Estatuto Social
Estatuto Social
CNPJ/ME 08.294.224/0001-65
NIRE [Link]
Companhia Aberta
Artigo 1º - A JHSF PARTICIPAÇÕES S.A. (“Sociedade”) é uma sociedade por ações de capital autorizado, regida
pelo presente Estatuto Social (“Estatuto”), pela legislação aplicável e, enquanto a Sociedade estiver registrada no
segmento especial de negociação de valores mobiliários da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (“B3”) designado Novo
Mercado, a Sociedade, seus acionistas, incluindo seus controladores, Administradores e membros do Conselho
Fiscal, quando instalado, estarão sujeitos às disposições do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da B3
(“Regulamento do Novo Mercado”).
Artigo 2º - A Sociedade tem sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, competindo à Diretoria, por
deliberação de seus membros, estabelecer e transferir o endereço da sede social, abrir, transferir e extinguir filiais,
escritórios ou representações, em qualquer localidade do território brasileiro ou do exterior.
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Artigo 5º - O capital social é de R$[Link],52 (um bilhão, oitocentos e setenta e sete milhões, cento e trinta
e quatro mil, quatrocentos e oitenta e oito reais e cinquenta e dois centavos) dividido em 681.322.756 (seiscentos
e oitenta e um milhões, trezentas e vinte e duas mil, setecentas e cinquenta e seis) ações ordinárias, nominativas,
sem valor nominal.
Artigo 6º - A Sociedade fica autorizada a aumentar o seu capital social, independentemente de reforma
estatutária, mediante emissão de novas ações, desde que o capital social não exceda 752.000.000 (setecentos e
cinquenta e dois milhões) de ações ordinárias.
Parágrafo 1º - Dentro dos limites autorizados neste artigo, poderá a Sociedade, mediante deliberação do Conselho
de Administração, aumentar o capital social independentemente de reforma estatutária. O Conselho de
Administração fixará as condições da emissão, inclusive preço e prazo de integralização.
Parágrafo 2º - Dentro do limite do capital autorizado, o Conselho de Administração poderá deliberar a emissão
de bônus de subscrição.
Parágrafo 3º - Dentro do limite do capital autorizado e de acordo com plano aprovado pela Assembleia Geral, o
Conselho de Administração poderá aprovar a outorga pela Sociedade de opção de compra de ações a seus
administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam
controladas direta ou indiretamente pela Sociedade e, ainda, a pessoas naturais que prestem serviços à
Sociedade, sem direito de preferência para os acionistas.
Artigo 7º - O capital social será representado exclusivamente por ações ordinárias e a cada ação ordinária
corresponderá o direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral.
Parágrafo Único - A Sociedade não poderá emitir ações preferenciais ou partes beneficiárias.
Artigo 8º - Todas as ações da Sociedade serão escriturais e, em nome de seus titulares, serão mantidas em conta
de depósito junto à instituição financeira autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”).
Artigo 9º - A critério do Conselho de Administração, poderá ser realizada emissão, sem direito de preferência ou
com redução do prazo de que trata o parágrafo 4o do Artigo 171 da Lei nº. 6.404/76 (“Lei das Sociedades por
Ações”), de ações e debêntures conversíveis em ações ou bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante
venda em bolsa de valores ou por subscrição pública, ou ainda mediante permuta por ações em oferta pública de
aquisição de controle, nos termos estabelecidos em lei, dentro do limite do capital autorizado.
Artigo 10 - A Sociedade poderá, por deliberação do Conselho de Administração, adquirir suas próprias ações, para
permanência em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação, observadas as condições e requisitos
expressos no Artigo 30 da Lei das Sociedades por Ações e disposições regulamentares aplicáveis.
Artigo 11 - A Assembleia Geral reunir-se-á ordinariamente uma vez por ano e, extraordinariamente, quando
convocada nos termos da Lei das Sociedades por Ações ou deste Estatuto.
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Parágrafo 1º - As deliberações da Assembleia Geral serão tomadas por maioria absoluta de votos presentes,
ressalvadas as exceções previstas na Lei das Sociedades por Ações ou neste Estatuto.
Parágrafo 2º - A Assembleia Geral só poderá deliberar sobre assuntos da ordem do dia, constantes dos respectivos
editais de convocação, ressalvadas as exceções previstas na Lei das Sociedades por Ações.
Artigo 12 - A Assembleia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Conselho de Administração ou, na
sua ausência, por acionista escolhido pelos presentes, cabendo ao Presidente da Assembleia Geral indicar o
secretário.
Artigo 13 - Compete à Assembleia Geral, além de outras atribuições previstas na Lei das Sociedades por
Ações:
Artigo 14 - Qualquer acionista poderá ser representado nas Assembleias Gerais por procurador, na forma do
Artigo 126, parágrafo 1º, da Lei das Sociedades por Ações, devendo os respectivos instrumentos de mandato
serem depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da
Assembleia Geral.
Parágrafo 1º - A investidura nos cargos far-se-á por termo lavrado em livro próprio, assinado pelo administrador
empossado, dispensada qualquer garantia de gestão.
Parágrafo 2º - A posse dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria está condicionada à assinatura
do termo de posse que deve contemplar a sujeição do respectivo administrador à clausula compromissória
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prevista no Artigo 41 deste Estatuto Social, bem como ao atendimento dos requisitos legais aplicáveis. Os
Administradores deverão, imediatamente após a investidura nos respectivos cargos, comunicar à B3 a quantidade
e as características dos valores mobiliários de emissão da Sociedade de que sejam titulares, direta ou
indiretamente, inclusive seus derivativos.
Artigo 16 - A Assembleia Geral fixará uma verba global anual para distribuição entre os administradores e caberá
ao Diretor Presidente deliberar sobre a distribuição da verba individualmente, observado o disposto neste
Estatuto.
