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PGR

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

DATA DE VIGÊNCIA
JANEIRO 2024 A JANEIRO 2026

Fabiane Silva Angela Pontes


CREA PA 152172010-0 CREA PA 152069913-1

-Engenheira de produção -Engenheira de produção


-Engenheira de segurança -Engenheira de segurança
do trabalho do trabalho
-Técnica em segurança do - Bombeira Civil
trabalho - Gestora Ambiental
- Especialista em E social
- Higienista Ocupacional
- Gestora em recursos
humanos
PGR – Programa de Gerenciamento de Risco Página 2

SHOPPING DA MADEIRA

Sumário
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA .......................................................................................................... 3
INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................... 3
OBJETIVOS .......................................................................................................................................... 4
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA ....................................................................................................... 4
CAMPO DE APLICAÇÃO ..................................................................................................................... 5
INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS ........................................................................................ 6
Critério – Severidade do Dano .............................................................................................. 8
Critério – Nível de Mitigação ................................................................................................. 9
RECONHECIMENTO DOS RISCOS ................................................................................................... 10
REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS ............................................................... 11
PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PGR .......................... 11
. ACOMPANHAMENTO DA SAÚDE OCUPACIONAL .......................................................................... 11
. RESPONSABILIDADES DO PROGRAMA ......................................................................................... 12
. CONCLUSÃO...................................................................................................................................... 12
. ASSINATURAS ................................................................................................................................... 13
. ANEXOS ............................................................................................................................................. 13

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Folha 21, quadra 08 Lote 04, Nova Marabá.
Cidade: Marabá/PA – Brasil, CEP: 68.505-180
Contatos: (94) 99112-9336; (94) 99248 6969; [email protected]
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

R DINIZ DAMAS LIMITADA


RAZÃO SOCIAL

NOME FANTASIA SHOPPING DA MADEIRA

TELEFONE (94) 3323-6977/ (91) 3344-2900

EMAIL [email protected]

CNPJ 47.200.041/0001-95

CNAE / RAMO DE ATIVIDADE 47.44-0-02 - Comércio varejista de madeira e artefatos


GRAU DE RISCO 1

ENDEREÇO DO AV PARAUAPEBAS, N 059, ALVORA,


ESTABELECIMENTO PARAUAPEBAS– PA - CEP: 68.515-000

EFETIVO MASCULINO 0 EFETIVO TOTAL

EFETIVO FEMININO 0 0

2. INTRODUÇÃO

Em atendimento ao disposto as Normas Regulamentadoras, este PGR – Programa de


Gerenciamento de Riscos tem como objetivo estabelecer critérios para a prevenção e
gerenciamento dos riscos ocupacionais associados as atividades as quais os seus trabalhadores
possam estar expostos, bem como propor medidas preventivas capazes de controlar, reduzir,
eliminar e/ou neutralizar a agressão destes riscos.

A elaboração deste PGR, além de cumprir determinações da legislação em vigor, ressalta a


preocupação da R DINIZ DAMAS LIMITADAcom a segurança e a saúde de seus trabalhadores.

Este Documento contém o Inventário Geral dos Riscos relacionados às atividades existentes
na empresa, compreendendo todas as categorias de riscos à segurança e saúde dos trabalhadores
e constitui um dos documentos básicos da GRO – Gestão dos Riscos Ocupacionais, no que diz
respeito ao reconhecimento e avaliação de riscos relacionados a agentes físicos, químicos,
biológicos, ergonômicos e mecânicos.

Os dados constantes neste documento servem de base para a elaboração do Plano de Ação Anual
de Segurança e Saúde do Trabalho, que contempla as ações de controle a serem mantidas,
implementadas ou melhoradas, assim como as atividades de monitoramento das exposições.
PGR – Programa de Gerenciamento de Risco Página 4

SHOPPING DA MADEIRA

3. OBJETIVOS

Os objetivos do Inventário Geral de Riscos é


• Caracterizar exposições a todas as condições perigosas e aos agentes potencialmente
nocivos - químicos, físicos, biológicos e outros fatores estressantes que constituem cargas de
trabalho física e mental significativas.
• Caracterizar a intensidade e a variação temporal das exposições para todos os
trabalhadores próprios e de contratadas que atuem em atividades dentro dos limites da
empresa.
• Avaliar os riscos potenciais à segurança e saúde de todos os trabalhadores.
• Priorizar e recomendar ações para controlar exposições que representem riscos
inaceitáveis e intoleráveis.
• Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa.
• Comunicar os resultados do processo de levantamento de perigos e avaliação de riscos
para todos os trabalhadores envolvidos.
• Manter o registro histórico das exposições para todos os trabalhadores de forma que
problemas futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados com base em informações
reais de exposição.
• Manter o registro histórico das exposições para todos os trabalhadores de forma que
problemas futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados com base em informações
reais de exposição.

4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

 Decreto 3.048
 Instrução Normativa - IN nº128/2022 DO INSS
 NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health) – Métodos de
Amostragens. guide line. 1996.
 Ministério da Previdência. Instruções Normativas Nº 84, 99, 118, 20, 27, 45/10,
77/15 e
 Portarias do INSS/MPAS.
 NHO´s 01, 03, 04, 06, 07, 08, 09 e 10 da FUNDACENTRO

Portaria 3214, de 08/06/1978 do Ministério do Trabalho e Emprego, especialmente


em suas Normas Regulamentadoras:

 NR 01 - Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;


 NR 04 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do
Trabalho;NR 05 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
 NR 06 - Equipamentos de Proteção Individual – EPI;
 NR 07 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
 NR 09 - Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos,
Químicos eBiológicos;
 NR 16 - Atividades e Operações
Perigosas;
 NR 17 - Ergonomia;
 NR 18 - Segurança e saúde no trabalho na indústria da construção
 NR 23 - Proteção Contra Incêndios
 NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de
Trabalho

