDE

O governo do Presidente da república, a saúde é a prioridade. Por isso o Presidente se


comprometeu-se a alcançar a cobertura universal de saúde, ou seja, médicos, medicamentos e
tratamento para qualquer doente que o necessite.

VIVÊNCIA

Com o compromisso de avançar na superação dos atrasos em matéria de habitação,


os governos realizam a entrega focalizada de recursos com o propósito de melhorar
a qualidade da habitação e da vida das famílias mais pobres do país, e assim foi feito.
ECONOMIA

O Governo realiza diversos esforços para construir um país mais forte, capaz de
competir com qualquer país do mundo, e para que a
recuperação e crescimento econômico.

A economia trata de resolver o problema de como


satisfazer as necessidades humanas com recursos
escassos. Necessidade é uma sensação de apetite de
um determinado objeto, originado biológico ou
psicologicamente.

As necessidades têm caráter econômico se os


recursos de que se dispõe para satisfazê-las são
escassos. No entanto, existem alguns autores que manifestam que as necessidades do
ser humano estão hierarquizadas e escalonadas de forma que quando ficam cobertas
as necessidades de uma ordem, é quando se começam a sentir as necessidades da ordem
superior.

Quando o ser humano já tem suas necessidades de fome e sede atendidas, uma vez que se sente
fisicamente seguro, começa a buscar a aceitação social; quer se identificar e compartilhar
as afeições de um grupo social e quer que este grupo o aceite como membro.

De uma forma ampla, o estado representa, dirige e regula a vida da sociedade,


da mesma forma, é responsável por garantir a satisfação de suas necessidades públicas, assim
como facilitar e vigiar o adequado fornecimento dos bens privados e públicos.

O país tem diferentes necessidades para satisfazer a população. Uma delas é


as oportunidades de um trabalho digno e um bom salário, devido a tanta pobreza, as
Famílias e/ou pessoas independentes não têm dinheiro suficiente para satisfazer uma de
suas principais necessidades que seriam a alimentação, já que devem gastar em outras
coisas como o aluguel (no caso de alugar uma casa), a eletricidade, a água, entre outras. Se
todos tivessem emprego com um salário justo, não haveria a necessidade de emigrar para outros
países.

Outra das necessidades do país é a educação que as crianças recebem e


adolescentes, para que aproveitem os conhecimentos que lhes são oferecidos pelos docentes e assim
chegam a ser grandes profissionais.

Por último, precisamos em nosso país de um governo melhor, onde não haja corrupção,
pobreza, desemprego, fome, etc.

Necessidades do Estado
Um Estado precisa de uma política financeira adequadamente sustentada que lhe
permita captar a maior quantidade de recursos econômicos (impostos), já que com isso
pode satisfazer as necessidades da população, que entre as mais importantes estão
alimento, educação, emprego e, claro, segurança, além de serviços públicos.

QUAL É O ELEMENTO PRINCIPAL DA VOCÇÃO PROFISSIONAL

Profissão e vocação estão intimamente relacionadas, embora, na verdade, nem se confundam nem
se supõem mutuamente. Vocação, desde logo, não tem nenhum sentido de
predeterminação, e muito menos, de predefinição.

A ética é um conceito que encerra um grande significado, tanto na esfera pessoal


como no âmbito profissional. Através da Ética torna-se possível uma ordem pessoal e, assim
mesmo, isso leva a uma ordem pública em geral. Leva diretamente a um regime
razoável e equitativo para todos, no que diz respeito à maneira de pensar de cada um
indivíduo.

A responsabilidade deve traçar o rumo para os atos aceitáveis, para as ações


fecundas, atos justos e conscientes, reveladores da boa fé e da capacidade
profissional.

Um profissional tem a obrigação de ter uma ordem ética como fortalecimento do seu
personalidade.

O profissional responsável tenta por todos os meios que seus atos sejam aceitáveis,
para não carregar com uma censura justa, nem com o conflito de uma retratação.

O profissional que se encarrega de determinada tarefa ou trabalho próprio de sua carreira,


assumir responsabilidade diante de quem lhe faz a encomenda. Deve tratá-lo com o cuidado
que lhe impõe sua dignidade de profissional, estudá-lo com dedicação, tratá-lo com interesse
técnico e resolvê-lo de acordo com os meios e conhecimentos que seu verdadeiro saber e entender
ele ditam. No entanto, pode ocorrer que haja dúvidas em relação ao resultado
do problema apresentado na matéria, razão suficiente para que, pelo mesmo sentido de
responsabilidade profissional, recorra à consulta e a qualquer fonte orientadora para
dar a devida conclusão; pois o censurável seria dar ao cliente uma resposta
descabelada, sem fundamento ou de forma errada, por falta de diligência ou dedicação ao
caso.

