Ebook Material Didatico Engenharia Civil
Ebook Material Didatico Engenharia Civil
Introdução ao
Desenho Técnico
PLANO DE ESTUDOS
A origem do Desenho
Materiais utilizados no
Técnico e sua utilização nas Símbolos e Convenções
Desenho Técnico
Engenharias
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
• Introduzir a importância do Desenho Técnico para as mais • Expor técnicas Geométricas de Desenho que facilitarão a
diversas áreas da Engenharia. construção e conferência de Desenhos Técnicos.
• Apresentar as normas mais usuais no processo de cons- • Visualizar e Compreender os símbolos e definições de
trução do Desenho Técnico. Desenho Técnico mais comuns.
• Descrever e praticar o uso adequado dos materiais de
Desenho Técnico.
A Origem do Desenho
Técnico e sua Utilização
nas Engenharias
UNIDADE I 15
A representação gráfica desse objeto não per- O desenho técnico, tal como se conhece hoje,
mite que alguém que tenha posse dessas obras re- foi desenvolvido graças ao matemático francês
produza os objetos ali representados com suas reais Gaspard Monge (1746-1818). Os métodos de re-
dimensões. Isso resultou em dificuldade por um presentação gráfica que existiam até aquela época
longo período de tempo, pois não bastava apenas não possibilitavam transmitir a ideia dos objetos de
que o inventor ou construtor fizesse um desenho forma completa, correta e precisa (SENAI, 1997).
ou esboço de sua máquina ou peça, mas também O matemático imaginou uma forma de repre-
que ele desse detalhes falados sobre sua construção sentar todos os objetos em suas reais dimensões,
e funcionamento. Mais do que isso, nem sempre era comprimento, largura e profundidade, todas sobre
possível ao dono do projeto estar à disposição do uma mesma prancha de desenho que possui apenas
construtor em todo tempo e lhe passar todas as in- duas dimensões, a saber: comprimento e largura.
formações necessárias para a confecção do projeto. A ideia de Gaspard consistiu em representar as
Com o advento da Revolução Industrial, essa faces dos objetos por meio de linhas que as pro-
necessidade de definição de regras para desenhos jetavam nos planos, ou seja, uma peça com duas
de projetos tornou-se ainda mais evidente, então, faces deveria ter dois desenhos representativos,
os engenheiros e projetistas foram gradativamente uma com seis faces, seis desenhos representativos,
criando normas e regras para a confecção de de- e assim sucessivamente. Para a obtenção das pro-
senhos que pudessem exprimir orientações e téc- jeções dessas faces, ele procedia girando a peça em
nicas para construção e montagens de máquinas um plano perpendicular ao seu plano de referência
e edificações. A partir desse momento, passa-se a e fazia a nova projeção até que todas as faces da
diferenciar o desenho artístico do desenho técnico. peça estivessem representadas. Esse método ficou
Em nosso curso, trataremos apenas do Desenho conhecido como Geometria Descritiva ou Geome-
Técnico, pois é ele o responsável por indicar ordens tria Mongeana. Observe a Figura 3, que demonstra
claras para a produção de peças. o método utilizado por Monge:
Representação de um
Representação de um objeto de acordo
objeto
Figura 3 - Planos de Projeção de Gaspard de acordo com os princípios da
Monge
Planos de Projeção
Fonte: SENAI (1997). com os princípios da geometria descritiva
geometria descritiva
UNIDADE I 17
Normas Básicas da ABNT
Voltadas para o
Desenho Técnico
Desenho não-
Projetivo: Material:
Esboço; Croqui Componente giz, lápis,
• Diagramas tinta, carvão
• Esquemas
• Fluxogramas
• Nomogramas
Execução:
• Organogramas
à mão livre ou
• Gráficos Desenho preliminar Conjunto
computacional
(máquina)
Desenho
Projetivo: Obtenção:
original ou
• Projeções Desenho definitivo Detalhe reprodução
Ortogonais (cópia, redução
• Perspectivas ou ampliação)
UNIDADE I 19
Materiais Utilizados no
Desenho Técnico
UNIDADE I 21
Lápis, Lapiseiras e Grafites
Fonte: o autor.
Borracha
A régua paralela é a régua que percorre a pran- A régua paralela surgiu depois da régua T, que era
cheta no sentido vertical (para cima e para bai- utilizada para a mesma finalidade. Ela é confeccio-
xo), destinada ao traçado de linhas horizontais nada em acrílico cristal, sendo fixada na prancheta
paralelas entre si no sentido do comprimento da por meio de parafusos e cordoamentos de nylon
prancheta. Serve, também, de base para o apoio especial. O comprimento da régua paralela deve ser
dos esquadros para traçar linhas verticais ou com um pouco menor do que o da prancheta. Enquanto
determinadas inclinações. a régua paralela é presa, a régua T é móvel.