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5. CAMPO DE APLICAÇÃO

Este Programa abrangerá os riscos identificados no ambiente de trabalho da empresa,


conforme estabelecido nas NR 1 a 09,
O processo se inicia com a caracterização básica de cada unidade - processo e ambiente de
trabalho, força de trabalho e agentes ambientais e estressores. Esses dados servem de base
para definir os grupos homogêneos de exposição (GHE) e atividades não rotineiras ou de
empresas contratadas, para os quais os riscos serão reconhecidos e avaliados.
FÍSICOS, dentre outros: ruído, vibrações, temperaturas anormais, pressões anormais,
radiações ionizantes, radiações não ionizantes e umidade.
QUÍMICOS, dentre outros: névoa, neblinas, poeiras, fumos, gases e vapores.
BIOLÓGICOS, dentre outros: bactérias, fungos, protozoários e vírus.
MECÂNICOS OU DE ACIDENTES, dentre outros: são potencialmente geradores de acidentes,
como o arranjo físico deficiente; máquinas e equipamentos sem proteção; ferramentas
inadequadas; ou defeituosas; eletricidade; incêndio ou explosão; animais peçonhentos;
armazenamento inadequado, dentre outros.

ERGONÔMICOS, dentre outros: são todas as condições que afetam o bem-estar do indivíduo,
sejam elas físicas, mentais ou organizacionais. Podem ser compreendidas como fatores que
interferem nas características psicofisiológicas do profissional, provocando desconfortos e
problemas de saúde. São exemplos de riscos ergonômicos: levantamento de peso, ritmo
excessivo de trabalho, monotonia, repetibilidade, postura inadequada.

Definições
DANO - É a consequência de um perigo em termos de lesão, doença, ou uma combinação
desses
.
PERIGO - Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em termos de
lesão, ou uma combinação dessas.
IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS - Processo de reconhecimento que um perigo existe, e de
definição de suas características.
RISCO - Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou exposição
com a gravidade da lesão ou doença que pode ser causada pelo evento ou exposição.
AVALIAÇÃO DE RISCOS - Processo de avaliação de risco proveniente de perigo, levando em
consideração a adequação de qualquer controle existente, e decidindo se o risco é ou não
aceitável.
RISCO ACEITÁVEL - Risco que foi reduzido a um nível que pode ser tolerado pela empresa,
levando em consideração suas obrigações legais e sua própria política de SST.
ESTIMATIVA DE RISCO - Processo para determinar a frequência ou a probabilidade e as
consequências de um perigo.
NÍVEL DE AÇÃO - Corresponde a um valor a partir do qual devem ser iniciadas medidas
preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições à agentes ambientais
ultrapasse os limites de tolerância. Agentes Químicos + 50% do LT (limite de tolerância),
Ruído= dose 0,5.
LIMITE DE TOLERÂNCIA - LT - Concentração ou intensidade máxima ou mínimas,
relacionadas à natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde
do trabalho, durante sua vida laboral (item 15.1.5 da NR 15, Portaria 3214).

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VALOR TETO - Concentração que não pode ser excedida durante nenhum momento da
exposição do trabalhador.

GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE) - A “Caracterização Básica” é um conceito


presente nas Estratégias de Amostragem da AIHA, e representa um processo inicial de
conhecimentos, em Higiene Ocupacional, que vai permitir a estruturação das amostragens
para todos os trabalhadores da empresa.
Trata-se de conhecer as três vertentes da questão: os ambientes de trabalho, os trabalhadores
expostos e os agentes ambientais. A partir desse estudo integrado, o profissional responsável
pelos levantamentos será capaz de definir a unidade de trabalho, que são os grupos exposição
similar ou Grupos Homogênio de Exposição – GHE.
Ou seja, depois de observar e conhecer as exposições, reunir os trabalhadores em grupos que
possuem as mesmas chances de exposição a um dado agente. Essa “igualdade” provém do
desenvolvimento de rotinas e tarefas essencialmente idênticas ou similares do ponto de vista
da exposição.

PLANO DE AÇÃO, No ANEXO 2 deste PGR são estabelecidos as medidas de prevenção a serem
implantadas,aprimoradas ou mantidas para o controle dos riscos associados as atividades identificados
noinventário de riscos ocupacionais

6. INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS

O processo de identificação dos perigos e avaliação dos riscos ocupacionais é a etapa


fundamental da gestão da segurança e saúde no trabalho, pois permite a R DINIZ DAMAS
LIMITADA avaliar o risco e decidir se é aceitável ou não.

Por definição técnica iremos elaborar o inventário de riscos ocupacionais, considerando o


conceito de GHE – Grupo Homogêneo de Exposição a risco, que compreende o agrupamento
de trabalhadores/funções de acordo com a exposição similara riscos ocupacionais.
A elaboração do inventário dos riscos ocupacionais, compreende as etapas relacionadas nos
subitens abaixo:

Caracterização dos Processos e Ambientes de Trabalho


Na elaboração do inventário dos riscos ocupacionais é realizada a caracterização dos
processos e/ou ambientes de trabalho relativos a cada GHE – Grupo Homogêneo de
Exposição avaliado.

Caracterização das Atividades


Na elaboração do inventário dos riscos ocupacionais é realizada a caracterização das
atividades desenvolvidas por cada GHE – Grupo Homogêneo de Exposição avaliado.

Identificação dos Perigos


Descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a
identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a
indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de medidas de
prevenção implementadas, bem como os dados relativos a análise preliminar ou do
monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos e os resultados da
avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.

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7.4 Critérios para Avaliação dos Riscos


O processo de avaliação do risco considera a combinação três critérios, para estimar o valor
do risco que as pessoas que atuam em seu local de trabalho estão expostas e decidir pela sua
aceitação ou não, e pela necessidade elaboração de Plano de Ação indicando as medidas de
prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas.
(𝐒𝐒×P)×(𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏−NM)
Fórmula para determinar o Nível do Risco: NR =
𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏

NR: Nível do Risco;


P: Probabilidade (Probabilidade do evento perigoso ocorrer ou Frequência de exposição ao
risco);
S: Severidade
NM: Nível de Mitigação. Para tal avaliação devem ser considerados os controles operacionais
atuais implantados, que irá corresponder o nível de mitigação.