As vocações humanas são o produto normal de dois fatores principais que atuam
paralelamente na conduta: o fator pessoal e o fator social.

– O fator pessoal. É constituído fundamentalmente pelas aptidões e os hobbies;


isto é: pelo que podemos fazer e pelo que gostamos de fazer. Estes dois elementos são
os que integram normalmente o chamado "complexo vocacional".
A aptidão não é entendida como uma simples capacidade de fazer algo; mas sim como uma capacidade
sobresalente sobre o termo médio ou comum que delas se dá, e constitui o aspecto
efetivo da vocação.

A afinação constitui o aspecto afetivo da vocação: é a inclinação ou tendência que


nos apresenta algo como apetecível.

Ambos aspectos se completam entre si, mas não se supõem ou implicam; porque cabe estar
dotado de uma valiosa aptidão com escassa afinidade ao seu exercício, e vice-versa, ter uma
grande afição com pouca aptidão.

– O fator social. É constituído pelos elementos circunstanciais externos ao


indivíduo: elementos ambientais, jurídicos e propriamente sociais.

DEONTOLOGIA GERAL

Ética e moral

Esses dois termos provêm um do grego, <êthos> (=caráter), e outro do latim,


<mos−moris> (=costume). Ambos têm a mesma raiz semântica e, portanto, o mesmo
significado original. Por isso, Ética e Moral, etimologicamente, se identificam e se definem
como a "ciência dos costumes". No entanto, com o tempo, ambas as palavras têm
evolucionado para significações distintas.

O conceito de ética e o de moral estão sujeitos a diferentes usos dependendo de cada


autor, época ou corrente filosófica. Por este motivo é necessário identificar as
características de ambos termos para poder estabelecer as distinções e semelhanças
pertinentes.

A moral refere-se a todas aquelas normas de conduta que são impostas pela
sociedade, são transmitidos de geração em geração, evoluem ao longo do tempo e
possuem fortes diferenças em relação às normas de outra sociedade e de outra época
histórica. O fim último que essas regras morais perseguem é orientar a conduta dos
integrantes dessa sociedade.

Por sua parte, a ética é o fato real que ocorre na mentalidade de algumas pessoas, é
um conjunto de normas, princípios e razões que um sujeito realizou e estabeleceu
como uma linha diretiva de sua própria conduta.

A ética das profissões se movimenta no nível intermediário das éticas específicas ou


aplicadas. O profissional se arrisca no exercício de sua profissão não apenas ser um bom ou
não apenas profissional, mas também seu ser ético. Não chega a ser considerada uma pessoa
eticamente aceitável quem em todos os âmbitos agisse bem e cumprisse com seus
deveres menos no exercício de suas responsabilidades profissionais. A ética geral de
as profissões são propostas em termos de princípios: o princípio da beneficência, o
princípio da autonomia, o princípio da justiça e o princípio da não maleficência.

O deontologismo apresenta os temas éticos em termos de normas e deveres.

As razões pelas quais é importante uma reflexão deontológica são dadas por:

a necessidade de tranquilizar os usuários,

a regulação dos intrusismos,

a necessidade de que o profissional alcance a autogovernação e adquira plena


capacidade de decisão sobre si mesmo, com o fim de alcançar o equilíbrio e a
integração de sua personalidade na conquista do bem.

Os princípios se distinguem das normas por serem mais genéricos do que estas. Os
os princípios colocam diante dos olhos os grandes temas e valores do viver e do agir. As
normas aplicam os princípios a situações mais ou menos concretas, mais ou menos
genéricas. As normas costumam fazer referência a algum tipo de circunstância, mesmo que seja
em termos genéricos. Mas também os princípios se tornam inteligíveis quando adquirem
concretização normativa e fazem referência às situações em que são invocadas e se
aplican. Em termos gerais, um princípio enuncia um valor ou meta valiosa. As normas,
em vez disso, tentando realizar o princípio sob o qual se subvertem, dizem como deve
aplicar um princípio em determinadas situações.

