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Atualidades Concurso

ATUALIDADES CONCURSO
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Prof.

Rodolfo Gracioli

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Anote aí nossas próximas aulas!
(Prof. Rodolfo Gracioli) Em 2012, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei
que autoriza o bloqueio de ativos e a proibição de entrada no país de indivíduos
acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos, inicialmente
voltada aos responsáveis pela morte de um advogado russo. Em 2018, após a
imposição de tarifas sobre aço e alumínio pelo governo Trump, o secretário de
Comércio sinalizou que essa mesma lei poderia ser aplicada para sancionar
autoridades estrangeiras envolvidas em práticas consideradas abusivas no âmbito
da guerra comercial. Em 2025, o tema volta à tona com as tarifas impostas por
Trump, sugerindo à aplicação contra Alexandre de Moraes.

Assinale o nome correto dessa lei:

a) Patriot Act
b) Magnitsky Act
c) Foreign Corrupt Practices Act
d) Logan Act
e) Helms–Burton Act
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

Uma parte de mim


é multidão;
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim


pesa, pondera;
outra parte
delira.

(Ferreira Gullar)
Prof. Rodolfo Gracioli

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CURSO COMPLETO DE
ATUALIDADES
AULA 28
Prof. Rodolfo Gracioli
“TARIFAÇO” DE TRUMP

Prof. Rodolfo Gracioli


Atualidades
Prof. Rodolfo Gracioli
Veja a carta na íntegra:
9 de julho de 2025
Sua Excelência
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil
Brasília
Prezado Sr. Presidente:

Conheci e tratei com o ex-Presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito,


assim como a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil
tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em
todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é
uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo.
É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!
Atualidades
Prof. Rodolfo Gracioli
Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e
à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos
(como demonstrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do
Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS
a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de
milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro), a
partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50%
sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os
Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes.
Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão
sujeitas a essa tarifa mais alta.

Atualidades
Prof. Rodolfo Gracioli
Além disso, tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial
com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito
injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não
tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado
longe de ser recíproco.
Por favor, entenda que os 50% são muito menos do que seria necessário
para termos igualdade de condições em nosso comércio com seu país. E
é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do sistema atual.
Como o senhor sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas dentro
do seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos
Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o possível para aprovar
rapidamente, de forma profissional e rotineira — em outras palavras, em
questão de semanas.
Atualidades
Prof. Rodolfo Gracioli
Se por qualquer razão o senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer
que seja o valor escolhido, ele será adicionado aos 50% que cobraremos.
Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os
muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que
causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados
Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à
nossa segurança nacional!
Além disso, devido aos ataques contínuos do Brasil às atividades
comerciais digitais de empresas americanas, bem como outras práticas
comerciais desleais, estou instruindo o Representante de Comércio dos
Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma
investigação da Seção 301 sobre o Brasil.
Atualidades
Prof. Rodolfo Gracioli
Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados,
para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e
barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta
carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo,
dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará
decepcionado com os Estados Unidos da América.

Muito obrigado por sua atenção a este assunto!


Com os melhores votos, sou,
Atenciosamente,
DONALD J. TRUMP
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
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A imposição de tarifas de 50% aos produtos brasileiros a partir de 1º de
agosto, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
tem potencial de resultar em um corte drástico nas exportações do Brasil.

O mercado norte-americano é o segundo principal destino das vendas


externas do Brasil, atrás apenas da China, com o petróleo tendo maior
participação em receitas nas vendas para os EUA.

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Além disso, os norte-americanos estão entre os mais relevantes para bens
fabricados brasileiros, de maior valor agregado, como aeronaves,
autopeças e máquinas.

A imposição de tarifas por Trump tem potencial de provocar queda de


bilhões de dólares nas exportações brasileiras, sem considerar eventuais
concessões setoriais, de acordo com analistas. De acordo com a análise
do banco BTG Pactual, a tarifa anunciada não será cumulativa aos 25%
aplicados a automóveis e peças, nem aos 50% sobre aço e alumínio.

Produtos sob investigação da Seção 232, como semicondutores, minerais


críticos e produtos farmacêuticos, continuarão isentos. O banco citou que
a autorização também inclui petróleo e derivados.
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Café

O Brasil, maior exportador mundial de café, tem os EUA tradicionalmente


como principal destino do grão produzido no país, com as exportações
no ano passado representando quase US$2 bilhões. Esse montante
representa 16,7% do total embarcado pelo Brasil.

No caso do café, teria uma variação de margens para o setor e


encarecimento do produto aos consumidores dos EUA, segundo a
consultoria Cogo Inteligência em Agronegócio. O Conselho dos
Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) concorda que o consumidor de
café dos EUA será onerado com uma tarifa de 50%.
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Carne

Os Estados Unidos são o segundo maior mercado para a carne bovina do


Brasil. No ano passado, de acordo com dados da associação Abrafrigo, os
EUA aumentaram a participação no volume exportado pelo país para
16,7%, ou 532.653 toneladas, gerando uma receita para exportadores
brasileiros de US$ 1.637 bilhões.

No relatório, a Minerva estimou um impacto potencial máximo em torno


de 5% de sua receita líquida, com base nos embarques brasileiros sujeitos
à nova política de Trump. Outras companhias do setor, como JBS e
Marfrig, possuem grande parte de suas operações nos EUA.

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Suco de laranja

Na safra 2024/25, encerrada em 30 de junho, os EUA representaram 41,7% das


exportações brasileiras de suco de laranja, somando US$1,31 bilhão em
faturamento, conforme dados do governo consolidados pela CitrusBR. A tarifa de
50% representa um aumento de 533% sobre os US$ 415 por tonelada que já
foram cobrados sobre o produto brasileiro.

