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Modelo OSI – Wikipédia, a enciclopédia livre [Link]

org/wiki/Modelo_OSI

Modelo OSI
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ISO foi uma das primeiras organizações a definir formalmente uma forma comum de conectar computadores. Sua
arquitetura é chamada OSI (Open Systems Interconnection), Camadas OSI ou Interconexão de Sistemas Abertos.

Esta arquitetura é um modelo que divide as redes de computadores em sete camadas, de forma a se obter camadas de
abstração. Cada protocolo implementa uma funcionalidade assinalada a uma determinada camada.

A ISO costuma trabalhar em conjunto com outra organização, a ITU (International Telecommunications Union),
publicando uma série de especificações de protocolos baseados na arquitetura OSI. Estas séries são conhecidas como 'X
ponto', por causa do nome dos protocolos: X.25, X.500, etc.

Índice
1 Descrição das camadas
1.1 1 - Camada Física
1.2 2 - Camada de Enlace ou Ligação de Dados
1.3 3 - Camada de Rede
1.4 4 - Camada de Transporte
1.5 5 - Camada de Sessão
1.6 6 - Camada de Apresentação
1.7 7 - Camada de Aplicação
2 Arquitetura Internet
3 Paralelo
4 Tabela de exemplos
5 Referências

Descrição das camadas


Este modelo é dividido em camadas hierárquicas, ou seja, cada camada usa as funções da Modelo OSI
própria camada ou da camada anterior, para esconder a complexidade e transparecer as
7 Camada de aplicação
operações para o usuário, seja ele um programa ou uma outra camada.
6 Camada de apresentação
1 - Camada Física 5 Camada de sessão
4 Camada de transporte
Trata a transmissão dos bits brutos pelo canal de comunicação. A camada física define as 3 Camada de rede
características técnicas dos dispositivos elétricos e ópticos (físicos) do sistema. Ela contém 2 Camada de enlace
os equipamentos de cabeamento ou outros canais de comunicação (ver modulação) que se
comunicam diretamente com o controlador da interface de rede. Preocupa-se, portanto, em Subcamada LLC
permitir uma comunicação bastante simples e confiável, na maioria dos casos com controle Subcamada MAC
de erros básicos:
1 Camada física
Move bits (ou bytes, conforme a unidade de transmissão) através de um meio de
transmissão.
Define as características elétricas e mecânicas do meio, taxa de transferência dos bits, tensões etc.
Controle da quantidade e velocidade de transmissão de informações na rede.

Não é função do nível físico tratar problemas como erros de transmissão, esses são tratados pelas outras camadas do modelo
OSI.

2 - Camada de Enlace ou Ligação de Dados

A camada de ligação de dados também é conhecida como camada de enlace ou link de dados. Esta camada detecta e,
opcionalmente, corrige erros que possam acontecer no nível físico. É responsável pela transmissão e recepção (delimitação)

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de quadros e pelo controle de fluxo. Ela também estabelece um protocolo de comunicação entre sistemas diretamente
conectados.

O controle de fluxo é realizado por meio da medição do buffer do receptor no momento da transmissão. Isso impede que
uma quantidade excessiva de dados não trave um receptor mais lento.

Exemplo de protocolos nesta camada: PPP, LAPB (do X.25),NetBios.

Na Rede Ethernet cada placa de rede possui um endereço físico, que deve ser único na rede.

Em redes do padrão IEEE 802, e outras não IEEE 802 como a FDDI, esta camada é dividida em outras duas camadas:
Controle de ligação lógica (LLC), que fornece uma interface para camada superior (rede), e controle de acesso ao meio
físico (MAC), que acessa diretamente o meio físico e controla a transmissão de dados.

3 - Camada de Rede

A camada de Rede é responsável pelo endereçamento dos pacotes de rede, também conhecidos por datagrama, associando
endereços lógicos (IP) em endereços físicos (MAC), de forma que os pacotes de rede consigam chegar corretamente ao
destino. Essa camada também determina a rota que os pacotes irão seguir para atingir o destino, baseada em fatores como
condições de tráfego da rede e prioridades. As rotas podem ser determinadas por tabelas estáticas, no inicio de cada
conversação ou altamente dinâmicas.

Essa camada é usada quando a rede possui mais de um segmento e, com isso, há mais de um caminho para um pacote de
dados percorrer da origem ao destino.

