Memorex Cnu (Bloco 9) Rodada 05
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MEMOREX CNU (Bloco 9) – Rodada 05
Parabéns por ter dado esse passo importante na sua preparação, meu amigo (a).
Temos TOTAL certeza de que este material vai te fazer ganhar muitas questões e
garantir a sua aprovação.
Você está tendo acesso agora à Rodada 05. As demais rodadas serão liberadas
conforme o cronograma na sua área de membros.
Nesse material focamos também nos temas mais simples e com mais DECOREBA,
pois, muitas vezes, os deixamos de lado e isso pode, infelizmente, custar inúmeras
posições no resultado final.
Portanto, utilize o nosso material com todo o seu esforço, estudando e aprofundando
cada uma das dicas.
Se houver qualquer dúvida, você pode entrar em contato conosco enviando suas
dúvidas para: [email protected]
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MEMOREX CNU (Bloco 9) – Rodada 05
ÍNDICE
LÍNGUA PORTUGUESA............................................................................ 4
MATEMÁTICA ....................................................................................... 11
DE DIREITO NOÇÕES DE DIREITO........................................................ 13
REALIDADE BRASILEIRA ..................................................................... 24
REGULAÇÃO E AGÊNCIAS REGULADORAS ............................................ 26
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LÍNGUA PORTUGUESA
DICA 01
ORTOGRAFIA OFICIAL - ACENTUAÇÃO GRÁFICA
A acentuação gráfica é uma parte importante da ortografia na língua portuguesa, que
tem como objetivo indicar a correta pronúncia e entonação das palavras, além de
diferenciar termos com grafia semelhante, mas sentidos distintos.
Na Língua Portuguesa, os acentos gráficos são:
aparece sobre as letras a, i, Mais conhecido como Aparece nas vogais “a”, “e”
u e sobre o e (no caso de – crase. e “o”, indica a vogal tônica
em). Sua função é indicar e o timbre fechado na
a as vogais tônicas. Ex.: à; àquela. pronúncia.
Ex.: Saúde; Paraná. Ex.: Vovô; mês.
Pode indicar um timbre
aberto.
Ex.: chulé; herói.
A acentuação gráfica relaciona-se com a posição da sílaba tônica nas palavras. Existem
regras específicas para palavras oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.
DICA 02
REGRAS GERAIS DA ACENTUAÇÃO
A fim de compreender adequadamente as regras, veja estes conceitos iniciais em
relação à sílaba tônica das palavras:
DICA 03
PAROXÍTONAS
As paroxítonas são palavras na Língua Portuguesa cuja penúltima sílaba é a tônica,
ou seja, é nela que recai a maior intensidade da pronúncia. Elas representam a maior
parte das palavras da língua e, em muitos casos, não necessitam de acento gráfico, pois
sua tonicidade é identificada de forma natural pela pronúncia.
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CUIDADO: por exemplo, PÓLEN leva acento, mas o plural “polens” não possui
acento!
ATENÇÃO!!
Os ditongos abertos (“ei”, “oi”) das paroxítonas não devem ser acentuados.
Ex.: ideia, joia, paranoia e assembleia.
TOME NOTA: a palavra “herói”, por exemplo, continua sendo acentuada. Embora
possua ditongo aberto “ói”, ela é oxítona, não é paroxítona.
DICA 04
OXÍTONAS E PROPAROXÍTONAS
Acentuam-se as oxítonas terminadas em a(s):
Ex.: Pará e maracujás.
Acentuam-se as oxítonas terminadas em e(s):
Ex.: café e até.
Acentuam-se as oxítonas terminadas em o(s):
Ex.: vovô e avós.
Acentuam-se as oxítonas terminadas em em e en(s):
Ex.: armazém e parabéns.
Todas as palavras proparoxítonas são acentuadas!
Todos os direitos reservados. Proibida cópia, plágio ou comercialização.
Pensar Concursos.
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REGRAS PAROXÍTONAS
ATENÇÃO!!
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DICA 07
ACENTO DIFERENCIAL
CUIDADO! O acento pertencente aos encontros “oo” e “ee” foi extinto.