“Trata-se de uma condição insustentável para o setor, que não possui margem
para absorver esse tipo de impacto”, afirmou a CitrusBR, notando que outros
importadores não conseguiriam absorver os excedentes não embarcados aos
EUA.

No suco de laranja, a consultoria Cogo prevê queda "drástica" na competitividade


brasileira e "risco à cadeia citrícola", que tem nos EUA o segundo principal
destino.
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Petróleo

As exportações brasileiras de petróleo para os EUA renderam ao país US$ 5,8


bilhões em 2024, ou cerca de 13% de tudo que o Brasil exportou desta commodity
no ano passado, segundo dados do governo elaborados pela consultoria StoneX.

No caso do petróleo estar incluído na tarifa de 50%, ainda assim a perda seria
relativamente “modesta” para o Brasil, segundo o BTG, já que o setor conta com
maior flexibilidade comercial e capacidade logística para redirecionar embarques
para outros mercados.

No primeiro trimestre, os EUA foram destinados a 4% do petróleo exportado pela


Petrobras, ante 9% no período anterior, segundo dados da empresa. Em cálculos,
a petroleira estatal teve os EUA como segundo principal destino, com uma fatia de
37%.
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Aeronaves

As exportações de aeronaves para os EUA, notadamente aviões, renderam


ao país US$ 2,4 bilhões, representando cerca de 63% do total exportado
pelo Brasil, conforme o BTG. A Embraer é uma empresa com maior
exposição nas exportações.

Semifaturados de ferro e aço

Os produtos semifaturados de ferro ou aço registraram exportações para os


EUA de US$ 2,8 bilhões, com a participação dos norte-americanos nas
vendas totalizando mais de 70%, segunda análise do BTG.
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Materiais de construção

O Brasil exportou o equivalente a US$ 2,2 bilhões desses produtos para os EUA,
com o país da América do Norte também registrando uma fatia elevada do total,
cerca de 58%.

Madeira

Os produtos de madeira realizaram exportações de US$ 1,6 bilhão para os EUA


em 2024, com os norte-americanos respondendo por mais de 40% do total
exportado pelo Brasil. De acordo com a Cogo Inteligência em Agronegócio, os
produtos florestais do Brasil são exemplos daqueles que perderiam
competitividade para outras nações, como Canadá, Chile e União Europeia. A
Suzano, gigante do setor de celulose, com cerca de 15% de suas receitas nos
EUA, poderia enfrentar algumas dificuldades no curto prazo, mas a companhia se
beneficia de ter custos baixos, flexibilidade para realocar volumes e escala global,
segundo relatório do Citi.
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Máquinas e motores

A indústria de motores, máquinas e geradores exportou US$ 1,3 bilhão


aos EUA no ano passado, com esse segmento de produção respondendo
por mais de 60% de tudo o que o Brasil exportou, segundo um quadro
apresentado pelo BTG. A medida é negativa para a WEG brasileira,
afirmou o UBS BB em nota.

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Eletroeletrônicos

No caso dos eletroeletrônicos, o Brasil exportou US$1,1 bilhão para os EUA


no primeiro semestre deste ano, com o mercado norte-americano sendo o
principal destino das exportações do setor, de acordo com a Associação
Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

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Quais são os produtos brasileiros mais exportados para os EUA

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e


Serviços (MDIC) mostram que petróleo, ferro, aço, café e carne estão
entre os principais produtos brasileiros exportados para os EUA.

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Veja abaixo os valores vendidos de janeiro a junho de 2025:

1.Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos — US$ 2,37 bilhões


[Link] semimanufaturados de ferro ou aço (baixo carbono) — US$ 1,49
bilhão
[Link]é não torrado, não descafeinado — US$ 1,16 bilhão
[Link] bovinas desossadas e congeladas — US$ 737,8 milhões
[Link]-gusa (ferro fundido bruto não ligado) — US$ 683,6 milhões
[Link] (pasta química de madeira não conífera) — US$ 668,6 milhões
7.Óleos combustíveis e preparações de petróleo — US$ 610,2 milhões

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O requerimento é de autoria do líder do PL na Câmara, Sóstenes
Cavalcante (RJ). Segundo o parlamentar, Trump realiza um "brilhante
trabalho desenvolvido como presidente da maior nação e pela incansável
luta em defesa da democracia e da liberdade de expressão em todo o
planeta".

Sóstenes afirmou ainda que o presidente dos EUA "deve ser enaltecido e
lembrado como um dos melhores presidentes do mundo e exemplo a ser
seguido para a implementação e manutenção de uma democracia
moderna e justa".

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Dados da AP Exata, obtidos com exclusividade e apresentados nesta
sexta-feira (11) no WW, revelaram que a maioria dos brasileiros, nas
redes sociais, defende uma postura firme do país em relação às novas
tarifas impostas pelos Estados Unidos. De acordo com o levantamento,
65% criticam a medida americana e demandam uma reação do governo
brasileiro. Já 18% apoiam a decisão dos EUA, e 17% se declaram
neutros e pedem racionalidade.

Na avaliação sobre qual deveria ser a postura do Brasil frente à situação,


62% dos participantes preferem que o país recorra à Organização
Mundial do Comércio (OMC). Outros 24% defendem a aplicação da Lei
da Reciprocidade parcial, enquanto 14% optam por evitar retaliações.
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OMC - Organização Mundial de Comércio

A Organização Mundial do Comércio (OMC) é o foro multilateral


responsável pela regulamentação do comércio internacional. Seus
diversos órgãos se reúnem regularmente para monitorar a
implementação dos acordos em vigor, bem como a execução da política
comercial dos países membros, negociar o acesso de novos participantes
e acompanhar as atividades relacionadas com o processo de solução de
controvérsia.

