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Aula de Coco

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BRASIL

Valor da produção:
1.613.889 Mil Reais (2023)
Quantidade produzida:
1.932.282 Mil frutos (2023)
Área colhida:
186.712 Hectares (2023)
Rendimento médio:
10.349 Frutos/ha (2023)

(IBGE, 2024)

CEARÁ Série histórica - Coco-da-baía


Valor da produção
288.781 Mil Reais (2022)
Quantidade produzida
519.032 Mil frutos (2022)
Área colhida
42.733 Hectares (2022)
Rendimento médio Fonte: IBGE (2024)

12.146 Frutos/ha (2022)


(IBGE, 2024)
ASPECTOS ECONÔMICOS
GOIÁS
Valor da produção
Acréscimo das áreas de cultivo
2.805 Mil Reais (2023) GO: pequeno produtor, grande
Quantidade produzida Incremento tecnológico (adubação, consumidor (coco verde)
21.827 Mil frutos (2023) sistemas intensivo de cultivos)
Comercialização: CEASA-GO,
Área colhida
Variedades melhoradas de coqueiros
148 Hectares (2023) do tipo Anão e híbridos salas comerciais
Rendimento médio
2002: 300 mil cocos verdes
12.345 Frutos/ha (2023)
semana 450 t de lixo
(IBGE, 2024)

GOIÁS APRESENTAÇÃO

Estabelecimentos: Coqueiro no Brasil devido a


127 Unidades (2017) rentabilidade econômica:
Número de pés: utilização de tecnologia
161 Mil unidades (2017) conhecendo fisiologia da planta
Maior produtor: exigências nutricionais, hídricas
climáticas (alternativa)
Caldas Novas - GO (2023)
(IBGE, 2024)
ASPECTOS ECONÔMICOS ASPECTOS ECONÔMICOS ASPECTOS BOTÂNICOS
Coco sêco:
GO: crescente procura por água Classe: Monocotyledonae
Preço max. = R$75,00 (sc 16kg) de coco agricultores
Coco verde: Ordem: Arecales
GO: condições edafoclimáticas
Preço max. = R$3,00 (Un) Família: Arecaceae
(CEASA-GO, 02/01/24)
desfavoráveis ao cultivo
Coco sêco: Altitude, distribuição irregular de Subfamília: Cocoideae
Preço max. = R$130,00 (sc 16kg) chuvas, falta de material genético Gênero: Cocos
Coco verde: adaptado à região, técnicos.
Espécie: Cocos nucifera L.
Preço max. = R$4,00 (Un)
(CEASA-GO, 10/09/24)

ASPECTOS ECONÔMICOS ASPECTOS ECONÔMICOS ASPECTOS BOTÂNICOS


Coco sêco:
Mercado consumidor existe e a Uma espécie e duas variedades
Preço max. = R$140,00 (sc 16kg)
tendência é aumentar principais: Nana (anã) e Typica
Coco verde: (gigante)
Preço max. = R$4,50 (Un) Produção goiana não está
(CEASA-GO, 02/01/25) aumentando e os produtores Planta monóica
Coco sêco: dedicando a outras atividades Anã: autofecundação
Preço max. = R$160,00 (sc 16kg)
Baixa qualidade, produtividade e Gigante: polinização cruzada
Coco verde: redução da remuneração
Preço max. = R$2,80 (Un) Anã x Gigante = Híbrido
(CEASA-GO, 08/09/25)
VARIEDADE ANÃ VARIEDADE GIGANTE
Fonte: <[Link]>
Fonte: <[Link]>

Cultivares: verde, amarela, vermelha


Rendimento: 170 g de copra/fruto
Precoce: floresce 2-3 anos de idade
Vida útil econômica: 60-70 anos
Produção: 120-150 frutos/planta/ano
Exigências edafoclimáticas: rústico
Altura: 8-10m (20 anos)
Fonte: <[Link]>
Início da estabilidade de produção:
Frutos pequenos 15 anos
Aptidão: consumo de água de coco Fonte: <[Link]>
Área por planta: 9,0 x 9,0 x 9,0