DIREITO VOCABLO
O direito é a ordem normativa e institucional da conduta humana em sociedade
inspirado em postulados de justiça, cuja base são as relações sociais existentes que
determinam seu conteúdo e caráter. Em outras palavras, é o conjunto de normas que
regulam a convivência social e permitem resolver os conflitos interpessoais.

A definição inicial dá conta do Direito positivo, mas não explica seu fundamento; por
Olá juristas, filósofos e teóricos do Direito propuseram ao longo da história
diversas definições alternativas e diferentes teorias jurídicas sem que exista, até a
data, consenso sobre sua validade. O estudo do conceito do Direito é realizado por um dos
suas ramas, a Filosofia do Direito. No entanto, a definição proposta inicialmente
resolve airosamente o problema da "validade" do fundamento do Direito, ao integrar o
valor Justiça em seu conceito.
Os conceitos de direito positivo e o direito vigente podem ser reduzidos a que o
o primeiro é o que se aplica e o segundo é o que o órgão legislativo publica para ser
obedecido enquanto durar sua vigência, desde que não seja substituído por meio da
abrogação ou derrogação. Portanto, nem todo direito vigente é positivo, ou seja, há
normas jurídicas que têm pouca aplicação prática, ou seja, não é direito positivo, mas
se é direito vigente.1

Do ponto de vista objetivo, diz-se do conjunto de leis, regulamentos e demais


resoluções, de caráter permanente e obrigatório, criadas pelo Estado para a
conservação da ordem social. Ou seja, levando em consideração a validade; ou seja, que se
realizou o procedimento adequado para sua criação, independentemente de sua
eficácia (se é acatada ou não) e de seu ideal axiológico (se busca concretizar um valor como a
justiça, paz, ordem, ent).

Etimologia
A representação da Deusa Justiça mostra a deusa equipada com três símbolos do
Direito: a espada simboliza o poder coercitivo do estado; a balança simboliza o
equilíbrio entre os direitos dos litigantes; e a venda sobre os olhos representa a
imparcialidade.2

A palavra direito deriva da voz latina "directum", que significa "o que está conforme".
à regra, à lei, à norma", ou como expressa Villoro Toranzo, "o que não se desvia nem a
um lado nem outro.

Agora bem, essa associação se afirma definitivamente quando a palavra vulgar "directum"
suplanta a antiga latina, de origem desconhecida "ius", fenômeno que se pôde ter
produzido pela influência judeu-cristã, determinando a formação da palavra nas
lenguas romances: diritto, en italiano; direito, en portugués; dreptu, en rumano; droit, en
francês; por sua vez, right, em inglês; recht em alemão e em neerlandês, onde têm
conservado sua significação primigenia de "reto" ou "retidão".

• O conjunto de regras que regem a convivência dos homens em sociedade.

• Norma o conjunto de normas que, por um lado, concedem direitos ou faculdades e por
outra, correlativamente, estabelecem ou impõem obrigações.

• Conjunto de normas que regulam a conduta dos homens, com o objetivo de


estabelecer uma convivência humana justa.

O direito subjetivo pode-se dizer que é:


• A faculdade que um sujeito tem para executar determinada conduta ou abster-se dela,
ou para exigir de outro sujeito o cumprimento do seu dever.

• A faculdade, o poder ou a autorização que, de acordo com a norma jurídica, tem um sujeito
frente a outro ou outros sujeitos, seja para desenvolver sua própria atividade ou determinar a de
aqueles.

Na vida cotidiana

Desde o momento do nosso nascimento, todas as pessoas estamos sujeitos a


aplicação do direito, uma vez que o simples fato do nosso nascimento implica a
aplicação disso, começa a existência legal da pessoa, o que implica ter uma
série de direitos e obrigações.

Existem inúmeras situações em que o Direito intervém. Têm transcendência


jurídica atos como subir a um ônibus, comprar o ingresso para o cinema, adquirir um
periódico. Ante tais atos, podemos exigir que o ônibus nos transporte para um lugar
determinado, o que nos deixe entrar na sala de projeções para ver o espetáculo.
Adquirimos a propriedade do jornal e perdemos a do dinheiro que pagamos por ele.

Em outros casos, o alcance jurídico dos fatos é ainda mais claro: tiram-nos a carteira e
chamamos a polícia para que inicie uma atividade voltada a descobrir o culpado e se
imponha a pena correspondente; compramos um apartamento a prestações sabendo que
contrairemos uma dívida, e se não cumprirmos com ela seremos processados diante dos
tribunais.