Critério – Probabilidade (Exposição ao Risco): Compreende a probabilidade do evento


perigoso ocorrer ou a frequência de exposição ao agente de risco.

A classificação é realizada conforme critérios estabelecidos na tabela 1 a seguir. Para tal


avaliação, devem-se considerar os controle implantados.

Probabilidade ou
Frequência
Critério Pontuação
(Tipo de
Exposição)

 A exposição ao perigo é considerada Baixa/eventual, quando a exposição não é


superior a 40 horas/mês ou no máximo uma vez por semana;
 Em condições normais de trabalho a exposição ao perigo durante a execução das
atividades é praticamente inexistente, ou o perigo ocorre com baixa frequência, ou
Baixa (B)
a exposição é eventual; 1
(Eventual)
 Após medições ambientais (ou dados históricos) foi constatado que o nível de
exposição ou concentração perigo encontra-se abaixo dos níveis de ação
especificado nas normas regulamentadoras do MTE, ou outras que forem
utilizadas, quando estas não especificarem.

 A exposição ao perigo é considerada Média/Intermitente, quando a exposição está


entre ou igual a 40 e 90 horas/mês, sendo a exposição diária ao agente não
superior ou igual a 4 horas, somado todos os períodos de exposição no dia;
 Em condições normais de trabalho a exposição ao perigo é considerada habitual,
Média (M)
porém, não contínua; 2
(Intermitente)
 Após medições ambientais (ou dados históricos) foi constatado que o nível de
exposição ou concentração do perigo encontra-se acima do nível de ação, porém
abaixo dos limites de tolerância especificados nas normas regulamentadoras do
MTE, ou outras que forem utilizadas, quando estas não especificarem.

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 A exposição ao perigo é considerada Alta/Contínua, quando a exposição ocorre


acima de 4 horas diárias, podendo ocorrer durante toda a jornada de trabalho;
 Em condições normais de trabalho a exposição ao perigo é habitual, considerada
continua;
Alta (A)  Após medições ambientais (ou dados históricos) foi constatado que o nível de
3
(Contínua) exposição ou concentração ao perigo encontra-se acima de limite de tolerância
especificado nas normas regulamentadoras do MTE, ou outras que forem
utilizadas, quando estas não especificarem;
 Exposição ou contato com agente periculoso (Ex.: Eletricidade, produtos líquidos
inflamáveis).

Tabela 1 - Critério – Probabilidade (Evento Perigoso) ou Frequência (Exposição ao Risco)

Critério – Severidade do Dano

Compreende a severidade da potencial lesão ou doença causada pela exposição ao


risco.A sua classificação é realizada conforme critérios especificados na tabela 2 a
seguir.

Severidade Critério Exemplo Pontuação

 Escoriações, pequenos cortes, irritação dos olhos


 Efeitos reversíveis. pela poeira;
 Levemente prejudicial.  Incômodo e irritação (por exemplo, dores decabeça);
1
Baixa (B)  Lesão incapacitante problema de saúde levando a desconforto
temporária – (Acidente Sem temporário solucionado com pequenos curativos ou
Afastamento) tratamento simples;
 Não causa afastamento do trabalho.

 Lacerações, queimaduras, concussão, torções


 Efeitos reversíveis severos e sérias, pequenas fraturas;
preocupantes.  Perda auditiva, dermatite, asma, disfunções dos
 Prejudicial. membros superiores relacionados com o trabalho; 2
Média (M)
 Lesão incapacitante
 Problema de saúde levando a uma incapacidade
temporária – (Acidente com
temporária de pequeno porte (LER ou DORT);
Afastamento)
 Resulta em afastamento do trabalho.

 Ameaça à vida ou
possibilidade de ocorrência
de doença ou lesão  Amputações, fraturas importantes, envenenamento,
incapacitante. ferimentos múltiplos, ferimentos fatais;
3
Alta (A)  Efeitos irreversíveis  Câncer ocupacional, outras doenças graves que
preocupantes. diminuem a vida, doenças agudas fatais;
 Extremamente prejudicial.  Resulta em afastamento definitivo para o trabalho.
 Lesão incapacitante
Permanente ou fatalidade.

Tabela 2 - Critério – Severidade do Dano

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Critério – Nível de Mitigação

Consiste na estimativa de um valor a ser atribuído à eficácia da medida de prevenção


implantada para eliminar o perigo ou reduzir a exposição ao risco.

O critério de mitigação do risco considera o princípio de hierarquia de controles,


conformedetalhado na tabela 3 a seguir.

Hierarquia de
implantação das Nível de
Definição e Exemplos
medidas de Mitigação
controle/Prevenção
Consiste em adotar controles operacionais e outras medidas capazes de eliminar 100
o perigo.
ELIMINAÇÃO Exemplos: Utilizar uma talha para movimentar um material, em substituição à
(Valor é 5 na
movimentação manual. Planilha)

Consiste em adotar controles operacionais e outras medidas que promovam a


substituição de processos, operações, materiais ou equipamentos menos 85
perigosos.
SUBSTITUIÇÃO Exemplos: Substituir a utilização de um produto á base de hidrocarboneto
(Valor é 4 na
aromático derivado do petróleo (gasolina) na limpeza de peças por sistema de Planilha)
biodegradável de limpeza (Bio-Circle).
Consiste em adotar controles operacionais e outras medidas que cotenham, isolem
o risco, protejam da exposição ao agente de risco ou condição perigosa, incluindo 70
CONTROLES DE
reorganização do trabalho. (Valor é 3 na
ENGENHARIA Exemplos: Instalação de guarda corpo e corrimão em áreas com risco de queda, Planilha)
isolar acusticamente uma fonte ruidosa, etc.