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As exportações do Brasil para os EUA somaram US$ 3,36 bilhões em
junho deste ano, um crescimento de 2,4% em comparação com o
mesmo período do ano passado.

Já no acumulado do primeiro semestre de 2025, as exportações


somaram US$ 20,02 bilhões, alta foi de 4,4%. Os dados foram
divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério
do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

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Os EUA são o segundo país para o qual o Brasil mais exporta, atrás
apenas da China, principal destino das exportações brasileiras desde
2009.

Somente no mês passado, as exportações para os chineses chegaram a


US$ 9,83 bilhões, com crescimento de 2,53% no comparativo anual. Já
no primeiro semestre deste ano, a soma dos produtos brasileiros
enviados para a China foi de US$ 47,68 bilhões, com queda de 7,54%
em relação ao mesmo período de 2024.

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Quem ocupa o terceiro lugar na lista de parceiros comerciais para os
quais o Brasil mais exporta é a Argentina, seguida pela Holanda e
pela Espanha. Ao todo, no acumulado de janeiro a junho de 2025, as
exportações brasileiras somaram US$ 165,87 bilhões, queda de 0,7%.

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[Link] - US$ 47,68 bilhões
[Link] Unidos - US$ 20,02 bilhões
[Link] - US$ 9,12 bilhões
[Link] - US$ 5,62 bilhões
[Link] - US$ 4,71 bilhões
6.México - US$ 3,44 bilhões
[Link]á - US$ 3,41 bilhões
[Link] - US$ 3,15 bilhões
[Link] - US$ 3,11 bilhões
[Link] - US$ 2,94 bilhões
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Importações

China e EUA também estão na ponta da lista quando o assunto são os


países dos quais o Brasil mais importa. No caso dos chineses, o valor das
importações é inferior ao das exportações: US$ 6,15 bilhões no último mês
e US$ 35,69 bilhões no acumulado de janeiro a junho deste ano.

Os dados da Secex mostram que a situação é diferente em relação aos


norte-americanos: a economia brasileira importa mais do que exporta para
os EUA. A soma dos produtos enviados dos EUA para o Brasil chegou a
US$ 3,96 bilhões no mês de junho e a US$ 21,70 bilhões no primeiro
semestre de 2025.

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Após China e Estados Unidos, aparecem a Alemanha, a Argentina e
a Rússia. As importações brasileiras totalizaram US$ 135,78 bilhões nos
primeiros seis meses deste ano, crescimento de 8,3%. A balança comercial
apresentou superávit de US$ 30,09 bilhões, com queda de 27,6% em
comparação ao mesmo período do ano passado.

Confira o ranking dos países dos quais o Brasil mais importou no primeiro
semestre deste ano:

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[Link] - US$ 35,69 bilhões
[Link] Unidos - US$ 21,70 bilhões
[Link] - US$ 7,04 bilhões
[Link] - US$ 6,17 bilhões
5.Rússia - US$ 5,08 bilhões
6.Índia - US$ 3,67 bilhões
[Link]ália - US$ 3,53 bilhões
[Link]ça - US$ 3,39 bilhões
[Link]ão - US$ 3,13 bilhões
10.México - US$ 2,82 bilhões
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Tarifas de Trump

As novas tarifas de 50% sobre produtos brasileiros exportados para os


EUA foram informadas por Trump por meio de uma carta enviada ao
presidente Luiz Inácio Lula da Silva e divulgada na rede social Truth Social.

Entre as justificativas dadas pelo presidente dos EUA para o nível da taxa
estão o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro e as
decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) contra empresas americanas
de tecnologia.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (14)
o decreto que regulamenta a Lei de Reciprocidade Econômica. O texto
será publicado no DOU (Diário Oficial da União) na terça-feira (15).

A norma é uma resposta às tarifas econômicas impostas ao Brasil de forma


unilateral, como o anúncio de 50% ao Brasil feito pelo presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, e a futuras decisões de outras economias
mundiais.

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, adiantou em entrevista coletiva nesta
tarde que Lula assinaria o texto.

“O decreto não cita países, assim como a lei não cita. A lei autoriza o
Executivo a adotar medidas de proteção do país quando medidas
extraordinárias forem adotadas de forma unilateral por outros países”,
afirmou o ministro.

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Aprovada pelo Congresso Nacional em 2 de abril, a Lei da Reciprocidade
estabelece critérios de proporcionalidade para a adoção de medidas em
resposta a barreiras impostas a produtos e interesses brasileiros.

Pela norma, o Brasil pode oferecer a cidadãos e governos estrangeiros o


mesmo tratamento que eles conferem ao país, seja em questões
comerciais, concessão de vistos, relações econômicas ou diplomáticas. A
legislação autoriza o governo brasileiro a reagir a ações externas que
afetem negativamente a competitividade internacional do país.

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Comitê de emergência

Para discutir como reagir às tarifas dos EUA, o governo também instalou
um comitê de trabalho interministerial, com participação de setores
empresariais da indústria e do agronegócio.

As primeiras reuniões do colegiado ocorrerão nesta terça-feira (15), sob


liderança do vice-presidente Geraldo Alckmin.

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O Ministério das Relações Exteriores da China criticou nesta sexta-feira
(11) a tarifa de importação de produtos brasileiros anunciada esta semana
pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

"A igualdade de soberania e a não-intervenção em assuntos domésticos


são princípios importantes da Carta da ONU e normas básicas nas relações
internacionais", disse a porta-voz do ministério, Mao Ning, ao ser
questionada por uma repórter sobre o que achava da tarifa de 50% a
produtos brasileiros anunciada por Trump.

