Versão Celular
Folheto Oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Ano C – n o 50 – 7 de setembro de 2025
23o Domingo do
Tempo Comum
Ano Santo – Mês da Bíblia
Produção: Editora Nossa Senhora da Paz
Vicariato para comunicação social
Ano C – n o 50 – 7 de setembro de 2025
23 Domingo do Tempo Comum
o
Ano Santo – Mês da Bíblia
A Liturgia de hoje nos convida a refletir sobre as exi-
gências para seguir Jesus, um caminho que nos leva
a abraçar a cruz com coragem e amor. Neste mês da
Bíblia, somos convidados ao estudo, reflexão e oração
a partir da Carta aos Romanos com o lema “A espe-
rança não decepciona” (Rm 5,5). Que, ao iniciarmos esta
Missa, possamos abrir nossos corações para vivermos
com autenticidade e compromisso, o verdadeiro cami-
nho da felicidade em Cristo.
Ritos Iniciais
1. Canto de Entrada (De pé)
REFRÃO: A Bíblia é a Palavra de Deus semeada
no meio do povo, / que cresceu, cresceu e nos trans-
formou / ensinando-nos viver um mundo novo.
1. Deus é bom, nos ensina a viver. / Nos revela a cami-
nho a seguir: / só no amor partilhando seus dons, /
sua presença iremos sentir.
Entrada e Comunhão: Fr. Fabreti; Ofertas: Pe. Ney Brasil; Final: Orani João Cardeal Tempesta, O.
Cist. e Maestro Marcos Paulo Mendes.
2. Somos povo, o povo de Deus, / e formamos o Reino
de irmãos. / E a Palavra que é viva nos guia / e ali-
menta a nossa união.
2. Saudação
P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T. Amém.
P. A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cris-
to, nosso Senhor, estejam convosco.
T. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de
Cristo.
Antífona da Entrada (Cf. Sl 118,137.124)
Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julga-
mentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor,
tratai-me.
3. Ato Penitencial
P. Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados,
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
(Momento de silêncio)
P. Senhor, que sois a plenitude da verdade e da graça,
tende piedade de nós.
T. Senhor, tende piedade de nós.
P. Cristo, que vos tornastes pobre para nos enriquecer,
tende piedade de nós.
T. Cristo, tende piedade de nós.
P. Senhor, que viestes para fazer de nós o vosso povo
santo, tende piedade de nós.
T. Senhor, tende piedade de nós.
P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, per-
doe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T. Amém.
4. Hino de Louvor
P. Glória a Deus nas alturas,
T. e paz na terra aos homens por Ele amados. /
Senhor Deus, rei dos céus, / Deus Pai todo-pode-
roso. / Nós vos louvamos, / nós vos bendizemos, /
nós vos adoramos, / nós vos glorificamos, / nós vos
damos graças por vossa imensa glória. / Senhor
Jesus Cristo, Filho Unigênito, / Senhor Deus, / Cor-
deiro de Deus, / Filho de Deus Pai. / Vós que tirais
o pecado do mundo, / tende piedade de nós. / Vós
que tirais o pecado do mundo, / acolhei a nossa
súplica. / Vós que estais à direita do Pai, / tende
piedade de nós. / Só vós sois o Santo, / só vós, o
Senhor, / só vós, o Altíssimo, / Jesus Cristo, / com
o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. / Amém.
5. Coleta
P. OREMOS: Ó Deus, olhai com bondade os que redi-
mistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos
que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a heran-
ça eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do
Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
T. Amém.
Liturgia da Palavra
L. Somente com a luz da divina Sabedoria conseguimos
de forma livre e apaixonada carregar a cruz e seguir
o Senhor.
6. Primeira Leitura (Sb 9,13-18b) (Sentados)
Leitura do Livro da Sabedoria
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“Qual é o homem que pode conhecer os desígnios de
Deus? Ou quem pode imaginar o desígnio do Senhor?
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Na verdade, os pensamentos dos mortais são tími-
dos e nossas reflexões incertas: porque o corpo cor-
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ruptível torna pesada a alma e tenda de argila oprime
a mente que pensa. Mal podemos conhecer o que
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há na terra, e com muito custo compreendemos o
que está ao alcance de nossas mãos; quem, portanto,
investigará o que há nos céus? Acaso alguém teria
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conhecido o teu desígnio, sem que lhe desses Sabe-
doria e do alto lhe enviasses teu santo espírito? Só
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assim se tornaram retos os caminhos dos que estão
na terra, e os homens aprenderam o que te agrada, e
pela Sabedoria foram salvos.” Palavra do Senhor.
T. Graças a Deus.
7. Salmo Responsorial [Sl 89(90)]
REFRÃO: Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para
nós.
1. Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, * quando dizeis:
“Voltai ao pó, filhos de Adão!” Pois mil anos para vós
são como ontem, * qual vigília de uma noite que pas-
sou.