Funções da Camada:

Movimenta pacotes a partir de sua fonte original até seu destino através de um ou mais enlaces.
Define como dispositivos de rede descobrem uns aos outros e como os pacotes são roteados até seu destino final.

4 - Camada de Transporte

A camada de transporte é responsável por pegar os dados enviados pela camada de Sessão e dividi-los em pacotes que serão
transmitidos para a camada de Rede. No receptor, a camada de Transporte é responsável por pegar os pacotes recebidos da
camada de Rede, remontar o dado original e assim enviá-lo à camada de Sessão.

Isso inclui controle de fluxo, ordenação dos pacotes e a correção de erros, tipicamente enviando para o transmissor uma
informação de recebimento, informando que o pacote foi recebido com sucesso.

A camada de Transporte separa as camadas de nível de aplicação (camadas 5 a 7) das camadas de nível físico (camadas de
1 a 3). A camada 4, Transporte, faz a ligação entre esses dois grupos e determina a classe de serviço necessária como
orientada a conexão e com controle de erro e serviço de confirmação ou, sem conexões e nem confiabilidade.

O objetivo final da camada de transporte é proporcionar serviço eficiente, confiável e de baixo custo. O hardware e/ou
software dentro da camada de transporte e que faz o serviço é denominado entidade de transporte.

A entidade de transporte comunica-se com seus usuários através de primitivas de serviço trocadas em um ou mais
TSAP(Transport Service Access Point), que são definidas de acordo com o tipo de serviço prestado: orientado ou não à
conexão. Estas primitivas são transportadas pelas TPDU (Transport Protocol Data Unit).

Na realidade, uma entidade de transporte poderia estar simultaneamente associada a vários TSA e NSAP(Network Service
Access Point). No caso de multiplexação, associada a vários TSAP e a um NSAP e no caso de splitting, associada a um
TSAP e a vários NSAP.

A ISO define o protocolo de transporte para operar em dois modos:

Orientado a conexão.
Não-Orientado a conexão.

Como exemplo de protocolo orientado à conexão, temos o TCP, e de protocolo não orientado à conexão, temos o UDP. É
obvio que o protocolo de transporte não orientado à conexão é menos confiável. Ele não garante - entre outras coisas mais
-, a entrega das TPDU, nem tampouco a ordenação das mesmas. Entretanto, onde o serviço da camada de rede e das outras
camadas inferiores é bastante confiável - como em redes locais -, o protocolo de transporte não orientado à conexão pode

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ser utilizado, sem o overhead inerente a uma operação orientada à conexão.

O serviço de transporte baseado em conexões é semelhante ao serviço de rede baseado em conexões. O endereçamento e
controle de fluxo também são semelhantes em ambas as camadas. Para completar, o serviço de transporte sem conexões
também é muito semelhante ao serviço de rede sem conexões. Constatado os fatos acima, surge a seguinte questão: "Por
que termos duas camadas e não uma apenas?". A resposta é sutil, mas procede: A camada de rede é parte da sub-rede de
comunicações e é executada pela concessionária que fornece o serviço (pelo menos para as WAN). Quando a camada de
rede não fornece um serviço confiável, a camada de transporte assume as responsabilidades, melhorando a qualidade do
serviço.

5 - Camada de Sessão

A camada de Sessão permite que duas aplicações em computadores diferentes estabeleçam uma sessão de comunicação.
Nesta sessão, essas aplicações definem como será feita a transmissão de dados e coloca marcações nos dados que estão a
ser transmitidos. Se porventura a rede falhar, os computadores reiniciam a transmissão dos dados a partir da última
marcação recebida pelo computador receptor.

Disponibiliza serviços como pontos de controles periódicos a partir dos quais a comunicação pode ser restabelecida
em caso de pane na rede.
Abre portas para que várias aplicações possam escalonar o uso da rede e aproveitar melhor o tempo de uso. Por
exemplo, um browser quando for fazer o download de várias imagens pode requisitá-las juntas para que a conexão
não fique desocupada.

