CP - Direção Defensiva
CP - Direção Defensiva
Como evitar sinistros com pedestres e outros integrantes do trânsito (Motociclista, ciclista, carroceiro, skatista)
Comportamento de risco
Estado físico e mental do condutor, consequências da ingestão e consumo de bebida alcoólica e substâncias psicoativas.
Conceito de Direção Defensiva
Direção Defensiva é a forma de dirigir, que permite ao condutor o reconhecimento antecipado das situações de
perigo e a previsão do que pode acontecer com ele, com seus acompanhantes, com o veículo e com os outros
usuários da via.
O condutor defensivo é aquele que tem uma postura pacífica, apresenta consciência pessoal e de coletividade, além de
ser humilde e autocritico.
Os sinistros de trânsito não ocorrem apenas por má sorte do condutor. São oriundos, principalmente, do comportamento
pessoal e das atitudes que o motorista toma quando ao volante de um veículo automotor.
Apreciação incorreta da situação, a reação inadequada às circunstâncias e falta de cortesia e sensibilidade são os
principais elementos do erro humano, que é o maior responsável pelos sinistros de trânsito.
Fique Ligado:
A Direção Defensiva é o conjunto de técnicas que tem como finalidade capacitar o condutor a dirigir de modo a evitar
sinistros ou diminuir as ocorrências, apesar das condições adversas ou da ação incorreta dos outros condutores ou
pedestres.
Para dirigir defensivamente você deve ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção;
planejar todas as ações pessoais com antecedência, a fim de prevenir-se contra o mau
comportamento dos outros usuários do trânsito, bem como das condições adversas.
Sinistro evitável ou não evitável
Para melhor compreendermos quando um sinistro seria evitável ou não, vamos primeiro observar e discutir sobre alguns
conteúdos pertinentes e que dizem respeito ao próprio título “sinistro” anteriormente chamado de "acidente".
Seria todo evento não premeditado de que resultasse dano em veículo ou na sua carga e/ou lesões em pessoas e/ou
animais, em que pelo menos uma das partes estava em movimento nas vias terrestres ou áreas abertas ao público.
(ABNT, 2009)
Sinistro Evitável:
Aquele em que o condutor deixou de fazer tudo o que razoavelmente deveria ter feito para evitá-lo.
Aquele que independe da vontade ou dos cuidados tomados pelo condutor para evitá-lo (fatalidade).
Como ultrapassar e ser ultrapassado
Antes de iniciar a ultrapassagem o condutor deverá certificar-se de que existe espaço para
fazê-la com segurança. Verificar também se não vem veículo no sentido contrário em
distância suficiente para concluir a ultrapassagem com segurança.
Deverá também verificar se os veículos que trafegam a sua frente e a sua retaguarda não estejam também efetuando uma ultrapassagem.
Depois de iniciada uma manobra de ultrapassagem o condutor deverá retornar à faixa da direita assim que conseguir enxergar pelo retrovisor interno o farol esquerdo do veículo que
está sendo ultrapassado.
Deverá ainda deixar distância entre o seu veículo e o que segue em sua frente para permitir que o veículo que está lhe ultrapassando possa retornar a faixa com o fluxo normal com
segurança.
O condutor defensivo jamais dificulta a ultrapassagem de outro veículo, pois sabe que isso poderá causar um acidente de trânsito.
Todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá:
I - se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha;
II - se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual está circulando, sem acelerar a marcha.
Parágrafo único. Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter distância suficiente entre si para permitir que veículos que os ultrapassem possam se
intercalar na fila com segurança.
Art. 31
O condutor que tenha o propósito de ultrapassar um veículo de transporte coletivo que esteja parado, efetuando embarque ou desembarque de passageiros,
deverá reduzir a velocidade, dirigindo com atenção redobrada ou parar o veículo com vistas à segurança dos pedestres.