Artigo 17 - Observada convocação regular na forma deste Estatuto, qualquer dos órgãos de administração se
reúne validamente com a presença da maioria de seus membros e delibera pelo voto da maioria dos presentes.
Parágrafo Único - Somente será dispensada a convocação prévia de todos os administradores para reunião, como
condição de sua validade, se estiverem presentes todos os membros do órgão a se reunir, admitida, para este fim,
verificação de presença mediante apresentação de votos por escrito entregues por outro membro ou enviados à
Sociedade previamente à reunião.
Do Conselho de Administração
Artigo 18 - O Conselho de Administração será composto por, no mínimo, 5 (cinco) e, no máximo, 9 (nove)
membros, todos eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, com mandato unificado de 1 (um) ano, permitida a
reeleição.
Parágrafo 1º - Na Assembleia Geral Ordinária, os acionistas deverão deliberar qual o número efetivo de membros
do Conselho de Administração.
Parágrafo 2º - Dos membros do Conselho de Administração, no mínimo 2 (dois) membros ou 30% (trinta por
cento), o que for maior, deverão ser Conselheiros Independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo
Mercado e da regulamentação aplicável, e expressamente declarados como tais na ata da Assembleia Geral que
os eleger, sendo também considerado(s) como independente(s) o(s) conselheiro(s) eleito(s) mediante faculdade
prevista nos Artigos 141, parágrafos 4º e 5º, e 239 da Lei das Sociedades por Ações. Quando, em decorrência da
observância do percentual referido neste parágrafo 2º, resultar número fracionário de conselheiros, proceder-se-
á ao arredondamento nos termos do Regulamento do Novo Mercado.
(i) possuir formação acadêmica compatível com o cargo de Conselheiro ou experiência profissional mínima,
tendo exercido funções similares àquelas a serem desempenhadas no mandato de Conselheiro; e
(ii) ter disponibilidade de tempo para desempenho das atribuições enquanto Conselheiro.
Parágrafo 4º -O membro do Conselho de Administração deve ter reputação ilibada, não podendo ser eleito, salvo
dispensa da Assembleia Geral, aquele que (i) ocupar cargos em sociedades que possam ser consideradas
concorrentes da Sociedade ou de suas sociedades controladas direta ou indiretamente; ou (ii) tiver ou representar
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interesse conflitante com a Sociedade. Não poderá ser exercido o direito de voto pelo membro do Conselho de
Administração caso se configurem, supervenientemente, os mesmos fatores de impedimento.
Parágrafo 5º - Na eleição dos membros do Conselho de Administração, se não tiver sido solicitado o processo de
voto múltiplo previsto no Artigo 141 e parágrafos da Lei das Sociedades por Ações, a Assembleia Geral deverá
votar através de chapas, previamente apresentadas por escrito à Sociedade até 5 (cinco) dias antes da data para
a qual estiver convocada a Assembleia, sendo vetada a apresentação de mais de uma chapa pelo mesmo acionista
ou conjunto de acionistas. A mesa não aceitará o registro de qualquer chapa, nem o exercício do direito de voto
na eleição dos membros do Conselho de Administração, em circunstâncias que configurem violação às disposições
da Lei das Sociedades por Ações e/ou deste Estatuto.
Parágrafo 6º - Os membros do Conselho de Administração não poderão ter acesso a informações ou participar de
reuniões de Conselho de Administração relacionadas a assuntos sobre os quais tenham ou representem interesse
conflitante com a Sociedade, ficando expressamente vetado o exercício do seu direito de voto.
Parágrafo 7º - O Conselho de Administração, para melhor desempenho de suas funções, poderá criar, a seu
exclusivo critério e de acordo com as regras que vier a estabelecer, comitês ou grupos de trabalho com objetivos
definidos, sendo integrados por pessoas por ele designadas dentre os membros da administração e/ou outras
pessoas que não façam parte da administração da Sociedade.
Parágrafo 2º - Nas deliberações do Conselho de Administração não será atribuído ao Presidente do Conselho de
Administração o voto de qualidade no caso de empate na votação, devendo apenas prevalecer seu respectivo
voto pessoal.
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realizadas por conferência telefônica, vídeo conferência, correio eletrônico ou por qualquer outro meio de
comunicação no qual haja prova inequívoca da manifestação de voto.
Parágrafo 1º - As convocações para as reuniões serão feitas por escrito com antecedência mínima de 2 (dois) dias,
por meio de carta, telegrama, fax, e-mail ou qualquer forma que permita a comprovação do recebimento da
convocação pelo destinatário, devendo conter a ordem do dia e ser acompanhado de documentação relativa à
ordem do dia.
Parágrafo 2º - Todas as deliberações do Conselho de Administração constarão de atas lavradas no respectivo livro
do Conselho e assinadas pelos conselheiros presentes.
Parágrafo 3º - Nas reuniões do Conselho de Administração são admitidos o voto escrito antecipado e o voto
proferido por fax, correio eletrônico ou por qualquer outro meio de comunicação, computando-se como
presentes os membros que assim votarem; serão ainda considerados presentes à reunião os membros que dela
participem por meio de conferência telefônica, vídeo conferência, ou outro meio que permita a identificação do
Conselheiro e a comunicação simultânea com todas as demais pessoas presentes à reunião.
Parágrafo 4º - Será dispensada a convocação de que trata o parágrafo 1º deste artigo se estiverem presentes à
reunião todos os membros em exercício do Conselho de Administração.