Régua Graduada
Tem a função de medir e auxiliar no desenho de Nos casos em que o projetista não tenha à
linhas retas, portanto, deve ser de boa qualidade disposição uma Régua T, ou mesa com Régua
e não ter deformações ou rebarbas em seus vérti- paralela, podemos utilizar um procedimento de
ces. É o principal instrumento para marcação das construção de retas paralelas, ao alinhá-la com a
medidas dos desenhos. margem do papel ou prancha.
UNIDADE I 23
Esquadros Ao construir grandes circunferências, devemos
utilizar alongadores de compasso, ou esticarmos
Comumente usados para traçar linhas em ângulos. suas pernas por meio de articulações presente no
Quase sempre são pares de 2 esquadros, um isós- meio do material.
celes com 45° e outro esquadro escaleno 30°/60°. A Outros modelos de compasso podem ser en-
combinação de ambos permite obter vários ângu- contrados para venda, mas não são tão comuns
los comuns nos desenhos, bem como traçar retas quanto o que utilizaremos, são eles os compassos
paralelas e perpendiculares, quando utilizados em de mola, compasso bomba, utilizado em circun-
união com a Régua T ou Régua Paralela. ferências de pequenas dimensões e os compassos
de redução, que convertem escalas na construção
de suas circunferências.
Compasso Para a utilização de compassos em papel sul-
furize, recomenda-se colar um pequeno pedaço
Material muito comum para desenho técnico, é de fita crepe no centro da circunferência que se
composto por uma ponta seca metálica e outra deseja traçar, com o intuito de evitar que a ponta
ponta com grafite de média dureza, é utilizado seca do instrumento rasgue a folha e inutilize o
na construção de circunferências e para transpor projeto, ao final do traçado, retira se a fita sem
medidas lineares. maiores danos a sua representação.
Ao comprar um instrumento desse, devemos
verificar se ele está calibrado, para tanto, basta que
suas pontas se toquem ao fecharmos o compasso, a Escalímetro
ponta metálica é chamada de ponta seca, enquanto
a ponta com grafite, de úmida. Essa ponta deve ser O escalímetro é um instrumento na forma de um
lixada para manter o traço do instrumento. prisma triangular que possui 6 réguas com dife-
rentes escalas. Ele possibilita criar desenhos ou
representar objetos em uma escala maior ou me-
nor, dentro das medidas necessárias, conservando
a proporção entre a representação do objeto e o
seu tamanho real.
O tipo mais comum de escalímetro é o trian-
gular, com 6 escalas à disposição do desenhista.
Essas escalas são as mais utilizadas em desenho
técnico e, por esse motivo, os escalímetros faci-
litam a construção dos desenhos. A régua gra-
duada pode ser utilizada como escalímetro de
escala 1:100, e podemos verificar isso alinhando o
escalímetro com a graduação da régua. As outras
escalas são todas de redução e múltiplos de 5, a
Figura 8 - Exemplo de Compasso de pernas fixas e arti-
saber 1:20,1:25,1:50,1:75,1:100 e 1:125 .
culadas
Figura 9 - Escalímetro
UNIDADE I 25
Geometria e Técnicas
de Desenho
UNIDADE I 27
Traçar a Bissetriz de um
Ângulo Qualquer
Bissetriz nada mais é do que a linha que divide Além da bissetriz, outros tipos de linhas e pontos
um ângulo qualquer de valor 2α em dois ângu- são definidos com base nas relações entre os
los de mesmo valor α. Com abertura qualquer triângulos, dentre os quais podemos destacar:
do compasso e ponta seca no vértice do ângulo mediatriz, mediana, baricentro e encentro.
dado, traçar um arco que corte seus dois lados
nos pontos E e F. Na sequência, com ponta seca
em E e depois em F, traçar outros dois arcos que
se cruzem no ponto G.
A linha que liga o vértice B do ângulo com o Dividir um Ângulo Reto em 3
ponto G é a bissetriz. Observe o procedimento Partes Iguais
conforme Figura 12.
