DIAGNÓSTICO BUCAL-N1
RELEMBRAR:
Mancha e mácula: São modificações da coloração normal da mucosa bucal que não é
elevada. Exemplos: tatuagem por amálgama, pigmentação melânica, melanoma.
Placa: Lesões elevadas em relação ao tecido, sua altura é pequena em relação à extensão.
São consistentes à palpação e a sua superfície pode ser rugosa, verrucosa, ondulada, lisa
Erosão:Consiste na perda parcial do epitélio sem exposição do tecido conjuntivo
Úlcera/ulceração:Solução de continuidade do epitélio com exposição do tecido conjuntivo
subjacente.
Vesícula:lesões que não ultrapassem 3 mm no seu maior diâmetro
Bolha:Lesão elevada com conteúdo líquido em seu interior com mais de 3 mm de diâmetro.
Pápulas:Pequenas lesões sólidas, circunscritas, elevadas, cujo diâmetro não ultrapassa 5
mm.
Nódulos:Lesões sólidas, circunscritas, de localização superficial ou profunda de até 3 cm.
Podem ser pediculadas, quando seu maior diâmetro é superior ao da base, ou séssil,
quando o da base é maior.
DISTÚRBIOS HEMATOLÓGICOS
Hematopoiese é o processo de produção dos elementos figurados/parte sólida do sangue
(eritrócitos ou hemácias, plaquetas e leucócitos -granulócitos:neutrófilos, eosinófilos e
basófilos; e agranulócitos:linfócitos e monócitos), que, basicamente é a produção do
sangue, que é produzido pela medula óssea.
1. Produção
2. Diferenciação
3. Maturação
Adultos: 50% produzido na medula óssea vermelha
Idosos: 30% produzido na medula óssea vermelha
Crianças: 99% produzida na medula óssea vermelha
❖ A célula tronco hematopoiética é pluripotente e se transforma em qualquer célula
sanguínea (localizada na medula óssea)
❖ O monócito circula no tecido circulante e depois vira macrófago
❖ Hematopoiese extra-medular é a produção feita fora da medula (no baço ou fígado).
HEMÁCIAS (FORMATO BICÔNCAVO)
★ Leva oxigênio aos tecidos
★ Primeiras semanas - saco vitelino
★ 2 trimestre - fígado
★ 9 mês/nascimento - medula óssea
★ Até os 5 anos - todos os ossos
- possui anidrase carbônica (acelera a reação de pegar O2 e transformar em
ácido carbônico)
C02 + H2O = H2CO3 (ácido carbônico) = H3CO- (íon bicarbonato) = C02
❖ Tamponamento ácidobásico: regulação do PH corpóreo
❖ Hemoglobina fica dentro da hemácia
❖ O ferro fica dentro da hemoglobina
❖ O O2 se liga ao ferro
ANEMIA (geralmente é secundária a outra doença)
Termo genérico tanto para um decréscimo de hemácias (hematócrito) tanto para
concentração de hemoglobina
★ É um problema de saúde pública
★ Presente em 20% da população
1. Dados laboratoriais
- CCV: Concentração de células vermelhas
- VCM: Volume corpuscular médio (tamanho da hemácia)
- CHCM: Concentração de hemoglobina corpuscular média
- HCM: Hemoglobina corpuscular média (quantidade de hemoglobina dentro
de uma hemácia)
- HEMATÓCRITO: estima a quantidade de células vermelhas em relação ao
sangue total (quantidade de hemácias)
2. Dados de referência
- Homem: 40 - 50%
- Mulher: 35 - 45%
- Criança: 35% até os 10 anos
- RN:45 - 60%
- Gravidez diminui
- Eritrócitos: 4,5 - 5,5 milhões por metro cúbico
CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DA ANEMIA
CLASSIFICAÇÃO: Anemias aplásicas - diminuição da medula óssea
Anemias displásicas - erro na produção e na maturação sem diminuição
Anemias carenciais - deficiência na produção de eritrócitos por carência de elementos
essenciais para a formação e diferenciação das hemácias
Anemias hemolíticas - destruição excessiva de eritrócitos
Anemias secundárias às doenças de outros órgãos
ANEMIA APLÁSICA
★ Falta da atividade geral da medula óssea
★ Pancitopenia (diminuição de todos os elementos da medula)
★ 2 formas:
- Hereditária: anormalidades ósseas
microcefalia
hipogenitalismo
pigmentação acastanhada na pele
ex: síndrome de fanconi
- Adquirida: Idiopática (sem causa aparente)
