0% acharam este documento útil (0 voto)
24 visualizações6 páginas

Template-Artigo - Ifam

bom

Enviado por

leandro
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
24 visualizações6 páginas

Template-Artigo - Ifam

bom

Enviado por

leandro
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS

DIRETORIA SISTÊMICA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA

Título do artigo

Nome completo aluno1 – email@[Link]


Nome completo do orientador2 – email@[Link]

RESUMO
O resumo, como o próprio nome diz, deve trazer um apanhado geral do artigo de forma resumida. É a
parte mais lida dos artigos. É através dele que você demonstra a capacidade de motivar uma pessoa
a ler o seu artigo e se interessar pelo seu tema. Deve conter no máximo 250 palavras. Deve
apresentar, com clareza, os objetivos, a indicação da metodologia e resultados esperados ou obtidos
com o artigo.

Palavras-chave: Artigo. Modelo. Formatação. Gestão. Administração. (Máximo de 5. São palavras


principais que caracterizam o artigo).

ABSTRACT
Resumo em inglês. Mesmas regras do Resumo em Língua Portuguesa.

Keywords: Palavras-chave em inglês. Mesmas regras das Palavras-chave em Língua Portuguesa.

1. INTRODUÇÃO

A introdução é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho fornecendo


informações sobre sua natureza, sua importância e sobre como foi elaborado:
objetivo, métodos e procedimentos seguidos. Em outras palavras, é a parte inicial do
texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, a questão de
investigação, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o
tema do trabalho. Lendo a introdução, o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito
do tema do trabalho como do raciocínio a ser desenvolvido.

1.1. QUESTÃO DE PESQUISA

Qual é a minha indagação enquanto investigador acerca do tema?

1.2. OBJETIVO GERAL

Apresenta a visão global do trabalho a ser desenvolvido. Relaciona-se com o


conteúdo e as ideias que permearão as atividades. Devo apresentar o objetivo que
quero atingir com esse artigo. Por que quero fazê-lo, quais os benefícios? Exemplos
de verbos que podem ser utilizados para iniciar o objetivo geral: identificar, levantar,
descobrir, caracterizar, descrever, traçar, analisar, explicar, etc.

1.3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1
Percurso acadêmico e Atuação Profissional em até 2 linhas.
2
Percurso acadêmico e Atuação Profissional em até 2 linhas.
Apresenta um caráter mais concreto. Tem a função de direcionar o trabalho
de modo a permitir que seja atingido o objetivo geral, aplicando este a situações
particulares. Referem-se a aspectos mais simples, mais concretos, alcançáveis em
menor tempo, como, por exemplo, aqueles que surgem ao final de um período de
trabalho e, em geral, explicam desempenhos observáveis. Deve-se utilizar no
máximo 03 (três) objetivos específicos. Exemplos de verbos que podem ser
utilizados para iniciar o objetivo específico: identificar, levantar, descobrir,
caracterizar, descrever, traçar, analisar, explicar, etc.

1.4. JUSTIFICATIVA

Como nome indica é o momento de justificar ou convencer sobre a


relevância do artigo. Este item é importante porque apresenta a resposta à questão
Por quê? É o elemento que definirá os motivos pelo qual o grupo pretende
desenvolver o artigo. Deve registrar a concepção do grupo em relação ao tema,
observando sua importância na realidade social do público alvo.

2. REVISÃO TEÓRICA

É a parte do projeto que apresenta de forma breve a revisão das principais


fontes/obras/referências que tratam do tema da pesquisa, pois parte-se do
pressuposto de que nenhuma investigação começa da estaca zero.
A finalidade da revisão teórica, dentre outras, é destacar e resumir as ideias
já formuladas por outras pessoas, compará-las com alguns autores, descrever a
evolução de conhecimentos sobre o tema, mostrar as contradições, tecer críticas e
elogios fundamentados, reafirmar comportamentos ou interpretações, salientar como
a pesquisa a ser feita irá se diferenciar, assemelhar ou contribuir para o avanço do
conhecimento.
Nesta etapa também são formuladas as hipóteses de resposta (que serão
testadas nos resultados) à questão de pesquisa a partir das literaturas trabalhadas.
O encadeamento da literatura permite que se chegue às hipóteses.
Muitos investigadores utilizam-se de mapas conceituais ou quadros que
fazem o resumo das literaturas em perspectiva comparada em artigos.

