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Roteiros

Uma série de roteiros

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ROTEIRO TEATRAL – CENA FINAL

Cena: Confronto final – Jake e Neytiri vs. Coronel Quaritch

Local: Base humana em chamas; fumaça e faíscas no ar.

Clima: Mistura de adrenalina, raiva, dor e determinação.

1. ESTABELECIMENTO DA CENA

(Som ambiente: explosões distantes, tiros esporádicos, gritos abafados, crepitar


do fogo. A luz alterna entre tons quentes das chamas e flashes frios para simular o
caos. O cenário deve ter estruturas semi-destruídas.)

[Jake entra cambaleando pela lateral do palco]

Ele está ferido, respiração pesada, sangue (simulado) escorrendo pelo braço.
Seus passos são rápidos, mas carregam urgência. Ao fundo, o som pesado e
metálico de passos anuncia algo imponente.

(Rangidos metálicos aumentam de volume, anunciando o mecha AMP de


Quaritch.)

Quaritch (voz projetada, com desprezo e raiva):

➢ “Você realmente acha que pode me parar, Sully?!”


Jake (ofegante, mas firme; encara o coronel):

➢ “Não... mas posso atrasar você o bastante para acabar com isso.”

(Jake dá um passo à frente, postura de ataque. Quaritch, no mecha, gira os


ombros metálicos com arrogância.)

2. PRIMEIRO EMBATE

(Som de impacto metálico. O mecha avança com passos pesados.)

Quaritch (rindo, provocando):

➢ “Você nunca entendeu, Sully! Aqui, o mais forte sobrevive!”

(O mecha desfere um golpe horizontal. Jake se abaixa no último segundo, rola no


chão e se levanta com agilidade felina.)

Jake (com desprezo):

➢ “Não é força, Quaritch... é saber pelo que vale a pena lutar!”


(Jake pega uma lança caída e golpeia as articulações do mecha, faíscas voam.
Quaritch recua um passo, irritado.)

3. ENTRADA DE NEYTIRI

(De repente, um som agudo corta o ar. Neytiri surge pela lateral, arco tensionado,
postura firme.)

Neytiri (em Na’vi, firme, quase como um juramento):

➢ “Por Eywa!”

(Ela dispara. A flecha atinge de raspão o vidro da cabine, deixando rachaduras.


Seus movimentos são graciosos e letais, como uma caçadora felina.)

Quaritch (rosnando):

➢ “Mais uma selvagem pra abater.”

(O mecha gira bruscamente na direção dela, mas Jake se lança contra a perna da
máquina para desviá-lo.)
4. ESCALADA DO CONFRONTO

(O mecha ergue o braço e empurra Jake com violência contra uma estrutura
metálica. Um estrondo ecoa. Neytiri dispara outra flecha para forçar o coronel a
recuar.)

Jake (se levantando com esforço, segurando o lado do corpo, voz grave):

➢ “Isso termina agora!”

(Ele pega uma barra de metal quebrada e corre, escalando rapidamente a perna
do mecha. Neytiri, sem hesitar, continua disparando flechas para cobrir sua
subida.)

Neytiri (gritando):

➢ “Jake! Rápido!”

(Jake alcança a lateral da cabine, arrancando uma tampa para tentar puxar
Quaritch para fora. Eles trocam socos; o impacto é seco e violento.)
5. CLÍMAX

Quaritch (esmagando o punho contra Jake):

➢ “Você devia ter ficado com os seus. Agora vai morrer com eles!”

(Jake quase perde o equilíbrio, mas segura firme. Neytiri, com respiração
acelerada, mira cuidadosamente.)

Neytiri (em voz baixa, concentrada):

➢ “Eywa, guie minha flecha...”

(Ela dispara. A flecha atravessa o vidro rachado e se crava no peito de Quaritch. O


coronel arregala os olhos.)

Quaritch (com voz falha, incrédulo):

➢ “Maldita...”

(O mecha cambaleia, faíscas e fumaça saem das juntas. Jake salta, agarra Neytiri
e rolam juntos para o lado oposto do palco. A máquina desaba com um estrondo
que ecoa.)
6. DESFECHO

(O som do mecha cessando ecoa. O ambiente fica em silêncio, apenas o crepitar


do fogo permanece. Neytiri se ajoelha ao lado de Jake, tocando seu rosto com
ternura.)

Jake (exausto, mas sorrindo com gratidão):

➢ “Você salvou minha vida...”

Neytiri (olhando nos olhos dele, suave):

➢ “Nós salvamos... juntos.”

(Eles se abraçam. A luz começa a baixar lentamente, deixando-os iluminados por


um tom alaranjado suave das chamas, transmitindo alívio e conexão. Fim da
cena.)