VARIEDADE ANÃ VARIEDADE GIGANTE


Fonte: <[Link]>
Fonte: <[Link]>

Rendimento: 300 ml de água/fruto


Floração: 5-7 anos de idade
Vida útil econômica: 30-40 anos
Produção: 50-80 frutos/planta/ano
Exigências edafoclimáticas: exigente
Altura: 35 m
Início da estabilidade de produção:
7-8 anos Frutos grandes

Área por planta: 7,5 x 7,5 x 7,5 Aptidão: agroindústria e culinária

Fonte: <[Link]>
COQUEIRO HÍBRIDO Descrição Botânica (Raiz)

Floração: 3-4 anos de idade Sistema radicular fasciculado e


superficial.
Produção: 120-140 frutos/planta/ano
Primárias, secundárias, terciárias
Altura: 20 m
e radicelas.
Frutos: médios
Concentra-se num raio de 1,5 m e
Aptidão: agroindústria, água de entre 0,2 e 1,0 m de profundidade.
coco e culinária

COQUEIRO HÍBRIDO Descrição Botânica (Raiz) Descrição Botânica (Caule)

Rendimento: 175 ml água de coco, Estipe: sem ramificações


226 g de copra/fruto Aspecto liso, cor acinzentada,
Vida útil econômica: 50 anos parte terminal do estipe encontra-
se as folhas formando uma coroa
Exigências edafoclimáticas: menos exigente (palmito)
Início da estabilidade de produção: Ápice do palmito: único ponto de
10-12 anos crescimento
Área por planta: 8,5 x 8,5 x 8,5 Fonte: <[Link]> Ausência de câmbio
Descrição Botânica
Descrição Botânica (Caule) Descrição Botânica (Folha) (Inflorescência)

Paniculadas, axilares, protegidas


por brácteas (espatas)
Coqueiro gigante: polinização
cruzada
Coqueiro anão: autofecundação
Caule do tipo estipe. Fonte: <[Link]>

Fonte: <[Link]>

Descrição Botânica
Descrição Botânica (Folha) Descrição Botânica (Folha) (Inflorescência)

Plantas adultas sob condições favoráveis:


Tipo penada
Fonte: <[Link]

5 a 6 m de comprimento o Coqueiro-gigante: emite 12 a 14 folhas/ano


200 a 300 folíolos: 90 a 130 cm o Coqueiro-anão: pode emitir 18 folhas/ano
o folhas vivas por 3 a 3,5 anos
Fonte: <[Link]> Fonte: <[Link]>
o 25 a 30 folhas
Espádice ramosa do coqueiro:
A flores masculinas B flores femininas**. Descrição Botânica (Fruto) CONDIÇÕES EDAFOCLIMÁTICAS

Drupa Planta tropical: exigente em luz


Finalidade biológica: ser envoltório
protetor da semente
Após fecundação: 11 a 12 meses
para atingir a maturação (variedade)

Flores femininas influenciadas pelo estado nutricional e hídrico

Descrição Botânica (Fruto) CLIMA (Temperatura)


1. Exocarpo ou
epicarpo 2 Clima quente, sem variações de
1
temperatura
2. Mesocarpo
fibroso Média anual: 27 C (oscilação de 7 C)
3
4 Mínimas inferiores a 15 C: parada de
3. Endocarpo
crescimento e abortamento de flores
lenhoso
Temp. + Umidade + ventos quentes
4. Endosperma e secos: transpiração foliar
Fonte: <[Link]> sólido
CLIMA (Precipitação pluviométrica) CLIMA (Umidade Relativa) CLIMA (Vento)

Umidade elevada: Ventos muito fortes:


Distribuição de chuvas
reduz absorção de nutrientes devido derrubada dos coqueiros;
Pluviosidade total distribuição anual
das chuvas redução da transpiração quebra da copa.
12 meses p/ amadurecer (polinização) queda prematura dos frutos Ventos fracos e moderados:
Precipitações 1.000 mm: irrigação propagação de doenças fúngicas favorecem desenvolvimento
Ótima: 1.200 a 2.200 mm anuais Brasil: 65 a 85% de umidade relativa transpiração absorção de água e
nutrientes