Consiste em adotar controles operacionais e outras medidas que limitem, isolem,


CONTROLES comuniquem e sinalizem o risco para proteger da exposição ao agente de risco ou 50
condição perigoso, incluindo treinamentos.
ADMINISTRATIVOS Exemplos: Identificação de áreas perigosas, sinalização de rota de fuga, controle
(Valor é 2 na
SINALIZAÇÃO, de acesso a áreas perigosas, inspeções de equipamentos e áreas, treinamentos, Planilha)
AVISOS. redução do tempo de exposição, procedimento para execução da atividade.

Compreende equipamentos para proteção individual das pessoas que estão


EQUIPAMENTO DE expostas ao agente de risco ou condição perigosa, capazes de neutralizar ou 35
PROTEÇÃO reduzir a agressividade do risco ou severidade do dano. (Valor é 1 na
INDIVIDUAL (EPI) Exemplos: Cinto de segurança, protetor auricular, bota de segurança, capacete, Planilha)
etc.

Tabela 3 - Critério – Nível de Mitigação


Para os perigos que houver mais de uma medida de controle ou prevenção implantada deve ser
considerado o nível de mitigação da medida mais eficaz.

Exemplo:

Perigo: Trabalho em altura.


Risco: Queda de nível diferente.
Controles operacionais: cinto de segurança (EPI) guarda corpo (Controle de Engenharia –
EPC).

Neste exemplo o nível de mitigação a ser considerado é do controle de engenharia (70), que na
escala da hierarquia de controle é considerado o mais eficaz.

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Classificação dos riscos

A classificação do risco compreende: Se o risco é aceitável ou não, definição da necessidade


de adotar novas medidas de prevenção e elaboração do Plano de Ação. Esta análise é
baseada no resultado obtido pela aplicação da metodologia de avaliação de riscos detalhada
nos itens acima.

Na tabela 4 abaixo são determinados os níveis de aceitabilidade do risco e ações a serem


adotadas.

Nível de Risco AÇÃO/DECISÃO

BAIXO  Não são requeridas medidas de prevenção adicionais.


(NR < 3,0)  É requerido monitoramento para assegurar que medidas de prevenção são mantidas.
RISCOS ACEITÁVEIS

 Devem ser feitos esforços para reduzir o risco. Mas os custos de prevenção devem ser
cuidadosamente medidos e limitados;
 As medidas de prevenção do risco devem ser implementadas dentro de um período de
tempo definido, quando definida pela sua implantação, após análise da viabilidade dos
custos de prevenção.
MÉDIO
 Quando o risco médio está associado a consequências altamente prejudiciais pode ser
(NR  3,0 < 4,5)
necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a
probabilidade do dano, como base para determinar a necessidade de melhores
controles operacionais.
 As medidas de prevenção devem ser relacionadas no Plano de Ação, para
acompanhamento e avaliação dos resultados.

 Novas medidas de prevenção devem ser adotadas;


INACEITÁVEL

 Recursos necessários devem ser alocados ser alocados para reduzir o risco;
RISCO

ALTO  Se o risco envolve trabalho em desenvolvimento, a atividade deve ser paralisada.


(NR  4,5)  Avaliar a necessidade de estabelecer objetivos e metas.

Tabela 4 – Classificação dos Risco

7. RECONHECIMENTO DOS RISCOS

Para elaboração do reconhecimento dos Grupos Homogéneos de Exposição - GHE foi


realizada a caracterização de todos os trabalhadores: Nome, cargo, função na empresa,
atividades que realizam, setores onde estão lotados, , regime de revezamento, com o objetivo
de estudar como eles se relacionam com os processos e com os agentes /perigos presentes
nestes processos e no ambiente.
Para cada setor da empresa então é feito um mapeamento dos processos e atividades
existentes com o objetivo de identificar os grupos de trabalhadores que realizam atividades
similares visando facilitar a identificação de perigos na empresa.
Cada processo pode ser constituído de um ou mais GHEs, isto será determinado levando-se
em conta a similaridade de cada atividade realizada e consequentemente quanto a exposição
aos mesmos perigos.
Em seguida caracteriza-se o ambiente de trabalho para cada GHE: setor (local físico onde
realiza suas atividades), verificando-se as condições sanitárias, iluminação, ventilação, estado
de conservação, etc.

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Para cada GHE então é realizado a identificação dos perigos levando em conta as atividades,
máquinas equipamentos, ferramentas, toxicidade dos produtos químicos que utilizam, agentes
e perigos presentes e a eficácia das medidas de proteção existentes. Em seguida realiza-se a
avaliação qualitativa dos riscos e a priorização de ações e/ou avaliações necessárias ao seu
controle.

8. REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS

Será mantido o registro físico e informatizado deste programa.


Todos os dados constantes, serão mantidos atualizados e arquivados por um período mínimo de
20 anos. Eles irão compor o histórico do conjunto de ações para garantir o ambiente de trabalho
seguro e saudável.

Os documentos integrantes deste PGR devem estar disponíveis aos trabalhadores, aos seus
representantes e à Inspeção do trabalho e serão apresentado aos colaboradores através dos
treinamentos realizados em data prevista no plano de ação constante no anexo9 deste
programa. Os interessados terão acesso a este PGR que ficará disponível em local de comum
acesso dos empregados.

A avaliação de riscos deve constituir um processo contínuo, portanto esse PGR será revisadoa
cada dois anos ou quando da ocorrência das seguintes situações:

- Após implementação das medidas de prevenção, para avaliação de riscos residuais;


- Após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos,
- Condições, procedimentos e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou
modifiquemos riscos existentes;
- Quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de
prevenção;
- Na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho;

9. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PGR

Para avaliação do desenvolvimento do PGR, observa-se o cumprimento do planos de ação, e do


cumprimento de todos os relatórios de não conformidade enviados para entidade. Outro ponto
importante para avaliação do referido programa, é o controle dos exames médicos, que sinalizará
a necessidade de reformulação das medidas de prevenção dispostas no planos de ação.
Segundo a norma regulamentadora nº1, a avaliação de riscos deve constituir um processo
contínuo e ser revista a cada dois anos ou quando da ocorrência de situações como as
mencionadas no subitem anterior.
Observação.: No caso de organizações que possuírem certificações em sistema de gestão de SST, o prazo poderá
ser de até 3 (três) anos.