Artigo 21 - Compete ao Conselho de Administração, além de outras atribuições que lhe sejam conferidas pela Lei
das Sociedades por Ações ou pelo Estatuto:
I. exercer as funções normativas das atividades da Sociedade, podendo avocar para seu exame e
deliberação qualquer assunto que não se compreenda na competência privativa da Assembleia Geral ou
da Diretoria;
II. fixar a orientação geral dos negócios da Sociedade e de suas sociedades controladas direta ou
indiretamente;
III. eleger e destituir os Diretores da Sociedade;
IV. atribuir aos Diretores da Sociedade suas respectivas funções, atribuições e limites de alçada não
especificados neste Estatuto, inclusive designando o Diretor de Relações com Investidores da Sociedade,
observado o disposto neste Estatuto;
V. deliberar sobre a convocação da Assembleia Geral, quando julgar conveniente, ou no caso do Artigo 132
da Lei das Sociedades por Ações;
VI. fiscalizar a gestão dos Diretores da Sociedade e de suas sociedades controladas direta ou indiretamente,
examinando, a qualquer tempo, os livros e papéis da Sociedade, e de suas sociedades controladas direta
ou indiretamente, e solicitando informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e
quaisquer outros atos;
VII. apreciar os resultados trimestrais das operações da Sociedade;
VIII. escolher e destituir os auditores independentes da Sociedade, observando-se, nessa escolha, o disposto
na legislação aplicável. A empresa de auditoria externa reportar-se-á ao Conselho de Administração;
IX. convocar os auditores independentes da Sociedade e de suas sociedades controladas direta ou
indiretamente para prestar os esclarecimentos que entender necessários;
X. apreciar o Relatório da Administração e as contas da Diretoria da Sociedade, bem como deliberar sobre a
submissão das referidas contas à Assembleia Geral;
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XI. aprovar: (i) os orçamentos anuais da Sociedade e de suas sociedades controladas direta ou indiretamente;
(ii) os planos anuais de negócios da Sociedade e de suas sociedades controladas direta ou indiretamente;
(iii) os projetos de expansão e os programas de investimento da Sociedade e de suas sociedades
controladas direta ou indiretamente;
XII. aprovar proposta para: (i) operações de mudança do tipo jurídico da Sociedade, incluindo transformação,
cisão, incorporação (e incorporação de ações) e fusão; (ii) a criação e supressão de controladas ou
subsidiárias integrais pela Sociedade; (iii) a aquisição ou alienação parcial ou total de ações, quotas ou
participações de quaisquer sociedades pela Sociedade; e (iv) a participação da Sociedade, em outras
sociedades no País ou no exterior;
XIII. determinar a realização de inspeções, auditoria ou tomada de contas nas subsidiárias ou controladas
diretas e indiretas da Sociedade;
XIV. autorizar a emissão de ações da Sociedade, nos limites autorizados no Artigo 6º deste Estatuto, fixando
as condições de emissão, inclusive preço e prazo de integralização, podendo, ainda, excluir (ou reduzir
prazo para) o direito de preferência nas emissões de ações, bônus de subscrição e debêntures
conversíveis, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa ou por subscrição pública ou mediante
permuta por ação em oferta pública de aquisição de controle, nos termos estabelecidos em lei;
XV. deliberar sobre a aquisição pela Sociedade de ações de sua própria emissão, ou sobre o lançamento de
opções de venda e compra referenciadas em ações de emissão da Sociedade, para manutenção em
tesouraria e/ou posterior cancelamento ou alienação;
XVI. deliberar sobre a emissão de bônus de subscrição, como previsto no parágrafo 2º do Artigo 6º deste
Estatuto;
XVII. aprovar outorga de opção de compra de ações a seus administradores e empregados, assim como aos
administradores e empregados de sociedades que sejam controladas direta ou indiretamente pela
Sociedade, sem direito de preferência para os acionistas nos termos dos programas previamente
aprovados em Assembleia Geral, bem como aprovar a outorga de opção de compra de ações ao Diretor
Presidente, se houver, cabendo ao Diretor Presidente outorgar as demais opções nos termos deste inciso;
XVIII. estabelecer a política geral de salários e demais políticas gerais de pessoal, incluindo, mas não se limitando
a quaisquer benefícios, bônus, qualquer outro componente de remuneração e participação nos resultados
da Sociedade;
XIX. deliberar sobre a emissão de (a) debêntures simples, conversíveis ou não em ações, sendo que, no caso
de debêntures conversíveis em ações o Conselho de Administração estará obrigado a observar o limite do
capital autorizado previsto no Artigo 6º deste Estatuto, devendo especificar o limite do aumento de capital
decorrente da conversão das debêntures em número de ações; e (b) commercial papers;
XX. autorizar a Sociedade a prestar garantias a obrigações de suas sociedades controladas direta ou
indiretamente, incluindo a prestação de garantias a obrigações de condomínios controlados direta ou
indiretamente pela Companhia, cujos valores sejam superiores a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de
reais), sendo expressamente vedada a outorga de garantias a obrigações de terceiros, exceto em casos
específicos a serem aprovados pelo Conselho de Administração;
XXI. aprovar qualquer aquisição ou alienação de bens ou direitos pela Sociedade e/ou por suas sociedades
controladas direta ou indiretamente, não prevista no orçamento anual, envolvendo um valor de mercado
superior a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), com exceção dos bens e direitos contabilizados
como estoque;
XXII. aprovar a criação de ônus reais sobre os bens ou direitos da Sociedade e/ou de suas sociedades
controladas direta ou indiretamente, ou a outorga de garantias a terceiros por obrigações da própria
Sociedade ou de suas sociedades controladas direta ou indiretamente ou de condomínios controlados
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direta ou indiretamente pela Companhia, em qualquer desses casos não prevista no orçamento anual,
cujo valor seja superior a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais);
XXIII. requerer falência, recuperação judicial ou extrajudicial pela Sociedade, bem como aprovar o
requerimento de falência, recuperação judicial ou extrajudicial por suas sociedades controladas direta ou
indiretamente;