drogas (clorafenicol por ex)
toxinas ambientais (benzeno por ex)
infecções virais (hepatite)
★ Etiologia: substâncias miélotóxicas, infecções agudas ou crônicas, nefropatias
crônicas com insuficiência renal - deficiência de eritropoetina (hormônio produzido
pelos rins que estimula a produção de hemácias)
★ A anemia reduz o O2
★ CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS: fraqueza
dispneia
palidez
dormência e formigamento das ext
petéquias
neutropenia (diminuição de neutrófilo)
★ MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: manchas purpúricas
hematomas
hemorragia espontânea da gengiva
lesões ulcerativas da mucosa oral e faringe
★ DADOS LABORATORIAIS: diminuição de hemácias
trombocitopenia
★ MEDULA ÓSSEA: depressão eritropoiética
ocasionalmente - normal ou hiperplásica
pancitopenia
★ Biópsia por agulha de crista ilíaca de mulher jovem
★ alterações hipoplásicas severas
★ eritrócitos maduros
★ escassos linfócitos e plasmócitos
★ normoblastos
★ TRATAMENTO: remoção do agente causal
tratamento com antibióticos
transfusões sanguíneas
drogas imunossupressoras
transplante de medula óssea
prognóstico imprevisível
POR DEFICIÊNCIA DE FERRO - ANEMIA FERROPRIVA
★ carência dietética
★ deficiência de absorção intestinal de ferro
★ perda sanguínea excessiva (tubo gastrointestinal)
★ aumento da demanda (gravidez)
★ MANIFESTAÇÕES ORAIS: Queilite angular
Glossite atrófica
Atrofia generalizada da mucosa oral
★ TRATAMENTO: Suplementação dietética
★ Síndrome de plummer vision
★ potencialmente maligno
ANEMIAS POR DEFICIÊNCIA DE FATORES DE MANUTENÇÃO (MEGALOBLÁSTICAS)
★ Anormalidade eritoblásticas provocadas por deficiência de vitamina B12 e ácido
fólico
ANEMIA PERNICIOSA (B12)
★ Necessária para a síntese de DNA diminuir a divisão celular
★ ERITOBLASTO (MEGALOBLASTO) = ERITRÓCITO (MACRÓCITO)
★ Características clínicas: Rara antes dos 30
- maior em homens
- Tríade de sintomas
1. fraqueza
2. língua sensível e dolorosa
3. dormência ou formigamento das ext.
★ Glossite atrófica (dorso da língua liso e despapilado)
★ DADOS LABORATORIAIS: diminuição de hemoglobina
- macrocitose
- poiquilocitose (alteração na forma das hemácias)
- corpúsculo de howell jolly
★ MEDULA ÓSSEA: hemácias imaturas ou megaloblastos
- poucos normoblastos
- leucócitos polimorfonucleares
- sangue periférico
- megaloblastos tardios
- roseta nuclear
- anisocitose (alteração no tamanho das hemácias)
★ TRATAMENTO: IM cianocobalamina
- lesões orais: 5 dias
- via oral: doses altas
- risco de carcinoma gástrico
❖ Macrócito: membrana frágil, irregular, grande, oval e com vida curta
ABSORÇÃO DE VITAMINA B12
ABSORÇÃO—ARMAZENAMENTO
★ fígado
★ 1000x o valor diário
★ 3 anos - anemia
★ causa da hipovitaminose B12
- alimentação deficiente
- doenças intestinais - doença de chron
- doenças hepáticas crônicas - armaz.
- lesões gástricas - diminuição do fator intrínseco
- gastrectomia total
- estado fisiológico
- H. pylori
★ Absorção de ácido fólico
- mucosa do intestino delgado
- não provoca lesões nervosas
ANEMIAS HEMOLÍTICAS
★ destruição excessiva de eritrócitos
★ fatores extrínsecos
★ fatores intrínsecos
ANEMIAS FALCIFORME
★ Autossômica recessiva
★ Hba - Hbf (substituição da valina pela glutamina na 6 posição da cadeia B-globina da
Hb)
★ heterozigotos - sem efeitos clínicos, alteração em hipóxia
★ negros e brancos de origem mediterrânea
★ crises vasoclusivas
★ se manifesta antes dos 30
★ fraqueza, falta de ar e cansaço
★ dores nas articulações (síndrome mão-pé)
★ crises falciformes
- anestésico geral
- esforço físico
- gravidez, sono
★ CRISE FALCIFORME
★ MANIFESTAÇÕES ORAIS: alterações ósseas (osteoporose generalizada e não
existem alterações na lâmina dura e no periodonto)
★ RADIOGRAFIA DO CRÂNIO: “cabelos em pé”