2. Eles passam como o sono da manhã, * são iguais à
erva verde pelos campos: de manhã ela floresce vice-
jante, * mas à tarde é cortada e logo seca.
3. Ensinai-nos a contar os nossos dias, * e dai ao nos-
so coração sabedoria! Senhor, voltai-vos! Até quando
tardareis? * Tende piedade e compaixão de vossos ser-
vos!
4. Saciai-nos de manhã com vosso amor, * e exultemos
de alegria todo o dia! Que a bondade do Senhor e nos-
so Deus repouse sobre nós e nos conduza! * Tornai
fecundo, ó Senhor, nosso trabalho.
8. Segunda Leitura (Fm 9b-10.12-17)
Leitura da Carta de São Paulo a Filêmon
Caríssimo: Eu, Paulo, velho como estou e agora tam-
9b
bém prisioneiro de Cristo Jesus, faço-te um pedido
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em favor do meu filho que fiz nascer para Cristo na
prisão, Onésimo. Eu o estou mandando de volta para
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ti. Ele é como se fosse o meu próprio coração. Gos-
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taria de tê-lo comigo, a fim de que fosse teu represen-
tante para cuidar de mim nesta prisão, que eu devo
ao evangelho. Mas, eu não quis fazer nada sem o teu
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parecer, para que a tua bondade não seja forçada, mas
espontânea. Se ele te foi retirado por algum tempo,
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talvez seja para que o tenhas de volta para sempre,
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já não como escravo, mas, muito mais do que isso,
como um irmão querido, muitíssimo querido para
mim quanto mais ele o for para ti, tanto como pessoa
humana quanto como irmão no Senhor. Assim, se
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estás em comunhão de fé comigo, recebe-o como se
fosse a mim mesmo. Palavra do Senhor.
T. Graças a Deus.
9. Aclamação ao Evangelho (Sl 118,135) (De pé)
REFRÃO: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
L. Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo e ensi-
nai-me vossas leis e mandamentos!
10. Evangelho (Lc 14,25-33)
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. = Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segun-
do Lucas.
T. Glória a vós, Senhor.
P. NAQUELE TEMPO, grandes multidões acompa-
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nhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém
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vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe,
sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e
até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo.
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Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de
mim, não pode ser meu discípulo. Com efeito: qual
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de vós, querendo construir uma torre, não se senta
primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o sufi-
ciente para terminar? Caso contrário, ele vai lan-
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çar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os
que virem isso começarão a caçoar, dizendo: ‘Este
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homem começou a construir e não foi capaz de aca-
bar!’ Ou ainda: Qual o rei que ao sair para guerrear
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com outro, não se senta primeiro e examina bem se
com dez mil homens poderá enfrentar o outro que
marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não
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pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia
mensageiros para negociar as condições de paz. Do
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mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não
renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discí-
pulo!” Palavra da Salvação.
T. Glória a vós, Senhor.
11. Homilia (Sentados)
Momento de silêncio para meditação pessoal.
12. Profissão de Fé (De pé)
P. Creio em Deus Pai todo-poderoso,
T. Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor, (todos se inclinam até as palavras Virgem
Maria) que foi concebido pelo poder do Espírito San-
to, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu
à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai
todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e
os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja
católica, na comunhão dos santos, na remissão dos
pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna.
Amém.
13. Oração dos Fiéis
P. Irmãos e irmãs, ao Deus de bondade e amor apre-
sentemos nossas súplicas, a fim de que todos nós seja-
mos autênticos discípulos do Senhor. E digamos:
T. Dai-nos Senhor, a vossa graça!
1. Para que toda a Igreja seja sempre um autêntico ins-
trumento da sabedoria de Deus no mundo, rezemos
ao Senhor:
2. Para que o nosso país cresça na justiça, na solida-
riedade e no compromisso com os pobres e excluídos,
superando as divisões e toda forma de violência, reze-
mos ao Senhor:
3. Para que as famílias possam viver em harmonia e
unidade, superando barreiras e preconceitos, rezemos
ao Senhor:
4. Para que os jovens de nossa comunidade, abraçan-
do os desafios da fé com coragem e amor, se tornem
testemunhas do Reino de Deus, rezemos ao Senhor:
5. Para que todos nós tenhamos a coragem de nos
desapegar e carregarmos a cruz como discípulos e
discípulas de Jesus, rezemos ao Senhor:
(Outras intenções)
P. Acolhei, Senhor, as nossas preces e dai-nos a graça
de servir-vos cada vez mais com alegria, a fim de que,
vivendo como discípulos de Jesus, manifestemos a
todos o vosso Reino de amor. Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.
Liturgia Eucarística
14. Canto das Ofertas (Sentados)
REFRÃO: Bom é louvar o Senhor, nosso Deus, /
cantar salmos ao nome do Altíssimo, com alegria
aclamar seu amor, / sua glória, bondade e poder.