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"Tarifas não deveriam ser uma ferramenta de coerção, intimidação ou
interferência."

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Sem citar especificamente o Brasil, o chanceler chinês, Wang Yi, também
criticou a política de tarifaços dos EUA nesta sexta-feira. "As tarifas dos
Estados Unidos minam a ordem do comércio internacional", afirmou.
O anúncio de Trump sobre o aumento da tarifa aos produtos brasileiros
veio logo após o fim da cúpula do Brics, grupo do qual a China também
faz parte, realizada na semana passada no Rio de Janeiro.

Dois dias antes, o presidente norte-americano também ameaçou os países


do Brics com um novo tarifaço. O argumento do republicano foi o de que
o grupo, segundo ele, estaria tentando enfraquecer os EUA e substituir o
dólar como moeda padrão global.
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“Qualquer país que fizer parte do Brics receberá uma tarifa de 10%,
apenas por esse motivo”, disse, acrescentando que a medida deve ser
implementada “muito em breve”. “Se eles quiserem jogar esse jogo, tudo
bem. Mas eu também sei jogar.

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Batalha comercial com a China

A China também travou uma batalha tarifária com os Estados Unidos no


início do ano que terminou em uma luta de forças entre Pequim e
Washington no quadro geopolítico mundial. Em abril, quando Trump
anunciou aumento de tarifas a produtos de uma série de países, os
produtos chineses receberam uma das taxas mais altas, de 34%.

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Ao contrário da maioria dos governos, que costuraram acordos com
Washington, Pequim retaliou, aumentando impostos a produtos dos
EUA. Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, iniciaram então uma
"batalha" de retaliações, com aumentos mútuos de tarifas que
chegaram a 145% para produtos chineses que entram nos EUA e 125%
para os bens norte-americanos importados pela China.

Em maio, após o governo chinês dar a última cartada na guerra tarifária,


Washington propôs negociações, e os dois países chegaram a um
acordo, reduzindo as tarifas para 30% no caso de produtos chineses nos
EUA, e 10% para produtos norte-americanos na China.

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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, quebrou o
silêncio neste domingo (13) e se manifestou na carta intitulada "Em Defesa da
Constituição, da Democracia e da Justiça" sobre a taxação de 50% ao Brasil
promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com Barroso, cabia primeiramente ao Poder Executivo, particularmente


à diplomacia brasileira, e não ao Judiciário conduzir as respostas políticas
imediatas ao caso, "ainda no calor dos acontecimentos".

"Passada a reação inicial, considero de meu dever, como chefe do Poder


Judiciário, proceder à reconstituição serena dos fatos relevantes da história
recente do Brasil e, sobretudo, da atuação do Supremo Tribunal Federal",
explicou
Atualidades
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Entre outros pontos, o magistrado citou o julgamento do plano de golpe
que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ações contra plataformas
digitais e ainda relembrou a ditadura para dizer que no país, hoje, "não se
persegue ninguém".

Em sua opinião, o tarifaço norte-americano é baseado em uma


compreensão imprecisa dos fatos.

Ao anunciar a taxação, Trump criticou a ação contra Bolsonaro na Corte e


disse que havia uma promoção de censura por parte dos ministros
brasileiros.

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Leia a carta de Barroso na íntegra:

EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO, DA DEMOCRACIA E DA JUSTIÇA


Luís Roberto Barroso

Em 9 de julho último, foram anunciadas sanções que seriam aplicadas ao


Brasil, por um tradicional parceiro comercial, fundadas em compreensão
imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos. Cabia ao
Executivo e, particularmente, à Diplomacia – não ao Judiciário – conduzir
as respostas políticas imediatas, ainda no calor dos acontecimentos.
Passada a reação inicial, considero de meu dever, como chefe do Poder
Judiciário, proceder à reconstituição serena dos fatos relevantes da
história recente do Brasil e, sobretudo, da atuação do Supremo Tribunal
Federal.
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As diferentes visões de mundo nas sociedades abertas e democráticas
fazem parte da vida e é bom que seja assim. Mas não dão a ninguém o
direito de torcer a verdade ou negar fatos concretos que todos viram e
viveram.

A democracia tem lugar para conservadores, liberais e progressistas. A


oposição e a alternância no poder são da essência do regime. Porém, a
vida ética deve ser vivida com valores, boa-fé e a busca sincera pela
verdade. Para que cada um forme a sua própria opinião sobre o que é
certo, justo e legítimo, segue uma descrição factual e objetiva da
realidade.

Atualidades
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Começando em 1985, temos 40 anos de estabilidade institucional, com
sucessivas eleições livres e limpas e plenitude das liberdades individuais.
Só o que constitui crime tem sido reprimido. Não se deve desconsiderar a
importância dessa conquista, num país que viveu, ao longo da história,
sucessivas quebras da legalidade constitucional, em épocas diversas.

Essas rupturas ou tentativas de ruptura institucional incluem, apenas nos


últimos 90 anos: a Intentona Comunista de 1935, o golpe do Estado Novo
de 1937, a destituição de Getúlio Vargas em 1945, o contragolpe
preventivo do Marechal Lott em 1955, a destituição de João Goulart em
1964, o Ato Institucional nº 5 em1968, o impedimento à posse de Pedro
Aleixo e a outorga de uma nova Constituição em 1969, os anos de
chumbo até 1973 e o fechamento do Congresso, por Geisel, em 1977.
Levamos muito tempo para superar os ciclos do atraso.
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A preservação do Estado democrático de direito tornou-se um dos bens
mais preciosos da nossa geração. Mas não foram poucas as ameaças.