- osso cortical adelgaçado
- neoformação óssea
★ DIAGNÓSTICO: achados clínicos e esfregaço de sangue periférico
★ DADOS LABORATORIAIS: diminuição do número de hemácias
★ TRATAMENTO: sem tratamento específico
- transfusão sanguínea
- prognóstico imprevisível
- tempo de vida normal
ANEMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
★ viscosidade — n de hemácias
★ sangue + fluido
★ aumento de sangue no coração
★ induz sobrecarga do bombeamento cardíaco
★ compensação
- diminuição do n de hemácias e aumento da velocidade do fluxo
- risco de insuficiência cardíaca
MANIFESTAÇÕES BUCAIS DAS DOENÇAS SISTÊMICAS
PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA
1. O paciente já sabe da doença?
2. Caso não, o dentista tem como suspeitar?
3. A doença é exclusivamente de tratamento médico?
4. Essa doença interfere no tratamento odontológico?
DIABETES
★ Diminuição da produção de insulina ou resistência aos efeitos dela
★ Hiperglicemia
★ 2 tipos
- tipo 1: insulino-dependente (10% antes dos 25 anos)
- tipo 2: não insulino-dependente (80% a partir dos 40 anos)
❖ AÇÚCAR (GLICOSE): transportado pelo sangue e distribuído para todo o corpo
O QUE É A INSULINA? É uma substância produzida pelo organismo
- funciona como uma “chave” que permite a entrada do açúcar na célula e baixa o
nível de açúcar
GLICEMIA NORMAL: 70 a 99 mg/dl sangue em jejum
- 120 a 140 mg/dl após refeição
EXAMES COMPLEMENTARES: -glicose em jejum (70 a 100 mg/dl)
- teste de glicosúria (+ ou -)
- teste de tolerância a glicose (curva glicêmica-2oo mg/dl pós dextrosol)
- hemoglobina glicosilada (% de glicose ligada a hemoglobina, acima de 7% é usada
no controle do tratamento)
- glicosímetro (glicemia 140-160 mg/dl no consultório)
DIAGNÓSTICO: -adultos: glicemia = ou maior que 200 mg/dl
- ou em jejum de 2 ocasiões glicemia = ou maior que 126 mg/dl
SINAIS: Poliúria, hálito cetônico e perda de peso
SINTOMAS: Polifagia, polidipsia e cansaço/letargia
ALTERAÇÕES SISTÊMICAS MAIS COMUNS NO DIABETES
★ Anormalidade circulatória
★ nefropatia
★ retinopatia (pode causar cegueira)
★ neuropatia periférica com perda sensorial: trauma acidental, com ulceração e
gangrenação nos dedos, mãos e pés
★ distúrbios de cicatrização
★ aterosclerose cerebrovascular, cardiovascular e de vasos periféricos
★ distúrbios de imunidade
ALTERAÇÕES BUCAIS MAIS COMUNS NO DIABETES
★ doença periodontal
★ edema e eritema da gengiva inserida
★ candidose
★ xerostomia
★ ardor na língua
★ distúrbio de gestação
★ aumento da acidez, da viscosidade e diminuição do fluxo salivar
★ gengivite
★ - frequentes: tumefação da glândula parótida, candidíase, queilite angular e afta
recidivante
TRATAMENTO: exercícios e dieta fixos
- agentes hipoglicemiantes orais
- insulinoterapia
HIPERPARATIROIDISMO
PTH é o hormônio produzido e secretado pelas células da paratireóide (pequenas glândulas
localizadas no pescoço). Seu papel é a manutenção dos níveis de cálcio e fosfato no
sangue, mantendo ossos saudáveis.
O hiperparatiroidismo costuma ser mais comum em mulheres acima dos 40 anos
- produz calcificação de tecidos moles
- cansaço, letargia e sonolência
MANIFESTAÇÕES ESQUELÉTICAS
★ osteíte fibrosa cística
★ osteoporose
★ fratura patológica
★ deformidade
ALTERAÇÕES BUCAIS NO HIPERPARATIROIDISMO
★ perda de lâmina dura
★ diminuição da densidade trabecular (embaçamento, vidro fosco)
★ tumor marrom
★ mandíbula, clavícula, costela e pelve
★ expansão cortical
★ lesão radiolúcida, uni ou multicelular
- são complicações que surgem como lesões líticas, únicas frequentemente
associadas ao adenoma de paratireóide e a insuficiência renal
NEOPLASIAS DE CÉLULAS BENIGNAS
Significa o crescimento exagerado e incorreto de qualquer célula do organismo, o que
origina um tumor
- tem crescimento tecidual de causa desconhecida, contínuo, de progressão lenta e
autolimitada
- células do tecido de origem aumentadas
- pouca célula inflamatória
- tem origem mesenquimatosa
- fibroso: fibroma
- adiposo: lipoma
- tecido conjuntivo fibroso: mixoma
- cartilaginoso: condroma
- ósseo: osteoma
FIBROMA
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:
pápula ou nódulo
único
arredondado
base pediculada ou séssil
consistente à palpação
liso ou rugoso
indolor
exame complementar: biópsia excisional
tratamento é cirúrgico
PAPILOMA
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
pápula ou nódulo
única ou não
rugoso
consistente à palpação
indolor
pediculada
palato, língua e gengiva
exame complementar: biópsia excisional
tratamento: cirúrgico