XXIV. dispor, observadas as normas deste Estatuto e da legislação vigente, sobre a ordem de seus trabalhos e
adotar ou baixar normas regimentais para seu funcionamento;
XXV. aprovar qualquer transação ou conjunto de transações cujo valor seja igual ou superior a R$ 5.000.000,00
(cinco milhões de reais) entre a Sociedade, ou suas sociedades controladas direta ou indiretamente, e (i)
seus Acionistas Controladores, conforme tal termo é definido no Regulamento de Listagem do Novo
Mercado, (ii) qualquer pessoa física, incluindo o cônjuge e parentes até terceiro grau, ou pessoa jurídica
que detenha, direta ou indiretamente, o controle das pessoas jurídicas controladoras da Sociedade, ou
(iii) qualquer pessoa jurídica, que não as sociedades controladas e/ou coligadas à Companhia, em que
quaisquer dos Acionistas Controladores, direta ou indiretamente, incluindo o cônjuge e parentes até
terceiro grau, detenham participação societária. Independentemente do valor envolvido, todas as
transações entre a Sociedade e as pessoas acima previstas devem ser realizadas em termos e condições
de mercado (arms' length);
XXVI. declarar dividendos intermediários e intercalares e o pagamento de juros sobre capital próprio, observado
o disposto na lei e no capítulo VI deste Estatuto;
XXVII. manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações
que tenha por objeto as ações de emissão da Sociedade, por meio de parecer prévio fundamentado,
divulgado em até 15 (quinze) dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que
deverá abordar, no mínimo: (i) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações
quanto ao interesse do conjunto dos acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua
titularidade; (ii) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Sociedade;
(iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Sociedade; e (iv) outros pontos que o
Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as informações exigidas pelas regras
aplicáveis estabelecidas pela CVM; e
XXVIII. definir a lista tríplice de empresas especializadas em avaliação econômica de empresas, para a elaboração
de laudo de avaliação das ações da Sociedade, em caso de oferta pública de aquisição de ações para
cancelamento de registro de companhia aberta ou para saída do Novo Mercado.
Da Diretoria
Artigo 22 - A Diretoria, cujos membros serão eleitos e destituíveis a qualquer tempo pelo Conselho de
Administração, será composta por, no mínimo, 2 (dois) e, no máximo, 9 (nove) Diretores, sendo um Diretor
Presidente, até dois Diretores Vice-Presidentes, um Diretor Financeiro, um Diretor de Relações com Investidores,
um Diretor Jurídico e os demais Diretores sem designação específica, cujo respectivo título e função serão
atribuídos pelo Conselho de Administração no momento da eleição. O cargo de Diretor de Relações com
Investidores poderá ser exercido cumulativamente com qualquer cargo de Diretor, podendo ainda o Conselho de
Administração determinar a cumulação de qualquer cargo de Diretor em um ou mais Diretores.
Parágrafo 1º - Compete ao Diretor Presidente coordenar a ação dos Diretores e dirigir a execução das atividades
relacionadas com o planejamento geral da Sociedade, além das funções, atribuições e poderes a ele cometidos
pelo Conselho de Administração, e observadas a política e orientação previamente traçadas pelo Conselho de
Administração: (i) convocar e presidir as reuniões da Diretoria; (ii) superintender as atividades de administração
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da Sociedade, coordenando e supervisionando as atividades dos membros da Diretoria; (iii) representar a
Sociedade ativa e passivamente, em juízo ou fora dele; (iv) coordenar a política de pessoal, organizacional,
gerencial, operacional e de marketing da Sociedade; (v) anualmente, elaborar e apresentar ao Conselho de
Administração o plano anual de negócios e o orçamento anual da Sociedade; e (vi) administrar os assuntos de
caráter societário em geral.
Parágrafo 2º - Compete ao Diretor de Relações com Investidores prestar informações ao público investidor, à
CVM e às bolsas de valores e mercados de balcão organizado em que a Sociedade estiver registrada, e manter
atualizado o registro de companhia aberta da Sociedade, cumprindo toda a legislação e regulamentação aplicável
às companhias abertas.
Parágrafo 3º - Compete ao Diretor Jurídico: (i) organizar, coordenar e supervisionar os assuntos e as atividades de
caráter jurídico da Sociedade, em seus aspectos técnicos, operacionais e estratégicos; (ii) aconselhar a Sociedade
na tomada de decisões que envolvam questões legais; e, (iii) contratar e supervisionar os serviços jurídicos
prestados por profissionais externos.
Parágrafo 1º - Os membros da Diretoria não reeleitos permanecerão no exercício dos respectivos cargos até a
posse dos novos Diretores.
Parágrafo 2º -Na hipótese de impedimento definitivo ou vacância do cargo, observar-se-á o seguinte: (a) quando
do Diretor Presidente, será imediatamente convocada reunião do Conselho de Administração para que seja
preenchido o cargo ou deliberada a cumulação de atribuições; (b) nos demais casos caberá ao Diretor Presidente
indicar, havendo ausência ou impedimento eventual de qualquer diretor, um diretor substituto que cumulará as
atribuições de seu cargo com as do diretor substituído, devendo ser realizada, dentro de trinta dias no máximo,
reunião do Conselho de Administração para eleição do substituto, que completará o mandato do diretor
substituído.
Parágrafo 3º -A ausência ou impedimento de qualquer diretor por período contínuo superior a trinta dias, exceto
se autorizada pelo Conselho de Administração, determinará o término do respectivo mandato, aplicando-se o
disposto no parágrafo 2º desde artigo.
Parágrafo 4º -Um diretor não poderá substituir, simultaneamente, mais do que um outro diretor.
Parágrafo 5º -A Diretoria reunir-se-á por convocação de seu Diretor Presidente ou por quaisquer dois membros
em conjunto, sempre que os interesses sociais o exigirem. As reuniões deverão ser realizadas na sede social e
serão instaladas com a presença da maioria de seus membros, dentre eles necessariamente o Diretor Presidente
ou um dos Diretores Vice-Presidentes, sendo as respectivas deliberações tomadas pelo voto da maioria dos
membros presentes. Serão lavradas no Livro competente atas com as correspondentes deliberações.