Nos últimos anos, a partir de 2019, vivemos episódios que incluíram:


tentativa de atentado terrorista a bomba no aeroporto de Brasília;
tentativa de invasão da sede da Polícia Federal; tentativa de explosão de
bomba no Supremo Tribunal Federal (STF); acusações falsas de fraude
eleitoral na eleição presidencial; mudança de relatório das Forças
Armadas que havia concluído pela ausência de qualquer tipo de fraude
nas urnas eletrônicas; ameaças à vida e à integridade física de Ministros
do STF, inclusive com pedido de impeachment; acampamentos de
milhares de pessoas em portas de quartéis pedindo a deposição do
presidente eleito.
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E, de acordo com denúncia do Procurador-Geral da República, uma
tentativa de golpe que incluía plano para assassinar o Presidente da
República, o Vice e um Ministro do Supremo. Foi necessário um tribunal
independente e atuante para evitar o colapso das instituições, como
ocorreu em vários países do mundo, do Leste Europeu à América Latina.

As ações penais em curso, por crimes diversos contra o Estado democrático


de direito, observam estritamente o devido processo legal, com absoluta
transparência em todas as fases do julgamento. Sessões públicas,
transmitidas pela televisão, acompanhadas por advogados, pela imprensa e
pela sociedade.

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O julgamento ainda está em curso. A denúncia da Procuradoria da
República foi aceita, como de praxe em processos penais em qualquer
instância, com base em indícios sérios de crime. Advogados experientes
e qualificados ofereceram o contraditório. Há nos autos confissões,
áudios, vídeos, textos e outros elementos que visam documentar os
fatos. O STF vai julgar com independência e com base nas evidências. Se
houver provas, os culpados serão responsabilizados. Se não houver,
serão absolvidos. Assim funciona o Estado democrático de direito.

Para quem não viveu uma ditadura ou não a tem na memória, vale
relembrar: ali, sim, havia falta de liberdade, tortura, desaparecimentos
forçados, fechamento do Congresso e perseguição a juízes. No Brasil de
hoje, não se persegue ninguém. Realiza-se a justiça, com base nas provas
e respeitado o contraditório.
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Como todos os Poderes, numa sociedade aberta e democrática, o
Judiciário está sujeito a divergências e críticas. Que se manifestam todo o
tempo, sem qualquer grau de repressão. Ao lado das outras instituições,
como o Congresso Nacional e o Poder Executivo, o Supremo Tribunal
Federal tem desempenhado com sucesso os três grandes papeis que lhe
cabem: assegurar o governo da maioria, preservar o Estado democrático
de direito e proteger os direitos fundamentais.

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Por fim, cabe registrar que todos os meios de comunicação, físicos e
virtuais, circulam livremente, sem qualquer forma de censura. O STF
tem protegido firmemente o direito à livre expressão: entre outras
decisões, declarou inconstitucionais a antiga Lei de Imprensa, editada
no regime militar (ADPF 130), as normas eleitorais que restringem o
humor e as críticas a agentes políticos durante as eleições (ADI 4.1451),
bem como as que proibiam a divulgação de biografias não autorizadas
(ADI 4815). Mais recentemente, assegurou proteção especial a
jornalistas contra tentativas de assédio pela via judicial (ADI 6792).

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Chamado a decidir casos concretos envolvendo as plataformas digitais, o
STF produziu solução moderada, menos rigorosa que a regulação
europeia, preservando a liberdade de expressão, a liberdade de
imprensa, a liberdade de empresa e os valores constitucionais.
Escapando dos extremos, demos um dos tratamentos mais avançados
do mundo ao tema: conteúdos veiculando crimes em geral devem ser
removidos por notificação privada; certos conteúdos envolvendo crimes
graves, como pornografia infantil e terrorismo devem ser evitados pelos
próprios algoritmos; e tudo o mais dependerá de ordem judicial,
inclusive no caso de crimes contra honra.

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É nos momentos difíceis que devemos nos apegar aos valores e princípios
que nos unem: soberania, democracia, liberdade e justiça. Como as
demais instituições do país, o Judiciário está ao lado dos que trabalham a
favor do Brasil e está aqui para defendê-lo.

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Em cartas anteriores a outros países, Trump usava um texto padrão que
mudava apenas o nome do destinatário e o valor da tarifa. Essas versões
afirmavam que os EUA estariam dispostos a manter relações comerciais,
mas que tarifas eram necessárias para tornar as trocas mais justas e
equilibradas.

No caso do Brasil foi diferente. Trump iniciou a carta mencionando o ex-


presidente Jair Bolsonaro, criticou decisões do Supremo Tribunal Federal
(STF) e anunciou a abertura de uma investigação contra o país.

Por outro lado, Trump manteve um parágrafo idêntico ao usado nas demais
cartas — justamente o trecho que contém uma informação incorreta sobre
as relações comerciais entre Estados Unidos e Brasil.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, restringiu os
comentários em suas publicações no Instagram após receber uma onda
de críticas de brasileiros contrários às tarifas de 50% impostas sobre as
exportações do Brasil.

Com a limitação dos comentários no perfil do republicano, internautas


passaram a direcionar as mensagens à primeira-dama dos Estados Unidos,
Melania Trump. Nos comentários, muitos brasileiros pedem que Melania
“controle” Trump.

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“Diz pro teu marido senhor laranja, pra deixar nosso país em paz , somos
SOBERANOS e não quintal de NINGUÉM…não vamos deitar nunca!!”,
escreveu uma brasileira.

