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Clínica Ruminante

O documento aborda o timpanismo em ruminantes, detalhando suas causas, manifestações e tratamentos, incluindo a distinção entre timpanismo primário e secundário. Também discute a domesticação dos ruminantes, enfatizando a função das glândulas mamárias, doenças como mastite e suas etiologias, além de estratégias de manejo sanitário e controle de doenças. O tratamento de mastites e a importância da profilaxia são destacados como essenciais para a saúde dos animais.

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Ana Gabriela
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Clínica Ruminante

O documento aborda o timpanismo em ruminantes, detalhando suas causas, manifestações e tratamentos, incluindo a distinção entre timpanismo primário e secundário. Também discute a domesticação dos ruminantes, enfatizando a função das glândulas mamárias, doenças como mastite e suas etiologias, além de estratégias de manejo sanitário e controle de doenças. O tratamento de mastites e a importância da profilaxia são destacados como essenciais para a saúde dos animais.

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Timpanismo

●​ Primário ou espumoso
Provocado pela ingestão de alimentos com muita fibra, ou através da ingestão de
leguminosas, com alta concentração em celulose
Sua manifestação ocorre pela distensão do flanco esquerdo do animal.
Desenvolve apatia e diarréia

solução (precisa eliminar esse conteúdo): purgante salino, óleo mineral e em seguida fazer
transfaunação para recuperar a microbiota perdida, vitamina do complexo 12

●​ Secundário
Manifesta-se a partir dos mesmos princípios do timpanismo gasoso
Neste, o animal terá impossibilidade de evacuar os gases produzidos na ruminação
Os gases irão se acumlar e causar intoxicação no animal

Timpanismo acomete tanto grandes como ruminantes de pequeno porte

Tratamento
Aliviar pressão do rúmen
Sonda naso/orogástrica (eficiência relativa devido espuma)
trocaterização (eficácia relativa, situações extremas)
Substâncias tensoativas
Rumenotomia (casos graves)
Estimular ruminação (calcioterapia; forragem de boa qualidade, que estimula a ruminação,
eructação e produção de saliva)

Domesticação dos ruminantes

●​ Função das glândulas mamárias


Colostro (função imunológica, nutricional e provoca peristaltismo para eliminar mecônio do
bezerro)
Leite/ consumo crias
excesso na produção
Agressão contínua

●​ Anatomia
bov= gland mamária são quartos
caprino/ovino= metades (d/e)

●​ Abordagem na anamnese e no exame geral


Mais completa possível
Produção atual
Última lactação
Último parto
Técnica da ordenha
Higiene
Coloração da mucosa/temperatura

●​ Exame especial
Exame físico (3 etapas)

Inspeção
Palpação
E exame do leite

Métodos Semiológicos

Inspeção
Palpação (presença de grumos, sensibilidade, abscessos)

Exame do leite
Colher diariamente
Caneca telada
Caneca fundo escuro
Presença de grumos/sangue (cuidado com vaca recem parida pq colostro e tem celulas de
defesa aos montes aí fica grumos no teste)
CMT

●​ Exame complementares
Hemograma
Lactocultura com antibiograma
Prova de Whiteside
Determinação de cloretos
Contagem de células somáticas
Dosagem de lactose
Outros

●​ Abordagem propedêutica
Fases da gl. mamária

Peri-parto - edema fisiológico = “mojo”

Lactação bovi - média de 305 d

E fase de seca - o período normal é de 60 d


●​ Doenças da glandula mamária
Mastites (clínica e subclínica)
Arame farpado/ tocos e espinhhos
Fístulas
Politelia
Abscessos/ hematomas
Papilomatose/ ectima contagioso

●​ Mastite (etiologias)
Químico (higienização de teto ou ambiente com químicos cáusticos)
Físicos (arame farpado, materiais cortantes no geral)
Biológicos (90%)

●​ Tratamento (intramamária/sistêmica)
o melhor é fazer uma cultura com antibiograma, mas nem sempre você consegue isso,
então se pergunta quanto tempo faz da última utilização de remédios, quais foram os
remédios e quantas vezes foram, além de perguntar como é que foi feito a aplicação e
dosagem do medicamento.

Mastite ulcerativa
o animal tem que ser isolado, colocado em quarentena para uma melhor recuperação. Caso
seja necessário ordenhar para diminuir a quantidade de leite no úbere deve-se coloca uma
sonda mamária ou pegar uma agulha 40 por 20, polir a ponta dela (para não causar lesões)
e colocar no teto para drenar o leite.
Limpa a ferida todos os dias até haver a recuperação que ocorre de dentro pra fora

Apostematosa
coleta o material para cultura, pode se ir tratando enquanto se espera o resultado da cultura
Isolar o animal

Miíase
Se acometer apenas um teto é realizada a mastectomia parcial

Mastite Necrótica
normalmente é staphylococcus que causa
tem que se retira a mama necrosada para não subir para as outras mamãs
mastectomia parcial ou total

Fístulas
o que causa: espinhos, pedaço de arame, pedaço de pau
profilaxia: olha a área que elas ficam procurando coisas que possam machucar e tirando
elas

Politeia
retira o teto do animal jovem e nós adultos não coloca mais na reprodução
eutanaasia???????????
Abscessos (etiologia, tratamento e profilaxia)
Tratamento: isolar o animal,drenar o abscesso, incinerar o material, enterra, deixa ele
isolado e observa se recidiva e espera o resultado do exame sobre o material.
Ectima contagioso (parapoxvirus da família Poxviridae) causa pústulas, pápulas e úlceras
tem vacina

Papilomatose
Faz vacinas com as lesões causadas pelo próprio vírus, retirando de vários animais do
rebanho e de várias lesões dos animais
profilaxia: isola quando animal chegar no rebanho para evitar a contaminação de outros
animais

PROGRAMA DE CONTROLE DA MASTITE


1- Higiene adequada de ordenha
2- uso e manutenção adequada do equipamento de ordenha
3- imersão de tetos em desistentes após ordenhas
4- tratamento de todos os quartos durante a secagem
5- tratamento imediato de todos os casos clínicos
6– descarte de vacas com infecções crônicas

MANEJO SANITÁRIO
●​ Saneamento do ambiente
●​ Quarentena
●​ Isolamento
●​ Destruição de cadáveres
●​ Desinfecção
●​ Diagnóstico
●​ Vacinação

Objetivos da profilaxia
●​ Evita a introdução de doença
●​ Controla o aparecimento de novos casos
●​ Diminuir os efeitos da doença

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