Se desses exemplos ou de muitos outros queremos deduzir qual é seu significado jurídico,
não será difícil chegar à seguinte conclusão: em todos os casos expostos podemos
exigir de outros uma conduta determinada, ou outros podem nos exigir isso. Mas
para que isso seja possível, é preciso que exista um conjunto de normas ou regras
estabelecidas, em virtude das quais surge a possibilidade de reclamar ou de ficar sujeito a
uma reclamação.

Se um indivíduo pode exigir que o jornal lhe seja entregue em troca de seu preço, é
porque há uma regra ou conjunto de regras que assim o dispõem, como também preceituam
que o vendedor possa exigir o pagamento da mercadoria. A existência de uma regra ou norma
preestabelecida é o que dá suporte jurídico a todos os fatos e, dessa forma, nos coloca
em contato com o Direito.

Origem

É de natureza controversa, sobre o tema os autores se orientaram para várias


posturas, entre elas as de maior aceitação costumam ser as seguintes:
• O Direito nasce como uma relação de força entre pessoas desiguais, seja material ou
psiquicamente.

• O Direito nasce como reparação a uma ofensa física ou moral que uma pessoa inflige a
outra.

• O Direito nasce para regular a indenização devida pelo descumprimento de uma


palavra dada. Em geral para regular os negócios jurídicos entre as pessoas.

• O Direito nasce da necessidade de regular as relações que surgem entre os diferentes


sujeitos de Direito. À medida que as relações interpessoais se tornam mais
complejas o Direito o vai receptando.

• O Direito nasce como uma reação do Estado diante da autotutela individual (vingança
privada), monopolizando o, mais bem, pretendendo monopolizar o uso da violência
como instrumento de coerção e de resolução de conflitos.

Características

Uma primeira característica do Direito é a bilateralidade, ou seja, que um sujeito distinto


o afetado está autorizado a exigir o cumprimento da norma. Por isso, é-lhe concedido o
qualidade "imperativo atributivo" ao Direito.

• Imperativo: Que impõe um dever de conduta. Por exemplo: pagar impostos ao Estado.

• Atributivo: Que faculta a uma pessoa distinta do obrigado para exigir o cumprimento de
este imperativo.