Art. 32
Proibido Ultrapassar
O condutor não poderá ultrapassar veículos em vias com duplo sentido de direção e pista única, nos trechos em curvas e em aclives sem visibilidade
suficiente, nas passagens de nível, nas pontes e viadutos e nas travessias de pedestres, exceto quando houver sinalização permitindo a ultrapassagem.
Art. 33
Art. 34
Ultrapassagem Segura
O condutor que queira executar uma manobra deverá certificar-se de que pode executá-la sem perigo para os demais usuários da via que o seguem, precedem
ou vão cruzar com ele, considerando sua posição, sua direção e sua velocidade.
Art. 35
Antes de iniciar qualquer manobra que implique um deslocamento lateral, o condutor deverá indicar seu propósito de forma clara e com a devida
antecedência, por meio da luz indicadora de direção de seu veículo, ou fazendo gesto convencional de braço.
Parágrafo único. Entende-se por deslocamento lateral a transposição de faixas, movimentos de conversão à direita, à esquerda e retornos.
O Sinistro de difícil identificação de causa
Alguns sinistros possuem características muito estranhas e de difícil identificação de suas causas: Para melhor compreendermos este assunto, vamos conversar um pouco sobre as
possíveis causas de um sinistro, as condições consideradas adversas e os tipos de colisões.
Conceito de Condições Adversas: Condições adversas são condições desfavoráveis ou inadequadas no trânsito, que se não forem observadas com muita atenção podem propiciar
sinistros.
Ofuscamento
É uma cegueira momentânea causada pelo excesso de luz nos olhos.
Obs.: Uma ação para diminuir os efeitos do ofuscamento é proteger-se com óculos de sol e/ou quebra sol.
reduzir a velocidade;
não olhar diretamente para o meio da pista, orientando-se pela faixa da direita;
olhar para a faixa da direita (bordo da pista), para evitar a incidência direta dos faróis contrários.
Luz Alta no mesmo Sentido
Ao seguir outro veículo à noite mantenha os faróis baixos para não causar ofuscamento pelos retrovisores.
Os Cuidados na Chuva
Os pneus ficam menos aderentes,
principalmente em curvas, e a sua visão
diminui. Assim, deve-se reduzir a velocidade e
manter ligados os limpadores de para-brisa. O
início da chuva torna a pista ainda mais
escorregadia em função dos resíduos que se
acumulam sobre a superfície.
Granizo
Diminui a visibilidade e, quando muito forte, pode quebrar os faróis e o para-brisa. Além dos procedimentos recomendados em caso de chuva, trafegue em velocidade compatível com
a situação e pare em local seguro.
Condições Adversas da Via
As principais condições adversas da via são: falta de sinalização; curvas mal projetadas ou mal construídas; falta de
acostamento; buracos, desníveis, barro, lama; trechos escorregadios, lombadas, depressões; declives e aclives
acentuados.
Fique Atento!
Adequar a
velocidade para
cada tipo de via;
a) Condições adversas físicas: cansaço, sono, deficiência da visão, deficiência na audição, pressa, sob efeito de bebida alcoólica, drogas ou uso de medicamentos, ingestão de
alimentos pesados que acarretam sonolência.
b) Condições adversas mentais: preocupações, medo, ansiedade, agressividade e abalos emocionais.
Algumas deficiências físicas não impedem o indivíduo de dirigir, mas o ato de conduzir é condicionado ao uso dos acessórios obrigatórios como próteses corretivas, lentes ou
adaptações no veículo, conforme definido pela Junta Médica do Detran.
Excesso de passageiros;
crianças desacompanhadas;
Redobrar a atenção, principalmente em arrancadas, freadas e curvas, porque os passageiros estarão soltos enquanto não houver cinto de segurança instalado em todos os
veículos. (O cinto não é obrigatório em veículos urbanos que transportam pessoas em pé).
Como evitar colisões/sinistros com outros veículos
velocidade incompatível;
manter a atenção nas retas com o que ocorre a cada momento no trânsito;
a todo momento ter domínio do seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados essenciais à segurança de trânsito.