ROTEIRO TEATRAL – CENA DO PRIMEIRO ENCONTRO

Cena: Jake conhece a tribo Omaticaya.

Local: Interior da Árvore da Vida, com raízes luminosas e rituais tribais.

Clima: Mistura de desconfiança, curiosidade e misticismo.


1. ESTABELECIMENTO DA CENA

(Luzes suaves em tons de roxo, azul e verde. Sons de tambores rituais, grilos e
ecos da floresta. O palco deve transmitir grandiosidade, como se as raízes
formassem um salão sagrado. Os guerreiros Omaticaya estão posicionados em
semicírculo, armados e atentos.)

(Jake é trazido por Neytiri, empurrado levemente. Ele olha ao redor, encantado
com a beleza e a imponência do lugar, mas visivelmente nervoso.)

Neytiri (apresentando, em tom solene):

➢ “Eytukan... Mo’at... Encontrei este homem na floresta. Ele caminha como


nós... mas não é um de nós.”

(Todos os guerreiros murmuram entre si, apontando suas lanças. O clima é de


tensão.)

2. PRIMEIRA REAÇÃO DA TRIBO

Eytukan (chefe da tribo, voz firme e autoritária):

➢ “Você ousa trazer um inimigo para dentro da Árvore Sagrada, Neytiri?”


(Ele dá um passo à frente, encara Jake de cima a baixo, com desprezo e
desconfiança.)

Jake (hesitante, mas tentando parecer firme; fala com sotaque humano
perceptível):

➢ “Eu... não vim como inimigo. Eu quero aprender... quero entender vocês.”

(Os guerreiros se entreolham, rindo com escárnio. Alguns batem as lanças no


chão.)

Um Guerreiro Omaticaya (com raiva):

➢ “Mentiras! Ele veste a pele dos nossos, mas o coração é dos Céu-Povo!”

(Jake engole em seco, mas mantém a postura.)

3. INTERVENÇÃO DE NEYTIRI

Neytiri (tom defensivo, mas respeitoso):


➢ “Eywa me mostrou um sinal. Este homem... talvez não seja apenas um
inimigo. Ele pode ter um caminho entre nós.”

(Ela olha intensamente para Mo’at, a tsahìk, pedindo apoio silencioso. Mo’at se
aproxima devagar, gestos suaves, como quem lê o destino invisível.)

4. O OLHAR DE MO’AT

(Mo’at circula Jake, observa seus olhos, toca seu ombro com delicadeza, quase
como um ritual. O silêncio domina. Apenas o som suave de flautas e tambores
lentos permanece.)

Mo’at (voz calma, profunda, quase como se falasse com Eywa):

➢ “Os fios do destino são estranhos... Ele caminha com corpo emprestado,
mas sua essência pulsa forte.”

(Ela encara Jake nos olhos, penetrante.)

Mo’at (decidida):

➢ “Talvez Eywa tenha enviado este estrangeiro. Devemos ouvir.”


(Os guerreiros protestam em uníssono. O clima esquenta, mas Mo’at levanta a
mão pedindo silêncio.)

5. DIÁLOGO DE ACEITAÇÃO PARCIAL

Eytukan (ainda desconfiado, voz dura):

➢ “Se permanecer aqui, você viverá como nós. Você caçará, lutará,
aprenderá. Se falhar... não haverá misericórdia.”

Jake (fazendo uma reverência respeitosa, sem ironia, mostrando humildade):

➢ “Eu aceito. Ensinem-me, e eu provarei quem sou.”

(Breve silêncio. Os guerreiros abaixam as armas lentamente, ainda relutantes.)

6. DESFECHO DA CENA
(Mo’at coloca a mão no peito de Jake, em gesto ritualístico, como se o
abençoasse.)

Mo’at (com solenidade):

➢ “A partir deste momento... você será filho adotado da tribo Omaticaya. Mas
lembre-se: Eywa observa todas as escolhas.”

(Neytiri suspira aliviada. Jake sorri levemente, surpreso e emocionado.)

Jake (baixinho, quase para si mesmo):

➢ “Obrigado...”

(As luzes baixam devagar, os tambores ressoam em ritmo solene. Neytiri e Jake
trocam um olhar de cumplicidade, enquanto os guerreiros se afastam, abrindo
espaço para ele. Fim da cena.)

ROTEIRO TEATRAL – PRIMEIRA TRANSFORMAÇÃO DE JAKE EM AVATAR

Cena: Jake desperta em seu corpo Avatar.

Local: Laboratório científico, com cápsulas de imersão e tecnologia futurista.

Clima: Mistura de tensão, curiosidade científica e o deslumbramento de Jake.