ANTES DEPOIS
VÔO VOO
ENJÔO ENJOO
CRÊEM CREEM
LÊEM LEEM
MACETE! “CREDELEVE” → são os verbos: CRER, DAR, LER e VER. → Quando ficam
no plural, dobra-se o “e” e não levam acento, como exposto no quadro acima.
QUESTÃO, FGV.
Indique a alternativa cujos vocábulos tiveram sua acentuação gráfica alterada em
função do último acordo ortográfico.
a) têm – vêm
b) heroico – saúde
c) colmeia – herói
d) veem – leem.
GABARITO: d.
Comentário: não mais se acentua os encontros -oo e –ee. Ex.: voo, enjoo, creem,
deem, leem, veem.
DICA 08
ACENTO DIFERENCIAL
Não existe mais o acento diferencial. Mas em algumas palavras ele aparece para
diferenciar uma da outra que se grafa de igual maneira:
Pôr: verbo, mesmo sentido de: colocar, Ex.: Joana pôde fazer no passado
botar, inserir. coisas que não mais pode realizar
atualmente.
Por: preposição, mesmo sentido de:
através de, para, durante.
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Ex.: Ela tem um papagaio muito fofo. Ex.: Ele vem de longe. / Eles vêm
/ Eles têm dois papagaios em casa. jantar conosco.
DICA 09
EMPREGO DE X E CH
O “X” é empregado em regra, após um ditongo.
Ex.: caixa, peixe
Depois da sílaba inicial "en".
Ex.: enxame, enxaqueca
CUIDADO: palavras que começam com "ch" e recebem o prefixo "en-".
Ex.: encharcar (de charco).
Em regra, depois da sílaba inicial "me-".
Ex.: mexer.
Em palavras de origem africana/indígena e nas palavras inglesas que foram
aportuguesadas.
Ex.: abacaxi, orixá, xampu.
Em outras palavras, como: bruxa, coaxar, lixa, rixa, praxe, roxo, vexame, xadrez,
xarope, xingar, entre outras.
O “CH” é empregado nas seguintes palavras: bochecha, cachimbo, chalé, chuchu,
debochar, fachada, flecha, mochila, pechincha, salsicha...
DICA 10
Na transcrição de nomes
próprios estrangeiros e de seus derivados
portugueses.
Veja as duas
possibilidades para Ex: Katy Perry, Nova York, Disney World, etc.
a utilização dessas
letras: Nas abreviaturas e símbolos de uso
internacional.
Ex: Kg (quilograma), W (Watt), Km (quilômetro),
etc.
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ATENÇÃO!!
Se na sua prova cair algum sobre qualquer substantivo comum (ex: iogurte, ilha,
vale, cabelo, cansaço) questionando-o se pode ser escrito com Y, K ou W, não caia na
pegadinha de responder que sim! Isso porque, essas letras são apenas para
abreviaturas e nomes próprios.
DICA 11
PALAVRAS TERMINADAS EM “ESA” E “EZA”
É muito fácil confundir o final das palavras com “esa” ou “eza”. Ficamos na dúvida se
a palavra é escrita de uma forma ou outra. Por isso, as terminações em “esa/ês” são
usadas com ADJETIVOS e as terminações em “eza/ez” são usadas com
SUBSTANTIVOS.
ADJETIVOS SUBSTANTIVOS
Eu odeio lasanha de calabresa. Como eu amo a natureza!
Minha esposa é Portuguesa. A palidez do seu irmão me assustou!
Júlia ama filme Francês. A Terra possui muita beleza.
DICA 12
PALAVRAS COM TERMINAÇÃO EM “ISAR” E “IZAR”
Se a palavra primitiva possuir “s”, as palavras que dela derivarem também serão
escritas da mesma forma.
Ex.: Análise – Analisar / Pesquisa – Pesquisar / Revisão – Revisar / Improviso –
Improvisar
Ex.: Esta é a razão por que rezo. → Esta é a razão pela qual rezo.
POR QUÊ: também indica motivo ou razão. É utilizado no final de perguntas (por
que motivo/ por que razão).
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DICA 14
USO DOS PORQUÊS
Ex.: Lara não foi à festa, porque estava doente. → justificativa para Joana não ter
ido à festa.