Para evitar colisão com o veículo de trás o condutor defensivo deve evitar que esse veículo trafegue muito próximo ao seu.
Para isso o condutor deverá ceder a passagem ou ultrapassagem para o veículo de trás. Se for necessário, deverá deslocar o seu veículo com segurança para o acostamento para que o
veículo de trás possa ultrapassa-lo.
Uma situação que pode levar a colisão com o veículo de trás é trafegar em velocidade muito reduzida, prejudicando o trafego normal da via. Se por algum motivo você tiver que
trafegar em velocidade muito reduzida, desloque para o acostamento com segurança, pare em local seguro e aguarde a passagem do fluxo de veículos para então prosseguir com
segurança.
LEMBRE-SE: A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via. (art. 62 do CTB)
As colisões com veículo em sentido contrário são via de regra, colisões graves, pois nesses casos somam-se as velocidades dos dois veículos.
Exemplo: Se um veículo que trafega a uma velocidade de 80 km/h colide com outro que trafega em sentido contrário também a 80 km/h, teremos com resultante no ponto de impacto
uma velocidade considerada de 160 km/h.
Locais em que ocorrem com mais frequência as colisões com veículo em sentido contrário (frontal)
nas retas;
nas curvas;
nos cruzamentos.
Esta manobra se torna perigosa em virtude de um dos veículos ocupar a pista da contramão, podendo ocasionar colisão frontal, além de derrapagem ou saída da pista.
As ultrapassagens em locais proibidos NÃO DEVEM SER REALIZADAS, pois aumentam o risco de colisão!
Ceder passagem - facilite a ultrapassagem reduzindo a velocidade e deslocando-se para a sua direita o máximo possível.
Art 30. Todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá:
I - se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha;
II - se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual está circulando, sem acelerar a marcha.
Parágrafo único. Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter distância suficiente entre si para permitir que veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila com
segurança.
Com o aumento da velocidade, a força centrífuga ou centrípeta tende a impulsionar o veículo para fora da pista ou para dentro da pista.
Na possibilidade de encontros simultâneos, deve-se observar também o bom senso, a educação e a gentileza para com o outro condutor.
reduzir a velocidade;
respeitar a sinalização;
respeitar os pedestres e outros veículos.
Obs.: Nas rotatórias, não havendo sinalização contrária, a preferência é de quem está circulando na rotatória
Força Centrípeta
Colisão em marcha à ré
A marcha à ré é usada apenas para efetuar pequenas manobras.
Mantenha especial atenção, pois tais veículos apresentam grande agilidade no trânsito.
Motocicletas em mau-estado de
conservação.
É importante que o condutor defensivo saiba que os pedestres, ciclistas ou carroceiros são usuários da via pública que podem não ter nenhum conhecimento
sobre a legislação de trânsito e os perigos de transitar sem observar determinadas regras.
O condutor defensivo diminui a velocidade ao se aproximar de pedestres e de veículos não motorizados, a fim de aumentar a segurança e evitar um sinistro.
O Código de Trânsito Brasileiro atribui responsabilidade de todos para com os PEDESTRES. (Art. 29, parágrafo 2º do CTB)
nas passarelas;
FIQUE LIGADO! A melhor regra para o condutor é ser cuidadoso com o pedestre e dar-lhe sempre que possível o direito de passagem.
dar preferência e facilitar a passagem de ciclistas e usuários de outros veículos não motorizados, em cruzamentos e em conversões;
manter uma distância lateral de 1,5 metros;
redobrar a atenção à noite, pois é ainda mais difícil notar o ciclista por falta de sinalizadores reflexivos;
Certifique-se de que o ciclista viu e entendeu sua sinalização, mantenha distância e cuidado ao efetuar manobras.
Com o veículo parado fique atento ao abrir a porta.