CLIMA (Precipitação pluviométrica) CLIMA (Luminosidade) CLIMA (Vento)

Exigente em luz
Seca prolongada: efeito persiste por + Deficiência de água no solo:
de 30 meses Radiação solar alta e constante (ano)
Prejudiciais: efeitos da seca
Redução no número de cocos Planta não desenvolve bem:
Disseminação de pólen e fecundação:
Redução na quantidade de copra Qualquer sombra;
Gigante: alógama
Redução no rendimento por hectare Intensa nebulosidade.
2.000 h sol/ano e 120 h sol/mês
Mínimo de 130 mm mensais
SOLO SOLO (Profundidade e pH) PROPAGAÇÃO

Solos leves e bem drenados, mas que Via sexuada


Mínima: 1 m sem impedimentos
permitam bom suprimento de água Mudas de qualidade
Adaptação aos Neossolos Quartzarênicos Solos profundos sem impedimentos: Escolha de plantas matrizes:
do Litoral Nordestino: lençol freático
raízes atingem 6 m profundidade Altas produções (registro de 3
pouco profundo
anos consecutivos)
Tabuleiros Costeiros do Nordeste: lençol pH: 5,5 e 6,5 Muitas folhas
freático profundo (Irrigação)
Idade entre 25 e 40 anos

SOLO (Textura) SOLO (Drenagem) PROPAGAÇÃO

Não tolera solos encharcados


Solo ideal: textura intermediária
Solos encharcados comprometem
Colheita do fruto para propagação:
desenvolvimento da parte aérea:
aproximadamente 11 a 12 meses
Solos arenosos do litoral: pobres em inibe desenvolvimento do sistema
radicular
nutrientes (Potássio)
reduz limbo foliar
folhas com coloração amarela
PROPAGAÇÃO PROPAGAÇÃO IMPLANTAÇÃO
Irrigação dos canteiros:
2
Planta essencialmente tropical
6mm a 7mm/dia (6 a 7 L/m )
Brasil: excelentes condições climáticas
dois turnos
Pluviosidade: 1.200 a 2.200mm anuais
Germinação:
Solos com textura média, permeáveis
40-60 dias anão e férteis

70-90 dias híbrido Exige cuidados em relação aos tratos


culturais: irrigação
100-150 dias - gigante

PROPAGAÇÃO PROPAGAÇÃO PREPARO DO SOLO E PLANTIO

Material transferido: Solo recomendado: descompactado

uma brotação Plantio: início do período chuvoso

15 cm de altura Covas abertas: 0,60x0,60x0,60 m à

Após o arranquio: 0,80x0,80x0,80 m

Poda das raízes Preparadas um mês antes do plantio

Sementes não germinadas até 5 Enchimento do terço inferior com


meses: descartadas casca de coco e restante com solo
PLANTIO 6 meses após plantio IRRIGAÇÃO

Coqueiro adapta-se bem aos diversos


Teor de P
métodos de irrigação
menor que
10 [Link]-3 Irrigação localizada: economia de água
Suprimento adequado: principal
exigência da cultura
***

DENSIDADE DE PLANTIO IRRIGAÇÃO IRRIGAÇÃO


Aumento de produtividade e constância Paraipaba CE:
Nordeste Brasileiro: de produção
Coco anão (microaspersão)
Gigante: 9m x 9m (142 plantas/ha) Brasil: irregularidade das chuvas
6 meses após plantio: 8 a 12 L/planta/dia
Anão: 7,5m x 7,5m (205 plantas/ha) Anão: rico em água, déficit hídrico
durante a fase de produção compromete 7 aos 12 meses: 12 a 28 L/planta/dia
Híbrido: 8,5m x 8,5m (160 plantas/ha) a diferenciação e produção do ano 13 aos 24 meses: 30 a 100 L/planta/dia
seguinte
25 aos 36 meses: 103 a 173 L/planta/dia
(Ferreira et al., 1998) Sensível: suplementação com água
TRATOS CULTURAIS TRATOS CULTURAIS TRATOS CULTURAIS
FASE JOVEM FASE JOVEM FASE JOVEM