O “HÁ” vem do verbo “haver” e é utilizado quando a oração é sem sujeito, ou seja,
impessoal, e o verbo significa “existir”.
CUIDADO! Mesmo que a frase esteja no plural, o “há” ficará no singular.
Ex.: Há anos que não visito minha mãe – Faz anos que não...
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MATEMÁTICA
DICA 16
PROBABILIDADE COM DADOS
Dado comum tem 6 faces, e todas as faces são igualmente prováveis.
Ex.: Dois dados são lançados. Qual a probabilidade de a soma ser 7?
→ Total de combinações = 6 × 6 = 36
→ Combinações favoráveis = {(1,6), (2,5), (3,4), (4,3), (5,2), (6,1)} → 6
P = 6/36 = 1/6.
DICA 17
EVENTOS INDEPENDENTES E CONJUNTOS: USE “E” E “OU” COM CUIDADO
O uso correto de multiplicação ou adição depende da relação entre os eventos.
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DICA 20
ESCOLHAS ALEATÓRIAS - COMBINAÇÃO NA VEIA
Quando se trata de formar grupos sem importar a ordem, é combinação.
Escolher 3 pessoas entre 10 → C₁₀,₃ = 10! / (3! × 7!) = 120.
Ex.: Qual a probabilidade de sortear 3 pessoas entre 10 e todas serem mulheres
(supondo 4 mulheres)?
Casos favoráveis: C₄,₃ = 4
Casos possíveis: C₁₀,₃ = 120
P = 4/120 = 1/30
Problemas com “formar grupo” = combinação. E a fórmula resolve em segundos.
DICA 21
VARIAÇÃO ABSOLUTA E RELATIVA
A FGV adora confundir variação absoluta com variação percentual. Entenda a diferença!
Resumo teórico:
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DICA 22
A LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO (LAI) É NORMA DE EFETIVAÇÃO DA
CIDADANIA
Você sabe por que a LAI é considerada um instrumento essencial da democracia? A FGV
ama esse enquadramento!
A LAI (Lei nº 12.527/2011) regulamenta o direito de acesso à informação previsto na
CF/88 (art. 5º, XXXIII) e se aplica a:
União, Estados, DF e Municípios
Administração direta e indireta (inclusive autarquias, fundações, EP e SEM)
Entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos públicos
A LAI concretiza o direito fundamental à informação — e a FGV quer saber se você
entende isso como dever do Estado e direito do cidadão.
DICA 23
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA LAI: PUBLICIDADE É A REGRA
FGV adora os princípios que norteiam a LAI. Vamos a eles?
Cultura de transparência
O Estado não pode esconder o que pertence à sociedade — é isso que a LAI garante.
DICA 24
CONCEITOS FUNDAMENTAIS QUE CAEM EM PROVA
Você sabe o que é “informação primária” ou “autenticidade”?
Informação: dado em qualquer formato
Documento: unidade de registro
Informação pessoal: relativa à pessoa natural
Informação sigilosa: restrição temporária por segurança
Primariedade: coletada na fonte, sem alterações
Autenticidade: produzida por pessoa autorizada
Integridade: não modificada
Disponibilidade: acessível a quem tem direito
Se cair um termo técnico, lembre: primária = sem modificação | autenticidade =
autoria reconhecida.
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DICA 25
TRANSPARÊNCIA ATIVA: OBRIGAÇÃO DO ESTADO - LAI
Transparência ativa é a divulgação espontânea de:
Estrutura organizacional
Repasses de recursos
Despesas
Licitações e contratos
DICA 26
TRANSPARÊNCIA E ACESSIBILIDADE DIGITAL
Você sabe o que um site oficial precisa ter para atender à LAI? Isso cai muito!
Sítios eletrônicos devem:
DICA 27
O QUE É ACESSO À INFORMAÇÃO SEGUNDO A LAI
Direito de obter:
Orientações sobre como e onde buscar
Informações produzidas ou custodiadas pelo Estado
Documentos em qualquer formato
Dados atualizados, primários e autênticos
Informações sobre estrutura, metas, despesas, auditorias e contratos
Acesso à informação não é só pedir,é entender, fiscalizar e cobrar.