6 - Camada de Apresentação

A camada de Apresentação, também chamada camada de Tradução, converte o formato do dado recebido pela camada de
Aplicação em um formato comum a ser usado na transmissão desse dado, ou seja, um formato entendido pelo protocolo
usado. Um exemplo comum é a conversão do padrão de caracteres (código de página) quando o dispositivo transmissor usa
um padrão diferente do ASCII. Pode ter outros usos, como compressão de dados e criptografia.

Os dados recebidos da camada sete são comprimidos, e a camada 6 do dispositivo receptor fica responsável por
descomprimir esses dados. A transmissão dos dados torna-se mais rápida, já que haverá menos dados a serem transmitidos:
os dados recebidos da camada 7 foram "encolhidos" e enviados à camada 5.

Para aumentar a segurança, pode-se usar algum esquema de criptografia neste nível, sendo que os dados só serão
decodificados na camada 6 do dispositivo receptor.

Ela trabalha transformando os dados em um formato no qual a camada de aplicação possa aceitar, minimizando todo tipo de
interferência.

Faz a tradução dos dados recebidos da camada de aplicação em um formato a ser utilizado pelo protocolo.

7 - Camada de Aplicação

A camada de aplicação é responsável por dar o nome a um site, algo relacionado ao tipo (programa) o qual será utilizado
entre a máquina destinatária e o usuário como também disponibiliza os recursos (protocolo) para que tal comunicação
aconteça. Por exemplo, ao solicitar a recepção de e-mail através do aplicativo de e-mail, este entrará em contato com a
camada de Aplicação do protocolo de rede efetuando tal solicitação (POP3, IMAP). Tudo nesta camada é direcionado ao
hardware. Alguns protocolos utilizados nesta camada são: HTTP, SMTP, FTP, SSH, RTP, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP,
NNTP, POP3, IMAP, BitTorrent, DNS, Ping, etc.

Arquitetura Internet
A arquitetura Internet, também conhecida como TCP/IP é uma alternativa ao modelo OSI mas composta apenas de cinco
camadas.

Paralelo

Tabela de exemplos

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suite suite
Camada Exemplos suite TCP/IP SS7 suite OSI SNA UMTS
AppleTalk IPX
HTTP, SMTP,
SNMP, FTP,
Telnet, NFS,
ISUP, INAP, FTAM,
NTP, BOOTP,
7 - Aplicação HL7, Modbus MAP, TUP, AFP, PAP X.400, X.500, APPC
DHCP, RMON,
TCAP DAP
TFTP, POP3,
IMAP,
TELNET
TDI, ASCII,
6-
EBCDIC, XDR, SSL, TLS AFP, PAP
Apresentação
MIDI, MPEG
Named Pipes,
Estabelecimento ASP,
5 - Sessão NetBIOS, SIP, NWLink DLC?
da sessão TCP ADSP, ZIP
SAP, SDP
ATP, NBP, TP0, TP1,
4- TCP, UDP, SPX,
NetBEUI AEP, TP2, TP3,
Transporte RTP, SCTP RIP
RTMP TP4
IP, ICMP, RRC
NetBEUI, IPsec, RIP, X.25 (PLP), (Radio
3 - Rede MTP-3,SCCP DDP IPX
Q.931 OSPF, CLNP Resource
BGP,ARP Control)
Ethernet,
LocalTalk,
Token Ring,
TokenTalk, 802.3 MAC
FDDI, PPP, X.25
2 - Ligação EtherTalk, framing, (Media
HDLC, Q.921, MTP-2 (LAPB), SDLC
de dados Apple Ethernet II Access
Frame Relay, Token Bus
Remote framing Control)
ATM, Fibre
Access, PPP
Channel
RS-232, V.35, Localtalk
X.25
V.34, Q.911, on
(X.21bis,
T1, E1, shielded, PHY
EIA/TIA-232,
1 - Físico 10BASE- MTP-1 Localtalk Twinax (Physical
EIA/TIA-449,
T,100BASE-TX on Layer)
EIA-530,
, ISDN, unshielded
G.703)
SONET, DSL (PhoneNet)

Referências
Peterson, Larry L, Davie, Bruce S. Computer Networks. Morgan Kaufman Publishers.

Obtida de "[Link]
Categorias: Padrões | Normas ISO | ITU-T recomendações | Modelo OSI | Protocolos OSI | Modelos de referência

Esta página foi modificada pela última vez às 14h08min de 25 de fevereiro de 2011.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada (CC
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