Utilizaremos, aqui, o conceito matemático de que
A a soma dos ângulos internos de um triângulo
equilátero é igual a 60°. Com um compasso em
uma abertura qualquer, deve ser traçado o arco
F DE com centro no ângulo reto; então, com a mes-
α ma abertura, mas com centro em D, será marcado
o ponto H no arco, e repete-se o procedimento,
B mas com centro em E, e agora se obtém o ponto
G
G. Observe o procedimento na Figura 13.
α
E
A
C
O procedimento a seguir, caro(a) aluno(a), pode Existem, hoje, aplicativos que ensinam de for-
ser utilizado para desenhos de edificações com ma lúdica e rápida os conceitos de desenhos
paredes paralelas, bem como para a confecção de geométrico, um deles é o Euclidea, que leva o
linhas paralelas de fluxogramas produtivos. Ob- usuário a testar seus conhecimentos geométri-
serva-se que esse procedimento é semelhante ao cos, desafiando-o a encontrar as mais variadas
procedimento de traçado de uma mediatriz, mas, soluções para os problemas euclidianos. Teste
neste caso, definimos um ponto definido para a seus conhecimentos instalando esse aplicativo
construção da linha e, no primeiro caso, cons- disponível em: <https://play.google.com/store/
truímos a linha em função dos pontos definidos. apps/details?id=com.hil_hk.euclidea&hl=pt_BR>.
O procedimento inicia-se com a marcação de
dois pontos equidistantes na semirreta AB, com
centros conhecidos, a saber: C e D. Encontrados
os pontos equidistantes, devemos centrar o com- Circunferência Tangente a
passo nesses pontos e, com aberturas maiores do Duas Retas (Concordância)
que o raio utilizado para marcação destes, marcar
um novo ponto acima de C e D. Esta representação aparece em muitos desenhos
Ao ligarmos esses pontos a C e D, teremos duas técnicos, por exemplo, onde uma peça tem seus
retas ortogonais, logo, para finalizar o procedi- cantos “aliviados” para minimizar os esforços me-
mento, abrimos o compasso com o tamanho de- cânicos. A concordância também surge em peças
sejado da distância entre as duas linhas paralelas fundidas, onde não se consegue cantos agudos
e marcamos os pontos E e F nas linhas ortogonais. sem haver um trabalho de usinagem. Em projetos
Ao ligar os pontos E e F, nós obteremos uma arquitetônicos, também é útil para a confecção de
reta paralela à semirreta AB, conforme mostra a esquinas em quadras de áreas de estoque ou pro-
Figura 14. dução, ou mesmo curvas onde passarão máquinas
Essa técnica confirma o teorema geométrico de movimentação.
que diz que, se temos duas retas, p e q, ortogonais
entre si, e q e r, ortogonais entre si, então p e r serão R
paralelas entre si.
R
E F
r
s
0 R
T
A B T’
C D
UNIDADE I 29
O Procedimento para traçado de circunferência concordante é o
que segue:
• Dadas as retas “r” e “s”, trace uma paralela a “r” a uma distância
R, definindo um lugar geométrico de todas as circunferên-
cias de raio R tangentes a “r”. Faça o mesmo com a reta “s”. A
interseção das retas é definida como “O”.
• Com o compasso centrado em “O” e abertura de tamanho
R, determine os pontos de tangência T e T’.
• Apague as linhas que não serão necessárias ao projeto.
C E
A 1 B
D F
Figura 16 - Procedimento para a construção de hexágono regular
Fonte: SENAI (2005).
30
As linhas horizontais devem ser feitas com auxílio
da régua paralela ou régua T, sempre da esquerda
para a direita. Para as linhas verticais, dever-se-
-á utilizar o esquadro apoiado na régua paralela,
O procedimento feito anteriormente é muito útil formando um ângulo de 90° com esta. As linhas
na construção de desenhos de peças mecânicas deverão ser feitas sempre de cima para baixo.
com parafusos sextavados vistos de cima, basta
que o projetista saiba a medida de uma face do
parafuso para realizar sua representação.
UNIDADE I 31
Figura 18 - Procedimento para obter linhas ortogonais com esquadro e régua (1ª parte)
Fonte: o autor.
30º 45º
60º
15º
75º
Nesse processo, partimos de uma reta qualquer e a dividimos com base em uma outra conhecida,
construída e dividida com auxílio de régua graduada. Devemos, primeiro, partindo da extremidade
da reta AB, traçar uma outra reta BC de comprimento conhecido; depois disso, dividimos essa reta em
quantas partes desejarmos, no nosso exemplo, utilizou-se 5 partes iguais. Ligamos, então, os vértices
finais da reta AB e BC, formando o segmento AC, a partir daí, basta alinhar os esquadros com a reta
AC e ir construindo linhas paralelas a ela nos pontos anteriormente definidos, veja a figura:
UNIDADE I 33
C Tabela 3 - Polígonos Regulares e seus ângulos internos
Número Ângulo
Polígono de lados Interno
Triângulo Isósceles 3 60
Quadrado 4 90
A B
Hexágono 6 60
Fonte: o autor.
O melhor caminho para desenhar circunferências ou arcos à mão livre é marcar previamente, sobre
linhas perpendiculares entre si, as distâncias radiais e, a partir daí, fazer o traçado do arco, conforme
mostra a Figura 22 (RIBEIRO; PERES; IZIDORO, 2003).