LIPOMA
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
pápula ou nódulo
única
arredondada
móvel
submucoso
consistente, mole ou flácida
lisa
indolor
branco amarelada
mucosa jugal, língua e soalho de boca
exame complementar: biópsia excisional
tratamento: cirúrgico
OSTEOMA
- CARACTERÍSTICAS
osso maduro compacto ou medular
benigno
assintomático
esqueleto crânio facial
homem na 4 década
pode causar tumefação
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
nódulo
única
fixo
consistente à palpação
indolor
contorno nítido e bem definido
crescimento lento
mais comum em mandíbula, maxila, seio maxilar e palato
tratamento cirúrgico
- CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS
osso compacto: radiopacidade intensa, circunscrita e ovalada
trabeculado: osso central normal e periferia radiopaca
osso medular: áreas circunscritas com radiopacidade semelhante a osso normal
ADENOMA PLEOMÓRFICO
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
é a mais comum de glândula salivares
sexo feminino de 30 a 60 anos
diagnóstico definitivo por meio de exame histopatológico
exame complementar: biópsia incisional seguida de excisional
tratamento: cirúrgico
SEMIOLOGIA E PATOLOGIA ÓSSEA
OSSO é composto por matriz óssea e células especializadas, sua FUNÇÃO é suporte
(tensão e compressão), proteção (órgãos) e depósito de minerais
MATRIZ ÓSSEA
★ possui componentes orgânicos e inorgânicos
- inorgânicos
fosfato
cálcio
bicarbonato
magnésio
potássio
citrato
sódio
dureza do tecido ósseo
função de suporte
- orgânicos
colágeno tipo 1 e flexibilidade
METABOLISMO ÓSSEO
- OBJETIVO: 1. manter a força e a estrutura óssea
2. armazenamento e regulação do cálcio sérico e fosfato
- ESTRUTURA: células ósseas
O metabolismo ósseo e os níveis de cálcio são regulados principalmente por três hormônios
1. HORMÔNIO PARATIREÓIDE (PTH)
2. VITAMINA D
3. CALCITONINA
HORMÔNIO PARATIREÓIDE - PTH
★ estimula a reabsorção óssea, aumentando cálcio sérico
★ regula os níveis de vitamina D
★ estimula osteoclastos e aumenta reabsorção óssea
★ inibe osteoblasto e diminui deposição óssea
VITAMINA D
★ aumenta reabsorção de cálcio ao nível do intestino e estimula a deposição óssea
★ no osso: estimula os osteoblastos e intensifica a mineralização óssea
CALCITONINA
★ estimula a deposição óssea, diminuindo o cálcio sérico
★ inibe os osteoclastos o que inibe a reabsorção óssea
★ estimula osteoblastos (efeito ligeiro) o que promove a deposição de cálcio no osso
PATOLOGIA
anormalidades no metabolismo ósseo podem levar a situações clínicas como osteoporose,
osteomalácia e doença óssea de paget
CÉLULAS DO TECIDO ÓSSEO
QUAIS? osteoblastos, osteócitos e osteoclastos
OSTEOBLASTOS
★ responsáveis pela síntese de matriz óssea
★ armazena fosfato de cálcio (mineralização da matriz)
★ quando um osteoblasto é envolvido pela matriz óssea, ele se transforma em
osteócito
OSTEÓCITOS
★ compõe o interior da medula óssea
★ essencial para a manutenção da medula óssea
★ sua morte é responsável pela reabsorção óssea
OSTEOCLASTOS
★ grandes células móveis com vários núcleos e extensas ramificações formadas pela
fusão de macrófagos
★ envolvidas no processo de reabsorção e remodelagem do tecido ósseo
★ durante este processo, os osteoblastos sintetizam os componentes orgânicos na
matriz óssea essenciais para a conservação da homeostasia do cálcio e para
conservação e integridade do esqueleto enquanto os osteoclastos digerem a matriz
óssea
SEMIOLOGIA ÓSSEA
PRINCIPAIS SINAIS
★ expansão óssea ou assimetria facial
★ nódulos extra ou intra bucal
★ fratura patológica
★ linfadenopatia cervical
★ cáries
★ supra-numerários
★ alteração de cor
★ reabsorção
★ mobilidade
★ cálculos
★ afastamento
★ ectopia
CREPITAÇÃO
★ atm
★ fraturas
★ cistos
EXPANSÃO ÓSSEA
★ consistência
★ assimetria facial
★ uni ou bilateral
★ velocidade de crescimento
★ estética e função
NÓDULOS
★ consistência
★ fixos
★ base séssil
★ dor
★ mucosa que recobre
FÍSTULAS
★ processos infecciosos
★ ex: osteomielite
★ abscesso
★ osteorradionecrose
★ periodontites
FRATURAS PATOLÓGICAS
★ destruição óssea (osteorradionecrose)
★ tumores malignos invasivos
★ cistos de grandes dimensões
SEQUESTROS ÓSSEOS
★ osteomielite crônica
HIPÓTESES DE DIAGNÓSTICO
Utilizam-se manobras de semiotécnica (inspeção, palpação, punção/aspiração, percursão,
exploração, auscultação e fotografia)
CISTOS ODONTOGÊNICOS E NÃO ODONTOGÊNICOS
Cisto é uma cavidade, revestida por epitélio e contendo em seu interior material fluido ou
semi fluido.