1. Como tuas obras me alegram, Senhor, / os teus pro-
dígios suscitam louvor. / Tua presença eu contemplo
no céu, / olho a terra, também nela estás.
2. Tu engrandeces o homem mortal, / da natureza ele
é Rei e Senhor. / De honra o coroaste, de glória e poder,
/ pouco menos que aos anjos do céu.
3. Narram os céus o que fez tua mão, / todo universo
teu nome bendiz. / A criação é um canto de amor, / e
esse canto é também meu louvor.
4. Tua bondade cercou-me de bens, / tudo que tenho é
por graça e favor. / Quero os dons com os irmãos par-
tilhar / vendo em ti nosso Deus, nosso Pai.
15. Convite à Oração (De pé)
P. Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família,
reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacri-
fício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome, para nosso bem e de toda
a sua santa Igreja.
16. Sobre as Oferendas
P. Ó Deus, fonte da verdadeira piedade e da paz, con-
cedei que vos honremos dignamente nesta celebração
e, pela fiel participação nos sagrados mistérios, sejam
reforçados os laços que nos unem. Por Cristo, nosso
Senhor.
T. Amém.
17. Oração Eucarística II
Prefácio dos domingos do Tempo Comum IV
A história da Salvação
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. Corações ao alto.
T. O nosso coração está em Deus.
P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
T. É nosso dever e nossa salvação.
P. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salva-
ção dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor,
Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo,
Senhor nosso. Nascendo, ele renovou a antiga condição
humana; sofrendo a paixão, apagou nossos pecados;
ressurgindo dos mortos, concedeu-nos a vida eterna;
subindo a vós, ó Pai, abriu-nos as portas do céu. Por
isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoa-
mos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma
só voz:
T. Santo, Santo, Santo, / Senhor, Deus do universo.
/ O céu e a terra proclamam a vossa glória. / Hosa-
na nas alturas! / Bendito o que vem em nome do
Senhor! / Hosana nas alturas!
P. Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda san-
tidade. Santificai, pois, estes dons, derramando sobre
eles o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós
o Corpo e = o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
T. Enviai o vosso Espírito Santo!
P. Estando para ser entregue e abraçando livremente
a paixão, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de
ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizen-
do:
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU COR-
PO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice
em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou
a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO
MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA
ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E
POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
P. Mistério da fé e do amor!
T. Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos
deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte,
enquanto esperamos a vossa vinda!
P. Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurrei-
ção do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da
vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque
nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença
e vos servir.
T. Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
P. Suplicantes, vos pedimos que, participando do Cor-
po e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito
Santo num só corpo.
T. O Espírito nos una num só corpo!
P. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz pre-
sente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia
em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes
de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em
comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo N. os
bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos
e todos os ministros do vosso povo.
T. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
P. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos
(outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na
esperança da ressurreição e de todos os que partiram
desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
T. Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
P. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos
nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem
Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Após-
tolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os
Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a
fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cris-
to, vosso Filho. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a
vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito
Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos
dos séculos.
T. Amém.
18. Rito da Comunhão
P. Rezemos, com amor e confiança, a oração que o
Senhor Jesus nos ensinou:
T. Pai nosso que estais nos céus, / santificado seja o
vosso nome; / venha a nós o vosso reino, / seja feita
a vossa vontade, / assim na terra como no céu. / O
pão nosso de cada dia nos dai hoje; / perdoai-nos
as nossas ofensas, / assim como nós perdoamos a
quem nos tem ofendido; / e não nos deixeis cair em
tentação, / mas livrai-nos do mal.
P. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, seja-
mos sempre livres do pecado e protegidos de todos
os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e
a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
T. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
P. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apósto-
los: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não
olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa
Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a uni-
dade. Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
T. Amém.
P. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
T. O amor de Cristo nos uniu.
P. Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos
com um gesto de comunhão fraterna.
T. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mun-
do, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus, que
tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
P. Quem come minha carne e bebe meu Sangue per-
manece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
T. Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em
minha morada, mas dizei uma palavra e serei sal-
vo(a).
19. Canto de Comunhão
REFRÃO: Feliz o homem que ama o Senhor e segue
seus mandamentos. / O seu coração é repleto de
amor, Deus mesmo é seu alimento.
1. Feliz o que anda na lei do Senhor e segue o caminho
que Deus lhe indicou: / terá recompensa no Reino do
céu porque muito amou.
2. Feliz quem se alegra em servir o irmão, segundo os
preceitos que Deus lhe ensinou: / verá maravilhas de
Deus, o Senhor, porque muito amou.
3. Feliz quem confia na força do bem, seguindo os cami-
nhos da paz, do perdão: / será acolhido nos braços do
Pai, porque muito amou.