“O Brasil é dos brasileiros, diga para o homem laranja nos deixar em


paz”, disse outro

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O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) disse nesta 2ª feira
([Link].2025) que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
(Republicanos), o desrespeitou ao buscar, por iniciativa própria, uma
saída para as tarifas de 50% impostas ao Brasil por Donald Trump. Após
a repercussão negativa da medida de Trump, Tarcísio recuou do tom
inicial sobre o tarifaço. No sábado ([Link]), o governador passou a
defender uma solução negociada com os EUA. Afirmou que seriam
necessários “esforços conjuntos” para reverter a medida. Na 6ª feira
([Link].2025), ele se reuniu com a embaixada do país norte-americana
em Brasília.

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apagou
nesta sexta-feira, 11, publicação em seu perfil no Instagram em que usava
boné símbolo da campanha de Donald Trump. O acessório possuía o lema
do presidente republicano: Make America Great Again (Faça a América
Grande de Novo), com abreviação MAGA.

Tarcísio deletou a foto, que estava desde janeiro em suas redes sociais,
após a sobretaxa de 50% dos produtos brasileiros pelos EUA e depois de
ser ironizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que em
entrevista concedida para a RecordTV, nesta quinta-feira, 10, pediu que o
governador "não tente esconder chapeuzinho do Trump".
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Foto: Reprodução/Instagram
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Eduardo Bolsonaro pediu 122 dias de afastamento em 20 de março.
Segundo a assessoria de imprensa da Câmara, o pedido foi apresentado
por volta das 18h30. Do total, dois dias foram destinados ao 'tratamento
de saúde'. Os outros 120 dias foram para 'tratar de interesses pessoais’.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, o


afastamento de um parlamentar para tratar de assuntos de interesse
particular tem o limite de 120 dias (quatro meses), e esse prazo não pode
ser prorrogado. Eduardo se mudou para os Estados Unidos sob a
alegação de perseguição política.

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Na noite de domingo, 13, o PT pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a
responsabilização sobre as tarifas e a cassação do parlamentar. Na
petição, endereçada ao ministro Alexandre de Moraes e obtida pelo
Terra, o partido aponta que Eduardo Bolsonaro tem se aproveitado do
contexto diplomático para uma 'nítida e indiscutível tentativa de obstruir o
processamento da ação penal contra seu pai’.

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Mandato e liberdade em risco

Embora o não retorno não seja, por si só, punível, o Código de Ética
prevê a perda ou suspensão do mandato em casos como fraude no
registro de presença ou descumprimento deliberado dos deveres do
cargo. Nesses casos, a perda do mandato só pode ser declarada pela
Mesa da Casa, podendo ser por iniciativa própria ou após provocação de
qualquer deputado ou de partido político com representação no
Congresso.

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Além da perda do mandato, Eduardo corre risco de ser preso. O
deputado federal Lindbergh Farias, líder da bancada do PT na Câmara,
pediu na sexta-feira, 11, ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão
preventiva de Eduardo Bolsonaro por traição à pátria, golpe continuado e
sabotagem econômica. Em maio deste ano, o petista já havia
encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação
criminal contra Eduardo Bolsonaro.

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Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, neste segunda-feira, 14,
Eduardo afirmou que não voltará ao Brasil agora e que, embora lamente,
abrirá mão do mandato. O parlamentar disse ter tomado essa decisão por
ter a certeza de que, se retornasse, seria “perseguido e preso” pelo
ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

“Por ora eu não volto. A minha data para voltar é quando Alexandre de
Moraes não tiver mais força para me prender... Eu tô me sacrificando para
levar adiante a esperança de liberdade”, disse.

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A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu nesta segunda-feira (14) a
condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus por
organizar uma tentativa de golpe de Estado.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou ao ministro


Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), as alegações
finais na ação penal contra o "núcleo 1" da trama golpista, que inclui os
líderes do esquema.

Na avaliação de Gonet, além de Bolsonaro, devem ser condenados os ex-


ministros Alexandre Ramagem, Augusto Heleno, Anderson Torres, Walter
Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid;
e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.
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No documento, Gonet reforça o papel central exercido por Bolsonaro na
tentativa de ruptura democrática, em atos que tiveram início em 2021 e
culminaram nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de
2023.

Segundo o procurador-geral, desde o recebimento da denúncia pela


Primeira Turma do STF e, consequentemente, da abertura da ação
penal, foram colhidas uma série de provas que justificam a condenação.
Ele, no entanto, não estimou o cálculo das penas.

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Gonet diz que o grupo — formado não só integrantes do governo, mas
também das Forças Armadas — executou um plano progressivo e
sistemático para enfraquecer as instituições democráticas e impedir a
alternância legítima de poder após a derrota nas eleições de 2022, o que
incluía até mesmo o assassinato de autoridades.

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Em um documento de 517 páginas enviado ao Supremo no limite do
prazo, Gonet negou as alegações dos advogados dos réus de que a
denúncia tivesse por base meras "suposições frágeis". O PGR diz que a
própria organização criminosa fez questão de documentar quase todas
as etapas do plano.

"Não há como negar fatos praticados publicamente, planos apreendidos,


diálogos documentados e bens públicos deteriorados. Se as defesas
tentaram minimizar a contribuição individual de cada acusado e buscar
interpretações distintas dos fatos, estes não tiveram como ser negados",
argumentou.

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Ainda de acordo com o procurador-geral, o próprio ex-presidente, na
ocasião do seu interrogatório, fez uma "clara confissão de seu intento
antidemocrático" ao afirmar que "buscou alguma alternativa" para
contornar medidas judiciais do TSE (Tribunal Superior Eleitorais) com as
quais ele não concordava.