se origina do mesmo epitélio que formou o dente
CLASSIFICAÇÃO: pode ser de desenvolvimento ou inflamatório
DESENVOLVIMENTO: etiologia desconhecida
INFLAMATÓRIO: resulta da inflamação
CISTO DENTÍGERO - desenvolvimento
★ acúmulo de fluido entre o epitélio reduzido do esmalte e a coroa do dente
★ envolve a coroa de um dente incluso
★ manobras de semiotécnica: punção e aspiração
★ tratamento: extração do dente, inserção de um dreno (descompressão) e
enucleação (retirada da cápsula)
★ CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
- dentes inclusos
- 3 molares inferiores em 65% dos casos
- relação com supranumerário ou odontoma
- entre 10 e 30 anos
- pode atingir grandes dimensões
★ CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS
- achados radiográficos
- área radiolúcida unilocular
- coroa de dente incluso
- margem bem definida
★ VARIANTES RADIOGRÁFICAS
- Lateral: 3 molar inferior impactado
circunda a coroa de forma parcial
Central: mais comum
circunda a coroa
coroa dentro do cisto
Circunferencial: envolve a coroa
estende-se ao longo eixo da raiz
❖ metaplasia é a transformação de um tecido em outro
CISTO RADICULAR - inflamatório
★ surge de um granuloma periapical preexistente
★ foco de inflamação crônica
★ estimula os restos epiteliais de malassez
★ crescimento lento
★ dente NÃO vital
★ CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS E RADIOGRÁFICAS
- rarefação óssea periapical circunscrita com halo radiopaco
- assintomático geralmente
★ LESÕES EXTERNAS
- abaulamento
- mobilidade dentária
- padrão radiográfico identico ao granuloma periapical
- reabsorção radicular é comum
★ TRATAMENTO: descompressão
★ EXAMES COMPLEMENTARES: biópsia incisional e teste de vitalidade
★
CISTO RADICULAR RESIDUAL - inflamatório
★ “resto” do cisto pós extração
★ falta de enucleação (remoção da cápsula)
QUERATOCISTO - desenvolvimento
1. grande potencial de crescimento
2. alto índice de recidiva
3. associada a síndrome de gorlin
★ ETIOLOGIA: restos celulares da lâmina dentinária
★ diferentes mecanismos de crescimento e comportamento
★ fatores genéticos
★ mutação no gene PTHC1
★ CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS E RADIOGRÁFICAS
- idade variável
- achado radiográfico
- aumento do volume
- secreção
- assintomático
- crescimento ântero-posterior
- posterior da mandíbula
★ DIAGNÓSTICO
- achado radiográfico — sugestivo de
- pode simular cisto dentígero, radicular, radicular residual e periodontal lateral
★ TRATAMENTO
- enucleação e curetagem
- ressecção local
- ostectomia periférica
- solução de carnoy (cauterização química)
- descompressão
- bom prognóstico
★ EXAME COMPLEMENTAR: biópsia incisional
CISTO NÃO ODONTOGÊNICO-CISTO DO DUCTO NASOPALATINO
★ comum
★ patogênese desconhecida
- trauma
- infecção
- remanescentes do ducto nasopalatino
★ ASPECTO RADIOGRÁFICO: formato de pera invertido
★ EXAME COMPLEMENTAR: biópsia excisional, tomografia, rx oclusal e hemograma
★ MANOBRA DE SEMIOTÉCNICA: punção e aspiração
★ TRATAMENTO: cirúrgico
★ região de incisivos
TUMORES ODONTOGÊNICOS
AMELOBLASTOMA
★ Origem: epitélio odontogênico
★ Tem crescimento lento
★ localmente invasivo
★ a maioria é benigno
★
★ possui 3 apresentações clínicas-radiográficas
1. ameloblastoma
2. ameloblastoma unicístico
3. ameloblastoma periférico ou extraósseo
- todos tem terapêutica e prognóstico diferentes
★ Características clínicas: - sem predileção por gênero
- 3 e 7 década de vida
- 80 a 85% em mandíbula (corpo e ramo tem menor frequência), 15 a 20% em
maxila e região de posteriores
- geralmente é assintomático
- o aumento de volume é indolor
- expansão dos ossos gnáticos
- dor e parestesia são incomuns
-
★ Característica radiográficas: -Multilocular
- bolhas de sabão (grandes)
- favos de mel (pequenas)
- reabsorção das raízes
- margens irregulares
★ Mandibulectomia
★ Pós cirúrgico