1. ESTABELECIMENTO DA CENA

(Luzes frias em tons de branco e azul. Sons de máquinas, apitos eletrônicos e


batimentos cardíacos em monitores. O palco deve mostrar cápsulas translúcidas
ou simuladas por estruturas futuristas. Pesquisadores circulam com pranchetas,
sensores e jalecos.)

(Jake está deitado dentro da cápsula de link, ainda em corpo humano, usando
roupas simples de paciente. Ele respira fundo, nervoso. Do lado de fora, Grace e
Norm observam, ajustando controles.)

Grace (tom firme, mas encorajador):

➢ “Está pronto para a experiência, Jake? Uma vez conectado, não há espaço
para hesitação.”

Jake (forçando um sorriso, tentando parecer confiante):

➢ “Pronto? Não. Mas... ansioso, sim.”

Norm (animado, mas nervoso):

➢ “Só mantenha a calma. Se tudo correr bem, você vai abrir os olhos e...
boom, será um Na’vi de verdade.”
(Jake dá uma risada curta, mas o olhar é sério. Ele se ajeita na cápsula. A tampa se
fecha com som hidráulico.)

2. A CONEXÃO

(Luzes piscam, o som dos computadores aumenta. Um zumbido grave enche o


ambiente. A respiração de Jake fica acelerada, seu corpo tenso. Ele fecha os
olhos, e a iluminação lentamente transita para tons azulados, como se estivesse
sendo transportado para outro plano.)

(De repente, silêncio. Então, um bater de coração forte ecoa. As luzes azuis se
intensificam. Jake abre os olhos — agora em corpo Avatar.)

3. O PRIMEIRO CONTATO COM O NOVO CORPO

(Jake se senta devagar, respirando fundo. O público deve perceber a diferença: ele
é mais alto, mais ágil, seus movimentos ainda desajeitados, mas repletos de
energia. A iluminação ressalta os tons azulados da pele Na’vi.)

Jake (com voz surpresa, quase infantil, tocando o próprio corpo):

➢ “Minhas mãos... minhas pernas... Eu consigo sentir tudo!”


(Ele se levanta rápido, tropeça um pouco, mas logo se equilibra. Abre os braços,
respira fundo, quase rindo de emoção.)

Jake (gritando, eufórico):

➢ “Eu posso andar! Eu posso correr!”

(Grace e Norm correm até ele, tentando acalmá-lo.)

Grace (brava, mas com um sorriso contido):

➢ “Calma, Jake! Seu corpo ainda não se adaptou, você precisa se deitar e
estabilizar primeiro!”

Norm (segurando os braços de Jake, preocupado):

➢ “Jake, se você forçar demais, pode desmaiar, ou pior...”

4. A REBELDIA E O ENCANTAMENTO
(Jake ignora os avisos. Ele olha para os pés descalços, toca o chão com eles,
como se sentisse pela primeira vez. Um sorriso enorme toma seu rosto.)

Jake (emocionado, quase chorando de alegria):

➢ “Vocês não entendem... eu sinto o chão! Eu sinto a força nele! Eu... eu


estou vivo de verdade!”

(Ele se solta dos cientistas e começa a andar, depois correr pelo palco,
tropeçando em cabos, derrubando equipamentos. Norm e Grace correm atrás
dele, mas ele se afasta com energia infantil.)

(Jake se agacha e toca a terra (ou chão cenográfico), passando os dedos


lentamente, maravilhado. Olha para as mãos azuis, abre e fecha os punhos. A
respiração é pesada, mas não de dor — de êxtase.)

5. A FUGA PARA A LIBERDADE

(Jake, tomado pela empolgação, não consegue mais ficar no laboratório. Ele olha
para a saída, depois para Grace e Norm.)

Jake (determinado, sorrindo):

➢ “Eu preciso correr. Preciso sentir isso fora dessas paredes!”


Grace (gritando, nervosa):

➢ “Jake, não! Você não está pronto, volte aqui!”

(Jake dá um salto impressionante para o lado, ágil como um felino. Ele atravessa o
palco correndo, com passos largos, quase dançando de liberdade. Norm e Grace
tentam segui-lo, mas ficam para trás. O som ambiente começa a misturar batidas
tribais com ruídos eletrônicos, simbolizando a transição entre ciência e natureza.)

6. DESFECHO DA CENA

(As luzes vão mudando do branco frio do laboratório para tons verdes e dourados
da floresta. Sons de pássaros e vento entram, abafando o barulho das máquinas.
Jake está no centro do palco, ereto, peito inflado, olhos brilhando.)

Jake (em voz alta, emocionado, quase um grito de libertação):

➢ “Eu estou livre!”

(Ele estende os braços para cima, como quem agradece à vida. As luzes focam
nele, enquanto ao fundo Norm e Grace o observam com mistura de preocupação
e fascínio. Fim da cena.)

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