3. METODOLOGIA

3.1. CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA

Tem o objetivo de explicar passo a passo como serão realizadas as ações


do projeto, abrangendo os itens que responderão às questões: Como? Como será
executado, por quem etc... Com quê? Refere-se aos recursos tecnológicos e outros
que serão utilizados. Quando e quanto?
Uma pesquisa tem por finalidade conhecer e explicar os fenômenos que
ocorrem ao nosso redor. Para Trujillo Ferrari (1982, p. 168) uma pesquisa "destina-
se a duas finalidades mais amplas que a simples procura de respostas": a primeira é
a finalidade vinculada ao enriquecimento teórico das ciências e a segunda,
relacionada com o valor prático ou pragmático da realidade.
Existem muitas maneiras de se classificar e nomear os tipos de pesquisa,
porém, resolvemos apresentar as tipologias elencadas por Richardson et al. (2007)

Página 2 de 6
quanto ao método e forma de abordar o problema e Gil (2007) quanto aos objetivos
e procedimentos adotados para a coleta de dados, que seguem:
- Quanto ao método e forma de abordar o problema: pesquisa quantitativa
(atribui cientificidade a conhecimentos advindos do emprego de instrumentais
estatísticos e tem por finalidade medir relações entre as variáveis) e
qualitativa (atribui cientificidade a conhecimentos teórico-empíricos através
da não utilização, em princípio, de instrumental estatístico na análise de
dados);
- Quanto aos objetivos: exploratória (sonda assunto em áreas que se tem
pouco conhecimento acumulado e sistematizado), descritiva (descreve
características de fatos e fenômenos, sem manipulação dos dados) e
explicativa (identifica fatores determinantes ou contributivos ao
desencadeamento dos fatos);
- Quanto aos procedimentos adotados para coleta de dados: pesquisa
bibliográfica (coleta dados em material impresso ou digital publicado),
documental (coleta dados em documentos sem tratamento analítico),
experimental (visa testar variáveis das ciências naturais), ex-post-facto
(analisa fatos do passado sem controlar variáveis), levantamento ou survey
(análise de dados sociais, econômicos e demográficos que se caracteriza
pelo contato direto com as pessoas), estudo de campo (coleta dados no
local dos fatos) e estudo de caso (estudo profundo de caso, fenômeno ou
fato através do entendimento dos motivos pelos quais ocorreu).

Não esgotamos o assunto aqui... você deve se apropriar de outras formas de


classificação em livros de metodologia científica como o de Cooper e Schindler
(2011) intitulado “Métodos de Pesquisa em Administração” observando a Figura
6-3 que trata dos descritores do projeto de pesquisa, na página 144.
Este mesmo livro faz uma análise bastante aprofundada sobre o processo
de investigação em Administração. Apresenta o panorama, a pesquisa qualitativa,
estudos observacionais, levantamentos e experimentos em projetos de pesquisa.
Apresenta também as fontes e a forma mais indicada de coleta de dados:
mensuração, escalas de mensuração, questionários e instrumentos. Ainda, clarifica
a análise e apresentação de dados com a preparação e descrição de dados,
exploração, exibição e exame de dados, teste de hipóteses, medidas de associação,
apresentação de resultados em relatórios escritos e orais.

3.2. CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Aqui trata de situar o leitor sobre características geográficas e realizar a


contextualização do local onde o objeto de estudo se insere no sentido do mesmo
entender o porquê do objeto e do estudo daquela determinada problemática.
Densidade demográfica, características socioculturais, costumes, aspectos
específicos, logística, estrutura são comuns serem citados em pesquisas de cunho
social. Utiliza-se normalmente a inclusão de um mapa no caso de cidades, estados,
países.

3.3. UNIVERSO

Página 3 de 6
Total de indivíduos ou processos que possuem as mesmas características
definidas para o determinado estudo. O universo é o todo homogêneo.

3.4. AMOSTRA

Parte do universo da pesquisa em que a coleta de dados será realizada.


Aqui delimita-se uma parte que servirá de estudo e possibilitará estender as análises
para o universo. O pesquisador deverá avaliar quão significativa é a amostra que irá
trabalhar e se esta é capaz de apenas refletir o resultado especificamente para a
amostra (nos estudos de caso, por exemplo) ou expandir os resultados para o
universo (com concepções gerais sobre aquele grupo de indivíduos ou processos).