Controle de plantas daninhas: Gradagem: se necessária uma vez por


ano, final da estação chuvosa, superficial Culturas intercalares: consorciação com
Eliminar concorrência exercida pelas culturas anuais de porte baixo
Uso intensivo textura média a argilosa
plantas daninhas
danos à estrutura do solo Distância de 1,50 a 2,00 m da estipe
Alternativas: adequada às condições
formação de camadas compactadas Olerícolas e feijões
Tipo de solo, topografia, espécies de
plantas daninhas, mão-de-obra favorece processo erosivo

TRATOS CULTURAIS TRATOS CULTURAIS TRATOS CULTURAIS


FASE JOVEM FASE JOVEM FASE JOVEM
Cobertura vegetal:
Roçagem da vegetação nativa natural Coroamento dos coqueiros: é a
eliminação de plantas daninhas em Coqueiros jovens sensíveis aos efeitos
nas entrelinhas de plantio
círculo da seca

4 coroamentos por ano: 1 ao 4 ano Medida de proteção cobertura morta


faz-se o coroamento com raio de 1m Folhas, buchas de coco, etc.
A partir do 5 ano: raio de 1,5m Mantém a umidade do solo, evita
Enxada ou herbicidas crescimento de ervas daninhas, fornece
matéria orgânica
TRATOS CULTURAIS TRATOS CULTURAIS
FASE ADULTA FASE ADULTA
Limpeza da planta:
Fase adulta: Folhas velhas, amareladas e secas
Controle de plantas daninhas: capinas (cortadas a 20-25cm da base, após 3-4
manuais ou roçada conjugada com meses o pecíolo apodrecido é retirado)
coroamento ou herbicidas Retirada de folhas verdes: produção
Controle de pragas e doenças
Irrigação Aproveitamento da pastagem sob
coqueiro, utilizada como pastejo
para ovinos.

TRATOS CULTURAIS
FASE ADULTA
NUTRIÇÃO

Nutrição equilibrada: pré-requisito para


Culturas intercalares e o pastoreio
produção adequada
como meios de controle de plantas
daninhas Necessidade de adubação/calagem:
Experiências: Análise de solo e foliar
Pastagens naturais em coqueirais Análise de solo para áreas implantadas:
concorrem e limitam o rendimento
coleta de amostras na projeção da copa
Culturas consorciadas de porte baixo
20 sub-amostras (0-20 e 20-40 cm): 10 ha
NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO NITROGÊNIO

Análise foliar: folha no meio da copa


Remoção de nutrientes:
Número 14 contada a partir da folha
mais nova N, K e Cl
Plantas jovens: número 4 e 9
Coletar três folíolos de cada lado da sua
parte central (10 cm)
Área de 10 ha: amostra de 25, 20 e 15
plantas E estreitamento do estipe

NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO


Nutrição Mineral:
Calagem: B) Potássio:
A)Nitrogênio:
Na área como um todo, projeção da copa É o cátion mais abundante
Carência:
Al acima de 5 [Link]-3: área toda Encontrado: pericarpo e na água de
Pluviometria mal distribuída/insuficiente coco
pH: 5,5 a 6,5
(N acompanhada de carência de P),
Fundamental na formação de ácidos
saturação de bases: 60% Condições de solo desfavoráveis a orgânicos
mineralização de N,
Carência: manchas ferruginosas
Presença de plantas daninhas.
POTÁSSIO NUTRIÇÃO ADUBAÇÃO
D) Sódio:
Sintomas de deficiência:
Adaptados as áreas litorâneas
Adubações após plantio:
Manchas cor de ferrugem Prática de aplicar sal de cozinha (NaCl)
análise do solo e idade da planta
Amarelecimento dos folíolos evoluindo
para necrose se na diagnose foliar for constatado valor muito Coincidir com início da estação chuvosa
baixo de sódio (Na < 1,0 g/kg m.s.) incluir sal de
Amarelecimento das folhas de meio de cozinha na fertirrigação (10-20g/planta/semana).
copa
(Holanda et al., 2009)

NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO
C) Cloro:
E) Boro:
Sintomas de deficiência
Sintomas de deficiência:
Folhas mais velhas amarelecem e
apresentam manchas alaranjadas folíolos juntos pela extremidade

Folíolos secam nas margens e Casos mais graves:


extremidades ponto de crescimento deforma-se
tamanho dos frutos
Broca-do-olho-do-coqueiro
ADUBAÇÃO PRAGAS (Rhynchophorus palmarum)

Primeira adubação: início das chuvas Atacado nas diferentes fases


(Nitrocálcio, Superfosfato Simples e Cloreto de Potássio) Folha central mal formada
Incidência varia de acordo com
Segunda: 60 dias após a primeira região Folhas:
(Nitrocálcio, Cloreto de Potássio)
Cuidados: amareladas e
Terceira: 60 dias após a segunda escurecimento,
Mudas sadias
(Nitrocálcio, Cloreto de Potássio)
murchas e curvam-se
Tratos culturais e adubações
Quarta: 60 dias após a terceira indica morte da planta
(Nitrocálcio, Cloreto de Potássio) Fiscalização semanal

Suscetível a partir do 3 ano

Broca-do-olho-do-coqueiro Broca-do-olho-do-coqueiro
PRAGAS E DOENÇAS (Rhynchophorus palmarum) (Rhynchophorus palmarum)

Bicudo

Larvas:
Controle:
alimentam dos tecidos tenros,
eliminar plantas mortas ou doentes
constroem galerias,
destroem broto terminal (palmito) instalação de iscas atrativas - trocadas
Adulto: hábito diurno e noturno semanalmente
transmissor do nematóide causador
da doença anel vermelho
Broca-da-ráquis-foliar Lagarta das folhas Ácaro-da-necrose-do-coqueiro
(Amerrhinus ynca) (Brassolis sophorae) (Aceria guerreronis)

Mais importante
Resina sólida no ponto de entrada da Hábito noturno e gregário
pequena larva.
Desfolhamento total e queda prematura Controle: Cultural
dos frutos (morte da planta)
Larva: amarelecimento dos folíolos, vistorias diárias, adubação equilibrada,
Controle: irrigação adequada, limpeza da copa, evitar
quebra das folhas
armadilhas, biológico e catação entrada de mudas de origem desconhecida
químico Biológico e Químico
Ninhos nas folhas e fezes no solo

Broca-da-ráquis-foliar Ácaro-da-necrose-do-coqueiro Ácaro-da-mancha-anelar-do-coqueiro


(Amerrhinus ynca) (Aceria guerreronis) (Amrineus cocofolius)

Escarificação das células epidérmicas Escarificação das células epidérmicas


Adulto: hábito diurno Sucção da seiva Sucção da seiva
Controle: Necrose do tecido, rachaduras, exsudação Necrose do tecido, formando anel
de goma
poda das folhas seguida de queima valor comercial
Queda prematura frutos/
Controle: Cultural
completar a maturação
Biológico e Químico
Queima-das-folhas Lixa-pequena
DOENÇAS
(Botryosphaeria cocogena) (Phyllachora torrendiella)

Sintoma: lesão aumenta até secamento


São reconhecidas várias doenças total e queda prematura Controle:

Variam de importância de acordo Ocorre: todo o ano (temp e umidade ) Corte e queima das folhas muito
com região infectadas e secas
Controle:
Biológico
remover e queimar folhas infectadas

químico

Queima-das-folhas Lixa-pequena Lixa-grande


(Botryosphaeria cocogena) (Phyllachora torrendiella) (Sphaerodothis acrocomiae)

Sério problema no Nordeste


Difere da lixa-pequena:
Pequenos pontos negros: folíolos,
Condições favoráveis à doença: danos Não necrosa tecido
ráquis e frutos
+ de 50% na produção Estromas são maiores e se soltam
Halo amarelo circunda as lesões que
facilmente
evoluem para necrose
Sintoma: lesão na extremidade da Estromas: limbo, nervura dos folíolos
Secamento e queda das folhas
folha em forma de V e ráquis
Lixa-grande Anel-vermelho Anel-vermelho

(Sphaerodothis acrocomiae) (Bursaphelenchus cocophilus) (Bursaphelenchus cocophilus)