4. Feliz quem dá graças de bom coração e estende sua
mão ao sem-voz e sem-vez: / terá no banquete um
lugar para si, porque muito amou.
Antífona da Comunhão (Cf. Sl 41,2-3)
Assim como a corça suspira pelas águas correntes,
suspira igualmente minh’alma por vós, ó meu Deus!
Minha alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo.
20. Depois da Comunhão (De pé)
P. OREMOS: Senhor, que alimentais e fortaleceis vos-
sos fiéis com o pão da Palavra e da Eucaristia, conce-
dei-nos desfrutar de tal modo destes dons do vosso
amado Filho, que mereçamos para sempre viver em
comunhão com ele. Que vive e reina pelos séculos dos
séculos.
T. Amém.
Ritos Finais
21. Vivência
L. Caminhemos com o Senhor rumo a Jerusalém. Seguir
o Senhor não é falta de opção, ao contrário, é a melhor
e a mais decisiva escolha que fazemos em nossa vida.
22. Bênção Final e Despedida
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. Deus vos abençoe e vos guarde.
T. Amém.
P. Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós.
T. Amém.
P. Volva para vós o seu olhar e vos dê a sua paz.
T. Amém.
P. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho =
e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para
sempre.
T. Amém.
P. Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
T. Graças a Deus.
23. Canto Final
REFRÃO: Um coração grato, ó Senhor, é o que vos
damos neste jubileu. / Tantas graças, tantos benefí-
cios, obrigado, Senhor e nosso Deus. / Um jubileu de
graça e unidade, é a presença da Igreja do Senhor!
/ Nesta cidade que é maravilhosa, resplandece o
Cristo Redentor!
1. Rio bendito, terra consagrada, ouviste cedo a voz da
salvação! / Na Prelazia, a fé foi semeada, frutificou
em santa Missão. //:Tantas graças, tantos benefícios,
obrigado, Senhor e nosso Deus.: // Dos altos morros
aos mares em festa, ecoa firme a pregação do amor:
/ a Boa-Nova, com coragem e fé, ilumina o povo do
Senhor! //:Tantas graças, tantos benefícios, obriga-
do, Senhor e nosso Deus.
2. Três séculos e meio de Diocese, Semeadora do Reino
de Paz, / na Eucaristia encontra a sua força, na cari-
dade, a vida se refaz. //:Tantas graças, tantos bene-
fícios, obrigado, Senhor e nosso Deus: // O sangue
forte do mártir valente, nos inspira a lutar com ardor:
/ Sebastião, fiel combatente, intercede a Deus por nós,
com amor! //:Tantas graças, tantos benefícios, obri-
gado, Senhor e nosso Deus.
3. Caminha a Igreja em missão constante, com seu
Pastor em comunhão de amor. / Povo orante, alegre e
vibrante, anuncia o Cristo com ardor. //:Tantas graças,
tantos benefícios, obrigado, Senhor e nosso Deus://
Das comunidades, floresce a vida, do Evangelho nasce
a esperança. / Hoje louvamos, com voz agradecida, essa
história de luz e confiança. //:Tantas graças, tantos
benefícios, obrigado, Senhor e nosso Deus.
LEITURAS DA SEMANA
08/2 a-FEIRA: Natividade da Bem-aventurada Virgem
Maria, festa: Mq 5,1-4a ou Rm 8,28-30; Sl 70(71); Mt 1,1-16.18-
23 ou mais breve 1,18-23; 09/3a-FEIRA: São Pedro Claver,
presbítero: Cl 2,6-15; Sl 144(145); Lc 6,12-19; 10/4 a-FEIRA:
Cl 3,1-11; Sl 144(145); Lc 6,20-26; 11/5a-FEIRA: Cl 3,12-17;
Sl 150,1-2.3-4.5-6; Lc 6,27-38; 12/6 a-FEIRA: Santíssimo
Nome de Maria: 1Tm 1,1-2.12-14; Sl 15(16); Lc 6,39-42;
13/SÁBADO: São João Crisóstomo, bispo e doutor da
Igreja, memória: 1Tm 1,15-17; Sl 112(113); Lc 6,43-49.
COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA
Publicação da Comissão Arquidiocesana de PORTAL DA
Pastoral da Liturgia ARQUIDIOCESE
Rua Benjamin Constant, 23
CEP: 20241-150 – Rio de Janeiro, RJ DO RIO DE JANEIRO
Tel.: (21) 3916-3177.
Cantos selecionados pela Comissão
[Link]
Arquidiocesana de Música Sacra.
LIV R A R I A E EDITOR A NOSSA SENHOR A DA PAZ:
Rua Joana Angélica, 71 | Ipanema
CEP: 22420 -030 | Rio de Janeiro, RJ | Brasil | Tel.: (21)
2521-7299 | 2513-2955 | livraria@[Link]