10. ACOMPANHAMENTO DA SAÚDE OCUPACIONAL

Em consonância com os riscos ocupacionais identificados no inventário de riscos, estabeleceu-se o


PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, onde visa as medidas e procedimentos
gerais para a avaliação e acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores

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11. RESPONSABILIDADES DO PROGRAMA

Responsável Técnico

Elaborar o programa de acordo com as informações fornecidas pela empresa a verificadas in


loco junto aos trabalhadores, propondo melhorias para sanar e ou mitigar os risco a que os
trabalhadores possa estar expostos.

Empregador / Responsável Legal

 Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentar sobre segurança e saúde no


trabalho;
 Informar aos trabalhadores, quanto aos riscos existentes no local de trabalho e medidas de
prevenção adotadas para eliminação de riscos;
 Elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos
trabalhadores;
 Permitir que representante dos trabalhadores acompanhe a fiscalização dos preceitos legais
e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;
 Determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doenças
relacionadas ao trabalho, incluindo a análise de suas causas;
 Disponibilizar a inspeção do trabalho todas as informações relativas à segurança e saúde
no trabalho.
 Implementar medidas de prevenção, ouvindo os trabalhadores, de acordo com a seguinte
ordem de prioridade:

01- Eliminação dos fatores de riscos;


02- Minimização e controle, com a adoção de medidas administrativa ou de organização do
trabalho;
03- Adoção de medidas de proteção individual.

Empregado
 Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho,
incluindo as ordens de serviços expedidas pelo empregador;
 Submeter-se aos exames médicos previstos nas NR’s; colaborar com a organização na
aplicação das NR’s;

 Usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.

12. CONCLUSÃO
A empresa R DINIZ DAMAS LIMITADA assume o compromisso de implantar, participar e exigir
o cumprimento de todo o conteúdo deste programa, considerando as características das
atividades e agregando outros programas de segurança se necessário que possam contribuir
com a melhoria contínua das condições de trabalho e da saúde ocupacional dos seus
colaboradores.

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Folha 21, quadra 08 Lote 04, Nova Marabá.
Cidade: Marabá/PA – Brasil, CEP: 68.505-180
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13. ASSINATURAS

Elaborado por:

____ ____________________________________
Fabiane Cristine de Oliveira Silva
Eng. Segurança do Trabalho – CREA 152172010-0 – PA

________________________________________
Ângela Maria Pereira Pontes
Eng. Segurança do Trabalho - CREA 152069913-1 - PA

Responsável pelo programa na empresa

________________________________________
Responsável pela empresa

14. ANEXOS

ANEXO 1 - INVENTARIO DE RISCOS


ANEXO 2 - PLANO DE AÇÕES

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ANEXO 1 – INVENTÁRIO DE RISCOS

GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO - GHE 01


EMPRESA R DINIZ DAMAS LIMITADA
Estrutura: predial / Parede: alvenaria/ Área aproximada: 10 m² / Piso Existente: lajota / Cobertura: Estrutura em ferro, com telha em aço e forro Gesso / Pé direito
DESCRIÇÃO DO SETOR
aproximado: 3 m / Ventilação Natural: livre (portas) / Ventilação Artificial: condicionador de ar/ Iluminação Natural: (janelas e portas) / Iluminação Artificial:
DE TRABALHO lâmpadas LED
NÚMERO DE
FUNÇÃO ATIVIDADE REALIZADA TRABALHADORES
EXPOSTOS
Descrição das Atividades: Executam serviços de apoio nas áreas de recursos humanos,
administração, finanças e logística; atendem fornecedores e clientes, fornecendo e recebendo
informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados, cumprindo todo o
Aux Administrativo Contratação futura
procedimento necessário referente aos mesmos. Função: AUX ADMINISTRATIVO atuam na
concessão de micro crédito a microempresários, atendendo clientes em campo e nas agências,
prospectando clientes nas comunidades
Vendem mercadoria e serviços em estabelecimentos do comércio varejista ou atacadista, auxi
liando os clientes na escolha. registram entrada e saída de mercadorias. promovem avenda de
mercadorias, demonstrando seu funcionamento, informam sobre suas qualidades e vantagens
de aquisição. expõem mercadorias de forma atrativa, em pontos estratégicos de vendas, com
Vendedor Contratação futura
etiquetas de preço. prestam serviços aos clientes, tais como troca de mercadorias;
abastecimento de veículos; aplicação de injeção e outros serviços corre latos. fazem inventário
de mercadorias para reposição. elaboram relatórios de vendas, de promoções, de
demonstrações e de pesquisa de preços.
HORARIO DE TRABALHO
De 08:00as 12:00 e de 14:00 as 18:00 de segunda a sexta, e aos sábados, de 08:00 as 12:00.
ATIVIDADES ESPECIAIS
Não há atividade especial para estas funções

EPI Não se aplica.

- Extintor de incendio em número adequado as instalações,


EPC
- Ambiente climatizado proporcionando conforto térmico e livre de poeira aos trabalhadores.