Sua ocorrência está ligada ao Sintomas:


ataque da queima-das-folhas Controle:
amarelecimento dourado das folhas,
seguido por um escurecimento Erradicação de plantas mortas
Controle: necrose e quebra na base da ráquis Uso de armadilhas atrativas
Corte e queima das folhas muito Controle biológico do inseto vetor
infectadas e secas
Plantas jovens não são parasitadas pelo
Biológico nematóide

Anel-vermelho Anel-vermelho
Resinose
(Bursaphelenchus cocophilus) (Bursaphelenchus cocophilus)
(Ceratocystis paradoxa)

Doença fatal Observada a partir de 2004.


causada por um fungo
Sintoma típico: anel vermelho nos tecidos
disseminada por insetos, solo
internos contaminado e ferramentas de

Nesses tecidos: encontram-se nematóides trabalho.

Transmissão: Rhynchophorus palmarum


Resinose Atrofia letal da coroa do coqueiro
(ALCC)
(Thielaviopsis paradoxa)
- A etiologia da ALCC continua
Sintoma: aparecimento de fissuras no
indefinida.
caule e escorrimento de seiva - Tem sido identificado Fusarium sp.
em isolados de tecidos de coqueiro
Não existe um controle definido: e há informação da presença de

raspagem profunda dos tecidos afetados nanovírus.

aplicação de fungicidas
pincelamento da área tratada com cal - Pernambuco, Espírito Santo e litoral norte da Bahia.

virgem, piche ou alcatrão

Amarelecimento Letal
COLHEITA COLHEITA
(Myndus crudus Van Duzee)

É uma doença causada por Produção escalonada durante o ano Método de colheita:
fitoplasmas transmitidos por
insetos e ataca coqueiros e
Gigante: 12 cachos/ano (média) depende da tradição local
outras palmáceas. Anão: 14 cachos/ano (média) do clima
Água de coco: 6 e 7 meses de idade da variedade
Ocorrência: África, Costa Atlântica, várias ilhas da América do Norte e Industrialização: 11 e 12 meses de idade da finalidade a que se destina o fruto
Central e já se encontra no México e Honduras.
COLHEITA COLHEITA COLHEITA

Método de colheita:
Coco maduro (indústria): Colhido na árvore:
Frutos caídos: + econômica e prática plantios jovens (até 20 anos):
Perdas: vegetação que pode cobrir os varas com ancinho na extremidade
frutos
Colhido na árvore: pouca eficiência e
perigo quando o tronco está molhado

COLHEITA COLHEITA

Colhido na árvore:
Método de colheita:
Coco verde: maior cuidado
plantas/dia, 2 ou 3
cachos Colhido na árvore: manualmente com
auxílio de facão, corda com gancho e
limpeza da copa
escada
Dois operadores: cortar e descer o cacho
COLHEITA PÓS-COLHEITA PROCESSAMENTO

Exportação: Parte comestível:


Cachos retirados do pomar com auxílio
Coco verde: unidade ou cachos polpa branca e água: consumidas
de carretas por trator ou animal
quando o fruto está verde ou depois de
Coco seco: sacos ou caixas
Cachos passam por toalete maduro
Armazenamento:
polpa madura: óleo e leite de coco
Armazenados em galpão até Temperatura: 12 C + filme plástico: 30
a 40 dias gordura: alimentação e fabricação de
comercialização (máximo 2 dias)
sabão, cosméticos, detergentes e
Temperatura ambiente: 2 semanas
margarina

PÓS-COLHEITA PROCESSAMENTO PROCESSAMENTO

Frutos lavados em água corrente, depois


Camada externa: Coco verde é utilizado em grande
imersos em solução de hipoclorito de
quantidade em todos os países produtores
sódio (30mg de hipoclorito de sódio para 1L fabricação de capachos, brochas,
escovas, tecidos grossos, substrato A maior parte da produção mundial é
de água), por 30 minutos
Casca dura da noz: artesanatos destinada para produzir copra: processada
Secagem e embalagem
em óleo de coco e torta de coco
OBRIGADA!

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