Parágrafo 6º - Para exercer o cargo de Diretor da Sociedade é necessário que o candidato, na data da eleição,
tenha menos que 65 (sessenta e cinco) anos de idade, sendo que, no dia 31 de janeiro seguinte ao atingimento
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por qualquer Diretor da idade de 65 (sessenta e cinco) anos, cessará automaticamente, de forma antecipada, a
vigência do respectivo mandato.
Artigo 24 - A Diretoria tem todos os poderes para praticar os atos necessários à consecução do objeto social, por
mais especiais que sejam, inclusive para alienar e onerar bens, renunciar a direitos, transigir e acordar, observadas
as disposições legais ou estatutárias pertinentes e as deliberações tomadas pela Assembleia Geral e pelo Conselho
de Administração. Compete-lhe administrar e gerir os negócios da Sociedade, especialmente:
Parágrafo 1º - A Companhia deverá ser representada pelo Diretor Presidente em conjunto com qualquer outro
diretor para outorga de autorizações aos administradores das sociedades controladas pela Companhia
(“Controlada”) para:
a) Adquirir, vender, hipotecar ou de qualquer forma alienar ou onerar bens imóveis ou móveis, inclusive
participações societárias, de titularidade de Controlada cujo valor seja superior a R$ 30.000.000,00 (trinta
milhões de reais), com exceção dos bens e direitos contabilizados como estoque;
b) Outorga pela Controlada de quaisquer garantias a terceiros, inclusive aval, cujo valor seja superior a R$
30.000.000,00 (trinta milhões de reais);
c) Celebração pela Controlada de quaisquer espécies de contratos, envolvendo valor superior a R$
30.000.000,00 (trinta milhões de reais); e
d) Decidir ou tomar qualquer procedimento legal relacionado à transformação, incorporação, fusão ou cisão
de Controlada.
Parágrafo 2º - As procurações serão sempre outorgadas em nome da Sociedade por quaisquer dois Diretores em
conjunto, sendo um deles necessariamente o Diretor Presidente ou um Diretor Vice-Presidente, e terão prazo de
validade limitado ao máximo de um ano, salvo em relação às procurações outorgadas para fins de representação
judicial e àquelas procurações outorgadas no âmbito de operações estruturadas e/ou financeiras realizadas junto
ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que poderão ser outorgadas sem limitação
de prazo de validade.
Parágrafo 3º - É vedado à Sociedade conceder financiamento ou garantias de qualquer espécie a terceiros, sob
qualquer modalidade, para negócios estranhos aos interesses sociais da Companhia ou de Controladas.
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Do Conselho Fiscal
Artigo 26 - O Conselho Fiscal é de caráter não permanente e será instalado mediante solicitação dos acionistas,
na forma da lei. Quando instalado, o Conselho Fiscal será composto por 3 (três) a 5 (cinco) membros e igual
número de suplentes, os quais exercerão seus cargos até a primeira Assembleia Geral Ordinária que se realizar
após a sua eleição, e poderão ser reeleitos.
(i) possuir formação acadêmica compatível com o cargo de Conselheiro ou experiência profissional mínima,
tendo exercido funções similares àquelas a serem desempenhadas no mandato de Conselheiro; e
(ii) ter disponibilidade de tempo para desempenho das atribuições enquanto Conselheiro.
A posse dos membros do Conselho Fiscal estará condicionada à assinatura do termo de posse que deve
contemplar a sujeição do respectivo administrador à clausula compromissória prevista no Artigo 41 deste Estatuto
Social, bem como ao atendimento dos requisitos legais aplicáveis. Os membros do Conselho Fiscal deverão,
imediatamente após a investidura nos respectivos cargos, comunicar à B3 a quantidade e as características dos
valores mobiliários de emissão da Sociedade de que sejam titulares, direta ou indiretamente, inclusive seus
derivativos.
Parágrafo 2º - Ocorrendo a vacância do cargo do membro do Conselho Fiscal, o respectivo suplente ocupará seu
lugar, não havendo suplente a Assembleia Geral será convocada para proceder à eleição de membro para o cargo
vago.
Parágrafo 3º - O regulamento interno aplicável ao Conselho Fiscal será estabelecido pela Assembleia Geral.
Parágrafo 5º -A remuneração dos membros do Conselho Fiscal, além do reembolso obrigatório das despesas de
locomoção e estadia necessárias ao desempenho da função será fixada pela Assembleia Geral que os eleger,
observado o disposto na Lei das Sociedades por Ações.
Artigo 27 - O Comitê de Auditoria Estatutário é de caráter permanente e será instalado pelo Conselho de
Administração. Quando instalado, será composto por 3 (três) membros, eleitos pelo Conselho de Administração,
os quais exercerão seus cargos por um prazo de, no máximo, 10 (dez) anos após sua eleição.
Parágrafo 2º - O Regimento Interno aplicável ao Comitê de Auditoria Estatutário será estabelecido pelo Conselho
de Administração, o qual estabelecerá seu funcionamento e definição das atividades de seu coordenador.
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Parágrafo 3º - As disposições estabelecidas no Artigo 20, no que se refere à convocação, procedimentos e reuniões
do Conselho de Administração, aplicar-se-ão, no que couber, às reuniões do Comitê de Auditoria Estatutário.
Parágrafo 4º - A remuneração dos membros do Comitê de Auditoria Estatutário, além da respectiva dotação
orçamentária, será fixada pelo Conselho de Administração.