★ recorrência após 14 anos (maxila)
★ Tratamento: enucleação e curetagem ou ressecção em bloco
★
★ Pode ser confundido com cisto periapical lateral
AMELOBLASTOMA PERIFÉRICO
★ Pode ser confundido com FIBROMA E GRANULOMA PIOGÊNICO
★
★ Tratamento e prognóstico: - comportamento clínico inofensivo
- excisão cirúrgica local (recidiva de 15 a 20%)
- transformação maligna é rara
MIXOMA
★ Característica clínicas: - origem ectomesênquima odontogênico
- ampla faixa etária (média de 25 a 30 anos)
- sem predileção por gênero
- lesões menores - achados radiográficos
- lesões maiores - expansão indolor
★ Características radiográficas: - imagem radiolúcida uni ou multilocular
- margens irregulares
- trabéculas ósseas delgadas (ângulos retos)
- lesões grandes (bolhas de sabão)
-
-
-
★ Tratamento e prognóstico:Lesões menores - curetagem
- lesões maiores - ressecções mais extensas
- recidiva de 25%
- bom prognóstico
- não ocorrem metástases
ODONTOMA
★ Distúrbios de desenvolvimento (hamartomas)
1. odontoma composto: múltiplas estruturas pequenas, região anterior de
maxila, estruturas semelhantes a dentes , várias formas e tamanhos e
cercado por uma delgada zona radiolúcida
2. odontoma complexo: massa amorfa, calcificada com radiodensidade da
estrutura dentária, anatomia diferente de dentes, região de molares (maxila e
mandíbula)
★ Diagnóstico: - média de 14 anos
- maioria assintomática
- mais prevalente em maxila
★ Tratamento e prognóstico: excisão local simples e prognóstico excelente
CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE (CISTO DE GORLIN)
★ Classificação da OMS
1. cisto odontogênico calcificante
2. tumor odontogênico de células fantasmas
3. carcinoma odontogênico de células fantasmas
★ Características clínicas
- maxila e mandíbula (50% cada)
- região de caninos e incisivos (65%)
- idade média-30 anos
★ Característica radiográficas
- lesão radiolúcida bem definida
- maioria unilocular
- em ⅓ da metade dos casos - radiopacidade no interior da lesão
- reabsorções radiculares
- divergência dos dentes adjacentes
★ Tratamento e prognóstico: - enucleação simples
- prognóstico favorável
- poucas recidivas
TUMOR ODONTOGÊNICO EPITELIAL CALCIFICANTE (TUMOR DE PINDBORG)
★ Tem origem incerta - epitélio odontogênico (remanescentes da lâmina dentária)
★
★ Características clínicas: - maior entre 30 e 50 anos
★ ⅔ na mandíbula (região posterior)
★ crescimento lento
★ indolor
★ Pode ser confundido com cisto dentígero
★ Características radiográficas: -imagem radiolúcida
- estruturas calcificadas
- uni ou multilocular
- margens geralmente bem definidas
- mais associado a um dente impactado
PROCESSOS ÓSSEOS INFECCIOSOS
1) Localize a lesão
2) Avalie a periferia da lesão
- conteúdo interno
- relação com os tecidos adjacentes
LESÕES DE ORIGEM INFECCIOSA
OSTEOMIELITE: inflamação dos ossos e espaços medulares
Causas:
● infecção dentária
● fraturas
● pericoronarite
● infecções periapicais agudas
● lesões periodontais
● ferimento por arma de fogo
● radioterapia
● induzida por medicamento
CLASSIFICAÇÃO DAS OSTEOMIELITES
● Supurativa
- aguda
- crônica
● crônica com periostite proliferativa (osteomielite de garré)
● crônica
- esclerosante focal
- esclerosante difusa
OSTEOMIELITE SUPURATIVA AGUDA
Dor intensa = infecção + trauma
Febre, mal estar e linfadenopatia (inchaço dos gânglios linfáticos)
Área adjacente comprometida (pele, músculos) = tumefação
Exsudato purulento
Diagnóstico clínico e radiográfico
Tratamento:
● antibioticoterapia
● drenagem cirúrgica
● remoção cirúrgica de sequestros
● remoção do fator causal
Caso não haja tratamento adequado evolui para osteomielite supurativa crônica
Área radiolucente mal definida no corpo direito da mandíbula.
Osteomielite aguda com sequestro ósseo. Área radiolucente no corpo direito da mandíbula
com massa radiopaca central de osso necrótico.