"O réu deixou evidente que não se submeteria ao rito constitucional, ao


acionar diretamente os Comandantes das Forças Armadas para apresentar
as medidas de exceção", diz Gonet. "O inconformismo com medidas
judiciais jamais poderia servir de fundamento para a cogitação de medidas
autoritárias."
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As alegações finais citam que os depoimentos dos ex-comandantes do
Exército e da Aeronáutica confirmaram a existência da chamada "minuta
do golpe", que teria "consequências impensáveis" para a democracia.

"É certa, também, a realidade da convocação do Alto Comando do


Exército para apresentação, pelo presidente da República, de medidas de
exceção que impediriam a posse do novo governo eleito. Provam-no
depoimentos, registros de entrada no Palácio da Alvorada, minutas
apreendidas em poder dos acusados e conversas de WhatsApp sobre as
reuniões de apresentação do decreto golpista", defende Gonet.

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As evidências também apontam, na visão da PGR, para o
aparelhamento da estrutura estatal com o objetivo de dar lastro ao
golpe — caso da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e da PRF
(Polícia Rodoviária Federal).

O documento diz que a Abin foi usada para monitorar autoridades,


atacar adversários do governo e espalhar informações falsas que
desacreditavam o sistema eleitoral. Já a PRF teria atuado para dificultar
a locomoção de eleitores em redutos eleitorais do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva.

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Gonet também diz que Bolsonaro tem vinculação direta com os atos de
8 de janeiro, na medida em que era o líder "enaltecido" pelos
manifestantes, que replicavam seu discurso radical de fraude nas urnas.

Para o Ministério Público, a organização criminosa contribuiu com a


manutenção doa acampamentos e tinha interlocuções diretas com os
manifestantes, o "afasta qualquer ideia de um mero paralelismo de
circunstâncias” ou um simples alinhamento ideológico.

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"As ações de Jair Messias Bolsonaro não se limitaram a uma postura
passiva de resistência à derrota, mas configuraram uma articulação
consciente para gerar um ambiente propício à violência e ao golpe",
afirma.

Segundo Gonet, o controle da máquina pública, a instrumentalização de


recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para
fomentar a radicalização e a ruptura democrática.

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A PGR aponta Bolsonaro como "principal coordenador da disseminação
de notícias falsas e ataques às instituições", utilizando da estrutura do
governo para "promover a subversão da ordem".

Em relação ao plano "Punhal Verde e Amarelo", que buscava


"neutralizar" autoridades públicas, Gonet destaca que o documento foi
impresso nas dependências do Palácio da Alvorada (residência oficial da
presidência da República) e só não foi executado por falta de apoio do
Alto Comando do Exército.

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"Toda a ação progressiva executada, com divisão de tarefas, entre julho de 2021
e janeiro de 2023, e fartamente comprovada nos autos, materializa a
consolidação de
organização criminosa que se uniu, de forma estável e permanente, em
torno de um fim comum – um projeto autoritário de poder, violentamente
acintoso dos limites impostos pela Constituição", escreve Gonet.

A respeito dos benefícios da delação premiada de Cid, Gonet defendeu que


seja afastada a opção de perdão judicial. E que a redução da pena seja a mínima
possível, diante das omissões e contradições em seus depoimentos,
considerados pela PGR "superficiais e pouco elucidativos". Gonet ponderou,
entretanto, que a delação ajudou a apontar caminhos e que o comportamento
de Cid pode causar prejuízos apenas para o próprio réu, "sem nada afetar o
acervo probatório desta ação penal".

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PODER360
[Link].2025 (quinta-feira)
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A deputada norte-americana María Elvira Salazar (Partido Republicano-
Flórida) pediu na 4ª feira ([Link].2025) que o governo dos Estados Unidos
aplique sanções contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)
Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky (Magnitsky Act). Em seu
perfil no X, Salazar afirmou que Moraes é um “radical” que ameaça
diretamente a liberdade política no Brasil.

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MAGNITSKY ACT

O Magnitsky Act, aprovado em 2012, autoriza o governo dos EUA a


bloquear recursos financeiros e a vetar a entrada de estrangeiros de
qualquer nacionalidade. A legislação foi criada para punir autoridades
russas, mas foi ampliada para cidadãos de todos os países em 2016, com
a aprovação do Global Magnitsky Human Rights Accountability Act.

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Com a ampliação, a lei passou a englobar pessoas de qualquer
nacionalidade acusadas de corrupção ou de violação dos direitos
humanos. O documento cita como exemplos execuções extrajudiciais,
prisões arbitrárias e tortura contra pessoas que denunciam atividades
ilegais cometidas por autoridades ou que lutam por liberdade de
expressão e religiosa, entre outras.

Também podem ser alvos funcionários governamentais –ou associados–


responsáveis por ordenar, controlar ou direcionar atos de corrupção que
envolvam expropriação de ativos privados, suborno e enriquecimento
próprio.
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Caso Moraes seja incluído em uma dessas categorias, estará sujeito às
sanções previstas na lei. São elas:

• inelegibilidade ao recebimento de visto para entrar nos EUA (se já tiver


o visto, ele pode ser revogado);

• bloqueio de todas as transações com propriedade nos EUA ou com


negócios de interesse no país.

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Trump disse que o valor das tarifas será de "cerca de 100%" além dos
valores já atualmente aplicados. Já a Casa Branca, em comunicado após a
declaração do presidente dos EUA, afirmou que a taxa aplicada a Moscou
será de fato de 100% caso não haja cessar-fogo no período de 50 dias.