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INVENTÁRIO E RECONHECIMENTO DA MATRIZ DE RISCOS OCUPACIONAIS

CODIGO DO PERIGO FONTE MEIOS DE VIAS DE TIPO DE POSSIVEIS GRAVIDADE/ TECNICA NÍVEL DE
LIMITE DE MEDIDAS DE CONTROLE NÍVEL DE
ESOCIAL GERADORA PROPAGAÇÃO / ABSORÇÃO EXPOSIÇÃO DANOS A MITIGAÇÃO RISCO
TIPO DE RICO (Agente de Risco) SEVERIDADE UTILIZADA TOLERANCIA INDIVIDUAL E COLETIVA
TRAJETORIA (CONSIDERAND (CONSIDERANDO
(Probabilidade ou SAUDE (Danos a (Nível de Ação) O EFICÁCIA DAS MEDIDAS DE
Frequência) Saúde)L MEDIDAS DE
CONTROLE)
CONTROLE)

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL

Físico
NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
Quimico APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL

Biológico NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVE APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL
L

NÃO QUEDA DO MESMO PISO NÃO NÃO INTERMITENTE TORÇÃO, BAIXA NÃO NÃO SINALIZAÇÃO
Acidentes APLICAVEL NIVEL ESCORREG APLICAVEL APLICAVEL (MÉDIA) FRATURAS, APLICAVEL APLICAVEL
ADIO LUXAMENTOS BAIXO
.
ADOÇÃO PROBLEMA
NÃO DE NÃO NÃO S NA NÃO NÃO REALIZAÇÃO DE PAUSAS NÃO
APLICAVEL POSTURA POSTURA APLICAVEL APLICAVEL INTERMITENTE COLUNA, BAIXA APLICAVEL APLICAVEL FORMALIZADAS E BAIXO
INADEQUADA INADEQUAD (MÉDIA) VARIZES E ALONGAMENTOS;
A, LONGOS PROBLEMA
PERÍODOS S NAS
Ergonômico SENTADO ARTICULAÇ
ÕES

LER / DORT
REALIZAÇÃO DE PAUSAS NÃO
(TENDINITE BAIXO
NÃO ATIVIDADE NÃO NÃO INTERMITENTE NÃO NÃO FORMALIZADAS E
S,
APLICAVEL REPETIVIDADE REPETITIVA APLICAVEL APLICAVEL (MÉDIA) BAIXA APLICAVEL APLICAVEL ALONGAMENTOS;
BURSITES,
NO
LOMBALGIA
TRABALHO
S E DORES
CRÔNICAS
NA
COLUNA)

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GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO - GHE 02 - Operacional


EMPRESA R DINIZ DAMAS LIMITADA
Estrutura: Parede: alvednaria / Área aproximada: 300 m² / Piso Existente: Porcelanato/ Cobertura: Estrutura de laje, com telha de
DESCRIÇÃO DO SETOR
DE TRABALHO fibrocimento com forro de gesso/ Pé direito aproximado: 3 m /Ventilação Artificial: Central de ar, / Iluminação Natural: Portas e janelas /
Iluminação Artificial: lâmpadas LED/Ar livre

NúMERO DE
FUNÇÃO ATIVIDADE REALIZADA TRABALHADORES
EXPOSTOS
Supervisiona entrada e saída de veículos em pátios para carga e descarga de materiais, acompanha Contratação futura
Encarregado de Pátio conferência de mercadorias e administra pessoal na aplicação de treinamentos e controle de escalas e
férias.. trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.
Aux. De Serviços Preparam atividades de tratamento e secagem de madeiras, Classificam, tratam e secam madeira., Contratação futura
Gerais registros de ocorrências e solicitação de materiais e insumos.
Ajudante em Geral Registros de ocorrências e solicitação de materiais e insumos, separam a madeira para carga e descarga. Contratação futura
HORARIO DE TRABALHO
De 08:00as 12:00 e de 14:00 as 18:00 de segunda a sexta, e aos sábados, de 08:00 as 12:00.
ATIVIDADES ESPECIAIS
Não há atividade especial para essa função

EPI Luvas, calçado de segurança, mascara facial do tipo PFF2, óculos de proteção.
EPC Extintores de incêndio.

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INVENTÁRIO E RECONHECIMENTO DA MATRIZ DE RISCOS OCUPACIONAIS

CODIGO DO PERIGO FONTE GERADORA MEIOS VIAS DE TIPO DE POSSIVEIS GRAVIDADE/ TECNICA NÍVEL DE
LIMITE DE MEDIDAS DE CONTROLE NÍVEL DE RISCO
TIPO DE RICO ESOCIAL DE ABSORÇÃO EXPOSIÇÃO DANOS A UTILIZADA MITIGAÇÃO (CONSIDERANDO
(Agente de Risco) SEVERIDADE TOLERAN INDIVIDUAL E COLETIVA MEDIDAS DE
PROPAG (CONSIDERAND
(Probabilidade ou SAUDE (Danos a CIA (Nível O EFICÁCIA DAS
CONTROLE)
AÇÃO / Frequência) Saúde)L
TRAJETO de Ação) MEDIDAS DE
CONTROLE)
RIA

RUÍDO VEÍCULOS, IRRITABILI DOSIMETRIA LIMITE DE FORNECER, TREINAR E


02.01.001 CONTÍNUO OU MÁQUINAS E AR VIA HABITUAL DADE, BAIXA DE RUÍDO TOLERÂNCIA FISCALIZAR A UTILIZAÇÃO
BAIXO
INTERMITENTE EQUIPAMENTOS AÉREA ANSIEDAD NHO 01- DO USO DOS EPI´S
DE TRABALHO. E, FUNDACENT 85 DB(A) PROTETOR ORICULAR)
Físico TONTURA, RO (NR 15 -
ESTRESSE, ANEXO 1)
, PERDA
DA NÍVEL DE
AUDIÇÃO AÇÃO
80 DB(A)
(NR 09)

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
Quimico APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL

Biológico NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAV APLICAVE APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL
EL L
FAZER USO DO CAPACETE,
NÃO PISO NÃO NÃO
TORÇÕES, BOTA DE SEGURANÇA E
APLICAVEL QUEDA DE ESCORREGADIO APLICAVEL APLICAVEL FRATURAS BAIXA QUALITATIV NÃO RESPEITAR SINALIZAÇÃO DE BAIXO