Parágrafo 1º - Ao fim de cada exercício social, a Diretoria fará elaborar, com observância dos preceitos legais
pertinentes, as seguintes demonstrações financeiras, sem prejuízo de outras demonstrações exigidas pelo
Regulamento do Novo Mercado:
I. balanço patrimonial;
II. demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
III. demonstração do resultado do exercício;
IV. demonstração dos fluxos de caixa; e
V. demonstração de valor adicionado.
I. 5% (cinco por cento) será aplicado, antes de qualquer outra destinação, para a formação da reserva legal,
até atingir 20% (vinte por cento) do capital social subscrito;
II. pagamento de dividendo obrigatório, observado o disposto no Artigo 28 deste Estatuto e a Lei das
Sociedades por Ações;
III. constituição de reserva de lucros e distribuição de dividendos além dos dividendos obrigatórios nas
condições da Lei das Sociedades por Ações.
Artigo 29 - Os acionistas terão direito a receber, em cada exercício, a título de dividendos, um percentual
mínimo obrigatório de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o lucro líquido do exercício, com os seguintes ajustes:
I. o decréscimo das importâncias destinadas, no exercício, à constituição da reserva legal e de reservas para
contingências; e
II. o acréscimo das importâncias resultantes da reversão, no exercício, de reservas para contingências,
anteriormente formadas.
Parágrafo 1º - Sempre que o montante do dividendo mínimo obrigatório ultrapassar a parcela realizada do lucro
líquido do exercício, a administração poderá propor e a Assembleia Geral aprovar a destinação do excesso à
constituição de reserva de lucros a realizar (Artigo 197 da Lei das Sociedades por Ações).
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Parágrafo 2º - A Assembleia Geral poderá atribuir aos Administradores uma participação nos lucros, observados
os limites legais pertinentes. É condição para pagamento de tal participação a atribuição aos acionistas do
dividendo obrigatório a que se refere este artigo. Sempre que for levantado balanço semestral e com base nele
forem pagos dividendos intermediários em valor ao menos igual a 25% (vinte e cinco por cento) sobre o lucro
líquido do período, calculado nos termos deste artigo, poderá ser paga por deliberação do Conselho de
Administração, aos Administradores, uma participação no lucro semestral, ad referendum da Assembleia Geral.
Parágrafo 3º - A Assembleia Geral pode deliberar, a qualquer momento, distribuir dividendos à conta de reservas
de lucros de exercícios anteriores, assim mantidos por força de deliberação da Assembleia Geral, depois de
atribuído em cada exercício, aos acionistas, o dividendo obrigatório a que se refere este artigo.
Parágrafo 5º - Os dividendos não recebidos ou reclamados prescreverão no prazo de três anos, contados da data
em que tenham sido postos à disposição dos acionistas e reverterão em favor da Sociedade.
Parágrafo 6° - O Conselho de Administração deliberará sobre o pagamento ou crédito de juros sobre o capital
próprio, ad referendum da Assembleia Geral Ordinária que apreciar as demonstrações financeiras relativas ao
exercício social em que tais juros foram pagos ou creditados.
Parágrafo 7º - A Companhia poderá realizar o pagamento de dividendos em dinheiro e/ou em outros ativos, por
deliberação e conforme os critérios a serem definidos pelo Conselho de Administração.
Artigo 30 - A alienação do controle acionário da Sociedade, direta ou indiretamente, tanto por meio de uma
única operação, como por meio de operações sucessivas, deverá ser contratada sob condição de que o Adquirente
se obrigue a efetivar oferta pública de aquisição das ações dos demais acionistas, observando as condições e os
prazos previstos na legislação vigente e no Regulamento do Novo Mercado, de forma a lhes assegurar tratamento
igualitário àquele dado ao Acionista Controlador Alienante.
Parágrafo Único - A oferta pública referida neste artigo também deverá ser efetivada:
I. nos casos em que houver cessão onerosa de direitos de subscrição de ações e de outros títulos ou direitos
relativos a valores mobiliários conversíveis em ações, que venha a resultar na Alienação do Controle da
Sociedade; ou
II. em caso de alienação indireta de controle de companhia que detenha o Poder de Controle da Sociedade,
sendo que, nesse caso, o Adquirente ficará obrigado a declarar à B3 o valor atribuído à Sociedade nessa
alienação e anexar documentação que comprove esse valor.
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Artigo 31 - Aquele que adquirir o Poder de Controle, em razão de contrato particular de compra de ações,
celebrado com o Acionista Controlador, envolvendo qualquer quantidade de ações, estará obrigado a:
Artigo 32 - A Sociedade não registrará qualquer transferência de ações para o Adquirente do Poder de
Controle, ou para aquele(s) que vier(em) a deter o Poder de Controle, enquanto este(s) não subscrever(em) o
Termo de Anuência dos Controladores a que se refere o Regulamento do Novo Mercado.
Artigo 33 - Nenhum acordo de acionistas que disponha sobre o exercício do Poder de Controle poderá ser
registrado na sede da Sociedade enquanto os seus signatários não tenham subscrito o Termo de Anuência dos
Controladores a que se refere o Regulamento do Novo Mercado.
Artigo 34 - Qualquer Pessoa que venha a adquirir ou se torne titular, por qualquer motivo, de ações de
emissão da Sociedade; ou de outros direitos, inclusive usufruto ou fideicomisso, sobre ações de emissão da
Sociedade em quantidade igual ou superior a 15% (quinze por cento) do seu capital social (“Pessoa Relevante”)
deverá efetivar uma oferta pública de aquisição de ações específica para a hipótese prevista neste artigo para
aquisição da totalidade das ações de emissão da Sociedade, observando-se o disposto na regulamentação
aplicável da CVM, os regulamentos da B3 e os termos deste artigo. A Pessoa Relevante deverá realizar a referida
oferta pública de aquisição de ações no prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da data de aquisição ou do
evento que resultou na titularidade de ações ou direitos em quantidade igual ou superior a 15% (quinze por cento)
do capital social da Sociedade. A palavra “Pessoa” aqui utilizada deverá ser interpretada de acordo com a seguinte
definição: “Pessoa” significa qualquer pessoa, incluindo, sem limitação, qualquer pessoa natural ou jurídica, fundo
de investimento, condomínio, carteira de títulos, universalidade de direitos, ou outra forma de organização,
residente, com domicílio ou com sede no Brasil ou no exterior, ou Grupo de Acionistas.