OSTEOMIELITE SUPURATIVA CRÔNICA
Decorrente de uma osteomielite supurativa aguda não tratada ou de um insucesso no
tratamento
Radiografia mostra sequestro ósseo/reabsorção
Diagnóstico é clínico e radiográfico
Sinais e sintomas acentuados:
- fístula com exsudato purulento
- reabsorção óssea variável e sequestro
Tratamento é cirúrgico
OSTEOMIELITE CRÔNICA COM PERIOSTITE PROLIFERATIVA (OSTEOMIELITE DE
GARRÉ)
Associadas a alterações periapicais em dentes posteriores da mandíbula
Períodos de remissão e exacerbação
Raio x feito é o oclusal em região de molares inferiores com aumento periostal em camadas
Sem sintomatologia
O diagnóstico é clínico e radiográfico
Com o tratamento adequado, a lesão regride até desaparecer
OSTEOMIELITE CRÔNICA ESCLEROSANTE FOCAL (OSTEÍTE CONDENSANTE)
Sem sintoma
Resposta óssea efetiva contra a infecção (dentes com pulpite ou necrose pulpar)
Raio-x mostra radiopacidade localizada em áreas de resposta de infecção
Áreas maiores de radiolucência circundando os ápices do primeiro molar inferior não vital.
Área residual de maior radiodensidade na área de extração do primeiro molar inferior.
OSTEOMIELITE CRÔNICA ESCLEROSANTE DIFUSA
Comum em mulheres negras
Mais comum em região posterior de mandíbula
Sem sintomas
Pode agudizar (com traumas)
Raio-X mostra radiopacidade difusa em áreas de resposta de infecção latente = “flocos de
algodão”
Normalmente não requer tratamento
LESÕES FIBRO-ÓSSEAS
Classificação
● Displasia cemento-óssea
- Periapical
- Focal
- Florida
● Displasia fibrosa
DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA PERIAPICAL
Proliferação de fibroblastos na região periapical
Determina a reabsorção óssea
Assintomático
99% mulheres negras
acima dos 40 anos
região de incisivos inferiores
formadas por cemento e osso
Características radiográficas:
- achado radiográfico
- imagem varia de acordo com o estágio de evolução
- perda de lâmina dura
- espaço do ligamento periodontal: aumentado ou menos aparente
Lesões em estágio tardio exibindo mineralização.
Estágios
- 1 = osteolítico
- 2 = misto
- 3 = maduro
Estágio osteolítico
- área radiolúcida circular bem definida (aprox. 2 mm)
- dentes com vitalidade pulpar
- maior quantidade de tecido conjuntivo e escassa mineralização
- risco de iatrogênia
Estágio misto
- estagio cementoblástico (deposição de trabéculas de tecido mineralizado)
- área radiolúcida com áreas radiopacas intensas, calcificadas, imagem mista
Estágio maduro
- Àrea radiolucida circular bem definida
- circundada por área radiolúcida fina (“flocos de algodão”)
- tamanho de 0,5 a 1 cm
- leva em média 6 anos para progredir do primeiro ao terceiro estágio
DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FOCAL
Mesmas características da periapical, mas em regiões diferentes
regiões
- maxila
- posterior de mandíbula
Uma área radiolucente envolve a área edêntula do primeiro molar e área apical do segundo
molar. B. Radiografia do mesmo paciente tirada 9 anos após, mostrando um padrão misto
radiolucente e radiopaco.
Radiografia periapical mostrando múltiplas lesões radiolucentes nos ápices dos dentes
anteroinferiores.
DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA
Características semelhantes com a focal, mas outra localização
- um ou mais quadrantes
Lesões mistas radiolucentes
e radiopacas múltiplas envolvendo as regiões anterior e posterior da mandíbula.
Múltiplas lesões mistas radiolucentes
e radiopacas em toda a mandíbula
Material cementoide avascular amarelado
começando a esfoliar pela mucosa oral.
DISPLASIA FIBROSA
Substituição do osso normal por uma produção excessiva de tecido conjuntivo fibroso
resultado de uma mutação genética
Envolve
- um osso = monostótica
- mais de um osso = poliostótica
Tem crescimento lento e indolor
Características radiográficas
- opacificação fina
- vidro fosco
- sobreposição de várias trabéculas ósseas mal calcificadas
- Radiografia periapical: estreitamento do ligamento periodontal com lâmina dura mal
definida
- deslocamento do canal alveolar
OSTEONECROSE
Associada ao uso de medicamentos, o mais comum é o para tratamento de osteoporose
OSTEORRADIONECROSE
Associada a pacientes que fazem radioterapia (região de cabeça e pescoço)
Abordagem terapeutica: uso de antibióticos e otimização da saúde bucal
CÂNCER
95% dos tumores malignos são em forma de úlcera
Mutação letal - O caminho para o tumor maligno
Célula normal
1 - No DNA de uma célula normal há oncogenes e DNA antioncogenes. O oncogene
controla a reprodução celular; o antioncogene elimina genes defeituosos.
2 - Mutações desses genes, hereditárias ou causadas por substâncias cancerígenas, geram
a multiplicação descontrolada das células (tumor maligno).