"Estamos muito, muito insatisfeitos (com a Rússia), e vamos aplicar tarifas


muito severas se não alcançarmos um acordo (de cessar-fogo) em 50
dias", disse Trump, durante reunião com o secretário-geral da
Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, na Casa
Branca.

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No encontro com Rutte, Trump também disse que o comércio
é "excelente para resolver guerras" para justificar o aumento das tarifas à
Rússia que ele ameaçou aplicar.

Logo após a guerra da Ucrânia começar, em março de 2022, os EUA


aplicaram um amplo pacote de sanções econômicas à Rússia, o que
praticamente inviabilizou o comércio de bens e mercadorias entre os dois
países.

Até por isso, o governo de Vladimir Putin não entrou na ampla lista de
países afetados pelo tarifaço anunciado por Trump em abril.
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Apesar das sanções, no entanto, as relações comerciais entre EUA e
Rússia ainda existem. Só em 2024, o comércio total entre os dois países
chegou a US$ 3,5 bilhões, com a compra e venda de mercadorias como
fertilizantes, metais e até combustível nuclear, segundo o Escritório do
Representante Comercial dos EUA.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu a Trump pelo


anúncio e acusou a Rússia de querer fazer com que a guerra seja vista
como um "novo normal".

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Armas

No encontro, Trump disse também que enviará uma nova leva de


armamento às tropas ucranianas, selando a retomada das ajudas dos EUA a
Kiev, com quem teve desavenças ao longo deste ano (leia mais abaixo).

No fim de julho, o Pentágono chegou a anunciar a suspensão do envio de


mísseis de defesa aérea e munições de precisão. Nesta segunda, como
havia dito no domingo (13), Trump reafirmou que enviará a Kiev mais
sistemas antimísseis Patriot, o poderoso "escudo" do Ocidente cujo uso na
Ucrânia Putin já disse considerar "uma provocação".

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O Patriot é o mais avançado sistema de defesa que o Ocidente já enviou
à Ucrânia, e cada unidade custa cerca de US$ 3 milhões (R$ 15,6
milhões).

Nesta segunda, Trump não só reafirmou que enviará os mísseis


bloqueadores do Patriot -- que caçam e destroem no ar mísseis e drones
russos -- como também disse que mandará, por meio da Otan, baterias
para lançamento do sistema, o que agiliza seu uso por tropas ucranianas.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou novas tarifas
de 30% para o México e a União Europeia (UE). A medida está prevista
para entrar em vigor em 1º de agosto.

As cartas foram enviadas para a presidente do México, Claudia


Sheinbaum, e para a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der
Leyen. Até o momento, pelo menos 25 notificações já foram enviadas
pelo republicano a seus parceiros comerciais. Veja a lista de países ao
final desta reportagem.

A carta ao México segue o mesmo padrão da notificação enviada ao


Canadá, na última quinta-feira (10). Nesse caso, o presidente norte-
americano também indicou que as taxas foram estipuladas para "lidar
com a crise nacional do fentanil".
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"Os Estados Unidos impôs tarifas ao México para lidar com a crise do
fentanil da nossa nação, que é causada, em parte, pela falha do México
em deter os cartéis, que são compostos pelas pessoas mais desprezíveis
que já caminharam sobre a Terra, de despejar essas drogas em nosso
país", diz o republicano em sua carta.

“O México ainda não conseguiu deter os cartéis que tentam transformar


toda a América do Norte em um playground do narcotráfico.
Obviamente, não posso permitir que isso aconteça!", afirmou o
republicano no documento.

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Países repercutem a carta de Trump

Em resposta à carta de Trump, a presidente da Comissão Europeia, Ursula


Von der Leyen, afirmou que as tarifas estabelecidas em 30% podem
interromper cadeias de suprimento transatlânticas essenciais, "em
detrimento de empresas, consumidores e pacientes de ambos os lados do
Atlântico" — uma vez que a UE exporta uma quantidade significativa de
medicamentos e produtos farmacêuticos para os EUA.

"A UE tem priorizado consistentemente uma solução negociada com os


EUA, refletindo nosso compromisso com o diálogo, a estabilidade e uma
parceria transatlântica construtiva", afirmou a presidente do bloco,
destacando que poucas economias no mundo se igualam ao nível de
abertura e adesão às práticas comerciais justas como o bloco.
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A União Europeia já preparou uma lista de tarifas no valor de 21 bilhões
de euros (US$ 24,52 bilhões) sobre produtos americanos caso os dois
países não cheguem a um acordo comercial, disse o ministro das
Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, em entrevista a um jornal
nesta segunda-feira (14).

O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou no domingo que trabalhará


intensamente com o presidente francês, Emmanuel Macron, e a
presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para resolver a
crescente guerra comercial com os Estados Unidos.

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Com o aumento das tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, a
Embraer (EMBR3) tem se tornado um termômetro das consequências
das tarifas americanas sobre o mercado brasileiro. O impacto no preço
das ações já começa a ser sentido, e analistas projetam um cenário de
queda adicional.

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A Embraer fechou a venda de 45 jatos E195-E2, com direitos de compra
para 10 aeronaves adicionais, para a companhia aérea Scandinavian
Airlines, da Dinamarca. A operação de R$ 21,8 bilhões foi anunciada pela
empresa brasileira no início deste mês.

Embraer diz trabalhar para se tornar uma gigante do setor aeroviário.


Terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, a empresa
brasileira é líder no segmento de até 130 assentos e contabiliza mais de
8.000 aeronaves entregues em quase 60 anos de história.

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