Uma segunda característica do Direito é a sua heteronomia. Ela se caracteriza por ser
autárquico. no sentido de que o indivíduo pode discordar do conteúdo da norma,
mas isso é irrelevante para o Direito se ele concorda ou não, pois as pessoas não se
as têm dado a si mesmas. O Direito é estabelecido por outro, uma autoridade, organismo ou
instituição, denominada em geral legislador. Paralelamente existem ressalvas a esta
a costume, o ato jurídico e o ato corporativo.
Uma terceira característica é a alteridade do Direito, essa ideia implica que o Direito e
as normas jurídicas que o formam referem-se sempre à relação de um indivíduo com
com outros. O Direito vincula diferentes pessoas e determina como deve ser seu
comportamento recíproco exterior. Por exemplo, na relação jurídica de direito de
alimentos entre o pai e um descendente (filho ou neto), conecta esses dois sujeitos e lhes
de faculdades distintas: o pai tem o dever de fornecer alimentos por meio da pensão
alimentícia (sujeito passivo ou devedor) e os descendentes têm o direito que seu pai
lhes forneci os alimentos necessários (sujeito ativo ou credor).
Uma última característica é a coercibilidade, que pressupõe a legítima possibilidade de utilizar
a força socialmente organizada em caso de exigir o cumprimento deste ou de aplicar a
sancão correspondente à violação do Direito. A força socialmente organizada, para o
Direito, são as forças policiais e de segurança contempladas na Constituição e os
tribunais de justiça. É importante distinguir entre coercibilidade e coação; esta última
é o fato materializado em si, o fato físico da coercibilidade.
A coercibilidade; consiste na possibilidade legítima de aplicar a força física em caso de
incumprimento; coercibilidade é sinônimo de coação. Não deve ser confundido com a
sanção, pois toda norma traz consigo uma sanção para o caso de seu descumprimento.
Mas tratando-se das normas, esta sanção pode ser aplicada pela força. A
a coação só vai ocorrer quando não houver um cumprimento espontâneo da
norma, ou seja, em caso de infração. Isso ocorre porque o direito é cumprido de forma
espontânea, de tal maneira que o direito é coercitivo, mas eventualmente coativo. A sua
vez, a coação se divide em três classes:
a) Coação jurídica pura: é aquela em que a norma se basta a si mesma e obtém seu
efeito sem a concorrência de nenhuma vontade de outros, mesmo contra a nossa. Ex.: a
a presunção de direito é aquela em que você pode apresentar prova em contrário, a presunção legal
que se pode apresentar provas contra.
b) Coação psicológica: consiste em tornar a situação de descumprimento mais gravosa, a
através de medidas punitivas ou sancionadoras. Em breve, é agir de acordo com o direito
por temor à sanção
c) Coação física: consiste em um mecanismo de substituição. Aqui se substitui o 1° obrigado,
rebelde, por outro que é o 2° obrigado mas cumpridor: o juiz, as forças policiais e de
segurança, o funcionário judicial; através de ações combinadas, subtraem o que é devido
ao devedor e o repassam ao credor.
Fontes
Artigo principal: Fontes do Direito
A expressão "fontes do direito" alude aos conceitos de onde surge o conteúdo do
direito vigente em um espaço e momento determinados, ou seja, são os "espaços" a que
quais se deve acudir para estabelecer o direito aplicável a uma situação jurídica
concreta. São a "alma" do Direito, são fundamentos e ideias que ajudam o Direito a
realizar seu fim.
O Direito Ocidental (no Sistema Romano-Germânico ou Sistema de Direito
continental) tende a entender como fontes as seguintes:
• A Constituição: É a norma fundamental, escrita ou não, de um Estado soberano,
estabelecida ou aceita para regulamentá-lo
A Lei: é uma norma jurídica ditada pelo legislador. Ou seja, um preceito estabelecido
pela autoridade competente, em que se manda ou proíbe algo em consonância com a
justiça, e para o bem dos governados
• A Jurisprudência: Entende-se por jurisprudência as interpretações reiteradas que de
as normas jurídicas fazem os tribunais de justiça em suas resoluções, e pode
constituir uma das Fontes do Direito, de acordo com o país
• A Costume: Um costume é uma prática social enraizada, na verdade, uma repetição.
continua e uniforme de um ato.
• O negócio jurídico: O negócio jurídico é o ato de autonomia privada de conteúdo
preceptivo com reconhecimento e tutela por parte da Ordem Jurídica.
• Os Princípios Gerais do Direito: Os princípios gerais do Direito são os
enunciados normativos mais gerais que, sem terem sido integrados à ordenação
jurídico em virtude de procedimentos formais, entende-se fazer parte dele, porque lhe
servem de fundamento a outros enunciados normativos particulares ou recolhem de forma
abstrai o conteúdo de um grupo deles.
• A Doutrina: Entende-se por doutrina a opinião dos juristas prestigiados sobre uma
matéria concreta, embora não seja uma fonte formal do Direito.
RAMOS DA DEONTOLOGIA
1. Deontologia Médica: Conduta médica em relação com a sociedade, os doentes, os colegas
e auxiliares de medicina e respeito à experimentação científica, as consultas, as juntas
medicas, a eugenia.

2. Deontologia Gremial: Aspectos econômicos, sociais, laborais dos membros da


profissão médica.

[Link] Médica Universitária: Direitos e obrigações de docentes e alunos de


carrera médica de pré-graduação e de pós-graduação, as normas que devem ser seguidas em hospitais,
escolas, salas, cátedras.

[Link] Médica Jurídica: Questões de moral médica que têm correlação nas leis
vigentes do país.

5. Deontologia informativa: Também por Francisco Vázquez: Conjunto de normas profissionais


mínimas e clarividentes que regulam a consciência profissional do informante baseadas na
veracidade e na responsabilidade profissional com um certo sentido utópico de aspirar ao que
desejável como melhor. Exige um constante projeto de aperfeiçoamento profissional.

6. Deontologia Contábil: é uma disciplina de natureza teórico-prática que busca desenvolver


as capacidades de compreensão sobre a natureza da Deontologia Contábil e permite que
o estudante avalie o comportamento humano do profissional Contador Público em suas
aspectos Ético-Morais e Legais; ou seja, a ética como elemento consubstancial da atividade
profissional bem como os aspectos legais que regem a atividade do Contador Público. Por estas
razões é considerado como um curso em formação HUMANÍSTICA PROFISSIONAL,
orientado a formar uma sólida escala de valores nos estudantes de tão nobre profissão.

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