Parágrafo 1º - A oferta pública de aquisição de ações deverá ser (i) dirigida indistintamente a todos os acionistas
da Sociedade, (ii) efetivada em leilão a ser realizado na B3, (iii) lançada pelo preço determinado de acordo com o
previsto no parágrafo 2º deste artigo, e (iv) paga à vista, em moeda corrente nacional, contra a aquisição na oferta
pública de aquisição de ações de emissão da Sociedade.
Parágrafo 2º - O preço de aquisição na oferta pública de aquisição de ações de cada ação de emissão da Sociedade
não poderá ser inferior ao maior valor entre (i) 150% (cento e cinquenta por cento) do valor econômico apurado
em laudo de avaliação; (ii) 150% (cento e cinquenta por cento) do preço de emissão das ações em qualquer
aumento de capital realizado mediante distribuição pública ocorrido no período de 12 (doze) meses que anteceder
a data em que se tornar obrigatória a realização da oferta pública de aquisição de ações nos termos deste Artigo
33, devidamente atualizado pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, divulgado pelo IBGE,
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até o momento do pagamento; (iii) 150% (cento e cinquenta por cento) da cotação unitária média das ações de
emissão da Sociedade, durante o período de 90 (noventa) dias anterior à realização da oferta pública de aquisição
de ações, ponderada pelo volume de negociação, na bolsa de valores em que houver o maior volume de
negociações das ações de emissão da Sociedade; e (iv) 150% (cento e cinquenta por cento) do maior valor pago
pela Pessoa Relevante por ações da Sociedade em qualquer tipo de negociação, no período de 12 (doze) meses
que anteceder a data em que se tornar obrigatória a realização da oferta pública de aquisição de ações nos termos
deste Artigo 33. Caso a regulamentação da CVM aplicável à oferta pública de aquisição de ações prevista neste
caso determine a adoção de um critério de cálculo para a fixação do preço de aquisição de cada ação da Sociedade
na oferta pública de aquisição de ações que resulte em preço de aquisição superior, deverá prevalecer na
efetivação da oferta pública de aquisição de ações prevista aquele preço de aquisição calculado nos termos da
regulamentação da CVM.
Parágrafo 3º - A realização da oferta pública de aquisição de ações mencionada no caput deste artigo não excluirá
a possibilidade de outro acionista da Sociedade, ou, se for o caso, a própria Sociedade, formular uma oferta pública
de aquisição de ações concorrente, nos termos da regulamentação aplicável.
Parágrafo 4º - A Pessoa Relevante deverá atender eventuais solicitações ou exigências da CVM relativas à oferta
pública de aquisição de ações dentro dos prazos prescritos na regulamentação aplicável.
Parágrafo 5º - Na hipótese da Pessoa Relevante não cumprir com as obrigações impostas por este artigo, inclusive
no que concerne ao atendimento dos prazos máximos (i) para a realização da oferta pública de aquisição de ações;
ou (ii) para atendimento das eventuais solicitações ou exigências da CVM, o Conselho de Administração da
Sociedade convocará Assembleia Geral Extraordinária, na qual a Pessoa Relevante não poderá votar, para
deliberar sobre a suspensão do exercício dos direitos da Pessoa Relevante que não cumpriu com qualquer
obrigação imposta por este artigo, conforme disposto no Artigo 120 da Lei das Sociedades por Ações, sem prejuízo
da responsabilidade da Pessoa Relevante por perdas e danos causados aos demais acionistas em decorrência do
descumprimento das obrigações impostas por este artigo.
Parágrafo 6º - O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de uma Pessoa se tornar titular de ações de
emissão da Sociedade em quantidade superior a 15% (quinze por cento) do total das ações de sua emissão em
decorrência (i) de sucessão legal, sob a condição de que o acionista aliene o excesso de ações em até 30 (trinta)
dias contados do evento relevante; (ii) da incorporação de uma outra sociedade pela Sociedade, (iii) da
incorporação de ações de uma outra sociedade pela Sociedade, ou (iv) da subscrição de ações da Sociedade,
realizada em uma única emissão primária, que tenha sido aprovada em Assembleia Geral de acionistas da
Sociedade, convocada pelo seu Conselho de Administração, e cuja proposta de aumento de capital tenha
determinado a fixação do preço de emissão das ações com base em valor econômico obtido a partir de um laudo
de avaliação econômico-financeira da Sociedade realizada por empresa especializada com experiência
comprovada em avaliação de companhias abertas.
Parágrafo 7º - Para fins do cálculo do percentual de 15% (quinze por cento) do capital total descrito no caput
deste artigo, não serão computados os acréscimos involuntários de participação acionária resultantes de
cancelamento de ações em tesouraria, resgate de ações ou de redução do capital social da Sociedade com o
cancelamento de ações.
Parágrafo 8º - O laudo de avaliação de que trata o parágrafo 2º acima deverá ser elaborado por instituição ou
empresa especializada, com experiência comprovada e independente quanto ao poder de decisão da Sociedade,
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seus administradores e controladores, devendo o laudo também satisfazer os requisitos do parágrafo 1º do Artigo
8º da Lei das Sociedades por Ações e conter a responsabilidade prevista no parágrafo 6º do mesmo artigo da lei.
A escolha da instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do valor econômico da
Sociedade é de competência privativa do Conselho de Administração. Os custos de elaboração do laudo de
avaliação deverão ser assumidos integralmente pela Pessoa Relevante.
Artigo 35 - Na oferta pública de aquisição de ações a ser efetivada pelo Acionista Controlador ou pela
Sociedade, para o cancelamento do registro de companhia aberta da Sociedade, o preço mínimo a ser ofertado
deverá corresponder ao Valor Econômico apurado em laudo de avaliação elaborado nos termos do Artigo 39 deste
Estatuto, respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.