Diminua a velocidade assim que avistar um animal ou em locais em que haja sinalização informativa
Fique atento ao passar por áreas de fazendas ou locais com muita vegetação nas margens das vias.
Colisão Misteriosa
Lembrando que:
Tempo de reação: é o tempo gasto desde que o perigo é visto até você tomar alguma providência;
Tempo de frenagem: é o tempo gasto entre o acionamento do freio até a parada total do veículo;
Tempo de parada: é o tempo gasto desde que se percebe o perigo até a parada total do veículo.
Obs.: Dois segundos correspondem aproximadamente ao tempo médio de percepção e reação, conhecido como tempo
de PIEV, nas suas quatro fases: percepção, identificação, emoção e vontade, que, medido em laboratório, varia entre dois
e dez segundos.
A importância do Comportamento Seguro na Condução de Veículos Especializados
Para você que dirige veículos considerados “especializados”, que são veículos de transporte coletivo de passageiros, transporte escolar, de produtos perigosos, dentre outros, fique
também bem atento às próprias condições do trânsito.
Não desabafa suas tensões, conflitos e preconceitos enquanto dirige veículo motorizado.
Conhecimento: manter-se atualizado (a) em relação às leis, aos riscos a que esteja exposto (a), às condições da estrada, às condições do tempo e às condições do veículo.
Atenção: Permanecer atento, pois a qualquer momento pode acontecer uma situação difícil.
Previsão: prever com bastante antecedência os riscos a que estamos sujeitos, para evita-los.
Decisão: decidir a tempo qual a melhor alternativa a ser tomada, para evitar sinistros.
Habilidade: ter capacidade de manejar os controles do veículo e executar perfeitamente as manobras necessárias.
Comportamento Seguro e comportamento de risco - Diferença que pode poupar vidas
Comportamentos expressam princípios e valores que a sociedade constrói e referenda o que cada pessoa toma para si e leva para o trânsito.
Mudar comportamentos para uma vida coletiva com qualidade e respeito exige uma tomada de consciência das questões em jogo no convívio social, portanto na convivência no
trânsito. É a escolha dos princípios e dos valores que irá levar a um trânsito mais humano, harmonioso, mais seguro e mais justo.
Comportamento seguro de um condutor pode ser definido por meio da capacidade de identificar e controlar os riscos da direção veicular no presente para que isso resulte em redução
da probabilidade de consequências indesejáveis no futuro, para si e para o outro.
Essa definição é útil à medida que contém em si as principais propriedades do comportamento, que produz como consequencia, a não ocorrência de sinistros.
Aplique os verbos que indicam as ações que devem ser realizadas no trânsito, que são:
reduzir a probabilidade de consequências indesejáveis - a relação entre tempo da ação e tempo do resultado;
o próprio e o outro - garantindo-se o caráter, ao mesmo tempo, individual e coletivo desse comportamento.
Distância de Segurança
É a distância lateral ou frontal que você deve manter do seu veículo com os demais, ou com a borda da pista, de forma a evitar sinistros.
O condutor defensivo deve manter uma distância de segurança lateral e frontal a fim de que seja possível parar o veículo em caso de uma manobra repentina de outro condutor.
Durante os dias de chuva, à noite ou com neblina essa distância de segurança deve ser ainda maior.
Direção Perfeita
Realizar cada trajeto dirigindo:
sem abusar do veículo (não ultrapassar os limites de carga, velocidade e tempo de uso);
com cortesia (ser educado, solidário, ter respeito e tolerância com as falhas alheias).
Distância de Seguimento
Para definir a distância de seguimento você tem que considerar as distâncias de reação, de frenagem e de parada.
Definição de "Tempo"
Tempo de Reação - TR: é aquele que é gasto desde que o perigo é visto, até o momento que o motorista tome qualquer providência;
Tempo Médio de Reação - TMR: é o tempo de ¾ de segundo para motoristas em estado normal;
Tempo de Frenagem - TF: é o tempo gasto desde o momento em que o condutor aciona o freio até a parada total do veículo;
Tempo de Parada - TP: é tempo total gasto entre a observação da necessidade de frear (TR) até a parada total do veículo. (TR+TF).