DICA 28
LAI: DEVERES DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS: GESTÃO DA INFORMAÇÃO
Cabe aos órgãos:
Todos os direitos reservados. Proibida cópia, plágio ou comercialização.
Pensar Concursos.
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Não confunda!
Informação pessoal: dados da pessoa natural → acesso restrito por 100 anos.
Informação pessoal não precisa ser sigilosa para ser restrita.
DICA 30
CRIAÇÃO DO SIC: SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO
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DICA 32
OBJETIVO DA LEI Nº 12.529/2011: DEFESA DA CONCORRÊNCIA COMO DIREITO
COLETIVO
A Lei estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC) e trata da
prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica, com base em:
Repressão ao
Defesa do
abuso de poder
consumidor
econômico
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DICA 34
CADE: QUEM É E O QUE FAZ?
O CADE é uma autarquia federal de natureza judicante, com atuação em todo
território nacional.
DICA 35
INFRAÇÕES À ORDEM ECONÔMICA: CONCEITO-CHAVE PARA A FGV
Sabe o que configura uma infração? São atos que:
Limitem, falseiem ou
Abusem de posição Manipulem preços ou
prejudiquem a
dominante mercados
concorrência
DICA 37
ABUSO DE POSIÇÃO DOMINANTE: QUANDO A EMPRESA É GRANDE DEMAIS
PARA SER JUSTA
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Ser grande não é problema. Usar esse poder para excluir ou abusar = infração.
DICA 38
ATOS DE CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA: O QUE PRECISA DO OK DO CADE
Etapas:
DICA 40
ACORDO DE LENIÊNCIA: QUEM DELATA, PODE SE LIVRAR
Acordo firmado com CADE (art. 86 e 87 Lei nº 12.529/2011).
Empresa ou pessoa que colaborar com investigação de cartel pode ter isenção ou
redução de pena
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DICA 42
O QUE É A LGPD E O QUE ELA PROTEGE
A LGPD disciplina o tratamento de dados pessoais (inclusive digitais), por pessoa
natural ou jurídica, pública ou privada, com o objetivo de proteger os direitos
fundamentais de liberdade, privacidade e livre desenvolvimento da
personalidade (art. 1º Lei nº 13.709/2018).
A LGPD não protege dados — protege pessoas! É uma lei voltada à dignidade
informacional.
DICA 43
DADO PESSOAL X DADO PESSOAL SENSÍVEL
Dado pessoal: qualquer informação que identifique ou torne identificável uma pessoa
natural ( ex: nome, CPF, e-mail).
Dado sensível: envolve origem racial, convicção religiosa, opinião política, saúde,
vida sexual, genética ou biometria (art. 5º, II ).
: Dado anonimizado é aquele que não pode identificar o titular, com uso de meios
técnicos razoáveis (art. 12 Lei nº 13.709/2018).
DICA 45
AGENTES DE TRATAMENTO: QUEM FAZ O QUÊ
A FGV exige que você saiba os papéis dos responsáveis. Vamos lá:
Encaminha?
Controla? Decide. Opera? Executa.
Representa.
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DICA 46
TRATAMENTO DE DADOS: O QUE É E O QUE ENVOLVE
Consentimento
Políticas públicas
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Deve ser:
DICA 53
CONCEITO DE FORNECEDOR (ART. 3º DO CDC): ABRANGENTE E FUNCIONAL
Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira,
que desenvolve atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação,
importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou serviços.
FGV pode te testar com exemplo de hospital, banco ou concessionária — todos podem ser
fornecedores conforme o CDC.
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DICA 54
PRODUTO X SERVIÇO: DISTINÇÕES IMPORTANTES
Saber distinguir produto de serviço é essencial para entender responsabilidade. A FGV já
cobrou essa diferença.
DICA 55
CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO: PROTEÇÃO A TERCEIROS
Pessoa exposta à prática no mercado de consumo, mesmo que não tenha adquirido
o produto.
: Se o terceiro for atingido por defeito de produto ou prática abusiva, ele é equiparado
a consumidor.