Acidentes MESMO NÍVEL E EVENTUAL , O APLICAVEL TRANSITO


NIVEL DIFERENTE (BAIXA) CONTUSÕ
ES E
LUXAÇÕES
.
EXIGÊNCIA DE REALIZAÇÃO DE PAUSAS E
NÃO POSTURA NÃO NÃO
PROBLEM ALONGAMENTOS;
APLICAVEL POSTURA INADEQUADA E APLICAVEL APLICAVEL INTERMITENTE AS NA MÉDIA QUALITATIV NÃO REALIZAR PLANEJAMENTO
INADEQUADA MOVIMENTOS (MÉDIA) COLUNA, O APLICAVEL DAS ATIVIDADES A SEREM MÉDIO
REPETITIVOS. VARIZES E EXECUTADAS;
PROBLEMA
Ergonômico S NAS
ARTICULA
ÇÕES

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LER / DORT QUALITATIVO


ATIVIDADE NA NA
(TENDINIT - REALIZAÇÃO DE PAUSAS E
NÃO REPETIVIDADE REPETITIVA NO INTERMITENTE ES, MÉDIA NÃO ALONGAMENTOS; MÉDIO
APLICAVEL TRABALHO (MÉDIA) BURSITES, APLICAVEL
LOMBALGI
AS E
DORES
CRÔNICAS
NA
COLUNA)

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GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO - GHE 03 – Motorista


EMPRESA R DINIZ DAMAS LIMITADA
DESCRIÇÃO DO SETOR
Cabine do caminhão.
DE TRABALHO

NúMERO DE
FUNÇÃO ATIVIDADE REALIZADA TRABALHADORES
EXPOSTOS
Transportam, coletam e entregam cargas, operar equipamentos, realizar inspeções e reparos em
veículos,vistoriar cargas, além de verificar documentação de veículos e de cargas. definem rotase
Motorista Contratação futura
asseguram a regularidade do transporte. as atividades são desenvolvidas em confor midade com normas e
procedimentos técnicos e de segurança.
HORARIO DE TRABALHO
De 08:00as 12:00 e de 14:00 as 18:00 de segunda a sexta, e aos sábados, de 08:00 as 12:00.
ATIVIDADES ESPECIAIS
Não há atividade especial para essa função

EPI NA
EPC Extintores de incêndio.

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INVENTÁRIO E RECONHECIMENTO DA MATRIZ DE RISCOS OCUPACIONAIS

CODIGO DO PERIGO FONTE MEIOS DE VIAS DE TIPO DE POSSIVEIS GRAVIDADE/ TECNICA NÍVEL DE
LIMITE DE MEDIDAS DE CONTROLE NÍVEL DE
TIPO DE RICO ESOCIAL GERADORA PROPAGAÇÃO / ABSORÇÃO EXPOSIÇÃO DANOS A SAUDE SEVERIDADE UTILIZADA MITIGAÇÃO RISCO
(Agente de Risco) TOLERANCIA INDIVIDUAL E COLETIVA
TRAJETORIA (CONSIDERAND (CONSIDERAND
(Probabilidade ou (Danos a (Nível de O EFICÁCIA DAS O MEDIDAS DE
Frequência) Saúde)L Ação) MEDIDAS DE
CONTROLE)
CONTROLE)

HABITUAL DOENÇAS AVALIAÇÃO LIMITE DE MANUTENÇÃO PERIÓDICA NOS


VASCULARES, QUALITATIVA TOLERÂNCIA VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS,
VIBRAÇÃO DE CONDUZIR CONTATO NA NEUROLÓGIC CONFORME PLANO DE
02.01.003 CORPO INTEIRO - VEICULO DIRETO AS E AREN = 1,1 M/S^2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA;. ;,
Físico MUSCULARES BAIXO VDVR = 21,0 USO DOS EPI (LUVAS) BAIXO
(AREN) EM VIA M/SS^1,75 (NR 15
PUBLICA - ANEXO 8)

NÍVEL DE
AÇÃO AREN =
0,5 M/S^2
VDVR = 9,1
M/S^1,75 (NR
09 - ANEXO 1)

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
Quimico APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL

Biológico NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVE APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL
L
RESPEITAR SINALIZAÇÃO DE
NÃO
Acidentes NÃO QUEDA DE PISO NÃO NÃO TORÇÕES, APLICAVEL
TRANSITO
APLICAVEL MESMO NÍVEL ESCORREG APLICAVEL APLICAVEL EVENTUAL FRATURAS, BAIXA QUALITATIV
BAIXO
ADIO (BAIXA) CONTUSÕES O
E LUXAÇÕES.
EXIGÊNCIA REALIZAÇÃO DE PAUSAS E MÉDIA
NÃO DE NÃO NÃO PROBLEMAS NÃO
ALONGAMENTOS;
APLICAVEL POSTURA POSTURA APLICAVEL APLICAV INTERMITENTE NA COLUNA, MÉDIA QUALITATIVO APLICAVEL REALIZAR PLANEJAMENTO
INADEQUADA INADEQUA EL (MÉDIA) VARIZES E DAS ATIVIDADES A SEREM
Ergonômico DA E PROBLEMAS EXECUTADAS;
MOVIMEN NAS
TOS ARTICULAÇÕ
REPETITIV ES
OS.