3 - O tumor cria seus vasos sanguíneos para crescer. As células malignas mergulham então
na corrente sanguínea e viajam a outros órgãos formando novos tumores (metástases).
4 - O tumor é extirpado pela cirurgia ou envenenado com drogas e radiação.
Mas basta uma célula maligna escapar para que um novo câncer se forme.
FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER BUCAL
são fatores que trazem perigo ou probabilidade de perigo, possibilitam ou sãoresponsáveis
pelos danos
- Tabagismo
- Etilismo
- Sinergismo (tabaco + álcool; o álcool desidrata e o tabaco libera todas substâncias
químicas para entrada)
- Irritação mecânica crônica
- Exposição solar
- Dieta
- Vírus
- Trauma Crônico
- Genética
Agentes infecciosos:
HIV, a imunodeficiência que ele provoca pode causar câncer bucal ou sarcoma de kaposi
HPV, vírus oncogênicos
Qual a parte do dentista no câncer? Diagnóstico, preferencialmente precoce.
participação da equipe no tratamento (adequação da boca, tratamento com laser, etc)
LESÕES CANCERIZÁVEIS
- Queilite actínica (lesão associada ao sol em lábio inferior)
- Leucoplasia (placa branca com etiologia desconhecida)
- Eritroplasia (mancha vermelha que apesar de rara, tem maior potencial de virar câncer)
- Líquen plano (pouca chance de malignidade)
- Estomatite nicotínica
Existem 5 tipos de câncer: carcinoma (se origina de células epiteliais), leucemia, sarcoma ( e
sarcoma de células do tecido conjuntivo), linfoma e melanoma (nevus)
LESÕES CANCERIZÁVEIS + FATORES DE RISCO = AUMENTO DA PROBABILIDADE
DE CÂNCER
ASPECTOS CLÍNICOS
-Base endurecida
-Mobilidade prejudicada
-Se fixa e movimenta em bloco
-Bordas duras, quebradiças, frágeis, friáveis e geralmente irregulares
- Sexo masculino
- Após 40 anos de idade
- 80% em pacientes brancos
- Halo esbranquiçado ou que não foi cicatrizado em 14 dias significa malignidade (Halo
avermelhado ao redor da úlcera significa que o corpo está trabalhando para cicatrização)
- Classes econômicas de menor poder aquisitivo
- Precárias condições de saúde bucal
- Mais em analfabetos
LOCALIZAÇÃO DA LESÃO PRIMÁRIA
1. Língua
2. Lábio
3. Gengiva
4. Soalho de boca
5. Palato
6. Região amigdaliana.
95% dos casos = cec (carcinoma espinocelular, os três são a mesma coisa, só muda o
nome)
carcinoma espinocelular
carcinoma epidermóide
carcinoma de células escamosas
CEC DE BOCA
* A incidência nas diversas regiões anatômicas depende de uma multiplicidade de fatores:
1. idade
2. sexo
3. cor
4. dieta
5. dados sociais
6. Principalmente tabagismo e etilismo
95% dos cec = úlceras de pequenas dimensões que progridem para úlceras
infiltrativas ou vegetantes, com bordas na maioria das vezes nítidas, elevadas e
endurecidas com base firme e endurecida.
Úlcera infiltrativa é para dentro do tecido e úlcera vegetante é para fora
Têm Início indolor, porém, no seu desenvolvimento a dor se apresenta tardiamente.
Sangra facilmente e é friável ao corte.
Faz parte da evolução clínica do CEC o aumento da probabilidade de presença metastática
nos linfonodos regionais, na cadeia submandibular
O aspecto para o linfonodo tumoral é fixo, consistente à palpação e rugoso
exame complementar: Biópsia (importante para o diagnóstico)
IMPORTANTE
1. Úlcera de carcinoma tem início assintomático,
2. Área avermelhada acompanhada de áreas brancas, muitas vezes como erosão e/ou
úlcera, geralmente envolvida por placas brancas
3. Crescimento desordenado e constante.
4. base endurecida
5. mobilidade prejudicada devido a infiltração
6. se fixa e movimenta-se em blocos
7. bordas elevadas, duras, quebradiças, frágeis e geralmente irregulares
8. halitose
9. aumento do fluxo salivar
10.dificuldade de abertura da boca
11.sangramento espontâneo ou leve ao toque
12.dificuldade de fonação e deglutição
13.carcinogenese é a formação do cancer
Estadiamento do tumor:
T (tamanho do tumor) = T1 até 2 cm, T2 até 4 cm e T3 até 6 cm
N = metástase regional, N0 sem metástase
M = presença de metástase a distância
bordos elevados da úlcera pode ser um sinal de câncer
Atitudes do dentista para prevenção do câncer:
- Estimular auto exame
- Exame clínico (consulta periódica)
- Remover fatores de risco
- Identificar grupos de risco
- Reconhecer, tratar e diagnosticar as lesões bucais, principalmente se podem evoluir para
um câncer