DICA 56
DIREITOS FUNDAMENTAIS (ART. 6º DO CDC): O CORAÇÃO DA PROVA
Principais direitos:
Proteção contra
Vida, saúde e Informação
publicidade enganosa
segurança adequada e clara
e abusiva
Modificação de
Inversão do ônus da
Acesso à Justiça cláusulas
prova
desproporcionais
DICA 57
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA: BASE DOS CONTRATOS
Muitos esquecem, mas o CDC é fundamentado em boa-fé objetiva. Exige lealdade,
confiança e cooperação entre as partes. Aplica-se à formação, execução e rescisão dos
contratos de consumo.
Não basta cumprir o contrato, tem que cumprir com respeito e equilíbrio.
Todos os direitos reservados. Proibida cópia, plágio ou comercialização.
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DICA 58
PUBLICIDADE ENGANOSA E ABUSIVA: CONCEITOS-CHAVE
Vejamos:
Materiais;
Morais;
Coletivos;
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REALIDADE BRASILEIRA
DICA 62
INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA: ESTRADAS, PORTOS, FERROVIAS E MAIS
Desenvolver sem energia é como correr sem combustível, e o Brasil ainda depende
do clima.
DICA 65
SANEAMENTO BÁSICO: A INFRAESTRUTURA MAIS SOCIAL DE TODAS
Você sabia que saneamento é um dos serviços públicos mais desiguais?
Mais de 30 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada, tema de impacto direto.
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DICA 66
INVESTIMENTO PÚBLICO E GESTÃO FEDERATIVA
Vamos à lógica da infraestrutura compartilhada?
Redução da migração
Crescimento local Mais justiça territorial
forçada
Oportunidades de
Renda Serviços públicos Infraestrutura
trabalho
DICA 69
FATORES HISTÓRICOS DAS DESIGUALDADES REGIONAIS
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DICA 70
FISCALIZAÇÃO REGULATÓRIA: FINALIDADE E PRINCÍPIOS
Fiscalizar não é punir, é garantir conformidade, segurança e confiança no setor regulado.
A fiscalização exercida por agências reguladoras atua como atividade estatal de controle
técnico e preventivo.
Objetivos principais:
legalidade
proporcionalidade
Fundada em princípios
como:
razoabilidade
eficiência
Modelo preventivo (ou responsivo): atua antes do problema, com foco em risco,
análise de dados e monitoramento contínuo
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DICA 72
PLANEJAMENTO DA FISCALIZAÇÃO: BASE EM DADOS E RISCOS
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A garantia da qualidade não é luxo, é dever regulatório de quem opera serviços públicos
essenciais.
DICA 75
INDICADORES DE QUALIDADE REGULATÓRIA
Qualidade regulada se mede com critérios claros e úteis – para a agência, o prestador
e o cidadão.
DICA 76
AUDITORIA DA QUALIDADE: PAPEL E TÉCNICAS
A auditoria é uma ferramenta preventiva e corretiva, ideal para ajustes e
aperfeiçoamento contínuo.
Avalia conformidade com padrões de qualidade estabelecidos pela agência
Amostragem documental
Transparência e autorregulação.
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A agência regula, mas também incentiva que as empresas se autorregulem por meio
de programas de conformidade
O compliance regulatório reduz o custo da fiscalização e fortalece a confiança na relação
Estado–empresa–cidadão.
DICA 78
GESTÃO DA QUALIDADE: CICLO PDCA E MELHORIA CONTÍNUA
Prioridade de fiscalização
Definição de indicadores
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Reconhece que nem todos os agentes regulados têm má-fé ou agem por dolo.
A fiscalização responsiva adapta a resposta do Estado ao perfil do regulado –
equilibrando incentivo e punição com inteligência e justiça.
DICA 82
PIRÂMIDE DA FISCALIZAÇÃO RESPONSIVA
Níveis da pirâmide:
Orientação e cooperação
Multas administrativas
Ex.: Empresas com bom histórico e baixa gravidade de infração podem firmar termo de
ajustamento em vez de serem multadas de imediato.
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A fiscalização responsiva é flexível, mas não permissiva, exige análise técnica e critério
rigoroso sobre risco e intencionalidade.
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