Artigo 36 - É facultada a formulação de uma única oferta pública de aquisição de ações, visando a mais de uma
das finalidades previstas neste Capítulo VII, no Regulamento do Novo Mercado ou na regulamentação emitida
pela CVM, desde que seja possível compatibilizar os procedimentos de todas as modalidades de oferta pública de
aquisição de ações e não haja prejuízo para os destinatários da oferta e seja obtida a autorização da CVM quando
exigida pela legislação aplicável.
Parágrafo Único - Não obstante os Artigos 33, 35 e 36 deste Estatuto, as disposições do Regulamento do Novo
Mercado prevalecerão nas hipóteses de prejuízo dos direitos dos destinatários da oferta mencionada em referidos
artigos.
Artigo 37 - Os acionistas responsáveis pela realização da oferta pública de aquisição de ações prevista neste
Capítulo VII, no Regulamento do Novo Mercado ou na regulamentação emitida pela CVM poderão assegurar sua
efetivação por intermédio de qualquer acionista ou terceiro. Os acionistas não se eximem da obrigação de realizar
a oferta pública de aquisição de ações até que a mesma seja concluída com observância das regras aplicáveis.
Artigo 38 - Caso seja deliberada a saída da Sociedade do Novo Mercado para que os valores mobiliários por
ela emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado, ou em virtude de operação de
reorganização societária, na qual a sociedade resultante dessa reorganização não tenha seus valores mobiliários
admitidos a negociação no Novo Mercado no prazo de 120 (cento e vinte) dias contados da data da Assembleia
Geral que aprovou a referida operação, o Acionista Controlador deverá efetivar oferta pública de aquisição das
ações pertencentes aos demais acionistas da Sociedade, no mínimo, pelo seu respectivo Valor Econômico, a ser
apurado em laudo de avaliação elaborado nos termos do Artigo 39 deste Estatuto, respeitadas as normas legais e
regulamentares aplicáveis.
Parágrafo 1º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador, caso seja deliberada a saída da Sociedade do Novo
Mercado para que os valores mobiliários por ela emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo
Mercado, ou em virtude de operação de reorganização societária, na qual a sociedade resultante dessa
reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado no prazo de 120
(cento e vinte) dias contados da data da Assembleia Geral que aprovou a referida operação, a saída estará
condicionada à realização de oferta pública de aquisição de ações nas mesmas condições previstas no caput deste
artigo.
Parágrafo 2º - A referida Assembleia Geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da oferta pública de
aquisição de ações, o(s) qual(is), presente(s) na assembleia, deverá(ão) assumir expressamente a obrigação de
realizar a oferta.
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Parágrafo 3º - Na ausência de definição dos responsáveis pela realização da oferta pública de aquisição de ações,
no caso de reorganização societária, na qual a companhia resultante dessa reorganização não tenha os seus
valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado, caberá aos acionistas que votaram favoravelmente
à reorganização societária realizar a referida oferta.
Parágrafo 1º - O Acionista Controlador deverá efetivar a oferta pública de aquisição de ações prevista no caput
desse artigo.
Parágrafo 2º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida no caput
decorrer de deliberação da Assembleia Geral, os acionistas que tenham votado a favor da deliberação que
implicou o respectivo descumprimento deverão efetivar a oferta pública de aquisição de ações prevista no caput.
Parágrafo 3º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida no caput
ocorrer em razão de ato ou fato da administração, os Administradores da Sociedade deverão convocar Assembleia
Geral de acionistas cuja ordem do dia será a deliberação sobre como sanar o descumprimento das obrigações
constantes do Regulamento do Novo Mercado ou, se for o caso, deliberar pela saída da Sociedade do Novo
Mercado.
Parágrafo 4º - Caso a Assembleia Geral mencionada no parágrafo acima delibere pela saída da Sociedade do Novo
Mercado, a referida Assembleia Geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da oferta pública de
aquisição de ações prevista no caput, o(s) qual(is), presente(s) na Assembleia Geral, deverá(ão) assumir
expressamente a obrigação de realizar a oferta.
Artigo 40 - O laudo de avaliação de que tratam os Artigos 33, 34 e 37 deste Estatuto deverá ser elaborado
por instituição ou empresa especializada, com experiência comprovada e independência quanto ao poder de
decisão da Sociedade, seus Administradores e Controladores, devendo o laudo também satisfazer os requisitos
do parágrafo 1º do Artigo 8º da Lei das Sociedades por Ações e conter a responsabilidade prevista no parágrafo
6º desse mesmo artigo.
Parágrafo 2º - Os custos de elaboração do laudo de avaliação exigido deverão ser assumidos integralmente pelo
ofertante.
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CAPÍTULO VIII - DO JUÍZO ARBITRAL
Artigo 42 - A Sociedade entrará em liquidação nos casos determinados na Lei das Sociedades por Ações, cabendo
à Assembleia Geral eleger o liquidante ou liquidantes, bem como o Conselho Fiscal que deverá funcionar nesse
período, obedecidas as formalidades legais.
Artigo 43 - Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela Assembleia Geral e regulados de acordo com o
que preceitua a Lei das Sociedades por Ações.
Artigo 44 - O disposto no Artigo 33 deste Estatuto não se aplica aos acionistas que, direta ou indiretamente, já
eram titulares de 15% (quinze por cento) ou mais do total de ações de emissão da Sociedade e seus sucessores na
data da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 01 de fevereiro de 2007, aplicando-se exclusivamente
àqueles investidores que adquiriram ações e se tornaram acionistas da Sociedade após tal Assembleia Geral.
Artigo 45 - Os termos utilizados em letra maiúscula neste Estatuto que não tiverem seu significado expressamente
definido neste instrumento ou na Lei das Sociedades por Ações, terão o significado que lhes é atribuído no
Regulamento do Novo Mercado.
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