3.5. INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

São as formas de obter os dados necessários para a consecução da


pesquisa. Os mais usados em ciências sociais são o inquérito por questionário,
entrevista, grupo focal, observação direta/participante, entre outros. Aqui o
investigador deve detalhar como o instrumento foi aplicado. Indica-se ao final do
artigo incluir um apêndice do questionário ou guião de entrevista no caso dos
trabalhos para fins de conclusão de curso.

3.6. TRATAMENTO DOS DADOS

Aqui cabe estabelecer o passo a passo após a coleta dos dados. O que será
feito? Como serão analisados esses dados coletados?
É importante que o pesquisador saiba diferenciar o que vai fazer com os
dados daquilo que vai usar como ferramenta. Por exemplo: Passo correto:
Estabelecer análises descritivas da frequência de respostas. Passo incorreto:
Tabular os dados no Excel. O Excel será utilizado para estabelecer essas análises
descritivas, assim, é apenas a ferramenta que permitirá a execução dessa etapa.
Outro passo incorreto: Utilizar o SPSS (Statistical Package for the Social Sciences)
para análise estatística. Passo Correto: Estabelecer a correlação entre as variáveis;
e/ou realizar análise fatorial; e/ou realizar a regressão múltipla das variáveis X e Y.
Perceba que o correto é explicar que análise estatística vai ser feita e não o software
que será utilizado.

As subdivisões aqui postas são apenas didáticas. O pesquisador poderá


classificar a pesquisa e evidenciar os itens acima dentro de uma seção, sem as
subseções estabelecidas acima.

4. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Nesta seção os dados obtidos no estudo são apresentados, comentados,


interpretados – com o auxílio de um ou algum(ns) exemplos – e discutidos em
relação ao que se avançou no conhecimento do problema, em relação ao estado da
arte. As hipóteses devem fazer-se presentes no sentido de confirmá-las ou refutá-las
a partir do diálogo com a literatura.
Importante também verificar se a análise e discussão dos resultados
contemplam todos os objetivos traçados na introdução.

Página 4 de 6
Quadro 1 – Critérios e percentuais utilizados para distribuição do ICMS-PR
Critérios Percentuais (% )
Valor adicionado 75
Produção agropecuária 8
Habitantes 6
Propriedades rurais (INCRA) 2
Área territorial (ITCF) 2
Coeficiente social 2
Conservação Ambiental/Mananciais 5
TOTAL 100
Fonte: adaptado e tabelado pelos autores de Paraná (1990, Lei Estadual nº 9.491)

Texto entre gráficos, tabelas e quadros. Indica-se a inserção de gráficos,


tabelas e quadros com textos entre os mesmos.

40

38

36

34

32

30

28

26

24

22

20
1988
1989
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019

Figura 1 – Evolução da Carga Tributária Brasileira (1988-2019)


Fonte: Adaptada a partir das Contas Nacionais do Brasil (2019) e IBGE (2020).

Indica-se concluir seções sempre com textos e não com gráficos, tabelas ou
quadros.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

É uma síntese de tudo que foi dito no artigo, dando ênfase aos tópicos mais
importantes do tema. Apontam-se aqui as limitações (aquilo que o artigo deixou de
abordar e que seria relevante ou mesmo aquilo que poderia ser mais bem explorado
e, por motivos diversos, não foi). Além disso, define-se a partir da pesquisa realizada
a possibilidade de pesquisas futuras sobre o mesmo tema, identificando novos
contextos ou cenários de aplicação.

Página 5 de 6
REFERÊNCIAS

Referência é um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um


documento que permite sua identificação individual, seguindo normas vigentes
(ABNT), permitindo dessa forma, que as informações contidas no texto possam ser
efetivamente comprovadas, quando necessário. Os autores devem ser indicados
pelo último sobrenome, em maiúsculas. Para os casos de autoria desconhecida, a
entrada é feita pelo título. Não se deve usar o termo anônimo em substituição ao
nome do autor desconhecido. Exemplo de referência bibliográfica AUTOR. Título da
obra: subtítulo. Local (cidade): Editora, Data.

COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em


administração. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.

RICHARDSON et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. rev. ampl. São
Paulo: Atlas, 2007.

TRUJILLO FERRARI, Alonso. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo:


McGraw-Hill do Brasil, 1982.

...

Página 6 de 6

Você também pode gostar