UNIDADE I 35
Linhas
TIPO FUNÇÃO
Contínua larga – arestas e contornos visíveis de peças, caracteres,
indicação de corte ou vista.
Contínua estreita – hachuras, cotas.
Contínua à mão livre estreita (ou contínua e “zig-zag”, estreita) – linha
de ruptura.
Fonte: o autor.
Cores Caracteres
Para as linhas representadas em desenhos técni- As letras, em desenho técnico, são definidas por
cos, deve-se prezar pela utilização de grafite ou meio de normas da ABNT e devem ser escritas em
tinta na cor preta. Esse tipo de definição não é caixa alta delimitada por linhas paralelas e verti-
regra, afinal de contas, para diferenciar as linhas, cais que formam ângulos retos entre si. Também
costumamos utilizar cores diferentes. podemos utilizar os normógrafos para construir
Caso utilize em seu projeto um padrão de co- as letras sem muitas variações; mas, atualmente,
res, esse padrão deve ser descrito em uma legenda, com a utilização de projetos computacionais, elas
próxima à região do carimbo: na frente de um são previamente digitadas.
quadrado pintado com a cor da linha, deverá vir A caligrafia deve ser legível e facilmente dese-
descrito qual o significado dela. nhável. Essa técnica consiste em desenhar letras
com inclinação de 75 graus à direita, conforme os
exemplos na Figura 23.
2 3 3
1 1 1 1 21 2 1 2 1 1 2 1
3
3
2 3 2 2
3 4
2
2 1
1 1 2
3 1 21 2 3 4 1 2 1 2
1 3
3
2
3 2
1 2 2 1 4 1
1 2 2 1 1 2 1 2
1 1 1
2 2 2
3 3 4
2 3
UNIDADE I 37
Conhecemos quais os materiais essenciais na sua mesa de trabalho, fizemos propostas de cuidados
e utilização correta dos materiais de desenho, que são o cerne do desenho Clássico. Esses cuidados
devem ser tomados visando a correta confecção dos projetos que faremos na sequência.
Após conhecermos um pouco de nossas ferramentas enquanto engenheiros projetistas, aprendemos
técnicas que remontam à época da Grécia Antiga e se apoiam em técnicas matemáticas –tratam-se dos
processos geométricos; vimos que eles podem ser úteis não só na aplicação de desenho técnico, mas
também na engenharia aplicada no dia a dia.
Foi interessante aprender que nem sempre se faz necessária, ao bom projetista, a necessidade de
régua graduada, pois essas técnicas garantem, por igualdade matemática, que as divisões serão exatas.
Findamos nossa primeira caminhada, aprendendo um pouco sobre os principais sinais e conven-
ções utilizados no Desenho Técnico, quais os símbolos representativos de diâmetros, as técnicas para
construção de letras com tamanhos similares, os tipos de representação para raios, seções quadradas
e cotas. Esses assuntos foram introdutórios para a próxima unidade, em que veremos, mais a fundo,
os processos de cotagem.
Ao final dessa primeira caminhada, acreditamos ter construído o conhecimento de forma clara e
concisa, formando, assim, projetistas com uma base sólida de conhecimentos primordiais ao desen-
volvimento de projetos.
39
3. Os projetistas utilizam-se, muitas vezes, de técnicas de geometria para construir
projetos de peças e edificações. Dentre os projetos a seguir, assinale V para os
desenhos que podem ser obtidos pelos respectivos métodos geométricos e F
para os que não podem:
(( ) Construção de paredes a partir do procedimento de construção de linhas
paralelas.
(( ) Desenho de parafusos sextavados por meio do procedimento de construção
de bissetriz.
(( ) Construção de peças arredondadas pelo procedimento de circunferência
tangente a retas.
(( ) Construção de peças arredondadas pelo procedimento de divisão de reta em
2 partes iguais.
(( ) Desenho de parafusos sextavados por meio do procedimento de construção
de hexágono regular.
Assinale a alternativa correta:
a) V-V-V-V-V.
b) V-V-V-F-F.
c) F-F-F-F-F.
d) F-V-F-V-F.
e) V-F-V-F-V.
40
WEB
41
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10068. Folha de desenho – Leiaute e dimensões –
Padronização. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.
______. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10647. Desenho Técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
ARRUDA, C. K. C. Apostila de Desenho Técnico Básico. Campos dos Goytacazes: UCAM, 2004.
FERREIRA, R. C.; FALEIRO, H. T.; SOUZA, R. F. Desenho Técnico. Goiânia: UFG, 2008.
RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico. Lorena:
USP, 2003.
SENAI. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecâ-
nico. São Paulo: LTC, 1997.
______. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Traçados de Caldeiraria. Vitória: LTC, 2005.
REFERÊNCIA ON-LINE
42
1. D.
2. B.
3. E.
43