Obs.: Em uma freada brusca, arrastando os pneus do veículo, a distância de frenagem será maior
DICAS: Deve-se ter atenção redobrada a alguns defeitos mais comuns que podem se tornar condições adversas de veículo:
Espelho retrovisor;
Cinto de segurança;
Pneus lisos;
Freios desregulados;
verificar regularmente os equipamentos de segurança, obrigatórios, de informação e comunicação do veículo (buzina, pisca-alerta, luz de freio, luz de ré, seta e farolete).
causar sinistros.
Comportamento de risco
Comportamento de risco remete, exclusivamente, para o fator humano, isto é, na maneira pela qual, consciente,
inconscientemente ou circunstancialmente, a pessoa se expõe ao risco de sinistro ou expõe outra pessoa, contrariando uma
norma ou princípio de segurança, ou seja, é todo o modo ou maneira de dirigir incorretamente.
Comportamento de risco são os fatores pessoais dependentes das ações dos homens que são fontes causadoras de sinistros.
Lembre-se: uma condução insegura significa uma condução do meio que pode causar ou favorecer a ocorrência de
sinistro.
É crucialmente importante entender que as percepções de risco variam entre os indivíduos. Nós não podemos melhorar
drasticamente a segurança das vias até que as pessoas aumentem a sua percepção de risco em várias situações e reduzam o
seu nível de tolerância de risco.
Inúmeras vezes são debatidas questões sobre o que leva o condutor a violar uma norma de segurança, mesmo sabendo as
consequências dessa atitude? Obviamente, caso a segurança fizesse parte de nossa natureza, irracionalmente, ou melhor,
por instinto, o ser humano, na sua plena consciência e saúde mental, jamais desrespeitaria algo que pudesse causar lesões a
si mesmo. Seria uma resposta instintiva a essa contingência.
Na verdade, não se pode confundir o instinto de sobrevivência com o processo educativo de segurança e prevenção. O
instinto faz parte de nossa natureza e ajuda-nos muito diante de situações desconhecidas ou até mesmo quando enfrentamos
situações de extrema exposição, como por exemplo, um assalto, momento em que todos os nossos sentidos estão em alerta
máximo. No entanto, em relação ao aspecto segurança, deve-se entendê-lo como racional e parte de um processo educativo
e, por isso, de experiências sociais.
Estado Físico e Mental do Condutor: Consequências da ingestão e consumo de bebida
alcoólica e substâncias psicoativas
Alterações no estado físico e mental do condutor afetam diretamente a capacidade de dirigir com segurança.
Deficiência visual;
Auditiva;
Motora.
O motorista deve dirigir com atenção, manter a velocidade compatível e dar sempre preferência ao pedestre.
O condutor deverá usar o bom senso, fazendo uma autoavaliação do seu estado psicológico e mental, sempre que não estiver em boas condições e, com o estado psicológico alterado,
não dirigir é a melhor forma de se proteger.
o uso de álcool;
cansaço físico;
fadiga;
Em percursos longos, fazer paradas periódicas a cada 2 ou 3 horas para relaxar e descansar o corpo e a mente;
Álcool X Direção
Os principais efeitos do álcool no organismo são:
excesso de autoconfiança;
Fique Ligado!
A forma de o condutor eliminar o ÁLCOOL do organismo é descansar, dormir e esperar o tempo passar.
oxidação;
transpiração;
respiração.
A ingestão de café preto, chocolate e banho frio em nada ajudará a eliminar o álcool.
Dirigir sob influência de álcool, ou de qualquer substância psicoativa que determine dependência:
Punições:
→ Multa e suspensão da CNH.
→ Curso de Reciclagem
Lembre-se de que vale também para qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.