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LER / DORT MÉDIA


NÃO
Longos NÃO NÃO (TENDINITES, MÉDIA QUALITATIVO APLICAVEL
REALIZAÇÃO DE PAUSAS E
NÃO REPETIVIDADE periodos APLICAVEL APLICAV INTERMITENTE BURSITES, ALONGAMENTOS;
APLICAVEL sentado EL (MÉDIA) LOMBALGIAS
E DORES
CRÔNICAS
NA COLUNA)

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GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO - GHE 04


EMPRESA R DINIZ DAMAS LIMITADA
DESCRIÇÃO DO SETOR
Galpão
DE TRABALHO

NúMERO DE
FUNÇÃO ATIVIDADE REALIZADA TRABALHADORES
EXPOSTOS
Planejam operações de desdobramento de madeiras e preparam máquinas para suarealização. seguem
Operador de Maquina
procedimentos de segurança e realizam manutenção de primeironível. desdobram madeiras e controlam Contratação futura
Circular
qualidade do desdobramento.
HORARIO DE TRABALHO
De 08:00as 12:00 e de 14:00 as 18:00 de segunda a sexta, e aos sábados, de 08:00 as 12:00.
ATIVIDADES ESPECIAIS
Não há atividade especial para essa função

EPI Luvas, calçado de segurança, mascara facial do tipo PFF2, óculos de proteção.e protetor auricular
EPC Extintores de incêndio.

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INVENTÁRIO E RECONHECIMENTO DA MATRIZ DE RISCOS OCUPACIONAIS

CODIGO DO PERIGO FONTE MEIOS DE VIAS DE TIPO DE POSSIVEIS GRAVIDADE/ TECNICA NÍVEL DE
LIMITE DE MEDIDAS DE CONTROLE NÍVEL DE
TIPO DE RICO ESOCIAL GERADORA PROPAGAÇÃO / ABSORÇÃO EXPOSIÇÃO DANOS A SAUDE SEVERIDADE UTILIZADA MITIGAÇÃO RISCO
(Agente de Risco) TOLERANCIA INDIVIDUAL E COLETIVA
TRAJETORIA (CONSIDERAND (CONSIDERAND
(Probabilidade ou (Danos a (Nível de O EFICÁCIA DAS O MEDIDAS DE
Frequência) Saúde)L Ação) MEDIDAS DE
CONTROLE)
CONTROLE)

1
02.01.001 RUÍDO VEÍCULOS, IRRITABILIDA DOSIMETRIA LIMITE DE
CONTÍNUO OU MÁQUINA AR VIA AÉREA HABITUAL DE, BAIXO DE RUÍDO TOLERÂNCIA FORNECER, TREINAR E
Físico INTERMITENTE SE ANSIEDADE, NHO 01- FISCALIZAR A UTILIZAÇÃO BAIXO
EQUIPAM TONTURA, FUNDACENT 85 DB(A) (NR DO USO DOS EPI´S
ENTOS DE ESTRESSE, , RO 15 - ANEXO 1) PROTETOR ORICULAR)
TRABALH PERDA DA
O. AUDIÇÃO NÍVEL DE
AÇÃO
80 DB(A)
(NR 09)
Corte de
Quimico
NÃO Poeira madeira AR VIA AÉREA HABITUAL tosse seca, Médio Qualitativa NÃO FORNECER, TREINAR E 2
APLICAVEL APLICAVEL
mal estar, FISCALIZAR A UTILIZAÇÃO
bronquite DO USO DOS EPI´S MÉDIA
crônica, (Mascara)
dispneia, dor
torácica,
rinite, asma
ocupacional,
alveolites,
déficit da
função
pulmonar,
dermatites,

Biológico NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO
APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVE APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL APLICAVEL
L
FAZER USO DO CAPACETE, 1
NÃO
Acidentes NÃO PISO NÃO NÃO TORÇÕES, APLICAVEL
BOTA DE SEGURANÇA E
APLICAVEL QUEDA DE ESCORREG APLICAVEL APLICAVEL EVENTUAL FRATURAS, BAIXA QUALITATIVO RESPEITAR SINALIZAÇÃO DE BAIXO
MESMO NÍVEL ADIO (BAIXA) CONTUSÕES TRANSITO
E LUXAÇÕES.

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EXIGÊNCIA REALIZAÇÃO DE PAUSAS E 2

NÃO DE NÃO NÃO PROBLEMAS NÃO


ALONGAMENTOS;
APLICAVEL POSTURA POSTURA APLICAVEL APLICAV INTERMITENTE NA COLUNA, MÉDIA QUALITATIVO APLICAVEL REALIZAR PLANEJAMENTO MÉDIA
INADEQUADA INADEQUA EL (MÉDIA) VARIZES E DAS ATIVIDADES A SEREM
Ergonômico DA E PROBLEMAS EXECUTADAS;
MOVIMEN NAS
TOS ARTICULAÇÕ
REPETITIV ES
OS.
LER / DORT 2 MÉDIA
NÃO NÃO (TENDINITES, MÉDIA QUALITATIV REALIZAÇÃO DE PAUSAS E
NÃO REPETIVIDADE ATIVIDADE APLICAVEL APLICAV INTERMITENTE BURSITES, O NÃO ALONGAMENTOS;
APLICAVEL REPETITIV EL (MÉDIA) LOMBALGIAS APLICAVEL
A NO E DORES
TRABALH CRÔNICAS
O NA COLUNA)

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ANEXO 2 – PLANO DE AÇÃO

PRAZO
AÇÃO 1ª Ano de vigência 2ª Ano de vigência PUBLICO ALVO
JAN/ MAR MAI / JUL / SETI / NOV JAN/ MAR MAI / JUL / SETI / NOV
FEV /ABR JUN AGO OUT /DEZ FEV /ABR JUN AGO OUT /DEZ
Desenvolver Ordem de
x x x x x x x x x x x x Todas as funções
serviço
Realizar apresentação
deste PGR a todos os x Todas as funções
colaboradores
Realizar controle de x x x x x x
entrega, guarda e x x x x x x Todas as funções
conservação dos EPI.
Criar procedimento para
intervalos de atividade
com alongamento e/ou x
ginástica laboral Todas as funções
periódicos.
X Operador de
Treinamento de NR 10
Maquina
Palestra de Acidentes e X Operacional
Doenças do Trabalho
Treinamento de Trabalho X Operacional
em Altura NR 12
Treinamento primeiros X
Socorros básico Todas as funções
Treinamento de Direção X Operacional
Defensiva

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